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‘Enxaquecas’ como enfrentar e tratar de forma eficaz?

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By Dr. Júlio Caleiro  – Postado dia 23 de Agosto de 2013.

Enxaquecas como enfrentar e tratar de forma eficaz?

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    A enxaqueca é um dos problemas de saúde mais comuns em todo o mundo e mais prevalente do que o diabetes, epilepsia e asma todos juntos.  É também uma das 20 maiores causas de incapacidade entre os adultos. Mais de 37 milhões de americanos sofrem de enxaquecas, quase 5 milhões deles vivendo pelo menos um ataque de enxaqueca por mês. Ao todo, cerca de 13% da população do mundo sofrem com enxaquecas, em maior ou menor grau.  A condição é mais prevalente entre as mulheres, com cerca de 15-18% em todo mundo, em comparação com 6 a 7% dos homens. Cerca de 60% das mulheres afetadas têm enxaqueca menstrual relacionados, ou seja, elas tendem a coincidir com o seu ciclo menstrual.
    Apesar de sua prevalência, a enxaqueca ainda é uma das doenças mais mal compreendidas pelos médicos.
    Além de latejante, “queimante”, que pode ou não, ser unilateral, algumas apresentam “auras” antes do início, enquanto outros não o tem. Também pode haver náuseas, vômitos, febre, calafrios, sudorese, e / ou sensibilidade à luz, som e cheiro. Aqueles que nunca tiveram uma enxaqueca antes pode ficar bastante assustado com os sintomas neurológicos, que podem simular um acidente vascular cerebral, onde você começa a ter perturbações da visão, e até mesmo a perda de curto prazo visual e / “enxergando” manchas ou linhas onduladas, e / ou formigamento no braço ou perna.

Enxaqueca pode estar relacionada com a estrutura do vaso sanguíneo anormal

    Uma teoria de longa data era de que a enxaqueca é causada por alterações vasculares no cérebro, de constrição inicial dos vasos sanguíneos e uma queda no fluxo de sangue, seguido por dilatação e alongamento dos vasos sanguíneos, o que ativa os neurônios de dor sob sinalização.
    Pesquisas mais recentes têm negado essa teoria, no entanto alguns pesquisadores eventualmente determinam que a enxaqueca não são precedidas por constrição e diminuição do fluxo sanguíneo, mas sim por um aumento do fluxo sanguíneo de quase 300%. Apesar disso, a circulação parece normal, ou até mesmo um pouco menor uma vez que o ataque está em pleno andamento.  Mais recentemente, um pequeno estudo observacional descobriu que indivíduos que tem enxaqueca, tendem a ter uma estrutura de vasos sanguíneos diferente em seus cérebros em comparação com aqueles que não tem enxaquecas.
    Três tipos de sujeitos de ensaio foram incluídos no estudo. Dos 170 pacientes, 56 tinham enxaqueca com aura, 61 tinham enxaqueca sem aura, e 53 foram incluídos como controles.
    Usando a angiografia por ressonância magnética, os pesquisadores examinaram a estrutura dos vasos sanguíneos e as mudanças no fluxo sanguíneo cerebral, com foco em um sistema de artérias que fornecem sangue ao cérebro chamado de “círculo de Willis.”  Eles descobriram que um círculo incompleto de ‘Willis’ era significativamente mais comum em pessoas que tem a enxaqueca, com ou sem aura, em comparação com o grupo de controle (73% e 67% versus 51%, respectivamente).  Como resultado, em comparação com aqueles com um círculo completo de Willis os que tiveram um círculo incompleto apresentaram maior assimetria do fluxo sanguíneo cerebral hemisférica. De acordo com um dos autores do estudo, Dr. John Detre, MD, professor de neurologia e radiologia ele diz:

        “Anormalidades em círculo de Willis e o fluxo de sangue eram mais proeminentes na parte de trás do cérebro, onde o córtex visual está localizado. Isso pode ajudar a explicar por que as auras de enxaqueca mais comuns consistem em sintomas visuais, como distorções de visão, manchas ou linhas onduladas “.

