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Ferro excessivo e sobrecarga no organismo. Suplementos com ferro podem ser tóxicos e perigosos.

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By Ed; Dr. Júlio Caleiro,  Nutricionista. Publicado em 30 de Março de 2014

Ferro excessivo e sobrecarga no organismo, suplementos de ferro podem tóxicos e perigosos.

A Verificação de sobrecarga de ferro é feito através de um simples exame de sangue chamado de teste de ferritina sérica.
O teste mede a molécula transportadora de ferro, uma proteína que se encontra no interior das células chamada ferritina, que armazena o ferro. Se os seus níveis de ferritina são baixos,isso significa que seus níveis de ferro também são baixos.
A faixa saudável de ferritina sérica encontra-se entre 20 e 80 ng / ml. Abaixo de 20  você é deficiente de ferro, e acima de 80, você tem um excesso de ferro.

Os níveis de ferritina pode ir muito alto, a níveis mais de 1.000, mas qualquer coisa acima de 80 provavelmente vai ser um problema. A faixa ideal é de 40-60 ng / ml. Como um exemplo os níveis elevados de ferro podem prejudicar a sua saúde, lesar o pâncreas por exemplo e desenvolver diabetes. Altos níveis de ferritina / ferro são também um dos principais fatores em casos de doenças hepáticas especialmente a hepatite C. Muitos pacientes que apresentam os sintomas da hepatite C melhoram drasticamente uma vez que seus níveis de ferritina são reduzidos.

O que você pode fazer se seus níveis de ferro são muito altos?

Felizmente a solução para diminuir o seu nível de ferro é relativamente simples. Apenas doar o seu sangue!
A maioria de nós pode fazer isso, mas se você já teve a doença no passado que o impede de fazê-lo, o seu médico pode prescrever uma receita para flebotomia terapêutica. No entanto em vez de remover um litro de sangue, 300 a 500mls. Um litro, é uma percentagem significativa do volume de sangue e poderá sentir cansado e desgastado por um número de dias. Muitos se sentem melhor só removendo 200 a 300 mls.

Cuidado com suplementos tóxicos que contenha ferro.

Para aqueles que vem lutando contra a anemia por deficiência de ferro, a melhor fonte de ferro é a carne vermelha de alta qualidade, de preferência gados alimentados com capim orgânico. Se isso não for disponível ou você simplesmente prefere não comer carne vermelha poderá então tomar um suplemento de ferro em seu lugar. Mas com cautela! Sulfato ferroso por exemplo é uma forma de ferro encontrado em muitospolivitamínicos incluindo multivitaminas para crianças, é um metal inorgânico relativamente tóxico que pode levar a problemas significativos.

O maior perigo é a overdose aguda, que pode ser letal! Uma forma segura de suplemento é o de ferro carbonila. Ao que tudo parece nunca houve uma overdose relatada de ferro carbonila, ao contrário do sulfato ferroso. No entanto, você ainda deve manter suplementos de ferro longe das crianças e preferir sempre os alimentos ricos em ferro.

Lembre-se, você não deve tomar suplementos de ferro, incluindo ferro carbonila se você tem:
• Hemocromatose ( sobrecarga de ferro )
• Hemosiderose
• anemia hemolítica (como eu descrevi no início)

Conhecimento é Poder! É importante saber sobre a deficiência de ferro e sobrecarga de ferro como muitos médicos são ignorantes sobre esse fato, ou simplesmente não se aplicam seus conhecimentos ao recomendar testes ferritina regular.
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Referências:
1-   Discover Fit & Health

 

A mais poderosa terapia para acabar com o Câncer!

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By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista. Publicado em 29 de Março de 2014 – Sao Sebastião do Paraíso MG- Brasil.

A mais poderosa estratégia essencial que conheço para acabar com o câncer, é mantando as células do câncer de fome, privandos-as de sua fonte de alimento principal, o que em grande parte tipicamente, é o açúcar! Ao contrário de todas as outras células do corpo, que ‘queimam’ carboidratos ou gorduras para obtenção de combustível, as células cancerosas perdem a flexibilidade metabólica e só podem prosperar se houver presença de açúcar suficiente. Foi realmente justo  o Dr. ‘Otto Warburg’, como ganhador do ‘Prêmio Nobel’  há mais de 75 anos atrás quando descobriu isso, mas praticamente nenhum oncologista realmente usa essas informações e nem conhece o trabalho deste renomado cientista. Não se enganem sobre isso, a primeira coisa que o paciente de câncer deve pensar, é procurar um(a) Nutricionista para a prescrição dietoterápica neste sentido, se você quer evitar ou tratar o câncer DE VERDADE! Mas, se você tem os níveis de insulina alterados dentro de uma classificação diferenciada da classificação convencional, e resistência à leptina (que 85% das pessoas tem) o correto é cortar todas as formas de açúcar/ do tipo frutose e carboidratos de grãos da sua dieta, isso matará de fome as células cancerosas e poderá ficar livre do câncer em semanas. Ainda vai escolher a quimioterapia convêncional?

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Referências:

Credit-Suisse October 22, 2013
2   PLOS Medicine February 2, 2008
3   PLOS Medicine February 2, 2008
4   New York Times February 8, 2008
5   CNN Health March 11, 2014
6   Bloomberg September 9, 2013
7   Bloomberg September 9, 2013
8   EWG Farm Subsidies
9   AlterNet January 10, 2014
10   AlterNet January 10, 2014
11   MedicineNet January 28, 2014
12   CDC Preventing Chronic Disease 2014
13   JAMA Intern Med. February 3, 2014
14   New York Times March 1, 2011

 

Pacientes Diabéticos TIPO II com RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA (RD) podem obter benefícios através da suplementação de VITAMINA C com TAURINA.

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By; Dr Júlio Caleiro – Nutricionista.  Publicado em 26 de Março de 2014, São Sebastião do Paraíso -MG.

Pacientes Diabéticos TIPO II com RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA (RD) podem obter benefícios através da suplementação de VITAMINA C com TAURINA.

“O estudo revela a atividade antioxidante da combinação de taurina com vitamina C, apresentando efeitos positivos sobre os índices de carboidratos, metabolismo lipídico e características hepatoprotetora em pacientes com diabetes mellitus tipo II com a RD. Levando-se em consideração as peculiaridades das relações e correlação entre parâmetros funcionais, clínicos e bioquímicos, os resultados de estudos experimentais em animais, é aceitável em usar a Taurina + Vitamina C como parte do tratamento conservador de pacientes com diabetes mellitus tipo II com a RD”.

