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Fitoceramidas aumentam a umidade da pele e podem ajudar a tratar psoríase e acne

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19/07/2018. Por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

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By; Júlio Caleiro.

Pele seca ou escamosa, rachaduras na pele, pele vermelha inflamada e linhas finas indicam que a barreira da pele pode estar precisando de alguma ajuda. Acne, pele seca, psoríase, dermatite alérgica ou infecções de pele com cândida ou estafilococos podem estar presentes. A perda ou diminuição da ‘cola’ que mantém as células da pele juntas é um ponto crucial para a quebra da barreira da pele. A proteção dessa barreira é essencial e necessita de um lipídio especial, ou gordura, chamada CERAMIDAS.

As ceramidas são cruciais para a formação da barreira da pele e ajudam as células da pele a se unirem. Isso ajuda a manter a umidade. As ceramidas desempenham diversas funções celulares, quais sejam, diferenciação, sinalização e apoptose dentro da pele e imunologia. As ceramidas são responsáveis pela função de barreira da pele e são consideradas espinha dorsal fundamental para a pele. Formas naturais de ceramidas à base de plantas chamadas FITOCERAMIDAS ajudam a manter a barreira da pele intacta.

Ceramidas ajudam no tratamento de psoríase, dermatite, pele seca

Os distúrbios da pele e o envelhecimento causam uma quebra na barreira da pele e levam à secura da pele. A psoríase, a dermatite atópica ou alérgica, a pele envelhecida, a acne vulgaris, a dermatite e a doença de Nimann-Pick, diminuem os níveis de ceramidas. Um estudo concluiu que: “o nível reduzido de ceramidas regula negativamente a via apoptótica, levando à proliferação epidérmica na psoríase.”(https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16479073)

Outro estudo científico constatou níveis reduzidos de ceramidas na psoríase – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8166482

A suplementação de ceramidas à base de plantas tem demonstrado, em estudos em animais e humanos, ser segura e eficaz para a hidratação da pele e o reforço da barreira da pele.

A degradação da pele na dermatite alérgica/atópica e outras desordens da pele reflete uma decomposição complexa que envolve uma resposta imune alterada com marcadores inflamatórios (IL-4, IL-13), desequilíbrio Th1, Th2, Th17 e Th22 e um aumento na produção de citocinas. A quebra na camada mais profunda da pele ocorre com a perda de ceramidas, outros lípidos, proteínas e/ou genes. Em razão da quebra da barreira, ocorre a perda de água e há um aumento na exposição a alérgenos e germes. O sistema imunológico desencadeia a quebra da barreira e a quebra da barreira desencadeia a reatividade imunológica. É um colapso de dentro para fora e de fora para dentro. Isso pode levar a problemas com dermatite alérgica e até infecções da pele. (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28709564)

Em casos mais graves de dermatite atópica, a quebra da pele pode resultar em uma infecção tópica por bactérias e cândida. O British Journal of Dermatologymostrou que os níveis diminuídos de ceramida se correlacionaram com a colonização por Staphylococcus aureus na pele com dermatite alérgica. O tratamento médico geralmente se concentra em antibióticos orais. No entanto, este novo achado sugere que quando as ceramidas e outros lipídios estão comprometidos na pele com dermatite alérgica, a colonização ou a infecção por staph é mais provável. Consertar a fonte do problema é crucial para obter um nível mais profundo de cura. (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28244066)

As infecções por cândida da pele representam uma ameaça para os jovens e os idosos com sistemas imunológicos comprometidos. Um estudo de 1997 demonstrou que, quando faltavam lípidos saudáveis ​​como ceramidas na pele, a candida na pele duplicou. Quando a pele apresentava níveis saudáveis ​​de ceramida, a adesão da candida à pele foi bloqueada. – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9407165

Em um estudo randomizado, duplo-cego controlado por placebo, as fitoceramidas apresentaram melhora significativa na pele seca. 51 mulheres de 20 a 63 anos com pele seca à muito seca receberam placebo ou fitoceramidas por três meses. O ressecamento da pele foi significativamente melhorado em todos os perímetros medidos. Os participantes toleraram o suplemento de fitoceramidas com apreciação simultânea para a melhora da pele seca (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20646083).

