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POR QUE EVITAR COMPLETAMENTE COMIDA JAPONESA, RICA EM GLUTAMATO MONOSSÓDICO?

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Publicado em 31 de Janeiro de 2014 –   Telefone Consultório  35 3531 -8423 – Envie email para: juliocaleiro@hotmail.com

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By. Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

POR QUE EVITAR COMPLETAMENTE COMIDA JAPONESA RICA EM GLUTAMATO MONOSSÓDICO?

O GLUTAMATO MONOSSÓDICO é uma neurotoxina potencialmente tóxico para todos, tóxico até mesmo para aquelas pessoas que não respondem com reações adversas agudas de praxe, tais como enxaqueca, asma, náuseas e vômitos, fadiga, desorientação e depressão. Sabemos que o Glutamato Monossódico mata as células cerebrais em animais de laboratório,  a partir de estudos onde o Glutamato foi acrescentado em alimentos e a água potável. O Glutamato Monossódico presente em restaurantes de comida Japonesa e Chinesa muito popular atualmente no Brasil e em outros países, provoca a degeneração macular ( degeneração da retina). Em um estudo feito em 2002 (Ohguro , H., Katsushima , H., Maruyama , I., Maeda , T., Yanagihashi , S. Metoki , T., Nakazawa , M. mostrou que a ingestão de glutamato monossódico como aromatizante (Ajinomoto e outros ) provoca alterações macroscópicas na morfologia e função retiniana Experimental Eye Research 75( 3 ) , 2002).  Sabe-se também que as doenças endócrinas como obesidade e distúrbios reprodutivos, e morte de células do cérebro em animais, o Glutamato é o grande responsável! As crianças onde a Barreira Hematocefálica ainda não é  totalmente desenvolvida e os idosos, estão em maior risco dos efeitos tóxicos do Glutamato monossódico presente em Restaurante de comida Japonesa e Chinesa.

Lesões cerebrais induzidas pelo Glutamato monossódico na área do hipotálamo e / ou acumulação de ácido glutâmico foram demonstrados em provocar os seguintes sintomas e doenças:

Degeneração da retina

Distúrbios neuroendócrinos

Obesidade

Doenças dos órgãos genitais

Crescimento atrofiado

Distúrbios de comportamento

Distúrbios de aprendizagem e memória

Hiperglicemia

Além disso, existe na literatura abundante correlação ao vício, acidente vascular cerebral, epilepsia, doenças degenerativas (doença de Alzheimer, doença de Parkinson, Esclerose Lateral Amiotrófica), trauma cerebral, dor neuropática, esquizofrenia, ansiedade e depressão, aparentemente diversos processos patológicos da sistema nervoso central que parecem estar associadas com a “cascata do glutamato, e outras tantas.
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Referências:
-Truthinlabeling

– Mercola MD.

Pílulas anticoncepcionais promovem uma queda brusca do DHEA e testosterona, segundo estudo.

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Em 30 de janeiro de 2014, por Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Dr. David Brownsteinmédico norte-americano, é graduado pela Universidade de Michigan e Wayne State University School of Medicine. É professor clínico de Medicina da Wayne State University School of Medicine. É membro da Academia de Médicos de Família, da Academia Americana de Medicina Preventiva e da Sociedade de Acupuntura de Michigan e da Academia Americana de Acupuntura Médica.

Em seu livro “The Miracle of Natural Hormones”, Dr. Brownstein informa que:

“Os pesquisadores descobriram mulheres que tomam pílula anticoncepcional tiveram uma diminuição significativa dos níveis séricos de testosterona e níveis de DHEA (Contraception, March, 1996; 53 (3): 171-6).

Tenho observado na minha prática que as mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais muitas vezes têm vários desequilíbrios hormonais. Estes desequilíbrios hormonais geralmente melhoram quando param com o uso das pílulas anticoncepcionais.”

