Tratamento Câncer colorretal

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Tratamento para Asma e Alergias

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Dr. Julio Caleiro – nutricionista.

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A qualidade anti-inflamatória da vitamina D explica a sua associação com a prevenção e o tratamento da asma e das reações alérgicas. Além disso, ela foi considerada uma ótima adição aos tratamentos com base em esteroides para os asmáticos que não respondem bem aos inaladores de esteroide tradicionais ou aos comprimidos. Quando a vitamina D é adicionada ao regime de esteróides desses pacientes, o sistema imunológico responde com a sintetização pelas células T de uma molécula chamada IL-10. Essa molécula, que age como um sinal, pode inibir as respostas imunes que causam os sintomas de alergia e da asma.

• Dr. Michael Holick, médico Phd, professor de medicina, fisiologia e nutrição no Centro Médico da Universidade de Boston e na Tufts University; preside o Programa de Pesquisa Humana da NASA; possui título de melhor médico dos EUA 2011/2012; melhor endocrinologista em 2011; autor de mais de 400 artigos científicos sobre fisiologia bioquímica, metabolismo, fotobiologia da vitamina D.

Referências:
1. Ginde AA, Mansback JM, Camargo CA Jr. “Assotiation between serum 25-hydroxyvitamin D level and upper respiratory tract infection in the Third National Health and Nutrition Examination Survey”. Archives of Internal Medicine 2009 Feb 23, 169 (4): 384-90.
2. The Journal of Clinical Investigation, Dec. 8, 2005. King’s College London

DISPLASIA CERVICAL E CÂNCER! TRATAMENTO ALTERNATIVO

Publicado em 13 de Fevereiro de 2019 – São Sebastião do Paraíso -MG.

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By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

A displasia cervical é o crescimento anormal das células que revestem a superfície do colo do útero. Geralmente é causada pelo papilomavírus humano (HPV). Uma pequena porcentagem de mulheres diagnosticadas com displasia cervical desenvolverá câncer do colo do útero, que é um dos cânceres mais evitáveis.

Intervenções integrativas como folato e extrato de chá verde podem ajudar a reduzir o risco de displasia cervical e câncer cervical.

Fatores de Risco para o Desenvolvimento da Displasia Cervical

  • Infecção por HPV, uma infecção sexualmente transmissível encontrada com mais frequência em adolescentes e mulheres na faixa dos 20 anos
  • Contraceptivos orais por mais de cinco anos
  • Três ou mais gestações a termo e ter a primeira gravidez a termo antes dos 17 anos

Teste para Displasia Cervical

  • Teste de Papanicolaou: um procedimento que envolve a remoção de uma pequena amostra de células cervicais, a cada três anos, para idades entre 21 e 29 anos, a cada cinco anos, para idades entre 30 e 65 anos.
  • Teste de HPV: a cada cinco anos para as idades de 30‒65

TRATAMENTO ALTERNATIVO EFICAZ!

Diindolilmetano (DIM) e Indole-3-Carbinol (I3C)

O diindolilmetano (DIM) é um composto derivado da digestão do indole-3-carbinol (I3C), uma pequena quantidade da qual está presente em vegetais crucíferos, como brócolis, couve de Bruxelas, repolho e couve. DIM parece inibir ou impedir a progressão da displasia cervical para o câncer cervical (Sepkovic 2012; Sepkovic 2009; Higdon 2007).

Um estudo randomizado controlado tratou 30 mulheres com NIC II ou III comprovada por biópsia com placebo ou I3C  por 12 semanas. Se NIC persistente foi diagnosticada por biópsia cervical no final do estudo, um procedimento LEEP foi realizado no colo do útero. Os pesquisadores descobriram que nenhum dos pacientes no grupo placebo teve regressão completa da NIC. Em contraste, pacientes que fizeram o tratamento alternativo tiveram regressão completa. (Bell 2000).

Um estudo com camundongos foi conduzido para determinar se o desenvolvimento do câncer cervical poderia ser inibido pelo DIM. Os ratos eram uma estirpe criada para aumentar a susceptibilidade ao câncer; eles foram implantados com pastilhas de estrogênio para estimular o crescimento do câncer. Cerca de metade dos ratos foram alimentados com uma dieta normal e a outra metade foi alimentada com uma dieta suplementada com DIM durante 12 semanas. Os pesquisadores descobriram que o DIM atrasou ou inibiu a progressão da displasia cervical para o câncer do colo do útero (Sepkovic 2009). Outro estudo de DIM foi realizado em camundongos e três linhas celulares de câncer cervical. Os pesquisadores descobriram que o DIM poderia destruir as células cancerígenas do colo do útero tanto em camundongos quanto em culturas de células (Chen, 2001).

Vitamina D e Cálcio

Vários estudos relataram que a vitamina D melhora a resposta imunológica, ajuda a controlar a inflamação e pode ajudar o corpo a combater infecções (ACS 2013a; Bartley 2010; Van Belle 2011; Sun 2010). Os pesquisadores avaliaram 405 mulheres, 333 com câncer invasivo do colo do útero e 72 com NIC III, e as compararam com 2025 mulheres saudáveis ​​de mesma idade. Eles descobriram que as mulheres que tinham uma dieta rica em leite, iogurte e peixe eram muito menos propensas a ter câncer invasivo, enquanto as mulheres cuja dieta era rica em tofu e vegetais de folhas verdes tinham um risco moderadamente diminuído de NIC III. Esses pesquisadores concluíram que a ingestão mais alta de cálcio e vitamina D na dieta estava associada ao menor risco de câncer do colo do útero entre esse grupo de mulheres (Hosono 2010).

Selênio e Zinco

Um estudo de mulheres coreanas com displasia cervical e câncer cervical avaliou os níveis séricos de selênio e zinco. Entre o grupo de estudo, 28 tiveram NIC e 36 tiveram câncer cervical invasivo. Essas mulheres foram comparadas a 44 mulheres saudáveis. Mulheres com NIC ou câncer tiveram níveis significativamente mais baixos no grupo de selênio e zinco (Kim, 2003).

Em outro estudo, descobriu-se que 37 mulheres com câncer de colo do útero tinham menores concentrações séricas de selênio do que um grupo controle de mulheres saudáveis ​​(Sundström, 1984). Em um estudo que comparou 266 mulheres com câncer do colo do útero com 408 controles, as mulheres com maior ingestão dietética de selênio tiveram um risco ligeiramente reduzido de câncer do colo do útero (Slattery, 1990).


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Referências:

  • NO CORPO DO TEXTO

 

Câncer! Os melhores Ativos Naturais em altas doses para regredir o Câncer Colorretal!

Publicado em 13 de Fevereiro de 2019 – São Sebastião do Paraíso -MG

 

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By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionsita

O câncer colorretal continua sendo a segunda causa mais comum de morte por câncer nos Estados Unidos, embora cerca de 70% dos casos possam ser evitados através de modificações moderadas na dieta e no estilo de vida (Anand 2008; Thompson 2011).

A taxa de mortalidade por câncer colorretal tem declinado consistentemente nas últimas décadas devido, em grande parte, à maior precisão das técnicas de detecção precoce, como a colonoscopia. No entanto, as perspectivas para pacientes com câncer de cólon diminuem rapidamente se o câncer tiver metastizado para outros órgãos ou gânglios linfáticos antes da detecção. Abaixo os 3 ativos naturais que possuem efeitos espetaculares para esse tipo de câncer.

PSK

O PSK é um complexo de polissacarídeos de cogumelos usado mais comumente em outros países, como o Japão e a Austrália, para suporte imunológico no tratamento do câncer. A PSK pura não pode ser obtida nos Estados Unidos, mas um cogumelo específico prescrito no tratamento pelo (Dr. Júlio Caleiro em tratamento) é rico neste polissacarídeo e é frequentemente substituído. Muitos cogumelos têm algumas propriedades imunológicas, mas o PSK também pode suprimir a ativação do NF-kB, reduzindo assim a expressão de centenas de genes pró-cancerígenos (Yamashita 2007).

Uma revisão de três ensaios clínicos em pacientes submetidos a cirurgia e quimioterapia para o câncer de cólon mostrou que a sobrevida global foi melhorada em 29% com a adição de PSK (Sakamoto, Morita 2006).

