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“Câncer” e novidades

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Febre-o-terror-dos-pais-Convertido

By Júlio Caleiro – Nutricionista – Envie emails para juliocaleiro@hotmail.com   para receber tratamentos.

A FEBRE PODE CURAR CÂNCERES!

A febre induzida artificialmente foi usado com sucesso para o tratamento de câncer, especialmente na Alemanha. É preciso primeiro compreender a importância da febre para a cura. Febre não é um sintoma de que devemos eliminar com medicamentos tóxicos como prescrito pela medicina tradicional. A febre é a maneira da natureza gerar cura e eliminar patógenos. O microbiologista francês Dr. Andre Lwoff demonstrou cientificamente que a febre, cura até mesmo doenças incuráveis! Liderando especialistas em câncer na Europa, o Dr. Josef Issels, escreveu sobre este assunto: ” A febre induzida artificialmente tem o maior potencial no tratamento de muitas doenças, incluindo câncer. “O professor de Oxford Dr. David Mychles e sua equipe de pesquisa confirmaram recentemente a eficácia da febre induzida para o tratamento de doenças, incluindo câncer.

Um breve relato na Itália, sobre febre e diminuição dos casos de câncer!

Um praticante líder de hipertermia para o câncer, Dr. Werner Zabel, relata um  fatoa interessante, para ilustrar que o câncer pode ser curado através da febre. Ele conta que num vilarejo fora de Roma, era um lugar fértil para os mosquitos da malária. O governo decidiu drenar os pântanos, e os incidentes de malária piorou muito, mas a taxa de câncer que tinha sido significativamente abaixo do normal, de forma inédita quase que por completo desapareceu o câncer na Itália. Deduziu-se que a malária induzia febres, e tinha ajudado a prevenir e tratar o câncer na população. Países europeus e escandinavos têm historicamente utilizado de várias formas em aquecer o corpo para fins de saúde. Banhos de vapor, águas termais e saunas têm sido usados há décadas. Então, acelerando a temperatura do corpo para a saúde não é novo na Europa!

Mas indução de febres para o câncer deve ser feito por profissionais de saúde.

Hipertermia (Termoterapia) é métodos!

O método mais antigo, é o banho Schlenz, era realizado na Europa há mais de um século. A hipertermia trava o câncer, e era usada para uma variedade de doenças. Em caso de tratamento e os métodos entrar em contato no email acima para maiores informações de tratamento, pois existe uma temperatura correta e outros aspectos. Depois de meia hora a temperatura do corpo começa a coincidir com a temperatura da água. Esta técnica é monitorada para garantir que as taxas de pulso não excedam 140.

Surpreendentemente, por volta de 1976 um método único de hipertermia localizada, tumores exposto ao aquecimento com ondas ultra-sônicas, foi relatado nos EUA como uma possível abordagem para tratamentos de câncer tradicionais. Não surpreendentemente, mesmo depois de vários ensaios clínicos de MUITO sucesso desta abordagem não houve sequer informações pela mídia ou pelas faculdades da área da saúde neste tipo de abordagem terapêutica que pode ELIMINAR QUALQUER CÂNCER!

Mas foi na Alemanha e na China, onde essa terapia e outras aplicações de hipertermia ou termoterapia tornaram-se comuns! Infelizmente, o uso nas Américas, são escassos estas aplicações. Assim, embora descoberto pela primeira vez na América, Alemanha e Europa são os pontos quentes para o tratamento do câncer com hipertermia.

A melhor abordagem

A medicina integrativa utiliza a hipertermia como um complemento para tratamentos ortodoxos tóxicos em alguns locais nos EUA; porém a hipertermia deve ser usada como um complemento para outros não tóxicos, tratamentos alternativos de câncer de baixo custo o que implica uma série de estratégias nutricionais. Existem várias terapias alternativas contra o câncer que possam ser integrados com sucesso com hipertermia / termoterapia.

Por exemplo, o Centro de Budwig na Espanha dispõe de uma sauna de infravermelho como a sua forma de hipertermia, juntamente com a Dieta Budwig e outras terapias onde relatam muito sucesso entre os pacientes. Falando de dietas, uma dieta contra o câncer devem ser parte de qualquer terapia principalmente contra cânceres. Como as células cancerosas prosperam em fermentação de glicose, dietas anti-cancerosas evitam todas as formas de açúcar, o álcool, restrição de metionina, alimentos processados e geralmente carnes são evitados. O foco está em vegetais orgânicos, frutas e alguns poucos grãos, de forma que não aumente a ingestão de frutose. Além disso reposição de vitmaina D3, vitamina C injetável, k2-mk4 e mk7, alcalinização dentre outras.

Enquanto um tratamento específico não estiver disponível ou algo expresso, sugiro as saunas e banhos de vapor ( sem cloro) possa ser usado por qualquer pessoa para uma melhora da saúde e prevenção de doenças.
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Referencias

Coley-Nauts, H., Fouler, G.A., M.D., Bogatko, F.H., M.D.

Heine, H., M.D.  1992, Lisbon, Portugal.

Hoption Cann SA, van Netten JP, van Netten C “Dr. William Coley and tumor regression: a place in history or in the future.” Postgrad Med J 2003; 79:672-680.

Hoption Cann SA, 2002; 58 (2):115-9.

Hoption Cann SA, Case Rep Clin Pract Rev 2004; 1.

Heine H, M.D. 1992, Lisbon, Portugal.

