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Os 3 melhores ativos para tratamento da ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA!

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Publicado em 12 de Fevereiro de 2019 – São Sebastião do Paraíso -MG


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ALS2

By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

O chá verde contém altas concentrações de catequinas, flavonóides com fortes propriedades antioxidantes (Hu 2002). Extrato de chá verde tem demonstrado ter propriedades anti-inflamatórias também (Hong 2000). Uma dessas catequinas conhecida como epigalocatequina-3-galato (EGCG) é de particular interesse no contexto da ELA. EGCG em altas doses e outras catequinas podem ser capazes de proteger os neurônios de uma variedade de doenças (Mandel 2008). Descobriu-se que o EGCG protege culturas de neurônios motores da morte devido a níveis excessivos de glutamato (Yu 2010). Os neurônios motores também podem ser protegidos da disfunção mitocondrial com a adição de EGCG em cultura (Schroeder 2009). O EGCG também pode se ligar e inativar o ferro, o que pode ajudar a proteger os neurônios motores dos efeitos da ELA (Benkler 2010).  O tratamento deve ser feito com EGCG puro e em doses muito elevadas, o uso do chá verde em pacientes com ELA inicial ou avançado não surte efeitos esperados de regressão sintomática.

Pycnogenol® é um extrato de casca de pinheiro marinho que inclui procianidinas e ácidos fenólicos (Packer 1999). Mostrou-se que possui propriedades antioxidantes (Packer 1999), bem como efeitos protetores contra a excitotoxicidade do glutamato (Kobayashi, 2000). Pycnogenol® é uma opção comum de terapia complementar entre pacientes com ELA (Cameron 2002). Além disso, pycnogenol® aumentou os níveis de SOD produzidos em um estudo com animais (Kolacek 2010). Porém as doses devem ser dadas várias vezes ao dia em doses alevadas.

O resveratrol é um poderoso antioxidante encontrado em peles de uva vermelha e knotweed japonês ( Polygonum cuspidatum). Verificou-se que o resveratrol suprime o influxo de íons excitatórios em alguns tipos de células, o que está associado à redução da toxicidade celular induzida por glutamato (Wu 2003). Outra maneira pela qual o resveratrol pode ter como alvo as doenças neurodegenerativas é reduzir o estresse oxidativo, tanto sozinho quanto aumentando a expressão de SIRT1 (Sun 2010), um gene de resposta ao estresse associado à longevidade e proteção contra várias agressões celulares. Embora não se saiba qual o papel desse gene na ELA, o aumento da expressão da SIRT1 por meio da administração do resveratrol na sua formulação mais ativa ajuda a proteger os neurônios motores da ELA na cultura celular (Kim 2007; Wang 2011). Além disso, o resveratrol pode aumentar a atividade da SOD nas células e protegê-las da apoptose e do estresse oxidativo (Yoon 2011). A adição do líquido cefalorraquidiano de pacientes com ELA a culturas de células de neurônios motores de ratos faz com que as células em cultura morram. Um dos aspectos intrigantes do resveratrol é que ele pode proteger as culturas de células de neurônios motores da morte, o que é algo que o riluzole, o único medicamento aprovado pela FDA para ELA, não pode fazer (Yanez 2011). Vale lembrar que as doses do resveratrol bem como dos demais suplementos citados são bem elevadas, e devem ser prescritas juntamente com o protocolo completo e a dieta específica para apresentar os resultados. 


 

Referências no corpo do texto!

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