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ATAQUE CARDÍACO E OUTRAS DOENÇAS E A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D3!

Publicado em 17 de Fevereiro de 2018 – São Sebastião do Paraíso -MG

Para receber atendimento envie emails para  – juliocaleiro@hotmail.com

Tel consultório – 35 3531 8423

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ATAQUE CARDÍACO E OUTRAS, E A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D3!

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By; Júlio Caleiro – Nutricionista

Não é nenhuma surpresa ver a vitamina D fazer manchetes novamente, desta vez relacionada à pesquisa sugerindo que é uma força motriz para prevenir e restaurar os danos causados ​​ao coração. Anteriormente, os cientistas ligaram mudanças ao seu endotélio – um sistema de órgão exclusivo que alinha todo o sistema circulatório – com graves condições de saúde, como aterosclerose, diabetes, pressão alta, resistência à insulina e crescimento tumoral. Agora, um novo estudo sugere que a vitamina D3 desempenha um papel vital na proteção e restauração do dano que essas doenças fazem ao seu endotélio. Além disso, os achados sugerem que a presença de vitamina D3 também desencadeia o óxido nítrico, uma molécula conhecida por desempenhar um importante papel de sinalização no controle do fluxo sanguíneo e na prevenção da formação de coágulos sanguíneos em seus vasos sanguíneos.

Além disso, a vitamina D3 mostrou reduzir significativamente o estresse oxidativo no sistema vascular, o que é importante para ajudar a prevenir o desenvolvimento e / ou progressão da doença cardiovascular. Se você não verificou seu nível no sangue de vitamina D nos últimos seis meses, agora você tem outro motivo para fazê-lo, para proteger seu coração e diminuir o risco de doença cardíaca. Para uma saúde ideal, você deve ter um nível na faixa de 60 a 80 nanogramas por mililitro (ng / ml).

Recomendo que tomem um suplemento via oral de vitamina D, bem como vitamina K2 e magnésio. Porque eles trabalham de forma sinérgica, você precisa de todos os três para garantir o equilíbrio adequado e a máxima eficácia.

As pesquisas sugerem que a vitamina D3 protege seu coração!

As pesquisas realizadas na Universidade de Ohio sugere que a vitamina D3 tem efeitos positivos em seu endotélio, a fina camada de tecido que alinha os vasos sanguíneos no seu sistema vascular. Publicado no International Journal of Nanomedicine, o estudo descreve como os cientistas usaram nanosensores e um modelo celular para identificar os mecanismos moleculares que a vitamina D3 desencadeia no seu endotélio. Vários estudos anteriores também destacaram o efeito positivo da vitamina D3 sobre o endotélio, incluindo efeitos sobre pacientes que sofrem de doença renal crônica (DRC) e lúpus eritematoso sistêmico (LES). Os indivíduos que sofrem de DRC e LES possuem uma disfunção endotelial visível e um risco aumentado de doença cardiovascular.

Antes desses e de outros estudos, pensou-se que o endotélio servia muito pouco além de facilitar a passagem de eletrólitos e água dentro e fora da corrente sanguínea. Dito isto, como mencionado, as mudanças no endotélio foram associadas a doenças graves. Na pesquisa atual, a presença de vitamina D3 pode realizar vários efeitos positivos tais como:

  • Preserva seu endotélio
  • Restaura seu endotélio para a saúde nos casos em que sofreu danos devido a uma das doenças acima mencionadas
  • Atua como um poderoso gatilho de óxido nítrico, uma molécula conhecida por desempenhar um importante papel de sinalização no controle do fluxo sangüíneo e na prevenção da formação de coágulos sanguíneos nos vasos sanguíneos
  • Reduzir o estresse oxidativo no sistema vascular, o que evita o desenvolvimento e / ou progressão de doenças cardiovasculares como aterosclerose, cardiomiopatia e insuficiência cardíaca congestiva, entre outros.

Segundo os pesquisadores, liderados pelo professor Tadeusz Malinski, Ph.D., presidente do departamento de Química e Bioquímica da Universidade de Ohio, os resultados do estudo sugerem:

“O tratamento com vitamina D3 pode restaurar significativamente o dano ao sistema cardiovascular causado por várias doenças, incluindo hipertensão, aterosclerose e diabetes, além de reduzir o risco de ataque cardíaco. Esses estudos, realizados em células de americanos caucasianos e afro-americanos, renderam resultados semelhantes para ambos os grupos étnicos “.

Enquanto Malinski afirma que muitos dos que sofrem um ataque cardíaco apresentam deficiência de vitamina D, isso não significa que a deficiência causou o ataque cardíaco. É mais provável, diz ele, que ser deficiente em vitamina D aumenta o risco da pessoa ter um ataque cardíaco. Como tal, otimizar seu nível de vitamina D3 é uma consideração importante para reduzir o risco de doença cardíaca. “Não há muitos e se houver, sistemas conhecidos que podem ser usados ​​para restaurar células endoteliais cardiovasculares que já estão danificadas, porém a vitamina D3 pode fazê-lo”, afirmou Malinski. “Esta é uma solução muito barata para reparar o sistema cardiovascular. Não precisamos desenvolver uma nova droga. Nós já o temos! Natural!”

Mais formas de vitamina D melhora sua saúde e bem-estar geral!

Apesar do seu nome, a vitamina D não é uma vitamina normal. Na verdade, é um hormônio esteróide obtido principalmente pela exposição ao sol, e sua capacidade de influenciar a expressão genética produz muitos dos seus benefícios de saúde abrangentes. Um crescente número de evidências mostra que a vitamina D desempenha um papel crucial na prevenção de doenças e na manutenção de uma saúde ótima. Dos quase 30.000 genes do corpo, a vitamina D afeta quase 3.000 deles, enquanto também afeta os receptores de vitamina D localizados em todo o corpo.

A vitamina D é tão importante, que as  pesquisas sugerem que simplesmente aumentar os níveis de vitamina D3 na população geral pode diminuir as taxas de doenças crônicas, como depressão , diabetes, doenças cardíacas , hipertensão e obesidade , dentre outras. Além de contribuir para ossos fortes, quantidades suficientes de vitamina D podem ajudar a reduzir o risco de vários tipos de câncer. Além disso, a vitamina D fortalece seu sistema imunológico, o que o protege de resfriados e gripe ajudando seu corpo a atacar e destruir bactérias e vírus.

Finalmente, há algumas evidências para sugerir que as deficiências de vitamina D estão ligadas à depressão (particularmente a depressão sazonal), especialmente entre adultos mais velhos. Pesquisadores que examinaram os efeitos da vitamina D nos estados de ânimo de 80 pacientes idosos descobriram que os que apresentavam níveis mais baixos de vitamina D eram 11 vezes mais propensos a sofrer de depressão.

Proteja seu coração, otimize seus níveis de vitamina D!

