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DEANNA PROTOCOL – Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

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Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica ( ELA). Uma doença considerada mortal conhecida também por doença de Lou Gehrig. As células nervosas são destruídas predispondo os indivíduos então a perda de controle muscular e força, numa situação mais avançada atingindo a respiração, deglutição e outros sintomas. Atualmente pela medicina convencional não a cura! No entanto novos tratamentos alternativos tem demonstrado diminuir e até mesmo impedir a sua progressão, e em muitos casos entrar em regressão conforme o artigo e vídeo abaixo.

By Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 18 de Janeiro de 2014.

– Para orientação Expressa à distância ou consulta, envia emails para:  juliocaleiro@hotmail.com

Tel – Consultório – 35 3531 8423
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A história de Deanna

O Protocolo Deanna é relativamente desconhecido! Um médico teve sua filha, Deanna acometida de Esclerose Lateral em meados de 2007 e cria então um protocolo suplementar para tratar então sua filha.

Cinco anos atrás , Deanna Tedone Gage estava curtindo a vida e noiva de um jovem advogado, quando seu médico disse que ela não tinha muito tempo de vida. “Ele disse, você tem Esclerose Lateral Amiotrófica! “…Naquele momento eu senti que eu deixei o meu corpo…”, ela lembrou;

Seu pai, Dr. Vincent Tedone Médico, começou então à pesquisar para encontrar então a cura para sua Filha. Ele relata: “…Nós a levamos para todas e várias cidadelas que se especializam em ELA…aqui nos Estados Unidos “, ” E para meu desgosto não havia nada que pudesse ser feito pela minha filha. “.. Nunca fui disposto a aceitar a derrota”…O Dr. Tedone que deixou seu trabalho como um cirurgião para encontrar uma solução para sua filha depois de anos de tentativa e erros, desenvolveu um tratamento que impediu a progressão de ALS em Deanna .

“Eu me chamo a cobaia residente “, Deanna brincou. O principal ingrediente no protocolo Deanna é o suplemento de aumento de energia chamado, AKG ( Alfa Cetoglutarato). ” Então nós colocamos ela no ‘AKG’ como suplemento diário em doses e horários específico conforme o protocolo, “..e logo no primeiro dia de tratamento, seus tremores sumiram, pra mim aquilo era inacreditável”, relata na entrevista concedida à CBN.

Para saber mais sobre o tratamento,  consulte o Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA. O Dr. Júlio vem reunindo as melhores terapias dadas como “ALTERNATIVAS”, e vem apresentando ótimos resultados com seus pacientes.
O Dr. Caleiro, aplica o ‘Protocolo de ‘Deanna’ que além da suplementação de vários outros nutrientes, exige trabalhar os músculos com exercícios aeróbicos e musculação sob indicação dele, (com acompanhamento específico de um professor de Educação Física) além disso a realização  de massagens com óleo de coco, faz parte deste protocolo.

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Referências:

-Dr. Vincent Tedone ; MD.

– Dominique D’Agostino – PhD.

-http://www.cbn.com/cbnnews

Vitamina K2 é nutriente essencial para a saúde cerebral, protegendo neurônios e promovendo a produção de mielina.

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Em 06 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

O cérebro contém uma das mais altas concentrações de vitamina K2 do corpo, depois do pâncreas, gandulas salivares, e esterno (cartilagem que sustenta as costelas). A significativa capacidade da vitamina K2-MK7 (menaquinona) para prevenir os danos dos radicais livres nos neurônios é uma importante razão para o cérebro acumular este nutriente. Estudo científico sugere que tomar vitamina K durante a gravidez pode ajudar a prevenir paralisia cerebral no recém nascido – J Neurosci 2003 Jul 2, 23(13): 5816-26.

Além disso, comprovou-se que a vitamina K2 no cérebro contribui para a produção de mielina. BR J Nutr 1996 Jan, 75(1): 121-27. A mielina é um material isolante que forma uam camada protetora ao redor das células do cérebro e nervos, assim como o revestimento exterior de plástico sobre um fio elétrico. A esclerose múltipla é uma condição em que a mielina no cérebro e medula espinhal ficam danificadas. Isso pode eventualmente afetar todo o corpo, tais como perda de coordenação e controle muscular, dormência, visão turva e muito mais.

