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BAIXOS NÍVEIS DE VITAMINA D NO SANGUE, AUMENTA QUASE 400% O RISCO DE MORTE CARDÍACA

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BAIXOS NÍVEIS DE VITAMINA D NO SANGUE, AUMENTA QUASE 400% O RISCO DE MORTE CARDÍACA.

By, Júlio Caleiro – Nutricionista.

Um estudo científico de 2009 mostrou que as pessoas com baixos níveis a médios de vitamina D, tinham 124% risco de morte por todas as causas, e 378% risco de morrer de algum problema cardíaco. Pesquisadores da Finlândia também mostraram que, quando comparados com os participantes que tinham níveis mais altos de vitamina D, aqueles com os mais baixos níveis tinham um risco de 25% a mais de morrer de doença cardíaca ou acidente vascular cerebral. A rigidez arterial um fator de risco para doença cardíaca e acidente vascular cerebral, é também associada à deficiência de vitamina D. Há uma série de mecanismos fisiológicos desencadeados pela produção de vitamina D, através da exposição à luz solar, que atuam de modo a combater as doenças do coração, incluindo:

  • Um aumento de citocinas anti-inflamatórias naturais do corpo
  • Supressão da calcificação vascular
  • A inibição do crescimento do músculo liso vascular

Felizmente, a deficiência de vitamina D é muito fácil de corrigir. Idealmente devemos manter um nível de vitamina D, por pelo menos 50 ng / ml durante todo o ano. Para o tratamento ativo de doença cardíaca, pode ser justificado um nível entre 70-100 ng / ml. Para mais informações sobre como usar de forma segura e eficaz, em otimizar o seu nível de vitamina D, entre em contato com o Dr. Júlio Caleiro  -Nutricionista através do email acima.

Referência

Perda de peso pode não ser possível se os níveis de hormônio da tireóide são insuficientes

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A glândula da tireoide secreta hormônios envolvidos no gasto de energia celular. Quando uma pessoa restringe sua ingestão de calorias em uma dieta, muitas vezes há uma diminuição de hormônios tireoidianos metabolicamente ativos que faz com que os processos de queima de gorduras do corpo diminuam.

Uma das razões que as pessoas ganham peso a medida que envelhecem é porque o envelhecimento prejudica a capacidade de utilizar de forma eficiente carboidratos e gorduras. Uma das causas desta deficiência de capacidade é a deficiência subclínica (não detectável em exames) da tireoide. Alguns médicos acreditam que a maioria das pessoas com mais de 40 anos de idade tem uma deficiência subclínica da tireoide, que contribui para o ganho de peso indesejado – J Fam Pract. 1994 Jun;38(6):577-82.;  Thyroid. 1998 Sep;8(9):803-13.

Para lhe dar uma idéia de quão profundamente a glândula da tireoide afeta o peso corporal, considere que quando a tireoide produz excesso de hormônio tireoidiano, o sintoma clínico mais comum é a perda de peso significativa. O nome para esta doença é hipertireoidismo, e 76 à 83% dos casos, a primeira queixa do paciente para o médico é sobre a significativa perda de peso.

É preciso cautela com dietas drásticas, geralmente dietas da moda e estéticas. Dietas drásticas prejudicam a tireoide! Explico: Quando a ingestão de calorias é drasticamente reduzida, a atividade de uma enzima chamada 5 monodeiodinase é também reduzida; esta enzima é indispensável para conversão do hormônio tireoidiano T4 em T3. Quando o nível desta enzima diminui, os níveis de T3 caem muito (Metabolism. 1976 Jan;25(1):79-83.; J Clin Endocrinol Metab. 1977 Oct;45(4):707-13.; J Endocrinol. 1989 Feb;120(2):337-50.; Int J Obes. 1990 Mar;14(3):249-58.). T3 é a forma mais forte do hormônio da tireoide.

Logo, uma dieta mal elaborada/indicada pode prejudicar severamente o metabolismo (ex: dieta da proteína), causando deficiência do hormônio metabolicamente ativo da tireoide – T3, que ensejará posterior ganho de peso, característico do hipotireoidismo (muitas vezes não diagnosticado por exames clínicos – hipotireoidismo subclínico)

Life Extension Magazine June 2009.

