ELIMINE O CÂNCER E OUTRAS DOENÇAS COM ‘GCMAF’.

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista – São Sebastião do Paraíso -MG

O que é o colostro?

Antes de conhecermos diretamente o GCMAF, precisamos conhecer o colostro. Colostro é uma forma de leite produzido pela glândulas mamárias nos primeiros dias após o parto O colostro contém anticorpos que protegem o recém-nascido contra bactérias, vírus e vários tipos de doenças.

Anticorpos no colostro – O Colostro de vaca contém imunoglobulina IgG, IgA e IgM, alta concentração de lactoferrina, fator de crescimento, minerais e vitaminas.

As pesquisas sobre o colostro de vaca apresentaram alguns resultados excelentes.

Estimula o sistema imunitário
Prevenção de doenças de gripes e resfriados, infecciosas como Rotavirus
Regula as funções dos intestinos, preso ou diarréia, ainda a disbiose intestinal
Aumenta a força muscular e física
Anti-envelhecimento

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O colostro é semelhante aos componentes sanguíneos
Você pode tomá-lo, quer por via sublingual ou oral
Ativador macrófagos e ajuda a impulsionar o sistema imunológico (produção de GCMAF)

SEGUE UM LINK PARA CONHECER O QUE É GCMAF

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2016/04/08/gcmaf-a-proteina-que-combate-o-cancer-e-inumeras-doencas/

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Colostro e anti-envelhecimento sobre o sistema imunológico

O sistema imunológico é um sistema que atua na manutenção do corpo saudável. Ele protege contra bactérias e vírus, e também pode exterminar células cancerosas. A função biológica e desempenho físico atingem o seu auge a partir dos 20 anos de idade, diminuindo pela metade aos 40. Com o sistema imunológico enfraquecido com a idade, torna-se mais fácil em ficar doente. Por isso, é importante manter e impulsionar o seu sistema imunológico e mantê-lo jovem de modo que você possa levar uma boa e longa vida.

O papel dos macrófagos

1. Funciona como células NK

A função de macrófagos é como o das células NK que engolem e digerem as células cancerosas, vírus e micróbios. É produzido pela diferenciação de monócitos em tecido, e representam um percentual nas células brancas do sangue. Esta é uma célula amebóide e desempenha um papel importante engolindo e digerindo os restos celulares, substâncias estranhas, microorganismos e células cancerosas. Há dois tipos de diferenciações; macrófagos que incentivam a inflamação chamada macrófagos M1, e macrófagos que atua na reparação de tecidos chamadas macrófagos M2.

Mas recentemente, acredita-se que existiam várias formas ativadas de macrófagos, tais como macrófagos ativados clássicos, sob atuação em feridas e cicatrização, os macrófagos de supressão ou formas ativadas intermediarias de macrófagos. Assim, a diversidade de ativação dos macrófagos ainda permanece desconhecida. Há vários relatos de casos tratando HIV, câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata, entre os macrófagos ativados. Assim, a avaliação e o reconhecimento sobre os macrófagos ativados começaram a ser o foco de atenção no tratamento de muitos tipos de doenças.

Este é o processo de como os macrófagos ativados destroem as células cancerosas.

Os macrófagos ativados são combinados diretamente com as células cancerosas.
Os macrófagos ativados destroem as células cancerosas, liberando as substâncias químicas tais como peróxido de hidrogênio.

2. Funciona como células dendríticas

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Uma vez que os macrófagos toma o antígeno, este liberta citocinas que posteriormente ativam as célula T específicas. Ou seja, o macrófago solta fragmentos de substâncias estranhas após engolir o antígeno já em decomposição, e combina-os com o MHC-Ⅱ nas células e as apresenta sobre a superfície da célula. Isto é chamado de apresentação de antígeno pelos macrófagos.

▲ Os macrófagos estão DESTRUINDO as células cancerosas!

3. Efeito antiangiogênico

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De acordo com as experiências com animais, identifica-se que o efeito antiangiogênico tem GcMAF. (Ativador de macrófago).

O sinal da apresentação de antígeno por macrófagos é transmitida para um linfócito chamado células T auxiliares. As células T auxiliares maduras expressam a proteína de superfície CD4, e o receptor de células T a proteína do receptor.
Em cada uma das proteínas combina-se com MHC-Ⅱ dos macrófagos e o antígeno apresentado pelos macrófagos, de modo que os macrófagos começam a ser ativado. A estrutura do receptor da célula T é diferente dependendo de cada célula T auxiliar que foi ativada. Apenas uma célula T auxiliar que se encaixa com um fragmento de antígeno apresentado pelos macrófagos que será ativada.

Portanto as células T auxiliares ativadas, ativam os macrófagos através da produção de citocinas tais como a interleucina e linfoquinas, bem como células ativas (B) que reconhecem o mesmo antígeno. As células B ativadas se diferenciam em células produtoras de anticorpos e aumentam, e então produzem anticorpos contra o antígeno, e depois libertá-os. O anticorpo combina especificamente com o antígeno e em seguida engole o complexo por inteiro. Vírus e micróbios por exemplo podem ser engolidos de forma eficiente pelos macrófagos. Enquanto isso as células T continuam a ativar macrófagos, aumentar e diferenciar as células B pela liberação de linfocinas. Portanto, a ativação de macrófagos é um tratamento que faz com que a maior parte do sistema imunitário de cada pessoa volte sua atuação original e eficiente. Além disso, pode-se dizer que este é o tratamento que combina tanto a tratamento de células NK e células dendríticas.

O que é GcMAF?

Esses são os pesquisadores que têm desenvolvido o GcMAF.

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Estas são as fotos do Dr. Yamamoto, que desenvolveu primeira geração GcMAF, e o Dr. Hitoshi Hori e Dr. Yoshihiro Uto da Universidade de Tokushima, no centro do desenvolvimento GcMAF no Japão durante os últimos 20 anos.

A história do desenvolvimento GcMaf

1991 Dr.Yamamoto descobriu o cMAF.
1992 Dr.Yamamoto visitou a Universidade de Tokushima.
1998 Dr.Uto entrou para a equipe de desenvolvimento.
2002 O primeiro trabalho de pesquisa foi publicado. (A primeira geração GcMaf).
2010 Universidade de Tokushima e Saisei Mirai começaram a fazer pesquisas e desenvolveram a segunda geração GcMaf juntos.
2011 A segunda geração GcMaf foi produzido no Saisei Mirai celular Culture Center, como ensaio clínico bem como a validação clínica foi iniciada.
2012 Já há 20 anos desde que a pesquisa começou GcMaf na Universidade de Tokushima.
2013 Mais de 1000 casos clínicos com uso da segunda geração do GcMaf foram aplicados em Saisei Mirai.
2014 O terceiro artigo foi publicado em Anticancer Research.
2015 Tokushima universidade e Saisei Mirai sucederam no desenvolvimento de colostro GcMAF pela primeira vez no mundo.
O subtipo dependendo da diferença de cadeia de açúcar GcMaf

Transformação de da proteína Gc em GcMAF! E seus subtipos.

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N.Yamamoto, et al., J. Immunol., 151,2794-2802, 1993.
GcProteina que é transformada em GcMaf em resposta ao corte de cadeia de açúcar e do β-galactosidase ativado, a partir de células B ativadas e sialidase de células T.

Atividade fisiológica do GcMaf

Existem seis atividades importantes: aceleração da ativação fagocitária, aumento na produção de superóxido, a inibição da vascularização tumoral, a promoção da atividade anti-tumoral e promoção da maturação de células dendríticas. Aumento do número de células mononucleares no sangue, promoção e maturação de células dendríticas; As lâminas abaixo mostram estes casos.

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Os GcMAF testes de atividade anti-tumor de primeira geração!

Este é os testes utilizados pelos ratos. O grupo tratado com a primeira geração GcMAF mostra o efeito inibidor do tumor, uma forte comparação com a pessoa não tratada. O tumor não aumentou!