Independentemente de você já teve problemas cardíacos, seu corpo precisa de uma certa quantidade de vitamina D para uma saúde ideal, e há uma boa chance de você ser deficiente. Embora o nível recomendado de vitamina D para a saúde geral tenha sido previamente notado como faixa de 40 a 60 ng / ml,  o nível  de 60 a 80 ng / ml é o intervalo recomendado atualmente para uma ótima saúde e prevenção de doenças. A melhor maneira de aumentar a sua vitamina D é expor regularmente e sensivelmente grandes quantidades de sua pele ao sol ou tomar suplementos em doses adequadas. Porém muitas vezes os conselhos profissionais de saúde são contra! A pouco tempo o CRN9-MG ( CONSELHO REGIONAL DE NUTRIÇÃO DE MINAS GERAIS) esteve numa audiência comigo por chat video conferência, e sob questionamentos colocaram em pauta e se posicionaram contra as doses reais, que variam entre 10.000 a 20.000ui diários, para que os níveis possam chegar aos 60 a 80 ng/ml recomendado nos estudos atualizados, contrariando assim vários estudos sérios que suportam essa prescrição e não foram contra somente as doses da vitamina D3 citada acima,  mas de outras vitaminas como vitamina C, sob prescrição alguns conselhos desatualizados abrangem doses que não serve para uma formiga! Essas instituições seguem parâmetros RDA, DRI e outros que em muitos casos a dose não são serve de adequação para os indivíduos. Bom, deixo aqui minha informação em que, os Conselho de Nutrição CRN9MG e contra essas dosagens, pois abrangem doses por volta de 400ui a 2.000ui NO MÁXIMO, fazendo os níveis no sangue ficaram entre 20 a 25ng/ml no máximo, colocando os indivíduos a exposição a infecções oportunistas e outras doenças como foram citadas, e que estudos sérios atualizados demonstraram com dados randomizados e duplo-triplo cego! (metodologias de pesquisas científicas – padrão ouro). Não tome suplementos por conta, procure um profissional atualizado para uma prescrição correta, MÉDICO ou NUTRICIONISTA.

Você está com deficiência de vitamina D?

A Harvard School of Public Health sugere cerca de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo têm baixos níveis de vitamina D, com deficiências observadas em todas as idades e grupos étnicos. Os dados do National Health and Nutrition Examination Survey indicam cerca de 90 por cento dos americanos com pigmentos de pele escura e 75 por cento dos caucasianos são deficientes em vitamina D.


 

Referências:

J.MERCOLA

Medical News Today February 1, 2018
International Journal of Nanomedicine January 19. 2018;
Archives of Medical Science February 29, 2012
Wellness Resources October 9, 2017
Archives of Internal Medicine March 23,
Cleveland Clinic October 21, 2015
American Journal of Clinical Nutrition 2010 May
Mayo Clinic Proceedings July 2013
Scientific Reports March 1, 2016
IJC Metabolic & Endocrine September 2014;
Vitamin D in Chronic Kidney Disease September 22, 2016
Ohio University January 20, 2018
Forbes January 31, 2018
American Journal of Geriatric Psychiatry December 2006
Harvard School of Public Health, Vitamin D and Health

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(Informativo) – NEUROFIBROMATOSE 1 e 2 PODEM E DEVEM SER TRATADAS COM VITAMINA D3!

Publicado em 24 de Janeiro de 2018 – São Sebastião do Paraíso -MG –

Tel consultório – 35 3531 8423.

Para receber um tratamento ou atendimento entre em contato no telefone acima ou no email – juliocaleiro@hotmail.com


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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

 

A neurofibromatose, também conhecida como Doença de Von Recklinghausen, é uma doença hereditária que se manifesta por volta dos 15 anos e que provoca o crescimento anormal de tecido nervoso pelo corpo, formando pequenos tumores externos, chamados de neurofibromas.

Geralmente a neurofibromatose é benigna e pode ser dividida em dois grupos:

  • Neurofibromatose tipo 1: causada por mutações no cromossomo 17 que reduzem a produção de neurofibromina, uma proteína utilizada pelo organismo para evitar o surgimento de tumores. Este tipo de neurofibromatose também pode provocar perda de visão e impotência;
  • Neurofibromatose tipo 2: provocada por mutações no cromossomo 22, diminuindo a produção de merlina, outra proteína que suprime o crescimento de tumores em indivíduos saudáveis. Este tipo de neurofibromatose pode causar perda de audição.

A neurofibromatose não tem cura, mas pode ser tratada com cirurgia e radioterapia para diminuir o número e tamanho dos tumore, pela medicina convencional. Porém, sob tratamento alternativo o uso da vitamina D vêm se mostrando cada vez mais promissora na diminuição dos sintomas da doença, bem como regressão das manchas (fibromas), o aparecimentos dos pequenos nódulos na pele e também dos problemas ósseos. Abaixo segue alguns resumos de estudos que foram feitos, inclusive na renomada clínica Mayo.

 

Estudos:

1- Deficiência de vitamina D associada a número de neurofibromas na neurofibromatose
“A baixa concentração sérica de vitamina D e o número de neurofibromes dérmicos relatados por pacientes com NF1 correlacionados (rho de Spearman = -0,572, p <0,00001). A ocorrência de baixas concentrações séricas de vitamina D em pessoas com NF1, especialmente aquelas com muitos neurofibromas dérmicos, podem fornecer novos pontos de vista patogênicos e ter importantes implicações terapêuticas “.

2- Alta rotatividade óssea e acumulação de osteóide em pacientes com neurofibromatose
“Os pacientes com NF1 exibem níveis séricos de 25- (OH) -leclociferol ( vitamina d) significativamente baixos e diminuição da DMO em comparação com os indivíduos de controle …. Para abordar a questão e saber se a normalização da homeostase de cálcio melhora a DMO em pacientes com NF1, tratamos quatro pacientes com colecalciferol por 1 ano, o que resultou em um aumento significativo da DMO.
CONCLUSÃO: Em conjunto, nossos dados fornecem a primeira análise histomorfométrica completa de pacientes com NF1. Além disso, eles sugerem que os baixos níveis de vitamina D contribuem significativamente para os defeitos esqueletais associados à doença “.
(Resumo: Os pacientes com NF1 têm níveis significativamente mais baixos de vitamina D e menor densidade da massa óssea. A substituição da vitamina D ajuda a corrigir os problemas ósseos).

“A aplicação da pomada de vitamina D3 na pele, em combinação com frequência de rádio pulsada intensa, pode ser benéfica no tratamento de lesões pigmentadas associadas à neurofibromatose 1 (NF1)”. – Mayo Clinic

Outros artigos: 

Ajudar a saúde dos ossos (e dentes)
“As pessoas com NF1 ( neurofibromatose 1) parecem metabolizar a vitamina D de forma diferente do resto da população. O resultado é que os indivíduos com NF1 efetivamente podem ter uma deficiência de vitamina D.  O efeito negativo principal e prejudicial reflete na saúde óssea. O osso é um tecido que diminui ao longo da vida e precisa de vitamina D para manter saudável. A boa notícia é que estudos em andamento estão apontando para a possibilidade de que indivíduos com NF1, devam tomar quantidades elevadas adicionais de suplementos de vitamina D, onde vão observar um efeito positivo na saúde óssea. Não há evidências de que a vitamina D possa ser prejudicial para alguém com NF1. “- vitaminas de alimentos, etc.

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Referências:

1-https://www.inspire.com/groups/neurofibromatosis-network/discussion/food-vitamins-etc/

2-https://www.mayoclinic.org

3-http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19415373

4-http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16571643

 

Dr. Lair Ribeiro – currículo e biografia

 

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Em 19/01/2018, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Venho novamente reforçar a profunda admiração que tenho pelo médico e professor Dr. Lair Ribeiro. Já pelo menos desde 2011 tenho como uma das fontes de conhecimento no tratamento de saúde, os ensinos do professor e médico Dr. Lair Ribeiro.

A medicina brasileira pode ser dividida entre um período antes do Lair e um período após Lair Ribeiro, tamanha é a revolução no tratamento de saúde de seus ensinos.

Dr. Lair Ribeiro é cardiologista e nutrólogo e possui 149 artigos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas, sendo que 9 artigos foram escritos com a maior autoridade em cardiologia no mundo, Dr. Eugene Braunwald. Dr. Eugene Braunwald foi chefe de cardiologia de Harvard e um dos autores do principal livro de medicina da atualidade “HARRISON”. 