Acne e fitoceramidas

Acredita-se que a disfunção da barreira da pele seja uma das causas da acne. A pesquisa sugere que o comprometimento da função de barreira da pele causada pela diminuição da quantidade de ceramidas pode ser responsável pela formação de comedões. – (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7763094

Vários estudos mostram benefícios positivos para o uso de fitocerâmicos para ajudar a melhorar a acne. Fitoceramidas representam um suporte anti-inflamatório e anti-microbiano para a pele. Os resultados do estudo sugerem que estes compostos melhoram e complementam outras terapias da acne.- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18489348

Referências:

https://www.wellnessresources.com/news/ceramides-increase-skin-moisture-and-help-psoriasis-acne

http://www.lifeextension.com/Magazine/2014/11/Phytoceramides-Skin-Rejuvenation-From-The-Inside-Out/Page-01

http://www.lifeextension.com/Magazine/2018/8/Plant-Ceramides-Reduce-Skin-Wrinkles/Page-01

http://www.lifeextension.com/Magazine/2017/3/Ceramides-Create-Youthful-Skin-from-Within/Page-01

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/12/17/ceramidas-trata-de-pele-seca-dermatite-eczemas-e-ainda-protege-a-pele-do-envelhecimento-precoce/

Proteção contra açúcar elevado no sangue e glicação com Benfotiamina (B1)

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Em 13 de novembro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Por décadas, os médicos europeus tem prescrito para pacientes diabéticos uma forma lipossolúvel de vitamina B1 chamada BENFOTIAMINA, para tratar neuropatias e ajudar a prevenir complicações como cegueira, insuficiência renal, ataque cardíaco e amputação de membros.

Benfotiamina impede que níveis elevados de açucar no sangue danifiquem os nervos e pequenos vasos sanguíneos. Inime ainda a formação de produtos finais de glicação avançada tanto em organismos diabéticos como em normais. A glicação não prejudica só pessoas diabéticas, prejudica também o não diabético. A glicação provoca danos não somente no rim, sistema nervoso e retinas em pacientes diabéticos, mas é também um fator contributivo para doenças cardiovasculares, e outras desordens do envelhecimentos em adultos sem diabetes. (Ann NY Acad Sci. 2005 Jun;1043:784-92.; Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2007 May;11(3):155-63.; Cell Biochem Biophys. 2007;49(1):48-63.)

Verificaremos como benfotiamina pode ajudar a proteger contra os perigos do açúcar no sangue e reações tóxicas de glicação.

As moléculas de açúcar em excesso por longos períodos causam estragos no tecido humano. Essa maior exposição açúcar nos leva acreditar que seja a principal razão do aumento do número de pessoas com diabetes tipo 2 no mundo.

Estudos com pacientes diabéticos tem demonstrado que a exposição prolongada ao tecido de elevados níveis de glicose, resultada na produção de uma classe de moléculas chamadas de ‘produtos finais de glicação avançada (AGEs). Estas moléculas são proteínas e gorduras que se ligaram a algumas das molélulas de acúcar encontradas em altas concentrações no sangue (Diabetes Obes Metab. 2007 May;9(3):233-45.)

Os danos relacionados com a idade envolve um receptor químico específico que responde à presença de moléculas de idade, por induzir a inflamação, essa molécula é denominada RAGE (Int Rev Neurobiol. 2002;50:37-57.) Cientistas acreditam que mudanças relacionadas à idade poderia vir a contribuir para uma expectativa de vida mais longa – Biogerontology. 2008 Jan 4.

Um dos mais importantes compostos naturais que combate o envelhecimento é a vitamina B1, ou tiamina, e seu derivado natural, benfotiamina. A tiamina é um nutriente bastante conhecido que tem milhares de funções em todo o corpo, principalmente na manutenção da saúde e funcionamento normal das células nervosas (Wiad Lek. 2006;59(5-6):383-7.) Tiamina foi demonstrada em interferir no processo AGE/RAGE em diversas formas (J Biol Chem. 1997 Feb 28;272(9):5430-7; Biochem Biophys Res Commun. 1996 Mar 7;220(1):113-9.)

