Início » 2014 » março (Página 2)

Arquivo mensal: março 2014

Megadoses de vitamina C tem sido observada em curar mais de 30 doenças graves nos últimos 50 anos!

a-vitamina-c-2

 Em 12 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

A vitamina C em altas dosagens tem sido utilizada com muito sucesso no tratamento de uma variedade de doenças. O primeiro médico a fazer uso da vitamina C de maneira agressiva para curar doenças foi o Dr. Frederick R. Klener, começando no início dos anos de 1940. Dr. Klenner curava a catapora, sarampo, caxumba, tétano e poliomielite, com enormes doses de vitamina C.

O médico Dr. Frederick Robert Klener formado na Faculdade de Medicina da Universidade de Duke, era especialista em doenças do tórax e realizava esta terapia com altas doses de vitamina C no tratamento de uma variedade de doenças.

 A seguir apresento a lista das condições que o Dr. Klenner tratava com sucesso por meio da terapia de megadoses de vitamina C[1]:

  1. Pneumonia
  2. Encefalite
  3. Herpes zoster
  4. Herpes Simplex
  5. Mononucleose
  6. Pancreatite
  7. Hepatite
  8. A febre maculosa
  9. Infecção da bexiga
  10. Alcoolismo
  11. Artrite
  12. Alguns tipos de câncer
  13. Leucemia
  14.  Aterosclerose
  15.  Rompimento do disco intervertebral
  16.  Colesterol elevado
  17.  Úlcera da Córnea
  18.  Diabetes
  19. Glaucoma
  20. Esquizofrenia
  21. Queimaduras
  22. Infecções secundárias
  23. Insolação
  24. Radiação
  25. Queimaduras
  26.  Intoxicação por metais pesados (mercúrio e chumbo)
  27. Picadas venenosas (insetos, cobras)
  28. Esclerose Múltipla
  29. Fadiga Crônica
  30. Complicações de Cirurgia

 

 Dr. Klenner fez uso de megadoses de vitamina C por mais de 40 anos de prática de medicina, e escreveu dezenas de artigos médicos sobre o assunto. A lista completa de seus artigos estão contidos no “Guia Clínico do uso de vitamina C”, editado por Lendon H. Smith, médico, Life Sciences Press, Tacoma, WA (1988). – http://www.seanet.com/~alexs/ascorbate/198x/smith-lh-clinical_guide_1988.htm

 Dr. Klenner chegou a escrever o seguinte: “Alguns médicos ficariam perto e veriam o seu paciente morrer, ao invés de usar o ácido ascórbico (vitamina C), porque em suas mentes finitas ela só existe como uma vitamina”.

 A vitamina C é muito segura, mesmo nas doses elevadas, e comparando com o uso de medicamentos prescritos ordinariamente, os efeitos colaterais são praticamente inexistentes. Poderiam agora perguntar, mas não causam pedras nos rins altas doses de vitamina C? Respondo com tranqüilidade: Não, o uso de vitamina C não é causa de pedras nos rins, ela trata e previne pedras nos rins.[2] É exatamente o contrário do que alguns profissionais de saúde afirmam. Na realidade, a vitamina C aumenta o fluxo de urina e auxilia de forma favorável a redução do PH, já que a urina ligeiramente ácida ajuda a prevenir infecções do trato urinário, e dissolve o fosfato e presença de cálculos renais. Uma forma de tornar a urina levemente ácida é ingerindo vitamina C. A pedra em fosfato de cálcio só pode existir em uma urina que não seja ácida (urina de PH neutro à alcalina) e a vitamina C acidifica levemente a urina. Assim, vitamina C trata e previne pedras nos rins, pois 90% de todas as pedras são pedras de cálcio, e cálcio é solúvel em meio ácido.

Em verdade, a causa de pedras nos rins são outras, e incluem um histórico de hipertensão, obesidade, desidratação crônica, má alimentação e baixa ingestão de magnésio. Mas, não o consumo de vitamina C.[3]

O médico William J. McCormick usa a vitamina C desde o final da década de 1940 para PREVENIR E TRATAR pedras nos rins. A vitamina C não aumenta significativamente os níveis de oxalato, e pedras de ácido úrico nunca foi resultado de seu uso. “A história de pedra nos rins por ácido ascórbico é um mito”, disse Dr. Klenner.