Outras hipóteses

    Há outras hipóteses. Por exemplo, uma meta-análise de 29 estudos de associação do genoma recentemente identificadas, 5 regiões genéticas ligadas ao aparecimento da enxaqueca, e outras 12 regiões de susceptibilidade genéticas relacionadas com a enxaqueca. Além disso, eles também descobriram um colossal  de 134 regiões genéticas que aparecem para aumentar a susceptibilidade da enxaqueca.

    Outra estudo publicado este ano sugere que a cauterização, dor latejante que é a sensação de um tipo enxaqueca pode ser devido a hiperatividade da dor e sinalização de neurônios sensoriais no cérebro.
    A terceira hipótese é que a enxaqueca surge como resultado de um distúrbio do sistema nervoso, provavelmente em no cérebro, embora a maioria das regiões do cérebro não registra ou transmiti sinais de dor, uma rede de nervos chamado  ‘sistema nervo trigêmeo’ pode ser a causa. A dor é transmitida através da rede trigeminal para uma área em seu tronco cerebral chamado núcleo trigemial.
    De lá, ela é transmitida para o córtex sensorial no cérebro, que está envolvida na consciência da dor e outros sentidos. O primeiro, ativa os nervos trigêmeo, desencadeando a enxaqueca. No entanto ainda está em debate, mas alguns pesquisadores acreditam que a onda de liberação de neurotransmissores através da córtex, pode estimular diretamente os nervos trigêmeos, desencadeando a reação em cadeia que termina com a transmissão dos sinais de dor. Nenhuma hipótese ainda surgiu para explicar a ocorrência de enxaqueca em todos os doentes. Além dos já mencionados, outras teorias incluem:
        Mudanças na serotonina. Quando os níveis de queda, os vasos sanguíneos incluindo aqueles no cérebro tornam-se inchado e inflamado, o que pode levar a dor da enxaqueca.
        A interrupção das energias sutis que circulam por todo o corpo, juntamente com as questões emocionais não resolvidas que se manifestam em seu corpo, como dores de cabeça.
        A deficiência de vitamina B. Num estudo, os suplementos de vitamina B6, B12 e ácido fólico foram encontrados para produzir uma redução de duas vezes na enxaqueca durante um período de seis meses. Estudos anteriores, como um estudo de 2004 no ‘European Journal of Neurology’, também têm relatado que altas doses de B2 (riboflavina) pode ajudar a prevenir ataques de enxaqueca.

Enxaqueca comum!

    Os fatores ambientais parecem desempenhar um papel importante no desencadeamento de uma crise de enxaqueca. Embora existam muitos gatilhos potenciais e que desencadeia a enxaqueca, a seguir estão alguns dos mais comumente relatados:
    Comida e Bebida: Muitas pessoas experimentam a enxaqueca quando ingerem certos alimentos, especialmente: trigo, laticínios, açúcar, conservantes ou aditivos químicos artificiais, curado ou carnes processadas, bebidas alcoólicas (especialmente o vinho tinto e cerveja), aspartame, cafeína, e MSG. A cafeína também podem desencadear um ataque – e, por vezes alterações e excesso de sono passando do horário de se levantar, e insônia: Ambos, falta de sono e excesso de sono pode desencadear uma enxaqueca.
     Hormônios: Algumas mulheres têm enxaqueca antes ou durante a menstruação, durante a gravidez ou durante a menopausa. Outros podem começar a enxaqueca por medicamentos hormonais, como pílulas anticoncepcionais ou terapia de reposição hormonal.
    Alergias: Incluindo alergias alimentares e sensibilidades alimentares e sensibilidades químicas Estresse / Pós-stress: Qualquer tipo de trauma emocional podem desencadear a enxaqueca, mesmo após o estresse.
    Estímulos externos: Luzes brilhantes, luzes fluorescentes, barulhos e cheiros fortes (mesmo queridos ou agradável) pode desencadear uma enxaqueca.
    Desidratação e / ou fome: Saltar refeições ou em jejum prolongado também são desencadeadores comuns, além esforço físico: exercício extremamente intenso ou mesmo sexo intenso,  foi relacionado por trazer enxaquecas, mudanças climáticas, e / ou mudanças de altitude.