A clara demonstração da capacidade de tiamina bloquear a produção de AGE e seus efeitos, foi fornecido em laboratório em 1996 por pesquisadores italianos, que submeteram células em altos níveis de glicose com e sem suplementação de tiamina. Os pesquisadores mediram a capacidade das células em funcionar normalmente e também a produção de moléculas de idade. A glicose elevada inibiu a reprodução normal celular e a atividade metabólica, mas com a adição de tiamina ocorreu significativa redução da formação total de AGE e aumento de sobrevida das células, restaurando a atividade reprodutiva em níveis normais (Diabetologia. 1996 Nov;39(11):1263-8.)

Com isso, diversos estudos surgiram confirmando que altas doses de tiamina previnem dados induzidos pela glicação em celulas nervosas e em outros tecidos, como o fígado, onde os danos induzidos pela AGE desempenha papel chave no desenvolvimento de cirrose (Ann NY Acad Sci. 2005 Jun;1043:718-24)

Cientista em Toronto foram capazes de evitar danos de glicação em células do fígado, após a suplementação de tiamina, e concluíram que evitar a deficiência de tiamina pode ser uma importante estratégia para prevenção de cirrose (Chem Biol Interact. 2007 Jan 30;165(2):146-54.)

Pesquisadores indianos demonstraram a atividade anticâncer de tiamina. Descobriram que a timina bloqueia a produção de radicais livres, moléculas de idade e por sua vez evita lesões perigosas ao DNA que podem levar a iniciação do câncer (Amino Acids. 2007 Nov;33(4):615-21.)

Assim, pergunta: porque não simplesmente usar tiamina em altas doses para evitar a formação de AGE em diabéticos, e talvez mesmo em pessoas não diabéticas também? A resposta baseia-se no conceito de biodisponibilidade. Nem todas as moléculas benéficas são igualmente bem absorvidas a partir do trato digestivo, e se uma vez absorvidos, seriam metabolizados e bem interpretados nos tecidos alvos. Nutrientes solúveis em água, como a tiamina são bem absorvidos, mas tendem a não penetrar em lipídios (gordura) – já que óleo e água não se misturam bem. Então estes tipos de nutrientes não são tão bem biodisponíveis para tecidos alvos que são compostos de gordura. Levando em consideração ainda que as membranas celulares em si são essencialmente constituída por moléculas lipídicas (gordura).

Felizmente, há uma forma de tiamina altamente biodisponível, já que é solúvel em gordura, chamada BENFOTIAMINA que atinge melhor distribuição ao longo de todo o corpo (Int.J Clin Pharmacol Ther. 1996 Feb;34(2):47-50.; Exp Clin Endocrinol Diabetes. 2001;109(6):330-6.)

Benfotiamina é melhor que tiamina em penetrar nas membranas celulares e protegendo os tecidos vulneráveis a AGE, ajudando a proteger nervos, retina, rins e outras células. Estudos sugerem que os benefícios da benfotiamina podem ultrapassar muito os da tiamina (Int J Clin Pharmacol Ther. 1998 Apr;36(4):216-21.)

*Todas as referências científicas estão citadas no corpo do texto.

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Taurina trata diabetes e promove o controle de glicose no sangue

Em 19 de julho de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. 

 

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É sabido que as concentrações de taurina são mais baixos entre as pessoas com diabetes (Am J Clin Nutr.1995 May;61(5):1115-9.). Estudos em animais verificou-se que taurina previne o aparecimento de diabetes tipo 2 (Curr Opin Clin Nutr Metab Care.2006 Jan;9(1):32-6.).