Dr. Lair Ribeiro viveu 17 anos nos Estados Unidos e trabalhou em três universidades locais – Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Dr. Lair é FELLOW do AMERICAN COLLEGE OF CARDIOLOGY. Além disso, foi diretor médico da Merck Sharp & Dohme e diretor executivo, chegando à vice-presidência, da Ciba Corporation (hoje Novartis).

Logo, vale a pena conhecer o ensino deste médico brasileiro que revoluciona a medicina moderna. Clique no vídeo abaixo:

https://www.academialairribeiro.com.br/site/curriculum

OS POLIFENÓIS TRATAM CÂNCERES, E.L.A (Esclerose Lateral Amiotrófica) E DOENÇAS CARDÍACAS

Publicado em 09 de Janeiro de 2018, São Sebastião do Paraíso – MG –

 

Para receber um tratamento entre em contato no telefone 35 3531 8423 ou envie emails para – juliocaleiro@hotmail.com

polifenois


 

By, Júlio Caleiro – Nutricionista

Os polifenóis 1, 2 (também conhecidos como fenólicos) são fitoquímicos, produtos químicos naturais da planta com poderosas propriedades antioxidantes. Existem mais de 8.000 polifenóis identificados encontrados em alimentos como chá, vinho, chocolates, frutas e vegetais. Os antioxidantes 3 – que, além dos polifenóis, incluem carotenóides e sulfitos de alilo – ajudam a proteger suas células de danos nos radicais livres, controlando assim o envelhecimento geral e o potencial da doença. Se o seu corpo não obtém proteção adequada, os radicais livres podem causar danos e disfunções celulares, aumentando o risco de doenças crônicas, como doença cardíaca, câncer e doença de Alzheimer, apenas para citar alguns. Os polifenóis podem ser divididos em quatro categorias gerais – flavonóides , stilbenos, lignanos e ácidos fenólicos – com subgrupos adicionais, com base no número de anéis de fenol que eles contêm e com base em elementos estruturais que ligam esses anéis uns aos outros. Como regra geral, os alimentos contêm misturas complexas de polifenóis, com níveis mais altos encontrados nas camadas externas das plantas, como a pele. Os polifenóis geram frutas, frutos e vegetais e suas cores vibrantes contribuem para o sabor amargo, astringência, aroma e estabilidade oxidativa dos alimentos.

O papel dos polifenóis na saúde humana:

No corpo humano, os polifenóis têm diversas funções e propriedades biológicas, incluindo:

Combater as células cancerosas e inibir a angiogênese (o crescimento dos vasos sanguíneos que alimentam um tumor).

Protegendo sua pele contra a radiação ultravioleta

Combater os radicais livres e reduzir a inflamação

Promoção da saúde cerebral

Reduzindo a aparência do envelhecimento

Proteção contra demência e doença de Alzheimer

Modulando seu microbioma intestinal . Os polifenóis têm um efeito prebiótico, alimentando bactérias benéficas

Melhorando o metabolismo ósseo, reduzindo seu risco de osteoporose

Promover a pressão arterial normal e proteger o seu sistema cardiovascular, reduzindo assim o risco de doenças cardiovasculares.

Os polifenóis de flavonóides ajudam a reduzir a formação de plaquetas no sangue e a melhorar a função das células que alinham as artérias e as veias.

Apoiando níveis normais de açúcar no sangue, estabilizando o metabolismo das gorduras e reduzindo a resistência à insulina, reduzindo assim o risco de diabetes tipo 2

Conforme observado em uma revisão científica de 2010 na revista Nutrients:

“A pesquisa nos últimos anos apóia fortemente o papel dos polifenóis na prevenção de doenças degenerativas, particularmente cânceres, doenças cardiovasculares e doenças neurodegenerativas como Esclerose Lateral Amiotrófica. Estudos recentes revelaram que muitas dessas doenças estão relacionadas ao estresse oxidativo de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio”.

“Os fitoquímicos, especialmente os polifenóis, são os principais fatores que contribuem para as atividades antioxidantes totais das frutas, como a vitamina C e até melhores. Os polifenóis atuam como antioxidantes fortes, que podem neutralizar os radicais livres ao doar um átomo de elétron ou hidrogênio … Os polifenóis … complementam e aumentam funções de vitaminas e enzimas antioxidantes como defesa contra o estresse oxidativo causado por excesso de espécies reativas de oxigênio (ROS) contribuindo em doenças neurológicas como a E.L.A, EVITANDO A MORTE DO NEURÔNIO.

Embora a maioria das evidências da atividade antioxidante dos polifenóis seja baseada em estudos in vitro , evidências crescentes indicam que podem atuar de VÁRIAS MANEIRAS além das funções antioxidantes in vivo. A modulação de caminhos de sinalização celular por polifenóis pode ajudar a explicar significativamente os mecanismos das ações de dietas ricas em polifenóis”.

Como os polifenóis protegem sua saúde cardíaca?
A pesquisa apoia os polifenóis na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares é particularmente bem documentada. Por exemplo, a ingestão mais alta de flavonóides à base de frutas (especificamente alimentos ricos em antocianina – frutas e bagas com uma tonalidade azul, vermelho ou escuro – e aqueles com flavanonas e particularmente frutas cítricas como toranja, limões e laranjas demonstraram reduzir o risco de infarto do miocárdio não fatal e AVC isquêmico em homens.

Tenha em mente que para colher esses benefícios, você precisa comer a fruta inteira, não o suco de frutas, que é simplesmente muito rico em frutose para uma saúde ideal. A frutose excessiva está associada à resistência à insulina e problemas de saúde associados, incluindo diabetes e doenças cardíacas. Aqui está uma amostragem de outros estudos que mostram como os polifenóis ajudam a proteger sua saúde cardíaca:

Uma revisão sistemática de 14 estudos encontrou consumo de seis classes de flavonóides: flavonóis, antocianidinas, proantocianidinas, flavonas, flavanonas e flavan-3-ols, podem diminuir significativamente seu risco de doença cardíaca. Os pesquisadores confundem sobre como os flavonóides ajudam a prevenir doenças cardíacas, mas um estudo publicado no ano passado sugere que tem a ver com o fato de que o metabolismo dos flavonóides aumenta sua bioatividade nas células endoteliais, que formam o revestimento dos vasos sanguíneos. Os flavonóides também ajudam a reduzir o aglomerado de plaquetas no sangue. A formação excessiva de plaquetas é um potencial precursor em ataques cardíacos e angina. Como os antioxidantes e os polifenóis eliminam os radicais livres e reduzem a inflamação em seu corpo
os polifenóis também inibem o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), que causa complicações com placas ateroscleróticas nas artérias, um fator na doença cardiovascular.

Porém, para tratamento de doenças neurodegenerativas, câncer, doenças cardíacas e outras as dosagens devem ser muito maiores do que aquelas oferecidas nos alimentos, para finalidade de tratamento podem chegar a ser entre 10 a 100 vezes mais presente em determinados alimentos. Para receber tratamentos a base de POLIFENÓIS dentre outras substâncias, por favor entrar em contato no email e telefones acima citados.