Os GcMaf testes de atividade anti-tumor de segunda geração!

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Este é também os testes utilizados pelos ratos. A linha preta mostra o grupo não tratado, e a linha de ponto verde mostra um tratamento com a primeira geração GcMAF. O gráfico mostra claramente que a taxa de sobrevivência foi prolongada em comparação com o tratamento.

COMPONENTES COLOSTRO – GCMAF

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Intestino e tecido linfoide associado

Placa de Peyer, onde há uma abundância de macrófagos. (GALT), ou (tecido linfóide associado ao intestino), existe o maior conjunto de macrófagos no corpo. O colostro MAF visa ativar esses macrófagos diretamente. O Professor Uto, da Universidade de Tokushima, começou a experiência básica do MAF colostro e GALT. E os resultados foram fantásticos!

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Atividade fagocitária de colostro GcMAF!

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Ao estimular diretamente o sistema linfático perto da parte lesada, os macrófagos são ativado.

Pode ser tomando por via sublingual, por nebulizador, por cápsula, ou por supositórios. Talvez seja mais eficaz estimulação diretamente o sistema linfático perto da parte lesionada por algum câncer. Uma clínica na Suíça tem vindo a utilizar o nebulizador ultra-sônico para tomar GcMAF produzido pelo soro.

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Referências – Estão no corpo do Texto.

 

A AIDS É REALMENTE CAUSADA PELO HIV?

SIDA

By – Júlio Caleiro – Nutricionista  –    juliocaleiro@hotmail.com

Publicado em 08 de Junho de 2016 – São Sebastião do Paraíso -MG


Artigo meramente INFORMATIVO!

Como pensamento mainstream os pesquisadores da AIDS continuam a centrar-se no chamado “Vírus da Imunodeficiência Humana”, ou HIV, com uma persistência obstinada em manter a causalidade vírus HIV e AIDS. Porém um pequeno, mas crescente número de cientistas em todo o mundo, continuam na busca de melhores explicações, algo mais racional sobre a causa verdadeira da AIDS, tratamentos e prevenções e das 29 doenças  que constituem o diagnóstico da síndrome da imunodeficiência adquirida.-AIDS”. Cientistas como Zenger, que já tinha exposto tudo isso em entrevistas, assim como  o Dr Peter Duesberg, David Rasnick, Stefan Lanka e outros que pesquisam sobre AIDS, e eles tem chegado a conclusão de que o HIV ou não faz nada ou na verdade talvez nem exista!

Em Junho de 1999, um novo nome foi adicionado à lista de pesquisadores alternativos da Aids que criticaram a literatura científica estabelecida, e rejeitou a crença de que o HIV causa a Aids, sob uma explicação diferente. O Dr. Mohammed Ali Al-Bayati, um imigrante do Iraque que foi educado nos EUA e no Egito, especialista em patologia e toxicologia, publicou um livro em grande formato de 183 páginas sobre AIDS,  e atacou diretamente o modelo de HIV/AIDS proposto há décadas. Muitos dos que endossaram os seus argumentos foi o Dr. Duesberg (professor de biologia molecular e celular na Universidade de Berkeley. Ph.D), de que ‘uso recreativo de drogas e repetidas exposições a infecções e antibióticos comuns usados, para tratá-los’, fizeram com que o sistema imunológico abrisse as portas para que o corpo adquirisse  doenças que são que configuraria de “AIDS”.

Mas o livro do Dr. Al-Bayati também apontou um novo culpado, anteriormente já discutido em seu livro: os esteróides! Estes não são os esteróides anabolizantes amplamente utilizados por atletas como inclusive para modular os hormônios de testosterona, progesterona e outros, mas uma classe ainda mais comumente prescrita de medicamentos conhecidos como corticosteróides ou glucocorticóides. E não é surpreendente que essas drogas, que incluem azatioprina e prednisona, suprimem o sistema imunológico, uma vez que eles foram originalmente desenvolvidos na década de 1960 e 1970 para fazer exatamente isso; elas foram dados a doentes transplantados para manter os seus sistemas imunitários a rejeitar os órgãos transplantados.

Na prática médica de hoje, no entanto, os corticosteróides são muito mais usado do que nunca! Estas drogas são dadas para hemofílicos, e para tratar os distúrbios da articulação, frequentemente associados com hemofilia e impedi-los de desenvolver anticorpos de Fator VIII e IX, e recebem para permitir que seu sangue coagule. Os corticosteróides também são dadas para lactentes e crianças para tratar suas doenças crônicas, para homens homossexuais para tratar do intestino e outros problemas gastrointestinais associados ao sexo anal e contato anal-oral, e os usuários de drogas “recreativas” para tratar as doenças respiratórias e outras causadas pelas drogas que eles usam. Dr. Al-Bayati argumenta que praticamente todas as pessoas com SIDA tem um nível muito maior, do que o nível normal destes produtos químicos em seus corpos, ou ainda em tomar corticosteróides como drogas farmacêuticas. Também de ter níveis de corticosteróides naturalmente elevadas como um efeito colateral da desnutrição e fome, que ele sugere ser verdadeira causa da epidemia de “AIDS” na África inclusive.

Em seu livro, ele declara sob o título: HIV não causa a AIDS, o Dr. Al-Bayati também explora alguns dos outros equívocos por trás do modelo de HIV/AIDS. Ele observa que os livros padronizados como o ‘Princípios de Medicina Interna’, cuja edição atual é co-editado por “HIV/AIDS”, pelo Dr. Anthony Fauci de Harrison na verdade, oferecem todas as informações necessárias para tratar pessoas com o chamado “HIV / AIDS” corretamente. Contudo o Dr. Fauci e seus co-autores seguem somente nessa corrente cega dos coquetéis, e ignoram o conhecimento da falsidade dos testes que foram realizados, e seguem com base somente nas doenças por trás de uma IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA, negligenciando os motivos reais e não propriamente pela infecção direta do HIV. Pois cerca de 77% das pessoas nos anos 1986-92, onde foram feitos tais estudos inclusive para apoiar a aplicação do coquetel, e que foi aprovada na época como a primeira quimioterapia SIDA com AZT, na verdade essa porcentagem de pessoas nunca tiveram infecções por HIV, afirmou o Dr. Al-Bayati.

Vamos à formação do Dr Bayati.

Dr. Mohammed Ali Al-Bayati: formado na escola de medicina veterinária em 1975 na Universidade de Bagdá, no Iraque. Estudou patologia veterinária na Universidade do Cairo, no Egito e formou com um mestrado em patologia veterinária em 1978. Foi para os Estados Unidos em 1978 e começou a fazer a pesquisa em toxicologia, usando modelos animais para estudar os efeitos da poluição em geral e subprodutos, em particular sobre a biologia de combustível. Então estudou patologia comparativa, que inclui patologia humana, juntamente com toxicologia, bioquímica e imunologia na Universidade da Califórnia, Davis onde tornou-se um Ph.D. em 1989. Também tem Certificação pelo Conselho Americano de Toxicologia em 1994, e pelo Conselho Americano de Toxicologia Veterinária em 1996. Tem experiência em patologia e toxicologia o que inclui patologia humana e toxicologia, patologia veterinária e toxicologia, patologia experimental e toxicologia ambiental.

Por que o esteróides ou corticoesteróides suprimiria o sistema imune a ponto de causar AIDS?