Tomar vitamina k2 ajuda a prevenir Esclerose Múltipla? Animais não desenvolvem Esclerose Múltipla, porém, uma pesquisa concentrou se em uma doença semelhante em animais, chamada encefalomielite autoimune experimental. Esta doença é um modelo animal amplamente aceita de esclerose múltipla. Verificaram que a vitamina k2 reduziu significativamente a severidade da esclerose múltipla, quando feita a suplementação antes do aparecimento dos sintomas – J Neuroimmunol 2005 Dec 30, 170 (1-2): 11-20.

Entre as formas da vitamina K, vale a pena informar que a forma predominante no cérebro é a vitamina k2 (e não a k1). O cérebro acumula preferencialmente mais de 6 vezes a quantidade de vitamina k2 do que vitamina k1 – Br J Nutr 1996, 75: 121-27.

Assim, considerando a prevalência de k2 no cérebro, e as condições mentais e neurológicas implicadas em sua deficiência, e a proteção que este nutriente oferece, é preciso procurar atender as necessidades do nosso cérebro para este importante nutriente. Caso contrário, sua deficiência torna-se porta de entrada para inúmeras patologias.

*Este artigo está baseado no livro “Vitamin K2 and the Calcium Paradox” da pesquisadora Dra. Kate Rhéaume-Bleue.

Referências:

  1. J Neurosci 2003 Jul 2, 23(13): 5816-26
  2. BR J Nutr 1996 Jan, 75(1): 121-27
  3. J Neuroimmunol 2005 Dec 30, 170 (1-2): 11-20
  4. Br J Nutr 1996, 75: 121-27.

As doenças autoimunes nascem no intestino, segundo a médica neurologista Dra. Natasha Campbell-McBride.

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Em 22 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 35318423.

Você tem anticorpos naturais contra praticamente todas as doenças autoimunes. A Dra. Natasha Campbell-McBride, médica neurologista russa, explica que:

 “O que as pessoas tem que entender é que todos nós, 100% dos seres humanos, temos em nossos corpos, anticorpos para lidar com a esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, artrite reumatóide, osteoartrite, lúpus ou qualquer outra condição autoimune.”

O médico Joseph Mercola diz que:

“Tudo começa no útero. Assim que o timo do bebe se desenvolve, as proteínas que flutuam próximos da corrente sanguínea, que é compartilhado entre a mãe e o bebe, começam a educar o sistema imunológico do bebe, e alocar uma célula de resposta específica para cada proteína encontrada. Doenças autoimunes se desenvolvem quando o sistema imunológico ataca tecidos próprios ou proteínas do seu corpo, porque eles foram contaminados por toxinas ou alguma outra influencia ambiental. E lembre-se esse desequilíbrio, essa influencia tóxica, se origina de seus sistema digestivo ou  na parede do intestino.”

A Dra. McBride continua informando que:

“A autoimunidade nasce no intestino, isso é de onde vem – da sua parede do intestino. Isso acontece porque a sua flora intestinal é anormal. A fim de curar QUALQUER CONDIÇÃO AUTOIMUNE, quer se trate de esclerose múltilpla, artrite reumatóide, osteroartrite, lúpus, alopecia, psoríase, ou qualquer coisa que tem um componente autoimune, você tem que se concentrar na cura e selando seu intestino alinhado com um protocolo nutricional. E você tem que se concentrar em normalizar sua flora intestinal. Você tem que expulsar os agentes patogênicos da flora intestinal e substituí-los com a flora benéfica. Em seguida, um monte de cura vai acontecer. Infelizmente, a medicina convencional é em grande parte ignorante sobre esta pesquisa, e não vê as doenças autoimunes como distúrbios digestivos.”

