Início » 2014 » janeiro

Arquivo mensal: janeiro 2014

POR QUE EVITAR COMPLETAMENTE COMIDA JAPONESA, RICA EM GLUTAMATO MONOSSÓDICO?

Imagem

Publicado em 31 de Janeiro de 2014 –   Telefone Consultório  35 3531 -8423 – Envie email para: juliocaleiro@hotmail.com

—————————————————————-

By. Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista

POR QUE EVITAR COMPLETAMENTE COMIDA JAPONESA RICA EM GLUTAMATO MONOSSÓDICO?

O GLUTAMATO MONOSSÓDICO é uma neurotoxina potencialmente tóxico para todos, tóxico até mesmo para aquelas pessoas que não respondem com reações adversas agudas de praxe, tais como enxaqueca, asma, náuseas e vômitos, fadiga, desorientação e depressão. Sabemos que o Glutamato Monossódico mata as células cerebrais em animais de laboratório,  a partir de estudos onde o Glutamato foi acrescentado em alimentos e a água potável. O Glutamato Monossódico presente em restaurantes de comida Japonesa e Chinesa muito popular atualmente no Brasil e em outros países, provoca a degeneração macular ( degeneração da retina). Em um estudo feito em 2002 (Ohguro , H., Katsushima , H., Maruyama , I., Maeda , T., Yanagihashi , S. Metoki , T., Nakazawa , M. mostrou que a ingestão de glutamato monossódico como aromatizante (Ajinomoto e outros ) provoca alterações macroscópicas na morfologia e função retiniana Experimental Eye Research 75( 3 ) , 2002).  Sabe-se também que as doenças endócrinas como obesidade e distúrbios reprodutivos, e morte de células do cérebro em animais, o Glutamato é o grande responsável! As crianças onde a Barreira Hematocefálica ainda não é  totalmente desenvolvida e os idosos, estão em maior risco dos efeitos tóxicos do Glutamato monossódico presente em Restaurante de comida Japonesa e Chinesa.

Lesões cerebrais induzidas pelo Glutamato monossódico na área do hipotálamo e / ou acumulação de ácido glutâmico foram demonstrados em provocar os seguintes sintomas e doenças:

Degeneração da retina

Distúrbios neuroendócrinos

Obesidade

Doenças dos órgãos genitais

Crescimento atrofiado

Distúrbios de comportamento

Distúrbios de aprendizagem e memória

Hiperglicemia

Além disso, existe na literatura abundante correlação ao vício, acidente vascular cerebral, epilepsia, doenças degenerativas (doença de Alzheimer, doença de Parkinson, Esclerose Lateral Amiotrófica), trauma cerebral, dor neuropática, esquizofrenia, ansiedade e depressão, aparentemente diversos processos patológicos da sistema nervoso central que parecem estar associadas com a “cascata do glutamato, e outras tantas.
——————————————————————————
Referências:
-Truthinlabeling

– Mercola MD.

Pílulas anticoncepcionais promovem uma queda brusca do DHEA e testosterona, segundo estudo.

cuidados-com-anticoncepcional

Em 30 de janeiro de 2014, por Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Dr. David Brownsteinmédico norte-americano, é graduado pela Universidade de Michigan e Wayne State University School of Medicine. É professor clínico de Medicina da Wayne State University School of Medicine. É membro da Academia de Médicos de Família, da Academia Americana de Medicina Preventiva e da Sociedade de Acupuntura de Michigan e da Academia Americana de Acupuntura Médica.

Em seu livro “The Miracle of Natural Hormones”, Dr. Brownstein informa que:

“Os pesquisadores descobriram mulheres que tomam pílula anticoncepcional tiveram uma diminuição significativa dos níveis séricos de testosterona e níveis de DHEA (Contraception, March, 1996; 53 (3): 171-6).

Tenho observado na minha prática que as mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais muitas vezes têm vários desequilíbrios hormonais. Estes desequilíbrios hormonais geralmente melhoram quando param com o uso das pílulas anticoncepcionais.”

O DHEA é o hormônio mais abundante do corpo e a sua queda é causa de inúmeras doenças. DHEA é aceito, inclusive, como marcador de idade biológica. Quanto menor é a produção de DHEA no organismo, maior é a idade biológica (mais velha é a pessoa). Um estudo realizado pelo Dr. Abbasi e colaboradores do Departmento de Medicina, do Medical College of Wisconsin, verificou-se que entre homens de 60 anos ou mais, aqueles que  apresentavam níveis séricos de DHEAS mais elevados, em comparação com aqueles com um menor nível sérico de DHEAS, eram mais jovens, mais magros, mais em forma e tinham perfis lipídicos favoráveis (J Am Geriatr Soc. 1998 Mar;46(3):263-73).

