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O alho é utilizado de forma medicinal há mais de 3.000 anos antes de Cristo: saiba o porquê!

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Em 27 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

O alho pertence a família das Liláceas (assim como a Aloe Vera) e apresenta excelentes propriedades medicinais. Há diversas variedades de alho, a mais comum é o Allium sativum. O alho é utilizado de forma medicinal desde a antiguidade. Há registro do povo babilônico (3.000 anos Antes de Cristo) terem usado o alho para tratamento de enfermidades do aparelho respiratório, infecções cutâneas, inclusive lepra, além com o fim de expelir as amebas e vermes intestinais.

Moisés (da Bíblia) menciona o alho como uma planta milagrosa. No Egito, o alho é mencionado pelo historiador Heródoto, como utilizado diariamente pelos operários. Atualmente, os egípcios tomam o alho antes das competições esportivas. Na Grécia, Aristóteles menciona o alho dizendo que “ele ajuda na cura da hidrofobia e é um bom tônico laxante”. Hipócrates (460 antes de Cristo) recomendava o alho aos desportistas que competiam nos jogos olímpicos.

Escritos chineses que datam de 2.700 antes de Cristo, descrevem alho para tratar muitas doenças e para aumentar vigor. Na Índia, a medicina ayurvédica recomenda alho para aumentar a energia e tratar resfriados e fadiga.

A pesquisadora e professora da  Tufts University School of Medicine – EUA, Dra. Carmia Borek (PhD) informa que “estudos mostram que o alho protege contra a infecção e inflamação, reduz o risco de doença cardíaca , e tem efeitos anti-cancerígenos e anti-envelhecimento.”

Uma conferência internacional ocorrida em novembro de 1998, na California – EUA, organizado pelo Instituto Nacional do Câncer e pela Universidade Estadual da Pensilvania, reuniu cerca de 200 pesquisadores e profissionais de saúde de 12 países. Na conferencia ficou claro a partir dos estudos apresentados que o extrato de alho envelhecido desodorizado foi mais eficaz que o alho fresco em grande parte por causa dos ‘compostos orgânicos’ solúveis em água, que tem uma ampla gama de ação e são altamente biodisponíveis.

Estudos em ratos mostram que o extrato de alho envelhecido e solúvel em água, impediu a lesão cerebral por isquemia e reperfusão.

Estudos em humanos confirmam estimulação imunológica por alho. Os indivíduos que receberam uma certa dose de extrato de alho envelhecido, durante três semanas, mostraram um aumento de 155,5% na atividade das células imunológicas natural killer que mata invasores e células cancerosas.

Estudos recentes mostram que o extrato de alho em pó contém substâncias que matam Heliobacter pylori, um organismo virulento que cresce no estômago e é considerado por ser causador de úlceras e câncer de estômago.

Dra. Borek PhD informa ainda:

“O efeito anti-câncer de dietas ricas em alho tem sido demonstrado em mais de 12 estudos epidemiológicos na China , Itália e Estados Unidos. As dietas ricas em alho reduziu o risco de estômago e câncer de cólon. Outros estudos com animais mostram que o extrato de alho envelhecido protege contra estágios precoces e tardios de desenvolvimento de câncer no cólon, glândulas mamárias , pele, estômago e esôfago. Entre os compostos do extrato de alho mostrando prevenção de promoção do tumor é alicina , um flavonóide que também impede a formação de prostaglandinas, substâncias semelhantes a hormônios que são ativos no aumento da inflamação, a agregação de plaquetas e o crescimento do tumor.”

O médico e pesquisador Dr. Joseph Mercola informa:

O alho parece ser eficaz contra: E. coli.; Staphylococcus aureus; Clostridium perfringens; Salmonella spp. O alho não só mata bactérias patogênicas [causadoras de doenças] mas também mata rotavírus que é responsável por muitos casos de diarréias.”

Segundo o médico cardiologista e especialista em nutrologia, membro da Academia de Ciências de Nova York, professor de medicina na Universidade Estácio de Sá e na Universidade Moderna de Lisboa, Dr. Sérgio Puppin, em seu livro “Alimentos Certos Hábitos Saudáveis”:

“…a alicina é que confere ao alho propriedades simplesmente fantásticas. Dentre inúmeras ações, destacamos:

  1. Afina o sangue, substituindo com vantagens a ação da aspirina
  2. Aumenta o bom colesterol (HDL) e diminui o mau colesterol (LDL).
  3. Ajuda a controlar a pressão arterial
  4. Previne e ajuda a tratar processos infecciosos, principalmente relacionados a fungos (sapinhos) e vírus (estados gripais)
  5. Aumenta a imunidade, ajudando pacientes no tratamento de cânceres e aqueles submetidos a quimioterapia, segundo recente pesquisa realizada em Israel.
  6. Tem ação desintoxicante
  7. Tem ação energizante, melhora a fadiga e ajuda a combater o estresse.
  8. Além de retardar o envelhecimento, é considerado afrodisíaco.

