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MELHORA DE ‘NO MÍNIMO 15%’ EM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA), USANDO A NOVA SUBSTÂNCIA ‘TUDCA’!

tudca

 

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By -Ed. Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – 31 de Março de 2015.

Usando um ESTUDO design duplo-cego com placebo controlado, 34 pacientes com ELA em tratamento com riluzol que foram randomizados para o ‘placebo ou TUDCA’ durante 54 semanas foram avaliadas após um período de 3 meses. Os pacientes foram examinados a cada 6 semanas. O desfecho primário foi a proporção com melhoria de pelo menos 15% na Esclerose Lateral Amiotrófica pela escala de avaliação funcional Revisado declive (ALSFRS-R) durante o período de tratamento.

RESULTADOS:
O TAUDC foi bem tolerado; A percentagem de MELHORA foi maior no TAUDC (87%) do que com o placebo (P = 0,021; 43%). No estudo final de linha de base ajustada ALSFRS-R foi significativamente maior (P = 0,007) em TUDCA do que no grupo placebo.

CONCLUSÕES:
Este estudo piloto fornece dados clínicos preliminares indicando que TUDCA é segura e pode ser eficaz na ELA.

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– European Journal of Neurology publicado por John Wiley & Sons Ltd, em nome da European Academy of Neurology.

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ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA E OS EFEITOS SURPREENDENTES DO NOVO MEDICAMENTO – NP001

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By, Dr. Júlio Caleiro- Nutricionista – 30 de Março de 2015- São Sebastião do Paraíso – MG –

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A mais nova substância para Esclerose Lateral Amiotrófica é o NaClO2, os paciente podem ter uma melhora surpreendente. A ‘Comissão Européia’ já liberou como medicamento natural de baixo custo e de grande eficácia. Alguns relatos, enfoca melhora imensuravelmente da respiração e a deglutição, outros relatam aumento da força e mobilidade. Durante o estudo, 27% dos pacientes que receberam NP001 não apresentaram nenhuma progressão da doença, durante o período de seis meses do estudo. Agora é aplicar!

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Referências:

http://www.ukmi.nhs.uk/applicatio…/ndo/record_view_open.asp…

http://www.andreaskalcker.com/en/blog/events/144-sodium-chlorite-for-treating-amyotrophic-lateral-sclerosis.html

A importância do exame de HEMOGLOBINA A1C em diabetes e na prevenção de doenças

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Em 11 de março de 2015, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

 

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By; Júlio Caleiro

O teste de hemoglibina A1c é uma ferramenta indispensável para avaliar a glicose em longo prazo, em pacientes diabéticos (e pré-diabéticos), todavia, é muito pouco solicitado. Este mesmo exame de sangue auxilia ainda identificar reações de glicação que aceleram o envelhecimento no corpo. Logo, é um exame útil em ‘não-diabéticos’ que querem se proteger contra a glicação destrutiva, que é causa de inúmeras doenças e do envelhecimento acelerado.

O que é a hemoglobina A1c?

Desenvolvido há quase 40 anos, hemoglobina A1c é um exame de sangue comum, usado com maior frequência para avaliar o controle da glicose em pacientes diabéticos. Este teste fornece informações sobre os níveis de glicação, que quando aumentada, é fator essencial não só em diabetes e suas complicações, mas também é um importante contribuinte para o envelhecimento precoce e risco doenças (Am J Epidemiol. 1982 Oct;116(4):678-84.; J R Soc Med. 2007 Nov;100(11):503-7.; Acta Diabetol. 2003 Dec;40(Suppl 2):S362-9.; Curr Opin Pharmacol. 2004 Jun;4(3):301-5.)

A medição de hemoglobina A1c é diferente de um teste de glicose no sangue em jejum, pois este último só fornece o nível instantâneo de açúcar no sangue a qual está sujeita a uma variação diária. Já o teste de hemoglobina A1c verifica uma média ponderada dos níveis de açúcar no sangue dos últimos 3 à 4 meses (Mayo Clin Proc. 2007 Feb;82(2):229-35.; J Diabetes Complications. 2006 Sep;20(5):285-94.). Este simples teste é uma medida poderosa para medir os níveis de açúcar no sangue e de glicação, que os cientistas acreditam estar intimamente envolvidos no envelhecimento acelerado. – Robert L, Robert AM, Fulop T. Rapid increase in human life expectancy: will it soon be limited by the aging of elastin? Biogerontology. 2008;Jan 4.

Explicando melhor: A hemoglobina A1c mede a presença de moléculas de glicose que se juntam a hemoglobina num processo destrutivo chamado de glicação. A formação de hemoglobina glicada nos glóbulos vermelhos é assim denominada hemoglobina A1c.

Ótimos níveis de hemoglobina A1c em adultos saudáveis está associado com maior proteção de processos de doenças relacionadas a glicação, como doença cardíaca, câncer e neurodegeneração (ex:Alzheimer).

Os ótimos níveis de hemoglobina A1c são os abaixo de 5%. Níveis mais elevados de glicose no sangue de longo prazo impactar negativamente hemoglobina A1c: por exemplo, uma hemoglobina A1c de 6% representa cerca de um nível médio de glicose no sangue de 135 mg / dL, e 5% representa cerca de um nível médio de glicose no sangue de 90 mg / dL. http://labtestsonline.org/understanding/analytes/a1c/test.html.

Para um envelhecimento saudável (lembre-se que diabetes é uma forma de envelhecimento acelerado), os estudos científicos sugerem que ótimos níveis de hemoglobina A1c são os abaixo de 5%. Ann Clin Biochem. 2005 May;42(Pt 3):193-5.; Diabetologia. 1990 Apr;33(4):208-15.

Já realizou este exame alguma vez? Converse com o médico ou nutricionista de sua confiança e solicite a realização deste exame. Para pacientes diabéticos (ou pré-diabéticos), este exame deve ser feito juntamente com o teste de insulina, a qual deve estar entre 3 à 5 µIU/mL, e glicemia jejum, que deve estar entre 70–85 mg/dL.

Para a regularização da hemoglobina A1c, sugiro a leitura deste artigo:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2014/11/13/protecao-contra-acucar-elevado-no-sangue-e-glicacao-com-benfotiamina-b1/

Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear o diabetes

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Em 04 de março de 2015, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

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By, Júlio Caleiro

Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:

Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.

A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia – no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.

O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!

Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum – que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.

Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.

O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.

A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.

No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.

Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: “É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer.”

Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.

Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.

O artigo original pode ser conferido aqui.