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Referência:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24632640

Baixas doses de naltrexona e seus resultados surpreendentes no tratamento de câncer, HIV/AIDS e doenças autoimunes!

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Em 21 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Câncer: A partir de meados de 2004, o médico Dr. Bernard Bihari relatou ter tratado mais de 300 pacientes que tiveram câncer, que não responderam ao tratamento padrão. Desse grupo, cerca de metade, após o tratamento de 4 a 6 meses com baixas doses de naltrexona, começaram a demonstrar uma parada no crescimento do câncer, e destes, mais de um terço tiveram sinais claros e objetivos de redução do tumor.

HIV/AIDS: Em setembro de 2003, o médico Dr. Bihari tratou 350 pacientes com AIDS usando baixas doses de naltrexona juntamente com terapias aceitas para AIDS. Ao longo dos 7 anos, 85% desses pacientes não apresentavam níveis detectáveis do vírus HIV – uma taxa de sucesso muito superior que a maioria dos tratamentos atuais da AIDS, e sem efeitos colaterais significativos. É interessante notar que muitos dos pacientes com HIV/AIDS tem vivido sem sintomas durante vários anos, tendo apenas utilizado baixas doses de naltrexona, sem outros medicamentos.

Doenças autoimunes: dentro do grupo de pacientes que apresentaram uma doença autoimune, TODOS experimentaram uma parada na progressão da doença. Em muitos pacientes, houve uma remissão dos sintomas da doença. O maior número de pacientes no grupo de doença autoimune eram pessoas com esclerose múltipla, dos quais havia cerca de 400 na prática do médico Dr. Bihari. Menos de 1% dos pacientes experimentaram um ataque em esclerose múltipla, enquanto mantiveram a terapia com baixas doses de naltrexona.

Considerando os resultados surpreendentes acima, por que um medicamento de tão baixo custo é completamente ignorado no tratamento de doenças graves pela medicina convencional? Muitas pessoas que estão acamadas poderiam ter sua vida e saúde completamente restauradas, conforme é a experiência do médico Dr. Bihari e tantos outros médicos pelo mundo (ex: Dr. Burt Berkson, Dra. Maira Gironi, Dra. Jacquelyn McCandless, e etc).

As dosagens do naltrexona, nesta terapia, variam de 1.5mg à 4.5mg, com necessidade de prescrição médica ou de dentista.

Consulte o médico de sua confiança para avaliar a possibilidade de se iniciar esta terapia.

Referências:
1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/05/26/powerful-breakthrough-beats-cancer-and-autoimmune-diseases.aspx

2. http://www.lowdosenaltrexone.org/index.htm#What_diseases_has_it_been_useful_for

3. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/09/19/one-of-the-rare-drugs-that-actually-helps-your-body-to-heal-itself.aspx

4. http://www.lowdosenaltrexone.org/bbihari_cv.htm

5. http://www.youtube.com/watch?v=x54Jccr8GT8

Vacina ‘HPV’ é causa direta de doenças graves!

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Em 18 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Em meados de 2012, o “Vaccine Adverse Event Reporting System” (VAERS) recebeu 119 relatos de mortes após a vacinação HPV, bem como: 894 relatos de deficiência, 517 eventos adversos potencialmente fatais, 9.889 atendimentos de emergência, 2.781 hospitalizações.

Os documentos obtidos a partir Food and Drug Administration (FDA)-EUA, nos termos detalhados da’ Freedom of Information Act (FOIA)’ 26 mortes foram relatados ao governo após a vacinação HPV entre 1 de Setembro de 2010 e 15 setembro de 2011. Foram 26 mortes relatadas de jovens meninas previamente saudáveis, após a vacinação do Gardasil em apenas um ano. Outros efeitos secundários graves relatados durante esse tempo foram: Convulsões, Paralisia, Cegueira, Pancreatite fulminante, Perda e problemas de fala de memória a curto prazo, síndrome de Guillain- Barre e cistos ovarianos. Entre maio de 2009 e setembro de 2010, foram registrados 16 mortes após a vacinação do Gardasil (HPV). Para esse período também houve 789 relatos de reações adversas ao Gardasil, incluindo 213 casos de invalidez permanente e 25 casos diagnosticados da Síndrome de Guillain Barre. (Judicial Watch informou outras reações).

Lembrando que das 100 cepas existentes, a vacina só contém 4 delas, as mais inofensivas (http://www.news-medical.net/news/2008/11/12/32/Portuguese.aspx). Com todas reações relatadas, será que vale a pena o risco para uma proteção tão pequena? Reflita e pesquise sobre o assunto, e tire suas conclusões pessoais.

Abaixo segue opinião do médico Dr. Victor Sorrentino sobre a vacina HPV:

Com o início desta mega campanha nacional para vacinação contra o HPV de milhões de meninas indefesas entre 11 e 13 anos de idade em todo o Brasil, é necessário que as pessoas tenham acesso a todas as informações, prós e contras. E já que não tenho visto médicos brasileiros alertarem a população, vou ser obrigado a mais uma vez ter coragem de servir como alerta a vocês que me acompanham!

Apesar de ser uma vacina rodeada de suspeitas, mortes, efeitos adversos e muita controvérsia, o governo planeja vacinar ao menos 80% de todas as meninas entre 9 e 13 anos, e não está fornecendo aos pais uma real idéia dos riscos para que estes tomem uma decisão informada.

Aconselho que todos os que puderem ter acesso a estes posts, compartilhem com seus familiares e conhecidos, para que todos possam buscar informações e decidir com livre arbítrio se querem ou não, aceitam ou não esta “imposição”!

Vocês poderão ver os problemas da vacina contra o HPV na europa e nos EUA (aparentemente ignorado pelo governo brasileiro) e todos os detalhes, incluindo o gasto de dinheiro público de mais de 1 BILHÃO DE REAIS, gasto para comprar e injetar uma vacina extremamente controversa.

Não emitirei opinião própria, entretanto como “para bons entendedores meia palavra basta”, pelo menos insisto para que procurem no “Dr. Google” as palavras chave “VACINA HPV PERIGO ou EFEITOS” e façam seus próprios julgamentos, vejam a quantidade de vídeos de meninas espalhados pela internet, depoimentos e documentos “secretos“…

(FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=790067817689989&set=a.673196836043755.1073741826.554836787879761&type=1&theater)

Parte do texto extraído da íntegra do site do Dr. J Mercola!