Será que o Omeprazol e similares vão lhe curar da azia, gastrite, refluxo e outros?

By, Júlio Caleiro –  Nutricionista

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Publicado em 07 de Julho de 2014, – Monte Santo de Minas – MG.  Para uma orientação expressa, envia emails para –

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Estudos recentes descobriram que os pacientes tratados clinicamente com sintomas de DRGE ( doença dorefluxo gastroesofágico) têm chances significativamente maiores de adenocarcinoma do esôfago. Se você tem azia, refluxo ácido, doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), doença ulcerosa péptica ou qualquer condição relacionada com ácido,  você tem 100% de chance de receber uma prescrição de um ‘inibidor da Bomba de prótons (IBP), como omeprazol e similares. Uma nova pesquisa publicada na revista ‘Archives of Surgery’ descobriu que as pessoas com ‘DRGE’ que são tratados com IBP (inibidores de bomba de prótons) têm um risco de um tipo de câncer chamado ‘adenocarcinoma de esôfago’. Estudos revelam que os pacientes com sintomas de DRGE leves ou ausentes por medicação, na verdade, têm um risco muito maior de adenocarcinoma de esôfago do que pacientes com sintomas graves, e todos esses pacientes estavam sendo tratados com inibidores da bomba de prótons. A conseqüência disso é que as pessoas com pouco, ou nenhum sintoma de DRGE com uso dos Inibidores de bomba de prótons, são mais propensos a uma condição patológica chamada de ‘esôfago de Barrett’, uma condição na qual a mucosa do esôfago é danificada pelo ácido do estômago, e que pode aumentar o risco de câncer. O tratamento “padrão-ouro” para a DRGE claramente, não está fazendo nada para diminuir este risco de câncer, e de fato, pode estar encobrindo um grave problema subjacente,  aliviando os sintomas enquanto o dano ainda está ocorrendo. Pessoas que sofrem de DRGE por longos períodos são os mais propensos a desenvolver esôfago de Barrett e suas complicações. Na verdade o inibidores de bomba de prótons pode até fazer a doença do ‘DRGE’ ( doença do refluxo gastroesofágico) piorar a condição, que eu vou explicar abaixo.

Como investigador principal sobre o assunto o ‘Dr. Blair A. Jobe, MD’, professor e diretor de pesquisas de diagnóstico e doenças do esôfago, da ‘Pitt School of Medicine’, disse a Science Daily: “Estamos aprendendo que o uso crônico e a longo prazo dos Inibidores de bomba de prótons como omeprazol, lansoprasol e outros,  podem levar a problemas mais insidiosos, como má absorção de cálcio, B12, ácido fólico e causar o mascaramento da doença do Refluxo colocando indivíduos a outras doenças como neurológicas e hematológicas

 

      O tratamento médico padrão para a DRGE, está embasado erroneamente! Porque?