“Os esteróides são uma família de medicamentos I, e referem-se especificamente aos corticosteróides, esteróides libertados a partir do córtex adrenal. Estes agentes podem reduzir o número de células T e células B, e a função de todo o sistema imunitário. O uso dos esteróides podem causar todos os sintomas clínicos que mostram em pessoas “com AIDS”. As evidências mostram que se alguém é saudável, e agora é dada prednisona, 60 mg por dia, por exemplo, cerca de dois a três meses vai então reduzir as contagens de células T e a contagens de células-B configurando o rumo para a AIDS. Digamos que o normal de contagem de CD-4 é de cerca de 900 por microlitro de sangue. Usando esse remédio vai reduzi-lo a cerca de 250 na maioria dos casos. O Dr. Ali Al-Bayati em seu livro na página 62, lista uma tabala de 32 doenças e condições de saúde que são causados  por drogas, drogas ilícitas, álcool e drogas “terapêuticas”, como por exemplo a prednisnona. Todas estas doenças de uso crônico são tratados com doses elevadas. “A dose que mencionei anteriormente, 60 mg por dia, é realmente uma dose normal de esteróide. Alguns deles usam uma dose muito maior do que isso, mas por um período mais curto de tempo, destruindo assim o sistema imune” afirma, o Dr. Ali Al-Bayati.

Os anti-inflamatórios, reduzem então a inflamação muitas vezes causada por essas drogas, porém expõe o organismo a problemas muito maiores! Em meados da década de 1970, inalação de drogas, incluindo cocaína e heroína, tornaram-se muito mais comuns do que tinham sido anteriormente. A inalação de cocaína produz uma série de problemas nas cavidades dos pulmões e na nasofaringe, e daí a cocaína produz asma e fibrose pulmonar, e por fim também diminui o suprimento de sangue para o septo e da cavidade nasal. Os usuários de cocaína, fazem perfuração da cavidade nasal e pode causar um monte de outros problemas. Agora para tratar estes problemas, o FDA aprovou o uso de corticosteróide por inalação em 1976! Exatamente aí que começou o problema da Aids! Quando esta droga foi aprovada e amplamente utilizada, em seguida os casos de AIDS começaram a aparecer assustadoramente pelo mundo. Os homossexuais usuários de drogas como cocaína e heroína estiveram e ainda estão, em risco especial para a SIDA, porque eles usam os esteróides mais do que qualquer outro grupo. Eles usam os esteróides para lidar com os problemas respiratórios principalmente. O trabalho de Peter Duesberg (professor de biologia molecular e celular na Universidade de Berkeley. Ph.D ) forneceu informações científicas sobre o uso de drogas pelos homossexuais. Eles também usam esteróides por via retal para lidar com infecções retais. Além disso, a utilização de álcool e a utilização de aspirina e de outras drogas, produzem linfocitopenia, e contagem reduzida de plaquetas trombocitopenia, e o tratamento padrão OURO para todas estas condições na medicina convencional é o uso a longo prazo de corticosteróides! Então homossexuais obtém esteróides para lidar com doenças respiratórias, depressão da medula óssea e infecções retais e isso causa AIDS ao longo do tempo.

Se o uso recreativo de algumas drogas é a causa da AIDS, como é que muitas pessoas usam essas drogas durante um tempo e não “pegam” AIDS? Dr. Ali Al-Bayati explica que; “a questão não é o tempo somente que se usa de corticosteróides, depende principalmente de quanto a infecção ou inflamação que esses indivíduos possuem devido ao uso de DROGAS COMO CRACK, HEROÍNA, COCAÍNA E OUTRAS, que posteriormente levaram a usar drogas como prednisona e outros coquetéis. Isso pode ser muito bem explicado pela hiperplasia nos gânglios linfáticos.

Na Tabela 3, na página 13 de seu livro, o Dr. Bayati descreve que a patologia nos gânglios linfáticos possui alguns estágios. Os “-positivos de HIV”, que são semelhantes aos dos “-negativos do HIV”. A primeira etapa é a hiperplasia [superior ao normal em CD-4, e a contagem CD-4 / CD-8 são proporcionais], o segundo que chamamos de “estágio misto” e o terceiro é a atrofia [inferior ao normal e contagem de CD-4  e CD-4 / CD-8 proporcionais]. Agora, as pessoas que usam drogas “recreativas” por inalação por um bom tempo, produzem efeitos em todo o sistema respiratório. Em primeiro lugar adquirem inflamação geral. Isso é marcada pela hiperplasia dos gânglios linfáticos também. Então, quando eles vão em seus médicos pelos sintomas da inflamação, eles recebem adivinham o que? Corticosteróides como o tratamento padrão! Apenas o consumo de heroína e outras drogas não iria suprimir o sistema imunológico, muito pelo contrário, apenas faria com que a hiperplasia aumentasse o nível da CD-4 e CD-8. A hiperplasia no timo e linfóides órgãos dos usuários de drogas explica o resultado do estudo de Mary Jane Kreek 1989, que observaram aumentos na células T de viciados em heroína e também de CD4. Kreek relata que 11 utilizadores de heroína a longo prazo tinham uma média de 1500 CD-4 T-células / microlitro, que é uma elevação significativa AO normal (600 a 1200), e isso é o oposto do que é visto na SIDA. “A heroína é uma droga ‘blessedly  untoxic’ Kreek concluiu.

Jon Cohen MD., convencido dessas pesquisas também citou no 04 de dezembro de 1994, o resultado do estudo de Kreek. “As observações de Kreek e Duesberg estão corretos!” O verdadeiro problema é que os líderes da hipótese do HIV/SIDA não compreendem a sequência de eventos que leva à AIDS em pacientes em cada grupo de risco. Esses fatos foram ignorados, que são casos importantes relacionados a este assunto, incluindo as informações apresentadas em suas próprias publicações e que continuam cegamente atribuindo AIDS ao HIV.

E a questão da enzima ‘p24’ marcador do vírus? Seria então um indicador falso?

Dr. Ali Al-Bayati responde que: O que eles estão medindo é apenas o p24 [um das nove proteínas que supostamente compõem HIV]. Eles usam como o indicador para a infecção pelo HIV. E eles usaram a marca da linha de base, que é por 20 microlitro do p24. Assim mesmo com essa pequena concentração, aqueles indivíduos do estudo citado, 77%  foram negativos! Eles não tiveram qualquer infecção! Nos três estudos, eles basearam seu trabalho na p24 somente! Então, eles não tiveram qualquer isolamento do HIV com base nisso, naqueles indivíduos. Eles não mediram quaisquer outros anticorpos! E esse valor como uma linha de base é muito, muito baixo mesmo! Vinte microlitros de p24 é muito pequena! Sem anticorpo e sem nada! Afirma o Dr. Al-Bayati.

Como então determinaram HIV positivos sob um teste a base da p24, já que isso é falho pela quantidade da amostra?

Dr. Al-Bayati responde que; “Essa é a pergunta que eu sempre fiz! Os patrocinadores do estudo não fizeram perguntas, os cientistas não fizeram perguntas àquelas pessoas dos estudos na década de 80 sobre isso, a FDA não fez perguntas! O que ocorreu então? Essa é a pergunta que eu estou pedindo até hoje! Com base apenas nos sintomas? Revi todos esses estudos, cerca 50 ensaios clínicos, que são inclusive assuntos de outros livros. Eles realmente não olharam para os indicadores de AIDS como insuficiência adrenal, que eu listei no meu livro dentre outros aspectos já citados.