Porém, quando está instalada uma doença dificilmente a causa será vislumbrada/verificada pelo médico como tendo sua origem neste desnível (deficiência) de DHEA. De maneira ainda não convincente, o DHEA sequer pode ser comercializado no Brasil, todavia, permite-se a venda de pílulas anticoncepcionais que comprovadamente promovem uma queda na produção natural do DHEA, fator para geração de inúmeras patologias. Contraditório, não é mesmo? Já nos Estados Unidos, o DHEA é vendido livremente (sem receita) e é classificado como suplemento dietético.

O médico Dr. Brownstein, em seu livro citado acima, enumera algumas condições em que o DHEA (em seus ótimos níveis no organismo) previne e também trata:

“Os benefícios de tomar DHEA incluem a prevenção e tratamento: Alzheimer, asma e alergias, infecções por bactérias e vírus, câncer, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, colesterol alto, obesidade, osteoporose, doenças do sistema imune (incluindo AIDS). Eu também verifiquei que DHEA é efetivo no tratamento de doenças autoimunes como fibromialgia, artrite reumatóide, lúpus, doença de Crohn, e outras.”

O médico ou nutricionista de sua confiança já verificou se você está com ÓTIMOS níveis de DHEA no organismo? O hormônio mais abundante do corpo merece toda a nossa atenção, não acha? O nome do exame é: S-DHEA.

A reposição de DHEA deve ser feito em doses individualizadas (analisados caso a caso, por exames) e em doses fisiológicas (respeitando e considerando a natural produção hormonal do organismo), já que altas doses causam supressão das glândulas supra-renais. Das formas de administração, aquela que entendo mais apropriada é a sublingual.

Referências

1. Miracle of Natural Hormones, 3rd Edition, Dr. Brownstein, 2003.

2. Contraception, March, 1996; 53 (3): 171-6.

3. J Am Geriatr Soc. 1998 Mar;46(3):263-73

4. Contemp Clin Trials. 2007, 28 (2) :153-68

Você surpreenderá como o ‘Ácido alfa-lipóico’ isolado ou associado com ‘Baixas doses de Naltrexona’, poderão fazer por você!

O ácido alfa lipóico : Este antioxidante pode acabar com a resistência à insulina e Doenças Auto-Imunes.

By; Dr. Júlio Caleiro – Publicando em 26 de Janeiro de 2014 – TEL CONSULTÓRIO 35 3531 8423Para uma orientação Expressa- envie email para:  juliocaleiro@hotmail.com

—————————————————————————————-

Dê uma olhada neste vídeo – você vai se surpreender com o que ácido alfa-lipóico pode fazer.

Tenho certeza que você recebeu muitas dicas valiosas de saúde a partir desta entrevista com o especialista Dr. Burt Berkson.

Porque você precisa de Antioxidantes?

O corpo inteiro incluindo o  DNA, está sob interminável  agressão diária de uma variedade de fontes de dietas pobres, a poluições. Pense em suas células incluindo as células do cérebro atacadas por radicais livres milhares de vezes por dia. Este processo violento é chamado de “oxidação “, que danifica suas células.

Estes incluem; vitaminas e outros nutrientes que têm como alvo os radicais livres .

Alimentos especialmente frutas e legumes é uma poderosa fonte desses protetores. O seu papel é o de limitar os danos para as células o que pode retardar a doença e sinais de envelhecimento.
No caso do ácido alfa-lipóico o organismo produz em quantidades mínimas e a maioria proveniente da dieta. Algumas das melhores fontes naturais incluem carne vermelha e carnes de órgãos alimentados com capim.Portanto a maioria dos gados tem baixas concentrações, por serem tratados por ração.

Os benefícios do ácido alfa-lipóico

Ácido alfa-lipóico (ALA) tem muitas funções, e é uma das mais eficazes armas contra radicais livres, o único conhecido para acessar facilmente o cérebro. Também tem a capacidade de regenerar outros antioxidantes como as vitaminas C , E e glutationa.  Você pode não saber disso, mas a glutationa é outro antioxidante muito importante! Você pode obtê-lo a partir de suplementos  mas a única forma que funciona de forma eficaz é a forma reduzida, o que é difícil de absorver quando tomado por via oral.   Ácido alfa-lipóico também recicla a coenzima Q10 e NAD ( nicotinamida adenina) .