Referências:
Epoch Times November11, 2015
Oxidative Medicine and Cellular Longevity 2009
Pharmacological Research. 2012 Jun
The American Journal Of Clinical Nutrition,
American Journal of Clinical Nutrition May 2004
Journal of Agricultural and Food Chemistry 2003
Journal of Nutritional Biochemistry May 2017
Medical News Today September 23, 2017
Oxidative Medicine and Cellular Longevity
National Cancer Institute, Tea and Cancer Prevention
Rev Physiol Biochem Pharmacol.
Molecular Nutrition and Food Research March 2015
Curr Pharm Biotechnol. 2014;15(4):330-42.
Oxidative Medicine and Cellular Longevity 2013, 1-18.
Research in Microbiology November 2006: 157(9);
Microbial Ecology In Health And Disease July 11, 2009
Crit Rev Food Sci Nutr. 2012;52(10):936-48
Polyphenol Antioxidants and Bone Health:
Nutrition Research June 2009;
Bratisl Lek Listy 2012;
Molecular Nutrition & Food Research
The American Journal of Clinical Nutrition January 2005
Pacific College of Oriental Medicine August 1, 2014
Nutrients December 2010; 2(12): 1231–1246
American Journal of Clinical Nutrition August 3, 2016
The British Journal of Nutrition 2014
The Journal of Nutrition February 3, 2016,
FoodWatch, Polyphenols
Global Healing Center, Polyphenols
About Health, Polyphenols

 

RECEBEU DIAGNÓSTICO DE CÂNCER TERMINAL? LEIA ISSO!

Publicado em 18 de Novembro de 2017 – São Sebastião do Paraíso -MG

PARA RECEBER ATENDIMENTO E TRATAMENTO ENTRE EM CONTATO NO EMAIL ABAIXO OU TELEFONE.

juliocaleiro@hotmail.com       (35 3531 8423) – consultório


 

cancer

By; Ed. Júlio Caleiro – Nutricionista

 

Todos os dias, mais de 1.600 pessoas morrem prematuramente de câncer nos Estados Unidos e 20.000 em todo o mundo. Embora a situação às vezes possa parecer desesperada, existem formas eficazes de evitar esses números. E, como você aprenderá em breve, mesmo os pacientes com câncer em fase tardia têm as terapias novas que poderão ajudar e muito!  É o caso da ‘Teoria Metabólica do Câncer’, e o Dr. Abdul Kadir Slocum do Centro de Oncologia ChemoThermia na Turquia explica com muita ênfase os resultados promissores dessa terapia.

Eles apresentaram dados de um dos primeiros estudos documentando e a eficácia de terapias metabólicas e cetose nutricional no tratamento de estágios avançados de câncer.

“Estou muito animado para que esses dados sejam apresentados”, diz Christofferson. “O diagnóstico [do câncer] aumentou de 1 em 4 para 1 em 3 e está indo em direção a 1 em 2 … Está pronto para superar a doença cardíaca como o assassino n. ° 1 no mundo ocidental até 2020 …

Temos tratado esta doença há muito tempo. Nixon assinou o Cancer Act em 1971 … A radiação e a cirurgia existem há mais de 100 anos. A quimioterapia citotóxica foi desenvolvida logo após a Segunda Guerra Mundial. [Ainda] as taxas de mortalidade por  esses tratamentos mal se mudaram desde a década de 1950 “.

A guerra contra o câncer foi perdida muitas vezes!

Em meados da década de 1970, os cientistas acreditavam que finalmente entenderam a base molecular do câncer. A hipótese reinante era que o câncer era causado por mutações seqüenciais aos oncogenes chave, que poderiam então ser direcionados com precisão usando terapias baseadas em genes. Isso inaugurou a era da terapia direcionada. Infelizmente, as drogas específicas para o câncer foram uma amarga decepção! Eles mal moviam “uma agulha” nas taxas de mortalidade por câncer. Globalmente, US $ 91 bilhões foram gastos em oncologia em 2013. Em 2014, nenhum medicamento contra o câncer foi aprovado custando menos de US $ 100.000 para um tratamento em curso. Em 2015, foram aprovados 8 medicamentos que custam mais de US $ 120.000 para um curso de tratamento. Conforme observado por Christofferson, essa trajetória acabará por falecer o sistema de saúde. Adicionando insulto à lesão, essas drogas têm eficácia marginal somente na melhor das hipóteses!

Considere Tarceva, por exemplo. Este medicamento contra o câncer foi aprovado há cerca de 10 anos. Tem efeitos colaterais significativos, é caro e aumenta a sobrevivência mediana para pacientes com câncer de pâncreas por apenas 10 DIAS! Isso mesmo só 10 dias!

Os oncologistas turcos aplicam a teoria metabólica do câncer e os resultados são maravilhosos!

Slocum, que é originário dos EUA, mas cresceu e completou seu treinamento médico em Istambul, Turquia, faz parte de uma equipe médica de quatro membros no ChemoThermia Oncology Center. O profissional sênior da equipe, o professor Bulent Berkarda, foi o primeiro oncologista médico na Turquia, educado nos EUA, Berkarda fundou o primeiro Departamento de Oncologia Médica da Turquia na Universidade de Istambul em 1974 e agora está praticando oncologia há mais de 40 anos.

Juntamente com Berkarda, o outro oncologista médico da equipe, o professor assistente Mehmet Salih İyikesici completou sua educação nas principais escolas de medicina da Turquia.

“Começamos como equipe em 2010, fazendo a pergunta:” Como podemos ajudar nossos pacientes de uma maneira melhor? O que podemos adicionar aos nossos protocolos de tratamento padrão? “, Diz Slocum. “Nos últimos seis anos, começamos a aplicar as terapias [metabólicas] e a ver como nossos pacientes respondem.

Agora, nos últimos dois anos, estamos fazendo análises retrospectivas de nossos pacientes, publicando nossos resultados de tratamento e compartilhando os resultados notáveis ​​que conseguimos ao combinar terapias metabólicas com protocolos convencionais”.

O protocolo de tratamento no Centro de Oncologia ChemoThermia inclui:

  • Quimioterapia com suporte metabólico
  • Hipertermia
  • Oxigenoterapia hiperbárica
  • Inibidores de glicólise, especialmente 2-desoxiglucose (2-DG) e dicloroacetato (DCA)
  • Dieta cetogênica com suplementos fitofarmacêuticos em doses elevadas.

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( Para receber o tratamento sob direcionamento com uma equipe entre em contato no email do Dr. Júlio Caleiro)   juliocaleiro@hotmail.com

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Quimioterapia com suporte metabólico

A quimioterapia com suporte metabólico envolve a aplicação de quimioterapia com diversas intervenções para sustentar sua efetividade. No centro, todos os pacientes oncológicos são colocados em uma dieta cetogênica, que cria estresse metabólico nas células cancerígenas. Então, antes de administrar a quimioterapia, o paciente fará um jejum em horas específicas que será determinada conforme o protocolo, onde o Dr. Júlio  Caleiro, prescreverá aos pacientes individualmente, o que fará aumentar ainda mais o estresse metabólico nas células cancerosas e melhores resultados.

Normalmente, os pacientes deverão manter um nível de glicemia específico descrito no protocolo. Eles então aplicam inibidores da glicólise para inibir a via da glicólise nas células cancerosas, o que cria uma grande quantidade de estresse metabólico, já que as células cancerosas já estão famintas de glicose.

Também é aplicado um suplemento específico para diminuir a glicemia levemente  para causar hipoglicemia leve. Nesse ponto, a quimioterapia é aplicada e os resultados são fantásticos!

“A terapia aumenta a eficácia da quimioterapia de forma tremenda”, diz Slocum . “Estamos aplicando isso nos últimos sete anos. É uma versão melhorada da terapia de potenciamento de insulina (IPT). O IPT é conhecido há muitos anos, mas não é muito aplicado e desconhecido por médicos e nutricionistas.

Nossa versão de quimioterapia é realmente uma versão melhorada e muito mais eficaz do IPT porque combina a teoria metabólica com o IPT. A quimioterapia com suporte metabólico é apenas uma maneira diferente de aplicar protocolos convencionais. Vimos que aumenta a eficácia dos regimes padrão de quimioterapia. Desta forma, nos dá a opção de aplicar doses mais baixas, ver muito efeitos secundários mais baixos, mas muitos [melhores] resultados “. Mesmo pacientes que receberam protocolo quimioterápico em hospitais podem e devem incrementar a terapia metabólica juntamente.