Referências:

1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/11/13/hpv-vaccine-scrutiny.aspx

2. Courier Mail October 23, 2011

3. Archives of pediatrics & adolescent medicine January 2012;166(1):82-8

4. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/01/24/hpv-vaccine-victim-sues-merck.aspx

5. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/07/16/hpv-vaccine-effectiveness.aspx

6. http://www.noticiasnaturais.com/2014/03/estudo-de-vacinas-contra-o-hpv-revela-perigos-inevitaveis-de-doencas-auto-imunes/

7. http://www.greenmedinfo.com/blog/study-reveals-unavoidable-danger-hpv-vaccines

8. http://www.otempo.com.br/cidades/vacina-contra-hpv-causa-rea%C3%A7%C3%A3o-1.807531

9. http://www.news-medical.net/news/2008/11/12/32/Portuguese.aspx

10. http://www.noticiasnaturais.com/2014/03/estudo-de-vacinas-contra-o-hpv-revela-perigos-inevitaveis-de-doencas-auto-imunes/

Todo câncer pode ser curado em algumas semanas, explica o naturopata PhD – Dr. Leonard Coldwell.

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Em 15 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

WATSAPP 35 9 8835 4802wats    –  EMAIL – juliocaleiro@hotmail.com

 

 Dr. Leonard Coldwell, médico naturopata – PhD, professor,  autor de 19 livros, curou sua própria mãe de hepatite C, cirrose hepática e câncer de fígado em estado terminais (com o prognóstico de seis meses de vida) há mais de 40 anos atrás. Dr. Coldwell tratou mais de 35.000 pacientes na Alemanha com câncer em fase terminal, com elevado índice de sucesso.

Como já informado nesta página em outra matéria, o câncer não se desenvolve em ambientes ricos em oxigênio. Além disso, o câncer só se desenvolve em ambientes ácidos. Logo, alcalinizar o corpo é o primeiro passo para o tratamento efetivo do câncer. Dr. Otto Warburg, o bioquímico renomado e ganhador do Prêmio Nobel, já  nos alertava com a hipótese de que as células cancerosas não podem crescer em um ambiente rico em oxigênio. Suas palestras revelavam que quando a oxidação falha e a fermentação é substituída pela energia de uma célula, o caminho para o câncer está aberto. Dr. Warburg disse que: “a principal causa do câncer é a substituição da respiração de oxigênio normal das células do corpo por uma respiração celular anaeróbio (sem oxigênio)”.

Assim como aplicada na terapia do Dr. Leonard Coldwell, o Dr. Hunninghake explica também o uso da vitamina C em altas doses para o tratamento do CÂNCER:

 Em nosso segundo ano Riodan IVC e Conferência de Câncer realizada há algumas semanas no Japão, tivemos o Dr. H. Chen, que foi o autor, junto com Mark Levine, sobre altas doses de vitamina C como fonte para criação de peróxido de hidrogênio no espaço extracelular que rodeiam as células tumorais. Pensa-se que seja o peróxido de hidrogênio, ou o efeito pró-oxidante da vitamina C que causa a propriedade anti-tumor. É também este mesmo efeito pró-oxidante que, de fato, ajuda o seu corpo a se livrar de doenças infecciosas.

Assista a entrevista do Dr. Leonard Coldwell abordando a cura do câncer em algumas semanas:

Referências:

http://mercola.fileburst.com/PDF/ExpertInterviewTranscripts/InterviewHunninghake-on-Vitamin-C.pdf

Não trate a sua sede com medicamentos!

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Em 13 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Dr. Fereydoon Batmanghelidj, médico e pesquisador em gastroenterologia, apresenta 13 sintomas gerados pela desidratação crônica. Situações em que a simples e suficiente ingestão de água regularmente trataria sem qualquer medicação ou preveniria. Diz o médico:

A desidratação crônica (aquela não intencional) é origem da maioria das dores e doenças degenerativas no corpo humano. O corpo manifesta desidratação de todas as maneiras como nós, na medicina, inventamos doenças. A boca seca não é o melhor (ou o primeiro) sinal de desidratação e ficar a espera da sede está errado. Sede deve ser evitada. Quando o corpo não recebe a água e você tem dor, este é um sinal de desidratação. A boca pode não estar seca. Dor no corpo pode ser chamado de crise de água no corpo. Se você tem azia, seu corpo está lhe dizendo que falta água em seu trato gastrointestinal. Você teve uma refeição pesada, não havia água suficiente para liquefazer e quebrar a comida e ser absorvida, e com isso, sobrevém a dor.

O médico diz que o consumo regular de água irá:

a) Prevenir e reverter o envelhecimento prematuro
b) eliminar a dor, incluindo azia, dor nas costas, artrite, colite, angina e dores de cabeça (enxaqueca);

 

Dr. Batmanghelidj relaciona os seguintes sintomas da desidratação crônica, que seria totalmente revertido com ingestão de água:

  1. Fadiga e perda de energia: a desidratação dos tecidos provoca baixa atividade enzimática.
  2. Obstipação: quando os alimentos mastigados entram no cólon, é preciso muito líquido para permitir a formação adequadas de fezes. Na desidratação, o cólon leva muita água para outras partes do corpo.
  3. Distúrbios digestivos: na desidratação crônica, a secretação de sucos digestivos é menor.
  4. Anormalidade na pressão sanguínea: o volume de sangue no corpo não é suficiente para preencher completamente todo o conjunto de artérias, veias e capilares.
  5. Gastrite e úlceras do estômago: para proteger suas mucosas em serem destruídas pelo ácido digestivo, o estomago precisa produzir uma camada de muco. Para isso ser feito corretamente, é preciso água.
  6. Problemas respiratórios: as mucosas da região respiratória são ligeiramente úmidas para proteger o trato respiratório de substancias que podem estar presentes no ar inalado.
  7. desequilíbrio ácido-alcalino: desidratação ativa uma desaceleração enzimática produzindo acidificação.
  8. Excesso de peso e obesidade: podemos comer demais, por estarmos ansiando alimentos ricos em água. A sede muitas vezes é confundida com a fome.
  9. Eczema: seu corpo precisa de umidade suficiente para suar adequadamente, a quantidade necessária para diluir as toxinas com o fim de não agredir ou irritar a pele.
  10.  Colesterol: quando a desidratação provoca a retirada de líquido do interior das células, o corpo tenta impedir esta ação produzindo mais colesterol.
  11. Cistite e infecções urinárias: se as toxinas contidas na urina não são suficientemente diluídas, elas atacam as mucosas urinárias.
  12.  Reumatismo: desidratação aumenta de forma anormal a concentração de toxinas no sangue e fluídos celulares, e as dores aumentam na mesma proporção do aumento de toxinas.
  13. Envelhecimento precoce: o corpo de um recém-nascido é composto de 80% de líquido, mas esse percentual cai para não mais do que 70% em um adulta, e continua a diminuir com o a idade.

