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SUBSTÂNCIA DO BRÓCOLIS MELHORA MUITO OS SINTOMAS DO AUTISMO!

By Dr. Júlio Caleiro  – Nutricionista – Publicado em 20 de Outubro de 2014 – São Sebastião do Paraíso -MG

brocolis e autismo

 

Para receber orientação expressa entre em contato no email  – juliocaleiro@hotmail.com   

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Brócolis e autismo!

A ciência já provou repetidas vezes que a alimentação age como um remédio potente! Não seria diferente com o Brócolis, por exemplo, tem uma base científica sólida mostrando que é um dos mais valiosos alimentos promotores de saúde. Um composto presente no brócolis chamado de ‘glucosinolate glucorafanina’, produz uma substância chamada ‘sulforafanos’ metabólito que pode melhorar significativamente a sua pressão arterial e função renal, através da normalização de um processo chamado metilação do DNA. Curiosamente, a pesquisa preliminar sugere que o sulforafano também pode ser particularmente benéfico para aqueles com autismo em diminuir comportamentos repetitivos.

Brócolis pode melhorar os sintomas de autismo

Embora de alcance limitado, o estudo ainda mostra que a alimentação é uma parte importante no plano de tratamento para o autismo, e pode ter um impacto significativo sobre o comportamento. Um total de 44 meninos e homens diagnosticados com autismo foram incluídos no estudo. Alguns receberam sulforafano em forma de cápsulas, enquanto que os controles receberam um placebo. Conforme relatado pela revista Time:

“O composto foi escolhido porque pode ajudar a desencadear uma resposta de choque, uma série de eventos biológicos que protegem as células de estresse durante febres; algumas pessoas com autismo têm sido demonstrado uma melhoria em relação a comportamentos repetitivos, por exemplo durante as febres. Cerca de 80% dos participantes tinham uma história em experimentar o mesmo efeitos similar ao “efeito de febre.” tomando o suplemento. Os resultados positivos foram observados em menos de quatro semanas. Comunicação melhorada, assim como sintomas de hiperatividade e irritabilidade. No final do estudo de 18 semanas, cerca de 50% das pessoas com uso dos sulforafanos tiveram melhor capacidade para interagir socialmente.  Ainda assim, considerando os muitos benefícios de saúde, o uso do brócolis, não existe nenhuma razão para evitá-lo, mas para obtenção real dos efeito deve usar o suplemento prescrito em doses corretas por profissional que entenda da terapia. Acredito que parte da razão para o seu efeito benéfico nos autistas, pode estar relacionada com a sua capacidade de afetar a expressão do gene, inibir certas bactérias intestinais prejudiciais, e promover a desintoxicação de poluentes ambientais nocivos. Para uma orientação expressa sob consulta envie emails para – juliocaleiro@hotmail.com

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Referências:

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LAETRILE ( B17), TEM EFEITOS POTENTES CONTRA O CÂNCER REALMENTE!

Para receber uma orientação expressa, sobre tratamentos de câncer por Laetrile, envie emails para – juliocaleiro@hotmail.com

laetrile

By, Ed. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 20 de Outubro de 2014 – São Sebastião do Paraíso -MG

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Laetrile ainda está em debate, e se mostra muito promissor contra muitos cânceres.

“..Dr. Kanematsu Sugiura passou a maior parte de sua carreira no Memorial Sloan Kettering Cancer, com autoria em mais de 250 trabalhos e já recebeu inúmeros prêmios, incluindo as mais altas honras da Associação Médica do Japão, por ter contribuições relevantes na pesquisa do câncer. Enquanto estudava Laetrile, foi taxado de “charlatão” por colegas de trabalho, mas o Dr. Sugiura havia descoberto que Laetrile tinha efeitos muito positivos na prevenção da disseminação de tumores pulmonares malignos, (metástases) em ratos de laboratório. Em grupos de controle, que receberam apenas solução salina normal, os tumores pulmonares disseminaram em 80 a 90% dos animais. Mas, os que receberam Laetrile os tumores se propagavam em apenas 10 a 20%..”.

Agosto 2014: Em um novo estudo alemão, dose-dependente de amigdalina ( Laetrile) reduziu o crescimento e proliferação de câncer de bexiga .

Maio 2013: Amigdalina inibiu a fibrose renal na doença renal crônica; pesquisadores concluíram que é um “agente antifibrótico potente que pode ter potencial terapêutico para pacientes com doenças renais fibróticas”.

Fevereiro 2013: Amigdalina induz a apoptose em células de câncer do colo do útero em humanos; autores concluem que pode oferecer uma nova opção terapêutica para pacientes com câncer cervical.

Agosto 2006: Amigdalina ( Laetrile) também induz a apoptose em humanos em câncer de próstata.

