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O tratamento nutricional pode salvar vidas de pacientes com EBOLA

Em 29 de agosto de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Esta matéria está fundamentada em trechos do artigo do Dr. Mark Sircus.

EBOLA

 

Margaret Chan, Chefe da Organização Mundial de Saúde, disse que a epidemia de Ebola está fora de controle. “O virus ataca os tecidos moles do corpo – um processo que alguns médicos descrevem, sem rodeios, como assistir um paciente ‘dissolver‘, informa Paul Salopek correspondente do “Tribune” durante um surto de 2000. Não existe um tratamento eficaz. Nenhuma vacina. Tal como acontece com surtos anteriores, o vírus não tem piedade. Ebola mata até 90% de suas vítimas com rapidez surpreendente.

O tratamento padrão consiste em proporcionar alívio dos sintomas do Ebola, enquanto o corpo luta contra a infecção. Este tipo de tratamento é conhecido como tratamento de suporte. O surto atual tem causado mais mortes do que qualquer outro na história, disse uma autoridade dos médicos sem fronteiras. No caso do Ebola não existe vacina e não existirá durante alguns anos.

Nestes centros de tratamento os pacientes não recebem remédios, são basicamente reidratadas. O surto de ebola assola a África Ocidental e acredita-se estar totalmente fora de controle, e os médicos trabalham até o limite de suas tentativas para combater a doença com a sua abordagem atual, a qual deixa a maior parte de seus pacientes mortos. As autoridades médicas gostam de culpar o vírus, mas parte dessas mortes decorrem de suas próprias ignorâncias e recusa em olhar mais profundamente por alternativas.

Presentemente tratamentos Ebola envolvem tipicamente a utilização de fluidos por via intravenosa (sódio, potássio e cloreto) os antibióticos (para prevenir infecções secundárias por bactérias), e oxigênio (para ajudar na respiração). O tratamento também pode incluir o uso de medicamentos para controlar a febre, ajudam na coagulação do sangue, manter a pressão arterial e bons cuidados de enfermagem. Mesmo com tais cuidados de suporte, a morte ocorre em 50 a 90% das pessoas com Ebola.

O vírus Ebola ataca células do sistema imunológico e pode fazer com que o sistema imune fique fora de controle, e com isso, liberar uma tempestade de moléculas inflamatórias que causam ruptura de pequenos vasos. Esses danos nos vasos sanguíneos causam queda de pressão e falência de múltiplos órgãos.

Lei da Nutrição e Medicina

Tem sido evidente que o aumento à susceptibilidade a doenças infecciosas é comum em populações desnutridas. O sistema imune deve ser mantido por uma nutrição adequada, a fim de funcionar de maneira ótima. Os pacientes que estão gravemente doentes com Ebola tem altas exigências nutricionais que precisam ser abordadas. A medicina nutricional tem uma abordagem diferente da medicina contemporânea. Em vez de usar remédios tóxicos que diminuem o sistema imunológico, aplica-se a lei nutricional para a cura do paciente. Não é preciso desenvolver medicamentos caros esperando milhões de mortes em potencial. A medicina nutricional é mais segura e mais eficaz do que a medicina farmacêutica. Basta verificar o correto uso de cloreto de magnésio e bicarbonato de sódio injetáveis em situações de emergência.

A medicina nutricional oferece um poder inigualável que pode ser aproveitado para salvar vidas de pessoas infectadas com o virus Ebola. No entanto, algumas pessoas preferem ver milhões, senão bilhões de pessoas morrerem para reduzir a população em um nível mais gerenciável. Outros preferem ficar com o seu orgulho profissional ou obediência a autoridade médicas e deixar pacientes morrerem do que até mesmo pensar no que deve trabalhar para diminuir a taxa de mortalidade.

Os segredos da sala de emergência e medicina intensiva é a chave para a resolução do Ebola. Os sais de magnésio, bicarbonato de sódio, iodo, selênio e vitamina C, são essencialmente das medicina nutricional e são usados nas piores condições médicas. Eles são amplamente disponíveis, baratos e seguros para administrar todo os dias e em altas doses.

Este protocolo natural redefine o tratamento de sala de emergência e cuidados intensivos para serem também direcionados em pacientes com Ebola, com ação rápida, comprovada e segura. São utilizados, principalmente, na forma injetável. Se a infecção de Ebola ficar, realmente, fora de controle, é reconfortante aos pais que saibam que podem legalmente administrar esses nutrientes medicinais se as pessoas infectadas são tratadas em casa. Todo medicamento da medicina nutricional pode ser tomados via oral ou transdérmica e terão efeitos muito semelhantes se a terapia é iniciado rapidamente. Aqui, a idéia principal é sair na frente do vírus.

