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INFORMATIVO – Óleos vegetais parcialmente hidrogenados e a proporção perigosa entre OMEGA3 E 6!

Publicado em 24 de Fevereiro de 2014 –  email – juliocaleiro@hotmail.com

By; Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Tel consultório – 35-3531-8423

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Óleos vegetais e a proporção perigosa entre OMEGA3 E 6!

O aumento do consumo de óleos vegetais processados ​​conduziu também a uma composição de ácido graxo severamente desequilibrados, uma vez que estes óleos fornecem grandes quantidades de gorduras omega-6. A proporção ideal de ômega -3 e ômega- 6 é de 1:1 , mas a nossa dieta típica ocidental é (01:20)-(01:50). O excesso de gordura ômega-6 e pouco ômega -3 define o palco para os problemas de saúde  incluindo doenças cardiovasculares, câncer, depressão e doença de Alzheimer, artrite reumatóide e diabetes, só para citar algumas.

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Referências:
http://www.businessinsider.com/whats-wrong-with-the-modern-diet-charts-2014-2

Hipertensão pode ser tratada com magnésio

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Em 20 de fevereiro de 2014, por Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

A hipertensão que é uma condição geradora de diversas mortes no mundo, pode estar relacionada diretamente com a deficiência de MAGNÉSIO. Dois nutrientes se destacam no tratamento: potássio e magnésio. Todavia, a deficiência de magnésio impede o uso do potássio pelas células. Com isso, já se vê que de nada adianta ingerir alimentos ricos em potássio, se há, ainda, deficiência de magnésio. Já se comprovou cientificamente, por meio de vários estudos rigorosos, que a suplementação de magnésio teve resultados significativos na redução da pressão arterial sistólica e diastólica.

Porém, há várias formas de magnésio e cada qual com sua devida aplicação. Há formas de magnésio que devem ser evitadas, dentre elas, cito o aspartato de magnésio. Por que? O aspartato de magnésio é a combinação de ácido aspártico e magnésio. O ácido aspártico (componente do aspartame) tem efeito excitador do sistema nervoso (neurotóxico). ). Dr. Russel Blaylock, médico neurocirurgião (fellowship em neurocirurgia), autor de diversos livros e artigos sobre saúde, alega que o aspartato de magnésio pode oferecer ao corpo muito ácido aspártico, que resulta em estimulação cerebral, e assim, recomenda evitá-lo. Esse entendimento é acompanhado pela especialista em magnésio, Dra. Carolyn Dean. Assim, esses detalhes são extremamente importantes na escolha do magnésio.

A dosagem também é individual e deve ser analisada na necessidade de cada pessoa. A dose insuficiente não fará o efeito necessário, doses exageradas trarão outros danos à saúde. Procure um profissional de saúde que compreenda o uso deste importante mineral em benefício à saúde, em prevenção e tratamento de doenças.

Referências:

1. Reyes AJ, Alcocer, L. Minding magnesium while treating essential hypertension with diuretics. In: Theophanides T, Anastassopoulou J. Magnesium: Current Status and New Developments: Theoretical, Biological, and Medical Aspects. 1st ed. Dordrecht, Netherlands: Kluwer Academic Publishers; 1997

2. Sheehan JP, Seelig MS. Interactions of magnesium and potassium in the pathogenesis of cardiovascular disease. Magnesium. 1984;3(46):30114

3. Am J Hypertens. 1993 Jan;6(1):41-5.

4. Int J Cardiol. 1996 Oct 11;56(2):177-83.

5. Br J Nutr. 1997 Nov;78(5):737-50.

6. The Magnesium Miracle, Dra. Carolyn Dean, Ballantine Books, 2008.

Terapia de Oxigênio atinge a base da vida e pode solucionar inúmeras patologias

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Em 17/02/2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423. 

(Colaboração especial de Luciano Caleiro Pimenta Jr – estudante do curso de Biologia Ortomolecular)

Para um orientação Expressa envie emails para:  juliocaleiro@hotmail.com

O oxigênio é vital para o funcionamento saudável e perfeito do nosso organismo. O oxigênio compreende 65% do nosso corpo. Como que algo que representa 65% de todo nosso corpo não é dada a devida atenção quando o assunto é saúde? Podemos viver alguns dias sem água, algumas semanas sem alimento, mas não vivemos alguns minutos sem oxigênio. Todas as nossas funções do corpo são reguladas pelo oxigênio, e que deve ser substituído de momento em momento, pois 90% da nossa energia vital depende disso.  Noventa por cento de toda nossa energia biológica se origina no oxigênio. Logo, pergunto novamente: como isso não pode ser importante? O oxigênio dá energia para a célula para que ela possa regenerar. O oxigênio é o único elemento capaz de se combinar com praticamente todos os outros elementos , para formar os componentes essenciais necessários para construir e manter nossos corpos. Dr. Stephen Levine, um biólogo molecular e especialista em nutrição, importante pesquisador, afirmou: “Podemos olhar para a deficiência de oxigênio como a única grande causa de todas as doenças.” Com isso, já considerou que sua patologia/doença também pode ter uma origem ou estar envolvida na deficiência de oxigênio?

O oxigênio alimenta todas as células do nosso corpo, dispara suas reações químicas, e elimina toxinas e resíduos. A deficiência de oxigênio desempenha um papel importante na contaminação celular. Isso porque o oxigênio é um desintoxicante potente e poderoso e quando está em um quadro de deficiência, as toxinas começam a devastar as funções corporais e esgotar o corpo de energia que gera a vida. Os sintomas iniciais da deficiência de oxigênio podem incluir, dentre outros: fraqueza geral, fadiga, problemas de circulação, má digestão, dores musculares, tonturas, problemas de circulação, má digestão, problemas de humor, perda de memória, comportamento irracional, irritabilidade, acidez estomacal e complicações brônquicas.

Quando o sistema imunitário é comprometido pela falta de oxigênio, o corpo fica mais suscetível a infecções bacterianas, virais e parasitárias, resfriados e gripes. Em casos mais extremos, a privação de oxigênio pode desencadear doenças potencialmente fatais.

Dr. Otto Warburg, o bioquímico renomado e ganhador do Prêmio Nobel, já  nos alertava com a hipótese de que as células cancerosas não podem crescer em um ambiente rico em oxigênio. Suas palestras revelavam que quando a oxidação falha e a fermentação é substituída pela energia de uma célula, o caminho para o câncer está aberto. Dr. Warburg disse que: “a principal causa do câncer é a substituição da respiração de oxigênio normal das células do corpo por uma respiração celular anaeróbio (sem oxigênio)”.

No livro “A terapia Z” há a seguinte informação:

“As terapias convencionais contra o câncer, como quimioterapia e terapia por radiação, produzem eventos ativados por oxigênio que matam as células cancerígenas.  Uma moderna droga contra o câncer, o verteporfin, aumenta a quantidade de oxigênio dentro dos tumores, e isto destrói os tumores mais eficazmente do que a própria terapia de radiação. No tratamento da esclerose múltipla, os caríssimos remédios interferon funcionam por elevar o nível de oxigênio do corpo. Assim, podemos concluir facilmente que muitas das drogas prescritas pelos médicos agem com base neste principio de oxigenação do corpo que é descrito neste livro. A grande diferença é que tais drogas são geralmente muito caras, e produzem efeitos colaterais danosos.”

Cientistas e médicos experientes concordam que a causa mais comum de distúrbios metabólicos é o sangue deficiente em oxigênio. Fica reconhecível ou detectável  pela criação maior de ácido úrico. Este veneno do corpo é a causa básica de muitas doenças crônicas.

O oxigênio desempenha um papel de guardião importante do corpo e protetor contra bactérias hostis. Uma das principais funções do oxigênio é de desintegração de lixos, toxinas, detritos e substâncias inúteis que são destruídos [pelo oxigênio] e jogados fora, promovendo limpeza celular. Há algumas modalidades de terapias com oxigênio, algumas que aumentam o teor de oxigênio disponível no corpo e outra que aumenta a capacidade de se utilizar ou promover a absorção do oxigênio. Dentre elas cito: garrafas de oxigênio, terapia de ozônio (ozonioterapia), Peróxido de Hidrogênio (H2O2), exercícios de respiração (ex: yoga), oxigênio hiperbárico.

Todavia, todos estes acima tem suas aplicações específicas, suas vantagens e algumas desvantagens. Por exemplo, o uso constante de Peróxido de Hidrogênio [H2O2] pode se correr o risco de aumentar o número de radicais livres no corpo, o que é causa de outras graves doenças, devido a inundação de oxigênio rapidamente. Já o ozônio é muito instável e precisa ser aplicado corretamente com acompanhamento rigoroso de um profissional de saúde (não é uma aplicação simples, principalmente na forma injetável).

Todavia, HÁ SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR ESPECÍFICA capaz de otimizar o uso e absorção do oxigênio presente no corpo, levando-o para toda parte do organismo, onde é preciso, de maneira natural e fisiológica. Esta forma alimentar é muito mais simples, segura e eficiente, comparada com as demais terapias de oxigênio, e foi resultado de mais de 50 anos de pesquisas. Além disso, esta suplementação já é usada e conhecida há mais de 30 anos (desde janeiro de 1978), fruto de intensos estudos do pesquisador, Everett Lafayette Storey, o qual  chegou a ser chamado de gênio por Albert Einstein. Os resultados em benefício à saúde são surpreendentes, já que esta terapia atinge a base da vida: a energia celular – mitocôndrias.

Referências:

Vital Cellular Nutrition for the New Millennium, Dr. Dr. David S. Dyer, 2ed.

Terapia Z – O maior segredo de todos os tempos!?, Dr. Marco Marcondes.

Esclerose Lateral Amiotrófica está na lista de doenças que respondem à terapia de ozônio, segundo o médico Dr. Saul Pressman

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Em 16 de fevereiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

O médico Dr. Saul Pressman, especialista na terapia com Ozônio e autor do livro ‘The Story of Ozone‘, traz uma importante informação sobre o tratamento da Esclerose Lateral Amiotrófica por meio da ozonioterapia, vejamos:

 “A Esclerose lateral amiotrófica é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, caracterizada pela atrofia muscular progressiva, muitas vezes acompanhada de reflexos hiperativos e degeneração da medula espinhal. Muitas vezes, o diabetes é um fator contributivo.

 Esclerose Lateral Amiotrófica está na lista de doenças que respondem à terapia de ozônio. É uma doença muito lenta, ou seja, lento para vir e lento para ser curado, devido à formação de tecido cicatricial.

 Insuflação pelo ouvido seria a primeira escolha para o tratamento, para chegar as áreas afetadas mais facilmente. Sessões diárias de 15 minutos por ouvido, de manhã e à noite seria um começo. Saunas de ozônio seria útil, bem como devido a capacidade de a combinação hipertemia/ozônio em induzir a reação de cura. A cada dois dias seria um bom protocolo de início.”

Assim, segundo as informações do Dr. Pressman, a ozonioterapia pode ser útil ao paciente com Esclerose Lateral Amiotrófica, com o seu uso primordial pelo ouvido, com sessões diárias pela manhã e a noite, acompanhadas por saunas diárias de ozônio.

Para saber de médicos que aplicam essa terapia no Brasil, entre em contato com a Associação Brasileira de Ozonioterapia – ABOZ, pelo fone: (21) 3565-6831 e solicite indicações de médicos próximos a sua cidade. Site da ABOZ: http://www.aboz.org.br/fale-conosco.cfm

Fonte:

http://www.o3center.org/ConditionsCenter/Head-CNS-PNS/ALSandozone%20therapy.html

INFORMATIVO – MAL DE ALZHEIMER, DIABETES E INTOXICAÇÃO Pelo ANTIGO DDT ou GLIFOSATO

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By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista-  Publicado em 15 de Fevereiro de 2014 – email – juliocaleiro@hotmail.com

INFORMATIVO – MAL DE ALZHEIMER E DIABETES –  De acordo com o artigo publicado no Los Angeles Times, dois pesquisadores ligaram a exposição ao DDT para o desenvolvimento da doença de Alzheimer ao longo da vida. O estudo publicado na revista JAMA de Neurologia, descobriu que os pacientes diagnosticados com a doença de Alzheimer tinham níveis significativamente mais elevados de DDT e seu metabólito DDE no sangue, o que é quatro mais em comparação das pessoas da mesma idade que não tinha a doença. O autor principal, Jason Richardson disse ao LA Times que além disso estudos apontam que o DDT leva as pessoas ao diabetes. O DDT foi proibido porém estamos sendo expostos a outro veneno sintetizado pela MONSANTO mais tóxico e letal, por nome GLIFOSATO – ROUNDUP.

Diagnosticando o Alzheimer mais cedo, e com melhor eficácia do que muitos exames invasivos. – peça ao seu Médico esta avaliação se porventura alguém na família tenha sido acometido pela doença.


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Referências:
1 Alzheimer’s Association 2011 Alzheimer’s Disease Facts and Figures
2 Los Angeles Times January 28, 2014
3 JAMA Neurology January 27, 2014 [Epub ahead of print]
4 Lancet 371 (9609): 287–8
5 Environ. Health Perspect. 117 (7): 1076–1082
6 See ref 5
7 See ref 5
8 See ref 5

DOENÇA CARDÍACA e ANGIOPLASTIA!

Publicado em 12 de Fevereiro de 2014  – São Sebastião do Paraíso -MG

By; Ed. Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista.  Tel consultório – 35 3531 -8423

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DOENÇA CARDÍACA – ANGIOPLASTIA!

Menos da metade dos pacientes com doença cardíaca são tratados e recomendados a mudanças de estilo de vida antes de passar por uma angioplastia! De acordo com uma análise de 8 estudos clínicos envolvendo mais de 7.000 pessoas, a angioplastia  NÃO oferece NENHUM benefício em comparação com um tratamento menos invasivo da doença cardíaca.