Como nos EUA, os oncologistas turcos estão vinculados por protocolos de tratamento “padrão de cuidados”, que incluem quimioterapia convencional. Como observado por Slocum, “de acordo com o atual regime mundial o paciente, mesmo na Turquia, deve receber o que está escrito nas diretrizes internacionais. Se você for contrário às diretrizes de medicamentos e se o paciente não quer receber o padrão de cuidados quimioterápicos, quimioterapia isolada, essencialmente o Dr. Júlio e equipe pode ajudar o paciente, isso seguindo o protocolo alternativo mesmo a equipe não sendo contra o uso dos remédios quimioterápicos para este tipo de terapia combinada.

Também uma dose muito mais baixa de quimioterapia pode ser efetivamente utilizada, dialogando assim com a equipe médica reduzindo assim o risco de efeitos colaterais. Nos dias que se seguem à quimioterapia, é aplicada hipertermia e oxigenoterapia hiperbárica, além de uma infusão diária de terapias inibidoras de glicólise com alta dose de vitamina C,  e sulfóxido de dimetilo (DMSO) em doses específicas também.

Resposta completa para o câncer de fase 3

Na primeira publicação da equipe em 2016, eles relataram resposta completa para o câncer retal do estágio 3. O padrão de cuidados para o câncer retal e a única opção curativa foi cirurgia ou quimioterapia após cirurgia. Neste caso, eles usaram quimioterapia, radioterapia e hipertermia metabolicamente. Não foi necessária nenhuma cirurgia.

“O motivo que publicamos foi explicar qual quimioterapia metabolicamente suportada e mostrar o quão eficaz pode ser”, diz Slocum . “O paciente que publicamos tinha 81 anos na época.

Geralmente, em um paciente de 81 anos, você não poderá aplicar regimes de quimioterapia padrão. O paciente não será capaz de tolerá-lo. Por meio da forma como aplicamos quimioterapia, este paciente foi capaz de receber quimioterapia em doses mais baixas de forma apoiada pela terapia metabólica juntamente com radioterapia e hipertermia “, os resultados foram excelentes!

Série de casos sobre câncer de pâncreas

O segundo artigo publicado no ano passado foi uma série de casos de 33 pacientes com adenocarcinoma pancreático de estágio 3 e 4 (câncer de pâncreas) – um dos cânceres mais agressivos e mortais conhecidos. Foi uma análise retrospectiva dos pacientes tratados na clínica entre 2011 e 2015. 81%  destes pacientes apresentaram doença no estágio 4 quando o tratamento começou, e muitos deles também apresentaram metástases hepáticas em grande escala.

Geralmente, se um paciente tiver adenocarcinoma pancreático no estágio 4, sua expectativa de vida é de aproximadamente seis meses, no máximo, 10 meses. Se eles apresentam metástases hepáticas em larga escala, a morte geralmente ocorre em semanas ou meses. No entanto, apesar da maioria serem pacientes avançados em fase final, eles responderam notavelmente bem ao tratamento.

Aqui, o protocolo convencional usando quimioterapia à base de gemcitabina ou folfirinox foi novamente aplicado de forma apoiada metabólicamente, juntamente com hipertermia, oxigenoterapia hiperbárica, dieta cetogênica, suplementos e inibidores da glicólise. Quando o artigo foi publicado em 2016, 54% desses pacientes ainda estavam vivos, e a maioria ainda está recebendo tratamentos de acompanhamento até hoje! Seguindo o protocolo convencional, o tempo médio de sobrevivência esperado para o protocolo baseado em gemcitabina é de 6,2 meses. Para o regime folfirinox é de 11,1 meses. Usando um protocolo apoiado metabólicamente, o tempo médio de sobrevivência disparou até 20 meses – e 54% dos pacientes ainda estão vivos hoje em 2017.

“A taxa de sobrevivência de um ano para o protocolo baseado em gemcitabina é de 20 por cento. Para folfirinox, é de 48 por cento. Nós observamos em nosso regime de quimioterapia metabólicamente apoiado, [taxa de sobrevivência] é de 82,5 por cento. Isso mostra o quão eficaz o suporte metabólico pode mudar os resultados dos tratamentos e a eficácia destes tipos de tratamentos podem ser “, diz Slocum.

“Como todos sabemos, o diagnóstico de câncer mais assustador é o câncer de pâncreas. Atualmente, em nossos regimes, estamos a ver resultados surpreendentes. É tão emocionante ver quão pequenas diferenças podem mudar tanto a vida desses pacientes”.

 Câncer de pulmão estágio 4!

Em seguida, a equipe publicará um artigo sobre o câncer de pulmão. Eles aplicaram um regime de quimioterapia usando carboplatina e paclitaxel. Ensaios clínicos em grande escala mostraram um tempo de sobrevivência esperado de 6 a 11 meses. Além disso, os pacientes do estágio 4 tipicamente não podem tolerar regimes de quimioterapia convencionais, de modo que nenhum estudo em larga escala se concentrou em pacientes de fase tardia.

Usando o protocolo suportado metabólicamente, no entanto, todos os 44 pacientes do estudo foram capazes de receber tratamento e o tempo de sobrevivência global é de 43,4 meses – é mais de 400% mais do que o tempo de sobrevivência mais longo mencionado em qualquer regime de quimioterapia padrão.

 A vantagem dos tratamentos metabólicos é que eles” geralmente não são tóxicos. Eles apoiam o bem-estar geral do paciente enquanto também tratam a doença”.

Taxas de sobrevivência para o estágio tardio, cânceres avançados melhoram dramaticamente com terapias metabólicas

No vídeo, o Dr. Slocum mostra exames PET e analisa vários casos de pacientes diferentes, mostrando a notável resposta de pacientes com câncer avançado de reto, pâncreas, estômago, pulmão e mama.

Isto é, no meu melhor conhecimento, a primeira vez que todos esses dados foram compartilhados publicamente. É realmente emocionante revelar ao mundo a impactante eficácia do que Thomas Seyfried, Ph.D., está falando há algum tempo. E, se você está em estágio 1 ou 2, seu câncer será muito mais fácil de tratar. Os resultados para câncer de estágio inicial provavelmente irão além do fenomenal.

“Esperamos que esse tipo de tratamento seja o padrão de atendimento nos próximos anos. Estamos todos tentando compartilhar o que funcionaria e como estamos conseguindo esse tipo de resultados”, diz Slocum . “Outras clínicas e outros médicos, terapeutas, nutricionistas também esperam começar a fazer terapias similares”.

Christofferson acrescenta:

“[Thomas] Seyfried [Ph.D., um dos principais especialistas e pesquisadores no campo do metabolismo do câncer e da cetose nutricional ] e Slocum se encontraram em Tampa. Começaram uma colaboração … Esperamos que um ano a partir de agora, quando falamos sobre esses resultados chocantes, eles são ainda mais chocantes.

Somente para resumir, o papel do câncer de pulmão do estágio 4 [Slocum] é incrível … Uma certa porcentagem deles não vai fazer isso, não importa o que, mas se eles conseguirem esse protocolo metabólico, a sobrevivência mediana aumentaria 400 por cento.

Isso é incrível. Essas coisas basicamente são gratuitas. Apenas levou alguém motivado o suficiente para fazer isso. Quero dizer, 2-desoxiglucose (2-DG) é caro, mas a dieta cetogênica é gratuita. Apenas leva trabalho. Não poderia estar mais feliz que esses dados ganhassem vida “. Lembrando que não é apenas a dieta mas uma série de terapias juntas como citadas acima que vai apresentar muito bons resultados.

