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ASTAXANTINA E SEUS EFEITOS SENSACIONAIS!

ASTAXANTINA

By, Dr Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 30 de Setembro de 2014 – São Sebastião do Paraíso MG.

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ASTAXANTINA E EFEITOS EM NOSSA SAÚDE!

-Melhora da função imunológica
-Melhora a saúde cardiovascular, reduzindo nível de proteina C reativa, a redução dos triglicerídeos e aumenta o HDL benéfico.
-Protege os olhos da catarata, degeneração macular e cegueira.
-Protege o cérebro de demência e doença de Alzheimer.
-Reduz o risco para muitos tipos de câncer (incluindo câncer da mama, do cólon, da bexiga e da boca). Estimulando a apoptose (morte celular do câncer) e da inibição da peroxidação lipídica.
-Melhora a recuperação a partir da medula espinhal e outras lesões do sistema nervoso central.
-Reduz a inflamação por todas as causas, incluindo artrite e asma.
-Melhora a resistência, o desempenho de treino e recuperação.
-Ajuda a estabilizar o açúcar no sangue, protegendo assim os seus rins.
-Alivia a indigestão e refluxo.
-Melhora a fertilidade, aumentando a força do esperma e a contagem de espermatozoides.
-Ajudando a prevenir as queimaduras solares, e protegê-lo dos efeitos nocivos da radiação (ou seja, em aviões, raios-x, tomografia computadorizada, celulares.. etc)
-Reduz o dano oxidativo ao seu DNA, evitando assim cânceres diversos.
-Reduz os sintomas da pancreatite, da esclerose múltipla, síndrome de túnel carpal, artrite reumatoide doença de Parkinson, doença de Lou Gehrig (ELA), e doenças neurodegenerativas.

-Obs: A radiação é reduzida em 99% em aviões e aeroportos. No entanto deve-se tomar em doses corretas e por tendo ideal, para construir os bons níveis sanguíneos e fornecer o nível de proteção.

Esta impressionante lista de efeitos benéficos, continua a crescer à medida que mais estudos estão sendo publicados o tempo todo, sobre este nutriente incrível.

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Referências:

Elimine a fadiga e impulsione a produção de energia

fadiga

Em 30 de setembro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

 

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

Já desejou que poderia simplesmente recarregar as baterias? A fadiga é um problema grave em adultos, representando milhões de visitas aos consultórios médicos (http://health.nytimes.com/health/guides/disease/chronic-fatigue-syndrome/print.html).

As queixas sao semelhantes: cansaço na parte da manhã, não consigo dormir bem ou o tempo suficiente durante a noite, não possui energia para as tarefas diárias ou até mesmo para se divertir. Os médicos escutam essas reclamações diariamente, e se sentem impotentes por verem o quão pouco podem fazer.

O pior é que os únicos medicamentos disponíveis para combater a fadiga possuem efeitos colaterais assustadores, incluindo real possibilidade de dependência (J Neurol. 2013 Feb;260(2):489-97; Arch Pediatr. 2010 Nov;17(11):1625-31; J Diet Suppl. 2013 Mar;10(1):1-5). Mas, é possível literalmente recarregar as baterias, com um par de novos suplementos que funcionam em conjunto para restaurar seus níveis de energias naturais.

Fadiga e exaustão são resultados diretos de ATP insuficiente. Nossa falta de energia não é devida somente ao envelhecimento, mas sim uma indicação que estamos ficando sem ATP (Hokkaido Igaku Zasshi. 1998 Nov;73(6):557-69.) Cordyceps sinensis e Ginseng fermentado, ambos os suplementos dão vida e são capazes de elevar os seus níveis de trifosfato de adenosina ou ATP (Br J Nutr. 2000 Feb;83(2):197-204.; Am J Chin Med. 2009;37(6):1139-52.). Aqui abordaremos somente sobre Cordyceps sinensis. Numa próxima matéria, abordaremos ainda sobre o ginseng.

Tudo o que você faz depende de uma carga completa de ATP. Moléculas de ATP armazenam energia em suas ligações químicas, semelhante a maneira como uma bateria armazena energia quando ela é carregada. Se voce estiver em movimento, pensando, falando, relaxando, tudo dependerá de uma carga completa de ATP. Com o envelhcimento, há uma queda do ATP. Fazemos ATP em nossas mitocôndrias, onde há a queima do combustível para a energia, mas esse processo diminui cada vez mais com a idade. Vejamoscomo cordyceps e ginseng recarregam seus níveis de ATP e restauram a energia, combatendo a fadiga.