No estudo de 1987 Fischl, olharam-se apenas para a CD4. Quando começaram os estudos as pessoas tinham as contagens de CD4 entre 100-110 por microlitro. Esse foi o ponto de partida. No final do estudo eram cerca de 45 o nível CD4 já sob o  AZT, ou seja, deprimindo a contagem de CD4. Sem contar que não relataram a forma dos nódulos linfáticos, ou a insuficiência adrenal, negligênciaram – que se manifesta como o sarcoma de Kaposi, ou atrofia no sistema linfóide e todos esses outros sintomas da SIDA. Aquelas pessoas também estavam totalmente impregnadas de corticosteróides. Esse estudo que foi o primeiro em AZT, publicaram dois relatórios, um sobre o suposto benefício o uso do AZT e outro sobre a toxicidade do AZT. Toda a literatura sobre o AZT, concorda que deprime a medula óssea. Todas as pessoas neste ensaio clínico que estavam em AZT também estavam recebendo transfusões de sangue. Pelo que me lembro, cerca de 30 pessoas no grupo AZT tiveram transfusões de sangue, contra cerca 4 a partir do controle. Assim, enquanto os pesquisadores disseram que o AZT aumentava a sobrevida, o benefício de sobrevivência na verdade veio das transfusões de sangue! Quando recebe uma transfusão de sangue, melhora muito a qualidade da saúde momentaneamente da pessoa, incluindo melhorar os níveis de oxigênio e os níveis do sistema imunológico. Na verdade, o primeiro estudo foi interrompido e não durou mais que seis meses. Tanto o AZT e os inibidores de proteases causam a inflamação afirma o Dr. Ali Al-Bayati. Lista em vários casos de pacientes que estavam “HIV-negativo” e durante o uso do AZT, aumentou a curto prazo do seu CD-4. O CD-4 são uma indicação de uma inflamação, e inalando cocaína e heroína por exemplo também aumenta CD-4 e CD-8, pois causa inflamação nos gânglios linfáticos ou outros tecidos. Por que, se o HIV está a matar as células CD-4, todas essas pessoas que eu mencionei na Tabela 3 do meu livro, não poderiam ter hiperplasia (crescimento de célula!), afirma o Dr. Bayati.

Robert Gallo é um médico pesquisador dos USA, conhecido como um dos descobridores do vírus do HIV, e ele chamada a SIDA como “uma doença CD-4. Discordo completamente dele! Não é uma doença CD-4 como ele afirma! Não há nenhuma doença de linfa em toda a literatura que afeta somente CD-4 como marcador. Existem três etapas. As mudanças são sempre em todas as estruturas de nódulos linfáticos, incluindo o estroma; na fase de hiperplasia e em seguida na atrofia, todos os gânglios linfáticos encolhem e isso é característico dos esteróides. Agora, as pessoas na África, quando eles passam fome, inanição total, produzem os corticosteróides e estes corticosteróides deprime o sistema imunológico juntamente com o timo, nódulos linfáticos e todos os tecidos periféricos.
“Aprendemos sobre corticosteróides em 1947. A primeira vez que os corticosteróides foram aprovados nos Estados Unidos em 1947, nós aprendemos sobre os benefícios dos esteróides, mas com base nos esteróides que ocorrem naturalmente no corpo. Quando as pessoas morrem de fome como em muitos locais na África, eles liberam corticosteróides que são hormônios de emergência liberados quando as pessoas sob condições de estresse – infecções e outras situações. Daí liberam esse hormônio para tomar proteínas e nutrientes, enviá-los para o fígado a produzir glicose, e depois enviá-lo para o cérebro.

Se você olhar para a SIDA na África em termos de sarcoma de kaposi, linfoma e ouros, este é semelhante aos homossexuais. Muitos homossexuais têm AIDS porque eles são usuários pesados de corticosteróides; e as pessoas na África têm corticosteróides elevados porque eles são naturalmente liberados por causa da fome e desnutrição severa. O timo diminui quando uma pessoa está morrendo de fome. Diminui 90% em 9 semanas, e depois de nove semanas de alimentação normal do timo volta a tamanho de até 107% Os corticosteróides têm a capacidade não só para afetar o número de CD4 e CD8, mas também as suas funções. Estes são os biomarcadores da SIDA, que a hipótese de HIV / AIDS não explica. Todos estes podem ser explicados pelo uso de esteróides, ou a libertação de esteróides. O HIV [hipótese] não explica nada! Um estudo de 1985 de San Francisco, incubaram HIV com células-T por quatro meses, e as células passaram a reproduzir o vírus, só que não houve morte celular pelo contrário, produziu normalmente. Afirma o Dr. Ali Al- Bayati.

As pessoas saudáveis que apenas têm o anticorpo “HIV positivo” não precisa fazer nada porque o corpo vai cuidar dele em cinco semanas,  vai embora. Vai ser como nas criança de três anos de idade por exemplo, infectadas com varicela, que vai levar o anticorpo por toda a sua vida, mas depois eles param de ter a doença. Se você olhar para a história de todos os agentes infecciosos – bactérias ou vírus – se alguém é infectado e fabrica anticorpos a doença some, afirma o Dr. Ali Al-Bayati.

Este artigo tem por finalidade somente para informações.

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Referências:

1-(http://www.toxi-health.com)

2- http://www.news-gap.com

3-Book –Get All the Facts: HIV Does Not Cause AIDS

A FEBRE PODE TRATAR E CURAR O CÂNCER!

São Sebastião do Paraíso -MG – 23 de Maio de 2016 – Para receber um orientação expressa envie e-mails para – juliocaleiro@hotmail.com  – Tel consultório  35-3531 8423.

By; Edição – Júlio Caleiro  – Nutricionista   – Contribuição especial do renomado pesquisador Gustavo Molina – São Paulo.


 

Febre-o-terror-dos-pais-Convertido

 

A FEBRE PODE CURAR CÂNCERES!

A febre induzida artificialmente foi usado com sucesso para o tratamento de câncer, especialmente na Alemanha. É preciso primeiro compreender a importância da febre para a cura. Febre não é um sintoma de que devemos eliminar com medicamentos tóxicos como prescrito pela medicina tradicional. A febre é a maneira da natureza gerar cura e eliminar patógenos. O microbiologista francês Dr. Andre Lwoff demonstrou cientificamente que a febre, cura até mesmo doenças incuráveis! Liderando especialistas em câncer na Europa, o Dr. Josef Issels, escreveu sobre este assunto: ” A febre induzida artificialmente tem o maior potencial no tratamento de muitas doenças, incluindo câncer. “O professor de Oxford Dr. David Mychles e sua equipe de pesquisa confirmaram recentemente a eficácia da febre induzida para o tratamento de doenças, incluindo câncer.

Um breve relato na Itália, sobre febre e diminuição dos casos de câncer!

Um praticante líder de hipertermia para o câncer, Dr. Werner Zabel, relata um  fato interessante, para ilustrar que o câncer pode ser curado através da febre. Ele conta que num vilarejo fora de Roma, era um lugar fértil para os mosquitos da malária. O governo decidiu drenar os pântanos, e os incidentes de malária pioraram muito, mas a taxa de câncer que tinha sido significativamente abaixo do normal, de forma inédita quase que por completo desapareceu o câncer na Itália. Deduziu-se que a malária induzia febres, e tinha ajudado a prevenir e tratar o câncer na população. Países europeus e escandinavos têm historicamente utilizado de várias formas em aquecer o corpo para fins de saúde. Banhos de vapor, águas termais e saunas têm sido usados há décadas. Então, acelerando a temperatura do corpo para a saúde não é novo na Europa!

Mas indução de febres para o câncer deve ser feito por profissionais de saúde.

Hipertermia (Termoterapia) é métodos!

O método mais antigo é o banho Schlenz, era realizado na Europa há mais de um século. A hipertermia trava o câncer, e era usada para uma variedade de doenças. Para tratamento e aplicação dos métodos, entrar em contato no email acima, pois existe uma temperatura correta e outros aspectos.

Depois de meia hora a temperatura do corpo começa a coincidir com a temperatura da água. Esta técnica é monitorada para garantir que as taxas de pulso não excedam 140.

Surpreendentemente, por volta de 1976 um método único de hipertermia localizada, tumores expostos ao aquecimento com ondas ultra-sônicas, foi relatado nos EUA como uma possível abordagem para tratamentos de câncer tradicionais. É impressionante que mesmo depois de vários ensaios clínicos de MUITO sucesso desta abordagem, não houve sequer informações pela mídia ou pelas faculdades da área da saúde sobre tipo de abordagem terapêutica que pode ELIMINAR QUALQUER CÂNCER!

Mas foi na Alemanha e na China, onde essa terapia e outras aplicações de hipertermia ou termoterapia tornaram-se comuns! Infelizmente, o uso nas Américas são raros quanto a estas aplicações. Assim, embora descoberto pela primeira vez na América, Alemanha e Europa são os pontos quentes para o tratamento do câncer com hipertermia.