Fevereiro 2003: Amigdalina de Prunus persica, sementes (caroços de pêssego) mostra os efeitos anti-tumorais comparáveis a ​​epigalocatequina galato em (EGCG).
Apesar dos resultados da investigação contemporânea, infelizmente a grande maioria dos sites de informação do câncer afirmam que Laetrile é inútil, para o tratamento de câncer. Laetrile foi uma oportunidade perdida na verdade! Este tipo de desinformação é galopante na indústria farmacêutica, e as pessoas que realmente sofrem são aqueles que estão lutando contra o câncer e tendo acesso negado a tratamentos que poderiam salvá-los, ou estender suas vidas. Os fatos mostram que Dr. Sugiura foi competente e honesto, mas em vez de elogios, ele não recebeu nada.

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Referências:

Mercola – MD.

Medicações para Déficit do controle de Atenção (TADH), podem gerar doenças e indução ao suicídio.

By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 16 de Outubro de 2014 – São Sebastião do Paraíso -MG

drogas

Medicações para Déficit do controle de Atenção (TADH), pode gerar doenças e indução ao suicídio.

Para orientação expressa envia email para – juliocaleiro@hotmail.com

As vezes nos perguntamos, por que tal pessoa praticou o suicídio, ou assassinato ou ainda uma reação violenta no trânsito ou no lar? Sendo uma pessoa aparentemente tranquila! Estudos recentes indicam fortemente, que as causas são as Drogas para (TDAH, sigla em inglês), que são prescritas por médicos para “TRATAMENTO” do “transtorno do déficit de atenção” [ doença inventada]. Estimulantes como (Ritalina, Adderall e Strattera) têm sido associadas a danos permanentes no cérebro, fígado, coração e danos nos vasos sanguíneos, ataque cardíaco, derrame, morte súbita, depressão, suicídio em grande escala e aumento do risco de câncer; No entanto, essas drogas psicotrópicas ainda estão sendo prescritos para crianças em taxas alarmantes. Os antidepressivos como o Prozac e Paxil tem sido associada com um número desproporcional de atos violentos, incluindo assaltos, suicídios e homicídios. As causas para tais “transtornos” são problemas sociais e nutricionais, e que são resolvidos e tratados com a intervenção nutricional e psicológica. *[grifo meu].

https://www.youtube.com/watch?v=4KHGcDZuz7Q
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Referências:
Public Health Reports July/August 2014 – Medicine Net June 24, 2014 – Science Daily June 23, 2014 – CDC January 4, 2013

Miastenia Gravis e seu tratamento pela nutrição

miastenia

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Em 15 de outubro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

A miastenia gravis é um doença autoimune que provoca fraqueza muscular e fadiga, que é exacerbada pela atividade e há melhora com repouso. Na miastenia gravis o sistema imune tem como alvo as células saudáveis que afetam normalmente o receptor celular em células de músculos com referencia ao neurotransmissor acetilcolina, o qual estimula as contrações musculares (Nature medicine. Mar 2001;7(3):365-368.). A doença caracteriza-se por períodos de fraqueza muscular e fadiga, pálpebras caídas, visão turva, dificuldade de mastigação e deglutição. Cerca de 15 à 20% das pessoas com miastenia gravis desenvolvem sério comprometimento respiratório, muitas vezes, no primeiro ano da doença com risco de vida, em que é chamado de ‘crise de miastenia’, e necessita de ventilação mecânica. – http://www.ninds.nih.gov/disorders/myasthenia_gravis/detail_myasthenia_gravis.htm

Os cientistas debatem a causa predominante da desregulação imune associada com miastenia gravis. A maioria das teorias concordam que o timo desempenha um papel importante no seu desenvolvimento. O timo é um órgão atrás do esterno que produz certas células do sistema imunológico chamadas de células T (http://www.endocrineweb.com/endocrinology/overview-thymus). Aproximadamente 15 à 20% das pessoas com miastenia gravis tem um tumor no timo e mais de 50% tem um aumento do número de células do timo (hiperplasia) – Expert review of clinical immunology. Jul 2012a;8(5):427-438.

Alguns estudos recentes tem sugerido que a inflamação e a infecção pelo virus Epstein-Barr podem contribuir para o desenvolvimento da doença autoimune (Autoimmune diseases. 2011;2011:213092.)

Embora a maioria dos pacientes com miastenia grave têm anticorpos que têm como alvo os receptores de acetilcolina das células musculares, alguns investigadores descobriram que alguns pacientes com miastenia gravis têm anticorpos contra outras proteínas, tais como o músculo-específico da tirosina-quinase (almíscares) ou afins do receptor da lipoproteína de baixa densidade – proteína 4 (LRP4) (BioMed research international. 2013;2013:404053.).

Infelizmente, não há atualmente nenhuma cura para a miastenia gravis. No entanto, os avanços no tratamento ao longo das últimas décadas permitiram que muitos pacientes com miastenia gravis em alcançar a remissão prolongada, sem sinais ou sintomas da doença (Postgrad Med J. 2004;80:690-700. .

Um dos tratamentos mais comuns recomendados para miastenia gravis é a remoção do timo, mas há um debate sobre se este procedimento é eficaz em pessoas que não têm tumores do timo. Outros tratamentos comuns incluem corticosteróides, os quais são utilizados para inibir a atividade de células imunitárias de curto prazo; inibidores da acetilcolinesterase, que permitem que os nervos recuperem a sua capacidade de se comunicar com os músculos; e imunossupressores, que inibem a resposta imunológica de longo prazo do corpo.