 Qual seria o mecanismo antiviral da vitamina C, pode se questionar. Há vários efeitos antivirais conhecidos ou sugeridos em estudos científicos. [4]A propriedade antioxidante do ascorbato (vitamina C) promove um ambiente redutor na corrente sanguínea e tecidos, o que aumenta a resposta do organismo ao estresse oxidativo da inflamação[5], ajudando assim a combater os micróbios e vírus que propagam em condições de estresse.[6]

Ascorbato (vitamina C) foi comprovado ainda por ter efeitos antivirais específicos por meio da inativação do RNA e DNA de vírus.[7]

A vitamina C está envolvida em várias funções de reforço do sistema imunitário. Ascorbato aumenta a produção de interferon, que ajuda a evitar que as células sejam infectadas por algum vírus.[8] Ascorbato estimula a atividade de anticorpos[9] e em megadoses parece ter um papel na produção de energia mitocondrial[10].

E quais seriam as doses terapêuticas (para tratamento de doenças graves)?

Segundo o protocolo do Dr. Klenner para megadoses de vitamina C, o cálculo básico seria de 350mg à 700mg por peso/dia, intravenosamente, dividindo no intervalo de 2 horas. Dessa forma, uma pessoa de 100kg poderia ingerir diariamente, de forma terapêutica (para tratar alguma patologia), 35 gramas de vitamina C, dividindo a cada 2 ou 3 horas durante todo o dia. A dosagem é avaliada também, evidentemente, conforme a gravidade e estágio da doença. Quanto mais grave e avançada, maior é a necessidade da alta dosagem.

 Esta alta dosagem é terapêutica, não deve ser utilizada pela pessoa comum, saudável. Dr. Linnus Pauling – PhD (ganhador de Prêmio Nobel) já declarou que chegou a ingerir 18 gramas de vitamina C diariamente.[11] Dr. Klenner enfatizou que pequenas quantidades não funcionam. Ele disse: “Se você quer resultados, use ácido ascórbico em dose adequada (vitamina C).”

Quais os cuidados devem ser verificados nas altas dosagens terapêuticas? O Dr. Dr. Ronald Hunninghake, médico especialista em megadoses de vitamina C, alerta o seguinte:

 “No entanto é importante ter o G6PD (GLICOSE-6-FOSFATO-DESIDROGENASE) verificado. Verifique se há deficiência de G6PD, antes de iniciar a vitamina C. G6PD é uma enzima que as células vermelhas do sangue necessitam para manter a integridade da membrana. O que muitas pessoas não entendem é que altas doses de vitamina C intravenosa é um forte pró-oxidante. E dando um pró-oxidante, para um paciente com deficiência de G6PD pode causar a hemólise das células vermelhas do sangue. Assim, a administração intravenosa de vitamina C deve ser feita com este cuidado.”[12]

 Dr. Hunninghake explica também o uso da vitamina C em altas doses para o tratamento do CÂNCER:

 Em nosso segundo ano Riodan IVC e Conferência de Câncer realizada há algumas semanas no Japão, tivemos o Dr. H. Chen, que foi o autor, junto com Mark Levine, sobre altas doses de vitamina C como fonte para criação de peróxido de hidrogênio no espaço extracelular que rodeiam as células tumorais. Pensa-se que seja o peróxido de hidrogênio, ou o efeito pró-oxidante da vitamina C que causa a propriedade anti-tumor. É também este mesmo efeito pró-oxidante que, de fato, ajuda o seu corpo a se livrar de doenças infecciosas.[13]

 Doses orais também podem ser utilizadas com muito sucesso, e a dosagem é verificada pela dose de tolerância intestinal, e divididas durante todo o dia (em intervalos de 2 e 3 horas). É que a vitamina C pode apresentar algum efeito laxante, por isso, deve ter cautela no seu uso. O ideal é aumentar a dose com cuidado, até atingir a alta dosagem necessária. Caso apresente algum desconforto, apenas diminua a dose.

 Uso preventivo de vitamina C

 Quanto à doses preventivas, o Dr. Hunninghake diz que “para um paciente comum, eu incentivo a tomar no mínimo da dose de Linus Pauling, que é de 1 grama, duas vezes por dia, de vitamina C. Certamente, você pode ir além disso. Se você está sofrendo de infecções crônicas ou fadiga crônica você pode aumentar gradualmente a dose até o chamada dose de tolerância do intestino.”

 Dr. Brownstein em seu livro “Drugs that Dont Work and Natural Therapies That Dorecomenda doses de 3 à 5 gramas de vitamina C diariamente, e se necessário (em caso de doenças) a dose pode ser elevada.

 Dr. Klener, em doses preventivas, recomenda doses de 10 à 15 gramas por dia. Ele aconselha os pais a darem aos seus filhos um grama por idade. Assim, filhos de 1 ano, 1 grama, 2 anos, 2 gramas, até atingir 9 anos com 9 gramas. Para crianças mais velhas, recomendava estabilizar 10 gramas por dia de vitamina C.[14]

Em minha opinião, a melhor forma de suplementação de vitamina C é através da chamada vitamina C LIPOSSOMADA. Segundo o médico Dr. Thomas Levy: “Minha opinião clínica é que um grama de vitamina C encapsulada em lipossomas [VITAMINA C LIPOSSOMADA], adequadamente produzida e oralmente ingerida, é tão ou mais eficaz do que 5 à 10 gramas de vitamina C administrada por via intravenosa, para uma síndrome viral aguda.” (http://www.peakenergy.com/articles/nh20140411/Exposing-the-truth-about-liposomal-nutrients/)

É hora de se utilizar doses efetivas da vitamina C para o tratamento de doenças. Preocupar-se com efeitos secundários do seu uso (praticamente inexistentes, segundo estudos científicos) e recomendar uso de medicamentos com fortes efeitos adversos, não é preocupar-se verdadeiramente com o paciente.Os três aspectos mais importantes na terapia eficaz de vitamina C são: dose, dose e dose. Se você não tomar a suficiente, você não vai obter os efeitos desejados” – Dr. Thomas Levy, médico cardiologista.

Considerando que a dosagem da vitamina C depende a efetividade do tratamento, essa avaliação deve ser feita por meio de um médico ou nutricionista, que compreendam do uso da vitamina C em altas doses. Há cautelas para o uso de vitamina C em doses elevadas, como alertado na matéria. Assim, procure um médico ou nutricionista de sua confiança para realizar a terapia.


[4] Levy TE (2002) Curing the Incurable: Vitamin C, Infectious Diseases, and Toxins. ISBN-13: 9781401069636; Webb AL, Villamor E (2007) Update: Effects of antioxidant and non-antioxidant vitamin supplementation on immune function. Nutrition Reviews 65:181-217

[5] Wintergerst ES, Maggini S, Hornig DH (2006) Immune-enhancing role of vitamin C and zinc and effect on clinical conditions. Ann Nutr Metab. 50:85-94.

[6]  Kastenbauer S, Koedel U, Becker BF, Pfister HW (2002) Oxidative stress in bacterial meningitis in humans. Neurology. 58:186-191.

[7] Murata A, Oyadomari R, Ohashi T, Kitagawa K. (1975) Mechanism of inactivation of bacteriophage deltaA containing single-stranded DNA by ascorbic acid. J Nutr Sci Vitaminol (Tokyo). 21:261-269.; Harakeh S, Jariwalla RJ, Pauling L (1990) Suppression of human immunodeficiency virus replication by ascorbate in chronically and acutely infected cells. Proc Natl Acad Sci USA. 87:7245-7249.; White LA, Freeman CY, Forrester BD, Chappell WA (1986) In vitro effect of ascorbic acid on infectivity of herpesviruses and paramyxoviruses. J Clin Microbiol. 24:527-531.

[8] Gerber, WF (1975) Effect of ascorbic acid, sodium salicylate and caffeine on the serum interferon level in response to viral infection. Pharmacology, 13: 228.;  Karpinska T, Kawecki Z, Kandefer-Szerszen M (1982) The influence of ultraviolet irradiation, L-ascorbic acid and calcium chloride on the induction of interferon in human embryo fibroblasts. Arch Immunol Ther Exp (Warsz). 30:33-37..

[9] Anderson R, Dittrich OC (1979) Effects of ascorbate on leucocytes: Part IV. Increased neutrophil function and clinical improvement after oral ascorbate in 2 patients with chronic granulomatous disease. S Afr Med J. 1;56476-80.

[10] Gonz lez MJ, Miranda JR, Riordan HD (2005) Vitamin C as an Ergogenic Aid. J Orthomolecular Med 20:100-102.

Vitamina C no tratamento de doenças cardíacas com reversão de placa aterosclerótica e prevenção de ataques cardíacos

placa

Em 11 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia verificaram em estudo que participantes que ingeriram a pequena dose de vitamina C por dia, tiveram uma queda de 24% no plasma da proteína C-reativa – PCR (marcador inflamatório envolvido em doenças cardíacas), após 2 meses. Pesquisas recentes sugerem que o PCR pode ser um melhor preditor de doença cardíaca do que os níveis de colesterol. Proteína C reativa é um marcador de inflamação, e há um crescente número de evidências  de que a inflamação crônica está associada a um risco aumentado de doença cardíaca, diabetes e até mesmo doença de Alzheimer, informa Dr. Gladys Block, professor de epiodemiologia da UC Berkeley, autor principal do estudo.

Segundo o médico Dr. Mark Hyman, em seu livro Ultrametabolism, diz que:

“Exame de proteína C-reativa ultra-sensível (PCR-us) – esse é o melhor exame para diagnosticar inflamação. Ele mede seu nível geral, embora não aponte sua origem. O motivo mais comum para um índice elevado da proteína C-reativa é a síndrome metabólica, ou a resistência à insulina.”

Dr. James Enstrom da Universidade da Califórnia estudou a ingestão da vitamina C em mais de 11 mil pessoas por 10 anos. Ele descobriu que uma pequena dose da vitamina C reduziu o risco de doenças cardíacas em 50% em homens e 40% em mulheres.

Doutor GC Willis descobriu que as pessoas que tomam uma dose de vitamina C por dia por 12 meses, inverteu placa aterosclerótica enquanto que aqueles que não ingeriram a vitamina pioraram a placa. Fica evidente que a vitamina C é necessária para a saúde vascular. Baixos níveis de vitamina C no sangue estão ligados a uma forma grave de doença arterial periférica, uma condição frequentemente dolorosa em que os vasos sanguíneos das pernas ficam bloqueados – Journal Circulatin of American Heart Association.

 Dr. Sydney Bush – PhD tem documentado a reversão da placa aterosclerótica com a suplementação da vitamina C. Fotos da retina tirada em 2002 (foto acima) revela doença arterial (estreitamento dos vasos). Fotos da retina à direita confirmam que as artérias (pericorneal) alargaram e algumas reapareceram após a suplementação diária de vitamina C.

 Dr. Linus Pauling já disse que doença cardíaca é uma manifestação de escorbuto crônica e que placa aterosclerótica é um mecanismo que evoluiu para reparar os vasos sanguíneos e artérias danificadas pela deficiência crônica de vitamina C. Além disso, doença cardíaca, diabetes e acidentes vasculares cerebrais são também diretamente ligadas a deficiências de magnésio. – http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2001/03/28/linus-pauling.aspx

Vários estudos não só indicam que a vitamina C protege contra doenças cardiovasculares, mas também diminui muito o risco de sofrer um ataque cardíaco. Por exemplo, um estudo finlandês com homens de meia idade, sem evidencia de doença cardíaca pré-existente, verificaram que aqueles que eram deficientes em vitamina C foram 3,5 vezes mais propensos a sofrerem ataques cardíacos em comparação com aqueles que não eram deficientes. Logo, a deficiência de vitamina C é um fator de risco para ataque cardíaco – BMJ. 1997 Mar 1;314(7081):634-8.

 Em outro estudo, indivíduos no quartil mais elevado de ingestão de vitamina C apresentaram o resultado impressionante da diminuição de 80% do risco em ataque cardíaco em comparação com aqueles com quartil inferior deste nutriente –  Acta Med Port. 1998 Apr;11(4):311-7.

 Vale registrar ainda que já é sabido (por estudos científicos) que vitamina C NÃO causa pedras nos rins, como algumas ainda acreditam e insistem em repetir essa informação equivocada sobre o consumo de vitamina C. Diversos estudos já demonstraram que vitamina C, mesmo em alta dose, não gera pedras nos rins – http://orthomolecular.org/resources/omns/v01n07.shtml. ( Wandzilak TR, D’Andre SD, Davis PA, Williams HE (1994) Effect of high dose vitamin C on urinary oxalate levels. J Urology 151:834-837.).

Procure um profissional de saúde de sua confiança e verifique se possui deficiência desta poderosa vitamina, e inclua em seu tratamento ou aja preventivamente fortalecendo sua saúde. É bom ter em mente que: “Os três aspectos mais importantes na terapia eficaz de vitamina C são: dose, dose e dose. Se você não tomar a suficiente, você não vai obter os efeitos desejados” – Dr. Thomas Levy, médico cardiologista.

Referências:

  1. TREATMENT ESSENCIALS, Practicing Natural Allopathic Medicine, Dr. Mark Sircus
  1. http://www.vitamincfoundation.org/bush/more.html
  2. http://orthomolecular.org/resources/omns/v01n07.shtml
  3. http://www.nydailynews.com/life-style/health/vitamin-linked-reduced-stroke-risk-article-1.1618380
  4. http://www.lef.org/magazine/mag99/may99-report3.htm
  5. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2001/03/28/linus-pauling.aspx
  6.  Nyyssonen K, ParviainenMT, Salonen R, Tuomilehto J, Salonen JT. Vitamin C deficiency and risk of myocardial infarction: prospective population study of men from eastern Finland. BMJ. 1997 Mar 1;314(7081):634-8.
  7. Lopes C, Von HP, Ramos E, et al. Diet and risk of myocardial infarction. A case-control community-based study. Acta Med Port. 1998 Apr;11(4):311-7
  8. Chambers JC, McGregor A, Jean-Marie J, Obeid OA, Kooner JS. Demonstration of rapid onset vascular endothelial dysfunction after hyperhomocysteinemia: an effect reversible with vitamin C therapy. Circulation. 1999 Mar 9;99(9):1156-60.
  9. Plotnick GD, Corretti MC, Vogel RA. Effect of antioxidant vitamins on the transient impairment of endothelium-dependent brachial artery vasoactivity following a single high-fat meal. JAMA. 1997 Nov 26;278(20):1682-6.
  10. Tousoulis D, Xenakis C, Tentolouris C, et al. Effects of vitamin C on intracoronary L-arginine dependent coronary vasodilatation in patients with stable angina. Heart. 2005 Oct;91(10):1319-23.
  11. Schindler TH, Nitzsche EU, Munzel T, et al. Coronary vasoregulation in patients with various risk factors in response to cold pressor testing: contrasting myocardial blood flow responses to short- and long-term vitamin C administration. J Am Coll Cardiol. 2003 Sep 3;42(5):814-22.
  12. Nam CM, Oh KW, Lee KH, et al. Vitamin C intake and risk of ischemic heart disease in a population with a high prevalence of smoking. J Am Coll Nutr. 2003 Oct;22(5):372-8.

POLUIÇÃO ELETROMAGNÉTICA CAUSA CÂNCER E CARDIOPATIAS

Em 09 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro. Nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

 

Seu suplemento alimentar possui o aditivo potencialmente nocivo ESTEARATO DE MAGNÉSIO?

suplemento-massa-muscular-emagrecer

Em 08 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

É sabido que muitos medicamentos, vitaminas e suplementos contem mais do que apenas ingredientes ativos. São acrescidos ‘agentes de fluxo’ em suas composições. O objetivo destes componentes é tornar a fabricação mais ágil e mais fácil, e não usá-los aumentariam os custos de produção e preço de venda final do produto. Todavia, não há nenhuma razão evidente para a adição destas substancias em benefício da saúde do consumidor.

 O ESTEARATO DE MAGNÉSIO é um aditivo geralmente utilizado e potencialmente prejudicial encontrado em muitos suplementos (ex: shakes). O consumo desta substancia em logo prazo pode ser a causa de possíveis danos ao intestino, até mesmo podendo impedir a absorção adequada de nutrientes.

 O estearato de magnésio é formado pela ação de magnésio e ácido esteárico. O composto tem propriedades de  lubrificação, e por isso é usado frequentemente na fabricação de suplementos, já que permite que as máquinas funcionem mais velozmente e de forma suave.

 No entanto, há estudos que demonstram que o ácido esteárico suprimem as células T-natural killer, que são células chave do sistema imunológico. De acordo com este estudo, o ácido esteárico provoca o colapso da membrana celular (a integridade), que em última instância, pode chegar a destruir a função celular.

 O médico Dr. Joseph Mercola comenta o seguinte:

Em minha opinião, se você está tomando um suplemento, certifique-se que é de alta qualidade, suplemento à base de alimentos naturais que NÃO INCLUAM cargas potencialmente nocivas e aditivos, tais como ESTEARATO DE MAGNÉSIO.