A melhor abordagem

A medicina integrativa utiliza a hipertermia como um complemento para tratamentos ortodoxos tóxicos em alguns locais nos EUA; porém a hipertermia deve ser usada como um complemento para outros não tóxicos, tratamentos alternativos de câncer de baixo custo o que implica uma série de estratégias nutricionais. Existem várias terapias alternativas contra o câncer que possam ser integrados com sucesso com hipertermia / termoterapia.

Por exemplo, o Centro de Budwig na Espanha dispõe de uma sauna de infravermelho como a sua forma de hipertermia, juntamente com a Dieta Budwig e outras terapias onde relatam muito sucesso entre os pacientes. Falando de dietas, uma dieta contra o câncer devem ser parte de qualquer terapia. Como as células cancerosas prosperam em fermentação de glicose, dietas anti-cancerosas evitam todas as formas de açúcar,  álcool, restrição de metionina, alimentos processados e geralmente carnes são evitadas. O foco está em vegetais orgânicos, frutas e alguns poucos grãos, de forma que não aumente a ingestão de frutose. Além disso reposição de vitamina D3, vitamina C injetável, k2-mk4 e mk7, alcalinização, dentre outras.

Enquanto um tratamento específico não estiver disponível ou algo expresso, sugiro as saunas e banhos de vapor (sem cloro) que possa ser usado por qualquer pessoa para uma melhora da saúde e prevenção de doenças.
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Referencias

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Heine, H., M.D.  1992, Lisbon, Portugal.

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Tradução da íntegra –  http://www.issels.com

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TRATE A DEPRESSÃO E ANSIEDADE DE VERDADE, SEM MEDICAMENTOS QUE CAUSAM EFEITOS COLATERAIS GRAVES!

DEPRESSÃO

São Sebastião do Paraíso -MG – Publicado em 13 de Maio de 2016.

Para receber orientação expressão envie e-mails para: juliocaleiro@hotmail.com

  Tel consultório – 35 3531 8423

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By Ed; Júlio Caleiro – Nutricionista

Por que você não deve ignorar Depressão?

Cerca da metade dos americanos diagnosticados com depressão não recebem tratamento, o uso de antidepressivos é uma abordagem equivocada e potencialmente perigosa conforme alguns pesquisadores. Se você luta com a depressão, a obtenção de ajuda incluindo sim um tratamento que pode ajudar a abordar as razões subjacentes desta condição, é essencial! Se não tratada, a depressão pode não só tirar a sua capacidade de aproveitar a vida, mas também pode levar a mudanças físicas no cérebro e ser cada vez mais intensa. Indivíduos com recorrentes episódios depressivos pode reduzir o tamanho do hipocampo – uma região do cérebro envolvida na formação de memória emocional, salientando assim a importância da intervenção precoce sob tratamento específico. Sua memória não se restringe apenas a lembrar datas e senhas; Ele também desempenha um papel importante no desenvolvimento e manutenção no seu humor. Assim, quando o hipocampo encolhe não é apenas a sua memória que é afetada, comportamentos também são alterados, e um hipocampo menor equivale a uma perda geral das funções emocionais e comportamentais.

A boa notícia é que o dano é provavelmente reversível, mas para isso você tem que realmente fazer algo sobre essa situação! A depressão não pode ser devido a um desequilíbrio em seu cérebro. Contrariamente à crença popular, a depressão não é  causada por produtos químicos do cérebro desequilibrado tais como baixos níveis de serotonina que pode ser “corrigido” com medicamentos antidepressivos, como os médicos psiquiatras enfatizam. A hipótese de baixa serotonina,  é também  conhecida a hipótese da monoaminaoxidase, tem sido postas em dúvida em vários estudos. De acordo com um comentário publicado na Nature Reviews, Neuroscience, por exemplo diz: “…evidências recente indica que o problema, é no processamento de informação dentro das redes neurais, ao invés de mudanças no equilíbrio químico no caso da depressão.”

 Um estudo publicado no New England Journal of Medicine observou : “Estudos da correlação noradrenalina e serotonina, metabolitos no plasma, urina e líquido cefalorraquidiano, bem como estudos ‘post-mortem’ dos cérebros de pacientes com depressão, os pesquisadores ainda não encontraram nenhuma evidência para apoiar a correlação do “desiquilíbrio químico”. Não existe um único mecanismo responsável por todas as variações clínicos nesta condição. A teoria da monoamina oxidase pode explicar muitas das ações para aplicação dos antidepressivos, mas fatores genéticos, estresse e fatores psicossociais também desempenham um papel na depressão, assim como várias outras causas. “

Se baixos níveis de serotonina não é o problema, o que seria então?

As questões em torno da hipótese de baixa serotonina destaca um dos problemas com o tratamento da depressão usando drogas antidepressivas. Os medicamentes ISRS (inibidores seletivos de recaptação de serotonina) evita a recaptação (movimento de volta para as terminações nervosas) do neurotransmissor serotonina. Isso faz com que mais serotonina disponível para uso em seu cérebro, e os médicos dizem que isso pode melhorar o seu humor e tratar ou curar a depressão. Mas, como explicado por uma matéria investigativa do jornalista de saúde Robert Whitaker, em 1983, os Institutos Nacionais de Saúde Mental (NIMH) já mostravam sob investigações se os indivíduos deprimidos tinham realmente baixos níveis de serotonina ou não! Naquela época, eles concluíram que não havia evidência de que há algo de errado no sistema serotonérgico de pacientes deprimidos. Pesquisa publicada já em 2009 adicionou mais uma prova que tudo indicava a ideia de ‘baixa serotonina’ estava errada, pois encontraram fortes indícios de que a depressão começa realmente mais acima na cadeia de eventos do cérebro e não nos neurotransmissores. Essencialmente, os medicamentos têm se concentrado sobre o efeito, e não a causa. As empresas farmacêuticas continuam afirmando que a teoria de baixa serotonina, embora isso somente, já justifica o uso agressivo de antidepressivos para corrigir esse suposto “desequilíbrio”.

Muitos supõem que essas pílulas são o melhor tratamento disponível para os sintomas da depressão, mas na verdade a diferença entre antidepressivos e pílulas de placebo é muito pequena – e ambos são ineficazes para pacientes sob depressão mais severa inclusive. Se você ou seu filho é diagnosticado com depressão, fique ciente de que existem muitas opções de tratamento disponíveis, incluindo a terapia cognitivo-comportamental (TCC). Em uma revisão sistemática de 11 estudos, não houve diferença estatisticamente significativa na eficácia entre os antidepressivos e outras abordagens terapêuticas. Além disso, em uma meta-análise publicada na PLoS Medicine, pessoas severamente deprimidos não mostraram qualquer resposta aos antidepressivos. Esta falta de eficácia deve ser levado em consideração juntamente com os efeitos colaterais das drogas – e são muitos!

Efeitos deletérios e graves dos Antidepressivos!

As investigações sobre os antidepressivos sugere por exemplo que,  tendo um SSRI pode duplicar o risco de fratura óssea. Isto porque a serotonina também está envolvida na fisiologia do osso. Se alterar os níveis de serotonina com uma droga, pode resultar em baixa densidade óssea aumentando o risco de fraturas, principalmente em idosos. Um grande estudo nas mulheres pós-menopausa também descobriu que aqueles que tomam antidepressivos tricíclicos ou ISRS foram 45% propensos a sofrer um infarto fulminante! Enquanto isso, as taxas globais de mortalidade foram 32% mais elevadas em mulheres com uso dessas drogas, e outros estudos mostraram efeitos ligados ao uso de antidepressivos em artérias mais espessas, o que poderia contribuir para o risco de doença cardíaca crônica grave. Entre os efeitos colaterais mais preocupantes, são os pensamentos suicidas e comportamento violento, que são efeitos secundários conhecidos especialmente na juventude. Também está envolvido com desequilíbrio hepática e pancreático.