Concentrações normais de taurina são essenciais no controle de diabetes e no impacto de suas consequências. Os estudos com animais foi descoberto que as concentrações adequadas de taurina ajudou a controlar o diabetes, reduzir a glicose no sangue e restaurar a sensibilidade a insulina (Exp Mol Med. 2012 Nov 30;44(11):665-73). Taurina ajuda a prevenir e até mesmo reverter muitas consequências associados com diabetes. Por exemplo, a suplementação de uma certa dose de taurina em adultos, em apenas 14 dias, foi capaz de reverter anomalias induzida por diabetes, como a rigidez arterial (Diab Vasc Dis Res. 2010 Oct;7(4):300-10.). Isto é importante para a longevidade de diabéticos, uma vez que estes tipos de anomalias são os culpados pelo aumento do risco de morte por doença cardiovascular.

Estudos em animais também ficou comprovado que taurina promove uma importante proteção a saúde cardíaca, especialmente em razão de taurina aumentar o transporte de glicose do sangue para as células do músculo do coraçãoExp Clin Cardiol.2011 Fall;16(3):e17-22.). No processo de aumento de transporte de glicose para as células produtoras de energia, os níveis de glicose no sangue são reduzidos.

Informo que para que haja resultados a dose deve ser ajustada individualmente, caso contrário, poderá ser ineficaz a terapia com taurina.

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*Todas as referências científicas estão citadas no corpo do texto.

A Canela potencializa a atividade da insulina em mais de três vezes, segundo estudo científico de Beltsville.

CANELA

Em 05 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423. 

O consumo regular de canela pode promover o metabolismo saudável da glicose. A canela tem sido usada por milhares de anos em sistemas médicos Ayurveda e Greco-européia tradicionais. Um estudo realizado no Departamento de Beltsville Human Nutrition Research Center de Agricultura, verificaram que a cancela minora ou impede a intolerância à glicose e diabetes (J Agric Food Chem. 2004 Jan 14;52(1):65-70.) Além disso, os cientistas da Iowa State University determinaram que a canela regulam a expressão de genes envolvidos na ativação de receptores de insulina na membrana celular, aumentando assim a absorção de glicose e diminuição dos níveis de glicose no sangue (Horm Res. 1998 Sep;50(3):177-82.).

Os estudos em animais, confirmaram o controle de glicose até mesmo em animais que consumiram uma dieta com alto teor de frutose (um açúcar simples), o que sugere que a utilização precoce de canela pode prevenir o desenvolvimento de resistência à insulina em pessoas que consomem açúcar (frutose) abundantemente (Diabetes Res Clin Pract. 2003 Dec;62(3):139-48; Horm Metab Res. 2004 Feb;36(2):119-25).

Devido à incidência de aumento em até quatro vezes de doença cardiovascular em diabéticos tipo II, os investigadores tem procurado nutrientes que podem simultaneamente, aumentar o metabolismo de glicose e os níveis de lipídeos. Num estudo,publicado no Diabetes Care, a canela provou ser um agente com esta dupla ação. Sessenta adultos (30 homens e 30 mulheres) com diabetes tipo II foram divididos em seis grupos. Três grupos consumiram um, três e seis gramas de canela, e outros três grupos doses equivalentes de placebo. Após o período de inicial de 40 dias, todos os três níveis de canela reduziu níveis séricos (jejum) de glicose entre 18 à 29%. A dose de um grama reduziu os níveis de triglicérides em 18%, colesterol LDL em 7%, e o colesterol total em 12%. As doses mais altas de canela as reduções foram ainda maiores de triglicerídeos, LDL e colesterol total (Diabetes Care. 2003 Dec;26(12):3215-8.).

Canela demonstra ser um dos mais poderosos nutrientes disponíveis para melhorar o metabolismo da glicose. Pesquisadores da USDA no centro de Beltsville estudaram 49 ervas, especiarias e extratos de plantas medicinais quanto ao efeito na glicose nas células de glicose em ratos. Eles descobriram que a canela era o produto mais bioativo, seguido de hamamélis, chás verde e preto, e pimenta da Jamaica (J Agric Food Chem. 2000 Mar;48(3):849-52). Um outro estudo descobriu que a canela potencializa a atividade da insulina em mais de três vezes –  Biol Trace Elem Res. 1990 Mar;24(3):183-8).