Disciplina é necessária quando sua vida está em suas próprias mãos

É evidente que, ao usar terapias metabólicas, o paciente assume uma responsabilidade significativa por seu próprio resultado. Os médicos não vão cozinhar seus alimentos, forçá-lo a tomar suplementos. Você precisa ser muito diligente e disciplinado ao seguir o regime especificado. Conforme observado por Slocum, quando os pacientes não respondem tão bem quanto o esperado, num recordatório diário geralmente revelará o problema – eles não seguiram a dieta corretamente, por exemplo.

Essencialmente, se você tem uma condição de risco de vida como o câncer do estágio 4, você precisa ser um pouco “obsessivo compulsivo” e seguir o regime ao “pé da letra”. Você não pode desviá-lo do protocolo e esperar alcançar esses tipos de resultados. Você realmente precisa permanecer em cetose nutricional.

A cetose nutricional é uma intervenção poderosa , como a equipe de Slocum mostrou. Mas se você fizer isso de forma contínua e sem orientação do nutricionista ou médico, pode ser altamente contraproducente. Você precisa ter dias em que você come mais carboidratos líquidos e mais proteínas, especialmente com treinamento de força, para prevenir a sarcopenia comum no câncer, bom tudo isso será prescrito aos pacientes caso for tratado pela equipe do Dr. Júlio Caleiro.

Para receber atendimento e tratamento entre em contato no email acima ou nos telefones citados.

Obs: É importante entender que a “magia metabólica” ocorre realmente durante essa fase de realimentação, quando os carboidratos e proteínas são aumentados, o que aumenta o crescimento muscular. Depois de um ou dois dias, você volta para a cetose nutricional. Normalmente, isso é feito uma vez por semana. Até certo ponto, Slocum usa esta técnica também em pacientes com câncer, embora só possam comer maiores quantidades de carboidratos líquidos uma vez a cada duas ou três semanas, no dia em que receberem quimioterapia.

 

Maiores informações de tratamento entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro no email

juliocaleiro@hotmail.com


Referência:

1- chemothermia 2017.

Ashwagandha melhora a Artrite, trata câncer com muita eficácia, aids, insônia, stress, a dor crônica e outras

Publicado em 18 de Novembro de 2017 – São Sebastião do Paraíso -MG –

Para receber um tratamento entre em contato no email – juliocaleiro@hotmail.com  ou no telefone – 35 3531 8423

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Ashwagandha melhora a Artrite Reumatóide, trata cânceres com muita eficácia, aids, insônia, stress, a dor crônica, e de forma excelente o hipotireoidismo e outras.

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

Conhecido como uma erva multifuncional e “rejuvenescedor”, também conhecida como Rasayana, e usado na medicina ayurvédica antiga por milhares de anos, ashwagandha é uma planta nativa da Índia com uma série de funções bioativas.  Uma série de estudos mostraram que esta erva exótica pode tratar várias doenças e distúrbios melhor do que medicamentos, e sem os efeitos colaterais. Ashwagandha foi identificado com potenciais funções de redução do estresse e anti-inflamatória e pode servir para melhorar a resposta imunológica (imunomoduladora) enquanto acalma a resposta da dor do sistema nervoso. Além disso, as raízes são usadas terapeuticamente como um analgésico (analgésico).

Os estudos acrescentam que a erva tem capacidades antitumorais, antioxidantes e de produção de sangue (hemopoiíticas) e beneficia os sistemas cardiopulmonar, endócrino e nervoso central, todos “com pouca ou nenhuma toxicidade associada”. 3

Tendo nomes como cereja de inverno, ginseng indiano e groselha de veneno, ashwagandha é membro da família Solanaceae, juntamente com berinjelas e tomates, e pode crescer até 3 pés de altura em regiões áridas da Índia e da América do Norte. Possui flores verde-luz que evoluem para frutas vermelhas brilhantes e podem sobreviver a temperaturas extremas e altitudes muito variadas. 4 As plantas só precisam de rega extra em condições extremas de seca. De acordo com Wisepooch:

“As plantas começarão a florescer a partir de meados de dezembro e serão determinadas se estiverem preparadas para a colheita, observando o desenvolvimento das frutas vermelhas semelhantes a baga. Toda a planta juntamente com as raízes é removida do solo. As raízes e bagas são as principais peças utilizadas. ” 5

Em sânscrito, a palavra ashwagandha (Withania somnifera) significa “odor de um cavalo”. A semelhança não se refere apenas ao odor da raiz da planta, mas a essência da força que se diz entregar. Você pode ver frutas vermelhas semelhantes a baga, bem como papery “laranja lanterns” como uma descrição da erva, mas o último é realmente um parente próximo conhecido como Physalis alkekengi.

Analgésico com uso múltiplo e com ampla gama de benefícios

Um estudo duplo-cego, controlado com placebo, usando ashwagandha, foi confrontado contra algumas das drogas mais populares, tipicamente usadas, destinadas a pacientes com hipotiroidismo. Na verdade, estudos múltiplos mostram que ashwagandha funciona melhor para normalizar os níveis hormonais e sem os efeitos colaterais prejudiciais, o que pode até incluir a doença de Alzheimer. O estudo envolveu 50 participantes com hormônio tireoidiano elevado (TSH), todos com idades entre 18 e 50 anos, no estudo foram incluido alguns suplementos e as dosagens são específicas para cada indivíduo como idade, peso e outros. (Procure o Dr. Júlio pelo email acima para adequação e tratamento).

Divididos em dois grupos, cada um recebeu tratamentos de ashwagandha e suplementos ou amido como placebo durante oito semanas. Após o estudo, os pesquisadores observaram que o ashwagandha efetivamente  normalizou os níveis séricos de tireóide e concluiu que esse tratamento pode ser benéfico para pacientes com hipotireoidismo. Thyroid Advisor lista uma série de benefícios adicionais para a saúde. Esta poderosa raiz também pode:

Reduza a pressão arterial Irritabilidade, edginess e ansiedade inferiores Fornecer alívio natural da dor
Aumentar a memória, a concentração e a luta contra a doença de Alzheimer Inibe a inflamação Combate a insônia e promova o relaxamento
Estimular a função adequada da tireóide Proteger a função nervosa e a oxidação Nutre e proteja seu fígado
Aumentar energia e resistência e sistema imune ( aids). Melhorar a função adrenal Aumenta a produção de glóbulos vermelhos

Ashwagandha, o “Melhor remédio” para Artrite e Inflamação

A artrite também pode enfraquecer a função digestiva e afetar as articulações e tecidos moles, causando inflamação, perda auditiva possível e outros problemas. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC),  mais de 54 milhões de americanos têm artrite de alguma forma. As terapias típicas incluem analgésicos e outros remédios, como ibuprofeno, paracetamol (acetaminophen) e diclofenaco.

Infelizmente, como observa a Experiência Ayurveda, essas drogas reduzem os sintomas apenas temporariamente e muitas vezes apresentam efeitos colaterais que podem envolver danos no fígado e nos rins, sangramento gastrointestinal e aumento do risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, advertindo: “De fato, se tomado por um longo período de tempo eles podem ter efeitos colaterais graves, incluindo dor de estômago, ulceração, azia, reações alérgicas, problemas hepáticos, problemas renais e pressão arterial elevada “.