Mas se isso não fosse suficiente este poderoso antioxidante é também:

Um grande modificador da expressão do gene para reduzir a inflamação
Potente quelante de metais pesados
Um intensificador de sensibilidade insulínica.

Os benefícios da ALA (ácido alfa Lipóico) pode aparecer perto de milagroso! Por exemplo de acordo com Dr. Berkson a Rússia tem utilizado com sucesso ALA, por via intravenosa para reverter a lesão de isquemia e reperfusão por injetá-lo logo após um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.
E as pessoas com diabetes ou síndrome metabólica tendem a fazer muito melhor quando tomam ácido alfa lipóico, uma vez este aumenta a sensibilidade à insulina. Tem mesmo sido demonstrando em pesquisas que pode também restaurar a função das células T.  As células T são um tipos glóbulos brancos que são de importância fundamental para o sistema imunológico, e estão no centro da imunidade adaptativa,  é parte do sistema imune que adapta a resposta do organismo a patógenos específicos.

Que condições de saúde podem ser tratadas com ácido alfa-lipóico ?

Clinicamente o ácido alfa-lipóico parece ser um complemento útil no tratamento da hepatite C. Além disso, pode ser utilizada para condições dolorosas nervosas na diabetes e pode ajudar a retardar o processo de envelhecimento em si através da sua redução de radicais livres.

Dr. Berkson usa ALA ( ácido alfa Lipóico) junto com naltrexone em baixas doses (LDN ) para a reversão de uma série de problemas de saúde mais graves , tais como:

Lúpus eritematoso sistêmico
A artrite reumatóide
Dermatomiosite ( uma doença muscular inflamatória )
Doenças auto-imunes

A maioria de seus pacientes normalizam em cerca de um mês, nesta combinação de ALA e LDN.

O que é de baixa dose de naltrexona ?

A naltrexona (nome genérico ) é um antagonista opiáceo farmacologicamente ativo, convencionalmente usado para tratar a dependência de drogas e álcool – normalmente, em doses de 50 mg a 300 mg. Como tal tem sido uma droga aprovada pela FDA por mais de duas décadas. No entanto os investigadores descobriram que em doses muito baixas (3 a 4,5 mg) a naltrexona tem propriedades que podem ser capazes de tratar com êxito doenças malignas do câncer, e uma vasta gama de doenças auto-imunes como a artrite reumatóide, esclerose múltipla (EM ), doença de Parkinson, fibromialgia imunomoduladoras doença de Crohn, Esclerose Lateral Amiotrófica e outras dezenas de doenças.

Pode ácido alfa-lipóico ajudar seu treino de musculação e outros?

Ácido alfa-lipóico pode ser uma ajuda poderosa quando você se exercita vigorosamente.
O Dr. Berkson dá uma história anedótica sobre um amigo – um campeão de levantamento de peso internacional que usa regularmente ALA antes da atividade. Infelizmente, não há diretrizes definidas em dosagem. Ela pode ser muito individual e é algo que requer uma consulta com Nutricionista apto ou médico, para obter a dose especializada.
————————————————————————————
Referências:
Dr. Burt Berkson. MD.
Dr. J. Mercola. MD.

Tomou sua dose de ‘Roundup’ hoje?

By Dr. Júlio Caleiro – Publicado em 24 de Janeiro de 2014-

Tomou sua dose de ‘Roundup’ hoje?

Imagem

Você está ingerindo ‘Roundup, todos os dias? (O Brasil recebeu sua primeira amostra para testes em 1972 e, em 1978, o produto, ainda importado, chegava ao País para ser comercializado. Ele passou a ser produzido no Brasil em 1984).
O glifosato é o ingrediente ativo no herbicida ‘Roundup’ da Monsanto, que é pulverizada em grandes quantidade nas lavouras, os chamados “Roundup Ready, “.

De acordo com a revista alemã Ithaka, 1 a cada amostra de urina simples coletadas de moradores da cidade nos arredores de Berlim, deram ‘positivo’ para o glifosato, com valores variando de 0,5 a 2 nanogramas por mililitro ( ng / ml) – que é entre 5 e 20 vezes o limite superior permitido para glifosato em água potável alemã, que é de 0,1 ng / ml. De acordo com o artigo em destaque.
” O glifosato provavelmente entrou em quase todas as nações ao longo dos últimos 10 anos, através de sua crescente presença em uma variedade de alimentos consumidos diariamente”.