Sobre mais benefícios da canela, sugiro que assistam a entrevista com a Dra. Eliana Tagaliari, nutricionista:

http://www.youtube.com/watch?v=kN3prMwmcO4

Todas as referências científicas estão citadas no corpo do texto.

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A vitamina D3 é indispensável no tratamento de diabetes

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Em 13 de agosto de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

PARA UMA ORIENTAÇÃO EXPRESSA – ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com

Dr. Júlio Caleiro Aplica o Tratamento à base de vitamina D3!
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A vitamina D desempenha uma importante função no tratamento do diabetes. Pessoas com diabetes (ambos os tipos I e II) tem níveis ainda baixos de vitamina D em comparação com a população em geral (Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 Jun;39(2):419-46, table of contents; Mol Cell Endocrinol. 2011 Dec 5;347(1-2):106-20.). A deficiência de vitamina D faz aumentar em 91% a probabilidade da progressão para a resistência à insulina ou ‘pré-diabetes (mesmo para aqueles com o açúcar normal no sangue). Além disso, a deficiência de vitamina D mais do que dobra o risco de progressão para o diabetes tipo II (Cardiovasc Diabetol. 2013;12:17).

Esta estreita ligação entre vitamina D e diabetes é devido aos receptores da vitamina D, que são encontrados em células produtoras de insulina no pâncreas e no fígado, gordura e tecido muscular, os quais influenciam no destino da glicose no seu sangue (Endocrinol Metab Clin North Am. 2010 Jun;39(2):419-46, table of contents.).

Por exemplo, as células brancas do sangue, chamadas macrófagos, tem receptores de vitamina D. Quando os macrófagos são analisados a partir de diabéticos, eles exibem um elevado teor de gordura, o que contribui para um aumento do risco cardiovascular dos pacientes diabéticos. No entanto, quando as células são tratadas em laboratório com vitamina D, cessam a absorção de gordura e com isso, o diminui o risco cardiovascular(Circulation. 2009 Aug 25;120(8):687-98).

Da mesma forma, em relação aos controles saudáveis, os animais em laboratório DIABÉTICOS apresentaram baixos níveis de insulina e baixos receptores de vitamina D em seus cérebros, e apresentaram mais gordura corporal, altos níveis de inflamação, danos ao DNA, e um desempenho ruim em testes de memória e cognição (lembre-se que a doença de Alzheimer tem sido chamada de ‘diabetes do cérebro’). Mas, com a suplementação de vitamina D, todas essas funções são restauradas para níveis próximos aos normais, incluindo melhora cognitiva (saúde cerebral). Esta descoberta mostra o potencial da vitamina D para ajudar a reverter o processo de diabetes.(J Nutr Biochem. 2011 May;22(5):418-25; J Diabetes Complications. 2012 Sep-Oct;26(5):363-8; Nutr Res. 2008 Nov;28(11):783-90.)

As alterações inflamatórias em animais diabéticos, como em humanos, levam a um aumento da gordura no fígado, uma condição conhecida como doença hepática gordurosa não alcoólica. Quando diabéticos humanos com marcadores inflamatórios elevados foram suplementados com vitamina D diariamente, a inflamação reduziu substancialmente(Hepatology. 2012 Apr;55(4):1103-11; Diabetes Metab Res Rev. 2012 Jul;28(5):424-30.).

Uma notável notícia é que a vitamina D diminui a progressão do pré-diabetes ao diabetes (Am J Clin Nutr. 2011 Aug;94(2):486-94.).

A suplementação de vitamina D também beneficia aqueles que já tem o diabetes. Os diabéticos que receberam uma importante dose de vitamina D no iogurte apresentaram quedas significativas no nível de açúcar no sangue em jejum, na resistência à insulina, na circunferência da cintura, e índice de massa corporal, em comparação com o grupo do controle (que não recebeu a vitamina D) – Am J Clin Nutr. 2011 Apr;93(4):764-71.