 Você não está doente, você está com sede. Não trate a sede com medicamentos.- Dr. F. Batmanghelid

Considerando que somos por volta de 70% de água (uma criança é 80% de água), e assim como o médico homeopata e ortomolecular, Dr. Ícaro Alvares Alcântara, autor do livro “Qualidade de Vida”, recomendo o consumo de um copo de água a cada hora. 

Qual a quantidade de água que você ingeriu hoje? Será que está com desidratação crônica?

Sobre a qualidade da água a ser ingerida, sugiro que assistam a entrevista do médico brasileiro Dr. Marco Marcondes:

 Referências

  1. TREATMENT ESSENCIALS, Practicing Natural Allopathic Medicine, Dr. Mark Sircus
  2. http://www.watercure.com/
  3. http://icaro.med.br/livros/qualidadedevida.pdf
  4. http://www.naturalscience.org/fileadmin/portabledocuments/report_water_en.pdf
  5.  

    https://www.sciencebasedmedicine.org/the-water-cure-another-example-of-self-deception-and-the-lone-genius/

Megadoses de vitamina C tem sido observada em curar mais de 30 doenças graves nos últimos 50 anos!

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 Em 12 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

A vitamina C em altas dosagens tem sido utilizada com muito sucesso no tratamento de uma variedade de doenças. O primeiro médico a fazer uso da vitamina C de maneira agressiva para curar doenças foi o Dr. Frederick R. Klener, começando no início dos anos de 1940. Dr. Klenner curava a catapora, sarampo, caxumba, tétano e poliomielite, com enormes doses de vitamina C.

O médico Dr. Frederick Robert Klener formado na Faculdade de Medicina da Universidade de Duke, era especialista em doenças do tórax e realizava esta terapia com altas doses de vitamina C no tratamento de uma variedade de doenças.

 A seguir apresento a lista das condições que o Dr. Klenner tratava com sucesso por meio da terapia de megadoses de vitamina C[1]:

  1. Pneumonia
  2. Encefalite
  3. Herpes zoster
  4. Herpes Simplex
  5. Mononucleose
  6. Pancreatite
  7. Hepatite
  8. A febre maculosa
  9. Infecção da bexiga
  10. Alcoolismo
  11. Artrite
  12. Alguns tipos de câncer
  13. Leucemia
  14.  Aterosclerose
  15.  Rompimento do disco intervertebral
  16.  Colesterol elevado
  17.  Úlcera da Córnea
  18.  Diabetes
  19. Glaucoma
  20. Esquizofrenia
  21. Queimaduras
  22. Infecções secundárias
  23. Insolação
  24. Radiação
  25. Queimaduras
  26.  Intoxicação por metais pesados (mercúrio e chumbo)
  27. Picadas venenosas (insetos, cobras)
  28. Esclerose Múltipla
  29. Fadiga Crônica
  30. Complicações de Cirurgia

 

 Dr. Klenner fez uso de megadoses de vitamina C por mais de 40 anos de prática de medicina, e escreveu dezenas de artigos médicos sobre o assunto. A lista completa de seus artigos estão contidos no “Guia Clínico do uso de vitamina C”, editado por Lendon H. Smith, médico, Life Sciences Press, Tacoma, WA (1988). – http://www.seanet.com/~alexs/ascorbate/198x/smith-lh-clinical_guide_1988.htm

 Dr. Klenner chegou a escrever o seguinte: “Alguns médicos ficariam perto e veriam o seu paciente morrer, ao invés de usar o ácido ascórbico (vitamina C), porque em suas mentes finitas ela só existe como uma vitamina”.

 A vitamina C é muito segura, mesmo nas doses elevadas, e comparando com o uso de medicamentos prescritos ordinariamente, os efeitos colaterais são praticamente inexistentes. Poderiam agora perguntar, mas não causam pedras nos rins altas doses de vitamina C? Respondo com tranqüilidade: Não, o uso de vitamina C não é causa de pedras nos rins, ela trata e previne pedras nos rins.[2] É exatamente o contrário do que alguns profissionais de saúde afirmam. Na realidade, a vitamina C aumenta o fluxo de urina e auxilia de forma favorável a redução do PH, já que a urina ligeiramente ácida ajuda a prevenir infecções do trato urinário, e dissolve o fosfato e presença de cálculos renais. Uma forma de tornar a urina levemente ácida é ingerindo vitamina C. A pedra em fosfato de cálcio só pode existir em uma urina que não seja ácida (urina de PH neutro à alcalina) e a vitamina C acidifica levemente a urina. Assim, vitamina C trata e previne pedras nos rins, pois 90% de todas as pedras são pedras de cálcio, e cálcio é solúvel em meio ácido.

Em verdade, a causa de pedras nos rins são outras, e incluem um histórico de hipertensão, obesidade, desidratação crônica, má alimentação e baixa ingestão de magnésio. Mas, não o consumo de vitamina C.[3]

O médico William J. McCormick usa a vitamina C desde o final da década de 1940 para PREVENIR E TRATAR pedras nos rins. A vitamina C não aumenta significativamente os níveis de oxalato, e pedras de ácido úrico nunca foi resultado de seu uso. “A história de pedra nos rins por ácido ascórbico é um mito”, disse Dr. Klenner.

 Qual seria o mecanismo antiviral da vitamina C, pode se questionar. Há vários efeitos antivirais conhecidos ou sugeridos em estudos científicos. [4]A propriedade antioxidante do ascorbato (vitamina C) promove um ambiente redutor na corrente sanguínea e tecidos, o que aumenta a resposta do organismo ao estresse oxidativo da inflamação[5], ajudando assim a combater os micróbios e vírus que propagam em condições de estresse.[6]

Ascorbato (vitamina C) foi comprovado ainda por ter efeitos antivirais específicos por meio da inativação do RNA e DNA de vírus.[7]

A vitamina C está envolvida em várias funções de reforço do sistema imunitário. Ascorbato aumenta a produção de interferon, que ajuda a evitar que as células sejam infectadas por algum vírus.[8] Ascorbato estimula a atividade de anticorpos[9] e em megadoses parece ter um papel na produção de energia mitocondrial[10].

E quais seriam as doses terapêuticas (para tratamento de doenças graves)?

Segundo o protocolo do Dr. Klenner para megadoses de vitamina C, o cálculo básico seria de 350mg à 700mg por peso/dia, intravenosamente, dividindo no intervalo de 2 horas. Dessa forma, uma pessoa de 100kg poderia ingerir diariamente, de forma terapêutica (para tratar alguma patologia), 35 gramas de vitamina C, dividindo a cada 2 ou 3 horas durante todo o dia. A dosagem é avaliada também, evidentemente, conforme a gravidade e estágio da doença. Quanto mais grave e avançada, maior é a necessidade da alta dosagem.

 Esta alta dosagem é terapêutica, não deve ser utilizada pela pessoa comum, saudável. Dr. Linnus Pauling – PhD (ganhador de Prêmio Nobel) já declarou que chegou a ingerir 18 gramas de vitamina C diariamente.[11] Dr. Klenner enfatizou que pequenas quantidades não funcionam. Ele disse: “Se você quer resultados, use ácido ascórbico em dose adequada (vitamina C).”

Quais os cuidados devem ser verificados nas altas dosagens terapêuticas? O Dr. Dr. Ronald Hunninghake, médico especialista em megadoses de vitamina C, alerta o seguinte:

 “No entanto é importante ter o G6PD (GLICOSE-6-FOSFATO-DESIDROGENASE) verificado. Verifique se há deficiência de G6PD, antes de iniciar a vitamina C. G6PD é uma enzima que as células vermelhas do sangue necessitam para manter a integridade da membrana. O que muitas pessoas não entendem é que altas doses de vitamina C intravenosa é um forte pró-oxidante. E dando um pró-oxidante, para um paciente com deficiência de G6PD pode causar a hemólise das células vermelhas do sangue. Assim, a administração intravenosa de vitamina C deve ser feita com este cuidado.”[12]

 Dr. Hunninghake explica também o uso da vitamina C em altas doses para o tratamento do CÂNCER:

 Em nosso segundo ano Riodan IVC e Conferência de Câncer realizada há algumas semanas no Japão, tivemos o Dr. H. Chen, que foi o autor, junto com Mark Levine, sobre altas doses de vitamina C como fonte para criação de peróxido de hidrogênio no espaço extracelular que rodeiam as células tumorais. Pensa-se que seja o peróxido de hidrogênio, ou o efeito pró-oxidante da vitamina C que causa a propriedade anti-tumor. É também este mesmo efeito pró-oxidante que, de fato, ajuda o seu corpo a se livrar de doenças infecciosas.[13]

 Doses orais também podem ser utilizadas com muito sucesso, e a dosagem é verificada pela dose de tolerância intestinal, e divididas durante todo o dia (em intervalos de 2 e 3 horas). É que a vitamina C pode apresentar algum efeito laxante, por isso, deve ter cautela no seu uso. O ideal é aumentar a dose com cuidado, até atingir a alta dosagem necessária. Caso apresente algum desconforto, apenas diminua a dose.

 Uso preventivo de vitamina C

 Quanto à doses preventivas, o Dr. Hunninghake diz que “para um paciente comum, eu incentivo a tomar no mínimo da dose de Linus Pauling, que é de 1 grama, duas vezes por dia, de vitamina C. Certamente, você pode ir além disso. Se você está sofrendo de infecções crônicas ou fadiga crônica você pode aumentar gradualmente a dose até o chamada dose de tolerância do intestino.”

 Dr. Brownstein em seu livro “Drugs that Dont Work and Natural Therapies That Dorecomenda doses de 3 à 5 gramas de vitamina C diariamente, e se necessário (em caso de doenças) a dose pode ser elevada.

 Dr. Klener, em doses preventivas, recomenda doses de 10 à 15 gramas por dia. Ele aconselha os pais a darem aos seus filhos um grama por idade. Assim, filhos de 1 ano, 1 grama, 2 anos, 2 gramas, até atingir 9 anos com 9 gramas. Para crianças mais velhas, recomendava estabilizar 10 gramas por dia de vitamina C.[14]

Em minha opinião, a melhor forma de suplementação de vitamina C é através da chamada vitamina C LIPOSSOMADA. Segundo o médico Dr. Thomas Levy: “Minha opinião clínica é que um grama de vitamina C encapsulada em lipossomas [VITAMINA C LIPOSSOMADA], adequadamente produzida e oralmente ingerida, é tão ou mais eficaz do que 5 à 10 gramas de vitamina C administrada por via intravenosa, para uma síndrome viral aguda.” (http://www.peakenergy.com/articles/nh20140411/Exposing-the-truth-about-liposomal-nutrients/)

É hora de se utilizar doses efetivas da vitamina C para o tratamento de doenças. Preocupar-se com efeitos secundários do seu uso (praticamente inexistentes, segundo estudos científicos) e recomendar uso de medicamentos com fortes efeitos adversos, não é preocupar-se verdadeiramente com o paciente.Os três aspectos mais importantes na terapia eficaz de vitamina C são: dose, dose e dose. Se você não tomar a suficiente, você não vai obter os efeitos desejados” – Dr. Thomas Levy, médico cardiologista.

Considerando que a dosagem da vitamina C depende a efetividade do tratamento, essa avaliação deve ser feita por meio de um médico ou nutricionista, que compreendam do uso da vitamina C em altas doses. Há cautelas para o uso de vitamina C em doses elevadas, como alertado na matéria. Assim, procure um médico ou nutricionista de sua confiança para realizar a terapia.


[4] Levy TE (2002) Curing the Incurable: Vitamin C, Infectious Diseases, and Toxins. ISBN-13: 9781401069636; Webb AL, Villamor E (2007) Update: Effects of antioxidant and non-antioxidant vitamin supplementation on immune function. Nutrition Reviews 65:181-217

[5] Wintergerst ES, Maggini S, Hornig DH (2006) Immune-enhancing role of vitamin C and zinc and effect on clinical conditions. Ann Nutr Metab. 50:85-94.

[6]  Kastenbauer S, Koedel U, Becker BF, Pfister HW (2002) Oxidative stress in bacterial meningitis in humans. Neurology. 58:186-191.

[7] Murata A, Oyadomari R, Ohashi T, Kitagawa K. (1975) Mechanism of inactivation of bacteriophage deltaA containing single-stranded DNA by ascorbic acid. J Nutr Sci Vitaminol (Tokyo). 21:261-269.; Harakeh S, Jariwalla RJ, Pauling L (1990) Suppression of human immunodeficiency virus replication by ascorbate in chronically and acutely infected cells. Proc Natl Acad Sci USA. 87:7245-7249.; White LA, Freeman CY, Forrester BD, Chappell WA (1986) In vitro effect of ascorbic acid on infectivity of herpesviruses and paramyxoviruses. J Clin Microbiol. 24:527-531.

[8] Gerber, WF (1975) Effect of ascorbic acid, sodium salicylate and caffeine on the serum interferon level in response to viral infection. Pharmacology, 13: 228.;  Karpinska T, Kawecki Z, Kandefer-Szerszen M (1982) The influence of ultraviolet irradiation, L-ascorbic acid and calcium chloride on the induction of interferon in human embryo fibroblasts. Arch Immunol Ther Exp (Warsz). 30:33-37..

[9] Anderson R, Dittrich OC (1979) Effects of ascorbate on leucocytes: Part IV. Increased neutrophil function and clinical improvement after oral ascorbate in 2 patients with chronic granulomatous disease. S Afr Med J. 1;56476-80.

[10] Gonz lez MJ, Miranda JR, Riordan HD (2005) Vitamin C as an Ergogenic Aid. J Orthomolecular Med 20:100-102.

Vitamina C no tratamento de doenças cardíacas com reversão de placa aterosclerótica e prevenção de ataques cardíacos

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Em 11 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia verificaram em estudo que participantes que ingeriram a pequena dose de vitamina C por dia, tiveram uma queda de 24% no plasma da proteína C-reativa – PCR (marcador inflamatório envolvido em doenças cardíacas), após 2 meses. Pesquisas recentes sugerem que o PCR pode ser um melhor preditor de doença cardíaca do que os níveis de colesterol. Proteína C reativa é um marcador de inflamação, e há um crescente número de evidências  de que a inflamação crônica está associada a um risco aumentado de doença cardíaca, diabetes e até mesmo doença de Alzheimer, informa Dr. Gladys Block, professor de epiodemiologia da UC Berkeley, autor principal do estudo.

Segundo o médico Dr. Mark Hyman, em seu livro Ultrametabolism, diz que:

“Exame de proteína C-reativa ultra-sensível (PCR-us) – esse é o melhor exame para diagnosticar inflamação. Ele mede seu nível geral, embora não aponte sua origem. O motivo mais comum para um índice elevado da proteína C-reativa é a síndrome metabólica, ou a resistência à insulina.”

Dr. James Enstrom da Universidade da Califórnia estudou a ingestão da vitamina C em mais de 11 mil pessoas por 10 anos. Ele descobriu que uma pequena dose da vitamina C reduziu o risco de doenças cardíacas em 50% em homens e 40% em mulheres.

Doutor GC Willis descobriu que as pessoas que tomam uma dose de vitamina C por dia por 12 meses, inverteu placa aterosclerótica enquanto que aqueles que não ingeriram a vitamina pioraram a placa. Fica evidente que a vitamina C é necessária para a saúde vascular. Baixos níveis de vitamina C no sangue estão ligados a uma forma grave de doença arterial periférica, uma condição frequentemente dolorosa em que os vasos sanguíneos das pernas ficam bloqueados – Journal Circulatin of American Heart Association.

 Dr. Sydney Bush – PhD tem documentado a reversão da placa aterosclerótica com a suplementação da vitamina C. Fotos da retina tirada em 2002 (foto acima) revela doença arterial (estreitamento dos vasos). Fotos da retina à direita confirmam que as artérias (pericorneal) alargaram e algumas reapareceram após a suplementação diária de vitamina C.

 Dr. Linus Pauling já disse que doença cardíaca é uma manifestação de escorbuto crônica e que placa aterosclerótica é um mecanismo que evoluiu para reparar os vasos sanguíneos e artérias danificadas pela deficiência crônica de vitamina C. Além disso, doença cardíaca, diabetes e acidentes vasculares cerebrais são também diretamente ligadas a deficiências de magnésio. – http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2001/03/28/linus-pauling.aspx

Vários estudos não só indicam que a vitamina C protege contra doenças cardiovasculares, mas também diminui muito o risco de sofrer um ataque cardíaco. Por exemplo, um estudo finlandês com homens de meia idade, sem evidencia de doença cardíaca pré-existente, verificaram que aqueles que eram deficientes em vitamina C foram 3,5 vezes mais propensos a sofrerem ataques cardíacos em comparação com aqueles que não eram deficientes. Logo, a deficiência de vitamina C é um fator de risco para ataque cardíaco – BMJ. 1997 Mar 1;314(7081):634-8.

 Em outro estudo, indivíduos no quartil mais elevado de ingestão de vitamina C apresentaram o resultado impressionante da diminuição de 80% do risco em ataque cardíaco em comparação com aqueles com quartil inferior deste nutriente –  Acta Med Port. 1998 Apr;11(4):311-7.

 Vale registrar ainda que já é sabido (por estudos científicos) que vitamina C NÃO causa pedras nos rins, como algumas ainda acreditam e insistem em repetir essa informação equivocada sobre o consumo de vitamina C. Diversos estudos já demonstraram que vitamina C, mesmo em alta dose, não gera pedras nos rins – http://orthomolecular.org/resources/omns/v01n07.shtml. ( Wandzilak TR, D’Andre SD, Davis PA, Williams HE (1994) Effect of high dose vitamin C on urinary oxalate levels. J Urology 151:834-837.).

Procure um profissional de saúde de sua confiança e verifique se possui deficiência desta poderosa vitamina, e inclua em seu tratamento ou aja preventivamente fortalecendo sua saúde. É bom ter em mente que: “Os três aspectos mais importantes na terapia eficaz de vitamina C são: dose, dose e dose. Se você não tomar a suficiente, você não vai obter os efeitos desejados” – Dr. Thomas Levy, médico cardiologista.