São alergias alimentares causando sua enxaqueca?

    Pesquisando na literatura médica no ‘PubMed.gov’ utilizando os termos de busca “enxaqueca” e “alergias alimentares”  forneceu quase 160 diferentes estudos, deste tipo, então não descarte essa conexão potencial! Um estudo randomizado, ‘duplo cross-over’ publicado em 2010 descobriu que seis semanas de restrição ao longo da dieta produziu uma redução estatisticamente significativa na enxaquecas em pessoas diagnosticadas, com enxaqueca sem aura. Alguns dos melhores alimentos indutores de enxaqueca identificadas incluem:
    Leite de vaca, trigo e glúten (incluindo iogurte e sorvete) alguns cereais, Açúcar de cana
    Levedura de milho, e cerveja.
    Aspartame e MSG – (Glutamato monossódico), presente em muitos produtos de panificação.    

    Eu aconselho evitar tantos alimentos processados ​​quanto possível, pois eles contêm uma variedade de corantes, aromatizantes, conservantes e outros aditivos que possam promover dores de cabeça e enxaquecas, além de outros sintomas de alergia alimentar. Perguntas que podem ajudá-lo a determinar se você pode ou não ter uma sensibilidade ou alergia alimentar:

        Você experimenta inchaço após as refeições, gases, arrotos freqüentes, ou qualquer tipo de problemas digestivos?
        Você tem prisão de ventre crônica ou diarreia?
        Você tem um nariz entupido após as refeições?
        Tem baixo nível de energia ou se sente sonolento depois de comer?

    Se você responder sim a qualquer destas perguntas, você deve investigar mais. Manter um diário alimentar detalhado é o caminho mais fácil para começar a rastrear os alimentos potencialmente indutoras de enxaqueca, procure seu Nutricionista para que possa adequar um cardápio específico. Tenha em mente que a dieta de eliminação e enxaqueca não é o único benefício para a saúde que você pode adquirir, mas também identificar alergias ou sensibilidades. A eliminação de antígenos de alimentos também é fundamental para a saúde do intestino. Tenho escrito muito sobre este tema, como a ciência médica está agora começando a perceber o quão importante o seu intestino é, não apenas para a saúde física e digestiva, a ciência Nutricional ou especificamente os Nutricionistas já o praticam a anos dieta específicas para regularizar as funções complexas do intestino, além disso a saúde emocional e psicológica também são fatores importantes.

    Uma das melhores coisas que você pode fazer se acha que está sofrendo de uma alergia alimentar é fazer um desafio de eliminação. Basta remover todos os alimentos que contêm ou que você acredita que é alérgico e veja se os seus sintomas melhoram ao longo dos próximos dias. Se você não tem uma ideia de quais alimentos você é alérgico, poderá sugerir ao seu médico pedir exames para detectá-los. Tenha em mente que, dependendo da sua frequência de enxaqueca comum, você pode precisar de evitar o alimento suspeito (s) por algumas semanas, afim de avaliar se aquele alimento teve um efeito ou não.

    Para confirmar os resultados, você deverá reintroduzir o alimento ou a bebida (com o estômago vazio). Se o alimento suspeito é o culpado geralmente você vai ser capaz de sentir os sintomas da alergia voltar dentro de uma hora, embora a enxaqueca às vezes pode ter um intervalo de tempo mais longo do que o inchaço ou sonolência.

Cuidado com aspartame e MSG – GLUTAMATO MONOSSÓDICO – PRESENTE NOS PRODUTOS DE PANIFICAÇÃO!

    Ambos, aspartame e MSG são conhecidos por causar dores de cabeça e provocar a enxaqueca. O aspartame pode também desencadear outro sintoma neurológico, tais como distúrbios visuais e formigamento nas extremidades. Eu realmente diagnostico com facilidade sob consulta nutricional, através de uma anamnese clínica detalhada.
    Um dos principais problemas com aspartame é o metanol  que se forma no corpo. O Metanol age como um cavalo de Tróia, que está sendo realizado em tecidos sensíveis no organismo, como o cérebro, onde uma enzima chamada álcool desidrogenase (ADH) converte em formaldeído. Este por sua vez, pode causar estragos com proteínas sensíveis ao DNA.
    Todos os outros animais têm um mecanismo de proteção que permite o metanol ser decomposto em ácido fórmico inofensivo, mas de acordo com aspartame o especialista ‘Dr. Woodrow Monte’, diz: “… há um grande problema bioquímico com metanol em seres humanos, porque os seres humanos simplesmente não têm esse mecanismo metabólico de proteção…”.  Provavelmente o organismo vai reconhecer de forma sintomática o envenenamento por metanol, que incluem dor de cabeça, enxaqueca latejante, zumbido nos ouvidos, tonturas, náuseas, distúrbios gastrointestinais, fraqueza, vertigem, calafrios, lapsos de memória, dormência e tiro as dores nas extremidades, distúrbios de comportamento, e neurite.

Dieta para alívio da enxaqueca

    Um grande número de pessoas têm se livrado das dores de cabeça pela dieta Paleo, que podem ser resumidas como “qualquer alimento que pode ser comido sem ser processado.” Isso significa que não há grãos, pão ou massa,  é sem leite pasteurizado, mas inclui muitas frutas e vegetais frescos, algumas nozes e óleos, juntamente com pescado selvagem, aves orgânicas e carnes magras alimentados com capim. Eu aplico a dieta Paleo em meu consultório já a alguns anos, com resultados surpreendentes em várias questões de saúde.
    Eu acredito que colocar o ser humano com um retorno à “comida de verdade” é uma das intervenções mais profundas para o século 21. Nós temos estado tão longe dos alimentos que somos projetados a ficarmos doentes por motivos variados. Voltar ao básico e orientar-se à dieta verdadeira de alimentos frescos, inteiros e não transformados, ou seja obter a alimentação “real” pode apresentar melhoras sobre a saúde, independentemente de quais problemas de saúde que você vem enfrentando. Você pode facilmente moldar sua dieta em torno dos princípios da dieta ‘Paleo’, seguindo o meu plano de nutrição aplicado em consulta.

 Dicas naturais para aliviar a enxaqueca

    Prevenção de enxaquecas começa por evitar os gatilhos para esta. Na maioria das vezes, isso significa comer alimentos integrais saudáveis ​​(evitando os mais industrializados) e equilibrar o seu stress de forma eficaz. Seguindo meu plano de alimentação parece reduzir enxaquecas em cerca de 80% segundo relatos. É uma mudança de estilo de vida, não uma solução rápida e fácil. Evitando trigo, grãos, açúcar refinado, gorduras trans-saturadas.

    O exercício regular também pode ajudar a manter a enxaqueca distante, melhorando a sua resposta ao estresse, juntamente com as condições inflamatórias subjacentes que podem desencadear enxaquecas. Idealmente, essas são as coisas poderá focar de modo que possa reduzir as enxaquecas completamente, além de fomentar o uso de no mínimo 2,4 LITROS de água alcalina por dia. Além disso você poderá fazer algumas estratégias alternativas tais como:
    Estimular a capacidade analgésico natural do seu corpo. Ao colocar pressão sobre um nervo apenas sob sua sobrancelha, você pode fazer com que a glândula pituitária libere endorfinas analgésicas imediatamente . Os recém-chegados em consulta no meu consultório eu  utilizo em processo simples que por si só alcançam o alívio de 50% a 80% por cento do tempo e, em muitos casos a redução é completa e permanente.
    Tome um par de colheres de chá de pimenta caiena em um copo de água. As endorfinas são liberadas pelo cérebro quando o ‘Cayenne’ atinge o seu estômago. Outra alternativa é a engolir um bocado de pasta de ‘wasabi’ cheiro verde de maçã. Um estudo descobriu que o cheiro alivia significativamente a dor da enxaqueca. Isso também pode alternar com outros aromas que você gosta, a consulta com um aromaterapeuta pode ser benéfico.
    Quente / Frio compressa: Alternate compressas quentes e frias em sua testa e / ou atrás do pescoço. Massagem nas orelhas, os lóbulos das orelhas, e a “coroa” de sua cabeça – o anel de músculos que circundam sua cabeça é bem proveitoso.
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Referências:
    1 The Migraine Trust
    2 Migraine.com
    3 PLoS One 8(7): e71007
    4 Huffington Post July 26, 2013
    5 Nature Genetics 45, 912–917
    6 Huffington Post June 24, 2013
    7 Huffington Post April 22, 2013
    8 Scientific American July 21, 2013
    9 NutraIngredients.com April 2, 2009
    10 European Journal of Neurology 2004 Jul;11(7):475-7
    11 http://www.ncbi.nlm.nih.gov
    12 Cephalalgia 2010 Jul;30(7):829-37
    13 Lancet 1979 May 5;1(8123):966-9
    14 Sun Sentinel June 18, 2013

MERCOLA

AUTISMO E REVESTIMENTO DE VINIL OU VINÍLICO EM RESIDÊNCIAS, FTALATOS E VITAMINA D

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AUTISMO E REVESTIMENTO DE VINIL OU VINÍLICO EM RESIDÊNCIAS, FTALATOS E VITAMINA D

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By; Dr. Júlio Caleiro – Publicado em 22 de Agosto de 2013.

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Ftalatos:  Uma Investigação científica em 2009 descobriu que as crianças que viviam em casas com pisos de vinil, tinham duas vezes mais probabilidade de ter autismo cinco anos depois, em comparação com aqueles com madeira ou linóleo. Pisos de vinil podem emitir produtos químicos chamados ftalatos, que são amplamente utilizados como amaciadores de plástico encontrados em muito produtos além do piso de vinil, tais como:  Sprays, perfumes, cosméticos, brinquedos, cortinas, finalizadores de madeira, lubrificantes, certos dispositivos médicos e muito mais, tudo contêm ftalatos.

Os investigadores sugeriram que muitos produtos químicos em especial os ftalatos podem contribuir para o autismo, interrompendo hormonas não só em crianças pequenas, mas também nos seios inclusive em lactantes.

Além  do Vinil a deficiência de vitamina D é um grande fator que desencadeia o autismo: Há também uma ligação entre a deficiência de vitamina D em mulheres grávidas e o salto proporcional no autismo, que tem sido destacado por Dr. John Cannellvi.   O receptor de vitamina D aparece em uma ampla variedade de tecido cerebral precoce no desenvolvimento fetal, ou seja a vitamina D e os receptores ativados. A Dra. Campbell-McBride, muito famosa nos EUA,  que curou seu próprio filho de autismo, está convencida de que as crianças autistas nascem com cérebros perfeitamente normais e órgãos sensoriais também perfeitamente normais, mas que a flora intestinal ANORMAL foi passada da mãe para o filho, apresentando então um intestino com toxicidade, posteriormente refletida no cérebro. Em crianças com a síndrome (GAPS), a toxicidade que flui de seu intestino ao longo dos órgãos chega assim no cérebro e literalmente entope o cérebro com toxicidade, impedindo-o de realizar a sua função normal e processar as informações sensoriais.

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Referências:

*      Centers for Disease Control March 29, 2012                

VITAMINA ‘D’ NO TRATAMENTO DE DOENÇAS AUTOIMUNES E VÁRIAS OUTRAS!

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By, Dr. Júlio Caleiro Pimenta – NUTRICIONISTA

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EFEITO DA VITAMINA D SOBRE A PSORÍASE, LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO, VITILIGO E MUITAS OUTRAS.  ABAIXO AS IMAGENS POSTADAS E EXTRAÍDAS DO VÍDEO DO DR. CÍCERO GALLI COIMBRA- NEUROLOGISTA PhD,  demonstrando a eficácia do tratamento ignorado pela maioria dos médicos, na Câmara dos Deputados em Brasília. Assista ao vídeo na íntegra aqui –> https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=RlLYCP7wgkw#t=92Imagem

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esclerose-multipla

Extrato de cereja tem atividade anti-inflamatória natural comparável a ibuprofeno e naproxeno!

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cerejas

Em 21 de agosto de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone: (35) 3531-8423.

Por um motivo desconhecido, o órgão de fiscalização FDA nos EUA (equivalente a ANVISA no Brasil) proibia os produtores de cerejas em citar estudos científicos mostrando que as cerejas possuem antocianinas únicas e outros compostos que naturalmente apresentam efeitos anti-inflamatórios potentes (Behav Brain Res. 2004 Aug 12;153(1):181-8.; J Agric Food Chem. 2001;49:4924-9; J Nat Prod. 1999;62:294-6; J Biomed Biotechnol. 2004;5:253-8.)

Conforme estudo científico, estes compostos possuem atividades anti-inflamatórias comparáveis a medicamentos como IBUPROFENO (Advil) e NAPROXENO (Aleve), mas sem os severos efeitos secundários destes medicamentos no organismo (Seeram NP, Momin RA, Nair MG, Bourquin LD. Cyclooxygenase inhibitory and antioxidant cyanidin glycosides in cherries and berries. Phytomedicine. 2001 Sep;8(5):362-9.). Aqui já se percebe a surpreendente potente função anti-inflamatória das cerejas.

O tratamento padrão para dor muscular e inflamação tem sido com medicamentos anti-inflamatórios não-esteróides. Mas, eles podem ter efeitos colaterais mortais, incluindo hemorragia gástrica, ataque cardíaco e insuficiência renal, por isso, a busca por agentes naturais ganhou maior atenção (Clin Drug Investig. 2012 Feb;32 Suppl 1:53-63.; Mol Nutr Food Res. 2010;55:74-82).

Os compostos encontrados em cerejas modulam inúmeros meios para se proteger contra outras condições associadas com a inflamação, incluindo: câncer, doenças cardiovasculares, síndrome metabólica e doença de Alzheimer (Crit Rev Food Sci Nutr. 2011 Jan;51(1):1-12.; Molecules. 2010 Oct 12;15(10):6993-7005.; J Agric Food Chem. 2009 Feb 25;57(4):1239-46.; Curr Mole Med. March 2003;3(2):149-59.). Em um surpreendente estudo, verificaram que os componentes da cereja promoveram uma redução em 65% de mortes prematuras por doenças cardiovasculares (FASEB J. Apr 2011;25(Meeting Abstract Supplement):980.10.).

Um dos mais potentes flavonóides são as antocianinas, e as cerejas fornecem ALTOS níveis de antocianinas, e com isso, entregam uma importante atividade antioxidante e anti-inflamatória. As cerejas foram classificas em 14º lugar entre os 50 melhores alimentos de maior teor de antioxidantes por porção, superando essas fontes de antioxidantes contidos, até mesmo, no chocolate amargo e no vinho vermelho (Am J Clin Nutr. 2006;84:95-135). Com isso, verificaram os pesquisadores que as cerejas promovem proteção contra o câncer (Cancer Lett. 2003 May 8;194(1):13-9.; Cancer Chemoth Pharm. 2009 June;64(1):201-11.), regula a glicose no corpo, sendo um IMPORTANTE auxílio para quem tem DIABETES (Recent Pat Endocr Metab Immune Drug Discov. 2012 Jan;6(1):67-72.).