Resolvendo as tempestades de citocinas com Selênio.

A estirpe altamente patogênica do virus Ebola (Zaire), tem sido considerada como dependente de selênio, e isso levanta a possibilidade de que a deficiência de selênio nestas populações pode realmente promover a replicação viral, que provocam os surtos e até mesmo facilitar o surgimento de cepas virais mais fortes – The Journal of Orthomolecular Medicine Vol. 10, No.2, 1995.

O selênio é um forte antioxidante e anti-inflamatório que pode controlar as tempestades de citocinas provocada a partir de infecções. Investigações clínicas em estudos indicam que doses mais elevadas de selênio são bem toleradas como infusões contínuas, como selenito de sódio (4.000mg de selênio como selenito de sódio penta-hidratado, no primeiro dia, e 1.000mg de selênio/dia nos nove dias seguintes), sem problemas de toxidades relatadas.

Os principais sintomas de uma tempestade de citocina são febre alta, inchaço, vermelhidão, fadiga extrema e náuseas. Em Ebola, a reação imunológica pode ser fatal, com tempestades de citocinas. Para cessar as tempestades de citocinas e da dificuldade respiratória aguda, deve-se injetar selênio e forçar o mundo da medicina para produzir selênio ‘lipossomal’ do Dr. Emanuel Revici, que pode ser administrado por via oral em doses elevadas, e com resultados muito mais extraordinários do que disponível através de injeções.

A maior descoberta do Dr. Revici era que, se quisermos entregar um nutriente a uma célula doente, deve-se anexá-lo a uma gordura. As gorduras insaturadas são veículos perfeitos para entrega de nutrientes para as células estressadas. Esta descoberta permitido que Dr. Revici embalasse minerais terapêuticos para serem entregues para as células doentes. Isso lhe deu uma vantagem enorme como um desenvolver de terapia – especialmente com selênio.

Revici utiliza uma forma molecular especial de selênio (selênio bivalante-negativo) incorporado numa molécula de ácido de gordura. Nesta forma, que pode administrar um grama de selênio po dia, o que correspondente a 1 milhão de microgramas dia, sem efeitos colaterais tóxicos. Em contrastes, o excesso de selênio (selênio hexavalente-positivo) tem efeitos tóxicos em animais, de como que o consumo de selênio comercial está limitado a uma única dose de 100 á 150mcg por via oral. Dr. Revici administra com frequência sua forma ‘não-tóxica’ de selênio injetável, geralmente considerada quatro vezes mais potente do que a forma dada oralmente.

O selênio é um estimulador imunológico potente, e um estudo de 18 meses de 262 pacientes com AIDS, descobriu-se que aqueles que tomaram uma cápsula diária de 200mcg de selênio tiveram níveis mais baixos do vírus da Aids e mais células CD4 do sistema imunitário que fornece muito mais saúde em sua corrente sanguínea, em comparação com o grupo de pacientes que tomaram placebo. Estes doentes com AIDS que tomaram selênio foram capazes de suprimir o vírus mortal em seus corpos e aumentar seus sistemas imunes frágeis, o que evidencia que selênio tem poderes que devem ser considerados com atenção no tratamento com pacientes com Ebola, a fim de buscar a cura. – Arch Intern Med. 2007 Jan 22;167(2):148-54

Magnésio para doença aguda

O magnésio afeta a fisiologia geral. Dr. Raul Vergini da Itaĺia diz: “O cloreto de magnésio tem um poder de cura única sobre doenças virais e bacterianas agudas. É usado para curar poliomielite e difteria e foi o principal tema do meu livro de magnésio. Alguns gramas de magnésio em poucas horas irá limpar quase todas as doenças mais graves, e podem ser combatidas em poucas horas. Eu tenho visto uma variedade de casos de gripes sendo curadas em 24 à 48 horas com 3 gramas de colreto de magnésio tomados a cada 6 à 8 horas. A minha recomendação seria seguir esta sugestão do Dr. Vergini e ir aumentando essa dose com a terapia de magnésio transdérmico.

Infecções hemorrágicas resolvidas com a Vitamina C

O vírus Ebola foi inicialmente reconhecido em 1976. Outras síndromes virais menos conhecidas, mas relacionadas, que podem ser tratados com este protocolo incluem febre amarela, dengue hemorrágica, febre hemorrágica, febre hemorrágica com síndrome renal, síndrome pulmonar por hentavírus, febre hemorrágica do Brasil, Argentina, Venezuela. A infecção pelo vírus Ebola, também conhecida como febre hemorrágica Africana, tem a distinção de ter a maior taxa de letalidade das infecções virais mencionadas acima, que variam de 53% a 88%.