Cordyceps sinensis é considerado um dos fungos medicinais mais valiosos da China (Zookeys. 2011;(127):43-59. ). Cordyceps tem sido usado historicamente na medicina tradicional chinesa, entre outras finalidades, para o metabolismo e com efeitos produtor de energia (J Altern Complement Med. 2002 Jun;8(3):315-23).

Estudos mostram que o extrato de cordyceps aumenta a energia disponível nos músculos e em outros tecidos, aumentando os níveis de ATP. Camundongos que receberam suplementos de Cordyceps, por exemplo, demonstraram ter um aumento de 18,4% de ATP no fígado (J Altern Complement Med. 2001 Jun;7(3):231-40.; Jpn J Pharmacol. 1996 Jan;70(1):85-8.).

Cordyceps é especialmente eficaz em aumentar os níveis de ATP sob condições de estresse que produz fadiga. Por exemplo, animais com anemia por deficiencia de ferro, uma causa comum de fadiga em humanos, coryceps impulsionou os níveis de ATP e do fluxo de sangue, outra medida de energia metabólica (Br J Nutr. 2000 Feb;83(2):197-204.).

Corcyceps reduz o acúmulo de ácido láctico, substância que produz fadiga em excesso nos músculos (Pharm Biol. 2013 May;51(5):614-20.). Nossos músculos produzem ácido láctico quando são forçados a queimar glicose sem oxigênio suficiente, como quando correr ou fazer algum exercício intenso, sem tempo suficiente para respirar. Isso tem relação direta com a capacidade de exercício. Estudos mostraram que a suplementação de cordyceps aumentou o tempo de natação em até 88%! (J Ethnopharmacol. 2011 Jun 14;136(1):260-6.; Biol Pharm Bull. 2003 May;26(5):691-4.).

Outra forma que cordyceps atua no aumento de energia disponível é através do aumento da sensibilidade à insulina (J Altern Complement Med. 2002 Jun;8(3):315-23; J Altern Complement Med. 2002 Jun;8(3):309-14.)

Em um estudo humano surpreendente, 20 adultos saudáveis com idades entre 50 à 75 anos foram suplementadas com extrato de cordyceps, 3 vezes ao dia, por 12 semanas, e outro grupo tomando placebo. Todos os dias eles realizaram teste de exercício em bicicleta ergométrica a níveis máximos, e teve seus parâmetros fisiológicos medidos continuamente. Até o final do período de estudo, os pacientes tratados com cordyceps tiveram uma melhora de 10,5% no tempo até que a fadiga muscular passasse a ser percebida (medida pelos níveis de ácido lactico no músculo), e a capacidade de trabalhar melhorou 8,5%. – J Altern Complement Med. 2010 May;16(5):585-90.

Logo, a boa notícia é que é posśivel restaurar níveis de ATP por todo o corpo. Coryceps sinensis foi comprovado em aumentar a energia pela elevação da produção de ATP, o que poderá combater com facilidade a fadiga tão relatada diariamente por inúmeras pessoas (. Br J Nutr. 2000 Feb;83(2):197-204.; Am J Chin Med. 2009;37(6):1139-52.).

*Todas as referências estão citadas no corpo da matéria.

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Vitamina D é fundamental no tratamento de Esclerose Múltipla

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Em 25 de setembro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Pacientes em estágios iniciais da Esclerose Múltipla, com baixos níveis de vitamina D tiveram uma maior progressão e severidade da doença, de acordo com um novo estudo conduzido pela HARVARD SCHOOL OF PUBLIC HEALTH. O estudo foi publicado dia 20 de janeiro de 2014, no JAMA NEUROLOGY. Os resultados sugerem que pacientes em estágios iniciais de Esclerose Múltipla poderiam afastar os sintomas da doença, aumentando a ingestão de vitamina D.

Como os níveis baixos da vitamina D são comuns e podem ser facilmente e com segurança aumentados com suplementação oral, estes resultados podem contribuir para melhores resultados do tratamento para muitos pacientes com esclerose múltipla, declarou o principal autor Dr. Alberto Ascherio, professor de epidemiologia e nutrição na Harvard School.

A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central. É estimado pela Organização Mundial de Saúde que cerca de 2,5 milhões de pessoas tem Esclerose Múltipla.