Estudos mostram que a suplementação com vitamina D3 pode reduzir a pressão arterial, colesterol total, colesterol LDL, fatores de risco para doenças cardíacas e renais para diabéticos (Saudi J Kidney Dis Transpl. 2012 Nov;23(6):1215-20). Tratamento com vitamina D3 também reduz significativamente os níveis de proteína na urina, um marcador de doença renal (J Med Assoc Thai. 2012 Mar;95 Suppl 3:S41-7.).

Vitamina D, diabetes e a Gestação!

Por que a vitamina D é tão importante para as mulheres grávidas e recém-nascidos?

Manter os níveis ideais de vitamina D é facilmente uma das estratégias mais importantes para mulheres grávidas, justamente para manter a si mesmos e seus bebês saudáveis.
Nos EUA os pesquisadores ‘Hollis e Wagner’ divulgou recentemente os resultados impressionantes a partir do que é considerado o primeiro estudo científico que atenda aos critérios mais rigorosos para a “investigação baseada em evidências” em vitamina D e gravidez.
Seus resultados foram discutidos em uma recente conferência internacional de pesquisa de vitamina D em Brugge , Bélgica, e incluíram:
Mães que tomaram vitamina D em DOSES CORRETAS TIVERAM durante a gravidez menor risco de parto prematuro reduzido pela metade e risco reduzido para diabetes gestacional. Os bebês prematuros nascidos de mulheres que tomam altas doses de vitamina D foram reduzidos pela metade em ambos. Também houve menos bebês que nasceram prematuramente. As mulheres que tomam doses corretas de vitamina D tiveram uma redução de 25% em infecções, particularmente as infecções respiratórias tais como constipações e gripe , bem como de infecções menores da vagina e as gengivas. As ” morbidades centrais da gravidez ” foram reduzidos em 30% nas mulheres que tomaram a altas doses de vitamina D. (incluindo diabetes, pressão arterial elevada, e pré -eclâmpsia – um aumento potencialmente mortal da pressão arterial e de fluidos). Os bebês recebendo as maiores quantidades de vitamina D após o nascimento tiveram menos resfriados e menos eczema.

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Alerto que o tratamento à base de vitamina D3 deve ser feito necessariamente com acompanhamento médico ou de nutricionista aptos a esta natureza de terapia.