Issels J.M., M.D. “Cancer: A Second Opinion” 1999,

Tradução da íntegra –  http://www.issels.com

MacAdam DH,  2003.

Fever, Cancer Incidence and
Spontaneous Remissions (2001).

Wiemann, B., Starnes, Ch.O. “Coley’s Toxins, Tumor Necrosis Factor and Cancer research: A Historical Perspective” 1994, Pharmac.Ther. Vol. 64, 529-564.

 

By Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 10 de Janeiro de 2014 – Consultório 35 3531-8423

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A melhor “QUIMIOTERAPIA CONTRA O CÂNCER” é o uso de ‘Ácido Alfa Lipóico’ com vitamina D e Low Dose Naltrexone!

De 79 indivíduos na fila de transplante em 2003 o Dr. Burt Berkson tirou 75 que ficaram livres do câncer e de outras doenças. Exames de imagens posteriores mostraram que os indivíduos tiveram todas as enzimas hepáticas regularizadas, e regeneração do fígado. Não morreram. A terapia aplicada nos indivíduos foi, LDN e Alfa Lipóico.

 

 


Referências:

Referências:
-Dr Burt Berkson MD;PhD.
-Dr. Lair Ribeiro, MD; PhD Nutrólogo e Cardiologista
-J. Mercola MD; PhD.

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PACIENTE RECUPERA-SE DO CÂNCER EM ESTADO TERMINAL

Estudo científico registra paciente diagnosticado com câncer de pâncreas no ano de 2002, em ESTADO TERMINAL (com pouca esperança para sua sobrevivência), que ao iniciar o tratamento com ácido alfa lipóico injetável e baixas doses de naltrexona (terapia LDN), em um centro de oncologia, ficou livre de sintomas, voltou ao trabalho e sem progressão significativa da malignidade da doença. Anotaram os cientistas que: “hoje, janeiro de 2006, ele está de volta ao trabalho, livre de sintomas e sem progressão significativa de sua malignidade. O protocolo descrito neste artigo pode ter a possibilidade de estender a vida de um paciente que seria normalmente considerado terminal”.

Referência científica:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16484716

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A vitamina D3 pode ser considerada como uma vacina contra o câncer, segundo o médico Phd, Dr. Lair Ribeiro, cardiologista e nutrólogo.

Milhares de estudos sustentam o uso da Vitamina D para câncer; a evidência é absolutamente arrasadora – de forma que eu acredito que devia ser considerado erro médico não medir os níveis de Vitamina D em todo paciente com câncer” – Dr. Joseph Mercola.

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A vitamina D reduz o risco de câncer em 77 por cento; a indústria do câncer se recusa a apoiar a prevenção desta doença!
By Dr Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3531-8423.
email – juliocaleiro@hotmail.com
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Um excitante trabalho de pesquisa realizado na Creighton University School of Medicine, em Nebrasca, revelou que os suplementos de vitamina D e cálcio podem reduzir o seu risco de câncer em 77 por cento, o que é surpreendente. Isso inclui o câncer da mama, de cólon, de pele e outras formas de câncer. Esta pesquisa fornece provas novas e sólidas de que, isoladamente, a vitamina D é o medicamento mais eficaz contra o câncer ultrapassando de longe os benefícios de qualquer fármaco contra o câncer conhecido pela ciência moderna.

Esta pesquisa sobre a vitamina D constitui uma enorme ameaça para aqueles que lucram com a indústria do câncer, porque revela uma forma gratuita de prevenir o câncer procurar a exposição à luz do sol natural e deixar a nossa pele produzir o seu próprio medicamento potente contra o câncer (a vitamina D). A idéia de que a indústria do câncer possa perder 80% dos seus pacientes devido ao conhecimento generalizado sobre a vitamina D e a luz do sol aterroriza a indústria do câncer.

Referências:

1. http://www.creighton.edu/publicrelations/newscenter/news/2007/june2007/june82007/vitamind_cancer_nr060807/index.php

2. http://www.naturalnews.com/021892_vitamin_D_American_Cancer_Society.html

3. Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91

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Vitamina K2 combate vários tipos de cânceres (fígado, pulmão, estômago, cérebro, colorretal, leucemia)

A vitamina K2 (menaquinona) tem sido demonstrada como uma forma segura de suprimir o crescimento e invasão de carcinoma hepatocelular humano, uma forma comum e mortal de câncer de fígado (Clin Calcium. 2007 Nov;17(11):1693-9; Hepatology. 2004 Jul;40(1):243-51). A vitamina K2 exerce múltiplo fatores sobre estes tumores, reduzindo o crescimento e progressão do tumor. Congela o ciclo celular, bloqueando a replicação, e promove a morte celular programada por apoptose (J Gastroenterol. 2009;44(3):228-35).

Estudos em laboratório verificaram um grande potencial na vitamina K2 em muitos outros tipos de cânceres. Ela induz a certos tipos de células em leucemina humana a transformar-se em sangue com células brancas normais (Biochem Biophys Res Commun. 1994 Dec 15;205(2):1305-10.). Em células de determinados tumores cerebrais, câncer no estômago, câncer colorretal, a vitamina K2 pára o ciclo celular reprodutivo e induz a apoptose (Shinkei Geka. 1999 Feb;27(2):119-25; Int J Mol Med. 2006 Feb;17(2):235-43; Int J Oncol. 2007 Aug;31(2):323-31).