Vale lembrar que a Dra. Helen Mayberg, professora de psiquiatria da Universidade de Emory, abre um caminho em direção a um plano de tratamento mais refinado e personalizado. Em suas pesquisas a Mayberg identificou um biomarcador no cérebro que pode ser usado para prever se um paciente deprimido é um bom candidato para a medicação, ou psicoterapia.

Quais opções naturais no tratamento da depressão?

Se você está sofrendo de depressão grave por favor procure ajuda de um profissional. Se você está tomando atualmente antidepressivos e quer parar, você deve retirar gradualmente sob os cuidados de um profissional de saúde experiente. A retirada abrupta a partir dessas drogas pode levar a problemas psiquiátricos ou físicos graves! Você não tem nada a perder somente a ganhar, você deve aplicar modificações de estilo de vida antes de tentar retirar a medicação, especialmente em crianças. Você pode se surpreender com o quanto essas mudanças diminuem os sintomas naturalmente.

Exercícios

Além de criar novos neurônios, incluindo aqueles que liberam o neurotransmissor calmante GABA, o exercício aumenta os níveis químicos cerebrais naturalmente sem afetar o receptor como os remédios, e também  aumenta assim a serotonina naturalmente, dopamina e norepinefrina, os quais podem ajudar a amortecer alguns dos efeitos do stress e depressão. Muitos praticantes ávidos também tem uma sensação de euforia e bem estar emocional depois de um treino e pode ser bastante “viciante”.

As técnicas de liberdade emocional (EFT), otimizar a microbiota intestinal, otimizar os níveis de OMEGA3, VITAMINA D, ÓLEO DE KRILL DIARIAMENTE, SAME, HIPERICUM dose alta, GABA sublingual, retirada do glutamato monossódico da alimentação, tomar sol, andar descalço na grama, retirar todos os produtos processados, grãos, melhorar a qualidade de sono e dormir antes das 22h, realizar alimentação rica em nutrientes diversificando semanalmente, tratar as adrenais e otimizar o sistema endócrino, manter os níveis de insulina e leptina e glicose corretos, equilibrar os hormônios, realizar uma boa hidratação, reequilibrar os minerais no organismo dentre outras técnicas nutricionais de grande relevância, onde estudos clínicos tem mostrado efeitos potentes e reverter completamente a depressão e ansiedade generalizada.

Uma pesquisa prévia demonstrou que a Lactobacillus rhamnosus, teve um efeito potente sobre níveis de GABA em certas regiões do cérebro, e reduzido a corticosterona hormonal induzido pelo stress, que resulta assim em ansiedade e depressão reduzida. O probiótico conhecido como Bifidobacterium longum NCC3001 tem igualmente o mesmo efeito e foi demostrado normalizar comportamentos de ansiedade semelhantes inclusive em ratinhos.

Então, otimizando sua flora intestinal com bactérias benéficas é uma estratégia muito útil. Isto é feito através da eliminação de açúcares e alimentos processados, e comer em abundância vegetais sem amido, evitando óleos vegetais processados, e usar gorduras saudáveis. Além disso, comer muitos vegetais fermentados ou tomar um probiótico de alta potência seria útil para restabelecer uma saudável flora intestinal e eliminar sintomas psíquicos.

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Referências:

Greatist April 20, 2016

 National Institute of Mental Health, Major Depression Among Adults

GcMAF: a proteína que combate o câncer e inúmeras doenças.

gcmaf-cycle

Em 08 de abril de 2016. Por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista e Luciano Pimenta. 

GCMAF é uma proteína natural e essencial presente em nosso organismo, e que remove um numero grande de doenças, incluindo o câncer. Todos os humanos saudáveis produzem GcMAF. O GcMAF habilita o próprio corpo a se curar. GcMAF age como um diretor do sistema imunológico, porém, os vírus e as células malignas como o câncer envia uma enzima chamada Nagalase, que impede a produção natural de GcMAF, e com isso, os efeitos benéficos no sistema imunológico são neutralizados. Assim, com a enzima Nagalase bloqueando a produção de GcMAF, as doenças passam a se tornar crônicas e as células cancerosas crescem sem controle. Sem GcMAF o sistema imunológico entra em colapso, e deixa de funcionar corretamente.

É interessante saber que a vitamina D tem um efeito anti-tumoral potente, mas as células cancerosas ao produzirem a enzima Nagalase, passa a impedir que a vitamina D se ligue à células cancerosas e faça o seu trabalho. (http://www.lifeextension.com/Featured-Articles/Special/track/Page-01)

O Dr. Marco Ruggiero, médico-PhD, professor e biólogo molecular, afirmou que:

GcMAF modifica a expressão de vários genes em células que expressam o receptor da vitamina D, o que explica que pode ser eficaz numa ampla variedade de condições que vão desde o câncer, autismo, esclerose múltipla, sindrome da fadiga crônica, doença renal crónica, doenças neurológicas, tais como Parkinson e Alzheimer e condições associadas com poluições ambientais.”

Ao se administrar GcMAF, o ataque a doença começa em alguns minutos e em algumas semanas o sistema imunitário é reconstruído, e sem efeitos colaterais. Segundo os pesquisadores, aplicando os protocolos corretos de tratamento, que inclui o uso de alta dose de vitamina D3 e uma dieta específica, os pacientes com câncer iniciam a melhoria já na primeira semana, muitas vezes experimentando uma redução do tumor em 25%! Alguns pacientes em 6 meses ficam livres do câncer. – (https://immunocentre.eu/what-is-gcmaf/)

Como GcMAF atua no câncer?

1. GcMAF estimula as células brancas do sangue (macrófagos) a atacar e eliminar as células cancerosas;

2. GcMAF inibe a proliferação de células de câncer e o potencial metastático;

3. GcMAF reverte diretamente as células cancerosas para células saudáveis

4. GcMAF inibe diretamente a angiogênese induzida por células de câncer (para o crescimento de novos vasos sanguíneos que nutrem os tumores). – https://gcmaf.se/gcmaf-science/how-gcmaf-works/

GcMAF pode erradicar a inflamação crônica e infecções virais. É melhor que muitos antibiótiocs em muitas áreas. GcMAF pode ser incluído no tratamento de todos os tipos de câncer, acne crônica, autismo, cirrose crônica do fígado, doença renal crônica, depressão crônica, doença de Crohn, fibromialgia, hepatite, herpes, osteoporose, doença periodontal, psoríase, e vários tipos de disfunção do sistema imune, incluindo alergias. A pesquisa mostra que GcMAF pode parar a deterioração no Parkinson, Esclerose Múltipla, demência, Esclerose Lateral Amiotrófica, e seu papel regulador do sistema imunológico, pode reverter doenças como lupus e artrite.

Abaixo segue um video mostrando macrófagos ativados pelo GcMAF devoram vorazmente células cancerosas que antes eles não atacavam:

https://www.youtube.com/watch?v=D1WZrnCcH24

Esta é mais uma alternativa na luta de inúmeras doenças, inclusive, câncer. Converse com o médico ou nutricionista de sua confiança e apresente esta nova terapia. Todavia, esse nutriente não é vendido no Brasil. Está a venda apenas em alguns países europeus, veja: https://gcmaf.se/

É evidente que todo e qualquer tratamento de câncer deve ser feito sob acompanhamento médico!

Quanto à pesquisas científicas, isso é o que não falta. Basta estudar, e abaixo cito alguns estudos científicos, mas já há muito mais. Logo, o profissional de saúde que disser que não há estudo científico sobre a ação benéfica do GcMAF no câncer e em várias outras patologias só posso concluir que é por simples falta de estudo e ignorância. E o remédio para a ignorância é um só: informação.