Os pesquisadores analisaram dados de 465 pacientes com esclerose múltipla de 18 países europeus, Israel e Canará. Os cientistas analisaram os níveis de vitamina D dos pacientes, que foram medidos no início dos seus sintomas e em intervalos regulares durante um período de 24 meses – correlacionados com os sintomas da doença e progressão ao longo de um período de 5 anos.

Descobriram que em estágio inicial pacientes com esclerose múltipla que tinham níveis adequados de vitamina D tiveram uma taxa 57% menor de novas lesões cerebrais, uma taxa de recidiva de 57% mais baixa, e uma diminuição anual de 25% do volume de lesão do que aqueles com níveis mais baixos de vitamina D. Perda de volume do cérebro também foi menor entre os pacientes com níveis de vitamina D adequados.

A cada momento surgem mais evidências de que a vitamina D é essencial e fundamental no tratamento de pacientes com esclerose múltipla. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento a base de vitamina D maiores são os benefícios e proteção contra a doença. Todavia, a qualquer momento pode ser iniciado este tratamento, já que cada organismo tem suas capacidades próprias de regeneração e regulação.

Referência científica:

Alberto Ascherio, Kassandra L. Munger, Rick White, Karl Köchert, Kelly Claire Simon, Chris H. Polman, Mark S. Freedman, Hans-Peter Hartung, David H. Miller, Xavier Montalbán, Gilles Edan, Frederik Barkhof, Dirk Pleimes, Ernst-Wilhelm Radü, Rupert Sandbrink, Ludwig Kappos, Christoph Pohl. Vitamin D as an Early Predictor of Multiple Sclerosis Activity and Progression. JAMA Neurology, 2014; DOI: 10.1001/jamaneurol.2013.5993

Astaxantina oferece poderosa proteção ao cérebro

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Em 16 de setembro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

 

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A astaxantina que é um nutriente [carotenóide] extraído de algas, exerce vários efeitos benéficos no cérebro (BMC Neurosci. 2012 Dec 29;13(1):156). Ao contrário de muitas outras moléculas antioxidantes, astaxantina consegue atravessar a barreira sangue-cérebro, protegendo o tecido cerebral (Forum Nutr. 2009;61:129-35.). Essa caractertística fizeram com que os especialistas rotulassem a astaxantina como ‘alimento natural do cérebro’.

Em animais, asxatanxina foi verificada em reduzir o risco de acidente vascular ceberal e melhorar a atividade motora – FASEB J. 2009 Jun;23(6):1958-68.; J Clin Biochem Nutr. 2010 Sep;47(2):121-9.; Brain Res. 2010 Nov 11;1360:40-8.
Astaxantina combate diretamente o impacto oxidativo de proteínas anormais [tóxicas] tanto no Alzheimer como no Parkinson (BMC Neurosci. 2012 Dec 29;13(1):156.; J Neurochem. 2008 Dec;107(6):1730-40.;  J Med Food. 2010 Jun;13(3):548-56.). Assim, vê-se o seu potencial para retardar ou parar doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. A proteína tóxica beta-amilóide encontrada nos pacientes com Alzheimer, também é encontrada nas células vermelhas do sangue, e que reduz o fornecimento de oxigênio para os tecidos ( FEBS Lett. 2011 Apr 20;585(8):1249-54.). A suplementação com astaxantina foi encontrada por diminuir a acumulação de beta-amilóide nas células vermelhas do sangue –  PLoS One. 2012;7(11):e49620.

Um estudo verificou que doses de astaxantina melhorou níveis cognitivos e aprendizagem em indivíduos de meia idade e idosos saudáveis que tinham sintomas de esquecimento relacionados com a idade (J Clin Biochem Nutr. 2012 Sep;51(2):102-7.). Além disso, astaxantina apresentou um efeito anti-ansiedade, que auxilia ainda mais a saúde das pessoas em geral – Biofactors. 2011 Jan;37(1):25-30.

Segundo o médico Dr. Luiz Romariz, a astaxatina: “É o mais potente antioxidante carotenoide, cerca de 65 vezes mais potente do que a vitamina C, 54 vezes mais do que o beta-caroteno e 14 vezes mais potente do que a vitamina E.”

Dessa forma, uma terapia para a saúde cerebral deve levar em conta o possível uso deste nutriente importante, deste verdadeiro alimento natural do cérebro.

*Todas as referências estão citadas no corpo do texto.
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