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TRATAMENTO PARA CÂNCERES COM EXTRATO DE VISCO E HIDROGÊNIO!

By Júlio Caleiro – Nutricionista 28 de Dezembro de 2019. São Sebastião do Paraíso-MG.

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Graviola e sua eficácia no combate ao câncer

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Em 19/07/2018. Por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

 

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Pesquisam relatam que componentes bioativos do extrato de folhas de graviola podem ter um efeito positivo no combate ao câncer devido às habilidades de eliminação de radicais livres e pela presença de enzimas antioxidantes, ajudando a eliminar as células cancerígenas. (Food Funct. 2016 Feb;7(2):861-71.)

Acredita-se que a graviola elimina células cancerígenas por meio do bloqueio da produção de ATP. ATP, também conhecida como trifosfato de adenosina, é uma forma de energia utilizável pelas células. No entanto, o extrato de folha de graviola pode ajudar a bloquear esta atividade, o que pode reduzir o impacto das células cancerosas, quebrando-as até desmoronar. Isso é conhecido como apoptose ou morte celular programada.

Além disso, cientistas do Tepic Institute of Technology (Instituto Tecnológico de Tepic – ITT) no México descobriram que as acetogeninas presentes na graviola, possuem propriedades quimioterapêuticas. (https://thetruthaboutcancer.com/soursop-prevent-cancer/Cancer Lett. 1995 Sep 4;96(1):55-62..

Um estudo de 1997 publicado no Journal of Medicinal Chemistry descobriu que a graviola era mais de 200 vezes mais efetiva que a quimioterapia quando testado em células de câncer de mama! (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9207950)

O extrato de Graviola mostrou capacidade para ajudar a matar vários tipos de células cancerígenas, especificamente as células cancerígenas pancreáticas.

Um estudo realizado pelo Centro Médico da Universidade de Nebraska descobriu que o extrato pode reduzir consideravelmente o câncer de pâncreas. Como as células cancerosas possui mais glicose, o crescimento celular é tipicamente melhorado, bem como o crescimento tumoral. No entanto, neste estudo, as células que foram tratadas com extrato de graviola diminuíram a sua absorção de glicose quando comparadas às células não tratadas. Esta diminuição pode tornar difícil para as células ruins viverem e se multiplicarem, o que é bom. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3371140/

Os estudos mostram que o extrato da graviola possui ativos contra câncer de mama, pulmão, cólon, próstata, pâncreas, fígado  e câncer de pele.

(Asian Pac J Trop Med. 2014 Sep;7S1:S355-63.; BMC Complement Altern Med. 2014 Dec 24;14:516; BMC Complement Altern Med. 2014 Aug 15;14:299.; J Ethnopharmacol. 2014 Oct 28;156:277-89. Integr Cancer Ther. 2015 Jan;14(1):65-74.; Cancer Lett. 2012 Oct 1;323(1):29-40.; J Nat Prod. 2002 Apr;65(4):470-5.; Asian Pac J Cancer Prev. 2012;13(6):2533-9.)

“Dentro de um tubo de ensaio, a graviola mata as células do câncer 10.000 vezes mais rápido do que o melhor remédio usado nos hospitais.” Veja a reportagem abaixo:

 

600.000 casos de câncer de mama e colorretal poderiam ser evitados a cada ano!

Em 01 de agosto de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

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Dos nossos 25.000 genes, cerca de 3.000 genes são regulados ou controlados pela vitamina D. [1]Logo, fica muito simples, desde já, compreender  a importância desta vitamina. Mais de 800 estudos mostrando a eficácia da vitamina D contra o câncer. Otimizando os níveis de vitamina D pode literalmente eliminar o risco de vários tipos de câncer em 50%.

 Além disso, adultos e idosos com níveis elevados de vitamina D reduzem suas chances de desenvolver uma doença cardíaca ou diabetes em 43%.

Como a vitamina D fazer o que faz?

A vitamina D é realmente um “hormônio”, que o seu corpo produz a partir do colesterol. Por se tratar de um hormônio, a vitamina D influencia todo o seu corpo. Os receptores que respondem a vitamina foram encontrados em quase todo tipo de célula humana, a partir do seu cérebro até os ossos. O que a ciência moderna agora percebeu é que a vitamina D faz mais que apenas regular a absorção de cálcio e formação óssea, ela está envolvida em várias funções de reparação e manutenção, influencia milhares de genes diferentes, regula o sistema imune e muito mais.