O DHEA é o hormônio mais abundante do corpo e a sua queda é causa de inúmeras doenças. DHEA é aceito, inclusive, como marcador de idade biológica. Quanto menor é a produção de DHEA no organismo, maior é a idade biológica (mais velha é a pessoa). Um estudo realizado pelo Dr. Abbasi e colaboradores do Departmento de Medicina, do Medical College of Wisconsin, verificou-se que entre homens de 60 anos ou mais, aqueles que  apresentavam níveis séricos de DHEAS mais elevados, em comparação com aqueles com um menor nível sérico de DHEAS, eram mais jovens, mais magros, mais em forma e tinham perfis lipídicos favoráveis (J Am Geriatr Soc. 1998 Mar;46(3):263-73).

Porém, quando está instalada uma doença dificilmente a causa será vislumbrada/verificada pelo médico como tendo sua origem neste desnível (deficiência) de DHEA. De maneira ainda não convincente, o DHEA sequer pode ser comercializado no Brasil, todavia, permite-se a venda de pílulas anticoncepcionais que comprovadamente promovem uma queda na produção natural do DHEA, fator para geração de inúmeras patologias. Contraditório, não é mesmo? Já nos Estados Unidos, o DHEA é vendido livremente (sem receita) e é classificado como suplemento dietético.

O médico Dr. Brownstein, em seu livro citado acima, enumera algumas condições em que o DHEA (em seus ótimos níveis no organismo) previne e também trata:

“Os benefícios de tomar DHEA incluem a prevenção e tratamento: Alzheimer, asma e alergias, infecções por bactérias e vírus, câncer, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, colesterol alto, obesidade, osteoporose, doenças do sistema imune (incluindo AIDS). Eu também verifiquei que DHEA é efetivo no tratamento de doenças autoimunes como fibromialgia, artrite reumatóide, lúpus, doença de Crohn, e outras.”

O médico ou nutricionista de sua confiança já verificou se você está com ÓTIMOS níveis de DHEA no organismo? O hormônio mais abundante do corpo merece toda a nossa atenção, não acha? O nome do exame é: S-DHEA.

A reposição de DHEA deve ser feito em doses individualizadas (analisados caso a caso, por exames) e em doses fisiológicas (respeitando e considerando a natural produção hormonal do organismo), já que altas doses causam supressão das glândulas supra-renais. Das formas de administração, aquela que entendo mais apropriada é a sublingual.

Referências

1. Miracle of Natural Hormones, 3rd Edition, Dr. Brownstein, 2003.

2. Contraception, March, 1996; 53 (3): 171-6.

3. J Am Geriatr Soc. 1998 Mar;46(3):263-73

4. Contemp Clin Trials. 2007, 28 (2) :153-68

Você surpreenderá como o ‘Ácido alfa-lipóico’ isolado ou associado com ‘Baixas doses de Naltrexona’, poderão fazer por você!

O ácido alfa lipóico : Este antioxidante pode acabar com a resistência à insulina e Doenças Auto-Imunes.

By; Dr. Júlio Caleiro – Publicando em 26 de Janeiro de 2014 – TEL CONSULTÓRIO 35 3531 8423Para uma orientação Expressa- envie email para:  juliocaleiro@hotmail.com

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Dê uma olhada neste vídeo – você vai se surpreender com o que ácido alfa-lipóico pode fazer.

Tenho certeza que você recebeu muitas dicas valiosas de saúde a partir desta entrevista com o especialista Dr. Burt Berkson.

Porque você precisa de Antioxidantes?

O corpo inteiro incluindo o  DNA, está sob interminável  agressão diária de uma variedade de fontes de dietas pobres, a poluições. Pense em suas células incluindo as células do cérebro atacadas por radicais livres milhares de vezes por dia. Este processo violento é chamado de “oxidação “, que danifica suas células.

Estes incluem; vitaminas e outros nutrientes que têm como alvo os radicais livres .

Alimentos especialmente frutas e legumes é uma poderosa fonte desses protetores. O seu papel é o de limitar os danos para as células o que pode retardar a doença e sinais de envelhecimento.
No caso do ácido alfa-lipóico o organismo produz em quantidades mínimas e a maioria proveniente da dieta. Algumas das melhores fontes naturais incluem carne vermelha e carnes de órgãos alimentados com capim.Portanto a maioria dos gados tem baixas concentrações, por serem tratados por ração.

Os benefícios do ácido alfa-lipóico

Ácido alfa-lipóico (ALA) tem muitas funções, e é uma das mais eficazes armas contra radicais livres, o único conhecido para acessar facilmente o cérebro. Também tem a capacidade de regenerar outros antioxidantes como as vitaminas C , E e glutationa.  Você pode não saber disso, mas a glutationa é outro antioxidante muito importante! Você pode obtê-lo a partir de suplementos  mas a única forma que funciona de forma eficaz é a forma reduzida, o que é difícil de absorver quando tomado por via oral.   Ácido alfa-lipóico também recicla a coenzima Q10 e NAD ( nicotinamida adenina) .

Mas se isso não fosse suficiente este poderoso antioxidante é também:

Um grande modificador da expressão do gene para reduzir a inflamação
Potente quelante de metais pesados
Um intensificador de sensibilidade insulínica.

Os benefícios da ALA (ácido alfa Lipóico) pode aparecer perto de milagroso! Por exemplo de acordo com Dr. Berkson a Rússia tem utilizado com sucesso ALA, por via intravenosa para reverter a lesão de isquemia e reperfusão por injetá-lo logo após um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.
E as pessoas com diabetes ou síndrome metabólica tendem a fazer muito melhor quando tomam ácido alfa lipóico, uma vez este aumenta a sensibilidade à insulina. Tem mesmo sido demonstrando em pesquisas que pode também restaurar a função das células T.  As células T são um tipos glóbulos brancos que são de importância fundamental para o sistema imunológico, e estão no centro da imunidade adaptativa,  é parte do sistema imune que adapta a resposta do organismo a patógenos específicos.

Que condições de saúde podem ser tratadas com ácido alfa-lipóico ?

Clinicamente o ácido alfa-lipóico parece ser um complemento útil no tratamento da hepatite C. Além disso, pode ser utilizada para condições dolorosas nervosas na diabetes e pode ajudar a retardar o processo de envelhecimento em si através da sua redução de radicais livres.

Dr. Berkson usa ALA ( ácido alfa Lipóico) junto com naltrexone em baixas doses (LDN ) para a reversão de uma série de problemas de saúde mais graves , tais como:

Lúpus eritematoso sistêmico
A artrite reumatóide
Dermatomiosite ( uma doença muscular inflamatória )
Doenças auto-imunes

A maioria de seus pacientes normalizam em cerca de um mês, nesta combinação de ALA e LDN.

O que é de baixa dose de naltrexona ?

A naltrexona (nome genérico ) é um antagonista opiáceo farmacologicamente ativo, convencionalmente usado para tratar a dependência de drogas e álcool – normalmente, em doses de 50 mg a 300 mg. Como tal tem sido uma droga aprovada pela FDA por mais de duas décadas. No entanto os investigadores descobriram que em doses muito baixas (3 a 4,5 mg) a naltrexona tem propriedades que podem ser capazes de tratar com êxito doenças malignas do câncer, e uma vasta gama de doenças auto-imunes como a artrite reumatóide, esclerose múltipla (EM ), doença de Parkinson, fibromialgia imunomoduladoras doença de Crohn, Esclerose Lateral Amiotrófica e outras dezenas de doenças.

Pode ácido alfa-lipóico ajudar seu treino de musculação e outros?

Ácido alfa-lipóico pode ser uma ajuda poderosa quando você se exercita vigorosamente.
O Dr. Berkson dá uma história anedótica sobre um amigo – um campeão de levantamento de peso internacional que usa regularmente ALA antes da atividade. Infelizmente, não há diretrizes definidas em dosagem. Ela pode ser muito individual e é algo que requer uma consulta com Nutricionista apto ou médico, para obter a dose especializada.
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Referências:
Dr. Burt Berkson. MD.
Dr. J. Mercola. MD.

Tomou sua dose de ‘Roundup’ hoje?

By Dr. Júlio Caleiro – Publicado em 24 de Janeiro de 2014-

Tomou sua dose de ‘Roundup’ hoje?

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Você está ingerindo ‘Roundup, todos os dias? (O Brasil recebeu sua primeira amostra para testes em 1972 e, em 1978, o produto, ainda importado, chegava ao País para ser comercializado. Ele passou a ser produzido no Brasil em 1984).
O glifosato é o ingrediente ativo no herbicida ‘Roundup’ da Monsanto, que é pulverizada em grandes quantidade nas lavouras, os chamados “Roundup Ready, “.

De acordo com a revista alemã Ithaka, 1 a cada amostra de urina simples coletadas de moradores da cidade nos arredores de Berlim, deram ‘positivo’ para o glifosato, com valores variando de 0,5 a 2 nanogramas por mililitro ( ng / ml) – que é entre 5 e 20 vezes o limite superior permitido para glifosato em água potável alemã, que é de 0,1 ng / ml. De acordo com o artigo em destaque.
” O glifosato provavelmente entrou em quase todas as nações ao longo dos últimos 10 anos, através de sua crescente presença em uma variedade de alimentos consumidos diariamente”.

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Referências:
http://www.ithaka-journal.net/herbizide-im-urin?lang=en

DEANNA PROTOCOL – Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

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Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica ( ELA). Uma doença considerada mortal conhecida também por doença de Lou Gehrig. As células nervosas são destruídas predispondo os indivíduos então a perda de controle muscular e força, numa situação mais avançada atingindo a respiração, deglutição e outros sintomas. Atualmente pela medicina convencional não a cura! No entanto novos tratamentos alternativos tem demonstrado diminuir e até mesmo impedir a sua progressão, e em muitos casos entrar em regressão conforme o artigo e vídeo abaixo.

By Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 18 de Janeiro de 2014.

– Para orientação Expressa à distância ou consulta, envia emails para:  juliocaleiro@hotmail.com

Tel – Consultório – 35 3531 8423
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A história de Deanna

O Protocolo Deanna é relativamente desconhecido! Um médico teve sua filha, Deanna acometida de Esclerose Lateral em meados de 2007 e cria então um protocolo suplementar para tratar então sua filha.

Cinco anos atrás , Deanna Tedone Gage estava curtindo a vida e noiva de um jovem advogado, quando seu médico disse que ela não tinha muito tempo de vida. “Ele disse, você tem Esclerose Lateral Amiotrófica! “…Naquele momento eu senti que eu deixei o meu corpo…”, ela lembrou;

Seu pai, Dr. Vincent Tedone Médico, começou então à pesquisar para encontrar então a cura para sua Filha. Ele relata: “…Nós a levamos para todas e várias cidadelas que se especializam em ELA…aqui nos Estados Unidos “, ” E para meu desgosto não havia nada que pudesse ser feito pela minha filha. “.. Nunca fui disposto a aceitar a derrota”…O Dr. Tedone que deixou seu trabalho como um cirurgião para encontrar uma solução para sua filha depois de anos de tentativa e erros, desenvolveu um tratamento que impediu a progressão de ALS em Deanna .

“Eu me chamo a cobaia residente “, Deanna brincou. O principal ingrediente no protocolo Deanna é o suplemento de aumento de energia chamado, AKG ( Alfa Cetoglutarato). ” Então nós colocamos ela no ‘AKG’ como suplemento diário em doses e horários específico conforme o protocolo, “..e logo no primeiro dia de tratamento, seus tremores sumiram, pra mim aquilo era inacreditável”, relata na entrevista concedida à CBN.

Para saber mais sobre o tratamento,  consulte o Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA. O Dr. Júlio vem reunindo as melhores terapias dadas como “ALTERNATIVAS”, e vem apresentando ótimos resultados com seus pacientes.
O Dr. Caleiro, aplica o ‘Protocolo de ‘Deanna’ que além da suplementação de vários outros nutrientes, exige trabalhar os músculos com exercícios aeróbicos e musculação sob indicação dele, (com acompanhamento específico de um professor de Educação Física) além disso a realização  de massagens com óleo de coco, faz parte deste protocolo.

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Referências:

-Dr. Vincent Tedone ; MD.

– Dominique D’Agostino – PhD.

-http://www.cbn.com/cbnnews

A importância do DHEA no tratamento de doenças autoimunes

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Em 17 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Dr. David Brownsteinmédico norte-americano, autor do livro ‘The Miracle of Natural Hormones’ (O Milagre dos hormônios naturais), é graduado pela Universidade de Michigan e Wayne State University School of Medicine. É professor clínico de Medicina da Wayne State University School of Medicine. É membro da Academia de Médicos de Família, da Academia Americana de Medicina Preventiva e da Sociedade de Acupuntura de Michigan e da Academia Americana de Acupuntura Médica.

Dr. Brownstein em seu livro acima mencionado informa que:

“Em minha prática, observei que quase 100% de meus pacientes com doenças autoimunes como doença de Crohn, colite ulcerativa, lúpus, esclerose múltipla, artrite reumatóide, fibromialgia e outras mais, tem níveis significativamente baixos de DHEA. Além disso, a maioria destes pacientes apresentam melhoras clínicas in suas condições com o uso de doses fisiológicas de DHEA.”

Considerando que DHEA é o esteróide MAIS ABUNDANTE produzido no organismo, a sua deficiência, SEM DÚVIDA ALGUMA, afetará a saúde seriamente, atingindo até mesmo a regular função do sistema imune. Logo, entendo que o paciente com doença autoimune (ex: esclerose múltipla, doença de Crohn, lúpus e etc) deve verificar seus níveis de DHEA, para que seja colocado seus níveis em faixas ótimas, que são as desejáveis para uma boa saúde, restaurando a função regular do sistema imune.

De forma semelhante a vitamina D3, o DHEA modula o sistema imune, restaurando seu equilíbrio (Khorram 1997; Hazeldine 2010). Em estudos em doenças autoimunes, como Lupus e hipotireoidismo autoimune, comprovou-se diversos efeitos benéficos do uso de DHEA (Drbalová 2008; Crosbie 2007; van Vollenhoven 1998; Chang 2002).

Assim, quando for o caso de deficiência/insuficiência de DHEA no organismo, seu uso deve ser considerado ou avaliado em pacientes com graves doenças autoimunes, em dosagens fisiológicas, como ensina o professor de medicina Dr. Brownstein.

Referências

1. The Miracle of Natural Hormones, Dr. David Brownstein, 3ed, 2003, p. 70/71.

2. Hazeldine J, Arlt W, Lord JM. Dehydroepiandrosterone as a regulator of immune cell function. J Steroid Biochem Mol Biol. 2010 May 31;120(2-3):127-36.

3. Khorram O, Vu L, et al. Activation of immune function by dehydroepiandrosterone (DHEA) in age-advanced men. J Gerontol A Biol Sci Med Sci . 1997 Jan;52(1):M1-M7

4. Drbalová K, Matucha P, Matejková-Behanová M, Bílek R, Kríz L, Kazihnitková H, Hampl R. Immunoprotective steroids and SHBG in non-treated hypothyroidism and their relationship to autoimmune thyroid disorders. Physiol Res. 2008;57 Suppl 1:S119-25.

5. Crosbie D, Black C, McIntyre L, Royle PL, Thomas S. Dehydroepiandrosterone for systemic lupus erythematosus. Cochrane Database Syst Rev. 2007 Oct 17;(4):CD005114.

6. van Vollenhoven RF, Morabito LM, et al. Treatment of systemic lupus erythematosus with dehydroepiandrosterone: 50 patients treated up to 12 months. J Rheumatol . 1998 Feb;25(2):285-9.

7. Chang DM, Lan JL. et al. Dehydroepiandrosterone treatment of women with mild-to-moderate systemic lupus erythematosus: a multicenter randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Arthritis Rheum . 2002 Nov;46(11):2924-7.

Dr. Lair Ribeiro – biografia e curriculum

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Em 16 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Considerando as diversas informações e ensinos do médico brasileiro e professor de medicina Dr. Lair Ribeiro nesta página de nutrição, é imprescindível que se conheça sua biografia/curriculum. Acredito que antes de se fazer qualquer crítica ao trabalho de uma pessoa, é preciso conhecer quem é este profissional, sua preparação, estudos e contribuição/legado para melhoria em sua área de trabalho, e para toda sociedade de seu tempo.

Quem é o médico brasileiro Dr. Lair Ribeiro? Veja o vídeo abaixo, e tire suas conclusões: