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Arquivo mensal: novembro 2013

Deficiência de vitamina D3 no organismo aumenta por volta de 20 vezes o risco em desenvolver Alzheimer, conforme estudo científico.

LettraD

Em 13 de novembro de 2013. Por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423. São Seb. do Paraíso/MG.

Apenas alguns anos atrás, a vitamina D era simplesmente conhecida como a “vitamina para os ossos”. Graças ao trabalho árduo de muitos cientistas, especialmente do médico Dr. Michael Holick, um pioneiro na investigação da vitamina D, os dados mostram que quase todos os tecidos e tipo de célula do corpo tem receptores para a vitamina D. Como resultado desta descoberta, são necessárias doses muito mais altas para o funcionamento ideal. Esta descoberta mudou radicalmente a forma como entendemos o papel da vitamina D no organismo.

A menos que o seu organismo esteja em níveis ideais, isto é, se estiver em deficiência de vitamina D, você está abrindo a porta para uma série de distúrbios, que vão desde doenças do coração e Alzheimer até ossos fracos e diabetes.

Na verdade, mesmo se você tiver açúcar no sangue em níveis normais hoje em dia, uma deficiência de vitamina D, faz 91% maior em probabilidade de progredir para a resistência à insulina, ou pré-diabetes, e mais do que duplica o risco para o diabetes tipo II.

Infelizmente, a deficiência de vitamina D é uma epidemia global. Estima-se que 1 bilhão de pessoas não tem quantidade adequada de vitamina D. Os resultados desta deficiência são catastróficas. Estudos já mostraram que a deficiência de vitamina D está associada com aumeto do risco de uma longa lista de doenças que se estendem por todos os sitemas do corpo. De fato, os baixos níveis da vitamina D aumentam o risco de demência de Alzheimer por aproximadamente 20 (vinte) vezesDement Geriatr Cogn Disord. 2011;32(4):273-8.

Em razão disso, é muito importante que seja feito a checagem dos níveis de vitamina D periodicamente, e que sejam mantidos os níveis de acordo com os estudos mais recentes, isto é, em níveis ótimos.

Referências científicas:

  1. Available at: http://www.sciencenews.org/view/generic/id/64101/description/
    Vitamin_D_is_essential_to_the_modern__indoor_lifestyle
    . Accessed May 21, 2013.
  2. Available at: http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=vitamin-d-deficiency-united-states. Accessed May 21, 2013.
  3. Annweiler C, Llewellyn DJ, Beauchet O. Low serum vitamin D concentrations in Alzheimer’s disease: a systematic review and meta-analysis. J Alzheimers Dis. 2013;33(3):659-74.
  4. Huang Y, Li X, Wang M, et al. Lipoprotein lipase links vitamin D, insulin resistance, and type 2 diabetes: a cross-sectional epidemiological study. Cardiovasc Diabetol. 2013;12:17.
  5. Wacker M, Holick MF. Vitamin D – effects on skeletal and extraskeletal health and the need for supplementation. Nutrients. 2013 Jan 10;5(1):111-48.
  6. Mitchell DM, Henao MP, Finkelstein JS, Burnett-Bowie SA. Prevalence and predictors of vitamin D deficiency in healthy adults. Endocr Pract. 2012 Nov-Dec;18(6):914-23.
  7. Annweiler C, Rolland Y, Schott AM, Blain H, Vellas B, Beauchet O. Serum vitamin D deficiency as a predictor of incident non-Alzheimer dementias: a 7-year longitudinal study.Dement Geriatr Cogn Disord. 2011;32(4):273-8.
  8. lifeextension.com

Você pode estar tomando uma variedade de medicamentos diariamente. Como? Através da água!

INFORMATIVO!

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Por Júlio Caleiro-  nutricionista

Existem muitas empresas irresponsáveis poluidoras da água independente do país em que vivemos, principalmente aqui no Brasil! Explico; Não existe nenhuma legislação ambiental 100% que consiga abranger tudo, há brechas na lei ou não existe lei para a indústria química em relação a água em determinadas circunstâncias.

