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Nebulização de magnésio para tratamento de ASMA

 

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Em 30 de maio de 2014, Dr. Júlio Caleiro. Nutricionista. – Para uma orientação Expressa – envia email para – juliocaleiro@hotmail.com – Consultório 35 3531-8423 – São Sebastião do Paraíso – MG.

 

Colaboração especial de Luciano Caleiro Pimenta Jr – estudante em Biologia Ortomolecular.

Nebulização de magnésio é um método alternativo de tratamento de pacientes com problemas pulmonares ou infecções, ou aqueles submetidos a broncoscopia. A nebulização de magnésio traz melhoria a função pulmonar em pacientes com asma grave (Inhaled magnesium sulfate in the  treatment of acute asthma. Blitz M, Blitz S, Beasley R, Diner BM, Hughes R,  Knopp JA, Rowe BH). Não foi encontrado efeitos adversos no tratamento com nebulização de magnésio – Cochrane Database Syst Rev 2005 Jul  20;(3) CD003898.

Um estudo duplo-cego, randomizado e controlado comparou-se o uso de nebulização de magnésio com salbutamol nebulizado em 33 pacientes com asma (idades entre 12 e 60 anos). O estudo concluiu que as doses de magnésio nebulizado teve efeitos broncodilatadores semelhantes aos do medicamento salbutamol nebulizadoMangat HS, D. Souza GA, Jacob MS. Nebulized  magnesium sulfate versus nebulized salbutamol in acute bronchial asthma, a  clinical trial. Eur Respir J. 1998; 12:3414.

Porém, o seu uso deve ser corretamente orientado por um profissional de saúde para que haja os efeitos esperados.

Assista o vídeo abaixo do Dr. Mark Sircus:

 

 

*Fundamentado no livro Treatment Essentials – Dr. Mark Sircus.

Biofísica quântica: uma nova realidade no tratamento de saúde

Terapeuta Quantico

Em 27 de maio de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. 

Abaixo colho importante trecho do artigo publicado pela Dra. Lara Regina Ferreira Alves, médica cardiologista, sobre o uso de medicamentos quânticos no tratamento de saúde. Esta terapia tem revolucionado o conceito e modo de tratamento de saúde, podendo trazer solução para inúmeros casos patológicos, já que trata também em nível celular. Vejamos:

“A metodologia floral quântica é uma terapia baseada nos trabalhos do Dr. Jacques Ménétrier associada às informações da física quântica (Menétriér Jacques, Medicina da Funções,: Editora). As essências vibracionais têm o objetivo de estimular a regulação da função da célula.

(…)

Para se entender como funciona uma essência vibracional há de se lembrar que a maioria das disfunções biológicas, com exceção dos ferimentos e traumas físicos, começam em nível celular, nas moléculas e íons. (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

O corpo, que parece ser composto por matéria sólida, pode ser subdividido em moléculas e átomos. Sabemos, pelos estudos da física quântica, que todo átomo é composto de 99,9999% de espaço vazio10. As partículas subatômicas que se movem à velocidade da luz através deste espaço, na verdade, são feixes de vibrante energia. Estas vibrações, contudo, não são aleatórias e sem significado; elas carregam informações. O vazio no interior de cada átomo pulsa com informações invisíveis10. A vida se desenvolve quando o DNA compartilha suas informações codificadas com o RNA, que por sua vez, distribui partículas de informações para milhares de enzimas, as quais usam então suas informações específicas para fabricar proteínas. Em todos os pontos desta sequência foram trocadas energias e informações (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

Todos os organismos comunicam-se por meio de campos de energia. A química orgânica oferece a base mecânica para a biomedicina, mas as leis da física quântica é que controlam os movimentos moleculares que geram a vida (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007). Frequências e padrões específicos de radiação eletromagnética regulam o DNA, o RNA, a síntese das proteínas, alteram a função e o formato das proteínas, controlam os genes, a divisão das células, sua diferenciação, a morfogênese, a secreção hormonal, o crescimento e as funções nervosas. Os mecanismos de sinalização energética como as frequências eletromagnéticas são centenas de vezes mais eficazes na transmissão de informações ambientais que os sinais físicos como hormônios, neurotransmissores, fatores de crescimento, etc (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

Sabe-se que os organismos vivos precisam receber e interpretar os sinais do ambiente para se manterem vivos. Na verdade, a sobrevivência está diretamente vinculada à velocidade e à eficiência da transferência de sinais. A velocidade dos sinais de energia eletromagnética é de cerca de 300 quilômetros por segundo, enquanto a velocidade dos elementos químicos difusíveis é menor que 1 centímetro por segundo sinais de energia são 100 vezes mais eficientes e infinitamente mais rápidos que os sinais químicos (MacClare C M F, Resonance in bioenergetics, Annals of the New York Academy of Science, 227 : 74-97.).

Há evidências científicas suficientes de que podemos adaptar as ondas e transformá-las em agentes terapêuticos da mesma maneira que manipulamos as estruturas químicas das drogas (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

As essências vibracionais inserem nas células padrões de energia que resgatam a memória celular, promovem o resgate estrutural, auxiliam na condução da harmonia funcional liberando informações via campo informacional. Quando se administram essências vibracionais a ação é biofísica.”

*Dra. Lara Regina Ferreira Alves, médica cardiologista.

Referência:

Revista Saúde Quântica / vol.2 – nº 2 / Jan – Dez 2013.

 

Autora: Dra. Lara Regina Ferreira Alves

Médica clínica geral formada pela Faculdade de Medicina de Itajubá, especialização em cardiologia pelo Hospital São Francisco de Ribeirão Preto, pós-graduação em prática Ortomolecular pela FAPES – SP, prática BDORT. Membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo SOCESP. Médica responsável pelos laudos de eletrocardiogramas do Hospital São Lucas de Ribeirão Preto e pelos exames de ergometria e atendimento médico da Clínica Cardiovida de Ribeirão Preto – SP

Como aumentar os níveis de testosterona naturalmente?

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Em 21 de maio de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

[Colaboração especial de Luciano Caleiro Pimenta Jr – estudante do curso de Biologia Ortomolecular].

Com o envelhecimento, os homens enfrentam alguns desafios na saúde, como as patologias associadas com o declínio dos níveis de testosterona. Com a queda dos níveis de testosterona passa haver um aumento nos níveis de estrogênio. Com isso, muitos homens passam a experimentar baixa energia, redução da libido, diminuição da massa muscular, deterioração do humor, obesidade abdominal, baixa cognição, e ficam mais propensos a hipertrofia e câncer de próstata. A terapia de reposição de testosterona tem ganhado muita popularidade, porém, acredito que ANTES do uso de algum hormônio (sintético ou bioidêntico) é preciso observar se o organismo recuperaria caso fossem fornecidas as matérias primas para sua produção, com estimulantes naturais.

Mas, caso ainda opte diretamente pelo uso de hormônios, estes devem ser bioidenticos (idênticos ao do organismo), indicados por um médico especialista na área de modulação hormonal bioidentica, com profundos conhecimentos nesta técnica. Nesta técnica, ao se repor o hormônio o cuidado deve ser redobrado. Um deles é que o exame para a checagem dos níveis deve ser o exame salivar, que utiliza a saliva para medição dos níveis hormonais. Neste exame, diferente do sanguíneo, verificam-se os níveis de testosterona na célula, já que a ação da testosterona é na célula e não circulante no sangue. Dessa forma, é possível que a pessoa possua níveis altos de hormônios na célula, e baixos níveis circulantes no sangue. Ao voltar ao médico, se este profissional se basear tão somente pelos baixos níveis circulantes no sangue, a dose prescrita poderá ser alta demais para aquele paciente, já que os níveis nas células (não medidos) podem estar altos. Todo esse erro de procedimento induz toxidade, podendo trazer futuros danos, dentre eles, até mesmo a aromatização (conversão da testosterona em estrogênio), que traz maior risco ao câncer de próstata. Logo, se optar diretamente pelo uso de hormônios, cuide-se da checagem de seus níveis hormonais na célula, via exame salivar, PERIODICAMENTE. É essa a forma indicada, inclusive, pelo médico Dr. Lair Ribeiro, especialista e professor em terapia hormonal bioidêntica no Brasil. Ademais, as dosagens devem ser fisiológicas, respeitar a natural produção do corpo. Por exemplo, o testículo de um homem saudável produz de 5 à 7mg de testosterona por dia. 90% da testosterona masculina é produzida nos testículos. Logo, esse nível natural diário produzido por uma pessoa saudável deve ser levado em conta no momento da dosagem. Em outras palavras: Não é natural o uso superior de testosterona ao que é produzido em um homem saudável ( por volta de até 7mg), o que poderia representar excesso e toxidade. Esses cuidados tem sido observados em seu tratamento?

Como ALTERNATIVA eficaz ao uso de hormônios, há métodos de aumento de testosterona que existem há séculos. Extratos vegetais como CRISINA e certas lignanas vegetais inibem a aromatização, isto é, conversão da testosterona em estrogênio, aumentando, assim, os níveis de testosterona livre. Raiz de urtiga, por exemplo, libera a testosterona no corpo impedindo que fique vinculado ou preso ao SHBG (globulina ligadora de hormônios sexuais).

As lignanas tem mostrado resultados promissores contra o câncer de próstata e plantas como marapuama foram mostradas para melhorar o desejo e desempenho sexual, permitindo aos homens idosos recapturarem os seus prazeres sexuais.

Após atingir o pico aos 20 anos, os níveis de testosterona tendem a diminuir gradualmente. Baixos níveis de testosterona é um fato de risco para o declínio cognitivo e possivelmente demência (Alzheimer) – Ann NY Acad Sci. 2005 Dec;1055:80-92.; Eur J Endocrinol. 2006 Dec;155(6):773-81.

A testosterona ocorre de duas formas diferentes no corpo: livres e ligadas. A testosterona livre é a útil e funcional; a testosterona ligada é menos útil e funcional. Com a queda de testosterona, a substancia SHBG, geralmente, aumenta (Actas Urol Esp. 2008 Jun;32(6):603-10.) Ao avaliar o estado hormonal de um homem, os médicos frequentemente medem a ‘testosterona total’, que inclui testosterona livre e testosterona ligada à SHBG. No entanto, é a testosterona livre que é a medida mais relevante no homem (Aging Clin Exp Res. 2008 Jun;20(3):201-6).

A andropausa masculina é caracterizada pelo declínio dos níveis de testosterona livre. Assim como as mulheres passam por mudanças com a menopausa, os homens também sofrem mudanças. Entre as consequências da síndrome da deficiência de testosterona, há a depressão, disfunção sexual, comprometimento cognitivo, osteoporose, doença cardiovascular e mortalidade.

Muitas vezes chamado de “síndrome da deficiência de testosterona”, andropausa masculina é caracterizada pelo declínio dos níveis de testosterona livre .  Conseqüências da síndrome de deficiência de testosterona incluem depressão, insônia, disfunção sexual, impotência, fraqueza, redução de massa muscular, comprometimento cognitivo leve (falta de memória) , osteoporose, doença cardiovascular …( Am J Psychiatry. 1998 Oct;155(10):1310-8.).

Com o declínio dos níveis de testosterona livre com a idade, outro processo prejudicial se inicia, isto é, os níveis de enzima aromatase tendem a aumentar com a idade, que enseja um aumento de massa de gordura abdominal). A aromatase converte a testosterona em estrogênio, esgotando ainda mais os níveis de testosterona livre e aumentando os níveis de estrogênio. Todo esse processo aumenta ainda mais os riscos de câncer de próstata (Altern Med Rev. 2007 Sep;12(3):280-4.).

E quais as alternativas naturais para a melhora da virilidade masculina, com melhora nos níveis de testosterona? Falaremos de alguns nutrientes disponíveis para o tratamento, com apoio em estudos científicos sérios.

É possível aumentar a disponibilidade de testosterona livre (benéfico) e compensar os aumentos prejudiciais nos níveis de estrogênio, utilizando extratos botânicos. Esses vegetais funcionam, em parte, por aumentar os níveis de testosterona livre enquanto bloqueia a conversão (aromatização) da testosterona em estrogênio. Vamos a alguns deles:

1. MACA (Lepidium meyenii): tem isso usado pelos povos indígenas na região dos Andes há séculos. É um vegetal da família do brócolis. É potencializa a fertilidade. A pesquisa mostrou que há base científica para esta crença. Maca melhora a libido, reforça a produção de espermatozoides e motilidade do esperma, sem afetar níveis do hormônio masculino (Asian J Androl. 2001 Dec;3(4):301-3.; J Endocrinol. 2003 Jan;176(1):163-8.; Andrologia. 2002 Dec;34(6):367-72.). Um estudo duplo-cego, randomizado, controlado por placebo em homens com idade entre 21 e 56 anos, demonstrou-se que após 8 semanas, houve aumento no desejo sexual pelos homens que consumiram MACA (Andrologia. 2002 Dec;34(6):367-72.) Outro estudo ficou demonstrado que MACA, tanto para homens como para mulheres, melhorou de forma significativa a função sexual (CNS Neurosci Ther. 2008;14(3):182-91.). Em um experimento, maca reduziu o aumento da próstata de forma tão eficaz como um medicamento comumente utilizado nos homens para o tratamento de hiperplasia prostática benigna (Asian J Androl. 2007 Mar;9(2):245-51).

2. MARAPUAMA (Ptychopetalum olacoides): um estudo brasileiro demonstrou que este vegeral foi tão eficaz no tratamento para aliviar sintomas de depressão em comparação com o medicamento padrão ‘imipramina’ (J Ethnopharmacol. 2008 Jul 23;118(2):300-4.). Em um estudo com 262 homens que sofrem de baixo desejo sexual, mais de 60% relataram melhorias com marapuama. E, mais de 50% dos homens relataram que mapapuama melhorou a capacidade de atingir ereção (Am J Nat Med. 1994;1:8-9.). É interessante notar que esta planta contem esteróis – blocos de construção de hormônios sexuais, como a testosterona.

3. CRISINA: é um flavona natural encontrada em muitas plantas, dentre elas, no maracujá. É um inibidor natural da aromatase. Um estudo publicado no Journal of Steroid Biochemical Molecular Biology (1993;Vol 46, No 3) crisina foi comparada com um medicamento inibidor de aromatase (aminoglutethimide). Crisina é o inibidor mais potente da aromatase, comparados com outros fito-estrogenios e flavonoides, que são conhecidos por terem essa mesma propriedade (Arch Pharm Res 1999 ; junho 22 ( 3 ) :309 – 12 , J Steroid Biochem Mol Biol 1997 Apr ; 61 ( 3-6 ) :107 – 15). Estudos indicam que crisina reduz a ansiedade em receptores cerebrais, que também são alvos de medicamentos para redução de ansiedade, conhecidos como benzodiazepínicos (ex: Valium ou Xanax). Um estudo demonstrou que a crisina tem o efeito na redução da ansiedade comparável a um benzodiazepínico (Valium) (AANA J. 2007 Oct;75(5):333-7). Crisina tem a capacidade de bloquear a aromatização (Toxicol In Vitro. 2006 Mar;20(2):187-210.). Crisina quando combinado com piperina, reduz níveis de estrogênio sérico (estradiol) e aumenta a testosterona livre em 30 dias.

4. MyTosterone’ (composto de astaxantina e saw palmetto): aumentou em 50% os níveis de testosterona em homens após 40 dias de uso, sem causar aromatização (conversão de testosterona em hormônio feminino – estradiol). Um grupo tomou uma pequena dose de Mytosterone e outro grupo uma dose elevada. Ambos os grupos foi observada significativa elevação dos níveis de testosterona e diminuição desejável de Dihidrotestosterona – DHT. Todavia, no grupo que ingeriu elevada dose de Mytosterone observou-se também uma acentuada queda dos níveis de estradiol, normalizando seus níveis naquele grupo. – J Int Soc Sports Nutr. 2008 Aug 12;5:12. Todavia, é preciso um cuidado especial no uso de saw palmetto, já que o saw palmetto bloqueia/inibe a conversão de testosterona em DHT. – (Hill B, Kyprianou N. Effect of permixon on human prostate cell growth: lack of apoptotic action. Prostate. 2004 Sep 15;61(1):73-80.)

Estes são ALGUNS nutrientes que podem ser indicados para a melhora dos níveis de testosterona, e bloqueio de aromatização. Outros nutrientes são bastante úteis, dentre eles, o zinco, raiz de urtiga, tribulus terrestris, afora, exercícios físicos e hábitos saudáveis de vida. As doses corretas e individuais são indispensáveis para o sucesso do tratamento. Procure um profissional de saúde de sua confiança.

*Todas as referências científicas foram citadas no corpo da matéria.

Life Extension

A Rebelião das superbactérias! Como evitar e eliminar a infecção por essas bactérias?

 A Rebelião das superbactérias!

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By; Ed. Dr Júlio Caleiro – Nutricionista. Publicado em 18 de Maio de 2014-  Para uma orientação expressa, envie email para juliocaleiro@hotmail.com

O uso excessivo de antibióticos é uma grande ameaça à saúde pública, você vai entender exatamente o porquê. NOW!
Doenças que eram mortais antes da invenção dos antibióticos modernos, estão vindo agora de volta com uma ‘vingança’, depois de ter desenvolvido resistência a esses tratamentos. Primeiro foi a MRSA ( Bactérias Resistente à meticilina Staphylococcus aureus), uma vez que rara, agora muito comum em ambientes médicos, que apresenta infecções bacterianas resistentes a antibióticos como a tuberculose multirresistente (TB), meningite e outras estão se espalhando ao redor do globo.

O uso excessivo de antibióticos é galopante em todo o mundo, inclusive na Índia, onde os antibióticos estão disponíveis para baixo custo e sem receita médica. Lá, estima-se que mais da metade das infecções bacterianas em hospitais indianos são resistentes aos antibióticos comumente utilizados, e muitos também são resistentes ao mais poderosos dos antibioticos, devido ao uso crônico pela população sem receita e com uso de forma irregular.
Os tipos de bactérias resistêntes por nomeclatura ‘NDM- 1’  foram encontradas em água potável em torno de Nova Délhi e em pacientes em mais de 35 países, muitos deles “turistas médicos dos que viajaram para a Índia para atendimento médico, em seguida voltaram para suas casas na Europa , Oriente Médio e Américas, levando consigo tais bactérias.
Como explicado em Rise of the Superbugs no video abaixo

A tuberculose extensivamente resistente está se espalhando!
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os primeiros relatos de tuberculose extensivamente resistente, ou XDR TB, começaram a surgir em 2006. Desde então os casos têm aumentado e o documentário destaca Papua Nova Guiné, uma área onde as taxas são particularmente elevadas (e pelo menos um caso já transferido para o seu vizinho Austrália).

Enquanto uma das explicações predominantes pelas quais a tuberculose multi-resistente ( MDR-TB ) e XDR TB são mais comuns, e tomar medicamentos  para TB regularmente, e também é provável que seja o uso excessivo de agentes anti-tuberculosos convencionais, que tem impulsionado a resistência de tais bactérias por várias drogas; ou inversamente, o não desenvolvimento de agentes anti- tuberculosos naturais, onde poderia ser menos propensos a desenvolverem resistência às bactérias como é o caso do uso do garlic. (Alho). Medidas de controle de infecção também são muitas vezes falha nos hospitais, permitindo XDR TB a se espalhar para outros em enfermarias de hospitais com mais facilidade. Até agora, a incidência desta doença ainda é rara, porém não ficará assim por muito tempo, segundo o  os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) tem afirmado.

Entre 1993 a 2011 , houve 63 casos de XDR TB nos EUA. A doença já tem uma taxa de mortalidade de mais de 40% e a preocupação da próxima década com TB, terão drogas somente drogas resistentes, sem nenhuma outra forma de tratamento disponível. E  embora não mencionado no documentário, que agora também reconhece gonorreia resistente a drogas como “uma emergência”, em vários países incluindo Austrália, França, Japão , Noruega, Suécia e Reino Unido, e Brasil,  experimentando infecções crescentes.

Abordagens naturais para o tratamento de infecções.

Curiosamente, antes do advento dos antibióticos TB, a tuberculose era tratada com sucesso expondo os pacientes a gradualmente, aumentando progressivamente doses de banho de sol em sanatórios por exemplo. Claro, isso aumentou a sua produção de vitamina D, que agora sabemos que tem qualidades potentes como antibióticos. Então, ao invés de depender de algum nova potente fórmula mágica para matar esses bichos, maximizando a resposta imune de uma pessoa através de exposição ao sol e otimizar sua dieta é uma estratégia poderosa com comprovação científica vasta.

É o fim do Antibióticos?

Esta é a direção que parece ser, se não forem tomadas medidas urgentes para reduzir o uso excessivo de antibióticos. As bactérias são em essência, ‘hard-wired’, para se adaptar tais ameaças, elas se adaptam a resistir a todos os antibióticos, e as infecções que eram facilmente tratadas sem dúvida voltam com força renovada .

As empresas farmacêuticas têm pouco incentivo financeiro para a produção de novos antibióticos. Eles não teriam os lucros de medicamentos destinados a ser tomado por toda a vida, tais como medicamentos para baixar o colesterol. Assim, novas drogas, “milagrosas” que podem substituir os antibióticos estão rapidamente caindo fora do espectro de utilidade. Estamos enfrentando a tempestade perfeita para nos levar de volta à era pré -antibiótica; Algumas de tais bactérias resistentes são:

Acinetobacter : bactérias A encontrados no solo e na água, que muitas vezes provoca infecções em pacientes hospitalizados em estado grave. Anthrax : Espalha por animais infectados com uso potencialmente em armas bioterroristas. Estreptococo do grupo B: Uma bactéria comum em recém-nascidos, idosos e adultos com outras doenças.
Klebsiella pneumonia: uma bactéria que pode levar à pneumonia, infecções da corrente sanguínea, feridas e infecções de sítio cirúrgico e meningite. Meticilina – resistente Staphylococcus aureus (MRSA): A superbactéria que pode ser tão difícil de tratar, que ela pode facilmente evoluir de uma infecção superficial da pele, a uma infecção com risco de vida em ossos, articulações, sangue, válvulas cardíacas, pulmões ou feridas cirúrgicas. Neisseria meningitidis: Uma das principais causas de meningite bacteriana em crianças e adultos jovens.
Shigella: causa doença infecciosa causada pela bactéria Shigella. Streptococcus pneumoniae: A principal causa de pneumonia bacteremia, sinusite, otite média aguda (OMA). A tuberculose (TB): Tanto  a ” multi-resistente ” e formas ” extensivamente resistente” de TB estão agora a ser visto.
Febre tifóide : Uma doença com risco de vida causada pela bactéria Salmonella typhi. Enterococos resistentes à vancomicina (VRE): a infecção com a bactéria enteroccocci que muitas vezes ocorre em hospitais, e é resistente à vancomicina, um antibiótico. Vancomycin-Intermediate/Resistant Staphylococcus aureus ( VISA / VRSA ): Vários tipos de bactérias estafilococos resistentes à vancomicina.