Apenas um exemplo de um gene importante que a vitamina D regula é a sua capacidade de combater infecções, bem como a inflamação crônica. Ela produz mais de 200 peptídeos antimicrobianos, o mais importante dos quais é a catelicidina, um antibiótico de grande eficácia que é produzido naturalmente. Esta é uma das explicações para por que é tão eficaz contra resfriados e gripe.

Além disso, uma vez que a vitamina D também modula a sua resposta imune, que pode impedir uma reação exagerada na forma de inflamação, o que poderia levar a uma variedade de doenças autoimunes, tais como a doença de Crohn, por exemplo.

Você está em deficiência de vitamina D?

A deficiência de vitamina D é uma epidemia crescente em todo o mundo e está por contribuir para muitas doenças debilitantes crônicas. Existem algumas razões para esta tendência.

Em primeiro lugar, a maioria das pessoas gastam muito tempo dentro de casa durante o dia. Além disso, as pessoas são orientadas por ‘expert’ para evitar qualquer exposição ao sol, ou entupir-se de protetor solar sempre que sair de casa. O filtro solar elimina a capacidade do organismo de produzir vitamina D já que bloqueia a radiação UVB, que faz com que sua pele o produza naturalmente. Como resultado, nos Estados Unidos, no final do inverno, a média de vitamina D foi apenas cerca de 15-18 ng/ml, que é considerado um estado de deficiência muito grave. Estudos mostraram que 85% da população dos ESTADOS UNIDOS eram deficientes de vitamina D, algo que com certeza reflete a situação brasileira.

Se os níveis de vitamina D fossem aumentados entre as populações em todo o mundo, estima-se que 600.000 casos de câncer de mama e colorretal poderiam ser evitadas a cada ano, de acordo com pesquisadores do Centro de Cancer de Moores na Universidade da Califórnia, San Diego (UCSD)[2]. Isso inclui cerca de 150 mil casos de câncer que poderiam ser evitados apenas nos Estados Unidos.Os pesquisadores estimam que 250 mil casos de câncer colorretal e 350 mil casos de câncer de mama poderiam ser evitados em todo o mundo, aumentando a ingestão de vitamina D3, especialmente nos países ao norte do equador.

Segundo o médico Dr. Joseph Mercola: “otimizando seus níveis de vitamina D ajudará a prevenir 16 tipos de câncer, incluindo, pâncreas, pulmão, mama, ovário, próstata e câncer de cólon. Além disso, os ótimos níveis de vitamina D são conhecidos por influenciar positivamente as seguintes condições: doença cardíaca, diabetes, doença inflamatória intestinal, artrite reumatoide, esclerose múltipla, osteoporose.”

Já checou seus níveis de vitamina D? Tem tido esse cuidado essencial para a saúde? Espero que sim!

Referências científicas:

[1][1] Arash Hossein-nezhad, Avrum Spira, Michael F. Holick.Influence of Vitamin D Status and Vitamin D3 Supplementation on Genome Wide Expression of White Blood Cells: A Randomized Double-Blind Clinical TrialPLoS ONE, 2013; 8 (3): e58725 (DOI:10.1371/journal.pone.0058725)

[2] Nutrition Reviews, Volume 65, Supplement 1, August 2007 , pp. 91-95(5)

3. Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91

4. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2007/09/15/lack-of-sunshine-causes-600-000-cancers-a-year.aspx

Todo câncer pode ser curado em algumas semanas, explica o naturopata PhD – Dr. Leonard Coldwell.

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Em 15 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

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 Dr. Leonard Coldwell, médico naturopata – PhD, professor,  autor de 19 livros, curou sua própria mãe de hepatite C, cirrose hepática e câncer de fígado em estado terminais (com o prognóstico de seis meses de vida) há mais de 40 anos atrás. Dr. Coldwell tratou mais de 35.000 pacientes na Alemanha com câncer em fase terminal, com elevado índice de sucesso.