————————————————

Referências:
http://www.ithaka-journal.net/herbizide-im-urin?lang=en

DEANNA PROTOCOL – Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

Imagem

Surge outra ótima esperança para as pessoas acometidas de Esclerose Lateral Amiotrófica ( ELA). Uma doença considerada mortal conhecida também por doença de Lou Gehrig. As células nervosas são destruídas predispondo os indivíduos então a perda de controle muscular e força, numa situação mais avançada atingindo a respiração, deglutição e outros sintomas. Atualmente pela medicina convencional não a cura! No entanto novos tratamentos alternativos tem demonstrado diminuir e até mesmo impedir a sua progressão, e em muitos casos entrar em regressão conforme o artigo e vídeo abaixo.

By Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 18 de Janeiro de 2014.

– Para orientação Expressa à distância ou consulta, envia emails para:  juliocaleiro@hotmail.com

Tel – Consultório – 35 3531 8423
——————————————————————–
A história de Deanna

O Protocolo Deanna é relativamente desconhecido! Um médico teve sua filha, Deanna acometida de Esclerose Lateral em meados de 2007 e cria então um protocolo suplementar para tratar então sua filha.

Cinco anos atrás , Deanna Tedone Gage estava curtindo a vida e noiva de um jovem advogado, quando seu médico disse que ela não tinha muito tempo de vida. “Ele disse, você tem Esclerose Lateral Amiotrófica! “…Naquele momento eu senti que eu deixei o meu corpo…”, ela lembrou;

Seu pai, Dr. Vincent Tedone Médico, começou então à pesquisar para encontrar então a cura para sua Filha. Ele relata: “…Nós a levamos para todas e várias cidadelas que se especializam em ELA…aqui nos Estados Unidos “, ” E para meu desgosto não havia nada que pudesse ser feito pela minha filha. “.. Nunca fui disposto a aceitar a derrota”…O Dr. Tedone que deixou seu trabalho como um cirurgião para encontrar uma solução para sua filha depois de anos de tentativa e erros, desenvolveu um tratamento que impediu a progressão de ALS em Deanna .

“Eu me chamo a cobaia residente “, Deanna brincou. O principal ingrediente no protocolo Deanna é o suplemento de aumento de energia chamado, AKG ( Alfa Cetoglutarato). ” Então nós colocamos ela no ‘AKG’ como suplemento diário em doses e horários específico conforme o protocolo, “..e logo no primeiro dia de tratamento, seus tremores sumiram, pra mim aquilo era inacreditável”, relata na entrevista concedida à CBN.

Para saber mais sobre o tratamento,  consulte o Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA. O Dr. Júlio vem reunindo as melhores terapias dadas como “ALTERNATIVAS”, e vem apresentando ótimos resultados com seus pacientes.
O Dr. Caleiro, aplica o ‘Protocolo de ‘Deanna’ que além da suplementação de vários outros nutrientes, exige trabalhar os músculos com exercícios aeróbicos e musculação sob indicação dele, (com acompanhamento específico de um professor de Educação Física) além disso a realização  de massagens com óleo de coco, faz parte deste protocolo.

———————————————————

Referências:

-Dr. Vincent Tedone ; MD.

– Dominique D’Agostino – PhD.

-http://www.cbn.com/cbnnews

A importância do DHEA no tratamento de doenças autoimunes

dr_brownstein

Em 17 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Dr. David Brownsteinmédico norte-americano, autor do livro ‘The Miracle of Natural Hormones’ (O Milagre dos hormônios naturais), é graduado pela Universidade de Michigan e Wayne State University School of Medicine. É professor clínico de Medicina da Wayne State University School of Medicine. É membro da Academia de Médicos de Família, da Academia Americana de Medicina Preventiva e da Sociedade de Acupuntura de Michigan e da Academia Americana de Acupuntura Médica.

Dr. Brownstein em seu livro acima mencionado informa que:

“Em minha prática, observei que quase 100% de meus pacientes com doenças autoimunes como doença de Crohn, colite ulcerativa, lúpus, esclerose múltipla, artrite reumatóide, fibromialgia e outras mais, tem níveis significativamente baixos de DHEA. Além disso, a maioria destes pacientes apresentam melhoras clínicas in suas condições com o uso de doses fisiológicas de DHEA.”

Considerando que DHEA é o esteróide MAIS ABUNDANTE produzido no organismo, a sua deficiência, SEM DÚVIDA ALGUMA, afetará a saúde seriamente, atingindo até mesmo a regular função do sistema imune. Logo, entendo que o paciente com doença autoimune (ex: esclerose múltipla, doença de Crohn, lúpus e etc) deve verificar seus níveis de DHEA, para que seja colocado seus níveis em faixas ótimas, que são as desejáveis para uma boa saúde, restaurando a função regular do sistema imune.