É sabido que metais pesados como o mercúrio simula no organismo sintomas iguais aos da Esclerose Lateral Amiotrófica. Segundo um estudo científico, verificou-se que um homem de 54 anos de idade, tinha uma síndrome semelhante a esclerose lateral amiotrófica, após uma breve, mas intensa exposição ao mercúrio elementar. A síndrome foi resolvida quando seus níveis de mercúrio urinário caíram (JAMA. 1983 05 de agosto, 250 (5) :642-3.)

Assim, verifica-se o quão importante é uma terapia nutricional visando a detoxificação do organismo, colocando em níveis ótimos o funcionamento e a saúde de todo o sistema digestivo, por meio da nutrição funcional. Por isso que um tratamento para doenças autoimunes que NÃO promova a limpeza geral do organismo de toxinas e melhora do sistema digestivo (ex: função/saúde intestinal), acaba sendo ineficiente.

Veja os depoimentos de pacientes que aplicaram a terapia nutricional para o tratamento de doenças autoimunes:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/depoimentos-tratamento-dr-julio-caleiro/

Referências:

1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/05/12/dr-campbell-mcbride-on-gaps.aspx

2. Adams CR, Ziegler DK, Lin JT.  JAMA. 1983 05 de agosto, 250 (5) :642-3.

Vitamina D e Acetyl-L-carnitine podem retardar a progressão da ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

By Ed. Dr. Júlio Caleiro – PARA UMA ORIENTAÇÃO EXPRESSA ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com TEL CONSULTÓRIO 35- 3531-8423

 

Medula Anterior ELA

Vitamina D pode retardar a progressão da ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA.

A patogênese da esclerose lateral amiotrófica (ELA) é multifatorial, e um tratamento que visa apenas somente UM aspecto da doença é pouco provável que seja benéfica. A vitamina D é segura e PODE RETARDAR A PROGRESSÃO DA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA, agindo sobre diversos aspectos da doença. Neste artigo, foi explicado como a vitamina D pode promover a regeneração axonal e retardar a progressão da ELA. Além disso, discutiu-se como a vitamina D pode aumentar a proteína de ligação ao cálcio em células de neurônios motores, que conferem uma maior resistência ao processo de doença subjacente, como visto no nervo oculomotor e núcleo Onuf. Finalmente, mostrando que a vitamina D tem um papel imunomodulador, diminuindo a gliose (Gliose – é uma alteração da substância branca do cérebro evidenciada na ressonância magnética por lesões hiperintensas, esbranquiçadas) reativa em E.L.A.

Para mais informações sobre a ação da vitamina D no tratamento da E.L.A sugiro a leitura da matéria abaixo:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/05/02/vitamina-d-tem-efeito-importante-no-tratamento-da-esclerose-lateral-amiotrofica-ela/

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Acetil-L-carnitina tem sido mostrado melhorar a função mitocondrial, quem em pacientes acometidos de E.L.A é de prioridade melhorar este mecanismo celular. (Carta de 1993; Virmani 2002; Jin 2008). O Acetil-L-carnitina parece aumentar o crescimento e reparação de neurônios (Wilson, 2010; Kokkalis 2009); enquanto protege os neurônios de elevados níveis de glutamato, quando combinado com o ácido lipóico (Babu 2009). O Acetil-L-carnitina também protege culturas de células neuronais de excitotoxicidade, um dos possíveis mecanismos da doença na E.L.A (Bigini 2002); também foi encontrada em reduzir a degeneração neuromuscular e aumentar a vida útil em modelos animais de E.L.A, evitando assim a progressão acentuada da doença, (Kira 2006). Em um estudo em animais, os efeitos do acetil-L-carnitina foram aumentadas quando administrada em conjunto com o ácido lipóico (Hagen). Ambos os compostos, devem ser prescritos por profissionais de saúde, e que tenha acesso às doses corretas para cada caso.
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Referências:

Med Hypotheses. 2011 May;76(5):643-5. doi: 10.1016/j.mehy.2011.01.021.
Karam C, Scelsa SN.
Source

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Albert Einstein College of Medicine, Beth Israel Medical Center, 10 Union Square East, New York, NY 10003, USA. chafickaram@hotmail.com
Copyright © 2011 Elsevier Ltd. Todos os direitos reservados.

