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Arquivo mensal: dezembro 2016

A ingestão de ácidos graxos poliinsaturados e vitamina E (megadoses), podem reduzir o risco de desenvolver Esclerose Lateral Amiotrófica, ou até regredir sintomas da doença já instalada!

Publicado em 31 de Dezembro de 2016 – São Sebastião do Paraíso – MG –

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

Pacientes encaminhados à nossa clínica durante 2001-2002, que tinham todos os critérios sintomáticos e prováveis para ELA, de acordo com critérios de El Escorial, sem história familiar de ELA , foram convidados a participar de um estudo de caso-controle (132 pacientes e 220 controles saudáveis). Um questionário de freqüência alimentar foi utilizado para avaliar a ingestão dietética dos nutrientes de interesse tinham efeitos sobre a doença. A análise de histórico alimentar multivariada foi realizada com ajuste de fatores como; (sexo, idade, nível de escolaridade, consumo de energia, índice de massa corporal e tabagismo).

Resultados do estudo:

Os resultados mostram que uma alta ingestão de graxos poliinsaturados ácido (PUFA) e vitamina E, foi significativamente associada com um risco muito reduzido de desenvolver Esclerose Lateral Amiotrófica. Os ácidos graxos juntamente com a vitamina E ( formulação específica dos tocoferóis em doses corretas) pareciam atuar de forma sinérgica. A ingestão de flavonóis, licopeno, vitamina C , vitamina B2, glutamato, cálcio ou de fitoestrógenos não estavam associada com o risco de desenvolvimento da ELA. A conclusão de acordo com esta análise é que o consumo elevado de ácidos graxos poliinsaturados via capsulas (dose alta), juntamente com dose elevada e individualizada de vitamina E (mix e dose sinérgica correta) está associada com um risco diminuído de 50-60% de desenvolvimento de ELA e também da progressão da doença conforme esta análise, e estes nutrientes parecem atuar sinergicamente contra a ELA.

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OUTROS LINKS ABAIXO SOBRE TRATAMENTO PARA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2016/01/17/esclerose-lateral-amiotrofica-tratamento-alternativo/https://nutricaobrasil.wordpress.com/2015/03/31/melhora-de-no-minimo-15-em-esclerose-lateral-amiotrofica-ela-usando-a-nova-substancia-tudca/


 

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2014/11/21/estudo-cientifico-conclui-que-protocolo-deanna-pode-melhorar-qualidade-de-vida-de-pacientes-com-ela/


 

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2014/01/18/deanna-protocol-surge-outra-otima-esperanca-para-as-pessoas-acometidas-de-esclerose-lateral-amiotrofica-ela/


 

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/12/15/esclerose-lateral-amiotrofica-ela-e-os-resultados-surpreendentes-com-a-eliminacao-do-glutamato/


 

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2016/12/31/a-ingestao-de-acidos-graxos-poliinsaturados-e-vitamina-e-megadoses-pode-reduzir-o-risco-de-desenvolver-esclerose-lateral-amiotrofica-ou-ate-regredir-sintomas-da-doenca-ja-instalada/

 


Referência:

J. Neurol Neurosurg Psiquiatria 2016.

Hipoparatireoidismo imita de forma idêntica a Esclerose Lateral Amiotrófica – Caso Clínico.

Artigo Publicado em 31 de Dezembro de 2016 – São Sebastião do Paraíso – MG

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

Relatamos o caso de um homem de 61 anos que apresentava progressivamente piora da fraqueza dos membros e disfagia. Seu exame mostrou sinais mistos de neurônios motores superiores e inferiores sem comprometimento sensorial.  Era suspeito, no entanto de ELA

O teste de eletrodiagnóstico foi sugestivo de uma polineuropatia sensório-motora com denervação difusa ativa, suspeita de degeneração de células do corno anterior. A RM do cérebro mostrou calcificações talâmicas. Estudos laboratoriais confirmaram o diagnóstico de hipoparatireoidismo. O tratamento com cálcio e vitamina D resultou em melhoria significativa aos 6 meses de seguimento. Vale ressaltar que a vitamina D além de tratar eficazmente o hipoparatireoidismo juntamente com o cálcio, ela atua diretamente na epigenética de pacientes já diagnosticados com Esclerose Lateral, conforme o link do artigo abaixo. Porém as doses de vitamina D e demais suplementos, devem ser diferenciadas levando em consideração os sintomas e o indivíduo.

