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Vitamina D é fundamental no tratamento de Esclerose Múltipla

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Em 25 de setembro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Pacientes em estágios iniciais da Esclerose Múltipla, com baixos níveis de vitamina D tiveram uma maior progressão e severidade da doença, de acordo com um novo estudo conduzido pela HARVARD SCHOOL OF PUBLIC HEALTH. O estudo foi publicado dia 20 de janeiro de 2014, no JAMA NEUROLOGY. Os resultados sugerem que pacientes em estágios iniciais de Esclerose Múltipla poderiam afastar os sintomas da doença, aumentando a ingestão de vitamina D.

Como os níveis baixos da vitamina D são comuns e podem ser facilmente e com segurança aumentados com suplementação oral, estes resultados podem contribuir para melhores resultados do tratamento para muitos pacientes com esclerose múltipla, declarou o principal autor Dr. Alberto Ascherio, professor de epidemiologia e nutrição na Harvard School.

A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central. É estimado pela Organização Mundial de Saúde que cerca de 2,5 milhões de pessoas tem Esclerose Múltipla.

Os pesquisadores analisaram dados de 465 pacientes com esclerose múltipla de 18 países europeus, Israel e Canará. Os cientistas analisaram os níveis de vitamina D dos pacientes, que foram medidos no início dos seus sintomas e em intervalos regulares durante um período de 24 meses – correlacionados com os sintomas da doença e progressão ao longo de um período de 5 anos.

Descobriram que em estágio inicial pacientes com esclerose múltipla que tinham níveis adequados de vitamina D tiveram uma taxa 57% menor de novas lesões cerebrais, uma taxa de recidiva de 57% mais baixa, e uma diminuição anual de 25% do volume de lesão do que aqueles com níveis mais baixos de vitamina D. Perda de volume do cérebro também foi menor entre os pacientes com níveis de vitamina D adequados.

A cada momento surgem mais evidências de que a vitamina D é essencial e fundamental no tratamento de pacientes com esclerose múltipla. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento a base de vitamina D maiores são os benefícios e proteção contra a doença. Todavia, a qualquer momento pode ser iniciado este tratamento, já que cada organismo tem suas capacidades próprias de regeneração e regulação.

Referência científica:

Alberto Ascherio, Kassandra L. Munger, Rick White, Karl Köchert, Kelly Claire Simon, Chris H. Polman, Mark S. Freedman, Hans-Peter Hartung, David H. Miller, Xavier Montalbán, Gilles Edan, Frederik Barkhof, Dirk Pleimes, Ernst-Wilhelm Radü, Rupert Sandbrink, Ludwig Kappos, Christoph Pohl. Vitamin D as an Early Predictor of Multiple Sclerosis Activity and Progression. JAMA Neurology, 2014; DOI: 10.1001/jamaneurol.2013.5993

Os efeitos positivos da vitamina D no tratamento de doenças autoimunes, incluindo a esclerose múltipla, são inegáveis, diz o neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra.

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Em 12 de fevereiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Cerca de 70% dos portadores da doença apresentam níveis muito baixos da vitamina, o que pode representar aumento de surtos neurológicos

Médico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com título de especialista em medicina interna e neurologia pela mesma instituição, e em neurologia pediátrica pelo Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami (EUA), Cícero Galli Coimbra – neurologista e professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo – é um dos palestrantes do II Congresso Latino-Americano da World Society of Anti-Aging Medicine (WOSAAM), que acontece entre 19 e 21 de outubro, em São Paulo. Cícero Coimbra vai palestrar sobre o tema ‘Vitamina D: Doenças Autoimunes e Indicações Clínicas Expandidas’.

A vitamina D tem o poder de combater a pressão alta, controlar o peso e afastar o risco de tumores, além de ser essencial para prevenir e cuidar da osteoporose. Mas ela também vem sendo usada para tratar pacientes diagnosticados com esclerose múltipla. Defensor dessa proposta da terapia do uso da vitamina D, o pesquisador esclarece que mais de 800 portadores da doença estão recebendo doses do composto. “Os efeitos positivos da vitamina D no tratamento de doenças autoimunes, incluindo a esclerose múltipla, são inegáveis. Mas as doses de suplementação devem ser definidas individualmente, levando em consideração diversos fatores. Portanto, o tratamento deve ser realizado sempre sob supervisão médica, com o devido acompanhamento laboratorial”, salienta.

Essa terapia não se caracteriza como um tratamento alternativo, mas de reconstituir o mecanismo desenvolvido pela própria natureza, com o objetivo de evitar a agressão autoimunitária contra o organismo. Segundo o Dr. Coimbra, cerca de 70% dos portadores deesclerose múltipla têm níveis muito baixos de vitamina D, podendo apresentar mais surtos neurológicos. Por isso, ele defende que essa estatística deveria servir para orientar os médicos a receitarem a substância.

Pré-hormônio

No meio científico, a vitamina D é considerada um pré-hormônio, pois é transformada em diversas células no hormônio calcitriol, capaz de modificar 229 funções biológicas no organismo. Ela é produzida pelo próprio corpo, com o auxilio da luz solar. Quando há exposição ao sol, os raios ultravioletas são absorvidos e atuam com o colesterol, transformando-o num precursor da vitamina D, que atua como um hormônio mantendo as concentrações de cálcio e fósforo no sangue.