Além disso, estudos adicionais têm sugerido que exercícios e alguns integrativas terapêutica, como a vitamina D3, extrato de astrágalo, e creatina também pode aliviar os sintomas da miastenia gravis. European journal of neurology : the official journal of the European Federation of Neurological Societies. Dec 2012;19(12):1554-1560.; Medicine and science in sports and exercise. Jun 2001;33(6):869-872.

Vamos abordar o uso dos principais nutrientes no tratamento de Miastenia Gravis:

1. Vitamina D3: a vitamina D desempenha um papel regulador importante do sistema imune. Um estudo em 2012 mostrou que a suplementação de vitamina D tem efeitos benéficos sobre a respsota autoimune e pode aliviar a fadiga associada com miastenia gravis. Treze pacientes com miastenia gravis tratados com vitamina D apresentaram uma melhoria de 38% na fadiga muscular. Os pesquisadores sugerem que os níveis séricos de vitamina D devem ser monitorados em pacientes com miastenia gravis e a suplementação deve ser considerada se os níveis são considerados inadequados – European journal of neurology : the official journal of the European Federation of Neurological Societies. Dec 2012;19(12):1554-1560.

2. Extrato de Astrágalo: Extrato de astrágalo tem sido usado durante séculos como um remédio para doenças cardiovasculares, hepatite, doença renal e problemas de pele. Astrágalo é composto por polissacarídeos, saponinas, flavonóides e. A saponina mais prevalente com a atividade medicinal identificado no astrágalo é astragalósido IV. Numerosos estudos experimentais demonstraram que astragalósido IV melhora a função cardíaca, promove o crescimento dos vasos sanguíneos, inibe a fibrose em diferentes órgãos, e regula a função imunológica (Ren S, Zhang H, Mu Y, Sun M, Liu P. Pharmacological effects of Astragaloside IV: a literature review. Journal of traditional Chinese medicine = Chung i tsa chih ying wen pan / sponsored by All-China Association of Traditional Chinese Medicine, Academy of Traditional Chinese Medicine. Jun 2013;33(3):413-416.)

Em um estudo de 2009 comparando os efeitos do astrágalo e a prednisona esteróide sobre a resposta imune em 60 pacientes com miastenia gravis, astrágalo foi tão eficaz como a prednisona para reduzir os sintomas de miastenia grave. Além disso, o astrágalo foi mais eficaz do que a prednisona para reduzir índices de células CD4 + / CD8 + T . (Niu GH, Sun X, Zhang CM. [Effect of compound astragalus recipe on lymphocyte subset, immunoglobulin and complements in patients with myasthenia gravia]. Zhongguo Zhong xi yi jie he za zhi Zhongguo Zhongxiyi jiehe zazhi = Chinese journal of integrated traditional and Western medicine / Zhongguo Zhong xi yi jie he xue hui, Zhongguo Zhong yi yan jiu yuan zhu ban. Apr 2009;29(4):305-308.)

3. Creatina

A creatina é um ácido orgânico produzido pelo organismo que também está presente em alimentos – principalmente de carne. A suplementação de creatina ajuda a aumentar a massa magra, força muscular e energia. Ele também melhora o desempenho do ativo em indivíduos saudáveis ​​e pacientes com doenças neuromusculares, como a distrofia muscular (The Cochrane database of systematic reviews. 2013;6:CD004760).

Uma análise de seis ensaios clínicos aleatorizados controlados em doenças musculares relataram que pacientes que suplementados tiveram uma melhora significativa na força muscular versus doentes tratados com placebo, com uma diferença média de 8,5%. Pacientes de quatro ensaios que receberam creatina também relataram uma melhora geral no bem-estar.Kley RA, Tarnopolsky MA, Vorgerd M. Creatine for treating muscle disorders. The Cochrane database of systematic reviews. 2013;6:CD004760.

A suplementação de creatina também tem sido relatado para ajudar os pacientes com miastenia gravis. A suplementação diária de creatinina em pacientes com miastenia gravis, durante 15 semanas, combinadas com o treinamento de resistência, juntamente com prednisona e azatioprina, tiveram melhorias significativas na força muscular, peso corporal e massa livre de gordura (Medicine and science in sports and exercise. Jun 2001;33(6):869-872).

Bom, este são alguns dos nutrientes que podem vir a ser utilizados com segurança e bastante efetividade na terapia nutricional da miastenia gravis. Além destes, há outros a serem considerados, como omega 3, extrato de chá verde, unha de gato (uncaria tormentosa), curcumina e etc. Todos estes nutrientes citados há os respectivos estudos científicos confirmando a eficácia e melhoria da saúde em pacientes com esta patologia.

Assim, há uma variedade de possibilidades terapêuticas que podem auxiliar estes pacientes. Procure um nutricionista da área funcional de sua confiança, que compreenda esta terapia.

*Todos os estudos científicos foram citados na própria matéria.

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