Referências:

  1. TREATMENT ESSENCIALS, Practicing Natural Allopathic Medicine, Dr. Mark Sircus
  1. http://www.vitamincfoundation.org/bush/more.html
  2. http://orthomolecular.org/resources/omns/v01n07.shtml
  3. http://www.nydailynews.com/life-style/health/vitamin-linked-reduced-stroke-risk-article-1.1618380
  4. http://www.lef.org/magazine/mag99/may99-report3.htm
  5. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2001/03/28/linus-pauling.aspx
  6.  Nyyssonen K, ParviainenMT, Salonen R, Tuomilehto J, Salonen JT. Vitamin C deficiency and risk of myocardial infarction: prospective population study of men from eastern Finland. BMJ. 1997 Mar 1;314(7081):634-8.
  7. Lopes C, Von HP, Ramos E, et al. Diet and risk of myocardial infarction. A case-control community-based study. Acta Med Port. 1998 Apr;11(4):311-7
  8. Chambers JC, McGregor A, Jean-Marie J, Obeid OA, Kooner JS. Demonstration of rapid onset vascular endothelial dysfunction after hyperhomocysteinemia: an effect reversible with vitamin C therapy. Circulation. 1999 Mar 9;99(9):1156-60.
  9. Plotnick GD, Corretti MC, Vogel RA. Effect of antioxidant vitamins on the transient impairment of endothelium-dependent brachial artery vasoactivity following a single high-fat meal. JAMA. 1997 Nov 26;278(20):1682-6.
  10. Tousoulis D, Xenakis C, Tentolouris C, et al. Effects of vitamin C on intracoronary L-arginine dependent coronary vasodilatation in patients with stable angina. Heart. 2005 Oct;91(10):1319-23.
  11. Schindler TH, Nitzsche EU, Munzel T, et al. Coronary vasoregulation in patients with various risk factors in response to cold pressor testing: contrasting myocardial blood flow responses to short- and long-term vitamin C administration. J Am Coll Cardiol. 2003 Sep 3;42(5):814-22.
  12. Nam CM, Oh KW, Lee KH, et al. Vitamin C intake and risk of ischemic heart disease in a population with a high prevalence of smoking. J Am Coll Nutr. 2003 Oct;22(5):372-8.

POLUIÇÃO ELETROMAGNÉTICA CAUSA CÂNCER E CARDIOPATIAS

Em 09 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro. Nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

 

Seu suplemento alimentar possui o aditivo potencialmente nocivo ESTEARATO DE MAGNÉSIO?

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Em 08 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

É sabido que muitos medicamentos, vitaminas e suplementos contem mais do que apenas ingredientes ativos. São acrescidos ‘agentes de fluxo’ em suas composições. O objetivo destes componentes é tornar a fabricação mais ágil e mais fácil, e não usá-los aumentariam os custos de produção e preço de venda final do produto. Todavia, não há nenhuma razão evidente para a adição destas substancias em benefício da saúde do consumidor.

 O ESTEARATO DE MAGNÉSIO é um aditivo geralmente utilizado e potencialmente prejudicial encontrado em muitos suplementos (ex: shakes). O consumo desta substancia em logo prazo pode ser a causa de possíveis danos ao intestino, até mesmo podendo impedir a absorção adequada de nutrientes.

 O estearato de magnésio é formado pela ação de magnésio e ácido esteárico. O composto tem propriedades de  lubrificação, e por isso é usado frequentemente na fabricação de suplementos, já que permite que as máquinas funcionem mais velozmente e de forma suave.

 No entanto, há estudos que demonstram que o ácido esteárico suprimem as células T-natural killer, que são células chave do sistema imunológico. De acordo com este estudo, o ácido esteárico provoca o colapso da membrana celular (a integridade), que em última instância, pode chegar a destruir a função celular.

 O médico Dr. Joseph Mercola comenta o seguinte:

Em minha opinião, se você está tomando um suplemento, certifique-se que é de alta qualidade, suplemento à base de alimentos naturais que NÃO INCLUAM cargas potencialmente nocivas e aditivos, tais como ESTEARATO DE MAGNÉSIO.

 Outro problema levantado em relação ao estearato de magnésio é o fato deste produto ser originado a partir de óleos hidrogenados, tais como óleo de semente de algodão. Esta cultura geralmente é geneticamente modificada, e mesmo quando não seja, o óleo de algodão tende a ter altos níveis de resíduos de pesticidas.

 Com base nisso, durante a sessão do Comitê do Codex sobre Aditivos Alimentares (CCFA) de março de 2010, foi recomendado que estearato de magnésio (sais de magnésio de ácidos gordos) fosse excluído, uma vez que não tem nenhum uso conhecido nos alimentos.

 Mas, no ano seguinte, na sessão CCFA de março de 2011, a Aliança Internacional das Associações de Suplementos Dietéticos (IADSA) apresentou um pedido para restabelecer o estearato de magnésio como aditivo alimentar, que posteriormente foi reintegrado sob o número INS 470 (iii).

 Sobre esse episódio, um artigo destacou o seguinte: “…o Comitê Misto de Peritos em Aditivos Alimentares (JECFA) agora exige dados de toxidade para comprovar nova composição do estearato de magnésio, apesar de seu uso histórico em suplementos. Segundo JOHN VERNARDOS, vice-presidente sênior de assuntos regulatórios para o marketing da rede mundial HERBALIFE, que apresentou esta questão recente na conferência de NIA Oeste, em Laguna Beach, o custo estimado desses dados toxicológicos em estearato de magnésio custaria 180.000 dolares. Nenhum fabricante ainda se ofereceu para pagar a conta.”

 Sobre esse ponto, Dr. Joseh Mercola comenta que:

 Parece que  se alguém aceitar a tarefa de fazer a necessária pesquisa com o fim de provar a segurança como um aditivo alimentar, ele [estearato de magnésio] vai ser eliminado do mercado. Considerando o fato de que a maioria dos fabricantes de suplementos usam estearato de magnésio, a reação é esperar. Mas, para as empresas que já operam sem estearato de magnésio, é apenas uma prova de que eles estiveram certos o tempo todo.

 Eliminando este componente do produto equivale a ter um pouco maior de custos na produção, já que as máquinas não podem trabalhar tão rapidamente, e portanto,  não poderiam produzir muito em um determinado dia. Mas, eu acredito que o aumento do custo vale a pena. É realmente importante para mim primeiro que não faça mal, e que sejam tomadas precauções extras para garantir que os produtos vendidos sejam de altíssima qualidade e pureza.