Obs – O uso de doses aleatórias pode piorar o caso, e não tratar de forma correta.  Para receber um tratamento enviar emails para:        juliocaleiro@hotmail.com

 

—>https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/09/30/vitamina-d-e-acetyl-l-carnitine-podem-retardar-a-progressao-da-esclerose-lateral-amiotrofica/

CONCLUSÕES:

O Hipoparatireoidismo, uma endocrinopatia tratável, pode raramente apresentar clinicamente como ESCLEROSE LATERAL . Em casos atípicos, isso deve ser descartado antes de fazer um diagnóstico final.


Referência:

1-Nervo Muscular, 2016.

 

A Esclerose Lateral Amiotrófica e Esclerose Múltipla, podem ser tratadas com a Cananabis e o protocolo de várias outras substâncias com excelentes resultados!

Publicado em 31 de Dezembro de 2016  – São Sebastião do Paraíso – MG –  

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A Esclerose Lateral amiotrófica e Esclerose Múltipla, podem ser tratadas com a Cananabis e o protocolo de várias outras substâncias com excelentes resultados!

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By; Júlio Caleiro – Nutricionista

Existem inúmeros relatos de que muitas pessoas com esclerose múltipla (MS)  e Esclerose Lateral  por muitos anos, se auto-medicaram com a cannabis, e obtiveram alívio dos sintomas associados com MS e também esclerose amiotrófica lateral ( ALS ). Estes relatos foram confirmados por dados de modelos animais e ensaios clínicos, e mais recentemente, sobre a capacidade dos canabinóides em aliviar a espasticidade dos membros, uma característica comum da progressiva MS (e também ALS ) e diminuir muito a neurodegeneração. Os estudos experimentais sobre a biologia do sistema endocannabinoides revelaram que os canabinóides têm eficácia, não só no alívio dos sintomas, mas também como agentes neuroprotetores que pode retardar a progressão da doença e, assim, atrasar o aparecimento de sintomas, alguns casos até mesmo reverter sintomas. Esta revisão bibliográfica discute o que sabemos agora sobre o sistema endocanabinóide que se refere a Esclerose Múltipla e Esclerose Lateral, e também o potencial terapêutico dos uso dos canabinoides como agentes modificadoras da doença e controle sintomático, bem como estratégias terapêuticas futuras incluindo o potencial de retardar a progressão de ambas as doenças. Também vale ressaltar que o uso deve ter a liberação da Anvisa ou da forma Judicial, para que esteja amparado nas leis do país. O uso concomitante de várias outras substâncias que compõe este protocolo de tratamento, devem fazer parte, não usar somente a cannabis de forma isolada, por conseguinte são prescritos para que os efeitos contras as doenças citadas seja realmente eficaz. Caso necessite de um tratamento entrar em contato no email abaixo.

juliocaleiro@hotmail.com


Referência:

1-Handb Exp Pharmacol 2015.

 

A Metilcobalamina evita a progressão da Esclerose Lateral Amiotrófica! Porém, as doses devem ser corretas!

Publicado em  30 de Dezembro de 2016 – São Sebastião do Paraíso -MG
Para receber a terapia correta com as megadoses corretas, entrar em contato no email abaixo. O tratamento seguem doses em horários estratégicos juntamente com outras substâncias, conforme os estudos tem sugerido.

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A metilcobalamina impede a morte de neurônios motores induzida por superóxido dismutase-1 mutante.

By, Júlio Caleiro – Nutricionista –

Um novo estudo mostrou que a B12 na forma metil em doses maciças e de aplicabilidade correta, não injetável,  tem evitado a morte do neurônio motor e consequentemente a evolução da esclerose lateral. A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa progressiva incurável que provoca disfunção motora.