Considerando todas essas propriedades, por que excluí-lo do tratamento de saúde, ou até mesmo, da promoção de saúde (prevenção)? Reflita!

*Todo suplementação de nutrientes deve ter indicação médica ou de nutricionista, aptos a esta natureza de terapia da nutrição funcional.

Referências:

    1. Abdulllah T. et al. (1989). Enhancement of natural killer cell activity in AIDS with garlic. Onkologie 21:52-53
    2. Amagase H. (1998) Intake of garlic and its components. Nutritional and Health Benefits of Garlic as a Supplement Conference, Newport Beach CA. 4 (Abstract)
    3. Amagase, H., Schaffer, E.M.,& Milner J. (1996) Dietary components modify the ability of garlic to suppress 7, 12,-dimethyl (a anthracene induced DNA adducts. J. Nut. 126:817-824
    4. Block, E.(1985) The chemistry of garlic and onion. Sci. Am 252: 114-119
    5. Borek C. Maximize Your Healthspan with Antioxidants. 1995. Keats Publishing, New Canaan, Conn.
    6. Borek, C.(1993) Molecular mechanisms in cancer induction and prevention. Environ Health Perspectives 101: 237-245
    7. Borek, C. (1991) Free radical processes in multistage carcinogenesis. Free Rad. Res. Comm. 1991 12 745-750
    8. Brosche T. and Platt N. Knoblauch Terapie und zelullaere immunoabweher in Alter(1994). Phytoter 15: 23-24
    9. Freeman, F. & Kodera, Y. (1995) Garlic Chemistry: Stability of S-(2-Propenyl) 2-Propene-1-sulfinothioate (Allicin) in blood, solvents and simulated physiological fluids. J. Agr. and Food Chemistry 43:2332-2338
    10. Ide, N. and Lau, B.H. S. (1997) Garlic compounds protect vascular endothelial cells from oxidized low density lipoprotein-induced injury. J Pharm Pharmacol. 49: 908-911
    11. Imai, J., Ide, N., Nagae, S., Moriguchi, T.,Matsuura, H. & Itakura, Y. (1994) Antioxidants and free radical scavenge effects of aged garlic extract and its constituents. Planta Med 60: 417-420
    12. Kojima, R., Epstein, C.J. Mizui, T., Carlson, E. & Chan, P.H. (1994) Protective effects of aged garlic extracts on doxorubicin-induced cardiotoxicity in the mouse. Nutr. Cancer 22:163-173
    13. Lau, B.H. S. (1989) Detoxifying, radioprotective and phagocyte-enhancing effects of garlic. Int. Nutr. Rev. 9:27-31
    14. Lawson, L.D., Ransom, D.K. & Hughs (1992) Inhibition of whole blood platelet aggregation by compounds in garlic clove extracts and commercial garlic products. Thromb Res 65: 141-156
    15. Milner, J. A. (1996) Garlic: Its anticarcinogenic and antimutagenic properties. Nut. Rev 54: S82-S-86
    16. Moriguchi, T., Saito, H. & Nishyama, N. (1997) Anti-aging effect of aged garlic extract in the inbred brain atrophy mouse model. Clin. and Exp. Pharmachol. and Physiol. 24: 235-242
    17. Neil, H.A. et al. Garlic powder in the treatment of moderate hyperlipidemia: a controlled trial and meta-analysis.
    18. Nishino, H.,Nishino,A.,Takayasu,A., Iwashima, Y.,Itakura,y., Kodera, Y., Matsuura, H.,& Fuwa, T. (1990) Antitumor-promoting activity of Allixin, a stress compound produced by garlic. The Cancer Journal. 3:20-21
    19. Numagami, Y., sato, S., & Onishi, T. (1996) Attenuation of rat ischemic brain damage by aged garlic extracts: A possible protecting mechanism as an antioxidants. Neurochem Int. 29: 135-143
    20. Nutritional and Health Benefits of Garlic as a Supplement Conference, Newport beach CA (1998). 1-70. Abstracts
    21. Steiner, M. (1996) A double blind cross over study in moderately hypercholesterolemic men that compare the effect of Aged Garlic Extract and placebo administration on blood lipids and platelet function. Am. J. Clin. Nutr. 64:866-870
    22. Steinmetz, K.A., Kushi, L.H., Bostick, R.M., Folsom A.R & Potter, J.D. (1994) Vegetables, fruit and colon cancer in the Iowa Women’s Study. Am. J. Epidemiol. 139:1-5
    23. Wei, Z. & Lau, B.H.S. (1998) Garlic inhibits free radical generation and augments antioxidant enzyme activity in vascular endothelial cells. Nutr. Res. 18: 61-70
    24. . Oregano, Other Essential Oils Destroy Strep Pneumonia Cells
    25.  Garlic Lowers Heart Disease Risk
    26.  Garlic Keeps the Ticks Away
    27.  Garlic May Prevent Cancer
    28. Evidence Mounts For Garlic’s Antimicrobial, Cholesterol-Lowering Effects
    29. Mercola.com 
    30. Lifeextension.com