Um grupo de pacientes com câncer de cólon foram randomizados para receber quimioterapia ou quimioterapia mais PSK, que foi tomada por dois anos. O grupo que recebeu o PSK teve uma sobrevida excepcional de 10 anos de 82%! O grupo que recebeu quimioterapia sozinho teve uma sobrevida de 10 anos e de apenas 51% (Sakai 2008). Em um estudo semelhante publicado no British Journal of Cancer em 2004, os pacientes com câncer de cólon receberam quimioterapia sozinha ou combinada com PSK em altíssimas doses por dois anos. No grupo com câncer de cólon estágio 3, a sobrevida em cinco anos foi de 75% no grupo PSK. Isto comparado a uma sobrevida de cinco anos de apenas 46% no grupo que recebeu apenas quimioterapia (Ohwada, 2004).

Sulforafano

Sulforafano é um composto que é encontrado em vegetais crucíferos, como brócolis e couve. Melhora a eliminação de substâncias tóxicas pelo fígado. Também pode ter um papel mais direto em impedir o crescimento de cânceres, incluindo câncer colorretal, através da reativação de genes supressores de tumor que foram anteriormente silenciados (Myzak 2006; Dashwood 2007).

Sulforafano inibiu a formação de tumores do cólon em um modelo animal (Myzak 2006). Também é capaz de induzir apoptose em células de câncer de cólon com capacidade de apoptose prejudicada (Rudolf 2011). Porém deve ser tomado juntamente com uma dieta específica para os pacientes, o uso dos alimentos citados tem quantidades muito pequenas, e deve ser oferecidos em doses elevadas por suplementação.

O sulforafano parece proteger as células normais do cólon enquanto estimula a autodestruição das células cancerígenas do cólon (Reuter, 2008). Quando adicionado à oxaliplatina, o sulforafano melhorou a capacidade do fármaco para matar as células do câncer do cólon (Kaminski 2011).

Em um estudo, o sulforafano era sinérgico ao indol-3-carbinol, outro composto de vegetais crucíferos. Juntos, os compostos resultaram em maior toxicidade para as células cancerígenas do cólon do que qualquer composto isolado (Pappa 2007).

Resveratrol

O resveratrol é um polifenol encontrado em uvas, amendoim e amoras. O resveratrol suprime a colite e colite associada ao câncer de cólon em camundongos (Cui 2010). O pó de uva e o resveratrol inibiram a via cancerígena Wnt na mucosa do cólon normal (Hope 2008; Nguyen 2009). O resveratrol também inibe a enzima COX-2, suprimindo a inflamação (Zykova 2008). O resveratrol também pode sinergizar com o butirato no cólon (Wolter 2002).

O resveratrol demonstrou diminuir a formação de criptas aberrantes (Tessitore 2000; Sengottuvelan 2006) e a formação de adenoma (Schneider 2001) bem como induzir a apoptose de células de câncer de cólon (Mahyar-Roemer 2002; Vanamala 2011).

Um pequeno estudo de vinte pacientes agendados para ressecção do cólon para remover malignidade mostrou que uma dose pequena ao dia durante por oito dias antes da cirurgia resultou em níveis adequados de resveratrol nos tumores para ter efeitos biológicos. Isto foi particularmente verdadeiro para os tumores do lado direito (proximal) (Patel 2010).

O resveratrol também pode aumentar a sensibilidade das células cancerígenas do cólon aos efeitos mortais da quimioterapia (Santandreu 2011). As dosagens para tratamento em 2 meses para regredir tumores são elevadas na forma mais ativa do suplemento. Agende sua consulta ou receba seu tratamento pelos contatos abaixo.

 


 

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Referências:

  • No corpo do texto.

Distrofias Musculares e o “milagroso efeito” da Taurina e Creatina!

Publicado em 13 de Fevereiro de 2019 – São Sebastião do Paraíso -MG

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By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

 

O composto orgânico taurina é distribuído por todo o corpo e é especialmente abundante no músculo esquelético, onde funciona como um antioxidante e é essencial para o crescimento e função celular (Silva 2011). De fato, os ratos geneticamente propensos à deficiência de taurina apresentam desenvolvimento muscular incompleto e anormal e diminuição da capacidade de exercício (Miyazaki 2013). Além disso, evidências de um experimento com animais mostram que a suplementação de taurina melhora o desempenho muscular e protege contra danos durante a estimulação elétrica (Goodman 2009).