Vitamina D e Acetyl-L-carnitine podem retardar a progressão da ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

By Ed. Dr. Júlio Caleiro – PARA UMA ORIENTAÇÃO EXPRESSA ENVIA EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com TEL CONSULTÓRIO 35- 3531-8423

Medula Anterior ELA

Vitamina D pode retardar a progressão da ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA.

A patogênese da esclerose lateral amiotrófica (ELA) é multifatorial, e um tratamento que visa apenas somente UM aspecto da doença é pouco provável que seja benéfica. A vitamina D é segura e PODE RETARDAR A PROGRESSÃO DA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA, agindo sobre diversos aspectos da doença. Neste artigo, foi explicado como a vitamina D pode promover a regeneração axonal e retardar a progressão da ELA. Além disso, discutiu-se como a vitamina D pode aumentar a proteína de ligação ao cálcio em células de neurônios motores, que conferem uma maior resistência ao processo de doença subjacente, como visto no nervo oculomotor e núcleo Onuf. Finalmente, mostrando que a vitamina D tem um papel imunomodulador, diminuindo a gliose (Gliose – é uma alteração da substância branca do cérebro evidenciada na ressonância magnética por lesões hiperintensas, esbranquiçadas) reativa em E.L.A.

Para mais informações sobre a ação da vitamina D no tratamento da E.L.A sugiro a leitura da matéria abaixo:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/05/02/vitamina-d-tem-efeito-importante-no-tratamento-da-esclerose-lateral-amiotrofica-ela/
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Acetil-L-carnitina tem sido mostrado melhorar a função mitocondrial, quem em pacientes acometidos de E.L.A é de prioridade melhorar este mecanismo celular. (Carta de 1993; Virmani 2002; Jin 2008). O Acetil-L-carnitina parece aumentar o crescimento e reparação de neurônios (Wilson, 2010; Kokkalis 2009); enquanto protege os neurônios de elevados níveis de glutamato, quando combinado com o ácido lipóico (Babu 2009). O Acetil-L-carnitina também protege culturas de células neuronais de excitotoxicidade, um dos possíveis mecanismos da doença na E.L.A (Bigini 2002); também foi encontrada em reduzir a degeneração neuromuscular e aumentar a vida útil em modelos animais de E.L.A, evitando assim a progressão acentuada da doença, (Kira 2006). Em um estudo em animais, os efeitos do acetil-L-carnitina foram aumentadas quando administrada em conjunto com o ácido lipóico (Hagen). Ambos os compostos, devem ser prescritos por profissionais de saúde, e que tenha acesso às doses corretas para cada caso.
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Referências:

Med Hypotheses. 2011 May;76(5):643-5. doi: 10.1016/j.mehy.2011.01.021.
Karam C, Scelsa SN.
Source

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Albert Einstein College of Medicine, Beth Israel Medical Center, 10 Union Square East, New York, NY 10003, USA. chafickaram@hotmail.com
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Altas doses de vitamina B12 melhoram resposta muscular em pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica

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PARA “INDICAÇÃO EXPRESSA” ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com – CONSULTÓRIO – 35-3531-8423

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A metilcobalamina é a forma ativa da vitamina B12, a qual apresenta importante função neurológica. Em estudos com animais, ficou comprovado que doses elevadas de metilcobalamina são eficazes na regeneração neuronal, e sem apresentar nenhuma toxidade. A investigação mostra que a forma ativa da vitamina B12 tem a capacidade única de provocar a regeneração de nervos, sem efeitos colaterais adversos, algo que interessa muito o paciente com Esclerose Lateral Amiotrófica. Isso ocorre porque a vitamina B12 facilita o processo de metilação que cria e mantém os nervos e as substâncias cerebrais.

As pesquisas mostram que a falta ou deficiência da vitamina B12 causa a degeneração do cérebro e da medula espinhal, uma condição conhecida como degeneração subaguda combinada. Nesta doença, os nervos perdem o seu isolamento e começam a se deteriorar. Este processo, conhecido como desmielinização, ocorre em outras doenças neurológica tais como a esclerose múltipla e polineuropatia desmielinizante inflamatória crônica.

