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Trate qualquer câncer com Terapias Alternativas! 

 

Publicado 17 de outubro de 2018 – São Sebastião do Paraíso -MG

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Trate qualquer câncer com Terapias Alternativas! 

By,  Ed. Júlio Caleiro – Nutricionista –

Dr. Lee Cowden diz que a maioria das pessoas não morrem de câncer; Eles morrem dos efeitos colaterais do “tratamento”. Enquanto a “guerra contra o câncer” está se movendo em direção a tratamentos mais personalizados e chamados de “medicina de precisão”, o antigo modelo de corte o “envenenamento e queimadura” a via cirúrgica a quimioterapia e radiação, ainda é amplamente utilizado, e considerado como o Padrão ouro de cuidados para muitos casos de câncer.

Um dos principais problemas com a quimioterapia é a sua toxicidade indiscriminada, que envenena seu organismo sistematicamente na tentativa de eliminar as células cancerígenas. Há grandes sinais científicos de que este modelo tem falhas fatais e pode causar mais danos do que bem. No caso do medicamento para quimioterapia contra o câncer de mama, o tamoxifeno, por exemplo, os pacientes devem trocar um risco por outro, pois, embora possa reduzir o câncer de mama, ele duplica mais o risco de câncer uterino nas mulheres. Os efeitos colaterais sérios, às vezes fatais da quimioterapia são comuns, assim como os graves efeitos imprevistos que podem tornar seu prognóstico do câncer pior em vez de melhor. Escrevendo na revista ‘Science Translational Medicine’, pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine revelaram que dar quimioterapia antes da cirurgia para câncer de mama, pode promover a metástase da doença, ou o crescimento e propagação do câncer para outras áreas do corpo. Isso, por sua vez, aumenta consideravelmente o risco de uma mulher morrer da doença.

A quimioterapia pode tornar o câncer de mama mais agressivo e provavelmente se espalhar! A quimioterapia pré-operatória, conhecida como quimioterapia neoadjuvante, muitas vezes é oferecida às mulheres porque pode ajudar a diminuir os tumores, o que aumenta a probabilidade das mulheres receberem cirurgia de tumorectomia em vez de uma mastectomia completa. Após a realização de testes em camundongos e tecido humano no entanto, os pesquisadores descobriram que fazê-lo pode aumentar a probabilidade de metástase, aumentando o que são conhecidos como “microambientes tumorais de metástases”.

Pesquisas separadas revelaram que, de quase 2.000 pacientes que receberam quimioterapia, 161 óbitos ocorreram dentro de 30 dias após o tratamento. Quase 8% delas foram classificados como relacionados à quimioterapia (e outros quase 16% não foram classificados devido à informação insuficiente). Além disso, como mencionado, a quimioterapia pode aumentar o risco de câncer subsequente, como a leucemia mielóide aguda relacionada à terapia (TAML), “uma complicação rara mas altamente fatal da quimioterapia citotóxica”. Os pesquisadores observaram que os casos de TAML ocorrem quase cinco vezes mais freqüentemente em adultos tratados com quimioterapia do que na população em geral. Os oncologistas convencionais não são susceptíveis de explicar as muitas opções de tratamento, ao receber um diagnóstico de câncer, muitas pessoas assumem que suas únicas opções de tratamento são quimioterapia, cirurgia ou radiação. Somente você e sua equipe médica, podem tomar a decisão sobre como seguir melhor o tratamento, mas você deve saber que os provedores convencionais provavelmente não irão pensar “fora da caixa”!

Uma abordagem abrangente de luta contra o câncer natural seria tornar seu corpo tão saudável quanto possível, usando desintoxicação, e estratégias para aumentar sua função imune, mudanças na dieta e outras terapias específicas, dependendo de suas necessidades. Por exemplo, Annie Brandt – um sobrevivente de câncer ha 16 anos e autor de “The Healing Platform: Build Your Own Cure!” – afirma que os produtos que são úteis contra as células de câncer metastático incluem:

Berberina / metformina
Vitamina intravenosa C
Sulforafano (vegetais crucíferos)
Curcumina (açafrão)
Brotos de brócolis
Glucorapanina
Myrosinase
Chá Essiac
Raiz de bardana
Olmo escorregadio
Ruibarbo
Sorrel de carneiro
Soja fermentada
Óleo de peixe
Pectina citrina modificada (PectaSol-C)
Heparina
vitamina D altas doses