Ômega 3 reverte esteatose hepática, diz estudo.

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Em 26 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.
Estudos experimentais demonstram  que a suplementação com Omega 3 previne a Esteatose hepática (Gordura no fígado) no entanto até a data existia a dúvida se a suplementação seria capaz de revertê-la.
Em modelo animal com esteatose foi administrado Ômega 3 por um período de 2 semanas com acompanhamento de ressonância magnética, histologia e cromatografia gasosa. Foi constatado redução da esteatose hepática com diminuição de inflamação lobular, fator de necrose tumoral e interleucinas e aumento da capacidade antioxidante.
Concluiu-se que o Ômega 3 é capaz de reverter as características fisiopatológicas da esteatose hepática não alcoólica.
Fonte: Medpharma
Referência científica:
Marsman HA et al.,  , Reversal of hepatic steatosis by omega-3 fatty acids measured non-invasively by (1) H-magnetic resonance spectroscopy in a rat model.J Gastroenterol Hepatol 2011 Fev; 26 (2) :356-63.

Baixas doses de Naltrexone [LDN] é a descoberta médica mais importante do século XX, segundo o médico Dr. Lair Ribeiro.

Aprenda também como evitar os infartos – infartos do miocárdio não são ocasionados por placas de gorduras no coração, entupimento arterial – Acompanhe aqui as causas reais do infarto e também a prevenção clique aqui –> ttps://www.youtube.com/watch?v=J0GrKniI8Do

TRATAMENTO PARA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA —https://nutricaobrasil.wordpress.com/2017/05/22/o-aminoacido-l-serina-retarda-a-progressao-da-esclerose-lateral-amiotrofica-e-l-a-em-humanos-e-animais/

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Segue a matéria abaixo sobre LDN.

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Envie emails para — > juliocaleiro@hotmail.com

INFORMATIVO – Contribuição Especial do Renomado Pesquisador Gustavo Molina – BUZZ.

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Naltrexone em baixa dose, terapia denominada internacionalmente pela sigla LDN, trata de pacientes com doenças de Crohn, doença de Alzheimer, câncer de ovário, de pâncreas, fígado, autismo, e Esclerose Múltipla, dentre outras patologias graves.

A naltrexona é um antagonista opiáceo farmacologicamente ativo. Ele foi primeiramente utilizado em doses relativamente altas para o tratamento de opióide e do álcool. Mas em doses muito baixas, a naltrexona foi encontrada para ter propriedades imunomoduladoras.

LDN foi usado primeiramente como um agente terapêutico para pessoas com AIDS. Tem sido proposto para ser utilizado em pessoas com doenças malignas, esclerose múltipla, e doenças autoimunes. Uma publicação recente mostrou uma melhoria significativa na doença de Crohn em pessoas que usaram LDN.

Segundo o médico Dr. Joseph Mercola:Naltrexone em baixas doses [low dose naltrexone- LDN] é uma promessa de ajudar milhões de pessoas com câncer e doenças autoimunes. Como um antagonista opiáceo farmacologicamente ativo, LDN funciona bloqueando os receptores opióides, que por sua vez ajuda a ativar o sistema imunológico do seu corpo. Alguns dos principais especialistas acreditam que o Naltrexone em baixa dose é uma grande promessa para o tratamento de milhões de pessoas que sofrem com doenças autoimunes, distúrbios do sistema nervoso central, e até mesmo câncer e HIV/AIDS. É extremamente barato, e parece ser livre de efeitos colaterais prejudiciais.”

A médica Dra. Jacquelyn McCandless relata ter encontrado efeitos positivos em crianças com autismo, utilizando a terapia LDN.

O médico Dr. Burton M. Berkson atesta que conseguiu resultados fenomenais com baixa dose de naltrexona (LDN), em pacientes com câncer e com doenças autoimunes.