Alguns estudos em animais sugerem que a taurina pode conferir benefícios na distrofia muscular. Em um modelo animal, camundongos com distrofia muscular receberam glicocorticoide (prednisolona) ou taurina isoladamente ou em combinação por 4 a 8 semanas. Enquanto ambos os tratamentos melhoraram as medidas funcionais de saúde muscular, o tratamento combinado com ambos os compostos agiu sinergicamente para aumentar a melhora funcional além do que foi alcançado com qualquer um isoladamente (Cozzoli 2011). Outro modelo de estudo com rato com distrofia muscular descobriu que a suplementação de taurina compensava os efeitos negativos do exercício excessivo ao longo de 4-8 semanas (De Luca 2003).

Em um pequeno ensaio em humanos em nove pacientes com distrofia miotônica, a administração de taurina levou a uma melhora significativa na miotonia e melhorou a função das membranas das células musculares. Os pesquisadores não observaram efeitos colaterais significativos do tratamento com taurina (Durelli, 1983).

Creatina  – Muito usada como suplemento por atletas para aumentar a força, a resistência e a recuperação muscular após o exercício, a creatina também pode beneficiar pessoas com as distrofias musculars. A creatina é um composto semelhante a um aminoácido natural que ajuda a fornecer energia para as células musculares. Evidências sugerem que ela tem efeitos musculoesqueléticos e neuroprotetores (Pearlman 2006; Radley 2007; Tarnopolsky 2011). Quando a creatina é metabolizada pelo organismo, ela entra nas células musculares e promove a síntese protéica e reduz a quebra de proteínas (Hespel 2001; Persky 2001). Além disso, funciona como um antioxidante e ativa as células-tronco em músculos que têm a capacidade de se auto-renovar e contribuem para a regeneração após lesões e danos (Tarnopolsky 2011; Relaix 2012).

Um ensaio clínico no qual a creatina monohidratada em doses individualizada foi administrada a meninos com DMD por 4 meses encontrou um aumento na massa livre de gordura e na força de preensão manual, que ocorreu independentemente do uso de esteróides (Radley 2007). Outro estudo que analisou pacientes com DMD e DMO relatou que a suplementação de creatina por 3 meses quase dobrou o tempo que levou para os sujeitos se cansarem (Pearlman 2006). A suplementação foi bem tolerada em crianças e adultos, e os benefícios também se estenderam a pacientes em tratamento com corticosteróides (Tarnopolsky 2011). Em outro ensaio clínico, crianças e adultos com distrofia muscular receberam creatina nas doses elevadas ao dia, respectivamente, por 8 semanas. O tratamento foi bem tolerado e os pesquisadores relataram uma melhora modesta na força muscular e nas atividades do dia-a-dia. Os benefícios foram evidentes em todos os tipos de distrofia muscular estudados, que incluíam DMD, BMD, FHMD e LGMD (Walter 2000). Um estudo que empregou métodos tecnologicamente avançados para monitorar a fisiologia muscular em crianças com DMD descobriu que a suplementação diária de creatina por 8 semanas levou ao aumento do metabolismo de energia celular; o efeito foi mais pronunciado em indivíduos com menos de 7 anos de idade (Banerjee 2010). 


Referências:

  • No corpo do Texto.

Os 3 melhores ativos para tratamento da ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA!

Publicado em 12 de Fevereiro de 2019 – São Sebastião do Paraíso -MG


 

 

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By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

O chá verde contém altas concentrações de catequinas, flavonóides com fortes propriedades antioxidantes (Hu 2002). Extrato de chá verde tem demonstrado ter propriedades anti-inflamatórias também (Hong 2000). Uma dessas catequinas conhecida como epigalocatequina-3-galato (EGCG) é de particular interesse no contexto da ELA. EGCG em altas doses e outras catequinas podem ser capazes de proteger os neurônios de uma variedade de doenças (Mandel 2008). Descobriu-se que o EGCG protege culturas de neurônios motores da morte devido a níveis excessivos de glutamato (Yu 2010). Os neurônios motores também podem ser protegidos da disfunção mitocondrial com a adição de EGCG em cultura (Schroeder 2009). O EGCG também pode se ligar e inativar o ferro, o que pode ajudar a proteger os neurônios motores dos efeitos da ELA (Benkler 2010).  O tratamento deve ser feito com EGCG puro e em doses muito elevadas, o uso do chá verde em pacientes com ELA inicial ou avançado não surte efeitos esperados de regressão sintomática.