O objetivo é que existem muitas estratégias anti-câncer esquecidas pela medicina convencional. Muitos deles também funcionam além do tratamento convencional. Por exemplo, a vitamina C em combinação com cetose nutricional e jejum antes da administração de quimioterapia melhora radicalmente a eficácia da quimioterapia. Os oncologistas na Turquia, que não estão sob as mesmas restrições dos EUA, também estão usando um protocolo de tratamento cetogênico mostrando resultados chocantes em muitos pacientes com câncer no estágio 4. O protocolo de tratamento no Centro de Oncologia ChemoThermia no Peru inclui:

-Quimioterapia com suporte metabólico (aplicando quimioterapia com uma variedade de intervenções para melhorar os efeitos.
-Hipertermia.
-Oxigenoterapia hiperbárica.
-Inibidores de glicólise, especialmente 2-desoxiglucose (2-DG) e dicloroacetato (DCA).
-Dieta cetogênica com suplementos fitofarmacêuticos.
-No centro, todos os pacientes oncológicos são colocados em uma dieta cetogênica, o que cria aumenta o estresse metabólico nas células cancerígenas. Então, antes de administrar a quimioterapia, o paciente fará um jejum de 14 horas, o que aumenta ainda mais o estresse metabólico nas células cancerosas.


Para receber tratamentos baseado em todas as terapias alternativas acima descritas, com ou sem quimioterapia, entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro, juliocaleiro@hotmail.com e receba seu tratamento completo.


Referências:

Como eliminar a HALITOSE (mau hálito) de maneira natural?

.halitose

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Por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.
O mau hálito pode ser um sinal de deterioração da saúde oral. A boca possui mais de 10 bilhões de bactérias, que lutam constantemente para sobrevivência em cada parte da boca. Nesta constante disputa por território, as bactérias produzem substancias que são como armas naturais contra suas concorrentes, e uma das substancias foi dado o nome de BLIS, que é molécula de proteína capaz de matar as bactérias nocivas causadoras de halitose. A bactéria de nome Streptococcus Salivarius (bactéria saudável presente na boca) gera a molécula BLIS, e com isso mostra efeitos muito positivos contra o mau hálito, promovendo a boa saúde da boca, gengiva, dentes, nariz, e ouvidos.
A flora bacteriana do dorso da língua de pessoas que tem mau hálito é diferente daquela de pessoas que não tem mau hálito. Por exemplo, o Strep. Salivarius é uma bactéria típica de pessoas que NÃO tem mau hálito (hálito normal), e é raramente encontrada em pessoas que tem mau hálito.
Isso faz sentido para os dentistas, que sabem que o melhor tratamento para halitose é a diminuição de populações bacterianas, especialmente aquelas sob a língua, mas o problema é que os germes crescem rapidamente após o tratamento padrão. Um grupo de pesquisa liderado pelo Dr. Tagg (bacteriologista) e seu colega Jeremy P. Burton em “BLIS Technologies Centro de Inovação” na Nova Zelândia conseguiu resultados impressionantes usando BLIS na forma de pastilhas. Os pesquisadores estudaram 23 pacientes com halitose, dando-lhes todo um programa de três dias usando um produto antibacteriano seguido pelas pastilhas de BLIS e outro grupo com placebo. Mediram os compostos produtores de odor de enxofre no hálito dos pacientes uma semana mais tarde, encontrando que 85% do grupo de BLIS experimentaram reduções substanciais dos químicos nocivos causadores de halitose, contra 30% do grupo de placebo. O grupo BLIS também apresentavam contagens mais baixas de bactérias implicados em halitose comparados com os que receberam placebo. Burton e os investigadores concluíram que “a molécula BLIS pode fornecer uma estratégia eficaz para reduzir a gravidade da halitose.”
Logo, observa-se que é um típico caso de disbiose (desequilíbrio entre microorganismos benéficos e patogênicos). A disbiose não é apenas intestinal, mas pode afetar também as vias áreas respiratórias, causador de várias patologias, como otite, faringites, halitose, e etc. Equilibrando a população de bactérias nessa região, é possível prevenir essas patologias e também revertê-las naturalmente.
Referências:
1. Oral Dis. 2005;11(Suppl 1):29-31.
2. Burton JP, Chilcott CN, Moore CJ, Speiser G, Tagg JR. A Preliminary Study of the Effect of ProbioticStreptococcus salivarius K12 on Oral Malodour Parameters. Journal of Applied Microbiology, Volume 100, Number 4, April 2006, pp 754-764.
3. Burton JP, Wescombe PA, Moore CJ, Chilcott CN,Tagg JR. Safety Assessment of the Oral Cavity ProbioticStreptococcus SalivariusK12. Applied and Environmental Microbiology, Volume 72, Number 4, April 2006 pp 3050-3053
4. Oral Microbiol Immunol. 2009 Apr;24(2):152-61.
5. VERA FANTINATO DAMETTO. Streptococcus Salivarius: Deteccao de Cepas Produtoras de Substancias Semelhantes A Bacteriocina Contra Algumas Bacterias Bucais.. 1987. Tese – Universidade de São Paulo, . Orientador: Flavio Zelante.

