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TRATO RESPIRATÓRIO

Tratamento EFICAZ para ASMA E ALERGIAS.

By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

A qualidade anti-inflamatória da vitamina D explica a sua associação com a prevenção e o tratamento da asma e das reações alérgicas. Além disso, ela foi considerada uma ótima adição aos tratamentos com base em esteróides para os asmáticos que não respondem bem aos inaladores de esteróide tradicionais ou aos comprimidos. Quando a vitamina D é adicionada ao regime de esteróides desses pacientes, o sistema imunológico responde com a sintetização pelas células T de uma molécula chamada IL-10. Essa molécula, que age como um sinal, pode inibir as respostas imunes que causam os sintomas de alergia e da asma.

• Dr. Michael Holick, médico Phd, professor de medicina, fisiologia e nutrição no Centro Médico da Universidade de Boston e na Tufts University; preside o Programa de Pesquisa Humana da NASA; possui título de melhor médico dos EUA 2011/2012; melhor endocrinologista em 2011; autor de mais de 400 artigos científicos sobre fisiologia bioquímica, metabolismo, fotobiologia da vitamina D.

Referências:
1. Ginde AA, Mansback JM, Camargo CA Jr. “Assotiation between serum 25-hydroxyvitamin D level and upper respiratory tract infection in the Third National Health and Nutrition Examination Survey”. Archives of Internal Medicine 2009 Feb 23, 169 (4): 384-90.
2. The Journal of Clinical Investigation, Dec. 8, 2005. King’s College London

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Como eliminar a HALITOSE (mau hálito) de maneira natural?

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

O mau hálito pode ser um sinal de deterioração da saúde oral. A boca possui mais de 10 bilhões de bactérias, que lutam constantemente para sobrevivência em cada parte da boca. Nesta constante disputa por território, as bactérias produzem substancias que são como armas naturais contra suas concorrentes, e uma das substancias foi dado o nome de BLIS, que é molécula de proteína capaz de matar as bactérias nocivas causadoras de halitose. A bactéria de nome Streptococcus Salivarius (bactéria saudável presente na boca) gera a molécula BLIS, e com isso mostra efeitos muito positivos contra o mau hálito, promovendo a boa saúde da boca, gengiva, dentes, nariz, e ouvidos.

A flora bacteriana do dorso da língua de pessoas que tem mau hálito é diferente daquela de pessoas que não tem mau hálito. Por exemplo, o Strep. Salivarius é uma bactéria típica de pessoas que não tem mau hálito, e é raramente encontrada em pessoas que tem mau hálito.

Isso faz sentido para os dentistas, que sabem que o melhor tratamento para halitose é a diminuição de populações bacterianas, especialmente aquelas sobre a língua, mas o problema é que os germes crescem rapidamente após o tratamento padrão. Um grupo de pesquisa liderado pelo Dr. Tagg (bacteriologista) e seu colega Jeremy P. Burton em “BLIS Technologies Centro de Inovação” na Nova Zelândia conseguiu resultados impressionantes usando BLIS na forma de pastiilhas. Os pesquisadores estudaram 23 pacientes com halitose, dando-lhes todo um programa de três dias usando um produto antibacteriano seguido pelas pastilhas de BLIS e outro grupo com placebo. Mediram os compostos produtores de odor de enxofre no hálito dos pacientes uma semana mais tarde, encontrando que 85% do grupo de BLIS experimentaram reduções substanciais dos químicos nocivos causadores de halitose, contra 30% do grupo de placebo. O grupo BLIS também apresentavam contagens mais baixas de bactérias implicados em halitose comparados com os que receberam placebo. Burton e os investigadores concluíram que “a molécula BLIS pode fornecer uma estratégia eficaz para reduzir a gravidade da halitose.”

Referências:
1. Oral Dis. 2005;11(Suppl 1):29-31.
2. Burton JP, Chilcott CN, Moore CJ, Speiser G, Tagg JR. A Preliminary Study of the Effect of ProbioticStreptococcus salivarius K12 on Oral Malodour Parameters. Journal of Applied Microbiology, Volume 100, Number 4, April 2006, pp 754-764.
3. Burton JP, Wescombe PA, Moore CJ, Chilcott CN,Tagg JR. Safety Assessment of the Oral Cavity ProbioticStreptococcus SalivariusK12. Applied and Environmental Microbiology, Volume 72, Number 4, April 2006 pp 3050-3053
4. Oral Microbiol Immunol. 2009 Apr;24(2):152-61.
5. VERA FANTINATO DAMETTO. Streptococcus Salivarius: Deteccao de Cepas Produtoras de Substancias Semelhantes A Bacteriocina Contra Algumas Bacterias Bucais.. 1987. Tese – Universidade de São Paulo, . Orientador: Flavio Zelante.
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Vitamina D no tratamento de doenças infecciosas e VIROSES

“A existência de receptores de vitamina D nas células imunes explica a influencia da vitamina D em uma variedade de doenças que são consideradas resultantes de infecções específicas. A tuberculose é um exemplo. Na virada do século, foram construídos solários específicos para tratar os pacientes tuberculosos. Sempre reconhecemos que os macrófagos – células do sistema imunológico que matam os germes – ativam a vitamina D. Recentemente, as equipes do Dr. Robert Modlin, na cidade de Los Angeles, revelaram que os macrófagos ativam a vitamina D porque é ela quem estimula a produção de catelicidina – uma proteína que mata, especificamente, agentes infecciosos [vírus, bactérias e fungos] como os da turberculose.” [Essas pequenas proteínas agem como antibióticos naturais contra um amplo espectro de vírus, bactérias e fungos.]

