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Universidade Federal de São Paulo comprova que a vitamina D3 trata com eficácia de Vitiligo e Psoríase!

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919 (São Sebastião do Paraíso/MG)

Doenças autoimunes está ligada a deficiência e resistência à vitamina D, e a correta suplementação com altas doses de vitamina D3 pode resolver esta resistência e deficiência, e assim, gerar diversos benefícios à saúde.

Um estudo publicado em março de 2013, na revista Dermato Endocrinology, teve como finalidade verificar a eficácia e segurança no tratamento em longo prazo de altas doses de vitamina D3 em pacientes com psoríase e vitiligo.

O pesquisador Dr. Danilo C. Finamor, médico dermatologista, da Universidade Federal de São Paulo e sua equipe, recrutaram nove pacientes com psoríase e dezesseis com vitiligo, que receberam uma alta dose de vitamina D3 uma vez ao dia em um prazo de 6 meses, combinado com uma dieta pobre em cálcio e uma ingestão de água de no mínimo 2,5 litros por dia.

Todos os pacientes com psoríase foram avaliados de acordo com o Índice da Gravidade da Área Afectada pela Psoríase ” (PASI) no início do estudo e ao término do tratamento. O medidor PASI mede a severidade e a gravidade da psoríase. Após o tratamento, os níveis de vitamina D3 aumentaram significativamente. A pontuação PASI melhorou de maneira significativa em todos os nove pacientes com psoríase.

Quatorze dos dezesseis pacientes com vitiligo tiveram de 25 à 75% de repigmentação! A uréia sérica, creatinina e o cálcio (total e ionizado) não se alteraram e a excreção do cálcio urinário aumentou dentro do espaço de normalidade. Os autores concluiram:

“A terapia com altas doses de vitamina D3 pode ser segura e eficaz para pacientes com psoríase e vitiligo”.

Quanto ao vitiligo, este não é o primeiro estudo que indica o uso da vitamina D3 para o seu tratamento. Já outros estudos indicavam que a deficiência de vitamina D3 estava associada a causa ou ao desenvolvimento do vitiligo (2,3,4).

Agende sua consulta!

Referência:
1. “A pilot study assessing the effect of prolonged administration of high daily doses of vitamin D on the clinical course of vitiligo and psoriasis”. Autores: Danilo C Finamor, Rita Sinigaglia-Coimbra, Luiz C. M. Neves, Marcia Gutierrez, Jeferson J. Silva, Lucas D. Torres, Fernanda Surano, Domingos J. Neto, Neil F. Novo, Yara Juliano, Antonio C. Lopes e Cicero Galli Coimbra.
2 Li K et al. The association of vitamin D receptor gene polymorphisms and serum 25-hydroxyvitamin D levels with generalized vitiligo. Br J Dermatol 2012 Oct; 167:815. (http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-2133.2012.11132.x)
3. DermatoEndocrinology April/May/June 2012; 4(2): 109-117
4. Acta Derm Venereol. 2006;86(3):209-14 – Department of Dermatology, Zalau County Hospital, Zalau, Romania

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VITILIGO está associado à falta de vitamina D

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

Estudos informam que o Vitiligo (doença auto-imune) tem sido associado a baixos níveis de Vitamina D no corpo. A falta de vitamina D pode estar envolvida em sua patogênese. O polimorfismo do gene receptor da vitamina D (Apa-l) está associado com vitiligo. Assim, sugerem os estudos que o gene receptor de vitamina D pode desempenhar um papel na etiopatogenia (estudo de causas das doenças ou seu desenvolvimento) de despigmentação de pele.

Referências:

1. Li K et al. The association of vitamin D receptor gene polymorphisms and serum 25-hydroxyvitamin D levels with generalized vitiligo. Br J Dermatol 2012 Oct; 167:815. (http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-2133.2012.11132.x)
2. DermatoEndocrinology April/May/June 2012; 4(2): 109-117
3. Acta Derm Venereol. 2006;86(3):209-14 – Department of Dermatology, Zalau County Hospital, Zalau, Romania

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Extrato Bioativo de Whey [BSWE] reduz os sintomas da Psoríase

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Estudos indicam que ‘extrato bioativo de Whey – BSWE’ proporciona um significativo e efetivo alívio dos sintomas de indivíduos que sofrem de psoríase leve à moderada (Altern Med Rev. 2008 Jun;13(2):145-52).

Os cientistas primeiro identificaram os benefícios do BSWE para a psoríase em um estudo aberto em 2005. Adultos com psoríase afetando cerca de 2% ou mais de sua área de superfície corporal, consumiram o BSWE por dois meses. Mais de 60% dos participantes do estudo apresentaram melhora de 10 à 81% da extensão e gravidade da psoríase. (J Cutan Med Surg. 2005 Dec;9(6):271-5.)

Esses resultados foram confirmados em um estudo maior, no ano seguinte. Esta pesquisa mostrou que os pacientes que suplementaram com referido extrato de Whey por dois meses tiveram mais benefícios em comparação com aqueles que receberam placebo (J Cutan Med Surg. 2006 Sep;10(5):241-8). Em estudo de 2007 (outro estudo), confirmou a eficácia do extrato bioativo de whey no alivio de psoríase leve à moderada, ao mesmo tempo em que foi demonstrada a segurança de seu uso (Can J Physiol Pharmacol. 2007 Sep;85(9):943-51).

Em 2008, mais um novo estudo confirmou que o ‘extrato bioativo de Whey’ combate a psoríase. Os indivíduos que consumiram o extrato experimentaram uma significativa diminuição da sensação de coceira, uma melhoria na qualidade de vida e diminuição da gravidade da doença (Altern Med Rev. 2008 Jun;13(2):145-52). Estes pacientes eram afetados pela psoríase por aproximadamente 4 à 15% da área de superfície corporal.

Portanto, verificam-se vários estudos científicos confirmando vez após vez o uso do Extrato Bioativo de Whey para psoríase, fato que deve, evidentemente, ser levado em conta no tratamento de pacientes com esta patologia.

A suplementação de qualquer nutriente, substância ou vitamina com o fim de tratamento deve ser sob acompanhamento médico ou de um nutricionista, para evitar efeitos adversos prejudiciais à saúde.

Agende sua consulta!

* Este extrato BSWE NÃO é o mesmo alimento denominado de ‘Whey Protein’, são substâncias distintas com resultados diferentes para a saúde.

Referências:

1. Altern Med Rev. 2008 Jun;13(2):145-52
2. J Cutan Med Surg. 2005 Dec;9(6):271-5
3. Can J Physiol Pharmacol. 2007 Sep;85(9):943-51
4. J Cutan Med Surg. 2006 Sep;10(5):241-8


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