Até esta data, nenhuma infecção viral foi demonstrada em ser resistente à dosagem adequada de vitamina C demonstrada pelo Dr. Klenner. No entanto, nem todos os vírus foram tratados com doses de vitamina C do porte do Dr. Klenner, ou pelo menos, os resultados não foram publicados. Infecção viral Ebola e outras febres hemorrágicas virais agudas parecem ser doenças que se encontram na mesma categoria. Por causa da capacidade aparentemente excepcional destes vírus em esgotar as reservas de vitamina C, doses ainda maiores de vitamina C seriam provavelmente necessárias, a fim de intervir de forma eficaz e curar infecções causas por estes virus – Curing the Incurable; Vitamin C, Infectious Diseases, and Toxins; by Thomas E. Levy MD JD.

Cathcart (1981) que introduziu o conceito de tolerância do intestino à vitamina C, trouxe a hipótese que Ebola e outras febres hemorrágicas virais agudas poderá exigir 500.000mg de vitamina C diariamente para alcançar a tolerância do intestino. Se a doença parecer estar vencendo, então ainda mais vitamina C deve ser administrado até que os sintomas comecem a diminuir. Obviamente, por serem doenças virais as altas doses de vitamina C deve inicialmente ser dada via intravenosa. A administração oral deve começar ao mesmo tempo, mas a via intravenosa não pode ser abandonada até que a resposta clínica esteja completa. – Marburg and Ebola; ROBERT F. CATHCART III, M.D.; ALLERGY, ENVIRONMENTAL & ORTHOMOLECULAR MEDICINE; http://vitamincfoundation.org/www.orthomed.com/ebola.htm.

Febres hemorrágicas virais normalmente só atingem proporções epidêmicas naquelas populações que já seria de esperar por terem baixas reservas de vitamina C no organismo, como é encontrado em muitos dos africanos gravemente desnutridos. Nestes indivíduos, um vírus hemorrágico muitas vezes esgotam os restantes de reservas de vitamina C antes de o sistema imunológico iniciar a recuperação.

De acordo com o médico Dr. Thomas Levy: “muitas doenças infecciosas virais foram curadas e continuar a ser curadas por uma boa administração da vitamina C. Sim, as vacinas para essas doenças infecciosas tratáveis são completamentes desnecessárias quando se tem acesso ao tratamento adequado com a vitamina C”. – Dr Thomas Levy M.D., J.D. (Vitamin C, Infectious Diseases and Toxins p30).

A terapia intravenosa de vitamina C é um poderoso tratamento quando as pessoas estão no limite entre a vida e a morte em febres hemorrágicas com o poder de trazer as pessoas de volta da beira do abismo. A vitamina C é conhecida por realizar muitas funções críticas dentro do corpo que envolve a desintoxicação, construção de tecidos, melhora da resposta imune, controle da dor, e extermínio de organismos patogênicos.

Dr. Robert Catchcart, que tem mais experiência no tratamento de infecções mortais com altas doses de vitamina C do que qualquer outro médico, diz que: “o vírus Ebola mata por meio de radicais livres que podem ser neutralizados por doses maciças de ascorbato de sódio [forma não ácida de vitamina C] por via intravenosa. …Minha experiência com administração de doses maciças de ácido ascórbico por via oral a mais de 30.000 pacientes e com a adoção de ascorbato de sódio intravenoso para mais de 2.000 pacientes, indicaria para o Ebola e outras doenças de febre hemorrágica viral que deva ser usado em doses que comecem com, ao menos, 180 gramas por 24 horas. Se a febre não for controlada ou os sintomas não são reduzidos, a dosagem e a taxa de administração deve ser aumentada até que sejam controlados.”http://vitamincfoundation.org/www.orthomed.com/ebola.htm.

Vitamina D

A vitamina D reduz o risco de morrer de uma infecção viral. Pesquisadores do Hospital Universitário de Winthrop de Mineola, Nova York, descobriram que dar suplementos de vitamina D a um grupo de voluntários reduziu episódios de infecção em gripes e resfriados em 70% ao longo de 3 anos. Os pesquisadores disseram que a vitamina D estimula a “imunidade inata” para vírus e bactérias.

IODO

Doses extremamente altas de iodo pode ter efeitos secundários graves, mas apenas uma pequena fração dessas doses extremas são necessárias para matar o vírus da gripe, escreveu o Dr. David Derry do Canadá.