Tratamentos e medicamentos que diminuem a progressão da doença têm recebido grande interesse no âmbito acadêmico. No presente estudo, citado em referência bibliográfica, mostra que a vitamina metilcobalamina, sob aplicação correta diferente do que a maioria dos pacientes vem fazendo, a B12 análoga (MBL), em doses eficazes mimetizando a fase embrionária, impediu que células de neurônios motores morressem, onde há expressão genética mutante da superóxido dismutase humana-1 (G93A). Além disso, o co-tratamento de MBL com uma droga específica, a sobrevivência  foi aumentada drasticamente dos neurônios motores no modelo deste estudo. Os  resultados mostram a utilização potencial de MBL como um tratamento para a esclerose lateral, e sugerem uma estratégia terapêutica de combinação, com outros tipos de substâncias descritas nesta análise que foram comprovadas ações fisiológicas contra a ELA.  Para receber um tratamento enviar emails abaixo.

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Referência:

1-Neuroreport. 2017 Jan

MEDICAMENTOS COMO IBUPROFENO, ACETAMINOFENO PODEM CAUSAR SURDEZ!

IBUPROFENO, ACETAMINOFENO PODEM CAUSAR SURDEZ!

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SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO – MG – SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO -MG – 29 de Dezembro de 2016.

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A maioria das pessoas não sabem se estão com problemas de surdez
By; Júlio Caleiro – Nutricionista

A dor crônica é um desafio nos Estados Unidos, afetando mais que o diabetes, doenças cardíacas e câncer combinados. Até 80% da população dos EUA vai sentir dores nas costas em algum momento. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que metade da população adulta de todo o mundo tenha experimentado dor de cabeça e para controlar a dor, muitos se voltam para o ibuprofeno, um anti-inflamatório não-esteróide (AINE) muitas vezes prescrito após uma lesão, para tratar cólicas menstruais e para acalmar uma dor de cabeça por exemplo.

As vendas de medicamentos analgésicos de venda livre (OTC), usados para tratar desconforto e dor, continuaram a aumentar durante a última década, somente nos últimos três anos, as vendas anuais subiram US $ 300 mil. Muitos dos medicamentos de alívio da dor disponíveis vêm com uma longa lista de possíveis efeitos colaterais. Em pesquisas recentes, os cientistas ligaram o uso de ibuprofeno e acetaminofeno, dois populares analgésicos com perda auditiva.

Analgésicos comuns ligados à perda auditiva

Pesquisas mais recentes relatam que o uso regular a longo prazo de AINEs e acetaminofeno pode estar relacionado a um maior risco de perda auditiva.

Dados de mais de 55.000 mulheres no ‘Health Study’ descobriram que aqueles que relataram uso regular de AINEs ou acetaminofeno por mais de seis anos, tiveram 10% maior risco de perda auditiva O autor principal do estudo, Dr. Gary Curhan, professor do Hospital Brigham and Women, comentou: “Eu me preocupo que as pessoas pensam que o acetaminofeno ou ibuprofeno são completamente seguros, e que eles não precisam pensar sobre o seu potencial de [efeitos colaterais]”.

Um estudo realizado em 2012 pelo mesmo autor demonstrou que uso de ibuprofeno ou acetaminofeno duas ou mais vezes por semana, também estava ligado a um aumento do risco de perda auditivam naquele ano. Embora os estudos não provem causa e efeito, os autores advertem que a prevalência de uso é alto e pode ter grandes implicações de saúde pública. A perda auditiva é um resultado da ototoxicidade provocando danos à cóclea. O primeiro sintoma é muitas vezes o zumbido ou zumbido nos ouvidos. Esta pode ser seguida por perda auditiva, ou perda de equilíbrio. Você pode não notar uma perda auditiva até ter dificuldade em entender as palavras.

Opções naturais para reduzir sua dor

Existem várias substâncias e estratégias naturais que diminuem a dor, e que não causam diretamente os efeitos colaterais. Os estudos demonstram um efeito analgésico igual ou similar aos AINES, sem os efeitos colaterais citados.
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Referências: