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Arquivo mensal: janeiro 2014

Estatinas (ATORVASTATINA, SINVASTATINA, PROVASTATINA) AUMENTAM EM 200% O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE CÂNCER DE MAMA, alerta o médico Dr. Victor Sorrentino.

Dr.-Victor-Sorrentino

Em 14 de janeiro de 2014. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

SINVASTATINA, no comércio como Zocor, a ATORVASTATINA, que leva o nome comercial Lipitor, a PROVASTATINA, comercializada sob o nome Mevalutin.

ESTUDO REVELA QUE MULHERES EM USO DE 10 ANOS OU MAIS DE ESTATINAS (DROGAS PARA BAIXAR COLESTEROL) AUMENTAM EM 200% RISCO DE DESENVOLVEREM CÂNCER DE MAMA!

Olha a “lambança” da medicina e o velho problema da manipulação da indústria farmacêutica aliado à falta de cruzamento de conhecimentos entre as áreas!

Faz tempo que venho disponibilizando estudos que demonstram a farsa desta classe de medicamentos que visa diminuir colesterol, supostamente diminuindo o risco de eventos cardiovasculares, mas que no entanto além de comprovadamente não diminuir estas doenças fatais, ainda são repletos de efeitos colaterais e, pior, aumentam o risco de outras doenças!

A problemática é tão profunda e absurda, que a maioria dos infartados nos hospitais têm níveis de colesterol NORMAIS, ou seja, porque a insistência nesta hipótese manipulada, nesta teoria que nunca conseguiu nem ser comprovada, nem menos reduzir o número de infartados através destas drogas?

Ora, porque está em jogo uma indústria manipuladora e corrupta tão sedutora quanto a política brasileira. Que manipula resultados de estudos, promove congressos, patrocina profissionais e ceifa a base do ideal médico, o qual deveria ser desenvolvido o conhecimento do corpo humano e de sua fisiologia, mas que atualmente se preocupa única e quase que exclusivamente em “qual medicamento prescreverei”.

A medicina do diagnóstico, aquela que até quando eu não souber um nome de doença para enquadrar meu paciente, não saberei ajudá-lo pois para melhor saúde não existe droga vendida.

Pois agora este estudo recente, que não contará com representantes dando amostras grátis, nem estará sendo discutido em congressos patrocinados pelas indústrias farmacêuticas por motivos óbvios, aponta um resultado seríssimo.

Mulheres, as quais nunca foram contempladas com absolutamente NENHUM estudo relacionando segurança do uso de Estatinas, nem benefícios em prevenir infarto e na promoção da saúde, são o público alvo do contundente e triste estudo. E o resultado é alarmante: mulheres em uso de Estatinas (Liptor, Sinvastatina, Artrovastatina, etc…) por 10 anos ou mais, têm risco aumentado em 200% para câncer de mama, em relação às não usuárias.”

*Artigo de autoria do Dr. Victor Sorrentino.
Médico formado pela Universidade Luterana do Brasil.
Especialização em Cirurgia Geral na 15ª enfermaria do Hospital de Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.
Especialização em Cirurgia Plástica e reconstrutiva da mama na 28ª enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas.
Membro adjunto do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia.
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia Plástica Estética
Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria Preventiva
Membro do Grupo Longevidade Saudável Membro da WOSIAM – World Society Interdisciplinary Anti-aging Medicine
Membro da HS – The International Hormone Society
Membro da American Academy of Anti-Aging Medicine
Diretor da Sociedade Brasileira para Estudos da Fisiologia (SOBRAF)

Fonte: http://drvictorsorrentino.com.br/estudo-conclui-mulheres-em-uso-de-estatinas-tem-risco-aumentado-em-200-para-cancer-de-mama/

LDN no tratamento da Esclerose Múltipla: de 40 pacientes tratados, 39 tiveram interrupção da progressão da doença!

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Em 13/01/2014 por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

 Dra. Maira Gironi, médica NEUROLOGISTA e pesquisadora italiana, PhD (doutorado) em neurociência experimental, em um estudo científico, tratou 40 pacientes com Esclerose Múltipla (primária progressiva) com a terapia Low Dose Naltrexone – LDN (BAIXAS DOSES DE NALTREXONA), durante 6 meses.

A médica e pesquisadora Dra Maira Gironi verificou que a terapia LDN é segura e bem tolerada. Os resultados foram surpreendentes, a exceção de um paciente, todos os demais a progressão da doença foi interrompida. Assim, verificou-se que dos 40 pacientes, 39 deles obtiveram melhoras clínicas importantes, com interrupção da progressão da doença.

Considerando este estudo, é de extrema importância que os pacientes com esclerose múltipla considere o uso da terapia LDN com o médico de confiança. Esperar mais o que? Veja, ainda, trecho de aula do médico Dr. Lair Ribeiro (cardiologista e nutrólogo) sobre a terapia LDN em esclerose múltipla:

http://www.youtube.com/watch?v=TOS3uioeTlw

Além disso, entendo que esta terapia LDN deve ser feita conjuntamente com o uso da vitamina D3 (em altas doses) e seus nutrientes sinérgicos, para que a doença não apenas seja paralisada, mas também entre em remissão completa. – Ann Neurol. 2010 Aug;68(2):193-203; Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60;  Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60; Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51.

Referência científica:

Mult Scler. 2008 Sep;14(8):1076-83

Muito cuidado ao morar perto onde existe um ponto de Torre Wifi em prédios por exemplo, ondas para Tv, Celular e outros!

By Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 11 de Janeiro de 2014 – Tel Consultório  35 3531-8423
Muito cuidado ao morar perto onde existe um ponto de Torre Wifi em prédios por exemplo, ondas para Tv, Celular e outras; além do ponto interno dentro de casa de Wifi. Tudo onde possa conter inclusive radiações. Microondas, celulares, Tv com Wifi e outros aparelhos.
Dr. Barrie Trower diz: ” Eu acho que quem coloca um Wifi numa escola por exemplo deveria ter prisão perpétua, não são dignos de estar neste planeta..” “…Se você olhar para uma família que tem algum filho(a) com deformações, ou doenças genéticas verão o problema que os pais terão ao longo da vida, devido à doenças genéticas que podem ser causadas por essas “tecnologias”,..além do sofrimento da própria criança”.http://www.youtube.com/watch?v=z99_SzoXZdY

INFORMATIVO – “A MELHOR QUIMIOTERAPIA CONTRA O CÂNCER” é o uso de ‘Ácido Alfa Lipóico’ com vitamina D e Low Dose Naltrexone!

By Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 10 de Janeiro de 2014 – Consultório 35 3531-8423

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A melhor “QUIMIOTERAPIA CONTRA O CÂNCER” é o uso de ‘Ácido Alfa Lipóico’ com vitamina D e Low Dose Naltrexone!

De 79 indivíduos na fila de transplante em 2003 o Dr. Burt Berkson tirou 75 que ficaram livres do câncer e de outras doenças. Exames de imagens posteriores mostraram que os indivíduos tiveram todas as enzimas hepáticas regularizadas, e regeneração do fígado. Não morreram. A terapia aplicada nos indivíduos foi: LDN e Alfa Lipóico.

Com tantos resultados surpreendentes, por que a medicina convencional continua ignorando este tratamento? É algo para refletir…


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Referências:
-Dr Burt Berkson MD;PhD.
-Dr. Lair Ribeiro, MD; PhD Nutrólogo e Cardiologista
-J. Mercola MD; PhD.

PACIENTES COM AIDS PODEM SE BENEFICIAR COM O TRATAMENTO REVOLUCIONÁRIO – LDN – LOW DOSE NALTREXONE A PONTO DE FAZER DESAPARECER TOTALMENTE A CARGA VIRAL!

By; Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 09 de Janeiro de 2014  – Consultório 35 -3531-8423

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PACIENTES COM AIDS PODEM SE BENEFICIAR COM O TRATAMENTO REVOLUCIONÁRIO – LDN – LOW DOSE NALTREXONE A PONTO DE FAZER DESAPARECER TOTALMENTE A CARGA VIRAL!

“..HIV / AIDS. Em setembro de 2003, o Dr. Bihari estava tratando 350 pacientes com AIDS usando LDN em conjunto com terapias aceitas Aids. Ao longo dos sete anos anteriores mais de 85% desses pacientes não apresentaram níveis detectáveis do vírus HIV – uma taxa de sucesso muito maior do que a maioria dos tratamentos atuais da AIDS, e sem efeitos colaterais significativos. Também é interessante notar que muitos pacientes de HIV / AIDS têm vivido sem sintomas durante anos, tendo apenas LDN sem outros medicamentos…”.

 

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Revolucionária terapia LDN para Esclerose Múltipla

naltrexone

Em 07 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Naltrexone em baixa dose, terapia denominada internacionalmente pela sigla LDN, trata de pacientes com doenças de Crohn, doença de Alzheimer, câncer de ovário, de pâncreas, fígado, autismo, e Esclerose Múltipla, dentre outras patologias graves.

Assista o trecho de aula do médico PhD cardiologista e nutrólogo, Dr. Lair Ribeiro, sobre a terapia LDN em Esclerose Múltipla, clicando no link abaixo:

 

 

Informo que esse medicamento precisa ser aprovado pelo médico, para o seu uso pelo paciente, mediante prescrição por receita.

Referência

Baixas Doses de Naltrexona, Eficiência e Eficácia (DVD) – Dr Lair Ribeiro.

Vitamina K2 é nutriente essencial para a saúde cerebral, protegendo neurônios e promovendo a produção de mielina.

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Em 06 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

O cérebro contém uma das mais altas concentrações de vitamina K2 do corpo, depois do pâncreas, gandulas salivares, e esterno (cartilagem que sustenta as costelas). A significativa capacidade da vitamina K2-MK7 (menaquinona) para prevenir os danos dos radicais livres nos neurônios é uma importante razão para o cérebro acumular este nutriente. Estudo científico sugere que tomar vitamina K durante a gravidez pode ajudar a prevenir paralisia cerebral no recém nascido – J Neurosci 2003 Jul 2, 23(13): 5816-26.

Além disso, comprovou-se que a vitamina K2 no cérebro contribui para a produção de mielina. BR J Nutr 1996 Jan, 75(1): 121-27. A mielina é um material isolante que forma uam camada protetora ao redor das células do cérebro e nervos, assim como o revestimento exterior de plástico sobre um fio elétrico. A esclerose múltipla é uma condição em que a mielina no cérebro e medula espinhal ficam danificadas. Isso pode eventualmente afetar todo o corpo, tais como perda de coordenação e controle muscular, dormência, visão turva e muito mais.

Tomar vitamina k2 ajuda a prevenir Esclerose Múltipla? Animais não desenvolvem Esclerose Múltipla, porém, uma pesquisa concentrou se em uma doença semelhante em animais, chamada encefalomielite autoimune experimental. Esta doença é um modelo animal amplamente aceita de esclerose múltipla. Verificaram que a vitamina k2 reduziu significativamente a severidade da esclerose múltipla, quando feita a suplementação antes do aparecimento dos sintomas – J Neuroimmunol 2005 Dec 30, 170 (1-2): 11-20.

Entre as formas da vitamina K, vale a pena informar que a forma predominante no cérebro é a vitamina k2 (e não a k1). O cérebro acumula preferencialmente mais de 6 vezes a quantidade de vitamina k2 do que vitamina k1 – Br J Nutr 1996, 75: 121-27.

Assim, considerando a prevalência de k2 no cérebro, e as condições mentais e neurológicas implicadas em sua deficiência, e a proteção que este nutriente oferece, é preciso procurar atender as necessidades do nosso cérebro para este importante nutriente. Caso contrário, sua deficiência torna-se porta de entrada para inúmeras patologias.

*Este artigo está baseado no livro “Vitamin K2 and the Calcium Paradox” da pesquisadora Dra. Kate Rhéaume-Bleue.

Referências:

  1. J Neurosci 2003 Jul 2, 23(13): 5816-26
  2. BR J Nutr 1996 Jan, 75(1): 121-27
  3. J Neuroimmunol 2005 Dec 30, 170 (1-2): 11-20
  4. Br J Nutr 1996, 75: 121-27.