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Medicamentos para demência não funcionam satisfatoriamente

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Em 09 de outubro de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

 

Há duas classes de medicamentos que estão atualmente disponíveis para tratar demência e doenças como Alzheimer. Estes remédios são conhecidos como estimuladores cognitivos e incluem método de inibição da colinesterase e método de inibição de NMDA. Todavia, como afirma o médico e pesquisador Dr. David Brownstein: você não pode bloquear uma enzima crucial e esperar um bom resultado em longo prazo.

Um estudo recente analisou a eficácia dos medicamentos utilizados para tratar a disfunção cognitiva. Os autores do estudo  examinaram 15.554 artigos e encontraram oito estudos clínicos randomizados e três relatórios que atenderam os critérios. Eles não encontraram efeitos significativos destes medicamentos na função cognitiva. Descobriram que esses medicamentos estão associados a efeitos adversos, como náusesas, vômitos e diarréia.

Os autores concluíram que os medicamentos potenciadores da função cognitiva não melhoram a cognição ou sua função em pacientes com comprometimento cognitivo leve.

A epidemia da demência tem causas comuns, e a principal vem de desequilíbrios nutricionais e intoxicação de metais pesados. É possível iniciar um tratamento para demência precoce com nutrientes, dentre eles, vitaminas B12, B1 e B6. Outra causa da demência tem origem na toxidade do metal pesado. É sabido que o mercúrio e outros metais pesados podem perturbar o funcionamento neurológico normal. Se um paciente está em estágio inicial de demência, identificado a toxidade de metais pesados, e em seguida, aplicando terapia desintoxicante, pode-se verificar ótimos resultados, o que faz toda diferença no tratamento.

É preciso entender que envelhecimento não tem que estar associado com a demência: há tratamento nutricionial, conforme descrito acima.

Referências:

Canadian Medical Associate Journal.  2013.  DOI:10.1503

Este texto está fundamentado na matéria do médico e pesquisador Dr. David Brownstein, disponível no link:

http://blog.drbrownstein.com/dementia-drugs-do-not-work/


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