Canceres de pulmão são notoriamente agressivos e difíceis de serem tratados. Mas, em diversos tipos de cânceres do pulmão de células pequenas, incluindo, de células escamosas e adenocarcinoma, a vitamina K2 induz a apoptose através da ativação de uma “proteína de suicídio” (Int J Oncol. 2003 Sep;23(3):627-32). Em pesquisas, verificou-se que quando a vitamina K2 foi adicionada a um medicamento (mesilato de imatinib) rapidamente foi suprimida o crescimento em todas as linhas de células de câncer de pulmão analisadas (Int J Oncol. 2005 Jan;26(1):33-40). A vitamina K2 apresenta efeitos sinérgicos semelhantes na bexiga e no câncer de fígado (J Urol. 2006 Oct;176(4 Pt 1):1642-; Int J Cancer. 2010 Jun 7).

A vitamina K2 tem como alvo as células tumorais promovendo sua destruição, sem apresentar qualquer toxidade para os tecidos saudáveis (Curr Mol Pharmacol. 2008 Jan;1(1):80-92).

Quanto ao câncer de fígado, há registros científicos importantes de serem mencionados. Um dos registros formalmente documentado em estudo, foi analisado um homem com 85 anos com câncer de fígado (carcinoma hepatocelular) após a infecção da hepatite C,o qual aderiu ao tratamento com vitamina K2 e sem realizar mais quimioterapia. Os resultados foram surpreendentes: o tumor regrediu significativamente por tomografia computadorizada e seus marcadores tumorais no sangue ficaram todos normalizados (World J Gastroenterol. 2005 Nov 14;11(42):6722-4).

Agende sua consulta e trate de sua saúde pela nutrição funcional avançada!

Referências científicas:
1. Mizuta T, Ozaki I. Clinical application of vitamin K for hepatocellular carcinoma. Clin Calcium. 2007 Nov;17(11):1693-9.
2. Otsuka M, Kato N, Shao RX, et al. Vitamin K2 inhibits the growth and invasiveness of hepatocellular carcinoma cells via protein kinase A activation. Hepatology. 2004 Jul;40(1):243-51.
3. Nishikawa Y, Wang Z, Kerns J, Wilcox CS, Carr BI. Inhibition of hepatoma cell growth in vitro by arylating and non-arylating K vitamin analogs. Significance of protein tyrosine phosphatase inhibition. J Biol Chem. 1999 Dec 3;274(49):34803-10.
4. Yamamoto T, Nakamura H, Liu W, et al. Involvement of hepatoma-derived growth factor in the growth inhibition of hepatocellular carcinoma cells by vitamin K(2). J Gastroenterol. 2009;44(3):228-35.
5. Kuriyama S, Hitomi M, Yoshiji H, et al. Vitamins K2, K3 and K5 exert in vivo antitumor effects on hepatocellular carcinoma by regulating the expression of G1 phase-related cell cycle molecules. Int J Oncol. 2005 Aug;27(2):505-11.
6. Matsumoto K, Okano J, Nagahara T, Murawaki Y. Apoptosis of liver cancer cells by vitamin K2 and enhancement by MEK inhibition. Int J Oncol. 2006 Dec;29(6):1501-8.
7. Kim HJ, Mun JY, Chun YJ, Choi KH, Ham SW, Kim MY. Effects of a naphthoquinone analog on tumor growth and apoptosis induction. Arch Pharm Res. 2003 May;26(5):405-10.
8. Sakai I, Hashimoto S, Yoda M, et al. Novel role of vitamin K2: a potent inducer of differentiation of various human myeloid leukemia cell lines. Biochem Biophys Res Commun. 1994 Dec 15;205(2):1305-10.
9. Sun L, Yoshii Y, Miyagi K, Ishida A. Proliferation inhibition of glioma cells by vitamin K2. No Shinkei Geka. 1999 Feb;27(2):119-25.
10. Tokita H, Tsuchida A, Miyazawa K, et al. Vitamin K2-induced antitumor effects via cell-cycle arrest and apoptosis in gastric cancer cell lines. Int J Mol Med. 2006 Feb;17(2):235-43.
11. Ogawa M, Nakai S, Deguchi A, et al. Vitamins K2, K3 and K5 exert antitumor effects on established colorectal cancer in mice by inducing apoptotic death of tumor cells. Int J Oncol. 2007 Aug;31(2):323-31.
12. Taper HS, Jamison JM, Gilloteaux J, Gwin CA, Gordon T, Summers JL. In vivo reactivation of DNases in implanted human prostate tumors after administration of a vitamin C/K(3) combination. J Histochem Cytochem. 2001 Jan;49(1):109-20.
13. Yoshida T, Miyazawa K, Kasuga I, et al. Apoptosis induction of vitamin K2 in lung carcinoma cell lines: the possibility of vitamin K2 therapy for lung cancer. Int J Oncol. 2003 Sep;23(3):627-32.
14. Yokoyama T, Miyazawa K, Yoshida T, Ohyashiki K. Combination of vitamin K2 plus imatinib mesylate enhances induction of apoptosis in small cell lung cancer cell lines. Int J Oncol. 2005 Jan;26(1):33-40.
15. Kassouf W, Highshaw R, Nelkin GM, Dinney CP, Kamat AM. Vitamins C and K3 sensitize human urothelial tumors to gemcitabine. J Urol. 2006 Oct;176(4 Pt 1):1642-7.
16. Wei G, Wang M, Hyslop T, Wang Z, Carr BI. Vitamin K enhancement of Sorafenib-mediated HCC cell growth inhibition in vitro and in vivo. Int J Cancer. 2010 Jun 7.
17. Scott GK, Atsriku C, Kaminker P, et al. Vitamin K3 (menadione)-induced oncosis associated with keratin 8 phosphorylation and histone H3 arylation. Mol Pharmacol. 2005 Sep;68(3):606-15.
18. Verrax J, Taper H, Buc Calderon P. Targeting cancer cells by an oxidant-based therapy. Curr Mol Pharmacol. 2008 Jan;1(1):80-92.
19. Enomoto M, Tsuchida A, Miyazawa K, et al. Vitamin K2-induced cell growth inhibition via autophagy formation in cholangiocellular carcinoma cell lines. Int J Mol Med. 2007 Dec;20(6):801-8.
20. Yokoyama T, Miyazawa K, Naito M, et al. Vitamin K2 induces autophagy and apoptosis simultaneously in leukemia cells. Autophagy. 2008 Jul 1;4(5):629-40.
21. Verrax J, Cadrobbi J, Delvaux M, et al. The association of vitamins C and K3 kills cancer cells mainly by autoschizis, a novel form of cell death. Basis for their potential use as coadjuvants in anticancer therapy. Eur J Med Chem. 2003 May;38(5):451-7.
22. Nouso K, Uematsu S, Shiraga K, et al. Regression of hepatocellular carcinoma during vitamin K administration. World J Gastroenterol. 2005 Nov 14;11(42):6722-4.
23. http://www.lef.org/magazine/mag2010/nov2010_The-Remarkable-Anticancer-Properties-of-Vitamin-K_01.htm