Outro estudo observou os resultados do uso de ashwagandha como alternativa natural: “Pacientes com artrite reumatóide que receberam pó de raiz Ashwagandha apresentaram excelente resposta. Sua dor e inchaço desapareceram completamente, claro as doses são elevadas e a forma de uso bem diferenciada com usual, o uso suplementar deve ser enfatizado para regredir os sintomas por geral. Um estudo controlado, duplo-cego placebo, combinando Ashwagandha, cúrcuma dose elevada pelo peso e zinco numa quelação especial, mostrou melhoria significativa na dor e inflamação. ( Procure o Dr. Júlio Caleiro pelo email acima citado para obter o tratamento completo).

Ashwagandha tem sido observado em manuscritos ayurvédicos, bem como medicina moderna como um remédio efetivo para artrite reumatóide (Amavata) e osteoartrite (Sandhi-gata Vata).  Além disso, ashwagandha foi encontrada em estudos com animais ser mais eficaz contra a inflamação do que a fenilbutazona  ou hidrocortisona. Porém como citados as doses devem ser ajustadas para que ocorra o efeito esperado.

Os principais componentes bioativos em Ashwagandha

Flavonóides e outros compostos são os ingredientes ativos que dão ashwagandha suas propriedades surpreendentemente efetivas. Em um estudo, os bioativos cem ashwagandha foram identificados como agentes que suprimiram as doenças inflamatórias, incluindo tumores, artrite, asma e hipertensão, bem como câncer. De fato, um estudo lê:

“O extracto de folha de Ashwagandha e Withanone causam a morte seletiva de células cancerosas por indução de sinalização ROS e, portanto, são reagentes potenciais que poderiam ser recrutados para quimioterapia com câncer mediada por ROS”. 

Por exemplo, outro estudo observou que os pesquisadores que tratavam ratos com uma densidade óssea reduzida (osteoporose) com extratos de ashwagandha observaram diminuição da perda óssea devido a “atividade estrogênica com anólitos (com) anti-osteoporótica”. Um estudo mostrou que a azafina A e withanolides em ashwagandha também possuem propriedades imunomoduladoras, descritas como uma substância que pode estimular ou suprimir seu sistema imunológico para ajudar a combater infecções, câncer e outras doenças.

Um dos alcalóides em ashwagandha, chamado somniferina, ajuda a promover o sono, o nome botânico “somnifera” significa que a erva induz o sono. Um estudo na Universidade de Tsukuba no Japão também descobriu que alivia problemas relacionados, como insônia e síndrome das pernas inquietas.

As gestantes devem evitar ashwagandha.

 

Para atendimento e tratamento entre em contato no email ou pelo telefone  – 35 3531 8423 –   email  juliocaleiro@hotmail.com

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 Referências:

Altern Med Rev. 2000
Annals of Biological Research, 2010
Heirloom Organics Ashwagandha 2017
Indian J. Exp. Biol. 1988;
Journal of Medicinal Plants Studies 2016.
Curr Drug Targets 2011 October.
PLoS One. 2010;
J Pharm Pharmacol. 2006 Apr
Journal of Biological Sciences 2014
PLOS One February 16, 2017
Dr. Nancy Lonsdorf The Ageless Woman May 1, 2004
Wisepooch 2008-2017
Clove Garden 2004-2015
The Journal of Alternative and Complementary Medicine. August 22, 2017
J Geriatr Psychiatry Neurol. 2010
Thyroid Advisor 2017
Studies on Ethno-Medicine October 2, 2017
Phytother Res. 2010
J Pharm Pharmacol. 1998
Drug Metabol Drug Interact. 2003
BMJ Case Rep. 2012 Sep 17;2012
CDC March 6, 2017
The Ayurveda Experience 2014-2017
Pharmacognosy Reviews. Vol 1, Issue 1, Jan- May, 2007
Afr J Tradit Complement Altern Med. 2011
J.MERCOLA 2017

 

Trate e reverta a obesidade, diabetes, cânceres diversos, epilepsia, doença de Alzheimer, Parkinson, (ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA), esclerose múltipla, autismo, enxaquecas, lesões cerebrais traumáticas, síndrome dos ovários policísticos e muito mais com produção de CETOSE!

Publicado em 13 de Outubro de 2017 – São Sebastião do Paraíso -MG –

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By, Ed. Júlio Caleiro – Nutricionista

Uma nova pesquisa aponta que a dieta cetogênica atua sobre a inflamação do cérebro – o mesmo tipo de inflamação implicada na epilepsia e outros distúrbios neurológicos. As dietas cetogênicas são altas em gorduras boas e extremamente baixas em carboidratos. O grupo de cientistas da Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF) descobriu que, após um regime cetogênico, pode ser a chave molecular para suprimir a inflamação cerebral prejudicial, especialmente após o acidente vascular cerebral e trauma cerebral.

O autor do estudo, Raymond Swanson, professor de neurologia na UCSF e chefe do serviço de neurologia do Centro Médico de San Francisco Veterans Affairs, disse que a supressão da inflamação pós-lesão no cérebro foi o impulso para o estudo, já que a condição foi uma questão-chave no campo. Os pesquisadores acreditam que descobriram o mecanismo por que uma dieta cetogênica é tão eficaz na redução da inflamação cerebral – chegando até a sugerir que um dia seja possível obter alguns dos seus benefícios sem alterar sua dieta.

A Medical Xpress explicou o momento decisivo do estudo, que foi publicado na revista Nature Communications,  a equipe “identificou uma proteína fundamental que liga a dieta aos genes inflamatórios, os quais, se bloqueados, podem refletir os efeitos anti-inflamatórios de dietas cetogênicas “.

A crença de Swanson é que uma dieta cetogênica pode ser difícil para alguns seguir, especialmente quando alguém está muito doente, então o fato de que é possível conseguir alguns dos efeitos sem realizá-la de forma muito rígida. Dito isto, você pode ganhar as vantagens agora mudando sua dieta para melhor, o que gerará benefícios para todo o corpo em sua saúde e longevidade em geral.

As Vantagens de Comer uma Dieta Ketogênica de Low-Net-Carb

O resultado em aderir a dieta cetogênica aderindo a um padrão alimentar, enfatizando gorduras saudáveis, juntamente com baixos carboidratos, é que, literalmente mudará a maneira como o corpo usa energia. Uma dieta cetogênica converterá os carboidratos inflamáveis ​​em energia para ser queimada, e colocar as gorduras como sua principal fonte de combustível.

Quando o corpo é capaz de queimar gordura por combustível, o fígado cria cetonas que queimam mais eficientemente do que carboidratos, criando espécies de oxigênio muito menos reativas e radicais livres secundários, que podem danificar suas membranas celulares e suas proteínas, proteínas e DNA.

Os animais (ratos) utilizados no estudo encontraram uma inflamação reduzida quando os pesquisadores usaram uma molécula chamada 2-desoxiglucose, também conhecida como 2DG, para bloquear o metabolismo da glicose e induzir um estado cetogênico, semelhante ao que ocorreria se seguisse uma dieta cetogênica.

Molécula-chave para o metabolismo da glicose: 2DG

Para produzir um estado cetogênico bloqueando o metabolismo da glicose, os cientistas usaram a molécula 2DG. Isso foi feito tanto em ratos quanto em linhas celulares de laboratório controladas, trazendo a inflamação para “quase controlar os níveis”, explicou Swanson. Sua reação:

“Fiquei muito surpreso com a magnitude desse efeito, porque pensei que as dietas cetogênicas poderiam ajudar um pouco. Mas quando obtivemos esses grandes efeitos com 2DG, pensei wow, há realmente algo aqui. A equipe descobriu ainda que a glicose reduzida o metabolismo reduziu um barómetro chave do metabolismo energético – a relação NADH / NAD + – que, por sua vez, ativa uma proteína chamada CtBP que atua para suprimir a atividade de genes inflamatórios “. 