Dr. Gabriel Cousens, escreveu: “Historicamente, já em 1911, as pessoas normalmente tomavam entre 300,000-900,000 microgramas de iodo por dia sem incidentes. Outros pesquisadores têm utilizado entre 3000 e 6000 microgramas / dia para prevenir o bócio. “As deficiências em iodo tem um grande efeito sobre o sistema imunológico.

Bom, esses são ALGUNS nutrientes disponíveis na nutrição para o combate dessa terrível doença, que já poderiam ser aplicadas imediatamente. A medicina nutricional não pode ser deixada de lado em momentos tão importantes. Acredito fortemente que esses nutrientes poderiam fazer a diferença para melhor no tratamento de pacientes com Ebola.

Artigo fundamentado na matéria escrita pelo Dr. Mark Sircus

Link:

http://drsircus.com/medicine/ebola-saving-lives-natural-allopathic-medicine

Referências científicas:

1] Host Nutritional Status and Its Effect on a Viral Pathogen; Melinda A. Beck and Orville A. Levander; JInfect Dis.;(2000) 182(Supplement 1): S93-S96.doi:10.1086/315918; http://jid.oxfordjournals.org/content/182/Supplement_1/S93.full

[2] Theoretical Evidence that the Ebola Virus Zaire Strain May Be Selenium-Dependent: A Factorin Pathogenesis and Viral Outbreaks?;Ethan Will Taylor1 and Chandra Sekar Ramanathan; The Journal of Orthomolecular Medicine Vol. 10, No.2, 1995; http://orthomolecular.org/library/jom/1995/articles/1995-v10n0304-p131.shtml

[3] McPherson, A. et al. NRC Research Press 1997: 203-205

[4] Turner, R. J. & Finch, J. M. (1991) Selenium and the immune response. Proc. Nutr. Soc. 50: 275–285.[Medline]

[5] Kiremidjian-Schumacher, L. & Roy, M. (1998) Selenium and immune function. Z. Ernahrungswiss. 37: 50–56.

[6] McKenzie, R. C., Rafferty, T. S., Arthur, J. R. & Beckett, G. J. (2001) Effects of selenium on immunity and ageing. In: Selenium: Its Molecular Biology and Role in Human Health (Hatfield, D. L., ed.), pp. 258–272. Kluwer Academic Publishers, Boston, MA.

[7] McKenzie, R. C., Arthur, J. R., Miller, S. M., Rafferty, T. S. & Beckett, G. J. (2002) Selenium and the immune system. In: Nutrition and Immune Function (Calder, P. C., Field, C. J. & Gill, N. S., eds.), pp. 229–250. CAB International, Oxford, U.K

[8] Beckett, G. J., Arthur, J. R., Miller, S. M. & McKenzie, R. C. (2003) Selenium, immunity and disease. In: Dietary Enhancement of Human Immune Function (Hughes D. A., Bendich, A. & Darlington, G., eds.). Humana Press, Totowa, NJ (in press).

[9] Supplement: 11th International Symposium on Trace Elements in Man and Animals;Selenium in the Immune System John R. Arthur; The American Society for Nutritional Sciences J. Nutr. 133:1457S-1459S, May 2003; http://jn.nutrition.org/cgi/content/full/133/5/1457SOver

[10] Ryan-Harshman M, Aldoori W. “The relevance of selenium to immunity, cancer and infectious/inflammatory diseases.” Can J Diet Pract Res. 66, 2:98-102, 2005.

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[12] Berg BM et al. “alpha-Tocopherol and selenium facilitate recovery from lipopolysaccharide-induced sickness in aged mice.” J Nutr. 135, 5:1157-63, 2005. http://www.nutrition.org.

[13] Smith A et al. “Deficiencies in selenium and/or vitamin E lower the resistance of mice to Heligmosomoides polygyrus infections.” J Nutr. 135, 4:830-6, 2005. http://www.nutrition.org

[14]Suppression of human immunodeficiency virus type 1 viral load with selenium supplementation: a randomized controlled trial. Hurwitz BE et al; Arch Intern Med. 2007 Jan 22;167(2):148-54; http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez

[15] Curing the Incurable; Vitamin C, Infectious Diseases, and Toxins; by Thomas E. Levy MD JD

[16] Marburg and Ebola; ROBERT F. CATHCART III, M.D.; ALLERGY, ENVIRONMENTAL & ORTHOMOLECULAR MEDICINE; http://vitamincfoundation.org/www.orthomed.com/ebola.htm

[17] Dr Thomas Levy M.D., J.D. (Vitamin C, Infectious Diseases and Toxins p30)

[18] Fuller, JG. Fever. Reader’s Digest Press. 1974.


1 Comentário

  1. ELEUTERIOSP disse:

    Republicou isso em terinho.come comentado:
    Realidade

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