Esta é uma razão principal, para evitar ir em Hospitais o Máximo Possível!

Em muitos casos a hospitalização, a cirurgia ou a utilização de dispositivos médicos, como ventiladores ou cateteres estão implicadas na proliferação de superbactérias resistentes a drogas. A infecção é transmitida por equipamentos médicos contaminados e pelo contato físico entre pacientes e profissionais de saúde. Muitas superbactérias estão crescendo cada vez mais resistentes aos procedimentos de esterilização padrão, usados ​​em equipamentos médicos.

Os procedimentos médicos pode também ser o culpado, como a biópsia de próstata mencionado no documentário abaixo. Mesmo que o paciente esteja tomando antibióticos de precaução para o procedimento, poderá ter infecção devido a resistente a medicamentos de E. coli, atacando o corpo inteiro e ameaçando a vida.

Nos EUA, mais de 2 milhões de pessoas são afetadas por infecções hospitalares, muitas delas resistentes a drogas a cada ano, e 100.000 pessoas morrem como resultado. Esta é uma razão pela qual, e melhor evitar hospitais exceto quando absolutamente seja necessário.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) decidiu que a resistência aos antibióticos é uma grande ameaça à saúde pública, em todo o mundo e a principal causa para esta epidemia provocada pelo homem, é o mau uso generalizado de antibioticos.  Escrevendo no British Medical Journal ( BMJ ), David Wallinga MD, Consultor Sênior em Ciência Alimentar e da Saúde, com o Instituto para Agricultura e Política Comercial, argumenta que a adição de antibióticos para a alimentação animal é um componente aplicado na alimentação animal, e está contribuindo para uma “catástrofe” que vem da resistência aos antibióticos. Infelizmente os EUA a ‘Food and Drug Administration (FDA)’ está continuamente relaxado neste aspecto. Em vez de imporem regras mais severas, a agência simplesmente pediu a produtores de alimentos limitar voluntariamente o uso de certos antibióticos. Cômico.

O que você pode fazer para tornar o seu corpo menos hospitaleiro para superbactérias ?

Você pode ajudar a si mesmo e sua comunidade, apenas comprar carnes sem antibióticos e outros alimentos, e uso de antibióticos somente quando absolutamente necessário. Este é um passo importante a tomar. Evitar açúcar, que tende ao desequilíbrio sua flora intestinal onde é sintetizado uma das suas principais defesas contra infecções.
Dito isso, suas escolhas de estilo de vida são os fatores mais importantes na determinação da saúde do seu sistema imunológico, o que determina a sua capacidade de resistir a infecções. Abaixo estão algumas estratégias básicas para sobrecarregar o seu sistema imunológico.

Otimizar sua dieta. Evite alimentos que sobrecarregam o sistema imunológico  tais como gorduras sintéticas trans, frituras, alimentos processados, açúcar e grãos; reduzir os hidratos de carbono ( carboidratos) como: ( açúcar, grãos, frutose). Melhore a ingestão de proteínas, e por gorduras de alta qualidade. Cinquenta por centor (50% a 60%) do seu consumo total deve ser gorduras boas para potencializar o sistema imune. A maioria de sua dieta deve ser frescas, alimentos integrais, como vegetais orgânicos e carnes de gados criados em pastos, laticínios e gorduras benéficas, como manteiga e leite fermentado de animais pastam em grama, queijo, gema de ovo e abacate.

Uma grande parte do seu sistema imunológico reside em seu trato gastrointestinal , que depende de uma alimentação saudável equilibrada para a flora intestinal. Uma das melhores formas de apoiar esta estratégia é através da incorporação de alimentos fermentados naturalmente em sua dieta, entre 4-6 doses ao dia. Podemos fornecê-lo com cerca de 10 trilhões de bactérias benéficas, que é cerca de 10% da população do intestino ou deveria ser. Em consulta eu aplico suplementação e posso prescrever alimentos ricos em boas bactérias. Marque sua consulta.

Exercite-se regularmente. O exercício melhora a circulação de células imunológicas no sangue. O melhor dessas células circulam com mais eficiencia e localizam a eliminar patógenos em seu corpo. Verifique se o seu plano de fitness incorpora musculação, exercícios de alta intensidade, alongamento e outros.
Um sono restaurador. Pesquisas recentes mostram a privação de sono tem o mesmo efeito sobre o sistema imunológico como o estresse ou doença física, razão pela qual você pode sentir-se mal depois de uma noite sem dormir.
Ter boas saídas anti-estresse. Altos níveis de hormônios do estresse podem diminuir a sua imunidade,  implementando algum tipo de gestão de stress. Meditação, oração, yoga, e Emotional Freedom Techniques (EFT) são todos excelentes estratégias para o gerenciamento do estresse, mas você vai ter que encontrar o que funciona melhor para você.
• A melhor de todas, é Otimizar os níveis de vitamina D. Estudos têm demonstrado que niveis inadequados de vitamina D pode aumentar o risco de MRSA e outras infecções, o que pode provavelmente ser estendido para outras superbactérias. Sua melhor fonte de vitamina D é através de expor sua pele ao sol ou usar uma cama de bronzeamento seguro, e também suplementação com orientação de profissional que REALMENTE ENTENDA. Monitore seus níveis de vitamina D para confirmar se estão na faixa terapêutica, 50-70 ng / ml. Se não for possível obter a exposição UV, considere tomar um suplemento de vitamina D oral.

 Além das medidas básicas de estilo de vida listados acima, existem agentes naturais que a ciência mostrou-se naturalmente antibacteriano. A seguir, merecem menção especial.
• O Papel de vitamina C. A vitamina C, na prevenção e tratamento de doenças infecciosas está bem estabelecida. A forma intravenosa de vitamina C é uma opção, mas se você não tem acesso a um médico que pode administrá-lo ou não conheça disso, use vitamina C  oral mais potente. Para mais informações sobre a vitamina C, em consulta eu explico as doses onde devem e podem chegar com segurança entre 1g a 20g. O Dr. Ronald Hunninghake especialista em vitamina C internacionalmente pode direcioná-lo ao entendimento das doses terapeuticas. Se você optar por complementar com a vitamina C lipossomal C, estará usando melhor forma desta.
• Alho . O alho é um poderoso antibacteriano, antiviral e anti-fúngico. Pode estimular o sistema imunológico e ajudar a curar feridas, matar bactérias resistentes a antibióticos (incluindo MRSA e tuberculose resistente a múltiplas drogas), além de ter mostrado mais de 100 outros da promoção da saúde. Para maior potência o alho devem ser consumidos frescos e crus (picado ou esmagado). As cápsulas não tem efeitos. E outros abaixo de grande relevância.
• extrato de folha de oliveira • Mel de Manuka. • óleo da árvore do chá  • prata coloidal .• Cobre.

Super Bactérias -clique aqui para assistir o video

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Referências:

Dr. Mercola.
1   The Atlantic January 26, 2012 
2   The Atlantic January 26, 2012 
3   WHO, Drug Resistant Tuberculosis 
4   Pak J Pharm Sci. 2011 Jan;24(1):81-5. 
5   CDC Drug-Resistant Tuberculosis XDR TB 
6   European Centre for Disease Prevention and Control 
7   PLoS ONE 8(7): e67641. 
8   BMJ 2013;347:f4214 
9   GreenMedInfo.com, Garlic Research 
10   J Hosp Infect April 2004

Suplementos de zinco reduz a incidência de diarréia em crianças e outras.

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Suplementos de zinco reduz a incidência de diarréia em crianças e outras.

By. Dr Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 17 de Maio de 2014.
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Os benefícios sobre o crescimento, a saúde e a sobrevivência sob a suplementação de zinco preventiva em crianças, evitam os danos em áreas com riscos relativamente elevado de deficiência de zinco, de acordo com resultados de uma revisão publicada em 15 de maio, no Cochrane Database of Systematic Reviews.

” Devemos lembrar que os suplementos não são um substituto para uma dieta bem equilibrada”, diz os autores sêniors ‘Zulfiqar Bhutta , PhD’, do Centro de Excelência em Mulheres e Saúde da Criança, ‘Universidade Aga Khan’, Carachi, Paquistão, e o Centro de Crianças global de Saúde Infantil, Toronto, Ontário, Canadá. “..No entanto, em países onde a deficiência de zinco é comum, os suplementos podem ajudar a reduzir as mortes de crianças e doenças relacionados a curto prazo”. O zinco é essencial para o bom crescimento e função dos sistemas imunológico, nervoso e reprodutivo . Ele não é sintetizado pelo corpo humano e devem ser provenientes de fontes dietéticas ou suplementar. A deficiência de zinco é prevalente no sudeste da Ásia, África e partes da América Latina; afeta mais de 1 em cada 6 pessoas no mundo inteiro; e contribui para uma estimativa de 1 em 58 mortes em crianças menores de 5 anos.

” Comer alimentos com energia equilibrada em proteínas e vários micronutrientes, provavelmente teria um efeito maior protetor para muitas crianças desnutridas”, disse o principal autor Evan Mayo -Wilson , PhD. Como a deficiência de zinco é comum em países de renda baixa e média, pode prejudicar o crescimento ou agravar a diarreia, pneumonia e malária entre as crianças, o Dr. Mayo -Wilson e colegas revisaram ensaios clínicos randomizados para estimar os efeitos da suplementação de zinco em crianças com idade 6 meses a 12 anos.

Os investigadores procuraram inúmeros bancos de dados médicos, entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013 para estudos relevantes.  Eles incluíram 80 ensaios, envolvendo um total de 205.923 crianças. Todos os estudos compararam a suplementação de zinco preventiva sem nenhuma intervenção, placebo ou um controle de lista de espera. Eles excluíram ensaios de crianças que foram internadas ou que tinham doenças crônicas.

Suplementos de zinco associada a menor morbidade

Os pesquisadores descobriram as tendências em favor do risco de mortalidade reduzida, com a suplementação de zinco. A razão de risco para a mortalidade por causa específica foram semelhantes , incluindo a mortalidade resultante da diarréia ( RR , 0,95 , 95% CI , 0,69-1,31 ; e 4 estudos com evidências de qualidade moderada), infecção do trato respiratório inferior (RR, 0,86; IC 95% , 0,64-1,15 , e estudos com provas de qualidade moderada), malária (RR, 0,90 , 95% CI , 0,77-1,06 ; também com evidências de qualidade moderada).

A suplementação com zinco foi associada com uma redução estatisticamente significativa na morbidade por diarréia e com menor incidência de todas as causas de diarréia ( RR , 0,87 , 95% CI , ,85-0,89) 26 estudos provam com qualidade moderada). Os resultados para a infecção do trato respiratório inferior e malária foram inconclusivos.
A suplementação com zinco também foi positiva para elevação dos níveis de zinco, gerando uma pequena melhoria na altura (diferença média padronizada , -0,09 , IC 95% , -0,13 para -0,06 ; estudos com provas de qualidade moderada).
Em termos de danos, a suplementação de zinco foi associada com um efeito negativo sobre o metabolismo do cobre, e um aumento do número de participantes que tiveram um ou mais episódios de vômitos.( RR , 1,29 , IC de 95 % , 1,14-1,46 ; cinco estudos de alta evidência de qualidade ). Hemoglobina ou ferro não foram claramente afetados pela suplementação de zinco.
“..Em nossa opinião, os benefícios da suplementação de zinco preventiva superam os danos em áreas onde o risco de deficiência de zinco é relativamente alto”, escrevem os autores.
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Referências:
Cochrane Database Syst Rev. 2014;4:CD009384. Abstract
Laurie Barclay, MD

 

Fibrilação atrial (doença cardíaca), e sua correlação com atividade física.

fibrilação atrial

 

 

By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

Publicado em 16 de Maio de 2014.  Para uma orientação expressa envie emails para – juliocaleiro@hotmail.com   – São Sebastião do Paraíso – MG.