Como já informado nesta página em outra matéria, o câncer não se desenvolve em ambientes ricos em oxigênio. Além disso, o câncer só se desenvolve em ambientes ácidos. Logo, alcalinizar o corpo é o primeiro passo para o tratamento efetivo do câncer. Dr. Otto Warburg, o bioquímico renomado e ganhador do Prêmio Nobel, já  nos alertava com a hipótese de que as células cancerosas não podem crescer em um ambiente rico em oxigênio. Suas palestras revelavam que quando a oxidação falha e a fermentação é substituída pela energia de uma célula, o caminho para o câncer está aberto. Dr. Warburg disse que: “a principal causa do câncer é a substituição da respiração de oxigênio normal das células do corpo por uma respiração celular anaeróbio (sem oxigênio)”.

Assim como aplicada na terapia do Dr. Leonard Coldwell, o Dr. Hunninghake explica também o uso da vitamina C em altas doses para o tratamento do CÂNCER:

 Em nosso segundo ano Riodan IVC e Conferência de Câncer realizada há algumas semanas no Japão, tivemos o Dr. H. Chen, que foi o autor, junto com Mark Levine, sobre altas doses de vitamina C como fonte para criação de peróxido de hidrogênio no espaço extracelular que rodeiam as células tumorais. Pensa-se que seja o peróxido de hidrogênio, ou o efeito pró-oxidante da vitamina C que causa a propriedade anti-tumor. É também este mesmo efeito pró-oxidante que, de fato, ajuda o seu corpo a se livrar de doenças infecciosas.

Assista a entrevista do Dr. Leonard Coldwell abordando a cura do câncer em algumas semanas:

Referências:

http://mercola.fileburst.com/PDF/ExpertInterviewTranscripts/InterviewHunninghake-on-Vitamin-C.pdf

Baixas doses de Naltrexone [LDN] é a descoberta médica mais importante do século XX, segundo o médico Dr. Lair Ribeiro.

Aprenda também como evitar os infartos – infartos do miocárdio não são ocasionados por placas de gorduras no coração, entupimento arterial – Acompanhe aqui as causas reais do infarto e também a prevenção clique aqui –> ttps://www.youtube.com/watch?v=J0GrKniI8Do

TRATAMENTO PARA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA —https://nutricaobrasil.wordpress.com/2017/05/22/o-aminoacido-l-serina-retarda-a-progressao-da-esclerose-lateral-amiotrofica-e-l-a-em-humanos-e-animais/

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Segue a matéria abaixo sobre LDN.

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INFORMATIVO – Contribuição Especial do Renomado Pesquisador Gustavo Molina – BUZZ.

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Naltrexone em baixa dose, terapia denominada internacionalmente pela sigla LDN, trata de pacientes com doenças de Crohn, doença de Alzheimer, câncer de ovário, de pâncreas, fígado, autismo, e Esclerose Múltipla, dentre outras patologias graves.

A naltrexona é um antagonista opiáceo farmacologicamente ativo. Ele foi primeiramente utilizado em doses relativamente altas para o tratamento de opióide e do álcool. Mas em doses muito baixas, a naltrexona foi encontrada para ter propriedades imunomoduladoras.

LDN foi usado primeiramente como um agente terapêutico para pessoas com AIDS. Tem sido proposto para ser utilizado em pessoas com doenças malignas, esclerose múltipla, e doenças autoimunes. Uma publicação recente mostrou uma melhoria significativa na doença de Crohn em pessoas que usaram LDN.

Segundo o médico Dr. Joseph Mercola:Naltrexone em baixas doses [low dose naltrexone- LDN] é uma promessa de ajudar milhões de pessoas com câncer e doenças autoimunes. Como um antagonista opiáceo farmacologicamente ativo, LDN funciona bloqueando os receptores opióides, que por sua vez ajuda a ativar o sistema imunológico do seu corpo. Alguns dos principais especialistas acreditam que o Naltrexone em baixa dose é uma grande promessa para o tratamento de milhões de pessoas que sofrem com doenças autoimunes, distúrbios do sistema nervoso central, e até mesmo câncer e HIV/AIDS. É extremamente barato, e parece ser livre de efeitos colaterais prejudiciais.”

A médica Dra. Jacquelyn McCandless relata ter encontrado efeitos positivos em crianças com autismo, utilizando a terapia LDN.

O médico Dr. Burton M. Berkson atesta que conseguiu resultados fenomenais com baixa dose de naltrexona (LDN), em pacientes com câncer e com doenças autoimunes.

E como a LDN trata doenças autoimunes e câncer?

Várias pesquisas dos últimos 20 anos indicam que a secreção do corpo denominada endorfinas (opióide natural do corpo) desempenha um papel importante, se não central, no funcionamento do sistema imunológico.

Uma publicação de um estudo do New England Journal of Medicine 2003, declara que:

Estudos pré-clinicos indicam que os opióides alteram significativamente o desenvolvimento, diferenciação e função das células do sistema imunológico. Células  progenitoras da medula óssea, macrófagos, céluas exterminadoras naturais, timócitos imaturos e células T e células B são todas envolvidas.

O médico Dr. Mercola diz: “quando você toma LDN na hora de dormir, ele bloqueia os seus receptores opióides por algumas horas no meio da noite, e acredita-se que promove a regulação de elementos vitais do sistema imunológico aumentando a produção de endorfinas (os opióides naturais) e metenkephalin, melhorando, portanto, a função imunológica. Além do aumento da produção de endorfina, Dr. Bernard Biari (que descobriu que LDN como um agente terapêutico para a AIDS, em 1985), acredita-se que LDN tem mecanismo anti-cancer, devido ao aumento no numero e densidade de receptores de opióides nas membranas de células de tumor, tornando-as mais sensíveis aos efeitos inibidores do crescimento dos já presentes em níveis de endorfinas, os quais por sua vez, induz a apoptose (morte celular) de células cancerosas.”

Dr. Bihari tratou mais de 450 pacientes com câncer com LDN com ótimos  resultados, incluindo, cânceres de bexiga, mama, fígado, pulmão, gânglios linfáticos, cólon e reto.

Segundo o Dr. Bihari, quase um quarto de seus pacientes tiveram pelo menos uma redução de 75% do tamanho do turmo, e quase 60% de seus pacientes demonstraram estabilidade da doença

Além do câncer, LDN mostra ser uma terapia promissora para as seguintes doenças:

Neuropatias diabéticas, hepatite C, Lupus, esclerose múltipla, colite ulcerativa, doença de crohn, autismo, síndrome da fadiga crônica, doença de Alzheimer, AIDS/HIV, Tireoidite de Hashimoto, Sindrome do intestino irritável, Parkinson.

As desordens listadas acima possuem uma característica especial: todas elas o sistema imunitário desempenha um papel central, e é encontrado baixos níveis sanguíneos de endorfinas, o que contribui para as deficiências imunes associados às doenças.

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Algumas patologias que a terapia LDN pode ser indicada com bons resultados.