 Outro problema levantado em relação ao estearato de magnésio é o fato deste produto ser originado a partir de óleos hidrogenados, tais como óleo de semente de algodão. Esta cultura geralmente é geneticamente modificada, e mesmo quando não seja, o óleo de algodão tende a ter altos níveis de resíduos de pesticidas.

 Com base nisso, durante a sessão do Comitê do Codex sobre Aditivos Alimentares (CCFA) de março de 2010, foi recomendado que estearato de magnésio (sais de magnésio de ácidos gordos) fosse excluído, uma vez que não tem nenhum uso conhecido nos alimentos.

 Mas, no ano seguinte, na sessão CCFA de março de 2011, a Aliança Internacional das Associações de Suplementos Dietéticos (IADSA) apresentou um pedido para restabelecer o estearato de magnésio como aditivo alimentar, que posteriormente foi reintegrado sob o número INS 470 (iii).

 Sobre esse episódio, um artigo destacou o seguinte: “…o Comitê Misto de Peritos em Aditivos Alimentares (JECFA) agora exige dados de toxidade para comprovar nova composição do estearato de magnésio, apesar de seu uso histórico em suplementos. Segundo JOHN VERNARDOS, vice-presidente sênior de assuntos regulatórios para o marketing da rede mundial HERBALIFE, que apresentou esta questão recente na conferência de NIA Oeste, em Laguna Beach, o custo estimado desses dados toxicológicos em estearato de magnésio custaria 180.000 dolares. Nenhum fabricante ainda se ofereceu para pagar a conta.”

 Sobre esse ponto, Dr. Joseh Mercola comenta que:

 Parece que  se alguém aceitar a tarefa de fazer a necessária pesquisa com o fim de provar a segurança como um aditivo alimentar, ele [estearato de magnésio] vai ser eliminado do mercado. Considerando o fato de que a maioria dos fabricantes de suplementos usam estearato de magnésio, a reação é esperar. Mas, para as empresas que já operam sem estearato de magnésio, é apenas uma prova de que eles estiveram certos o tempo todo.

 Eliminando este componente do produto equivale a ter um pouco maior de custos na produção, já que as máquinas não podem trabalhar tão rapidamente, e portanto,  não poderiam produzir muito em um determinado dia. Mas, eu acredito que o aumento do custo vale a pena. É realmente importante para mim primeiro que não faça mal, e que sejam tomadas precauções extras para garantir que os produtos vendidos sejam de altíssima qualidade e pureza.

Abaixo segue um video do Dr. Randy Johns falando sobre o estearato de magnésio:

 Referências:

 http://media.mercola.com/imageserver/public/whole-food-supplement-dangers-references.pdf

Agrotóxicos tem sido a causa de graves doenças, como eliminá-los dos alimentos?

agrotoxicos2

Em 06 de março de 2014. Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35)  3531-8423.

Você está ingerindo ‘Roundup, todos os dias? (O Brasil recebeu sua primeira amostra para testes em 1972 e, em 1978, o produto, ainda importado, chegava ao País para ser comercializado. Ele passou a ser produzido no Brasil em 1984).

O glifosato é o ingrediente ativo no herbicida ‘Roundup’ da Monsanto, que é pulverizada em grandes quantidade nas lavouras, os chamados “Roundup Ready, “.

De acordo com a revista alemã Ithaka, 1 a cada amostra de urina simples coletadas de moradores da cidade nos arredores de Berlim, deram ‘positivo’ para o glifosato, com valores variando de 0,5 a 2 nanogramas por mililitro ( ng / ml) – que é entre 5 e 20 vezes o limite superior permitido para glifosato em água potável alemã, que é de 0,1 ng / ml. De acordo com o artigo em destaque.

” O glifosato provavelmente entrou em quase todas as nações ao longo dos últimos 10 anos, através de sua crescente presença em uma variedade de alimentos consumidos diariamente”.

 De acordo com o artigo publicado no Los Angeles Times, dois pesquisadores ligaram a exposição ao DDT para o desenvolvimento da doença de Alzheimer ao longo da vida. O estudo publicado na revista JAMA de Neurologia, descobriu que os pacientes diagnosticados com a doença de Alzheimer tinham níveis significativamente mais elevados de DDT e seu metabólito DDE no sangue, o que é quatro vezes mais em comparação das pessoas da mesma idade que não tinham a doença. O autor principal, Jason Richardson disse ao LA Times que além disso estudos apontam que o DDT leva as pessoas ao diabetes. O DDT foi proibido porém estamos sendo expostos a outro veneno sintetizado pela MONSANTO mais tóxico e letal, por nome GLIFOSATO – ROUNDUP.