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Dois novos estudos publicados esta semana da credibilidade à idéia de que quando se trata de exercícios em demasia não pode ser nada bom! No primeiro estudo, conduzido pelo Dr. Nikola DRCA (Hospital Karolinska University, de Estocolmo , Suécia) publicado 14 de maio de 2014, os investigadores relatam que os homens que se exercitaram por mais de cinco horas por semana, e que tinham mais de 30 anos, teriam maior risco de desenvolverem fibrilação atrial mais tarde na vida, em comparação com os homens que se exercitavam menos. O relatório também mostrou que idosos que caminhavam ou andavam de bicicleta por cerca de 1 hora por dia tiveram um risco significativamente menor de fibrilação atrial em comparação com os adultos mais velhos, que quase nunca realizam este tipo de atividade física de lazer.

No segundo estudo, liderado pelo Dr. Ute Mons ( Centro de Pesquisa do Câncer Alemão, Heidelberg – Alemanha), e também publicados sobre o coração, os pesquisadores estudaram a associação da atividade física em 1038 indivíduos com doença coronariana estável, e confirmaram as descobertas anteriores de um risco aumentado de efeitos adversos em pacientes inativos. No entanto, eles também descobriram que aqueles que participaram de atividade física” extenuante” diariamente tiveram um risco aumentado de morte por causas cardiovasculares .

“Nossos dados indicaram uma associação de forma reversa, em mortalidade cardiovascular associando atividade física de forma moderada”, escreve Mons e colegas.” Ambos os pacientes ‘inativos’, e os ‘diariamente ativos’ aumentaram os riscos de mortalidade em comparação com o grupo de referência de pacientes, que eram ‘ativos apenas duas a quatro vezes por semana’, mas com os perigos de ser maior no grupo inativo”.

O que significa esta descoberta?

Em um editorial os Drs. Eduard Guasch e Lluís Mont (Universidade de Barcelona, ​​Espanha) notaram que ambos os estudos são limitados, mas ainda levanta questões clínicas importantes. Por exemplo, com o trabalho de ‘Mons et al’ estudo de pacientes de doenças isquêmicas do coração, apresentaram resultados que contrariam o que é conhecido popurlamente. “..Um aumento em todas as causas de mortalidade cardiovascular nos grupos mais ativos, é o resultado mais desafiador do estudo”, escrevem Guasch e Mont. Embora a atividade física e doença cardíaca isquêmica agravante, parece ser ” contraditório “, pequenos estudos têm sugerido que pode ser possível realmente, acrescentam. Para aqueles com doença existente, a atividade física pode contribuir para um ambiente pró-inflamatório .

Fibrilação Atrial Riscos com o aumento do Exercício

No outro papel, DRCA analisou o efeito da atividade física de diferentes tipos e efeitos, em diferentes idades sobre o risco de fibrilação atrial em 44.410 homens suecos, com idades entre 45 e 79 anos de idade. Todos os pacientes preencheram um questionário e avaliaram o tempo gasto na atividade física em 15, 40 e 50 anos de idade.
Após 12 anos, os homens que se exercitavam mais de 5 horas por semana, aos 30 anos tinham 19% maior risco, de desenvolver fibrilação atrial do que os homens de 30 anos, que se exercitavam menos de 1 hora por semana. O risco persistiu independentemente se deram ou não continuidade a atividade física ao longo da vida. Na verdade, os homens que se exercitavam mais de 5 horas por semana com 30 anos e depois pararam com os exercícios, tinham 49% mais riscos de desenvolver fibrilação atrial em comparação com aqueles que se exercitaram com de 30 anos.

Andar a pé ou de bicicleta com (idade média de 60 anos), foi associado com uma relação de 13% menos risco, de desenvolver fibrilação atrial em comparação com aqueles que não caminhavam, ou não andavam de bicicleta. Em seu artigo, ‘DRCA et al’ enfatizam os efeitos positivos da atividade física e sugerem aos médicos fazerem o mesmo que seus pacientes. “A inatividade física ou um estilo de vida sedentário está relacionado a maiores problema de saúde, para a população em geral do que a atividade física excessiva “, escrevem eles. “No entanto, exercícios frequentes de alta intensidade podem ser associado com um impacto negativo na saúde, e os pacientes com tal estilo de vida devem ser informados sempre..”.
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Referências

-1.Mons Y, Hahmann H, Brenner H. A reverse J-shaped association of leisure time physical activity with prognosis in patients with stable coronary heart disease: evidence from a large cohort with repeated measurements. Heart 2014; DOI:10.1136/heartjnl-2013-305242. Abstract
-2.Drca N, Wolk A, Jensen-Urstad M, Larsson SC. Atrial fibrillation is associated with different levels of physical activity levels at different ages in men. Heart 2014; DOI:10.1136/heartjnl-2013-305304. Abstract
-3.Guasch E, Mont L. Exercise and the heart: Unmasking Mr Hyde. Heart 2014; DOI:-10.1136/heartjnl-2014-305780. Editorial extract

 

 

A glutationa o antioxidante “milagroso”!

A glutationa o antioxidante “milagroso”!

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By; Ed. Dr Júlio Caleiro – Nutricionista. São Sebastião do Paraíso -MG  08 de Maio de 2014.