Encefalomielite disseminada aguda, Aguda leucoencefalite hemorrágica , doença de Addison, Agamaglobulinemia , Alopecia areata, Esclerose Lateral Amiotrófica, Espondilite Anquilosante, Anti-GBM/TBM Nefrite, síndrome antifosfolípide, síndrome antissintetase , asma , alergia atópica , dermatite atópica , anemia aplástica auto-imune , a cardiomiopatia auto-imune, auto-imune enteropatia, anemia hemolítica auto-imune , auto-imune a hepatite, doença auto-imune da orelha interna  a síndrome linfoproliferativa auto-imune, auto-imune pancreatite, neuropatia periférica autoimune, síndrome auto-imune polyendocrine, Progesterona dermatite auto-imune, auto-imune púrpura trombocitopênica , urticária auto-imunes, auto-imune uveíte, esclerose concêntrica doença Balo / Balo, Síndrome Bechets, doença de Berger, encefalite de Bickerstaff , síndrome Blau, penfigóide bolhoso, doença de Castleman, doença celíaca, Síndrome da Fadiga Crônica ( SFC), Crônica polineuropatia inflamatória desmielinizante, osteomielite crônica multifocal recorrente, doença Chrons (CD/ IBD ), síndrome de Churg- Strauss, penfigóide cicatricial, síndrome de Cogan, doença aglutininas a frio, Complemento 2 deficiência, arterite craniana, síndrome CREST, a doença de Crohn (componente um dos dois tipos de doença inflamatória intestinal idiopática ” IBD “), síndrome de Cushing, cutânea angiite leucocitoclástica, doença de Dego, doença de Dercum, dermatite herpetiforme, dermatomiosite, Diabetes mellitus tipo 1, esclerose sistêmica cutânea difusa.
Lúpus eritematoso discóide, síndrome de Dressler, eczema, artrite relacionada com Entesite Eosinofílica fasceíte, gastroenterite eosinofílica, Epidermólise bolhosa adquirida, eritema nodoso, crioglobulinemia mista, síndrome de Evan, Fibrodisplasia ossificante progressiva, a fibromialgia ( FB ), Fibrosing aveolitis, Gastrite Penfigóide Gastrointestinal, Giant arterite de células, glomerulonefrite, síndrome de Goodpasture, doença de Graves, a síndrome de Guillain -Barré ( SGB), anemia hemolítica, encefalite de Hashimoto, tireoidite de Hashimoto, púrpura de Henoch- Schönlein , herpes gestacional, HIV, Hipogamaglobulinemia Idiopática inflamatórias Doenças Desmielinizantes, A fibrose pulmonar idiopática, púrpura trombocitopênica idiopática (Veja púrpura trombocitopênica auto-imune ), nefropatia por IgA, miosite de corpos de inclusão Inflamatória desmielinizante polyneuopathy, cistite intersticial, artrite idiopática juvenil, Artrite reumatóide juvenil, doença de Kawasaki, Lambert -Eaton síndrome miastênica A, vasculite leucocitoclástica, líquen plano, líquen escleroso, doença linear por IgA (LAD), Doença de Lou Gehrig (esclerose Também amiotrófica lateral), lupóide hepatite, lúpus eritematoso, síndrome de Majeed, doença de Ménière, Poliangeíte microscópica, síndrome de Miller- Fisher, do tecido conjuntivo Doença mista, morféia, doença de Mucha -Habermann, esclerose múltipla (MS), encefalomielite miálgica (ME), miastenia gravis. Miosite, neuromielite óptica (Também a doença de Devic ), neuromiotonia, ocular cicatricial Penfigóide, síndrome Opsoclonia mioclonia, Ord tireoidite , reumatismo palíndromo, pandas ( desordens neuropsiquiátricas autoimunes pediátricas associado com streptococcus), Paraneoplastic degeneração cerebelar, Hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), Parry Romberg síndrome, Pars planitis, síndrome Parsonnage – Turner, Pênfigo, pênfigo vulgar, encefalomielite perivenoso, anemia perniciosa, poemas síndrome, poliarterite nodosa, polimialgia reumática.
A polimiosite, cirrose biliar primária, colangite esclerosante primária, neuropatia inflamatória progressiva, psoríase, artrite psoriática, aplasia de células vermelhas pura, pioderma gangrenoso, encefalite de Rasmussen, fenômeno de Raynaud, síndrome de Reiter, policondrite recidivante, síndrome das pernas inquietas, fibrose retroperitoneal, artrite reumatóide, febre, sarcoidose, síndrome de Schmidt, síndrome de Schnitzler, esclerite, esclerodermia, síndrome de Sjögren, Espondiloartropatia, síndrome pessoa Stiff, doença de Still, subaguda endocardite bacteriana ( SBE) , síndrome de Susac, síndrome de Sweet, coréia de Sydenham, oftalmia simpática, arterite de Takayasu , arterite temporal (também conhecido como “”arterite de células gigantes “”), síndrome de Tolosa -Hunt , mielite transversa , colite ulcerativa (um dos dois tipos de doença inflamatória intestinal idiopática ” IBD ” ), doença indiferenciada do tecido conjuntivo, espondiloartropatia indiferenciada, vasculite, Vitiligo

Infelizmente, poucos médicos estão cientes desta terapia de baixíssimo custo. Converse com seu médico sobre a possibilidade de aplicação da terapia LDN.

Sobre a terapia do LDN sugiro que assista a aula do médico Dr. Lair Ribeiro, cardiologista e nutrólogo:

 

Vejam outros médicos pesquisadores falando sobre a terapia LDN:

 

 

Referências:

  1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/01/06/can-ldn-really-help-multiple-sclerosis-rheumatoid-arthritis-and-other-autoimmune-diseases.aspx
  2. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/09/19/one-of-the-rare-drugs-that-actually-helps-your-body-to-heal-itself.aspx
  3. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/05/26/Powerful-Breakthrough-Beats-Cancer-and-AutoImmune-Diseases.aspx
  4. Integrative Cancer Therapies September 2007;6(3):293-6
  5. Eurekalert September 2, 2011
  6. Experimental Biology and Medicine September 1 2011;236(9):1036-50
  7. http://www.lowdosenaltrexone.org/