Página no facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referências científicas:
1. Takiishi T, Gysemans C, Bouillon R, Mathieu C. Vitamin D and diabetes. Endocrinol Metab Clin North Am.2010 Jun;39(2):419-46, table of contents.
2. Wolden-Kirk H, Overbergh L, Christesen HT, Brusgaard K,
Mathieu C. Vitamin D and diabetes: its importance for beta cell and immune function. Mol Cell Endocrinol.2011 Dec 5;347(1-2):106-20.
3. Huang Y, Li X, Wang M, et al. Lipoprotein lipase links vitamin D, insulin resistance, and type 2 diabetes: a cross-sectional epidemiological study. Cardiovasc Diabetol. 2013;12:17.
4. Oh J, Weng S, Felton SK, et al. 1,25(OH)2 vitamin d inhibits foam cell formation and suppresses macrophage cholesterol uptake in patients with type 2 diabetes mellitus. Circulation. 2009 Aug 25;120(8):687-98.
5. Kumar PT, Antony S, Nandhu MS, Sadanandan J, Naijil G, Paulose CS. Vitamin D3 restores altered cholinergic and insulin receptor expression in the cerebral cortex and muscarinic M3 receptor expression in pancreatic islets of streptozotocin induced diabetic rats. J Nutr Biochem. 2011 May;22(5):418-25.
6. Meerza D, Naseem I, Ahmed J. Effect of 1, 25(OH)(2) vitamin D(3) on glucose homeostasis and DNA damage in type 2 diabetic mice. J Diabetes Complications. 2012 Sep-Oct;26(5):363-8.
7. Siddiqui SM, Chang E, Li J, et al. Dietary intervention with vitamin D, calcium, and whey protein reduced fat mass and increased lean mass in rats. Nutr Res. 2008 Nov;28(11):783-90.
8. Roth CL, Elfers CT, Figlewicz DP, et al. Vitamin D deficiency in obese rats exacerbates nonalcoholic fatty liver disease and increases hepatic resistin and Toll-like receptor activation. Hepatology. 2012 Apr;55(4):1103-11.
9. Shab-Bidar S, Neyestani TR, Djazayery A, et al. Improvement of vitamin D status resulted in amelioration of biomarkers of systemic inflammation in the subjects with type 2 diabetes. Diabetes Metab Res Rev. 2012 Jul;28(5):424-30.
10. Mitri J, Dawson-Hughes B, Hu FB, Pittas AG. Effects of vitamin D and calcium supplementation on pancreatic beta cell function, insulin sensitivity, and glycemia in adults at high risk of diabetes: the Calcium and Vitamin D for Diabetes Mellitus (CaDDM) randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2011 Aug;94(2):486-94.
11. Nikooyeh B, Neyestani TR, Farvid M, et al. Daily consumption of vitamin D- or vitamin D + calcium-fortified yogurt drink improved glycemic control in patients with type 2 diabetes: a randomized clinical trial. Am J Clin Nutr. 2011 Apr;93(4):764-71.
12. Bonakdaran S, Hami M, Hatefi A. The effects of calcitriol on albuminuria in patients with type-2 diabetes mellitus. Saudi J Kidney Dis Transpl. 2012 Nov;23(6):1215-20.
13. Krairittichai U, Mahannopkul R, Bunnag S. An open label, randomized controlled study of oral calcitriol for the treatment of proteinuria in patients with diabetic kidney disease. J Med Assoc Thai. 2012 Mar;95 Suppl 3:S41-7.
14. lifeextension.com

16. Obstetrical and Gynecological Survey 65(4): April 2010
Experimental Biology 2010, April 24-28, 2010, Anaheim, California
Eurekalert April 25, 2010

O óleo de coco ajuda na luta contra o diabetes

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Em 04 de agosto de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

O óleo de coco é uma poderosa fonte de energia imediata para o corpo, uma função geralmente realizada na dieta pelos carboidratos simples. O óleo de coco não produz um pico de insulina na corrente sanguínea.

O óleo de coco age sobre o corpo como um carboidrato, sem os efeitos da insulina relacionados com o alto consumo de carboidratos em longo prazo.

Diabéticos e aqueles com condições de pré-diabetes devem procurar imediatamente o benefício de uma fonte de energia de ação rápida que não produza um pico de insulina em seu corpo. O óleo de coco adicionado às dietas de diabéticos e pré-diabeticos foi realmente comprovado para ajudar a estabilizar o ganho de peso, e pode diminuir drasticamente a probabilidade de obter o diabetes tipo 2 (Overfeeding with a diet of medium-chain triglycerides impedes accumulation of body fat, Clinical Nutrition, 28:595.).

A nutricionista Karin Honorato, especialista em nutrição clínica, e nutrição funcional, informa ainda que: A gordura do coco ajuda a equilibrar os níveis de glicose no sangue, evitando que você tenha crises de hipoglicemia ou até mesmo aumente a sua insulina, que é aquele hormônio que acumula gordura no abdômen”. A gordura do coco, de acordo com a nutricionista, também possui o hormônio antienvelhecimento. “Ela é excelente como forma de embelezamento. Essa gordura ajuda muito a evitar a flacidez, melhora o tônus muscular e até alivia olheiras”, diz Karin Honorato.

Outro benefício da gordura de coco citado pela nutricionista é o auxílio na absolvição do cálcio e do magnésio, “melhorando a saúde óssea”, e também age no sistema nervoso, “aliviando fadiga, cansaço e falta de energia”.

Referências:

1. Overfeeding with a diet of medium-chain triglycerides impedes accumulation of body fat, Clinical Nutrition, 28:595.).
2. http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/09/coqueiro-pode-nos-oferecer-tudo-que-precisamos-diz-nutricionista.html