PARA UMA ORIENTAÇÃO EXPRESSA ENVIE EMAIL PARA:  juliocaleiro@hotmail.com

A glutationa é o mais poderoso antioxidante do corpo e foi mesmo chamado de “o antioxidante mestre!” É um tripeptídeo encontrado dentro de cada célula do corpo. Antioxidantes são cruciais na eliminação de radicais livres do nosso organismo, e os radicais livres são basicamente partículas muito reativas que saltam ao redor da célula danificando tudo o que encontram. A maioria se originam durante o processo de metabolismo, mas eles também podem resultar da exposição a toxinas, irradiação e de metais tóxicos. Porque os radicais livres são tão destrutivos? As células tem uma rede de defesa para neutralizá-los, esta rede de antioxidantes são compostos por vários componentes que incluem vitaminas, minerais e produtos químicos especiais chamados tióis ( glutationa e ácido alfa – lipóico ).

A glutationa é composta de três aminoácidos: cisteína, glutamato e glicina.

A glutationa é muitas vezes confundida com a glutamina e glutamato devido à semelhança nos nomes. Embora todas as três moléculas estão relacionados, eles são diferentes na sua composição e função. Quando você está saudável, as três são equilibradas a fazem funções delicadas no organismo. Em poucas palavras, esta é a diferença entre os três:

1.Glutamina: mais abundante aminoácido do organismo, feito no cérebro a partir do glutamato; tem um papel importante em vários processos anti-lesão e reparação muscular; um precursor da glutationa.
2.Glutationa (dois tipos, GSH e GSSG): O “antioxidantes mestre”, o mais poderoso antioxidante no organismo, presente em todas as células. Protege as células, é especialmente importante para a saúde do fígado e divide-se em glutamato livre.
3.Glutamato (ácido glutâmico ou aka L- glutamato): Monopeptideo neurotransmissor, um aminoácido que desempenha sua atividade sináptica necessário para o cérebro. E uma excitotoxina!
A glutationa é diferente de outros antioxidantes em que é intracelular e tem a capacidade única de maximizar a atividade de todos os outros antioxidantes, incluindo vitaminas C e E, CoQ10, ácido alfa-lipóico que está presente em legumes frescos e frutas, que devemos comer todos os dias. Removedor de toxinas das células e protege contra os efeitos nocivos da radiação, produtos químicos e poluentes ambientais. É uma molécula do ‘milagre’! Atualmente, existe uma grande quantidade de trabalhos sobre a suplementação de glutationa, muito popularizado como um “milagrosa” em melhorar a saúde, prevenir doenças e combater o envelhecimento. Vamos separar alguns dos fatos e mitos sobre como funciona a glutationa e olhar de maneira correta a construir reservas de glutationa no corpo.

A principal função da glutationa é proteger suas células e mitocôndrias da oxidaçao e danos peroxidativos. Como a idade mais avançada a capacidade do organismo de produzir a glutationa diminui. A glutationa não é apenas um antioxidante endógeno, mas também é um fator essencial na utilização de energia, desintoxicação e prevenção das doenças que nós associamos com o envelhecimento. Deficiência de glutationa tem sido associada a:

• doenças relacionadas à idade, como Alzheimer e Parkinson.
• doenças coronárias e auto-imunes.
• artrite, asma e outras condições inflamatórias.
• Câncer.
• A disfunção mitocondrial.
• Fraqueza muscular e fadiga.
A Síntese de glutationa depende do trifosfato de adenosina (ATP), que é a molécula que fornece energia celular diretamente. Os níveis de glutationa estão ligados à deficiência de energia, ou de baixo ATP. Esta é uma das principais razões por que o exercício é tão benéfico para a sua saúde geral, entre outras e aumentando os níveis de glutationa.

Se você pode aumentar a produção de glutationa interna, e fortalecer seu sistema imunológico de uma maneira que irá protegê-lo de muitos dos efeitos adversos do envelhecimento. Nosso organismoo é muito pobre no sentido de conseguir a glutationa a partir do sistema digestório. A maioria dos suplementos de glutationa orais têm sido fracamente absorvidos.

Tem havido algum sucesso com a suplementação de glutationa intravenosa, mas isso certamente não é prático e muito caro e deve ser reservado para situações extremas. Suplementação de glutationa pode ajudar as pessoas com imunodeficiência, mas só até um certo ponto e apenas temporariamente, do tipo como recarregar uma bateria morta. Ironicamente os suplementos de glutationa podem realmente interferir com a própria produção de glutationa do corpo, por isso uma prescriçao profissional é o ideal sob uma análise correta com o indivíduo. O corpo humano é programado para auto- produzir suas próprias enzimas antioxidantes, como a glutationa e SOD (superóxido dismutase, a primeira mobilizada por suas células de defesa) e a suplementação sintética destes compostos realmente sinalizam o organismo a parar a sua produção própria, fazendo jus o uso suplementar em boas doses. Os níveis de glutationa poder melhorar tomando suplementos associados tais como o ácido alfa -lipóico, que é conhecido para regenerar a glutationa. O Ácido alfa-lipóico também ajuda a regenerar as vitaminas C e E para que eles permaneçam mais tempo ativo no corpo.

A glutamina pode ser utilizada como um suplemento, uma vez que é um precursor direto da glutationa. No entanto, há pouco  evidência que seja bem absorvida. Há também evidências de que a vitamina D aumenta glutationa intracelular, pelo Blog verá muitas matérias que já publiquei, sou fã da vitamina D.
Algumas autoridades nutricionais recomendam tomar uma forma de cisteína conhecida como N- acetil- cisteína (NAC), mas gostaria de aconselhar contra o uso deste suplemento, se você ainda tem restaurações de amálgama de mercúrio, pois poderia interferir com a desintoxicação do mercúrio e causar outros problemas.

Existem várias outras maneiras de melhorar e aumentar a Glutationa no seu organismo, o Dr. Júlio Caleiro, poderá analisar cada caso e realizar a prescrição.

Para uma orientação expressa, entre em contato através do email – juliocaleiro@hotmail.com

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Referências:
Por Dr. Mercola , e Ori Hofmekler
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