Enumerarei alguns dos vários benefícios do extrato de cerejas, de forma resumida. Vejamos:

1. Extrato de cereja protege os músculos

A cereja é benéfica aos praticantes de atividade física, pois diminui a dor muscular pós exercício, protegendo contra lesão muscular, e acelerando a recuperação muscular (Am J Vet Res. 2009 Jun;70(6):758-63.; Journal Int Soc Sports. 2010;7:1; Scand J Med Sci Sports. 2010;20:843-52; Br J Sports Med. 2006;40:679-83.; Med Sci Sports Exerc. 2011;43:1544-51.).

2. Extrato de cereja trata OSTEOARTRITE

O extrato de cereja apresentou benefícios em casos de OSTEOARTRITE. Em um estudo de 2007, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Baylor deu cerejas em forma de pílulas para pacientes com osteoartrite de joelho. Após 8 semanas, metade dos indivíduos apresentaram uma SIGNIFICATIVA MELHORA na dor e funções do joelho (http://media.baylorhealth.com/releases/Can-Cherries-Relieve-the-Pain-of-Osteoarthritis.)

Em 2013, um outro estudo, controlado por placebo, foi apresentado na reunião anual do American College of Sports Medicine, antes de sua publicação. Os cientistas mediram os impactos da cereja sobre os biomarcadores inflamatórios séricos de pacientes com osteoartrite inflamatória ((Pacientes com osteoartrite inflamatória ou erosiva são aqueles que sofrem de sinais súbitos de inflamação, tais como vermelhidão, dor e inchaço). O estudo incluiu 20 pacientes do sexo feminino entre 40 e 70 anos que tinham dores moderadas de osteoartrite. Os pacientes consumiram doses de suco de cereja, e outro grupo uma bebida ‘controle’, durante 3 semanas. Os pacientes que consumiram suco de cereja apresentaram diminuição significativa da inflamação, com redução dos níveis da proteína C reativa (Kuehl KS, Elliot DL, Sleigh A, Smith J. Efficacy of tart cherry juice to reduce inflammation biomarkers among women with inflammatory osteoarthritis. J Food Stud. 2012;1:14-25.).

Todos esses resultados comprovam os benefícios do extrato de cereja para pacientes com osteoartrite, e o melhor, sem os efeitos adversos dos medicamentos tradicionais.

3. Extrato de Cereja trata de ácido úrico elevado e gota

O Extrato de cereja apresentou excelentes resultados nos casos de gota e elevado ácido úrico no sangue. A esse respeito, o médico norte americano Dr. Joseph Mercola diz:

“Em um estudo com mais de 600 pessoas com gota, aqueles que comiam uma porção de meia xícara de cerejas por dia (10 a 12 cerejas), ou o extrato de cereja, tiveram um risco de 35% menor de um ataque de gota. Aqueles que comeram mais cerejas, até três porções em dois dias, tiveram uma redução maior ainda, de 50% no risco de ataque – (Arthritis & Rheumatism Vol. 64, Issue 10.) Elas [as cerejas] contém compostos poderosos, como antocianinas e bioflavonóides que são conhecidos para combater a inflamação. Eles também pode ser benéfico em razão do seu impacto sobre os níveis de ácido úrico. A gota ocorre quando os processos metabólicos que controlam a quantidade de ácido úrico no sangue não conseguem fazer seu trabalho de forma eficaz. Estudos descobriram que comer duas porções de cerejas a noite, provoca uma redução de 15% do ácido úrico, de óxido nítrico e dos níveis da proteína C reativa (que estão associados com doenças inflamatórias como a gota) – J Nutr. 2003 Jun;133(6):1826-9. Consumir suco de cereja diariamente durante 4 semanas pode diminuir seus níveis de ácido úrico (The FASEB Journal. 2011;25:339.2).”