O neurologista explica que hoje já se sabe cientificamente que a deficiência de vitamina D está associada à possível ocorrência e gravidade de todas as doenças ou manifestações autoimunitárias, incluindo, além da esclerose múltipla, a neurite óptica, a doença de Devic e a doença de Guillain-Barré.

“Existem inúmeras fontes científicas que evidenciam a necessidade ética de não permitir que pessoas, portadoras ou não dessas doenças ou distúrbios, sejam mantidas com deficiência de vitamina D. Isso porque milhares de pessoas jovens, portadoras de esclerose múltipla, ficam cegas e paraplégicas apenas por falta de uma substância que poderia ser administrada sob a forma de gotas, em uma única dose diária, o que lhes devolveria a perspectiva certa de uma vida normal”, resume ele.

O médico lembra ainda que pacientes tratados com a suplementação de vitamina D apresentam nível normal de qualidade de vida, mantendo-se livres das agressões do sistema imunológico, podendo ser considerados ex-portadores da doença.

Texto de autoria do Dr. Carlos Bayma, médico. 

Fonte: http://www.drbayma.com/medico-mostra-em-congresso-que-vitamina-d-tem-efeito-positivo-no-tratamento-da-esclerose-multipla/

DEANNA PROTOCOL – Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

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Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica ( ELA). Uma doença considerada mortal conhecida também por doença de Lou Gehrig. As células nervosas são destruídas predispondo os indivíduos então a perda de controle muscular e força, numa situação mais avançada atingindo a respiração, deglutição e outros sintomas. Atualmente pela medicina convencional não a cura! No entanto novos tratamentos alternativos tem demonstrado diminuir e até mesmo impedir a sua progressão, e em muitos casos entrar em regressão conforme o artigo e vídeo abaixo.

By Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 18 de Janeiro de 2014.

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A história de Deanna

O Protocolo Deanna é relativamente desconhecido! Um médico teve sua filha, Deanna acometida de Esclerose Lateral em meados de 2007 e cria então um protocolo suplementar para tratar então sua filha.

Cinco anos atrás , Deanna Tedone Gage estava curtindo a vida e noiva de um jovem advogado, quando seu médico disse que ela não tinha muito tempo de vida. “Ele disse, você tem Esclerose Lateral Amiotrófica! “…Naquele momento eu senti que eu deixei o meu corpo…”, ela lembrou;

Seu pai, Dr. Vincent Tedone Médico, começou então à pesquisar para encontrar então a cura para sua Filha. Ele relata: “…Nós a levamos para todas e várias cidadelas que se especializam em ELA…aqui nos Estados Unidos “, ” E para meu desgosto não havia nada que pudesse ser feito pela minha filha. “.. Nunca fui disposto a aceitar a derrota”…O Dr. Tedone que deixou seu trabalho como um cirurgião para encontrar uma solução para sua filha depois de anos de tentativa e erros, desenvolveu um tratamento que impediu a progressão de ALS em Deanna .

“Eu me chamo a cobaia residente “, Deanna brincou. O principal ingrediente no protocolo Deanna é o suplemento de aumento de energia chamado, AKG ( Alfa Cetoglutarato). ” Então nós colocamos ela no ‘AKG’ como suplemento diário em doses e horários específico conforme o protocolo, “..e logo no primeiro dia de tratamento, seus tremores sumiram, pra mim aquilo era inacreditável”, relata na entrevista concedida à CBN.

Para saber mais sobre o tratamento,  consulte o Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA. O Dr. Júlio vem reunindo as melhores terapias dadas como “ALTERNATIVAS”, e vem apresentando ótimos resultados com seus pacientes.
O Dr. Caleiro, aplica o ‘Protocolo de ‘Deanna’ que além da suplementação de vários outros nutrientes, exige trabalhar os músculos com exercícios aeróbicos e musculação sob indicação dele, (com acompanhamento específico de um professor de Educação Física) além disso a realização  de massagens com óleo de coco, faz parte deste protocolo.

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Referências:

-Dr. Vincent Tedone ; MD.

– Dominique D’Agostino – PhD.

-http://www.cbn.com/cbnnews

Revolucionária terapia LDN para Esclerose Múltipla

naltrexone

Em 07 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Naltrexone em baixa dose, terapia denominada internacionalmente pela sigla LDN, trata de pacientes com doenças de Crohn, doença de Alzheimer, câncer de ovário, de pâncreas, fígado, autismo, e Esclerose Múltipla, dentre outras patologias graves.

Assista o trecho de aula do médico PhD cardiologista e nutrólogo, Dr. Lair Ribeiro, sobre a terapia LDN em Esclerose Múltipla, clicando no link abaixo:

 

 

Informo que esse medicamento precisa ser aprovado pelo médico, para o seu uso pelo paciente, mediante prescrição por receita.

Referência

Baixas Doses de Naltrexona, Eficiência e Eficácia (DVD) – Dr Lair Ribeiro.