E como a LDN trata doenças autoimunes e câncer?

Várias pesquisas dos últimos 20 anos indicam que a secreção do corpo denominada endorfinas (opióide natural do corpo) desempenha um papel importante, se não central, no funcionamento do sistema imunológico.

Uma publicação de um estudo do New England Journal of Medicine 2003, declara que:

Estudos pré-clinicos indicam que os opióides alteram significativamente o desenvolvimento, diferenciação e função das células do sistema imunológico. Células  progenitoras da medula óssea, macrófagos, céluas exterminadoras naturais, timócitos imaturos e células T e células B são todas envolvidas.

O médico Dr. Mercola diz: “quando você toma LDN na hora de dormir, ele bloqueia os seus receptores opióides por algumas horas no meio da noite, e acredita-se que promove a regulação de elementos vitais do sistema imunológico aumentando a produção de endorfinas (os opióides naturais) e metenkephalin, melhorando, portanto, a função imunológica. Além do aumento da produção de endorfina, Dr. Bernard Biari (que descobriu que LDN como um agente terapêutico para a AIDS, em 1985), acredita-se que LDN tem mecanismo anti-cancer, devido ao aumento no numero e densidade de receptores de opióides nas membranas de células de tumor, tornando-as mais sensíveis aos efeitos inibidores do crescimento dos já presentes em níveis de endorfinas, os quais por sua vez, induz a apoptose (morte celular) de células cancerosas.”

Dr. Bihari tratou mais de 450 pacientes com câncer com LDN com ótimos  resultados, incluindo, cânceres de bexiga, mama, fígado, pulmão, gânglios linfáticos, cólon e reto.

Segundo o Dr. Bihari, quase um quarto de seus pacientes tiveram pelo menos uma redução de 75% do tamanho do turmo, e quase 60% de seus pacientes demonstraram estabilidade da doença

Além do câncer, LDN mostra ser uma terapia promissora para as seguintes doenças:

Neuropatias diabéticas, hepatite C, Lupus, esclerose múltipla, colite ulcerativa, doença de crohn, autismo, síndrome da fadiga crônica, doença de Alzheimer, AIDS/HIV, Tireoidite de Hashimoto, Sindrome do intestino irritável, Parkinson.

As desordens listadas acima possuem uma característica especial: todas elas o sistema imunitário desempenha um papel central, e é encontrado baixos níveis sanguíneos de endorfinas, o que contribui para as deficiências imunes associados às doenças.

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Algumas patologias que a terapia LDN pode ser indicada com bons resultados.

Encefalomielite disseminada aguda, Aguda leucoencefalite hemorrágica , doença de Addison, Agamaglobulinemia , Alopecia areata, Esclerose Lateral Amiotrófica, Espondilite Anquilosante, Anti-GBM/TBM Nefrite, síndrome antifosfolípide, síndrome antissintetase , asma , alergia atópica , dermatite atópica , anemia aplástica auto-imune , a cardiomiopatia auto-imune, auto-imune enteropatia, anemia hemolítica auto-imune , auto-imune a hepatite, doença auto-imune da orelha interna  a síndrome linfoproliferativa auto-imune, auto-imune pancreatite, neuropatia periférica autoimune, síndrome auto-imune polyendocrine, Progesterona dermatite auto-imune, auto-imune púrpura trombocitopênica , urticária auto-imunes, auto-imune uveíte, esclerose concêntrica doença Balo / Balo, Síndrome Bechets, doença de Berger, encefalite de Bickerstaff , síndrome Blau, penfigóide bolhoso, doença de Castleman, doença celíaca, Síndrome da Fadiga Crônica ( SFC), Crônica polineuropatia inflamatória desmielinizante, osteomielite crônica multifocal recorrente, doença Chrons (CD/ IBD ), síndrome de Churg- Strauss, penfigóide cicatricial, síndrome de Cogan, doença aglutininas a frio, Complemento 2 deficiência, arterite craniana, síndrome CREST, a doença de Crohn (componente um dos dois tipos de doença inflamatória intestinal idiopática ” IBD “), síndrome de Cushing, cutânea angiite leucocitoclástica, doença de Dego, doença de Dercum, dermatite herpetiforme, dermatomiosite, Diabetes mellitus tipo 1, esclerose sistêmica cutânea difusa.
Lúpus eritematoso discóide, síndrome de Dressler, eczema, artrite relacionada com Entesite Eosinofílica fasceíte, gastroenterite eosinofílica, Epidermólise bolhosa adquirida, eritema nodoso, crioglobulinemia mista, síndrome de Evan, Fibrodisplasia ossificante progressiva, a fibromialgia ( FB ), Fibrosing aveolitis, Gastrite Penfigóide Gastrointestinal, Giant arterite de células, glomerulonefrite, síndrome de Goodpasture, doença de Graves, a síndrome de Guillain -Barré ( SGB), anemia hemolítica, encefalite de Hashimoto, tireoidite de Hashimoto, púrpura de Henoch- Schönlein , herpes gestacional, HIV, Hipogamaglobulinemia Idiopática inflamatórias Doenças Desmielinizantes, A fibrose pulmonar idiopática, púrpura trombocitopênica idiopática (Veja púrpura trombocitopênica auto-imune ), nefropatia por IgA, miosite de corpos de inclusão Inflamatória desmielinizante polyneuopathy, cistite intersticial, artrite idiopática juvenil, Artrite reumatóide juvenil, doença de Kawasaki, Lambert -Eaton síndrome miastênica A, vasculite leucocitoclástica, líquen plano, líquen escleroso, doença linear por IgA (LAD), Doença de Lou Gehrig (esclerose Também amiotrófica lateral), lupóide hepatite, lúpus eritematoso, síndrome de Majeed, doença de Ménière, Poliangeíte microscópica, síndrome de Miller- Fisher, do tecido conjuntivo Doença mista, morféia, doença de Mucha -Habermann, esclerose múltipla (MS), encefalomielite miálgica (ME), miastenia gravis. Miosite, neuromielite óptica (Também a doença de Devic ), neuromiotonia, ocular cicatricial Penfigóide, síndrome Opsoclonia mioclonia, Ord tireoidite , reumatismo palíndromo, pandas ( desordens neuropsiquiátricas autoimunes pediátricas associado com streptococcus), Paraneoplastic degeneração cerebelar, Hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), Parry Romberg síndrome, Pars planitis, síndrome Parsonnage – Turner, Pênfigo, pênfigo vulgar, encefalomielite perivenoso, anemia perniciosa, poemas síndrome, poliarterite nodosa, polimialgia reumática.
A polimiosite, cirrose biliar primária, colangite esclerosante primária, neuropatia inflamatória progressiva, psoríase, artrite psoriática, aplasia de células vermelhas pura, pioderma gangrenoso, encefalite de Rasmussen, fenômeno de Raynaud, síndrome de Reiter, policondrite recidivante, síndrome das pernas inquietas, fibrose retroperitoneal, artrite reumatóide, febre, sarcoidose, síndrome de Schmidt, síndrome de Schnitzler, esclerite, esclerodermia, síndrome de Sjögren, Espondiloartropatia, síndrome pessoa Stiff, doença de Still, subaguda endocardite bacteriana ( SBE) , síndrome de Susac, síndrome de Sweet, coréia de Sydenham, oftalmia simpática, arterite de Takayasu , arterite temporal (também conhecido como “”arterite de células gigantes “”), síndrome de Tolosa -Hunt , mielite transversa , colite ulcerativa (um dos dois tipos de doença inflamatória intestinal idiopática ” IBD ” ), doença indiferenciada do tecido conjuntivo, espondiloartropatia indiferenciada, vasculite, Vitiligo

Infelizmente, poucos médicos estão cientes desta terapia de baixíssimo custo. Converse com seu médico sobre a possibilidade de aplicação da terapia LDN.

Sobre a terapia do LDN sugiro que assista a aula do médico Dr. Lair Ribeiro, cardiologista e nutrólogo:

 

Vejam outros médicos pesquisadores falando sobre a terapia LDN:

 

 

Referências:

  1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/01/06/can-ldn-really-help-multiple-sclerosis-rheumatoid-arthritis-and-other-autoimmune-diseases.aspx
  2. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/09/19/one-of-the-rare-drugs-that-actually-helps-your-body-to-heal-itself.aspx
  3. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/05/26/Powerful-Breakthrough-Beats-Cancer-and-AutoImmune-Diseases.aspx
  4. Integrative Cancer Therapies September 2007;6(3):293-6
  5. Eurekalert September 2, 2011
  6. Experimental Biology and Medicine September 1 2011;236(9):1036-50
  7. http://www.lowdosenaltrexone.org/

As doenças autoimunes nascem no intestino, segundo a médica neurologista Dra. Natasha Campbell-McBride.

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Em 22 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 35318423.

Você tem anticorpos naturais contra praticamente todas as doenças autoimunes. A Dra. Natasha Campbell-McBride, médica neurologista russa, explica que:

 “O que as pessoas tem que entender é que todos nós, 100% dos seres humanos, temos em nossos corpos, anticorpos para lidar com a esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, artrite reumatóide, osteoartrite, lúpus ou qualquer outra condição autoimune.”

O médico Joseph Mercola diz que:

“Tudo começa no útero. Assim que o timo do bebe se desenvolve, as proteínas que flutuam próximos da corrente sanguínea, que é compartilhado entre a mãe e o bebe, começam a educar o sistema imunológico do bebe, e alocar uma célula de resposta específica para cada proteína encontrada. Doenças autoimunes se desenvolvem quando o sistema imunológico ataca tecidos próprios ou proteínas do seu corpo, porque eles foram contaminados por toxinas ou alguma outra influencia ambiental. E lembre-se esse desequilíbrio, essa influencia tóxica, se origina de seus sistema digestivo ou  na parede do intestino.”

A Dra. McBride continua informando que:

“A autoimunidade nasce no intestino, isso é de onde vem – da sua parede do intestino. Isso acontece porque a sua flora intestinal é anormal. A fim de curar QUALQUER CONDIÇÃO AUTOIMUNE, quer se trate de esclerose múltilpla, artrite reumatóide, osteroartrite, lúpus, alopecia, psoríase, ou qualquer coisa que tem um componente autoimune, você tem que se concentrar na cura e selando seu intestino alinhado com um protocolo nutricional. E você tem que se concentrar em normalizar sua flora intestinal. Você tem que expulsar os agentes patogênicos da flora intestinal e substituí-los com a flora benéfica. Em seguida, um monte de cura vai acontecer. Infelizmente, a medicina convencional é em grande parte ignorante sobre esta pesquisa, e não vê as doenças autoimunes como distúrbios digestivos.”

É sabido que metais pesados como o mercúrio simula no organismo sintomas iguais aos da Esclerose Lateral Amiotrófica. Segundo um estudo científico, verificou-se que um homem de 54 anos de idade, tinha uma síndrome semelhante a esclerose lateral amiotrófica, após uma breve, mas intensa exposição ao mercúrio elementar. A síndrome foi resolvida quando seus níveis de mercúrio urinário caíram (JAMA. 1983 05 de agosto, 250 (5) :642-3.)

Assim, verifica-se o quão importante é uma terapia nutricional visando a detoxificação do organismo, colocando em níveis ótimos o funcionamento e a saúde de todo o sistema digestivo, por meio da nutrição funcional. Por isso que um tratamento para doenças autoimunes que NÃO promova a limpeza geral do organismo de toxinas e melhora do sistema digestivo (ex: função/saúde intestinal), acaba sendo ineficiente.

Veja os depoimentos de pacientes que aplicaram a terapia nutricional para o tratamento de doenças autoimunes:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/depoimentos-tratamento-dr-julio-caleiro/

Referências:

1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/05/12/dr-campbell-mcbride-on-gaps.aspx

2. Adams CR, Ziegler DK, Lin JT.  JAMA. 1983 05 de agosto, 250 (5) :642-3.

Tatuagens podem ser cancerígenas?

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By Ed. Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA –  Publicado em 20 de Novembro de 2013.

Eu particularmente nunca fiz tatuagem apesar da vontade e curiosidade, mas depois de pesquisar sobre algumas coisas fiquei feliz em  não ter feito! Você que fez tatuagem e naquele momento apenas pensou na parte artística,  agora é hora de ficar ciente no quesito saúde.  A pesquisa está mostrando cada vez mais que pode haver riscos de saúde envolvidos, especialmente se a sua tatuagem contém grandes áreas de tinta preta, devido a sua toxicidade!

Tatuagens pode levar ao câncer?

Tem sido dito que “a tinta da tatuagem é extremamente reativa histologicamente sem afetar outros orgãos,  apesar do uso frequente de diferentes pigmentos de pureza e fonte desconhecida pelos próprios tatuadores”.
No entanto, pesquisadores da ‘Universidade de Bradford’ utilizando um microscópio de força atômica (AFM) que lhes permite examinar a pele com tatuagens a nível ‘nano’, foi encontrado evidências que sugerem o contrário. Em um estudo preliminar (a primeira a usar um AFM para examinar tatuagens), os pesquisadores descobriram que existe uma remodelagem no colágeno da pele no processo de tatuagem, onde o colágeno é o (principal tecido conjuntivo do corpo).   Além disso as nanopartículas de tinta de tatuagens, foram encontrados tanto na rede de colágeno da pele, bem como ao redor dos vasos sanguíneos. Isto sugere que as partículas de tinta estão deixando a superfície de sua pele e viajando em outras partes de seu corpo, onde eles poderiam entrar em órgãos e outros tecidos.
Isso é problemático porque as tintas de tatuagem são em grande parte não regulamentadas, e são conhecidas por conter compostos cancerígenos! Os pesquisadores acreditam que o problema pode tornar-se uma importante questão  de saúde pública, dado o aumento em tatuagens na última década.   ” Nós precisamos fazer mais trabalho mas não há dúvida de que essas substâncias podem ser tóxicas”.

Nanopartículas em Tattoo Pode ser cancerígena!

As nanopartículas são ultramicroscópicos em tamanho, tornando-os capazes de penetrar facilmente a sua pele e viajar para os vasos sanguíneos subjacentes e sua corrente sanguínea. Evidências sugerem que algumas nanopartículas podem provocar efeitos tóxicos no cérebro e causar danos nos nervos, e alguns também podem ser cancerígenos.
Em 2011, um estudo no’ British Journal of Dermatology’ revelou que as nanopartículas são realmente encontrados em tintas de tatuagem, com pigmentos pretos contendo as menores partículas, e pigmentos brancos tinham as partículas maiores e pigmentos coloridos eram intermediários.
Com a exceção dos pigmentos brancos os investigadores observaram que “a maior parte das tintas de tatuagem testadas continham quantidades significativas de ” nanopartículas. ” Os pigmentos pretos eram NPs quase puros [ nanopartículas] ou seja, partículas com pelo menos uma dimensão <100 nm “, disseram eles .

Tatuagens de tinta preta pode ser a mais arriscada e tóxica!

A tinta preta é a cor mais frequentemente associada a potenciais efeitos adversos para a saúde, apesar de todas as tintas de tatuagem terem potencial tóxico, incluindo:

– Potencialmente carcinogênica.
-Pode causar inflamação e DNA descontrolados, mutados.
-Pode conter produtos cancerígenos como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos ( PAHs), benzeno e pireno ( agentes cancerígeno de classe 1 de acordo com a ‘Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer’).

Desde que a tinta preta podem conter uma quantidade significativa de nanopartículas, é provável que tais toxinas podem ser encontradas fácilmente na corrente sanguínea. Escrevendo na ‘Experimental Dermatology’, pesquisadores destacou o potencial perigoso de tintas de tatuagem (principalmente preta), o que vai além das nanopartículas.

” Tintas de tatuagem preta são geralmente baseados em fuligem, não são reguladas e contém hidrocarbonetos aromáticos policíclicos perigosos (HAP). HPAs possivelmente ficará por toda a vida na pele e absorvendo a radiação UV e gerarando oxigênio singlete que podem afetar a integridade da pele. Oxigênio Single é um radical livre potente.
A Tatuagem com tintas pretas implica uma injeção de quantidades substanciais de fenol e PAHs na pele. A maioria dos PAHs ( hidrocarbonetos aromáticos policíclicos) são cancerígenos e podem adicionalmente gerar oxigênio single que é deletério no interior da derme, quando a pele é exposta à radiação UVA (radiação solar). ”

Enquanto a incidência até agora de câncer de pele tatuada foi considerado ‘coincidência’ , em grande parte é desconhecido se as tintas podem estar contribuindo para câncer ou outros problemas de saúde, e em outras partes do corpo. É sabido por exemplo que alguns pigmentos da tatuagem pode migrar de sua pele para o sistema Linfático;  segundo o ‘Dr. Samuel Epstein’, um profissional muito respeitado na prevenção do câncer. Ele diz: “… A evidência que temos acumulado até agora, é que as [nanopartículas ] entram na corrente sanguínea e atingem órgãos por todo o corpo, principalmente e vão até ao cérebro, e já temos provas reais de entrada no cérebro produzindo efeitos tóxicos  e lesões pequenas no cérebro”.

As tintas de tatuagem são regulamentadas pela ANVISA no Brasil. Nos EUA a maioria são produtos de nível industrial. (Erro nosso, feito correção).

Todas as nanopartículas são perigosas?

Por um lado as nanopartículas são um avanço incrível da tecnologia. Por exemplo, na indústria de suplementos a nanotecnologia pode encolher o tamanho das moléculas de vitamina até nanogotas microscópicas, que são muito mais fácil para o seu corpo a absorver. Por outro lado as nanopartículas são tão pequenas que podem ser facilmente inaladas ou absorvidas através da pele, e um grande cuidado deve ser tomado como que tipos de partículas são produzidos em escala nanométrica . Como escrito por ‘Sayer Ji’  fundador da GreenMedInfo.com

“Uma das consequências não intencionais adversas da nanotecnologia em geral é que, fazendo partículas substancialmente menores em tamanho do que ocorreria naturalmente, em processos de produção nanotecnologica, a substância poderia apresentar significativamente elevada toxicidade”.  Ao contrário do que os modelos de risco toxicológicos tradicionais”.
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Referências:
Friends of the Earth November 4, 2013
1 Tattoo Lasers October 8, 2013
2 University of Bradford, Can Tattoos Cause Harm?
3 Br J Dermatol. 2011 Dec;165(6):1210-8.
4 The Lancet Oncology, Volume 7, Issue 4, Pages 295 – 296, April 2006
5 Exp Dermatol. 2013 Jul;22(7):464-9.
6 Exp Dermatol. 2010 Aug;19(8):e275-81.
7 Lancet Oncol. 2012 Apr;13(4):e161-8.
8 US FDA, Think Before You Ink
9 US FDA, Think Before You Ink
10 Friends of the Earth November 4, 2013
11 GreenMedInfo.com March 26, 2013
12 Mercola

CANELA melhora a fertilidade em mulheres com síndrome do ovário policístico

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Em 14 de novembro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

A dificuldade para engravidar é ocasionada geralmente pela síndrome do ovário policístico. A síndrome do ovário policístico é uma condição hormonal em que mulheres produzem quantidades excessivas de androgênios. Podem crescer cistos nos ovários, e que podem levar a desequilíbrios hormonais e dificuldades com a ovulação. Os sintomas podem incluir irregularidades menstruais, ganho de peso, calvície masculina e acne.

Recentemente, um estudo mostrou que a CANELA provoca melhoria na fertilidade em mulheres com a síndrome do ovário policístico. Esse resultado é extremo valor, já que mulheres nesta condição sofrem caros e invasivos tratamentos de fertilidade.

Canela restaura os ciclos menstruais. Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Columbia inscreveram 45 mulheres com a síndrome do ovário policístico para estudo. Dividiram em dois grupos, um grupo de mulheres recebia uma dose de extrato de canela e outro grupo apenas placebo. Depois de 6 meses, houve melhora acentuada na ciclicidade dos ciclos menstruais no grupo de mulheres que consumiram canela. Elas experiementaram quase o dobro dos ciclos menstruais (3,82 contra 2,2). Após três meses de tratamento, duas das mulheres que consumiram canela, ficaram grávidas.

Canela restaurara a sensibilidade à insulina. Não é exatamente claro o porquê de a canela ajudara restaurar a fertilidade, mas pesquisadores acreditam que isso pode ter a ver com a sua capacidade de combater a resistência à insulina. As mulheres com a síndrome são muito mais propensas a ter resistência à insulina. A resistência à insulina é normalmente associada com a diabetes, e outras doenças metabólicas, mas também pode causar desequilíbrios hormonais e contribuir para a infertilidade.

Canela ajuda a reduzir o nível de açúcar no sangue. Num importante estudo, a canela reduziu os níveis de glicose no sangue dos diabéticos tipo 2, em uma média de 29%.

Referências científicas:

  1. http://www.cdc.gov/Reproductivehealth/Infertility/.
  2. http://www.fertstert.org/article/S0015-0282(13)01593-8/fulltext.
  3.  http://clinical.diabetesjournals.org/content/21/4/154.full.pdf.
  4. Diabetologia. 2006 Oct;49(10):2437-48.
  5. Am J Clin Nutr. 2009 Mar;89(3):815-21.
  6. Diabetes Care. 2003 Dec;26(12):3215-8.
  7. http://www.asrm.org/detail.aspx?id=2322.

Venenos usados contra Dengue e outras pragas, podem ser encontrados em urina de crianças!

Informativo, Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA – Publicado em 14-11-13.

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Venenos usados contra Dengue e outras pragas, podem ser encontrados em urina de crianças, podendo causar vários problemas de saúde, inclusive as doenças neurológicas!

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“O estudo em questão testaram amostras de urina de 779 crianças canadenses com idades entre 6-11, e os pais responderam a perguntas relacionadas com o comportamento de seus filhos. Surpreendentemente mesmo nesta idade 97% daquelas crianças tinham produtos de degradação ‘piretróides’ em sua urina, classe de venenos contra insetos. E  91% também tinham vestígios de pesticidas organofosforados.
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Referências:
1 Organicconnections.com
2 EPA.gov, Pyrethrins and Pyrethroids
3 Scientific American October 31, 2013
4 Environmental Health Perspectives DOI:10.1289/ehp.1306667
5 Environmental Health News February 26, 2010