Diagnosticando o Alzheimer mais cedo, e com melhor eficácia do que muitos exames invasivos. – peça ao seu Médico esta avaliação se porventura alguém na família tenha sido acometido pela doença.

Para eliminação de agrotóxicos, assista o video abaixo do médico nutrólogo e cardiologista, Dr. Lair Ribeiro:

Referências:

1 Alzheimer’s Association 2011 Alzheimer’s Disease Facts and Figures
2 Los Angeles Times January 28, 2014
3 JAMA Neurology January 27, 2014 [Epub ahead of print]
4 Lancet 371 (9609): 287–8
5 Environ. Health Perspect. 117 (7): 1076–1082

6. http://www.ithaka-journal.net/herbizide-im-urin?lang=en

SAM-e garante a saúde do fígado sendo capaz de tratar diversas patologias hepáticas

figado

Em 01 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

PARA RECEBER ATENDIMENTO OU TRATAMENTO ENTRE EM CONTATO NO EMAIL OU TELEFONE.

35 3531 8423    juliocaleiro@hotmail.com


 

By Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

O SAM-e (S-adenosilmetionina) tem um papel fundamental na função saudável do fígado, e por extenção, na própria sobrevivência do corpo. Um grupo de pesquisadores tem chamado o SAMe de ‘um controlador que regula a função hepática (. FASEB J. 2002 Jan;16(1):15-26). Por meio de um tipo de reação conhecida como transulfuração, Same promove a produção de glutationa, o apropriadamente apelidado de antioxidade mestre usado em todo o corpo para controlar os perigosos radicais livres. No fígado, no entanto, a glutationa desempenha uma das funções mais importantes do órgão: auxiliar na remoção de toxinas perigosas. Am J Clin Nutr. 2002 Nov;76(5):1151S-7S.

 A glutationa realiza essa façanha de agilidade bioquímica anexando-se a moléculas tóxicas como pesticidas ingeridas com os alimentos, tornando-se solúvel em água, e portanto, capaz de ser liberado pelo corpo. Quando o fígado está sobrecarregado por situações como alcoolismo crônico, nívies de glutationa podem cair, diminuindo a capacidade do corpo em eliminar o etanol e outros venenos. Lesão hepática grave pode ser um resultado. O uso de SAMe tem sido mostrado em aumentar a sinalização de níveis de glutationa, e tem sido usado para tratar cirrose e hepatite, duas condições altamente prevalentes que afligem as vítimas de alcoolismo ( Best Pract Res Clin Gastroenterol. 2003 Aug;17(4):625-47.; Am J Addict. 2001;10 Suppl:29-50.).

 A razão de SAM-e ser importante para o fígado é que 80% de metionina no fígado é convertido em SAM-e. O uso mesmo oral tem sido demonstrado em provocar o real aumento dos níveis de glutationa nas células do fígado e do sangue (J Physiol Biochem. 2000 Sep;56(3):189-200.; Alcohol. 1994 Sep;29(5):597-604.). SAM-e tem sido usado para tratar uma variedade de patologias do fígado, incluindo, hepatite, colestase, icterícia obstrutiva, cirrose (Am J Clin Nutr. 2002 Nov;76(5):1151S-7S;  FASEB J. 2002 Jan;16(1):15-26; Am J Addict. 2001;10 Suppl:29-50; Am J Clin Nutr. 2002 Nov;76(5):1183S-7S.; Alcohol. 2002 Jul;27(3):173-7;  J Hepatol. 2000;32(1 Suppl):113-28.; Kaohsiung J Med Sci. 2001 Sep;17(9):455-60;  Alcohol. 2002 Jul;27(3):151-4).

Foi sugerido que SAMe desempenha um papel na prevenção no desenvolvimento do câncer de fígado (Hepatology. 2002 Feb;35(2):274-80.; Alcohol. 2002 Jul;27(3):193-8). Em laboratório, os cientistas já conseguiram comprovar a capacidade de SAMe em induzir a apoptose seletiva, isto é: as células hepáticas cancerosas são induzidas a cometer suicídio, enquanto as células normais permanecem intocáveis (Hepatology. 2002 Feb;35(2):274-80.).

 * Todas as referências científicas estão citadas no corpo do texto.

L.E F