Os pesquisadores concluíram:

“…O Implante de ‘stent’ em [doença arterial coronariana] NÃO mostra NENHUMA evidência de benefícios em comparação com a terapia preventiva de promoção de saúde, para prevenção de morte por Infarto do Miocárdio não fatal, revascularização ou angina.” Como uma cirurgia invasiva a angioplastia vem com seu quinhão de riscos entre eles:
-Coágulos de sangue  que pode levar a ataque cardíaco) e Re-estreitamento da artéria.
Dano arterial coronariano (incluindo rasgos ou rupturas que requerem cirurgia de emergência) sangramento (por vezes grave o suficiente para exigir uma transfusão ou procedimento cirúrgico adicional) de dano renal (do corante utilizado durante o procedimento), arritmias e morte.

 

Baseado em estudos clínicos em padrão ouro de pesquisas, com randomização o Dr. Júlio Caleiro aplica tratamentos alternativos de grande eficácia, que pode ocorrer a desobstrução arterial de forma natural.

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Referências:

Os efeitos positivos da vitamina D no tratamento de doenças autoimunes, incluindo a esclerose múltipla, são inegáveis, diz o neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra.

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Em 12 de fevereiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Cerca de 70% dos portadores da doença apresentam níveis muito baixos da vitamina, o que pode representar aumento de surtos neurológicos

Médico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com título de especialista em medicina interna e neurologia pela mesma instituição, e em neurologia pediátrica pelo Jackson Memorial Hospital, da Universidade de Miami (EUA), Cícero Galli Coimbra – neurologista e professor do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo – é um dos palestrantes do II Congresso Latino-Americano da World Society of Anti-Aging Medicine (WOSAAM), que acontece entre 19 e 21 de outubro, em São Paulo. Cícero Coimbra vai palestrar sobre o tema ‘Vitamina D: Doenças Autoimunes e Indicações Clínicas Expandidas’.

A vitamina D tem o poder de combater a pressão alta, controlar o peso e afastar o risco de tumores, além de ser essencial para prevenir e cuidar da osteoporose. Mas ela também vem sendo usada para tratar pacientes diagnosticados com esclerose múltipla. Defensor dessa proposta da terapia do uso da vitamina D, o pesquisador esclarece que mais de 800 portadores da doença estão recebendo doses do composto. “Os efeitos positivos da vitamina D no tratamento de doenças autoimunes, incluindo a esclerose múltipla, são inegáveis. Mas as doses de suplementação devem ser definidas individualmente, levando em consideração diversos fatores. Portanto, o tratamento deve ser realizado sempre sob supervisão médica, com o devido acompanhamento laboratorial”, salienta.

Essa terapia não se caracteriza como um tratamento alternativo, mas de reconstituir o mecanismo desenvolvido pela própria natureza, com o objetivo de evitar a agressão autoimunitária contra o organismo. Segundo o Dr. Coimbra, cerca de 70% dos portadores deesclerose múltipla têm níveis muito baixos de vitamina D, podendo apresentar mais surtos neurológicos. Por isso, ele defende que essa estatística deveria servir para orientar os médicos a receitarem a substância.

Pré-hormônio

No meio científico, a vitamina D é considerada um pré-hormônio, pois é transformada em diversas células no hormônio calcitriol, capaz de modificar 229 funções biológicas no organismo. Ela é produzida pelo próprio corpo, com o auxilio da luz solar. Quando há exposição ao sol, os raios ultravioletas são absorvidos e atuam com o colesterol, transformando-o num precursor da vitamina D, que atua como um hormônio mantendo as concentrações de cálcio e fósforo no sangue.

O neurologista explica que hoje já se sabe cientificamente que a deficiência de vitamina D está associada à possível ocorrência e gravidade de todas as doenças ou manifestações autoimunitárias, incluindo, além da esclerose múltipla, a neurite óptica, a doença de Devic e a doença de Guillain-Barré.

“Existem inúmeras fontes científicas que evidenciam a necessidade ética de não permitir que pessoas, portadoras ou não dessas doenças ou distúrbios, sejam mantidas com deficiência de vitamina D. Isso porque milhares de pessoas jovens, portadoras de esclerose múltipla, ficam cegas e paraplégicas apenas por falta de uma substância que poderia ser administrada sob a forma de gotas, em uma única dose diária, o que lhes devolveria a perspectiva certa de uma vida normal”, resume ele.

O médico lembra ainda que pacientes tratados com a suplementação de vitamina D apresentam nível normal de qualidade de vida, mantendo-se livres das agressões do sistema imunológico, podendo ser considerados ex-portadores da doença.

Texto de autoria do Dr. Carlos Bayma, médico. 

Fonte: http://www.drbayma.com/medico-mostra-em-congresso-que-vitamina-d-tem-efeito-positivo-no-tratamento-da-esclerose-multipla/