Os metais pesados ​​são os mais comuns entre as substâncias tóxicas que chegam através da água e de resíduos industriais, resíduos da exaustão de jatos de combustíveis e uma variedade de outras fontes.  Medicamentos são comumente encontrados na água da torneira, 74% da população dos EUA tomam medicamentos prescritos regularmente. Essas drogas não metabolizam totalmente, e pequenas quantidades são excretadas via fezes e urina e não são removidas durante o processo de tratamento. O problema é que muitos medicamentos não são filtrados através do processo de filtração regular tradicional, que a maioria usam nas residências. Pequenas quantidades de drogas de quimioterapia, pílulas anticoncepcionais, antidepressivos, ansiolíticos, esteroides anabolizantes, TRH ( terapia de reposição hormonal ), medicamentos para o coração etc foram encontrados na água da torneira. Se  já não bastasse o cloro e o flúor! Isso tudo é muito prejudicial à sua saúde!

Mas existe UMA maneira eficaz que podemos driblar este problema!
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Referências:

-http://www.fertileheart.com/
-Keene, I. 2008, “Natural Fertility Prescription”, Switzerland.

INFORMATIVO – Manteiga de amendoim pode dar o diagnóstico precoce para Doença de Alzheimer!

By; Ed. Dr Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA    – CONSULTÓRIO  –  35 3531-8423 – SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO MG- BR.

Publicado em 05 de Setembro de 2013 – São Sebastião do Paraíso-MG

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Assista a matéria abaixo. Clique no Link!

http://www.youtube.com/watch?v=Ls6VE3ZagUI

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(Dra. Mary Newport) 2013.

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Manteiga de amendoim pode dar o diagnóstico para Doença de Alzheimer!

    No momento, cerca de 5,4 milhões de americanos têm a doença de Alzheimer de acordo com a Associação de  Alzheimer, (USA). Em 2050, esta deverá saltar para 16 milhões e nos próximos 20 anos prevê-se que a doença de  Alzheimer, afetará um em cada quatro norte-americanos, rivalizando com a atual prevalência de obesidade e diabetes.  Uma vez que os tratamentos são poucos e raramente eficazes, o diagnóstico precoce e a prevenção tornam-se ainda  mais importante.  Curiosamente ferramentas simples como uma colher de sopa de manteiga de amendoim, poderia ser usado para confirmar o diagnóstico da doença em seus estágios iniciais. ‘Conforme relatado por ‘Medical News Today’,  Jennifer Stamps um estudante de graduação na Universidade da Flórida (UF ) McKnight Brain Institute Center for Olfato e Paladar e seus colegas, relataram os resultados de um pequeno estudo piloto no ‘Journal of the Neurological ciences’.
Na época, surgiu com a idéia de usar a manteiga de amendoim para testar a sensibilidade de cheiro, enquanto ela estava  trabalhando com o ‘Dr. Kenneth Heilman’, um dos melhores neurologistas comportamentais conhecido do mundo, a partir da ‘UF College of departamento de neurologia’…. A capacidade de cheiro está associado com o primeiro nervo craniano, e é frequentemente uma das primeiras coisas a ser afetada em declínio cognitivo. Ela usou a manteiga de amendoim porque segundo ele é um ” odor puro “, que só é detectado pelo nervo olfativo e é de fácil acesso.
O estudo piloto testou o cheiro em 24 pacientes diagnosticados com transtorno cognitivo leve. Para realizar o teste o paciente foi orientado a fechar os olhos e a boca, e manter uma narina fechada respirando normalmente através do outra.  Usando uma régua  o clínico mediu a distância entre a narina aberta e a manteiga de amendoim, e a marcação da distância a que o doente foi capaz de detectar o odor distinto. Depois de 90 segundos de descanso o procedimento foi repetido com a outra narina. Eles descobriram que os pacientes diagnosticados em fase precoce de Alzheimer (que foi feito por meio de outros ensaios clínicos), experimentaram uma diferença significativa na sua capacidade de detectar o odor entre as duas narinas. De acordo com o relatório destaca-se algumas características:
” A narina esquerda foi prejudicada e não detectou o cheiro, e foi usado uma média de 10 cm mais perto do nariz do que na narina direita, onde já tinha sido testado a detecção do mesmo problema em outros pacientes com doença de Alzheimer.  Isso não constata em pacientes com outros tipos de demência, e estes pacientes possuíam nenhuma diferença na detecção de odor entre narinas ou somente na narina direita.  É claro que é muito cedo para dizer se esse teste pode ser confiável o suficiente para se tornar amplamente utilizado. Mais algumas pesquisas precisam serem feitas, mas já é um passo importante de início. De acordo com o protocolo o teste pode ser utilizado para confirmar o diagnóstico, pois é fácil e barato. A equipe está planejando estudar pacientes com comprometimento cognitivo leve para avaliar se ele pode ajudar a prever um futuro diagnóstico da doença de Alzheimer.

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Referências:

ARMOUR THYROID a alternativa natural para o tratamento EFICAZ do hipotireoidismo

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Em 07 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Armour Thyroid (extratos de tireoide naturais) é um suplemento que contém extrato de glândula de tireóide suína. Extratos de tireóide naturais tem sido utilizados desde 1892 e aprovado pela Food and Drug Administration (FDA – semelhante a ANVISA no Brasil) desde 1939. E no Brasil, é ainda desconhecido e ignorado no tratamento de hipotireoidismo.

Armour Thyroid é preferida por muitos médicos pois pode conseguir resultados em pacientes que não respondem ao T4 sintético (ex: Puran T4 e Synthroid). Segundo um estudo científico, pacientes com hipotireoidismo mostram mais melhorias no humor e na função do cérebro quando receberam tratamento com Armour Thyroid ao invés de Syntroid (T4 sintético)Altern Med Rev. 2004 Jun;9(2):157-79.

E o que dizem os médicos pesquisadores a respeito?

O médico Dr. David Brownstein, professor clínico de Medicina da Wayne State University School of Medicine diz que:

“Quando é preciso medicação para tratar o hipotireoidismo, eu acredito que o uso regular de extratos da glândula de tireóide dessecadas (ex: Armour Thyroid, Nature-Thyroid ou Westhoid) são opções muito mais efetivas comparadas com o uso de T4. Em minha experiência clínica quando uso a tireóide dessecada [Armour Thyroid] verifico ser um produto superior comparado com as versões sintéticas do hormônio da tireóide, como Syntroid e Levothroid.

(…)

Tireoide dessecada tem T4 (semelhante ao Syntroid) mas também contém o hormônio ativo da tireoide T3 e outros componentes que permitem a conversão do T3 para o local correto no corpo.

(…)

Eu vejo muitos pacientes em minha prática que são diagnosticados com hipotireoidismo por outros médicos que indicaram a levotiroxina sódica como o Syntroid [ou Puran T4]. Embora seus exames de sangue tenham melhorado com o uso de Syntroid, muitos de seus sintomas não melhoraram. Trocando o uso do hormônio da tireóide para a versão de tireóide dessecada (Armour Thyroid) seus sintomas melhoram dramaticamente. Eu acredito que esta melhora ocorre pois o corpo é capaz de converter o hormônio dessecado de tireóide (ex: Armour) para o hormônio ativo de maneira mais eficaz.”

O médico Dr. Joseph Mercola diz:

“Quando se tem baixos níveis de T3, situação típica com uso de hormônios sintéticos, o cérebro não funciona de forma adequada. É importante o uso de uma preparação com T3, porque produz 90% do trabalho da tireóide no corpo. Assim, deve se usar uma combinação de T4 e T3, o que compensa a incapacidade do corpo em converter T4 para T3. O Armour Thyoid é tireóide dessecada que contém tanto T3 como T4.

Um estudo de 1999 publicado em uma das mais prestigiadas revistas médicas do mundo, a New England Journal of Medicine, mostrou que o produto natural, como ARMOUR, era muito melhor em controlar os problemas cerebrais comumente encontrados no hipotireoidismo. Quase todos os médicos de medicina natural tendem a usar o Armour Thyroid.”

Infelizmente, no Brasil este medicamento natural, ainda, não é comercializado. É encontrado, sob prescrição médica, nos EUA.

Assista o trecho de aula do médico Dr. Lair Ribeiro abordando o uso do Armour Thyroid:

Página no facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referências:

  1. The New England Journal of Medicine 1999;340:424-429, 469-470
  2. Overcoming Thyroid Disorders, Dr. David Brownstein, 2008, p. 54, 55, 59.
  3. Altern Med Rev. 2004 Jun;9(2):157-79.
  4. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/01/02/armour-thyroid.aspx
  5. Mercola.com
  6. Lifeextension.com

Cuba e a Revolução – A exportação de médicos em mais de 60 países e outras informações!

CUBA

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Ed. Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA

http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/v/governo-de-cuba-anuncia-fim-do-sistema-com-duas-moedas/2905615/

Cuba, da Revolução até os dias atuais, e seu Desenvolvimento!

As transformações e a experiência acumuladas desde o triunfo da Revolução em 1959 no âmbito científico, assistencial, de recursos humanos e materiais não ficam circunscritas ao país. Cuba compartilha o que tem, dentro e fora de suas fronteiras, como expressão da essência humanista da Revolução e exemplo da possibilidade de que prevaleça um mundo mais solidário e justo.

São mais de 40 mil os trabalhadores da saúde que prestam seu serviço em 68 países do mundo, em praticamente todos os continentes. Menção especial merecem as ações de colaboração dos médicos cubanos nos programas da Aliança Bolivariana para os povos de nossa América (Alba), particularmente a Operação Milagre para doentes com problemas de visão, que, desde 2004 até hoje, beneficiou mais de dois milhões de pessoas de 34 países de nossa América, considerada por muitos “o maior programa de solidariedade médica da história”; e os estudos para a identificação de doenças genéticas e deficiências, realizados também na Venezuela, na Bolívia, em São Vicente e Granadinas, no Equador e na Nicarágua, que permitem aos governos desses países brindar o atendimento que demandam as pessoas carentes de assistência médica e material.

Esse é o motivo pelo qual, apesar da topografia dos lugares onde se encontram as brigadas médicas cubanas, em geral lugares mais inacessíveis, essas mantêm entre si semelhanças e algumas diferenças, sendo o denominador comum do trabalho de médicos, enfermeiras e técnicos nos lugares onde prestam serviço, certamente, visão social e vocação irrenunciável de lutar para aliviar a dor dos mais necessitados, entrega sem limites e disposição de compartilhar, também, o saber científico com os outros, imersos no rosto triste da pobreza num mundo onde prevalece ainda a injustiça.

HIV – AIDS  E CUBA!

O HIV/ AIDS, apesar de constituir no mundo de hoje uma verdadeira ameaça à continuidade do gênero humano, em Cuba, como resultado da adoção de estratégias temporãs e com um grupo de Governo para a coordenação da resposta nacional à epidemia, conseguiu-se manter uma lenta progressão da doença, com uma prevalência de 0,03 %, catalogada como a mais baixa de América e uma das mais baixas do mundo.
O Sistema de Saúde de Cuba sofreu durante o período 1990-1996 os efeitos restritivos na disponibilidade de recursos pela crise econômica mundial e o desaparecimento da antiga URSS e dos países de Europa socialista, as conseqüências da aplicação de políticas neoliberais em América Latina

Professores, Dentistas e médicos –

Fidel Castro deu educação e saúde ao povo cubano!
Alguns índices de qualidade até melhoraram após a revolução de 1959. Mas a verdade é que Cuba já mandava bem nessas áreas

Os números não mentem: Cuba tem sistemas invejáveis de educação e saúde, com índices de eficiência dignos de país desenvolvido. Quase não há analfabetos na ilha, enquanto o número de professores, médicos e leitos de hospital por habitante é o maior da América Latina. Mas não foi a revolução de Fidel Castro, levada a cabo em 1959, que deu tudo isso ao povo cubano. Embora o regime comunista adore propagandear essas “conquistas”, Cuba já apresentava bons indicadores de desenvolvimento social e humano antes de Fidel chegar ao poder.

A revolução teve efeito positivo sobre alguns desses indicadores. O número de médicos e dentistas, por exemplo, era de 128 para cada 100 mil habitantes em 1957 (3º melhor índice da América Latina). Hoje, é de 680 (1º lugar entre os países latino-americanos). Por outro lado, algumas estatísticas são desfavoráveis para a era Fidel. Exemplo: em 1957, o consumo diário de calorias por cubano era o 3º maior da América Latina. Passadas 5 décadas de regime comunista, Cuba agora está em 11º lugar.

Dinheiro por fora

Não faltam dissidentes ou críticos de Fidel Castro apontando para a suposta falácia da educação e da saúde na ilha. Para eles, os recursos financeiros aplicados nessas duas áreas são insuficientes e tudo funciona muito mais para turistas e caciques políticos que para o cidadão cubano comum.

“O embargo econômico [imposto pelos americanos há quase 50 anos, em 1961] atrapalha, claro, mas é curioso notar como a falta de investimentos não prejudica o atendimento de saúde aos estrangeiros e à elite do Partido Comunista”, diz a antropóloga Katherine Hirschfeld, professora-assistente da Universidade de Oklahoma, nos EUA, e autora de um detalhado estudo sobre a sociedade cubana no final da década de 1990. De acordo com a neurocirurgiã e dissidente política Hilda Molina (que continua vivendo na ilha, embora seja uma das vozes mais afiadas contra o regime cubano), quem paga um dinheiro extra por baixo dos panos recebe atendimento mais rápido e eficiente. Segundo Hilda, existiria até uma tabela de preços informal para serviços que deveriam ser, além de eficientes, gratuitos para todo mundo. Furar a fila de um raio X, por exemplo, custaria entre US$ 50 e US$ 60 — uma pequena fortuna para os padrões de vida em Cuba.

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Estatísticas –

• SAÚDE
MORTALIDADE INFANTIL (mortos por 1000 nascidos)
1957 – 32 / 1º na América Latina 13º no mundo
HOJE – 5,82 / 1º na América Latina 43º no mundo

O avanço de Cuba foi enorme – redução de 82% na taxa de mortalidade.

• EDUCAÇÃO
ALFABETIZADOS (em % da população)
1957 – 76% / 3º lugar na América Latina
Hoje – 99,8% / 1º lugar na América Latina

INVESTIMENTO NA EDUCAÇÃO (em % do PIB)
1957 – 23% / 1º na América Latina
Hoje – 10% / 1º na América Latina

ANOS NA ESCOLA (em média)
1957 – 9 / 3º na América Latina
Hoje – 20,5 / 1º na América Latina

A escola é obrigatória por 9 anos, mas os cubanos passam muito mais do que isso estudando. Eles tiram notas bem mais altas em exames internacionais que os estudantes de outros países latino-americanos.

MÉDICOS E DENTISTAS (para cada 100 mil habitantes)
1957 – 128 / 3º lugar na América Latina
Hoje – 680 / 1º lugar na América Latina

Nos últimos 50 anos, o país multiplicou por 5 o número de profissionais de saúde. Nos últimos anos, o problema tem sido a exportação dos profissionais mais capacitados para trabalhar no exterior.

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AGRICULTURA – EXPLORAR OS RECURSOS DA LOCALIDADE
Atualmente a agricultura urbana e suburbana em Cuba constitui um dos sete programas principais do Ministério da Agricultura, explicou para esta Agência o doutor Nelso Companioni, diretor de Agricultura Urbana e Suburbana do Instituto de Pesquisas Fundamentais na Agricultura Tropical (Inifat). “Se noutros países a agricultura urbana é tratada como ação de subsistência, cá é um programa oficial, de caráter popular, onde o objetivo principal é produzir alimentos e cuidar os recursos naturais que têm a ver com essa produção, para o fornecimento local”, ressaltou o especialista.
Recordou que o programa iniciou no fim da década de 80 do passado século, quando se organizou o Movimento Nacional do Organopônicos, tão utilizado no país que foi preciso constituir o Grupo Nacional do Organopônicos. Uma década depois foi criado o Grupo Nacional de Agricultura Urbana e Suburbana em 2009.
Sempre sobre uma base popular e com uso dos recursos das próprias localidades, terras abandonadas e lixos viraram em organopônicos, áreas semi- protegidas e terrenos familiares. O que começou com o propósito de cultivar vegetais, hortaliças e outros, se espalharam até abranger 30 subprogramas, entre eles: frutíferos, bananas, florestais, café e cacau, flores, medicinais, apicultura, sementes, capacitação, avícola e aquicultura.
Segundo Companioni o país conta com um sistema de produção de alimentos que se afasta do uso dos fertilizantes químicos, a partir do uso de abonos orgânicos que ajudam à restituição da fertilidade das terras na obtenção de produtos de alta qualidade e não poluídos.
“Esta é a agricultura do futuro no mundo. Hoje temos um forte movimento agroecológico que nos permite ir deitando fora os insumos industriais que são caros e são fatores de contaminação”, frisou.
FORTE IMPACTO SOCIAL
Hoje este programa se fortalece como fonte de emprego, com forte impacto social, pois centenas de milhares de pessoas encontram nele seu sustento, afirmou Companioni, quem é também secretário executivo do Grupo Nacional de Agricultura Urbana e Suburbana. Nos últimos 10 anos, disse, o programa da agricultura urbana gerou empregos que flutuam entre os 340 mil e 380 mil. Entretanto, disse, a suburbana prognostica finalizar o quinto ano do programa com 143 mil imóveis, modalidades que hoje se potencializam e são localizadas numa área de 10 quilômetros à redonda das capitais provinciais. Quanto às culturas, Companioni mencionou que existem oito mil e 232 hectares nas que se apanham mais de um milhão 52 mil toneladas de vegetais, hortaliças e artigos importantes do programa.
O objetivo- disse- é chegar aos 10 mil hectares e atingir um milhão 200 mil toneladas desses alimentos, visando que cada morador do país consumir 300 gramas diárias, cifra média estabelecida no mundo como a requerida para o melhor desenvolvimento humano.
Tais experiências dos especialistas cubanos são compartilhadas com vários países, no intuito de impulsionar a agricultura familiar ou sustentável em pequena escala, dentre esses países, Venezuela, Uruguai, México e nações das Antilhas Menores, enquanto se desenha um programa para o Haiti.
        O desenvolvimento e consolidação da agricultura urbana e suburbana ao longo desta ilha caribenha foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que o destaca como um modelo para ser usado no mundo, impactado por eventos climatológicos e a adiada crise econômica e alimentar.
Contudo a ONU nomeou o ano 2014 como Ano da Agricultura Familiar, tema no que, em opinião de Companioni, Cuba pode desempenhar um papel de grande impacto.

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Referências:

( OMS, Unesco).

1-http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142011000200008&script=sci_arttext

2-www.scribd.com/doc/…/Sistema-de-saude-em-Cuba
3-www.portalmedico.org.br/revista/…/evolucien.html
4-http://embacu.cubaminrex.cu/Default.aspx?tabid=2214
5-http://blig.ig.com.br/otroglodita/2010/03/24/hospital-mazzorra-cuba-26-assassinados/

6-http://super.abril.com.br/cotidiano/fidel-castro-deu-educacao-saude-ao-povo-cubano-620289.shtml

7-http://convencao2009.blogspot.com.br/2013/08/agricultura-urbana-e-suburbana.html

Dieta da Proteína e seus GRAVES riscos à saúde

dieta

Por Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

A famosa dieta da proteína propagada mundialmente pelo Dr. Atkins, e agora também, pelo Dr. Pierre Dukan, tem sido indicada por muitos médicos como a salvação para a perda de peso e emagrecimento rápidos. Regra geral, a dieta retira quase todo carboidrato da alimentação ou o restringe a 10% do total de calorias consumidas.

Mas, o que os estudos científicos tem informado a respeito desta dieta? Uma pesquisa publicada em 26/06/2012 no Journal of American Medical Association, liderada pela Dra. Cara Ebbeling, nutricionista – PhD e professora em pediatria na Havard Medical School e pelo médico PhD, Dr. David Ludwig, pediatra e especialista em endocrinologia em pediatria, concluíram que a dieta Atkins (baixo consumo de carboidratos) causa inflamação e estresse (JAMA, June 27, 2012 DOI: 10.1001/jama.2012.6607). A dieta com baixo consumo de carboidratos aumentou os níveis de cortisol dos participantes, o que pode levar à resistência à insulina e doença cardiovascular. Lembre-se que a principal função da insulina é reduzir a quantidade de açúcar na corrente sanguínea. Devemos, assim, procurarmos ser sensíveis à insulina, e não resistentes a este hormônio. O organismo vindo a apresentar resistência à insulina compensa secretando uma quantidade cada vez maior desta substância. Quais as possíveis conseqüências? Com o tempo, o pâncreas não consegue atender a demanda da necessidade de alta produção de insulina, e inicia o ganho de gordura corporal, com o inevitável ganho de peso, e possível desenvolvimento de uma doença fatal: diabetes tipo 2.

No mesmo estudo, verificaram ainda que esta dieta de baixo consumo de carboidratos aumentou os níveis da proteína C-reativa, sinal de maior risco de doenças cardiovasculares e indicador sério de inflamação silenciosa corporal. Segundo o médico Dr. Mark Hyman, em seu livro Ultrametabolism, diz que:

“Exame de proteína C-reativa ultra-sensível (PCR-us) – esse é o melhor exame para diagnosticar inflamação. Ele mede seu nível geral, embora não aponte sua origem. O motivo mais comum para um índice elevado da proteína C-reativa é a síndrome metabólica, ou a resistência à insulina.”

Diversos estudos tem verificado que um processo de inflamação crônica está diretamente envolvido nas doenças do envelhecimento, incluindo: câncer, demência, acidente vascular cerebral, insuficiência hepática, e ataque cardíaco (ref.: 4-24).

Um estudo mostrou que a inflamação aumenta em cerca de 1.700% o risco de diabetes (JAMA. 18 de julho de 2001; 286(3): 327-334. Am. J. Clin. Nutr. Março de 2002; 75(3): 492-498.)

Os níveis sanguíneos ideais de proteína C-reativa são aqueles abaixo de 0,55mg/L em homens e abaixo de 1,0 mg/L em mulheres (http://www.lef.org/protocols/appendix/blood_testing_02.htm).

Doutor Hiromi Shinya, médico gastroenterologista, Chefe da Unidade de endoscopia do Beth Israel Medical Center e Professor de cirurgia no Albert Einstein College of Medicine – Nova York – EUA, em seu livro “Imunidade Natural”, sobre a dieta de baixo consumo de carboidratos explica que:

“Por outro lado, existem métodos de saúde baseados em dietas que são incorretos – regimes de beleza e métodos alimentares com efeitos perigosos. O denominador comum desses métodos é, em resumo, a idéia de se reduzir a ingestão de carboidratos. O exemplo mais típico é a dieta de Atkins, desenvolvida pelo Dr. Robert Atkins, nos Estados Unidos. Esta dieta, em minha opinião, envolve um alto risco porque induz à oxidação do sangue e leva a uma deterioração do trato intestinal. Uma pessoa pode ser capaz de perder peso temporariamente com uma dieta deste tipo, porém há uma elevada probabilidade de prejuízo à sua saúde. …Em alguns casos, uma doença chamada ceratoacidose, causada pela oxidação do sangue, pode se desenvolver. …Os alimentos de origem animal não possuem fibras alimentares e contém uma alta porcentagem de gordura e calorias, por isso, há risco do desenvolvimento de um sangue denso e da deterioração do trato intestinal. Além disso, por causa do suprimento insuficiente de oxigênio e de nutrientes às células do corpo todo, o metabolismo energético é dificultado, o que conduz ao envelhecimento das células”.

Doutor Wilson Rondó, médico ortomolecular, especializando-se em Terapias Antioxidantes pelo The Robert W. Bradford Institute, nos EUA e no Regenerations Zentrum Dr. Kleanthous Embh (Heideberg) na Alemanha, sobre a dieta de baixo consumo de carboidrato alerta que:

Contrariar a natureza tem seu preço. E os carboidratos são nossa fonte natural de energia. Sua carência causa danos celulares irreversíveis, compromete o funcionamento do cérebro e das células nervosas e estressa a bioquímica do corpo. Outro problema é a indução a um estado permanente da chamada cetose – que deprime o apetite, pode levar à desidratação e favorece a perda de cálcio.

Cria-se um círculo de danos, pois o cálcio vai acidificar o sangue, sobrecarregar os rins e fragilizar o intestino, favorecendo a ação danosa de bactérias. Além disso, há perda de músculos e aumento do ácido úrico na circulação, o que pode causar gota. O maior prejudicado, no entanto, é mesmo o sistema cardiovascular. A gordura consumida leva à sua degeneração e aumenta os níveis de dióxido de carbono no organismo, acelerando o envelhecimento. A melhor forma de emagrecer e manter a boa nutrição é o consumo equilibrado de carboidratos (40 a 50% das refeições), de proteínas 25 a 30% e gorduras boas 25 a 30%. Para controlar a insulina, os carboidratos complexos (de grãos, vegetais, massas integrais) são opções que trazem benefícios crescentes para o sistema imunológico (http://www.drrondo.com/artigo/bem-estar-menos-peso-com-mais-saude-e-energia).

Mas, e qual a solução apontada pelos pesquisadores?

Os autores concluíram que as dietas de baixo índice glicêmico, a qual possui em sua composição 40% de carboidratos do total de calorias ingeridas, apresentaram benefícios semelhantes à dieta de baixo carboidratos (Dr. Atkins/Dr. Dukan), todavia, sem os efeitos negativos mencionados.

É de se observar que este não é o primeiro estudo a respeito, demonstrando malefícios da dieta de baixo consumo de carboidratos. Em outro estudo de 2007, já havia sido verificado que a dieta com baixo consumo de carboidratos pode aumentar a perda óssea, devido ao aumento de ácido no corpo e ingestão insuficiente de minerais alcalinizantes. Além disso, foi encontrada uma porcentagem mais elevada de cálcio na urina daqueles participantes que realizaram a dieta de baixo consumo de carboidratos. Verificou-se ainda, neste mesmo estudo de 2007, um aumento nos níveis do colesterol LDL (mau colesterol), pelos seguidores da dieta Atkins ou de baixo consumo de carboidratos (Arizona State University (2007, December 17). Researchers Nix Low-carb Diet. ScienceDaily).

Um terceiro estudo científico ainda registrou que dieta de consumo baixo de carboidratos afeta NEGATIVAMENTE a memória e aprendizado (habilidades cognitivas), ou seja, afeta a saúde do cérebro (Tufts University (2008, December 15). Low-carb Diets Can Affect Dieters’ Cognition Skills).

Em mais outro estudo científico, verificaram que a dieta cetogênica produziu acidose, aumento dos níveis de colesterol, pedras nos rins, refluxo gastroesofágico – Neurol Neurochir Pol. 45.4 (2011): 370-8.

Segundo o Dr. Hyman, “os carboidratos são os mais importantes alimentos para a função e saúde em longo prazo do cérebro”(http://www.lef.org/magazine/mag2009/mar2009_Mark-Hyman-Healing-Broken-Brain-Syndrome_01.htm). Logo, é indispensável a presença deste componente [principalmente na forma de carboidratos complexos], de modo equilibrado, em uma dieta SAUDÁVEL.

A dieta cetogênica tem aplicações específicas no tratamento de algumas doenças, e deve ser feita com acompanhamento médico ou de nutricionista, e por um tempo determinado.

Faça uma alimentação equilibrada que fortaleça sua saúde, e assim, propicie o emagrecimento saudável.

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Referências
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31. Neurol Neurochir Pol. 2011 Jul-Aug;45(4):370-8.

A Canela potencializa a atividade da insulina em mais de três vezes, segundo estudo científico de Beltsville.

CANELA

Em 05 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423. 

O consumo regular de canela pode promover o metabolismo saudável da glicose. A canela tem sido usada por milhares de anos em sistemas médicos Ayurveda e Greco-européia tradicionais. Um estudo realizado no Departamento de Beltsville Human Nutrition Research Center de Agricultura, verificaram que a cancela minora ou impede a intolerância à glicose e diabetes (J Agric Food Chem. 2004 Jan 14;52(1):65-70.) Além disso, os cientistas da Iowa State University determinaram que a canela regulam a expressão de genes envolvidos na ativação de receptores de insulina na membrana celular, aumentando assim a absorção de glicose e diminuição dos níveis de glicose no sangue (Horm Res. 1998 Sep;50(3):177-82.).

Os estudos em animais, confirmaram o controle de glicose até mesmo em animais que consumiram uma dieta com alto teor de frutose (um açúcar simples), o que sugere que a utilização precoce de canela pode prevenir o desenvolvimento de resistência à insulina em pessoas que consomem açúcar (frutose) abundantemente (Diabetes Res Clin Pract. 2003 Dec;62(3):139-48; Horm Metab Res. 2004 Feb;36(2):119-25).

Devido à incidência de aumento em até quatro vezes de doença cardiovascular em diabéticos tipo II, os investigadores tem procurado nutrientes que podem simultaneamente, aumentar o metabolismo de glicose e os níveis de lipídeos. Num estudo,publicado no Diabetes Care, a canela provou ser um agente com esta dupla ação. Sessenta adultos (30 homens e 30 mulheres) com diabetes tipo II foram divididos em seis grupos. Três grupos consumiram um, três e seis gramas de canela, e outros três grupos doses equivalentes de placebo. Após o período de inicial de 40 dias, todos os três níveis de canela reduziu níveis séricos (jejum) de glicose entre 18 à 29%. A dose de um grama reduziu os níveis de triglicérides em 18%, colesterol LDL em 7%, e o colesterol total em 12%. As doses mais altas de canela as reduções foram ainda maiores de triglicerídeos, LDL e colesterol total (Diabetes Care. 2003 Dec;26(12):3215-8.).

Canela demonstra ser um dos mais poderosos nutrientes disponíveis para melhorar o metabolismo da glicose. Pesquisadores da USDA no centro de Beltsville estudaram 49 ervas, especiarias e extratos de plantas medicinais quanto ao efeito na glicose nas células de glicose em ratos. Eles descobriram que a canela era o produto mais bioativo, seguido de hamamélis, chás verde e preto, e pimenta da Jamaica (J Agric Food Chem. 2000 Mar;48(3):849-52). Um outro estudo descobriu que a canela potencializa a atividade da insulina em mais de três vezes –  Biol Trace Elem Res. 1990 Mar;24(3):183-8).

Sobre mais benefícios da canela, sugiro que assistam a entrevista com a Dra. Eliana Tagaliari, nutricionista:

http://www.youtube.com/watch?v=kN3prMwmcO4

Todas as referências científicas estão citadas no corpo do texto.

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