EGCG TRATA E EVITA A MORTE DO NEURÔNIO MOTOR NA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA – ELA.

Publicado em 23 de Julho de 2017 – São Sebastião do Paraíso -MG

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CHA VERDE

Outros Tratamento Alternativos para E.L.A clique abaixo:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/?s=Esclerose+Lateral+&submit=

By, Júlio Caleiro

Tendo em vista a performance promissora de epigalocatequina-3-galato (EGCG) em altas doses,  em estudos de neuroproteção, o presente estudo teve como objetivo verificar se o EGCG protege os neurônios motores em um modelo de Esclerose Lateral Amiotrófica e se ele tem algum efeito no metabolismo do ferro e NA SOD1 ( enzima mutada em ELA) usando o modelo ELISA e Western Blot. Os resultados demonstraram que o EGCG, diminuiu o estresse oxidativo e os neurônios motores ficaram protegidos na cultura organotípica da medula espinhal, podendo assim evitar a progressão da Esclerose Lateral Amiotrófica e REGREDINDO SINTOMAS JÁ INSTALADOS!

O EGCG é um componente NATURAL importante de polifenóis como chá verde e outros, porém no chá as doses são muito pequenas para tratamento de pacientes, as doses via cápsulas são ajustadas para melhores efeitos, conforme a análise em questão. Foi demonstrado em vários estudos que o EGCG e mega-dosagens juntamente com outros suplementos naturais em boas doses, apresentaram potenciais propriedades anti cancerígenas e de neuroproteção. Aqui mostramos que o EGCG atua na proteção do neurônio motor e está associada à regulação também do nível de glutamato na cultura organotípica da medula espinhal além de atuar contra os radicais LIVRES. O EGCG bloqueou a excitotoxicidade do glutamato causada pelo treohidroxaspartato, um inibidor do transportador de glutamato, esta propriedade da EGCG pode ser devido à sua atividade intrínseca, na qual  nenhum outro antioxidante pôde regular o nível de glutamato na mesma condição demonstrando assim benefícios contra E.LA, ( Esclerose Lateral Amiotrófica).

Os pacientes portadores de ELA pode se beneficiar muito com o uso do suplementos supracitado, em doses elevadas que são prescritas pelo profissional habilitado que conheça de terapias naturais alternativas para ELA.

CONCLUSÃO

Em conclusão, EGCG atua na diminuição do glutamato cerebral e leva a uma diminuição dos níveis de estresse oxidativo, levando à proteção do neurônio motor na cultura organotípica de uma medula espinhal, apesar do EGCG atuar sem alterar a regulação da expressão da proteína do metabolismo do ferro e nos defeitos de atuação que da SOD1, sendo a causa direta da ELA.


Referências:

FEBS Lett. 2010 Jul.

Mol Med Rep. 2017 Jul 5


 

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Dr. Júlio Caleiro – 353531-8423


 

 

 

REGREDINDO A DOENÇA DE CROHN COM OMEGA 3 e COMPLEXO ANTIOXIDANTE em altas doses!

São Sebastião do Paraíso -MG –

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cron

By, Júlio Caleiro – Nutricionista

 

      Num estudo randomizado, duplo-cego controlado por placebo, os pacientes com DOENÇA DE CROHN receberam ácidos com placebo, ou megadoses de antioxidantes, e também antioxidante com omega 3, por 3 meses além de uma dieta regular específica aos pacientes ( PARA RECEBER O TRATAMENTO ENTRE EM CONTATO NO EMAIL juliocaleiro@hotmail.com). Ao todo, os pacientes com CD 25/37 completaram o estudo. O estado de antioxidantes foi avaliado por parâmetros bioquímicos no sangue.