De forma semelhante a vitamina D3, o DHEA modula o sistema imune, restaurando seu equilíbrio (Khorram 1997; Hazeldine 2010). Em estudos em doenças autoimunes, como Lupus e hipotireoidismo autoimune, comprovou-se diversos efeitos benéficos do uso de DHEA (Drbalová 2008; Crosbie 2007; van Vollenhoven 1998; Chang 2002).

Assim, quando for o caso de deficiência/insuficiência de DHEA no organismo, seu uso deve ser considerado ou avaliado em pacientes com graves doenças autoimunes, em dosagens fisiológicas, como ensina o professor de medicina Dr. Brownstein.

Referências

1. The Miracle of Natural Hormones, Dr. David Brownstein, 3ed, 2003, p. 70/71.

2. Hazeldine J, Arlt W, Lord JM. Dehydroepiandrosterone as a regulator of immune cell function. J Steroid Biochem Mol Biol. 2010 May 31;120(2-3):127-36.

3. Khorram O, Vu L, et al. Activation of immune function by dehydroepiandrosterone (DHEA) in age-advanced men. J Gerontol A Biol Sci Med Sci . 1997 Jan;52(1):M1-M7

4. Drbalová K, Matucha P, Matejková-Behanová M, Bílek R, Kríz L, Kazihnitková H, Hampl R. Immunoprotective steroids and SHBG in non-treated hypothyroidism and their relationship to autoimmune thyroid disorders. Physiol Res. 2008;57 Suppl 1:S119-25.

5. Crosbie D, Black C, McIntyre L, Royle PL, Thomas S. Dehydroepiandrosterone for systemic lupus erythematosus. Cochrane Database Syst Rev. 2007 Oct 17;(4):CD005114.

6. van Vollenhoven RF, Morabito LM, et al. Treatment of systemic lupus erythematosus with dehydroepiandrosterone: 50 patients treated up to 12 months. J Rheumatol . 1998 Feb;25(2):285-9.

7. Chang DM, Lan JL. et al. Dehydroepiandrosterone treatment of women with mild-to-moderate systemic lupus erythematosus: a multicenter randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Arthritis Rheum . 2002 Nov;46(11):2924-7.

Dr. Lair Ribeiro – biografia e curriculum

37262214

Em 16 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Considerando as diversas informações e ensinos do médico brasileiro e professor de medicina Dr. Lair Ribeiro nesta página de nutrição, é imprescindível que se conheça sua biografia/curriculum. Acredito que antes de se fazer qualquer crítica ao trabalho de uma pessoa, é preciso conhecer quem é este profissional, sua preparação, estudos e contribuição/legado para melhoria em sua área de trabalho, e para toda sociedade de seu tempo.

Quem é o médico brasileiro Dr. Lair Ribeiro? Veja o vídeo abaixo, e tire suas conclusões:

 

Estatinas (ATORVASTATINA, SINVASTATINA, PROVASTATINA) AUMENTAM EM 200% O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE CÂNCER DE MAMA, alerta o médico Dr. Victor Sorrentino.

Dr.-Victor-Sorrentino

Em 14 de janeiro de 2014. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

SINVASTATINA, no comércio como Zocor, a ATORVASTATINA, que leva o nome comercial Lipitor, a PROVASTATINA, comercializada sob o nome Mevalutin.

ESTUDO REVELA QUE MULHERES EM USO DE 10 ANOS OU MAIS DE ESTATINAS (DROGAS PARA BAIXAR COLESTEROL) AUMENTAM EM 200% RISCO DE DESENVOLVEREM CÂNCER DE MAMA!

Olha a “lambança” da medicina e o velho problema da manipulação da indústria farmacêutica aliado à falta de cruzamento de conhecimentos entre as áreas!

Faz tempo que venho disponibilizando estudos que demonstram a farsa desta classe de medicamentos que visa diminuir colesterol, supostamente diminuindo o risco de eventos cardiovasculares, mas que no entanto além de comprovadamente não diminuir estas doenças fatais, ainda são repletos de efeitos colaterais e, pior, aumentam o risco de outras doenças!

A problemática é tão profunda e absurda, que a maioria dos infartados nos hospitais têm níveis de colesterol NORMAIS, ou seja, porque a insistência nesta hipótese manipulada, nesta teoria que nunca conseguiu nem ser comprovada, nem menos reduzir o número de infartados através destas drogas?

Ora, porque está em jogo uma indústria manipuladora e corrupta tão sedutora quanto a política brasileira. Que manipula resultados de estudos, promove congressos, patrocina profissionais e ceifa a base do ideal médico, o qual deveria ser desenvolvido o conhecimento do corpo humano e de sua fisiologia, mas que atualmente se preocupa única e quase que exclusivamente em “qual medicamento prescreverei”.

A medicina do diagnóstico, aquela que até quando eu não souber um nome de doença para enquadrar meu paciente, não saberei ajudá-lo pois para melhor saúde não existe droga vendida.

Pois agora este estudo recente, que não contará com representantes dando amostras grátis, nem estará sendo discutido em congressos patrocinados pelas indústrias farmacêuticas por motivos óbvios, aponta um resultado seríssimo.

Mulheres, as quais nunca foram contempladas com absolutamente NENHUM estudo relacionando segurança do uso de Estatinas, nem benefícios em prevenir infarto e na promoção da saúde, são o público alvo do contundente e triste estudo. E o resultado é alarmante: mulheres em uso de Estatinas (Liptor, Sinvastatina, Artrovastatina, etc…) por 10 anos ou mais, têm risco aumentado em 200% para câncer de mama, em relação às não usuárias.”

*Artigo de autoria do Dr. Victor Sorrentino.
Médico formado pela Universidade Luterana do Brasil.
Especialização em Cirurgia Geral na 15ª enfermaria do Hospital de Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.
Especialização em Cirurgia Plástica e reconstrutiva da mama na 28ª enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas.
Membro adjunto do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia.
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia Plástica Estética
Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria Preventiva
Membro do Grupo Longevidade Saudável Membro da WOSIAM – World Society Interdisciplinary Anti-aging Medicine
Membro da HS – The International Hormone Society
Membro da American Academy of Anti-Aging Medicine
Diretor da Sociedade Brasileira para Estudos da Fisiologia (SOBRAF)

Fonte: http://drvictorsorrentino.com.br/estudo-conclui-mulheres-em-uso-de-estatinas-tem-risco-aumentado-em-200-para-cancer-de-mama/

LDN no tratamento da Esclerose Múltipla: de 40 pacientes tratados, 39 tiveram interrupção da progressão da doença!

maira_gironi

Em 13/01/2014 por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

 Dra. Maira Gironi, médica NEUROLOGISTA e pesquisadora italiana, PhD (doutorado) em neurociência experimental, em um estudo científico, tratou 40 pacientes com Esclerose Múltipla (primária progressiva) com a terapia Low Dose Naltrexone – LDN (BAIXAS DOSES DE NALTREXONA), durante 6 meses.

A médica e pesquisadora Dra Maira Gironi verificou que a terapia LDN é segura e bem tolerada. Os resultados foram surpreendentes, a exceção de um paciente, todos os demais a progressão da doença foi interrompida. Assim, verificou-se que dos 40 pacientes, 39 deles obtiveram melhoras clínicas importantes, com interrupção da progressão da doença.

Considerando este estudo, é de extrema importância que os pacientes com esclerose múltipla considere o uso da terapia LDN com o médico de confiança. Esperar mais o que? Veja, ainda, trecho de aula do médico Dr. Lair Ribeiro (cardiologista e nutrólogo) sobre a terapia LDN em esclerose múltipla:

http://www.youtube.com/watch?v=TOS3uioeTlw

Além disso, entendo que esta terapia LDN deve ser feita conjuntamente com o uso da vitamina D3 (em altas doses) e seus nutrientes sinérgicos, para que a doença não apenas seja paralisada, mas também entre em remissão completa. – Ann Neurol. 2010 Aug;68(2):193-203; Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60;  Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60; Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51.

Referência científica:

Mult Scler. 2008 Sep;14(8):1076-83

Muito cuidado ao morar perto onde existe um ponto de Torre Wifi em prédios por exemplo, ondas para Tv, Celular e outros!

By Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 11 de Janeiro de 2014 – Tel Consultório  35 3531-8423
Muito cuidado ao morar perto onde existe um ponto de Torre Wifi em prédios por exemplo, ondas para Tv, Celular e outras; além do ponto interno dentro de casa de Wifi. Tudo onde possa conter inclusive radiações. Microondas, celulares, Tv com Wifi e outros aparelhos.
Dr. Barrie Trower diz: ” Eu acho que quem coloca um Wifi numa escola por exemplo deveria ter prisão perpétua, não são dignos de estar neste planeta..” “…Se você olhar para uma família que tem algum filho(a) com deformações, ou doenças genéticas verão o problema que os pais terão ao longo da vida, devido à doenças genéticas que podem ser causadas por essas “tecnologias”,..além do sofrimento da própria criança”.http://www.youtube.com/watch?v=z99_SzoXZdY

INFORMATIVO – “A MELHOR QUIMIOTERAPIA CONTRA O CÂNCER” é o uso de ‘Ácido Alfa Lipóico’ com vitamina D e Low Dose Naltrexone!

By Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 10 de Janeiro de 2014 – Consultório 35 3531-8423

—————————————————————————————————

A melhor “QUIMIOTERAPIA CONTRA O CÂNCER” é o uso de ‘Ácido Alfa Lipóico’ com vitamina D e Low Dose Naltrexone!

De 79 indivíduos na fila de transplante em 2003 o Dr. Burt Berkson tirou 75 que ficaram livres do câncer e de outras doenças. Exames de imagens posteriores mostraram que os indivíduos tiveram todas as enzimas hepáticas regularizadas, e regeneração do fígado. Não morreram. A terapia aplicada nos indivíduos foi: LDN e Alfa Lipóico.

Com tantos resultados surpreendentes, por que a medicina convencional continua ignorando este tratamento? É algo para refletir…


————————————

Referências:
-Dr Burt Berkson MD;PhD.
-Dr. Lair Ribeiro, MD; PhD Nutrólogo e Cardiologista
-J. Mercola MD; PhD.

PACIENTES COM AIDS PODEM SE BENEFICIAR COM O TRATAMENTO REVOLUCIONÁRIO – LDN – LOW DOSE NALTREXONE A PONTO DE FAZER DESAPARECER TOTALMENTE A CARGA VIRAL!

By; Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 09 de Janeiro de 2014  – Consultório 35 -3531-8423

—————————————————————–

PACIENTES COM AIDS PODEM SE BENEFICIAR COM O TRATAMENTO REVOLUCIONÁRIO – LDN – LOW DOSE NALTREXONE A PONTO DE FAZER DESAPARECER TOTALMENTE A CARGA VIRAL!

“..HIV / AIDS. Em setembro de 2003, o Dr. Bihari estava tratando 350 pacientes com AIDS usando LDN em conjunto com terapias aceitas Aids. Ao longo dos sete anos anteriores mais de 85% desses pacientes não apresentaram níveis detectáveis do vírus HIV – uma taxa de sucesso muito maior do que a maioria dos tratamentos atuais da AIDS, e sem efeitos colaterais significativos. Também é interessante notar que muitos pacientes de HIV / AIDS têm vivido sem sintomas durante anos, tendo apenas LDN sem outros medicamentos…”.

 

Imagem

 

Revolucionária terapia LDN para Esclerose Múltipla

naltrexone

Em 07 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Naltrexone em baixa dose, terapia denominada internacionalmente pela sigla LDN, trata de pacientes com doenças de Crohn, doença de Alzheimer, câncer de ovário, de pâncreas, fígado, autismo, e Esclerose Múltipla, dentre outras patologias graves.

Assista o trecho de aula do médico PhD cardiologista e nutrólogo, Dr. Lair Ribeiro, sobre a terapia LDN em Esclerose Múltipla, clicando no link abaixo:

 

 

Informo que esse medicamento precisa ser aprovado pelo médico, para o seu uso pelo paciente, mediante prescrição por receita.

Referência

Baixas Doses de Naltrexona, Eficiência e Eficácia (DVD) – Dr Lair Ribeiro.

Vitamina K2 é nutriente essencial para a saúde cerebral, protegendo neurônios e promovendo a produção de mielina.

timthumb

Em 06 de janeiro de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

O cérebro contém uma das mais altas concentrações de vitamina K2 do corpo, depois do pâncreas, gandulas salivares, e esterno (cartilagem que sustenta as costelas). A significativa capacidade da vitamina K2-MK7 (menaquinona) para prevenir os danos dos radicais livres nos neurônios é uma importante razão para o cérebro acumular este nutriente. Estudo científico sugere que tomar vitamina K durante a gravidez pode ajudar a prevenir paralisia cerebral no recém nascido – J Neurosci 2003 Jul 2, 23(13): 5816-26.

Além disso, comprovou-se que a vitamina K2 no cérebro contribui para a produção de mielina. BR J Nutr 1996 Jan, 75(1): 121-27. A mielina é um material isolante que forma uam camada protetora ao redor das células do cérebro e nervos, assim como o revestimento exterior de plástico sobre um fio elétrico. A esclerose múltipla é uma condição em que a mielina no cérebro e medula espinhal ficam danificadas. Isso pode eventualmente afetar todo o corpo, tais como perda de coordenação e controle muscular, dormência, visão turva e muito mais.

Tomar vitamina k2 ajuda a prevenir Esclerose Múltipla? Animais não desenvolvem Esclerose Múltipla, porém, uma pesquisa concentrou se em uma doença semelhante em animais, chamada encefalomielite autoimune experimental. Esta doença é um modelo animal amplamente aceita de esclerose múltipla. Verificaram que a vitamina k2 reduziu significativamente a severidade da esclerose múltipla, quando feita a suplementação antes do aparecimento dos sintomas – J Neuroimmunol 2005 Dec 30, 170 (1-2): 11-20.

Entre as formas da vitamina K, vale a pena informar que a forma predominante no cérebro é a vitamina k2 (e não a k1). O cérebro acumula preferencialmente mais de 6 vezes a quantidade de vitamina k2 do que vitamina k1 – Br J Nutr 1996, 75: 121-27.

Assim, considerando a prevalência de k2 no cérebro, e as condições mentais e neurológicas implicadas em sua deficiência, e a proteção que este nutriente oferece, é preciso procurar atender as necessidades do nosso cérebro para este importante nutriente. Caso contrário, sua deficiência torna-se porta de entrada para inúmeras patologias.

*Este artigo está baseado no livro “Vitamin K2 and the Calcium Paradox” da pesquisadora Dra. Kate Rhéaume-Bleue.

Referências:

  1. J Neurosci 2003 Jul 2, 23(13): 5816-26
  2. BR J Nutr 1996 Jan, 75(1): 121-27
  3. J Neuroimmunol 2005 Dec 30, 170 (1-2): 11-20
  4. Br J Nutr 1996, 75: 121-27.

INFORMATIVO”..Não se atreva a encontrar a cura contra o Câncer!”

By Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista –  Publicado em 04 de Janeiro de 2014.

“..Não se atreva a curar pessoas com câncer”!

Apesar das enormes quantias de dinheiro canalizados para a investigação do câncer, hoje, dois em cada três pacientes com câncer estará morto dentro de cinco anos depois de receber a totalidade ou parte do tratamento padrão para câncer! A ‘trindade milionária’ da medicina contra o câncer – cirurgia, radioterapia e quimioterapia! Um estudo estimou que os benefícios da quimioterapia se resume somente em 1 paciente a cada 20. Ao longo dos últimos cem anos uma série de tratamentos naturais contra o câncer têm sido desenvolvidos e utilizados com sucesso, no tratamento de pacientes nos EUA e outros países. Todos foram veementemente ocultados, silenciados e empurrado para debaixo do tapete pelo monopólio Médico, e médicos pesquisadores.

Referências:

A vitamina D pode prevenir e combater a doença de Crohn, uma doença inflamatória intestinal crônica.

Doença_de_Crohn

 

Em 01/01/2014, por Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

 

Cientistas canadenses descobriram que a vitamina D está ligada a genes responsáveis pela luta contra a doença de Crohn. Os resultados foram publicados no Journal Biological Chemistry.

“Nossos dados sugerem , pela primeira vez , que a deficiência de vitamina D pode contribuir para a doença de Crohn “, o Dr. John White , endocrinologista do Instituto de Pesquisa do Centro Universitário de Saúde McGill , em Montreal , no Canadá, disse em um comunicado. O estudo descobriu que a vitamina D tem um efeito direto em dois genes: 2Beta-defensina e NOD2, que tem sido associados à prevenção ou combate à doença de Crohn.

“Irmãos de pacientes com doença de Crohn que ainda não desenvolveram a doença podem ser bem aconselhados a ter certeza que não estão deficientes em vitamina D”, disse Dr. White.

“Esta descoberta é emocionante, pois mostra como um simples suplemento, como a vitamina D, pode ajudara as pessoas a se defender contra a doença de Crohn”, diz Marc J. Servo, professor da Universidade da Faculdade de Farmácia de Montreal.

De acordo com a Clínica Mayo, a doença de Crohn provoca uma inflamação crônica no trato digestivo. Os sintomas variam de leve à grave e incluem dor abdominal, cólicas, diarréia grave, sangramento e perda de peso. Ela afeta principalmente o intestino delgado ou grosso, embora possa afetar qualquer parte do trato digestivo.

Referência:

January 22, 2010 The Journal of Biological Chemistry, 285, 2227-2231.