Em um estudo, pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica ingeriram uma alta dose de vitamina B12 (metilcobalamina). Sabe-se que nesta doença os neurônicos que controlam os movimentos musculares se deterioram. Após um mês de tratamento com a vitamina B12, observou-se que os pacientes apresentaram uma melhor resposta muscular, resultado muito importante nesta natureza de patologia.

Logo, em vista das evidências científicas acima, é importante considerar o uso da vitamina B12, em sua forma ativa, no tratamento de pacientes com ELA.

Assim, realize o tratamento de saúde com base nos princípios da nutrição funcional. Informo que pela nutrição funcional, a vitamina B12 é uma das colaboradoras no tratamento do paciente com ELA, eis que, além dela, a vitamina D3 pode ser considerada outra aliada, conforme pode ser lido na matéria no link abaixo: https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/05/02/vitamina-d-tem-efeito-importante-no-tratamento-da-esclerose-lateral-amiotrofica-ela/

Agende sua consulta e faça uso dos princípios da nutrição funcional em seu tratamento de saúde!

ATENÇÃO!

A dose de Metilcobalamina deve ser ajustada juntamente com outros suplementos para real efeito na patologia. A dose é individualizada, pois leva-se em consideração o peso, nível patológico, medicações convencionais (evitar efeitos adversos), idade, e o horário correto de aplicação.  A forma de aplicação também é outro fator, portanto não tome METILCOBALAMINA SEM ORIENTAÇÃO DO SEU MÉDICO OU NUTRICIONISTA, pode ser perigoso para sua saúde.

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Referências:
1. Kaji R, et al. 1998. Effect of ultra high-dose methylcobalamin on compound muscle action potentials in amyotrophic lateral sclerosis: a double-blind controlled study. Muscle Nerve 21:1775-8.
2. Izumi Y and Kaji R. [Clinical trials of ultra-high-dose methylcobalamin in ALS]. Brain Nerve. 2007 Oct;59(10):1141-7.
3. Ganji V and Kafal MR. Population prevalence, attributable risk, and attributable risk percentage for high methylmalonic acid concentrations in the post-folic acid fortification period in the US. Nutrition & Metabolism 2012, 9:2.
4. Leishear K, Lucci F, et al. Vitamin B12 and Homocysteine Levels and 6-Year Change in Peripheral Nerve Function and Neurological Signs. Journal of Gerentology, 2011.
5. Pott JW, Wassink-Ruiter JS, et al. Methylmalonic acid and homocysteine assessment in the detection of vitamin B12 deficiency in patients with bilateral visual loss. Acta Opthamologica, 2012.
6. Moore E, Mander A, et al. Cognitive impairment and vitamin B12: a review. International Psycogeriatrics, 2012.
7. Houston DK, et al. Age-related hearing loss, vitamin B-12, and folate in elderly women. Am J Clin Nutr 69:564-71.
8. Neurology September 9, 2008 vol. 71 no. 11 826-832
9. Neurology September 27, 2011 vol. 77 no. 13 1276-1282
10. http://www.lef.org/magazine/mag2001/jan2001_qanda.html
11. http://www.lef.org/magazine/mag99/aug99-report3.html

Mais estudos comprovam o uso da Vitamina D no tratamento da Esclerose Múltipla

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MULTIPLE-SCLEROSIS_01

Em 16 de março de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Um estudo recente mediu o impacto dos níveis sanguíneos de vitamina D e o risco de surtos em Esclerose Múltipla: para cada aumento de 4ng/ml em 25-hidroxi-vitamin D no sangue, o risco de surtos em Esclerose Múltipla é reduzido em 12%. Os pesquisadores que realizaram este estudo concluíram que: elevando os níveis de vitamina D é possível reduzir pela metade o risco de novos surtos (Simpson 2010).

Células do sistema imune que atacam a bainha de mielina, são reguladas por exposição à vitamina D. Quando estas células agressivas imunitárias, são colhidas diretamente de pacientes com esclerose múltipla e são expostas à forma ativa de vitamina D, as células se dividem e se reproduzem muito mais lentamente, indicando que a vitamina D tem a capacidade de impedir a autoimunidade aberrante, que é a força motriz para o desenvolvimento da Esclerose Múltipla.

No entanto, a vitamina D faz mais do que apenas equilibrar células do sistema imunológico, ela também reforça a proteção de células imunitárias específicas. Explico: as células T-reg são componentes especializadas do sistema imunitário que ajudam a manter a imunidade equilibrada. Se há deficiência de células T-reg no corpo, o sistema imunitário se torna hiperativo, assim como ocorre nas doenças auto-imunes, dentre elas, a esclerose múltipla. A vitamina D aumenta o número de células T-reg, restaurando dessa forma, o equilíbrio de um sistema imunológico hiperativo [agressivo] (Correale 2009).

Neste estudo confirmou-se que a vitamina D [em doses elevadas] em pacientes com esclerose múltipla teve um significativo efeito em reduzir as células agressivas do sistema imunológico, restaurando o seu equilíbrio (Correale 2009).

Mais outra pesquisa científica, foi confirmado que pacientes com Esclerose Múltipla fazendo uso de altas doses de vitamina D apresentaram menos lesões ativas durante o período de 28 semanas (Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51).

Vê-se que diversos são os estudos que apoiam o uso da vitamina D3 no tratamento da Esclerose Múltipla, e doenças autoimunes em geral, eis que esta poderosa vitamina tem a potente função imunomoduladora.

Na esclerose múltipla, que ataca o sistema nervoso, corrigir essa deficiência [da vitamina D] permite que muitos pacientes fiquem livres das manifestações do problema” afirma o médico neurologista Doutor Cícero Galli Coimbra (doutor em Neurologia pela Unifesp e pós doutorado pela Universidade de Lund, Suécia), da Universidade Federal de São Paulo (Revista Saúde, editora Abril, de abril de 2011, página 27).

Dr. Júlio Caleiro, nutricionista, aplica a terapia da vitamina D para pacientes com Esclerose Múltipla obtendo excelentes resultados. Veja os depoimentos dos pacientes no link: https://nutricaobrasil.wordpress.com/depoimentos-tratamento-dr-julio-caleiro/

Assim, ao invés de esperar que os médicos convencionais aceitem o uso da vitamina D para o tratamento de doença autoimune, sugiro que o portador de Esclerose Múltipla inicie este tratamento o mais breve possível, para que a doença não deixe seqüelas irreversíveis. A suplementação nestas circunstâncias são elevadas, logo, é preciso um acompanhamento nutricional ou médico específico nesta terapia especializada [oriunda da nutrição avançada], já que o uso de vitamina D em doses elevadas sem os cuidados necessários podem trazer efeitos adversos. Entre os efeitos adversos, pode ocorrer o aumento da absorção de cálcio sem o correto direcionamento pelo organismo, calcificando órgãos e causando novas e graves doenças, mesmo que isso tenha sido demonstrado ser esporádico na literatura.

Alerto que antes da alta suplementação com vitamina D para fins de tratamento é preciso realização de alguns exames clínicos, bem como uma dieta específica individualizada.

Agende sua consulta e inicie o tratamento pela nutrição avançada!

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Referências:
1. Simpson S Jr. et al. Higher 25-hydroxyvitamin D is associated with lower relapse risk in multiple sclerosis. Ann Neurol. 2010 Aug;68(2):193-203.
2. Correale J et al. Immunomodulatory effects of Vitamin D in multiple sclerosis. Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60.
3. Correale, J., M. C. Ysrraelit, and M. I. Gaitan. “Immunomodulatory Effects of Vitamin D in Multiple Sclerosis.” Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60.
4. lifeextension.com

5. Revista Saúde, editora Abril, de abril de 2011, página 27.
6. Kimball SM. Safety of vitamin D3 in adults with multiple sclerosis. Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51