      Foi realizada uma análise estatística por protocolo específico das concentrações séricas de selênio, Vitamina C e vitamina E, a atividade de superóxido dismutase e o estado antioxidante total, que foram significativamente aumentados após suplementação. Além disso, em comparação com os pacientes controles, as concentrações séricas de beta-caroteno, selênio e vitamina C e a atividade da glutationa peroxidase (GPx) foram significativamente menores antes da suplementação; No entanto, após a suplementação Antioxidantes, esses níveis não foram significativamente diferentes dos controles (exceto GPx).

           Os ácido omega 3, mais a suplementação de Antioxidantes diminuíram a proporção dos ácido araquidônico ( inflamatório que gera dor) e aumentaram a proporção de ácido eicosapentanoico e ácido docosahexanóico em ambos os fosfolípidos plasmáticos e tecido adiposo. Além do que, a suplementação com ácidos graxos n-3 e antioxidantes alterou significativamente o perfil do precursor de eicosanoides, o que pôde levar à produção de eicosanóides com atividade pró-inflamatória atenuada, regredindo portanto a dor.

CONCLUSÃO:

Este estudo indica que uma fórmula imunomoduladora contendo ácidos graxos OMEGA3 em altas doses de EPA e DHA / ou ANTIOXIDANTES em altas doses, apresentaram o potencial de desempenhar um papel no tratamento do DOENÇA DE CROHN melhorando e regredindo sintomas e trazendo melhor qualidade de vida aos pacientes.

 

Para receber um tratamento completo à base de antioxidantes e omega nas doses corretas do estudo entre em contato no email: juliocaleiro@hotmail.com


 

Referências:

Inflamm Bowel Dis.

CURA PARA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA? – caso clínico

Publicado em 01 de Julho de 2017 – São Sebastião do Paraíso – MG

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ELA

By; Júlio Caleiro – Nutricionista

Já é bem conhecido que o a exposição ao mercúrio é neurotóxico e em alguns casos pode mimetizar (imitar) doenças neurodegenerativas como Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA. Seguindo esse raciocínio um paciente que se apresentou com todos os sintomas da doença e confirmado o diagnóstico com exames como eletroneuromiografia, após um tratamento que pode ser revolucionário apresentou regressão 100% da doença após terapia natural com vitaminas e minerais.

Paciente do sexo masculino de 49 anos que sofria de fraqueza muscular e fasciculações, e atrofia muscular progressiva, uma variante de ELA , foi diagnosticado após extensos exames que excluíam outras doenças. Devido à supra exposição ao mercúrio por amálgama residual, os dentes do paciente foram restaurados e retirada todas as amálgamas. Em seguida, o paciente recebeu SPMD por um bom período via oral (entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro e receba o tratamento),em combinação com ácido a-lipoico e seguido de selênio, em mega dosagens ( entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro receber o tratamento). Além disso, ele tomou  várias outras vitaminas e micronutrientes e manteve uma dieta vegetariana por um bom tempo. A excreção de metais foi monitorada na urina. O sucesso da terapia foi seguido pela pontuação da fraqueza muscular e fasciculações e, finalmente, pela eletromiografia (EMG) dos músculos afetados. Primeiras melhorias ocorreram após as restaurações dentárias em curto espaço de tempo. Dois meses após o início da terapia com SPMD, o nível de mercúrio na urina foi aumentado (248,4 μg / g de creatinina). Após 1,5 anos, a EMG confirmou a ausência de sinais típicos de ALS  Ao longo de 3 anos, o paciente se recuperou completamente da doença com regressão total de todos os sintomas. Sendo assim a terapia acima pode ser uma ferramenta útil em todos os casos de ELA.

Para receber um tratamento completo entre em contato pelo email do Dr. Júlio Caleiro, e solicite a protocolo de tratamento.

juliocaleiro@hotmail.com

 


CONCLUSÕES:

A terapia descrita aqui é uma abordagem promissora para tratar alguns tipos de doença do neurônio motor e merece avaliação adicional em testes rigorosos.


 

REFERÊNCIAS:

1-Complemento Med Res. 2017; Mangelsdorf I , Walach H , Mutter J.

2-J Trace Elem Med Biol. 2017 Jan