Referências científicas:

1: Toyohara Y, Hashitani S, Kishimoto H, Noguchi K, Yamamoto N, Urade M. Inhibitory effect of vitamin D-binding protein-derived macrophage activating factor on DMBA-induced hamster cheek pouch carcinogenesis and its derived carcinoma cell line. Oncol Lett. 2011 Jul;2(4):685-691. Epub 2011 May 13. PubMed PMID: 22848250; PubMed Central PMCID: PMC3406437.

2: Bellone M, Rigamonti N. Vitamin D-binding protein-derived macrophage-activating factor, GcMAF, and prostate cancer. Cancer Immunol Immunother. 2012 Dec;61(12):2377-8. doi: 10.1007/s00262-012-1310-9. Epub 2012 Jun 28. PubMed PMID: 22740161.

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6: Uto Y, Yamamoto S, Takeuchi R, Nakagawa Y, Hirota K, Terada H, Onizuka S, Nakata E, Hori H. Effect of the Gc-derived macrophage-activating factor precursor (preGcMAF) on phagocytic activation of mouse peritoneal macrophages. Anticancer
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41: Korbelik M, Naraparaju VR, Yamamoto N. Macrophage-directed immunotherapy as adjuvant to photodynamic therapy of cancer. Br J Cancer. 1997;75(2):202-7. PubMed PMID: 9010027; PubMed Central PMCID: PMC2063270.

42: Benis KA, Schneider GB. The effects of vitamin D binding protein-macrophage activating factor and colony-stimulating factor-1 on hematopoietic cells in normal and osteopetrotic rats. Blood. 1996 Oct 15;88(8):2898-905. PubMed PMID:
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45: Yamamoto N, Naraparaju VR, Orchard PJ. Defective lymphocyte glycosidases in the macrophage activation cascade of juvenile osteopetrosis. Blood. 1996 Aug 15;88(4):1473-8. PubMed PMID: 8695868.

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50: Yamamoto N, Naraparaju VR, Srinivasula SM. Structural modification of serum vitamin D3-binding protein and immunosuppression in AIDS patients. AIDS Res Hum Retroviruses. 1995 Nov;11(11):1373-8. PubMed PMID: 8573395.

51: Schneider GB, Benis KA, Flay NW, Ireland RA, Popoff SN. Effects of vitamin D binding protein-macrophage activating factor (DBP-MAF) infusion on bone resorption in two osteopetrotic mutations. Bone. 1995 Jun;16(6):657-62. PubMed
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52: Naraparaju VR, Yamamoto N. Roles of beta-galactosidase of B lymphocytes and sialidase of T lymphocytes in inflammation-primed activation of macrophages. Immunol Lett. 1994 Dec;43(3):143-8. PubMed PMID: 7721326.

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55: Yamamoto N, Kumashiro R. Conversion of vitamin D3 binding protein (group-specific component) to a macrophage activating factor by the stepwise action of beta-galactosidase of B cells and sialidase of T cells. J Immunol. 1993 Sep 1;151(5):2794-802. PubMed PMID: 8360493.

56: Homma S, Yamamoto M, Yamamoto N. Vitamin D-binding protein (group-specific component) is the sole serum protein required for macrophage activation after treatment of peritoneal cells with lysophosphatidylcholine. Immunol Cell Biol. 1993 Aug;71 ( Pt 4):249-57. PubMed PMID: 8225394.

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58: Yamamoto N, Homma S. Vitamin D3 binding protein (group-specific component) is a precursor for the macrophage-activating signal factor from lysophosphatidylcholine-treated lymphocytes. Proc Natl Acad Sci U S A. 1991 Oct 1;88(19):8539-43. PubMed PMID: 1924312; PubMed Central PMCID: PMC52544.

59: Yamamoto N, Homma S, Millman I. Identification of the serum factor required for in vitro activation of macrophages. Role of vitamin D3-binding protein (group specific component, Gc) in lysophospholipid activation of mouse peritoneal
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60. http://www.saisei-mirai.or.jp/gan/pdf/20140629-indications-gcmaf-immunotherapy-cancers-chronic-viral-bacterial-infections-toshio-inui.pdf

61. http://www.saisei-mirai.or.jp/gan/macrophage_eng.html

62. https://immunocentre.eu/research-papers/

63. http://efranat.com/

64. http://www.lifeextension.com/About/Lef-Funding-Scientific-Research

65. http://claumarcelino.blogspot.com.br/2012/02/vit-d-e-autismo-gcmaf-e-nagalase.html

O ABACATE PODE EXTERMINAR A LEUCEMIA!

abacate

Para receber uma orientação expressa ou atendimento enviar e-mails para – juliocaleiro@Hotmail.com

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By; Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 05 de Abril de 2016 – São Sebastião do Paraíso – MG – Tel consultório – 35 3531 8423

O abacate pode acabar com a Leucemia!

O abacate pode exterminar a Leucemia, pois a gordura do abacate foi capaz de acabar com as células-tronco da leucemia, deixando ainda as demais células saudáveis e ilesas! Os pesquisadores estão trabalhando no desenvolvimento agora de um medicamento para leucemia derivada de avocatin B ( princípio ativo), no entanto podemos também obter combater o câncer apenas comendo abacates . Os abacates são ricos em carotenoides que combatem o câncer, que são mais abundantes na parte verde-escuro que está mais próximo à casca.

Os abacates fornecem cerca de 20 nutrientes essenciais que melhora a  nossa saúde, incluindo potássio, vitamina E, vitaminas do complexo B e ácido fólico. Apesar do fato de que o potássio esteja disponível em muitos alimentos, especialmente frutas e verduras, apenas 2% dos adultos estão com níveis bons deste mineral no organismo. Ela desempenha um papel importante na função cardíaca, a saúde do esqueleto,  digestão, e a função muscular, e é essencial para o funcionamento adequado de todas as células, tecidos, órgãos e principalmente na atividade física. Além disso, o consumo de alimentos ricos em potássio suficiente é importante porque este nutriente ajuda a compensar os efeitos hipertensos do sódio, ainda que este não seja o principal causador da hipertensão. Mas o desequilíbrio na relação sódio-potássio não só pode levar a hipertensão (pressão arterial alta), mas também pode contribuir para uma série de outras doenças, incluindo doenças cardíacas e acidente vascular cerebral.

Cerca de 2,5 abacates, fornecem a quantidade diária recomendada de cerca de 4700 miligramas (mg) de potássio por dia. Para não mencionar, um abacate médio contém cerca de 40 mg de magnésio, que é cerca de 10 por cento do valor diário recomendado.

O magnésio é um mineral utilizado por todos os órgãos em nosso corpo, especialmente o coração, músculos e rins! Por algumas estimativas, até 80% da população não estão recebendo magnésio suficiente e estão em deficiência. Se você sofre de fadiga inexplicável ou fraqueza, batimentos cardíacos anormais, ou mesmo espasmos musculares e contrações oculares, baixos níveis de magnésio poderia ser o culpado. Melhor ainda, abacates são um dos poucos alimentos que contêm níveis significativos de ambas as vitaminas C e E. Um estudo também descobriu que a combinação de vitamina C e E ajudou a diminuir o acúmulo de placas ateromatosas, o que poderia ajudar a prevenir um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.

Abacates são ainda ricos em fibras, com cerca de 4,6 gramas em metade de um abacate. A fibra desempenha um papel essencial na sua digestivo, coração e saúde da pele, e pode melhorar o controle de açúcar no sangue, controle de peso, e mais, de modo que quando você come abacate você realmente está fornecendo o seu corpo com um pacote abrangente de nutrição.

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Referências:

J.MERCOLA – Journal of Nutrition March 1, 2005: 135(3); 431-436
Medicine Net September 4, 2014
Cancer Research June 15, 2015
Arch. med. Res. 1996:27(4);519-523
Food and Function November 29, 2012 [Epub ahead of print]
Nutrition Journal November 27, 2013, 12:155
J Nutr June 2014
University of Maryland Medical Center, Potassium
Crit Rev Food Sci Nutr. 2013 May; 53(7): 738–750.
Hass Avocado Board Tracking Study 2014
Washington Post June 18, 2015
California Avocado Commission Press release August 11, 2010
J Am Heart Assoc. 2015 Jan 7;4(1):e001355.

https://www.washingtonpost.com/news/to-your-health/wp/2015/06/18/newest-miracle-food-is-avocado-which-has-potential-cancer-busting-properties/

O ALCAÇUZ PODE TE CURAR!

pau-de-alcaçuz

 

Publicado em 22 de Março de 2016 – São Sebastião do Paraíso – MG

Para receber uma orientação expressa envie e-mails para – juliocaleiro@hotmail.com – Consultório – 35 3531 8423

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By; Ed. Júlio Caleiro – Nutricionista

O nome científico para a raiz de alcaçuz, Glycyrrhiza, vem do grego “glukos” (doce) e “riza” (raiz). Esta “doce raiz” contém glicirrizina, um composto que pode ser até 50 vezes mais doce do que o açúcar. Não é surpreendente que quando muitas pessoas pensam no alcaçuz, lembram de ‘confeitaria’ pelo nome.

No entanto, a alcaçuz é uma erva nativa perene no Mediterrâneo que tem sido apreciada pelas suas propriedades medicinais durante séculos. Na verdade, o seu uso está documentado em tabuletas de argila assírios e papiros egípcios. Foi apreciada na antiga Arábia Saudita para tratamento de tosse, enquanto que na Grécia antiga também foi usado para a tosse e asma. A erva tem também uma história de utilização na China, onde foi usada para aliviar a irritação das mucosas e espasmos no trato gastrointestinal. Praticamente todas as fórmulas de ervas chinesas contém alcaçuz, pois auxilia na absorção gastrointestinal e “harmoniza” qualquer fórmula herbal em melhorar seus efeitos. Na Índia, a medicina tradicional ayurvédica recomenda raiz de alcaçuz como expectorante, alívio dos espasmos, anti-inflamatório, agente demulcente (alivia a irritação das mucosas) e atua nas glândulas adreanais.

O Versátil uso da Raiz de alcaçuz

Alcaçuz é uma das plantas medicinais mais extensivamente estudadas, e que tem uma longa lista de utilizações versáteis para corresponder. Aqui estão algumas de suas reivindicações à tal fama:

1. Aliviar Úlceras do duodeno

Alcaçuz tem propriedades antibacterianas e foi encontrado para ajudar a aliviar as úlceras do estômago (muitos dos quais são causadas por Helicobacter pylori (H. pylori). Na Alemanha a Comissão Européia aprovou o uso de raiz de alcaçuz para tratar úlceras.

2. Garganta e tosse

Um dos usos mais conhecidos da raiz de alcaçuz é para aliviar o congestionamento, tosses e resfriados. Ela atua como um expectorante, ajudando a soltar e expelir catarro, e também tem um efeito calmante sobre as mucosas irritadas. Na Alemanha é aprovada para uso de infusões de raiz de alcaçuz,  para soltar o muco e aliviar a bronquite, enquanto o Compêndio Herbal britânico indica o uso da raiz de alcaçuz para Bronquite.

3. Refluxo Gastroesofágico e digestão

A raiz de alcaçuz é benéfica para a digestão e ajuda a acalmar a irritação e inflamação do trato digestivo. É aprovada para o tratamento de espasmos dolorosos associados com gastrite crônica na Alemanha, e na França a raiz de alcaçuz pode ser utilizado para tratar inchaço, digestão prejudicada e flatulência – Gases.

Um extrato de alcaçuz tem demonstrado em aliviar os sintomas da dispepsia funcional (dor de estômago), e uma combinação de extratos de alcaçuz, camomila, Silverweed, angélica, cardo mariano e absinto tornam-se mais eficazes no alívio da indigestão e queixas gastrointestinais leves, incluindo vómitos.

4. Anti-inflamatório e Suporte do Sistema Imunológico

Mais de 400 compostos foram isolados a partir de alcaçuz, incluindo isoliquiritigenina e naringenina. Estes componentes promovem a indução de células T reguladoras, que desempenha um papel crítico no controle e prevenção de respostas imunes. De acordo com pesquisas publicadas em relatórios científicos, a alcaçuz apresenta uma série de propriedades benéficas para suporte ao sistema imunológico, exemplo;

“[alcaçuz] é conhecida como um medicamento reconhecido contra a doença de úlcera péptica, constipação, tosse e infecção viral, através dos seguintes compostos ativos Glycyrrhizin e flavonóides como liquiritin, isoliquiritin, e suas agliconas têm sido relatadas como os principais constituintes de alcaçuz.

“Glicirrizina inibe a inflamação do tecido, reduzindo espécies reactivas de oxigénio (EROS). A alcaçuz tem propriedades anti-inflamatórias provadas in vitro e in vivo através de vários mecanismos. … Nos últimos anos, o flavonóide de alcaçuz são cada vez mais populares devido à sua bio-atividade antimicrobiana, anti-oxidante, e a função anti-inflamatória”.

5. aliviar constipação

Alcaçuz tem um efeito laxante natural que promove o peristaltismo INTESTINAL. Em um estudo, sob preparação de ervas tradicional contendo alcaçuz e outras ervas em melhorarar significativamente a constipação crônica em comparação com um placebo.

6.  Infecções virais

Alcaçuz tem atividade anti-viral de largo espectro e pode ser eficaz contra o herpes, HIV, hepatite, gripe e SARS. De acordo com um estudo publicado no Journal of Virology chinês, “Os triterpenóides de alcaçuz tem o potencial de se tornar um medicamento antiviral de largo espectro e será largamente utilizado no tratamento clínico.

7. Apoio Adrenal

Alcaçuz é uma erva adaptogênica, e significa que ajuda seu corpo a lidar com o estresse. Acontece que o alcaçuz ajuda o corpo a regular o hormônio do estresse cortisol.

8.  TMP – Suporte na menopausa

Alcaçuz tem efeitos similares ao estrogênio e atua diretamente na menopausa diminuindo assim as “ondas de calor”, bem como a terapia hormonal pós-menopausa em mulheres. Também podem ser útil no alívio dos sintomas de síndroma pré-menstrual (TPM).

Alguns efeitos colaterais

Enquanto a raiz de alcaçuz tem muitas propriedades benéficas, tenha cuidado para não exagerar. O ingrediente ativo, glycyrrhiza tomado em excesso, pode levar a pseudo-aldosteronismo, o que faz você excessivamente sensível ao cortisol. Este, por sua vez pode causar dores de cabeça, fadiga, pressão arterial elevada.

O Centro Médico da Universidade de Maryland recomenda o uso de alcaçuz não por não mais do que uma semana, antes de procurar o aconselhamento de um profissional de saúde, e sair usando qualquer preparação de alcaçuz por mais de quatro a seis semanas. Esta erva não deve ser tomada por mulheres que estão grávidas ou amamentando. Se você quiser os benefícios de alcaçuz sem os riscos de overdose da glycyrrhiza, já existe no mercado algumas preparações sem este ingrediente.

No entanto, você também pode mastigar um pedaço de raiz de alcaçuz ou chá de raiz de alcaçuz. A Universidade de Maryland Medical Center recomenda as seguintes formas e dosagens

Para receber dosagens corretas para seu caso, entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro, através do email ou telefone acima.
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Referências:

Dr. JMercola.

Epoch Times March 8, 2016

Herb Wisdom, Licorice

RootDrAxe.com Licorice Root

Natural Alternative Remedy

Phytother Res. 2016 Jan;30(1):72-7.

Sci Rep. 2015; 5: 14046.

J Tradit Complement Med. 2015 Feb 21;5(3):153-6

 Bing Du Xue Bao. 2013 Nov;29(6):673-9.

Mol Cell Endocrinol. 2011 Apr 10;336(1-2):102-9.

Health Care Women Int. 2014 Jan;35(1):87-99.

University of Maryland Medical Center, Licorice

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