No que foi mais tarde chamado de “experimento inteligente”, os pesquisadores projetaram sua própria molécula peptídica para bloquear a capacidade da proteína CtBP de se tornar inativa, o que resultou em bloquear essencialmente a atividade inflamatória do gene de forma contínua. Foi assim que duplicou um estado de eficácia cetogênica. Os péptidos são pequenas proteínas que não são usadas como drogas, pois são consideradas instáveis ​​e podem ser feitas anticorpos contra elas, além de serem caras.

Swanson também explicou que outras moléculas que trabalham de forma semelhante também poderiam imitar vantagens cetogênicas sem exigir mudanças extremas na dieta. Além de diminuir a inflamação do cérebro, o estudo é mostrou ter possíveis aplicações para diabéticos em relação à sua associação com excesso de glicose e eventual aterosclerose, ou endurecimento das artérias. Esta condição é causada por um acúmulo de placas bloqueadora de artéria, que o efeito de combate à inflamação descrito poderia beneficiar ou possivelmente prevenir. É provável que muito mais pesquisas continuem a emergir destacando os benefícios profundos para a saúde de uma dieta cetogênica; isso é apenas o começo. E, como mencionado, não precisamos esperar por um novo medicamento que imita os efeitos de uma dieta cetogênica, você pode experimentar as vantagens agora simplesmente mudando a maneira como você comer.

As dietas cetogênicas também podem beneficiar a dor crônica

Vale ressaltar que os efeitos anti-inflamatórios de uma dieta cetogênica foram confirmados, considerando a inflamação sistêmica e de baixo grau, desempenha um papel importante na dor crônica. Como Pain Science observou: “A inflamação crônica de baixo grau é cada vez mais vista como parte de outras condições ortopédicas, como osteoartrite e artrite reumatóide.

A inflamação crônica, que pode ser o resultado de uma dieta pobre, estresse, exposição a toxinas ambientais e muito mais, pode prejudicar silenciosamente seus tecidos por um longo período de tempo. Este processo pode continuar por anos sem que você perceba, até que uma doença ou dor crônica de repente se manifeste. Pesquisas crescentes sugerem, no entanto, que seguir uma dieta cetogênica também ser benéfico nesse sentido. Conforme explicado por um estudo, há razões para acreditar que uma dieta cetogênica pode ser benéfica para vários tipos de dor, incluindo dor neuropática, dor inflamatória e até mesmo dor termal. Os pesquisadores explicaram:

“Comparado ao metabolismo da glicose, o metabolismo da cetona produz menos espécies reativas de oxigênio EROS – que são conhecidas por contribuir para a inflamação … a evidência indica que dietas cetogênicas podem reduzir a inflamação e, portanto, podem ser úteis para a dor associada à inflamação”. 

Eles também apontaram que uma dieta cetogênica pode aliviar a dor através de vários mecanismos, de maneira similar às formas em que é conhecido por ajudar a epilepsia. “Como as convulsões, pensa-se que a dor crônica envolve maior excitabilidade dos neurônios, para a dor, isso pode envolver neurônios periféricos e / ou centrais. Assim, há alguma similaridade da biologia subjacente”, observaram.

Também sugeriu que uma dieta cetogênica pode aumentar a sinalização da adenosina neuromoduladora, que tem efeitos de alívio da dor.  Os pesquisadores acrescentaram que a dor crônica é um grande problema de saúde pública, que engloba cerca de um quinto da despesa total de cuidados de saúde em um país, enquanto representam três vezes o custo de todos os tipos de câncer combinados com outros.  Concluíram:

“Um foco de pesquisa importante deve ser sobre como intervenções metabólicas como uma dieta cetogênica podem melhorar condições comuns, comórbidas e difíceis de tratar, como dor e inflamação”. 

“Inflamação:” Uma dieta cetogênica pode diminuir o envelhecimento?

O autor canadense Paul Ingraham faz uma observação interessante de que “ser velho é estar inflamado”. Ele cita o termo “inflamação” para descrever, como afirmou um estudo, o envelhecimento humano caracterizado por inflamação crônica e de baixo grau. Ele continua:

“O envelhecimento parece ser inflamatório, não importa quão adequado, magro e calmo você é … Ser inflamado excessivamente pode ser sinônimo de envelhecimento prematuro … que provavelmente é afetado por seus genes e estilo de vida. Coisas que são insalubres (tabagismo, inatividade , estresse, privação de sono) nos faz sentir velhos como literalmente envelhecer-nos”. 

Se o envelhecimento em si, junto com as doenças associadas à idade, estão ligados à inflamação crônica, e a dieta cetogênica é antiinflamatória, é óbvio que isso também poderia ajudar a prevenir o envelhecimento prematuro e até diminuir o processo de envelhecimento. De fato, um efeito bastante consistente observado em pessoas em uma dieta cetogênica é que os níveis sanguíneos de leucina e outras proteínas estruturais importantes aumentam, permitindo que essas proteínas desempenhem uma série de importantes funções de sinalização.

As cetonas também imitam as propriedades que prolongam a vida da restrição calórica (jejum), que inclui o metabolismo da glicose melhorado; inflamação reduzida; limpar as células imunes que funcionam mal; IGF-1 reduzido, um dos fatores que regulam as vias de crescimento e os genes de crescimento e é um jogador importante no envelhecimento acelerado; regeneração / rejuvenescimento celular / intracelular ( autofagia e mitófagos).

Benefícios da implementação de uma dieta cetogênica

Quanto à multiplicidade de benefícios para a saúde de seguir uma dieta cetogênica, um dos mais importantes é os efeitos que tem sobre a supressão da inflamação, mostrada em numerosos estudos. Também se descobriu que beneficia A DOENÇA HEPÁTICA NÃO ALCOÓLICA e a epilepsia, possivelmente resultante de “uma diminuição dos níveis circulantes de ácido araquidônico e ácidos graxos poliinsaturados n-3 de cadeia longa (PUFAs)”, como exemplos.

Além disso, a manutenção da cetose nutricional pode ter benefícios para a saúde em doenças como obesidade, diabetes, câncer, epilepsia, doença de Alzheimer, Parkinson, ALS ( ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA), esclerose múltipla, autismo, enxaquecas, lesões cerebrais traumáticas, síndrome dos ovários policísticos e muito mais. O estudo em destaque deve ajudar a avançar a compreensão da importância de uma dieta cetogênica, descobrindo um dos mecanismos por trás desse tipo de abordagem dietética.

Os benefícios relatados de implementar uma dieta cetogênica, além dos benefícios anti-inflamatórios, além do fato de que é conhecido como anticonvulsivante, incluem:

  • Menos fome durante a dieta
  • Melhoria da função cognitiva em pessoas com deficiência cognitiva
  • Risco reduzido de câncer
  • Perda de peso melhorada
  • Maior longevidade e clareza mental
  • Tratamento de várias doenças neurológicas como Esclerose Lateral Amiotrófica e Esclerose Múltipla, Alzhiemer e Parkinson.

 

 

Entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro através do email acima ou telefone e solicite seu tratamento, agende sua consulta. A dieta deve ser individual com acompanhamento semanal.  


Referências:

1 Nature Communications (2017).
2,3,4 Medical Xpress 2011-2017.
5, 11 Pain Science August 10, 2017.
6, 7, 9 J Child Neurol. 2013.
8 Expert Rev Pharmacoecon Outcomes Res. 2006.
10 J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2014.
12 FightAging.org May 3, 2017.
13 Curr Opin Clin Nutr Metab Care. 2012 July.
14 Epilepsia. 2015 Jul.
15 Curr Neuropharmacol. 2009 September.
16 Nat Med. 2015.
17 J. Biol. Chem. 1930.
18 Epilepsia. 2007 Jan.

J. MERCOLA!!!