Abaixo segue um video do Dr. Randy Johns falando sobre o estearato de magnésio:

 Referências:

 http://media.mercola.com/imageserver/public/whole-food-supplement-dangers-references.pdf

Agrotóxicos tem sido a causa de graves doenças, como eliminá-los dos alimentos?

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Em 06 de março de 2014. Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35)  3531-8423.

Você está ingerindo ‘Roundup, todos os dias? (O Brasil recebeu sua primeira amostra para testes em 1972 e, em 1978, o produto, ainda importado, chegava ao País para ser comercializado. Ele passou a ser produzido no Brasil em 1984).

O glifosato é o ingrediente ativo no herbicida ‘Roundup’ da Monsanto, que é pulverizada em grandes quantidade nas lavouras, os chamados “Roundup Ready, “.

De acordo com a revista alemã Ithaka, 1 a cada amostra de urina simples coletadas de moradores da cidade nos arredores de Berlim, deram ‘positivo’ para o glifosato, com valores variando de 0,5 a 2 nanogramas por mililitro ( ng / ml) – que é entre 5 e 20 vezes o limite superior permitido para glifosato em água potável alemã, que é de 0,1 ng / ml. De acordo com o artigo em destaque.

” O glifosato provavelmente entrou em quase todas as nações ao longo dos últimos 10 anos, através de sua crescente presença em uma variedade de alimentos consumidos diariamente”.

 De acordo com o artigo publicado no Los Angeles Times, dois pesquisadores ligaram a exposição ao DDT para o desenvolvimento da doença de Alzheimer ao longo da vida. O estudo publicado na revista JAMA de Neurologia, descobriu que os pacientes diagnosticados com a doença de Alzheimer tinham níveis significativamente mais elevados de DDT e seu metabólito DDE no sangue, o que é quatro vezes mais em comparação das pessoas da mesma idade que não tinham a doença. O autor principal, Jason Richardson disse ao LA Times que além disso estudos apontam que o DDT leva as pessoas ao diabetes. O DDT foi proibido porém estamos sendo expostos a outro veneno sintetizado pela MONSANTO mais tóxico e letal, por nome GLIFOSATO – ROUNDUP.

Diagnosticando o Alzheimer mais cedo, e com melhor eficácia do que muitos exames invasivos. – peça ao seu Médico esta avaliação se porventura alguém na família tenha sido acometido pela doença.

Para eliminação de agrotóxicos, assista o video abaixo do médico nutrólogo e cardiologista, Dr. Lair Ribeiro:

Referências:

1 Alzheimer’s Association 2011 Alzheimer’s Disease Facts and Figures
2 Los Angeles Times January 28, 2014
3 JAMA Neurology January 27, 2014 [Epub ahead of print]
4 Lancet 371 (9609): 287–8
5 Environ. Health Perspect. 117 (7): 1076–1082

6. http://www.ithaka-journal.net/herbizide-im-urin?lang=en

SAM-e garante a saúde do fígado sendo capaz de tratar diversas patologias hepáticas

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Em 01 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

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35 3531 8423    juliocaleiro@hotmail.com


 

By Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

O SAM-e (S-adenosilmetionina) tem um papel fundamental na função saudável do fígado, e por extenção, na própria sobrevivência do corpo. Um grupo de pesquisadores tem chamado o SAMe de ‘um controlador que regula a função hepática (. FASEB J. 2002 Jan;16(1):15-26). Por meio de um tipo de reação conhecida como transulfuração, Same promove a produção de glutationa, o apropriadamente apelidado de antioxidade mestre usado em todo o corpo para controlar os perigosos radicais livres. No fígado, no entanto, a glutationa desempenha uma das funções mais importantes do órgão: auxiliar na remoção de toxinas perigosas. Am J Clin Nutr. 2002 Nov;76(5):1151S-7S.

 A glutationa realiza essa façanha de agilidade bioquímica anexando-se a moléculas tóxicas como pesticidas ingeridas com os alimentos, tornando-se solúvel em água, e portanto, capaz de ser liberado pelo corpo. Quando o fígado está sobrecarregado por situações como alcoolismo crônico, nívies de glutationa podem cair, diminuindo a capacidade do corpo em eliminar o etanol e outros venenos. Lesão hepática grave pode ser um resultado. O uso de SAMe tem sido mostrado em aumentar a sinalização de níveis de glutationa, e tem sido usado para tratar cirrose e hepatite, duas condições altamente prevalentes que afligem as vítimas de alcoolismo ( Best Pract Res Clin Gastroenterol. 2003 Aug;17(4):625-47.; Am J Addict. 2001;10 Suppl:29-50.).

 A razão de SAM-e ser importante para o fígado é que 80% de metionina no fígado é convertido em SAM-e. O uso mesmo oral tem sido demonstrado em provocar o real aumento dos níveis de glutationa nas células do fígado e do sangue (J Physiol Biochem. 2000 Sep;56(3):189-200.; Alcohol. 1994 Sep;29(5):597-604.). SAM-e tem sido usado para tratar uma variedade de patologias do fígado, incluindo, hepatite, colestase, icterícia obstrutiva, cirrose (Am J Clin Nutr. 2002 Nov;76(5):1151S-7S;  FASEB J. 2002 Jan;16(1):15-26; Am J Addict. 2001;10 Suppl:29-50; Am J Clin Nutr. 2002 Nov;76(5):1183S-7S.; Alcohol. 2002 Jul;27(3):173-7;  J Hepatol. 2000;32(1 Suppl):113-28.; Kaohsiung J Med Sci. 2001 Sep;17(9):455-60;  Alcohol. 2002 Jul;27(3):151-4).

Foi sugerido que SAMe desempenha um papel na prevenção no desenvolvimento do câncer de fígado (Hepatology. 2002 Feb;35(2):274-80.; Alcohol. 2002 Jul;27(3):193-8). Em laboratório, os cientistas já conseguiram comprovar a capacidade de SAMe em induzir a apoptose seletiva, isto é: as células hepáticas cancerosas são induzidas a cometer suicídio, enquanto as células normais permanecem intocáveis (Hepatology. 2002 Feb;35(2):274-80.).

 * Todas as referências científicas estão citadas no corpo do texto.

L.E F