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Como eliminar a HALITOSE (mau hálito) de maneira natural?

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Por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.
O mau hálito pode ser um sinal de deterioração da saúde oral. A boca possui mais de 10 bilhões de bactérias, que lutam constantemente para sobrevivência em cada parte da boca. Nesta constante disputa por território, as bactérias produzem substancias que são como armas naturais contra suas concorrentes, e uma das substancias foi dado o nome de BLIS, que é molécula de proteína capaz de matar as bactérias nocivas causadoras de halitose. A bactéria de nome Streptococcus Salivarius (bactéria saudável presente na boca) gera a molécula BLIS, e com isso mostra efeitos muito positivos contra o mau hálito, promovendo a boa saúde da boca, gengiva, dentes, nariz, e ouvidos.
A flora bacteriana do dorso da língua de pessoas que tem mau hálito é diferente daquela de pessoas que não tem mau hálito. Por exemplo, o Strep. Salivarius é uma bactéria típica de pessoas que NÃO tem mau hálito (hálito normal), e é raramente encontrada em pessoas que tem mau hálito.
Isso faz sentido para os dentistas, que sabem que o melhor tratamento para halitose é a diminuição de populações bacterianas, especialmente aquelas sob a língua, mas o problema é que os germes crescem rapidamente após o tratamento padrão. Um grupo de pesquisa liderado pelo Dr. Tagg (bacteriologista) e seu colega Jeremy P. Burton em “BLIS Technologies Centro de Inovação” na Nova Zelândia conseguiu resultados impressionantes usando BLIS na forma de pastilhas. Os pesquisadores estudaram 23 pacientes com halitose, dando-lhes todo um programa de três dias usando um produto antibacteriano seguido pelas pastilhas de BLIS e outro grupo com placebo. Mediram os compostos produtores de odor de enxofre no hálito dos pacientes uma semana mais tarde, encontrando que 85% do grupo de BLIS experimentaram reduções substanciais dos químicos nocivos causadores de halitose, contra 30% do grupo de placebo. O grupo BLIS também apresentavam contagens mais baixas de bactérias implicados em halitose comparados com os que receberam placebo. Burton e os investigadores concluíram que “a molécula BLIS pode fornecer uma estratégia eficaz para reduzir a gravidade da halitose.”
Logo, observa-se que é um típico caso de disbiose (desequilíbrio entre microorganismos benéficos e patogênicos). A disbiose não é apenas intestinal, mas pode afetar também as vias áreas respiratórias, causador de várias patologias, como otite, faringites, halitose, e etc. Equilibrando a população de bactérias nessa região, é possível prevenir essas patologias e também revertê-las naturalmente.
Referências:
1. Oral Dis. 2005;11(Suppl 1):29-31.
2. Burton JP, Chilcott CN, Moore CJ, Speiser G, Tagg JR. A Preliminary Study of the Effect of ProbioticStreptococcus salivarius K12 on Oral Malodour Parameters. Journal of Applied Microbiology, Volume 100, Number 4, April 2006, pp 754-764.
3. Burton JP, Wescombe PA, Moore CJ, Chilcott CN,Tagg JR. Safety Assessment of the Oral Cavity ProbioticStreptococcus SalivariusK12. Applied and Environmental Microbiology, Volume 72, Number 4, April 2006 pp 3050-3053
4. Oral Microbiol Immunol. 2009 Apr;24(2):152-61.
5. VERA FANTINATO DAMETTO. Streptococcus Salivarius: Deteccao de Cepas Produtoras de Substancias Semelhantes A Bacteriocina Contra Algumas Bacterias Bucais.. 1987. Tese – Universidade de São Paulo, . Orientador: Flavio Zelante.

EGCG TRATA E EVITA A MORTE DO NEURÔNIO MOTOR NA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA – ELA.

Publicado em 23 de Julho de 2017 – São Sebastião do Paraíso -MG

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CHA VERDE

Outros Tratamento Alternativos para E.L.A clique abaixo:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/?s=Esclerose+Lateral+&submit=

By, Júlio Caleiro

Tendo em vista a performance promissora de epigalocatequina-3-galato (EGCG) em altas doses,  em estudos de neuroproteção, o presente estudo teve como objetivo verificar se o EGCG protege os neurônios motores em um modelo de Esclerose Lateral Amiotrófica e se ele tem algum efeito no metabolismo do ferro e NA SOD1 ( enzima mutada em ELA) usando o modelo ELISA e Western Blot. Os resultados demonstraram que o EGCG, diminuiu o estresse oxidativo e os neurônios motores ficaram protegidos na cultura organotípica da medula espinhal, podendo assim evitar a progressão da Esclerose Lateral Amiotrófica e REGREDINDO SINTOMAS JÁ INSTALADOS!

O EGCG é um componente NATURAL importante de polifenóis como chá verde e outros, porém no chá as doses são muito pequenas para tratamento de pacientes, as doses via cápsulas são ajustadas para melhores efeitos, conforme a análise em questão. Foi demonstrado em vários estudos que o EGCG e mega-dosagens juntamente com outros suplementos naturais em boas doses, apresentaram potenciais propriedades anti cancerígenas e de neuroproteção. Aqui mostramos que o EGCG atua na proteção do neurônio motor e está associada à regulação também do nível de glutamato na cultura organotípica da medula espinhal além de atuar contra os radicais LIVRES. O EGCG bloqueou a excitotoxicidade do glutamato causada pelo treohidroxaspartato, um inibidor do transportador de glutamato, esta propriedade da EGCG pode ser devido à sua atividade intrínseca, na qual  nenhum outro antioxidante pôde regular o nível de glutamato na mesma condição demonstrando assim benefícios contra E.LA, ( Esclerose Lateral Amiotrófica).

Os pacientes portadores de ELA pode se beneficiar muito com o uso do suplementos supracitado, em doses elevadas que são prescritas pelo profissional habilitado que conheça de terapias naturais alternativas para ELA.

CONCLUSÃO

Em conclusão, EGCG atua na diminuição do glutamato cerebral e leva a uma diminuição dos níveis de estresse oxidativo, levando à proteção do neurônio motor na cultura organotípica de uma medula espinhal, apesar do EGCG atuar sem alterar a regulação da expressão da proteína do metabolismo do ferro e nos defeitos de atuação que da SOD1, sendo a causa direta da ELA.


Referências:

FEBS Lett. 2010 Jul.

Mol Med Rep. 2017 Jul 5


 

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REGREDINDO A DOENÇA DE CROHN COM OMEGA 3 e COMPLEXO ANTIOXIDANTE em altas doses!

São Sebastião do Paraíso -MG –

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

 

      Num estudo randomizado, duplo-cego controlado por placebo, os pacientes com DOENÇA DE CROHN receberam ácidos com placebo, ou megadoses de antioxidantes, e também antioxidante com omega 3, por 3 meses além de uma dieta regular específica aos pacientes ( PARA RECEBER O TRATAMENTO ENTRE EM CONTATO NO EMAIL juliocaleiro@hotmail.com). Ao todo, os pacientes com CD 25/37 completaram o estudo. O estado de antioxidantes foi avaliado por parâmetros bioquímicos no sangue.

      Foi realizada uma análise estatística por protocolo específico das concentrações séricas de selênio, Vitamina C e vitamina E, a atividade de superóxido dismutase e o estado antioxidante total, que foram significativamente aumentados após suplementação. Além disso, em comparação com os pacientes controles, as concentrações séricas de beta-caroteno, selênio e vitamina C e a atividade da glutationa peroxidase (GPx) foram significativamente menores antes da suplementação; No entanto, após a suplementação Antioxidantes, esses níveis não foram significativamente diferentes dos controles (exceto GPx).

           Os ácido omega 3, mais a suplementação de Antioxidantes diminuíram a proporção dos ácido araquidônico ( inflamatório que gera dor) e aumentaram a proporção de ácido eicosapentanoico e ácido docosahexanóico em ambos os fosfolípidos plasmáticos e tecido adiposo. Além do que, a suplementação com ácidos graxos n-3 e antioxidantes alterou significativamente o perfil do precursor de eicosanoides, o que pôde levar à produção de eicosanóides com atividade pró-inflamatória atenuada, regredindo portanto a dor.

CONCLUSÃO:

Este estudo indica que uma fórmula imunomoduladora contendo ácidos graxos OMEGA3 em altas doses de EPA e DHA / ou ANTIOXIDANTES em altas doses, apresentaram o potencial de desempenhar um papel no tratamento do DOENÇA DE CROHN melhorando e regredindo sintomas e trazendo melhor qualidade de vida aos pacientes.

 

Para receber um tratamento completo à base de antioxidantes e omega nas doses corretas do estudo entre em contato no email: juliocaleiro@hotmail.com


 

Referências:

Inflamm Bowel Dis.

CURA PARA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA? – caso clínico

Publicado em 01 de Julho de 2017 – São Sebastião do Paraíso – MG

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ELA

By; Júlio Caleiro – Nutricionista

Já é bem conhecido que o a exposição ao mercúrio é neurotóxico e em alguns casos pode mimetizar (imitar) doenças neurodegenerativas como Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA. Seguindo esse raciocínio um paciente que se apresentou com todos os sintomas da doença e confirmado o diagnóstico com exames como eletroneuromiografia, após um tratamento que pode ser revolucionário apresentou regressão 100% da doença após terapia natural com vitaminas e minerais.

Paciente do sexo masculino de 49 anos que sofria de fraqueza muscular e fasciculações, e atrofia muscular progressiva, uma variante de ELA , foi diagnosticado após extensos exames que excluíam outras doenças. Devido à supra exposição ao mercúrio por amálgama residual, os dentes do paciente foram restaurados e retirada todas as amálgamas. Em seguida, o paciente recebeu SPMD por um bom período via oral (entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro e receba o tratamento),em combinação com ácido a-lipoico e seguido de selênio, em mega dosagens ( entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro receber o tratamento). Além disso, ele tomou  várias outras vitaminas e micronutrientes e manteve uma dieta vegetariana por um bom tempo. A excreção de metais foi monitorada na urina. O sucesso da terapia foi seguido pela pontuação da fraqueza muscular e fasciculações e, finalmente, pela eletromiografia (EMG) dos músculos afetados. Primeiras melhorias ocorreram após as restaurações dentárias em curto espaço de tempo. Dois meses após o início da terapia com SPMD, o nível de mercúrio na urina foi aumentado (248,4 μg / g de creatinina). Após 1,5 anos, a EMG confirmou a ausência de sinais típicos de ALS  Ao longo de 3 anos, o paciente se recuperou completamente da doença com regressão total de todos os sintomas. Sendo assim a terapia acima pode ser uma ferramenta útil em todos os casos de ELA.

Para receber um tratamento completo entre em contato pelo email do Dr. Júlio Caleiro, e solicite a protocolo de tratamento.

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CONCLUSÕES:

A terapia descrita aqui é uma abordagem promissora para tratar alguns tipos de doença do neurônio motor e merece avaliação adicional em testes rigorosos.


 

REFERÊNCIAS:

1-Complemento Med Res. 2017; Mangelsdorf I , Walach H , Mutter J.

2-J Trace Elem Med Biol. 2017 Jan

A VITAMINA D3 NO TRATAMENTO DA DOENÇA RENAL GLOMERULOESCLEROSE E OUTRAS!

Publicado em 30 de Junho de 2017 – São Sebastião do Paraíso -MG.

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A VITAMINA D EVITA A PROGRESSÃO DA DOENÇA RENAL  E MELHORA MARCADORES DE FUNÇÃO RENAL- GLOMERULOESCLEROSE e OUTRAS

By – Júlio Caleiro – Nutricionista

          Estudos tem demonstrado que a vitamina D3, pode ser uma intervenção promissora para retardar a perda de função renal em doenças renais crônicas, com alto nível de proteinúria e demais marcadores de função renal  muito alterados, com e sem restrição de sódio na dieta. Outro estudo com uso de altas doses de vitamina D foi capaz de suprimir significativamente a excreção de albumina urinária, impediu aumentos na creatinina sérica e nitrogênio na ureia sérica, e inibiu a evolução da glomeruloesclerose. Terapias combinadas entre Telmisartan e Oxacalcitriol pode impedir apoptose de células e impediu totalmente a lesão de células renais.

       Os grupos tratados com VITAMINA D não apresentavam hipercalcemia, hipercalciúria ou hiperfosfaturia mesmo em altas doses. Além disso, o tratamento com vitamina D não afetou os níveis de beta (2) m ou NAG na urina, e não induziu alterações histológicas em regiões tubulares ou intersticiais.

CONCLUSÕES:

Esses achados sugerem que a vitamina D em altas doses pode fornecer um agente clinicamente útil para prevenir a progressão da glomerulosclerose sem afetar adversamente o metabolismo do cálcio e fósforo ou causar disfunção tubular subsequente.

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Referências:

Nephrol Dial Transplant. 2002 Dez; 17

Kidney Int. 1998 Jun; 53 (6)

Nephron. 2015;

Am J Pathol. 2013 Abr; 

Am J Nephrol. 2012; 35 (1):

 

O tratamento com penicilina G e hidrocortisona reduz sintomas e elimina outros associados a E.L.A.( Esclerose Lateral Amiotrófica).

 PENICILINA

O tratamento com penicilina G e hidrocortisona reduz sintomas associados a E.L.A :

Publicado em 25 de Maio de 2017 – São Sebastião do Paraíso – MG –

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By, Júlio Caleiro –

Seis (6) pacientes caucasianos do sexo masculino com ELA foram admitidos no hospital devido a disfagia progressiva e disartria. Durante dois ciclos de 21 dias com penicilina G e hidrocortisona, a disfagia e disartria desses pacientes foram resolvidas. Os outros sintomas associados à ELA também melhoraram, incluindo função respiratória, coordenação, caminhada e força muscular. Este é o primeiro relato de um tratamento com protocolo para o tratamento da disfagia, disartria, depressão respiratória e outros sintomas relacionados à ELA . Além disso, as observações são consistentes com a hipótese recente de que o tratamento foi bem sucedido aos sintomas da ELA com este ciclo de tratamento.  A penicilina G administrada com a hidrocortisona, trataram os sintomas de ALS destes doentes devido à atividade farmacológica fora do alvo da penicilina G e / ou hidrocortisona. Este relatório, portanto, sublinha a necessidade de avaliar a eficácia deste tratamento  em um ensaio clínico maior, mas que já pode ser usado com segurança em pacientes de ELA com orientação e receita médica. O paciente teve inserido em protocolo suplementar de vitaminas, minerais, bioativos em altas doses associado ao tratamento medicamentoso. 

SOLICITE ACIMA SEU TRATAMENTO!

Referências:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5383939/figure/f1/

Seguem imagens antes do tratamento e depois.

 

O aminoácido L-serina regride sintomas e retarda a progressão da esclerose lateral amiotrófica em humanos e animais em quase 40%!

Publicado em 22 de Maio de 2017 – São Sebastião do Paraíso -MG

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

O AMINOÁCIDO L-SERINA em doses adequadas RETARDA A EVOLUÇÃO DA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA – E.L.A.

l-serina

Para receber o tratamento completo a base de L serina e outros, entre em contato no email abaixo.

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By, Júlio Caleiro -Nutricionista

A substância β-N-metilamino-L-alanina (BMAA) foi ligada a ELA  e mostrou produzir neuro-degeneração in vitro e in vivo,  em (Drosophila, ratinhos, ratos, primatas e outros).     A corporação de BMAA em neuroproteinas produz a destruição de proteínas, provocando neuro-degeneração, que pode ser inibida pela  ação da L-serina em doses corretas individualizadas.  Uma observação feita é que alguns estudos controle da Inglaterra indicam que viver perto de corpos D’água com flores cianobactérias, aumenta o risco de desenvolver esclerose lateral amiotrófica (ELA ). A distribuição de casos de ELA em New Hampshire, Vermont e na Flórida foi comparada com a dos controles, e áreas de aumento estatisticamente significativo em elevado número de casos de ELA, onde foram examinadas quanto às fontes de toxinas ambientais semelhantes as citadas acima. Em contrapartida a essas informações um ensaio clínico de fase I, o uso do aminoácido L-serina oral foi realizado em 20 doentes com ELA com doses específicas, que o leitor poderá solicitar as doses ao Dr. Júlio Caleiro pelo email acima, para um tratamento completo.

         A segurança e a tolerabilidade foram avaliadas comparando a taxa de deterioração com 430 controles de placebo correspondentes. No ensaio de fase I de L-serina, dois doentes abandonaram devido a efeitos secundários gastrointestinais mas nada grave ou que comprometesse a saúde. Três pacientes morreram durante o estudo pela própria doença que já estava muito evoluída e já era esperado pelos pesquisadores. O ALSFRS-R nos doentes tratados com L-serina mostrou uma diminuição da taxa de progressão relacionada com a dose de (34% de redução). A distribuição não aleatória de endereços de pacientes com ELA sugere que a exposição residencial a poluentes ambientais pode desempenhar um papel importante na etiologia da ELA . A altas doses de L-Serina  duas vezes por dia mostrou-se segura em doentes com ELA reduzindo a evolução e os sintomas .

        Estudos exploratórios de eficácia sugeriram que a L-serina retarda a progressão da doença em níveis excelentes. Está previsto um ensaio de fase II em breve. A distribuição não aleatória de endereços de pacientes com ELA ,sugere que a exposição residencial a poluentes ambientais pode desempenhar um papel importante na etiologia da ELA.


Referência:

Neurotox Res. 2017 May 19