Normalmente, o refluxo ácido é ensinado ser causa direta pela produção excessiva de ácido estomacal.  Assim, o tratamento “padrão-ouro” é o de prescrever um inibidor da bomba de prótons, que funciona de forma muito eficaz em bloquear a capacidade do seu estômago de produzir o ácido clorídrico. Problema resolvido, certo? Errado!  Essa tática está errada por que a doença não é causada pelo excesso de ácido no estômago como te ensinaram, mas por muito pouco ácido e de forma inadequada. A DRGE é comumente relacionada à hérnia de hiato, – uma condição em que o ácido de forma inadequada sai do  estômago misturado aos alimentos mal digeridos, por contrações excessivas deste órgão, justamente pela falta de ácido e lentidão da digestão, na tentativa de expulsar o alimento ali mal digerido, e acaba jogando ácido com alimentos mal digeridos para dentro do esôfago forçando assim o esfíncter entre eles, gerando então a hérnia. Após o alimento passar através de seu esôfago até o estômago, uma válvula muscular chamado esfíncter esofágico inferior (LES) se fecha, ou deveria se fechar, impedindo que alimentos ou o ácido se mova para cima. O refluxo gastroesofágico ocorre quando o LES relaxa de forma inadequada, permitindo que o ácido do estômago faça um (refluxo) para trás, no esôfago. Uma das explicações para suprimir o ácido do estômago é tão ineficaz e há mais de 16.000 artigos na literatura médica atestando isso, porque quando você diminui a quantidade de ácido no estômago e sua potência, ficamos predispostos a várias bactérias nocivas e absorção de nutrientes prejudicada. Além disso a válvula ‘ácido dependente’ que fica entre estômago e intestino não se abre, e os alimentos ficam mais tempo do que deveriam no estômago, mascarando mais ainda  a doença.  Se você está tomando um medicamento IBP para tratar a azia, má digestão, refluxo realmente não está sendo benéfico para a sua saúde!  Estará tratando apenas  sintomas; e não está abordando a causa subjacente. O IBPs pode predispor com mais facilidade, a pneumonia, perda óssea, fraturas de quadril, infecção por  Clostridium difficile, uma bactéria intestinal e perigosa e aumento de intoxicação alimentar.  As opções naturais para eliminar a azia, refluxo, gastrite atrófica e outros, é certificar o consumo de boas bactérias, minimizando o consumo de frutose e outros açúcares, grãos e sucos de frutas, pão francês, bolos, bolachas, tortas, farinha de trigo enriquecida com ácido fólico, biscoitos, molho shoyo presente em comida japonesa e outros. Alimentos como o Natto (soja fermentada), vegetais fermentados, como chucrute,  Kefir de água, Leite fermentado a partir de leite cru ( gados criados em pastos) podem equilibrar a microbiota intestinal, ajudando no processo de regressão patológica. Outras opções também são importantes sob finalidade de tratamento, como o iogurte feito de leite cru in natura,  e suplementos de bactérias em cápsulas, ácido clorídrico antes das  principais refeições, vitamina D,  Astaxantina, Gengibre, B1, B6, ácido fólico, metionina, betaína e outros em doses terapêuticas prescritas por médicos ou nutricionistas. Prática de atividade física diária com orientação do Professor de Educação Física e ingestão de boas quantidades de água durante o dia e noite. Evitar o sal de cozinha branco, e usar o sal do Himalaia onde possui 83 minerais. Complementar também a dieta com boas doses de Iodo e iodeto. As doses dos suplementos acima são mensuradas conforme os sintomas, idade do paciente e outros.

 

Eliminar a possibilidade em alguma dessas doenças,  a infecção por H.Pylori.

 

Não tome remédios sem receita médica, e não retire nenhuma medicação sem o conhecimento do seu médico (a).

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Referências: – 1- Archives of Surgery July 2011; 146(7): 851-858       2 – Green Med Info .

 

Quer melhorar o potencial intelectual do seu filho?

Em 04 de julho de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

 

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By, Júlio Caleiro – Nutricionista

Um dos nutrientes principais do ômega 3 é o ácido docosahexaenóico – DHA.  DHA afeta o aprendizado e o comportamento de crianças. Sabe-se que 8% do peso do cérebro é composto de Omega 3, o que corresponde a blocos de construção de aproximadamente 100 bilhões de neurônios. (Chang CY, Ke DS, Chen JY. Essential fatty acids and human brain. Acta Neutol Taiwan. 2009).

Um estudo publicado na PLOS ONE, em junho de 2013, liga baixos níveis de DHA com leitura e memória pobres, e ainda,  problemas comportamentais em crianças saudáveis em idade escolar.

Um outro estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em agosto de 2013,  verificaram que crianças que consumiram um suplemento a base de Omega 3 pontuaram mais nas regras de aprendizado, vocabulário e testes de inteligência nas idades entre 4 a 5 anos.

Pesquisas anteriores também descobriram que as crianças com déficit de atenção e hiperatividade e dificuldade de aprendizagem tinham níveis baixos de Omega 3.

Omega  3 tem grande impacto na saúde cerebral, e manter níveis adequados de EPA E DHA mantém em ótimos níveis a dopamina, aumenta o crescimento neuronal no córtex frontal do seu cérebro, e aumenta a circulação cerebral.

 

Referências científicas:

  1. http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0066697
  2. http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0066697
  3. Chang CY, Ke DS, Chen JY. Essential fatty acids and human brain. Acta Neutol Taiwan. 2009