O MELHOR ANTI-CÂNCER NATURAL! MELATONINA!

By, Ed. Dr. Júlio Caleiro
email – juliocaleiro@hotmail.com
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A melatonina tem sido rotulado de forma errada por muito tempo, mas irei desmistificar isso agora.
Muitas vezes referido como o “hormônio do sono”, a melatonina, na verdade, trata muito mais do que isso. Na verdade, ela pode até mesmo realizar potencial tratamento contra o câncer. Neste post, vou lançar uma luz que está sendo ignorado pela agência de saúde Brasileira (Anvisa)no que se refere o papel da melatonina na proteção contra o câncer.

*A Melatonina estimula o sistema imunológico

A melatonina é um hormônio natural secretado pela glândula pineal. Ela desempenha um papel importante em várias funções do corpo, incluindo apoio a seu sistema imunológico.
estimula ainda as células ‘natural killer’ NK, cujo trabalho é destruir o câncer e microrganismo patogênicos. Também estimula outros membros de seu sistema imunológico, incluindo células T-helper, linfócitos, macrófagos e monócitos;

Todas essas células são importantes para manter o individuo livre do câncer, e na verdade o sistema imunológico não pode funcionar sem eles. A Melatonina impede as células cancerosas em suas disseminações em formação de metástase. A melhor maneira de derrotar o câncer é através de uma abordagem multifatorial. É como uma batalha, o câncer deve ser atacado através de ângulos diferentes para a sua destruição. Convenientemente, a melatonina tem sido mostrado parar o crescimento do cancro através de vários mecanismos específicos e caractérisicos. Como por exemplo: 1ª inibe a angiogénese de tumores (crescimento de vasos sanguíneos do tumor), 2ª o crescimento do tumor, 3ª induz a apoptose ( suicídio da célula tumoral).

Melatonina Estende a vida de pacientes com câncer em 45%. Numa revisão de oito ensaios clínicos, a melatonina tomados juntamente com o tratamento convencional foi mostrada aumentar a taxa de sobrevivência em e um ano de pacientes com cancro, em 45% a mais quando comparado com o tratamento convencional sozinho. Também melhorou a taxa de remissão total ou parcial por quase 50%. Os especialistas dizem que mais pesquisa é necessária, mas penso que definitivamente isso não é mais uma verdade. As pesquisas já foram claras a um bom tempo, numa quantidade plausível de relevância.
Aqui é uma tabela que mostra o efeito da melatonina sobre a mortalidade do cancro. Ele é baseado no trabalho de Lissoni, um pesquisador italiano. Isto é bastante impressionante:

-A Melatonina alivia os efeitos colaterais da quimio e radioterapia
A Quimioterapia e radiação muitas vezes vêm com uma série de efeitos colaterais. A quimioterapia especialmente, apresenta um dos mais difíceis de suportar, provocando muitos pacientes parar prematuramente o tratamento. Estudos mostram que a melatonina pode ajudar a aumentar a eficácia da quimioterapia. Além disso, tem sido mostrada aliviar os efeitos secundários seguintes associados à radiação e quimioterapia num proporção muito boa. Além disso ajuda em várias outras doenças do sangue ou mesmo secundário ao tratamento quimioterápico ou radioterápico.

• plaquetas baixa ou trombocitopenia

• Neurotoxicidade (danos nos nervos)

• Fatiga

• astenia (fraqueza)

• A cardiotoxicidade (danos ao coração)

• (inflamação do revestimento da mucosa bucal) Estomatite.

• Náusea

• contagem de glóbulos brancos

• Vômitos

• A caquexia (perda de peso significativa e perda de massa muscular)

Nota: ‘The Bottom Line’.
A pesquisa sobre a melatonina é verdadeiramente notável. E com o tempo, nós pensamos que muitos estudos irão revelar e apoiar os benefícios anti-câncer que descrevemos acima.

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Referências:
1. Int J Exp Pathol. De abril de 2006, 87 (2): 81-87.
2. J Pineal Res. 2012 Jul 17 (doi:. 10.1111/j.1600-079X.2012.01030.x). [Nk2]
3. J Pineal Res. 2006 Set; 41 (2) :130-5.
4. Câncer Chemother Pharmacol. 2012 Maio, 69 (5) :1213-20.
5. Eur J Cancer. 1999 Nov; 35 (12) :1688-92.
6. Integr Cancer Ther. 2012 Dez; 11 (4) :293-303.
7. J Pineal Res. 1997 Agosto; 23 (1) :15-9.

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EXTRATO DE MELÃO AMARGO

By Dr. Júlio Caleiro – email – juliocaleiro@hotmail.com

Em um estudo publicado na edição de março da ‘Cancer Research’, os pesquisadores descobriram que o extrato de [melão amargo] exerce um efeito significativo contra o crescimento de células cancerosas da mama. Os resultados do estudo sugerem que o extracto de melão amargo é capaz de modular a várias vias de transdução de sinal-, resultando numa diminuição significativa da proliferação celular e apoptose (MORTE) induzida de tais células. Estes resultados, observam os autores, indicam que o extracto de melão amargo pode ser usado como um agente quimiopreventivo.

Extrato de melão amargo:

O melão amargo (Momordica charantia) tem sido usada como um remédio para diabetes em lugares como Índia, China, e América Central. É amplamente cultivada na Ásia, África e América do Sul e é ingerido como um vegetal na Índia e na China, explicou o autor Ratna B. Ray, PhD, professor do Departamento de Patologia da Universidade de Saint Louis, no Missouri. Preparações de extracto de melão amargo em laboratórios independentes têm sido usado para ter um efeito benéfico sobre o metabolismo da glicose, plasma, e lípidos hepáticas e agora o câncer.  Além disso, o melão amargo contém glicosídeos adicionais, incluindo mormordin, vitamina C, carotenóides, flavonóides e polifenóis.

Neste estudo experimental, o Dr. Ray e colegas examinaram a eficácia do extracto de melão amargo como um agente anti-cancerígeno, utilizando células cancerosas de mama humanos (MCF-7 e MDA-MB-231) e primárias células epiteliais mamárias humanas, como um modelo in vitro. O efeito do melão amargo foi avaliada como o receptor de estrogénio, (ER)-positivos células cancerosas. Descobriram que a apoptose ( morte) de células de cancer da mama foi observada neste ensaio clínico. O tratamento de células cancerosas com extracto de melão amargo inibiu a expressão de survivina e claspin, que são proteínas envolvidas na inibição do crescimento celular tumoral, a indução de apoptose (morte), e na regulação do ciclo celular segundos os Autores. A Survivina também está envolvida na resistência à quimioterapia.

Doses adequada diariamente devem ser prescrita, tanto para prevenção como para fins de tratamento coadjuvante à quimioterapia convêncional para o tratamento do câncer de mama.

JÚLIO CALEIRO  —

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Referência

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?orig_db=PubMed&db=pubmed&cmd=Search&TransSchema=title&term=20043074

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Comprovado: A vitamina D tem efeito ‘ANTICÂNCER’, previne e trata o câncer!

A equipe liderada pelos professores John White McGill e Goltzman David, da Facullty of Medicine’s Departament of Physiology, descobriu que a forma ativa da vitamina D age através de vários mecanismos para inibir tanto a produção e função da proteína cMYC. A proteína cMYC dirige a divisão celular e é ativa em níveis elevados em mais de metade de todos os tipos de cânceres. Seus resultados foram publicados na última edição da Proceedings of the National Academy of Sciences.
O professor White disse: “durante anos, meu laboratório tem se dedicado ao estudo dos mecanismos de vitamina D em células cancerosas humanas, particularmente seu papel em parar a sua proliferação. Nós descobrimos que a vitamina D controla tanto a taxa de produção e degradação da proteína cMYC. Mais importante, verificou-se que a vitamina D estimula fortemente a produção de um antagonista natural de cMYC chamado de MXD1, essencialmente desligando função cMYC.”

Referência:
http://www.lef.org/news/LefDailyNews.htm?NewsID=17528&Section=VITAMINS
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VITAMINA D PREVINE E TRATA O CÂNCER DE MAMA

Estudo dirigido pelo Dr. Cedric Garland da “UC San Diego School of Medicine” informa que 600.000 (seiscentos mil) casos de câncer de mama e colorretal poderiam ser evitados a cada ano, se os níveis de vitamina D entre as populações em todo o mundo fossem aumentadas.

Referência: Nutrition Reviews, Volume 65, Supplement 1, August 2007 , pp. 91-95(5)

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CÂNCER DE MAMA

“Mulheres com deficiência de vitamina D na época do diagnóstico de CÂNCER DE MAMA tem cerca de 75% mais chances de morrer da doença do que aquelas com níveis suficientes de vitamina D. Um estudo conduzido em 2008 revelou que as mulheres com deficiência de vitamina D na época do diagnóstico do câncer de mama tinham uma probabilidade 94% maior de desenvolver metástase do que aquelas com níveis normais de vitamina D.”

* Dr. Michael Holick, médico Phd, professor de medicina, fisiologia e nutrição no Centro Médico da Universidade de Boston e na Tufts University; preside o Programa de Pesquisa Humana da NASA; possui título de melhor médico dos EUA 2011/2012; melhor endocrinologista em 2011; autor de mais de 400 artigos científicos sobre fisiologia bioquímica, metabolismo, fotobiologia da vitamina D.

