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Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

 

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LDN no tratamento da Esclerose Múltipla: de 40 pacientes tratados, 39 tiveram interrupção da progressão da doença!

maira_gironi

Em 13/01/2014 por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

 Dra. Maira Gironi, médica NEUROLOGISTA e pesquisadora italiana, PhD (doutorado) em neurociência experimental, em um estudo científico, tratou 40 pacientes com Esclerose Múltipla (primária progressiva) com a terapia Low Dose Naltrexone – LDN (BAIXAS DOSES DE NALTREXONA), durante 6 meses.

A médica e pesquisadora Dra Maira Gironi verificou que a terapia LDN é segura e bem tolerada. Os resultados foram surpreendentes, a exceção de um paciente, todos os demais a progressão da doença foi interrompida. Assim, verificou-se que dos 40 pacientes, 39 deles obtiveram melhoras clínicas importantes, com interrupção da progressão da doença.

Considerando este estudo, é de extrema importância que os pacientes com esclerose múltipla considere o uso da terapia LDN com o médico de confiança. Esperar mais o que? Veja, ainda, trecho de aula do médico Dr. Lair Ribeiro (cardiologista e nutrólogo) sobre a terapia LDN em esclerose múltipla:

http://www.youtube.com/watch?v=TOS3uioeTlw

Além disso, entendo que esta terapia LDN deve ser feita conjuntamente com o uso da vitamina D3 (em altas doses) e seus nutrientes sinérgicos, para que a doença não apenas seja paralisada, mas também entre em remissão completa. – Ann Neurol. 2010 Aug;68(2):193-203; Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60;  Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60; Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51.

Referência científica:

Mult Scler. 2008 Sep;14(8):1076-83

O MAL DE PARKINSON PODE SER REGREDIDO COMPLETAMENTE PELA NUTRIÇÃO!


O MAL DE PARKINSON ENTRA EM REGRESSÃO POR COMPLETO COM A NUTRIÇÃO,  RIBOFLAVINA E DIETA!

A cada dia a Nutrição vem crescendo com evidências de pesquisas e trabalhos científicos.

NUTRICIONISTAS procuram tratar seus pacientes a base de Dietas, vitaminas, minerais, aminoácidos, lipídeos e orientação alimentar adentrando no campo da Nutrição Avançada, e buscando alternativas para melhorar e regredir algumas doenças, bem como evitar uma série de patologias que está intimamente relacionado a alimentação. E o tratamento desta vez é para regredir o mal de Parkinson; é o que propõe desde 2003 pesquisadores da UNIFESP num estudo que avaliou  31 pacientes acometidos da doença, e mostrou-se eficiente em mais de 70% na regressão patológica, através de orientação alimentar, aplicação de antioxidante e suplementação de vitamina.  O tratamento consiste em melhorar níveis de ‘Riboflavina’ no sangue e diminuir uma substância química presente nas carnes; química esta responsável por causar danos no cérebro de indivíduos segundo pesquisadores. Por um período curto de tratamento a melhora é perceptível num tempo de 90 dias aproximadamente, onde a coordenação motora bem como outros sintomas que poderão ser regredidos. Em fase inicial o paciente apresenta resultados surpreendentes, podendo voltar até mesmo a uma vida normal! Como relatado alguns casos clínicos e publicado por um dos pesquisdores do estudo.
De acordo com a pesquisa da UNIFESP 2003, é também do conhecimento dos Nutricionistas que a carne produz uma substância chamada ‘hemina’, extremamente tóxica para as células do organismo, originando a síntese de radicais livres deteriorando células nervosas. “Para serem eliminados esses radicais livres, precisam de outra substância chamada ‘glutationa’ um antioxidante potente dependente do selênio. Após a glutationa ser utilizada, só poderá ser recuperada com a “riboflavina”.  A deficiência de glutationa é a primeira alteração neurobioquímica presente nas células do cérebro que entra em degeneração com a doença de ‘Parkinson’. Não se sabe ao certo o mecanismo na qual a substância age inibindo a deterioração, mas sabe que quando aplicada as técnicas acima CITADA, existe uma  regressão da doença de Parkinson em níveis excelente! Um tratamento em parceria com Nutricionista poderá ajudar pacientes a partir de agora a recuperar desta doença.
O acompanhamento com seu neurologista junto com nutricionista apto neste protocolo de tratamento,  são imprescindíveis, e não há necessidade alguma da retirada da medicação convencional até a diminuição ou regressão dos sintomas. Quando melhora os níveis de Riboflavina, bem como da diminuição de síntese de hemina, também da estabilização da glutationa junto com a  dieta específica, a recuperação será inevitável!

Júlio Caleiro

Telefone para contato: 35-3531-8423

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Referências bibliográficas:

1) Guyton AC, Hall JE. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6 ed. Koogan: São Paulo, 1998.
2) http://www.unifesp.br