“Só agora começamos a entender a importância da vitamina D na imunidade inata, especialmente contra os agentes infecciosos que contraímos no meio ambiente. Uma pesquisa com mulheres pós-menopausa, que ingeriram uma dose alta de vitamina D por dia, mostrou que elas apresentavam uma redução de 90% nas infecções das vias respiratórias superiores, quando comparadas àquelas que ingeriram uma pequena dose de vitamina D por dia. Essa pesquisa foi confirmada por outros estudos que também observaram redução do risco de infecções das vias respiratórias superiores em adultos com os níveis séricos mais altos de vitamina D circulante. Se aplicarmos essas observações às outras infecções relacionadas, inferimos que a vitamina D pode influenciar a infecção pelo vírus da gripe, que, no momento, circula pelo mundo por meio da nova cepa chamada H1N1, ou gripe suína.”

• Dr. Michael Holick, médico Phd, professor de medicina, fisiologia e nutrição no Centro Médico da Universidade de Boston e na Tufts University; preside o Programa de Pesquisa Humana da NASA; possui título de melhor médico dos EUA 2011/2012; melhor endocrinologista em 2011; autor de mais de 400 artigos científicos sobre fisiologia bioquímica, metabolismo, fotobiologia da vitamina D.

Referências:
1. The Vitamin D Solution: A 3-Step Strategy to Cure Our Most Common Health Problems, Dr. Michael Holick – PhD.
2. Chan TYK. “Vitamin D deficiency and susceptibility to tuberculosis”. Calcified Tissue International 2000; 66 (6): 476-78.
3. Aloia JR, Li-Ng M. “Epidemic influenza and vitamin D”. Epiodemiology and Infection 2007; 12:1-4.
4. Epidemic influenza and vitamin D – Epidemiology and Infection 2006; 134(6): 1129-40.
5. Scientific American Brasil, edição 67, dezembro de 2007.

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Ed;By. Dr. Júlio Caleiro

Resveratrol é capaz de barrar vírus da gripe e mostra-se superior à fármacos antivirais!

De acordo com um relatório no Journal of Infectious Diseases o resveratrol é o princípio ativo encontrado em uvas, vinho, amendoim e outras plantas e tem ações que bloqueia o vírus influenza (gripe). Os investigadores acreditam que composto natural tem vantagens sobre as drogas convêncionais porque tem múltiplos efeitos contra os vírus. As infecções virais envolvem muitos passos, cada um dos quais fornecem uma oportunidade para um tratamento eficaz. Além de criar um montoado de proteínas virais a partir do hospedeiro a ação dos vírus também envia sinais de imuno-supressão para o sistema imunitário do hospedeiro, minando a capacidade de responder adequadamente e então realizar a sua aquisição através de sinais que envia para o centro de comando do anfitrião celular. O Resveratrol funciona interceptando os sinais dos vírus, dificultando a capacidade dos vírus realizar o seu plano predeterminado para fabricar, transportar e montar as proteínas virais prejudiciais ao sistema imune humano.

Os pesquisadores italianos testaram a capacidade do resveratrol contra o vírus da gripe por tratamento na células após a infecção. O efeito antiviral foi de 90%! Para o resveratrol ser eficaz, no entanto teve de ser adicionado às células infectadas seis horas após a infecção e continuou durante um período adicional de 24 horas. Este alerta dos cientistas sobre o resveratrol interferir com o vírus, se refere não no ponto em que ele infecta as células ou em que as proteínas virais são fabricados, mas quando as proteínas seriam montados em novos vírus impedindo então a sua replicação. Assim, a replicação viral foi severamente prejudicada. O resveratrol impede a replicação diminuindo o grau de virulência.

Tendo mostrado que o resveratrol trabalhou nas células a favor do hospedeiro, os investigadores procuraram determinar se o efeito poderia ser duplicado em animais. Quando administrado resveratrol a ratinhos infectados com influenza, a taxa de sobrevivência, normalmente que era de 20% duplicou para 40%. No geral, a quantidade de vírus da gripe em pulmões dos animais foi reduzido de 98% em comparação com o de ratos que receberam placebo.

Procure o médico e ou Nutricionista!
(((Terri Mitchell)))

Referência
* Palamara AT, Nencioni L, Aquilano K, et al. A inibição da replicação do vírus influenza A por resveratrol. J Infect Dis. 2005 15 de Maio; 191 (10) :1719-29.


2 Comentários

  1. Jarnete Ramos disse:

    Minha filha esta fazendo ingles em harvard tem seguro para ser usado caso precise com hospitalizacao e medicos ela pode consultar com o medico de halitose com este convenio?

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