Referências:
1. The Vitamin D Solution: A 3-Step Strategy to Cure Our Most Common Health Problems, Dr. Michael Holick – PhD.
2. Bertone-Johnson ER, Chen WY, Holick MF, et al. “Plasma 25-hydroxyvitamin D and 1,25 Dihydroxyvitamin D and risk of breast cancer”. Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention 2005, 14: 1991-97.

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ABC News – Vitamina D no tratamento do Câncer.

Entenda a ação anticâncer da vitamina D.

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UM NOVO MODELO DE CÂNCER?

By Dr. Júlio Caleiro – email – juliocaleiro@hotmail.com

Embora seja um exagero que a vitamina D, pode prevenir e até mesmo curar o câncer alguns cientistas tiveram a coragem suficiente para sugerir uma teoria totalmente nova para a doença. Em 2009, os irmãos Garland propuseram uma nova opção para explicar o câncer no corpo. O modelo científico autal considera que a origem do câncer é a mutação genética. E se essa suposição estiver errada? E se existir outra explicação para o desenvolvimento do câncer? Essas foram as questões levantas pelos irmãos Garland e publicadas no periódico Annals of Epidemiology, a publicação oficial da Associação Americana de Epidemiologia, e que imediatamente tiveram repercussão na mídia. Primeiro, o Dr. Cedric Garland e sua equipe enfatizaram uma série de publicações que sugerem que o câncer se desenvolve a partir de um grupo de células que perdem sua capacidade de permanecerem unidas de um modo saudável. Eles ponderaram que o fator-chave do desencadeamento da malignidade poderia ser a falta de vitamina D. De acordo com o Dr. Garland, os pesquisadores documentaram que quando a vitamina D ativada está presente no tecido, as células aderem umas às outras e agem como células normais e maduras. Entretanto, quando há deficiência de vitamina D ativada o que é presente na maioria das pessoas atingindo em até 70% da população mundial, as células perdem essa capacidade de união e as suas identidades como células diferenciadas. O resultado? Elas podem retroceder para um estado perigoso e imaturo e se tornarem cancerosas. O Dr. Garland afirma que é o suprimento abundante de vitamina D no corpo, que pode interromper esse processo. A presença de vitamina D adequada em quantidades suficientes no corpo pode interromper o primeiro estágio do processo canceroso, restabelecendo as conexões entre as células que possuam receptor de vitamina D intacto.

Dr. Michael Holick, médico Phd, professor de medicina, fisiologia e nutrição no Centro Médico da Universidade de Boston e na Tufts University; preside o Programa de Pesquisa Humana da NASA; possui título de melhor médico dos EUA 2011/2012; melhor endocrinologista em 2011; autor de mais de 400 artigos científicos sobre fisiologia bioquímica, metabolismo, foto biologia da vitamina D.

Referência:
The Vitamin D Solution: A 3-Step Strategy to Cure Our Most Common Health Problems, Dr. Michael Holick – PhD.

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INGESTÃO REDUZIDA DE VITAMINA K ESTÁ ASSOCIADO A MAIOR RISCO DE MORTALIDADE POR CÂNCER

Ed. BY, Dr. Júlio Caleiro email – juliocaleiro@hotmail.com Tel 35-3531-8423

Um artigo publicado em 24 de março de 2010, no ‘American Journal of Clinical Nutrition’ relata o encontro de pesquisadores do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer e do Centro Alemão de Pesquisa para Saúde Ambiental averiguando uma associação entre a ingestão reduzida de vitamina K2 e um aumento do risco de morte por cancro. A atual pesquisa analisou dados de 24.340 participantes na ‘Investigação Prospectiva Europeia sobre Câncer e Nutrição-Heidelberg (EPIC-Heidelberg)’ estudo este prospectivo em que os indivíduos tinham entre 35-64 anos. Os participantes que estavam livres de câncer no início do estudo foram acompanhados até 2008. Questionários dietéticos completos no momento da inscrição foram analisados para filoquinona (vitamina K1) e consumo menaquinonas (vitamina K2).

Durante o período de acompanhamento, houve 1.755 casos de câncer incluindo 458 mortes. Enquanto aqueles cuja ingestão de vitamina K2 estava entre os 25% dos participantes, esses tiveram 14% de redução não-significativa na incidência de câncer, comparados com aqueles que nao ingeriram. O grupo com a maior ingestão experimentou um risco 28% menos de morrer da doença de câncer. Uma análise adicional dos dados determinam que a redução da incidência do câncer estava associado com um boa ingestão de vitamina K2. Quanto aos tipos de câncer foram constatado uma redução de 62% no risco de câncer de pulmão e um risco 35% menor de câncer de próstata, a observação foi em pessoas cuja ingestão de vitamina K2 estava entre os 25% dos participantes que tomaram boas doses. Embora a exclusão de câncer de pulmão a partir da análise ainda encontraram uma associação inversa entre a ingestão de vitamina K2 e o risco de câncer metastático, os pesquisadores não consideram que é de significância estatística. Não foram encontradas associações entre a vitamina K1 e a incidência de câncer ou diminuição da mortalidade.

Os autores explicam a diferença nos efeitos da vitamina K2 sobre homens e mulheres pelo fato de que os homens do estudo tinham câncer tais como (próstata, pulmão) que eram mais propensas a ser influenciados pela vitamina K2. No que diz respeito a uma associação inversa da vitamina K2 com mortalidade por câncer em comparação com a incidência de cancro, a observação dos autores foram: “Supõe que os fatores de risco que afetam a apoptose (morte celular) e a estabilização do ciclo celular são susceptíveis no desempenho na carcinogênese mais tardia. Além disso, estudos experimentais sugerem um papel inibitório da menaquinona na angiogênese, que é firmemente ligado ao desenvolvimento de metástases. “…Este estudo mostrou associação inversa entre a ingestão dietética de menaquinonas (K2), na incidência de câncer em geral e na mortalidade”, concluem os autores. Eles sugerem estudos adicionais usando medições de biomarcadores de vitamina K.

Câncer de Fígado e Vitamina k2.

Uma nova forma de vitamina K parece extremamente promissora no tratamento de câncer primário de fígado, um tipo notoriamente resistente à quimioterapia, e foi descoberta por cientistas da Universidade de Pittsburgh Cancer Institute (UPCI). A pesquisa publicada no ‘Journal of Biological Chemistry’ descreveu uma abordagem inovadora para tratar e possivelmente prevenir o câncer de fígado, desencadeando a apoptose nas células cancerígenas.(Ni et al.1998). A equipe verificou que análogos da vitamina K – chamado de Composto 5 (CPD5), provoca um desequilíbrio na atividade normal de enzimas que controla a adição ou a remoção de moléculas pequenas (grupos fosfato) a partir de proteínas de dentro das células. Especificamente, CPD5 bloqueia a atividade de enzimas do tipo – (tirosina fosfatases) que normalmente removem grupos de fosfato de proteínas dentro das células selecionadas de câncer de fígado. A ‘CPD5′ no entanto, não interfere com o outro grupo de enzimas chamadas proteína-tirosina-quinases, que adicionam grupos de fosfato para as mesmas proteínas. O resultado é um excesso de proteínas fosforiladas em tirosina, o que desencadeia uma variedade de atividades no interior das células, incluindo a morte celular subsequente da célula, no caso a mutadas.

Transplante de fígado e uso da Vitamina k2

É possível remover alguns indivíduos da lista de transplante de fígado devido a grande eficácia da ‘CPD5′. No entanto, o composto de vitamina K não se limita somente a matar o cancro do fígado, mas também em cultura de tecidos o composto também foi eficaz contra o melanoma e cancros da mama. Embora a nova vitamina K esteja em testes clínicos, neste momento, os clientes e os médicos podem entrar em contato Informações da UPCI de Câncer sobre o tratamento. Inquiridores também podem visitar o site da universidade em http://www.upci.upmc.edu. ou entrar em contato informações e /ou tratamento em São Sebastião do Paraíso-MG com o Nutricionista Dr. Júlio Caleiro Pimenta pelo telefone acima descrito.

Para terminar, os compostos de vitamina K inibiram a produção de IL-6 por fibroblastos estimulados com lipopolissacáridos, que são reconhecidas como fontes ricas de citocinas (Reddi etal. 1995). Esta descoberta tem implicações significativas anticancerosos devido a expressão de IL-6 ser intrinsecamente envolvida no processo inflamatório, da reabsorção óssea, a activação da telomerase e proliferação do cancro.

Referência
1. Ni R, Nishikawa Y, Carr BI. Cell growth inhibition by a novel vitamin K is associated with induction of protein tyrosine phosphorylation. J Biol Chem. 1998 Apr 17;273(16):9906-11.

2. Reddi K, Henderson B, Meghji S, et al. Interleukin 6 production by lipopolysaccharide-stimulated human fibroblasts is potently inhibited by naphthoquinone (vitamin K) compounds. Cytokine. 1995 Apr;7(3):287-90.

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PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA – evitem mamografias periódicas!

By Dr. Júlio Caleiro – email – juliocaleiro@hotmail.com

Mamografias expõem o seu corpo à radiação que pode ser 1.000 vezes maior do que um raio X do tórax, que torna a mulher desnecessariamente vulnerável a maior risco por indução ao próprio câncer. Ademais, a mamografia comprime os seios que poderia levar a uma propagação perigosa de células cancerosas (na hipótese da já existência de câncer).

Curiosamente, em um estudo realizado pelo Dr. Robert M. Kaplan, diretor do departamento de serviços de saúde na Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, encontraram 22% de tumores de mama mais invasivos no grupo que tiveram mamografias a cada dois anos, em comparação com o grupo que tinha apenas uma mamografia ao longo de um período de seis anos.

Então, qual exame realizar?

Sugiro a realização da TERMOGRAFIA (imagem térmica), que não usa nenhuma pressão mecânica ou radiação ionizante. A termografia é capaz de medir alterações fisiológicas e processos metabólicos. Resumidamente, esta ferramenta cria um mapa digital do corpo, que consegue detectar anormalidade (se existente), especificamente, inflamações. A inflamação é um precursor de muitas doenças, dentre elas, o câncer, artrite, doenças do coração, diabetes, e etc. Assim, a detecção precoce de inflamação pode ajudar a prevenir inúmeras doenças, dentre elas, o câncer de mama. A imagem térmica detecta as alterações fisiológicas que acompanham a patologia da mama, quer se trate do câncer, doença fibrocística, uma infecção ou uma doença vascular. Termografia é útil, inclusive, para as jovens que se preocupam em prevenção de câncer de mama e inúmeras outras doenças.

Todavia, quer se prevenir efetivamente ao câncer de mama? Está comprovado: Vitamina D3 reduz o risco de câncer de mama em 77%! (Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91.).