Pycnogenol® é um extrato de casca de pinheiro marinho que inclui procianidinas e ácidos fenólicos (Packer 1999). Mostrou-se que possui propriedades antioxidantes (Packer 1999), bem como efeitos protetores contra a excitotoxicidade do glutamato (Kobayashi, 2000). Pycnogenol® é uma opção comum de terapia complementar entre pacientes com ELA (Cameron 2002). Além disso, pycnogenol® aumentou os níveis de SOD produzidos em um estudo com animais (Kolacek 2010). Porém as doses devem ser dadas várias vezes ao dia em doses alevadas.

O resveratrol é um poderoso antioxidante encontrado em peles de uva vermelha e knotweed japonês ( Polygonum cuspidatum). Verificou-se que o resveratrol suprime o influxo de íons excitatórios em alguns tipos de células, o que está associado à redução da toxicidade celular induzida por glutamato (Wu 2003). Outra maneira pela qual o resveratrol pode ter como alvo as doenças neurodegenerativas é reduzir o estresse oxidativo, tanto sozinho quanto aumentando a expressão de SIRT1 (Sun 2010), um gene de resposta ao estresse associado à longevidade e proteção contra várias agressões celulares. Embora não se saiba qual o papel desse gene na ELA, o aumento da expressão da SIRT1 por meio da administração do resveratrol na sua formulação mais ativa ajuda a proteger os neurônios motores da ELA na cultura celular (Kim 2007; Wang 2011). Além disso, o resveratrol pode aumentar a atividade da SOD nas células e protegê-las da apoptose e do estresse oxidativo (Yoon 2011). A adição do líquido cefalorraquidiano de pacientes com ELA a culturas de células de neurônios motores de ratos faz com que as células em cultura morram. Um dos aspectos intrigantes do resveratrol é que ele pode proteger as culturas de células de neurônios motores da morte, o que é algo que o riluzole, o único medicamento aprovado pela FDA para ELA, não pode fazer (Yanez 2011). Vale lembrar que as doses do resveratrol bem como dos demais suplementos citados são bem elevadas, e devem ser prescritas juntamente com o protocolo completo e a dieta específica para apresentar os resultados. 


 

Referências no corpo do texto!

Estudos mostram que a Creatina regride sintomas da (Esclerose Lateral Amiotrófica).

Publicado em 12 de Fevereiro de 2019 – São Sebastião do Paraíso – MG

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By, Júlio Caleiro Pimenta – Nutricionista

Creatina  Nas células, a creatina ajuda na formação de adenosina trifosfato (ATP), a principal fonte de energia celular. Em vários estudos com animais, a creatina demonstrou oferecer proteção contra doenças neurodegenerativas.

Por exemplo, foi sugerido que a creatina ajuda a estabilizar as membranas celulares (Persky 2001). A creatina também pode diminuir a carga do excitotoxina glutamato no cérebro, melhorando assim o tempo de sobrevivência em animais com E.L.A (Andreassen 2001a).

Em pacientes humanos com ELA, há evidências que sugerem que a creatina pode melhorar a função mitocondrial (Vielhaber, 2001). Além disso, um pequeno estudo preliminar descobriu que a suplementação de creatina melhora a força muscular em pacientes com ELA (Mazzini 2001). Pesquisas mais recentes confirmaram que a creatina pode proteger os neurônios de processos tóxicos, como aqueles que impulsionam a progressão da ELA, devido às suas propriedades antioxidantes e anti-excitotóxicas, foi demonstrada ter um efeito terapêutico significativo em modelos de ratos com E.L.A, e também em humanos. (Klopstock 2011; Beal 2011), (Pastula 2010). A creatina pode atravessar a barreira hemato-encefálica e ter acesso ao cérebro, um tratamento que reduz os níveis de glutamato no líquido cefalorraquidiano, o que pode ajudar a proteger o cérebro (Atassi, 2010).

No entanto para o tratamento ser eficaz sugere que o indivíduo faça o protocolo correto com as doses elevadas, para que os efeitos apareçam num tempo curto de tratamento. O paciente também poderá ter o acesso ao protocolo completo de tratamento para E.L.A que envolve uma dezena de suplementos de vitaminas, minerais e outros ativos que foram testados em estudos.

Para receber o protocolo de tratamento entre em contato no email ou telefones abaixo:


 

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Referências – NO CORPO DO TEXTO.