Referencias:

Archives of Internal Medicine November 24, 2008;168(21):2311-2316.
New York Times November 24, 2008
World Wire November 24, 2009
Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91
Mercola.com


16 Comentários

  1. sileimar campos de Araujo disse:

    boa noite Dr Júlio. meu nome é sileimar campos. gostaria de saber do sr se a melatonia causa algum efeito colateral? estou tomando melatonina mas só que apareceu alergia, segundo a dermatologista seria urtigaria. seria por causa da melatonina? essa é minha duvida. se poder me responder ficaria agradecida.

    • Sileimar, desconheço este tipo de efeito colateral no uso de melatonina, isto é, manifestações alérgicas. Na realidade, a melatonina regulariza o sistema imune, podendo, assim, tratar alergias, e não causá-las (A Carillo-Vico, JM Guerrero, uma revisão das múltiplas ações de melatonina sobre o sistema imunológico, endócrino, julho de 2005, 27 (2): 189-200].

      Porém, informe ao seu médico dermatologista que vem fazendo uso de melatonina, ele saberá informar se é o caso de suspendê-la.

  2. sileimar campos de Araujo disse:

    obrigada Dr júlio por me responder.

  3. Beluzario Jacinto de Souza disse:

    Otimo

  4. Cinthia disse:

    Boa noite Dr,
    onde encontrar as vitaminas D e K, elas são encontradas em alimentos ou só em comprimidos
    Atenciosamente,
    Cinthia

  5. marines disse:

    minha medica me pede todo ano, mamografia…. estou perdida… mas fiquei sabendo que tomar iodo 15 dias antes ajuda… é verdade doutor ??????

    • Marine, o meu conselho é no sentido de NÃO realizar mamografia, em nenhuma hipótese. A vitamina D é um nutriente que eficazmente previne cânceres. Veja o conselho da Dra. Lucy Keer (médica):

  6. marines disse:

    obrigado dr… video muito esclarecedor… Adoença é mesmo uma oportunidade de negocios, como diz Dr. Italo Rachid…

  7. Jesus Baptista Júnior disse:

    Dr Júlio, boa noite;

    A minha esposa possui Pancreatite Autoimune. O Sr tem condições de me ajudar a minha esposa? Li bastante os artigos do seu site e estou esperançoso de uma luz no fim do túnel. Ela perdeu muito peso e constantemente sente dores abdominais (devido ao Pâncreas afetado pela doença). Sei que essa doença é uma doença autoimune. Eu lhe enviei um email no endereço eletrônico explicando melhor o caso de minha esposa. Agradeceria muito se o Sr desse uma avaliada e me respondesse.

    Grande abraço.

  8. Roseli disse:

    Boa tarde Dr, Júlio,

    Gostaria de saber qual a dosagem correta de vitamina D3 para paciente com câncer.O Dr. Lair Ribeiro prescreve o Sigmatriol, essa dosagem é manipulada?

    • Roseli, as dosagens de vitamina D3 para tratamento são individuais, na necessidade de cada pessoa. O Sigmatriol é utilizado de maneira extremamente específica e com cuidados redobrados! Geralmente, o uso é da vitamina D3 em altas doses, com nutrientes associados para garantir sua ativação no corpo (ex: magnésio). Compreendido?

      Abraços!

  9. Roseli disse:

    Boa tarde Dr, Júlio
    Obrigado por responder. Estou desesperada, tenho um sobrinho de 14 anos com Ca há 02 anos em tratamento e vi nesse tratamento com LDN,ácido alpha liopoico e vita D3 uma luz, pois ele faz quimio de manutenção, pois os médicos não dão mais esperança.
    Obrigado.

  10. Bruna disse:

    Boa Tarde Dr. Julio. Eu gostaria de saber se meu pai que tem CA de próstata 4 estagio com metástase óssea pode fazer LDN mesmo não sendo mais virgem de tratamento. O Dr.Lair falou que LDN não responde em câncer de próstata tratado com hormônio e com castração. Mas o meu pai não foi castrado e não toma mais hormônio á 5 meses.
    Ele tomou hormônio terapia por 1 ano de 08/13 até 09/14, depois teve que fazer 20 sessões de radioterapia em dezembro de 2014 , e deu inicio a quimioterapia (docetaxel + 2 comprimidos diários de prednisona) agora ele acabou de fazer o 6° ciclo de quimioterapia, e vai ter que ficar um tempo sem quimioterapia para fazer novos exames de imagem. Será que agora sem hormônio ele pode fazer LDN?
    Desde janeiro de 2015 ele faz ozonoterapia 2 x na semana , respira oxigênio por 2 horas 2 vezes por semana e faz 5 ml de auto-hemoterapia com ozônio, chamada de terapia menor, toma 2 comprimidos de 5.000 ui de vitamina D3, 1 de manhã e outro de tarde, e vai começar a usar lugol 5% + B2 300mg e B3 1000mg essa semana, ele também já faz uso de cloreto de magnésio P.A e selênio todos os dias.
    Onde eu posso encontrar o ácido alfa lipóidico injetável, é necessário ter receita? O Dr. Lair fala para usar 3 vezes na semana por 3 meses, pausar por 3 meses e voltar a tomar . Eu já tenho a naltrexona, falta só alfa lipóidico.

    • Bruna, sugiro que entre em contato com o escritório do Dr. Lair Ribeiro (11) 3889 0038 e solicite indicação de médicos de sua região para realizar a terapia LDN + ácido alfa lipóico injetável para câncer.

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