4. Extrato de cereja reduz inflamação crônica da obesidade

A inflamação crônica aumenta significativamente o risco de uma série de condições, incluindo câncer e doenças do coração (Proc Natl Acad Sci USA. 2012 Oct 16;109 Suppl 2:17281-8.). Todavia, poucos sabem que a obesidade pode ser tanto causa como consequencia de uma inflamação crônica (J Clin Endocrinol Metab. 2004;89(6):2548-5; Br J Nutr. 2011 Dec;106 Suppl 3:S5-78.). Em indivíduos obesos, os depósitos de gordura na barriga geram uma torrente de moléculas pró-inflamatórias conhecido como CITOCINAS. Se nada for feito, estas CITOCINAS desencadeiam uma cascata de destruição que pode levar a uma série de doenças degenerativas ( J Neurosci. 2012 Jul 25;32(30):10201-10.; Obes Res. 2003 Apr;11(4):525-31.)

Pesquisadores demonstraram que humanos adultos obesos ou com sobrepeso que consumiram uma dose diária de suco de cereja, por 4 semanas, apresentaram significativa redução da inflamação (FASEB J. April 2011;25 (Meeting Abstract Supplement):339.2.). Cereja é uma ferramenta potente para inibir a inflamação crônica relacionada à obesidade, o que pode até mesmo inibir a própria obesidade em si.

5. Extrato de cereja tem ação anti-câncer

Estudos tem mostrado que as antocianinas encontradas em cerejas (Prunus cerasus L) pode DESLIGAR genes envolvidos no desenvolvimento de câncer, os quais incluem genes para a proliferação celular e inflamação, e por angiogênese (formação de novos vasos sanguineos para alimentar um tumor (Curr Mole Med. March 2003;3(2):149-59.; Cancer Lett. 2008 Oct 8;269(2):281-90.; Biochemistry (Mosc). 2004 Jan;69(1):75-80, 1 p preceding 75).

AS antocianinas podem também desencadear a apoptose, a morte celular programada, QUE FAZ COM QUE AS CÉLULAS PRÉ-CANCEROSAS SE ‘AUTO-DESTROEM’ (Int J Oncol. 2003 Sep;23(3):705-12.)
Em 2011, uma revisão de estudos concluíram que as cerejas exercem uma VARIEDADE de efeitos anti-cancerígenos (McCune LM, Kubota C, Stendell-Hollis NR, Thomson CA. Cherries and health: a review. Crit Rev Food Sci Nutr. 2011 Jan;51(1):1-12).

6. Extrato de cereja previne doenças do coração

Níveis elevados do colesterol LDL é um fator de aparecimento da aterosclerose e outras doenças cardiovasculares (CurrAtheroscler Rep. 2013 Apr;15(4):312.). Um estudo com animais, verificaram que o extrato de cereja promoveu redução do colesterol, da gordura corporal, do peso, e gordura abdominal. Ainda as cerejas promoveram redução da inflamação em locais como barriga e coração, locais ligados a riscos de doenças cardíacas ( FASEB J. 2010 April;24(Meeting Abstract Supplement):335.1.; FASEB J. 2011 March;25(Meeting Abstract Supplement):980.10.; FASEB J. 2008 March;22(Meeting Abstract Supplement):702.7.).

Em 2011, os cientistas relataram uma diminuição de 26% nos níveis de colesterol em ratos que receberam pó de cereja, bem como uma redução de 65% na mortalidade precoce. Esta menor mortalidade foi acreditado por ser devido à melhoria da saúde cardiovascular (FASEB J. 2011 March;25(Meeting Abstract Supplement):980.10.).

Em seres humanos, os pesquisadores investigaram o impacto do suco de cereja nos níveis de triglicérides. Eles relataram em 2011 que o consumo de uma dose diária de suco de cereja reduziram os triglicérides por mais de 17% em média! – FASEB J. April 2011;25 (Meeting Abstract Supplement):339.2.

Juntos, esses estudos sugerem que cerejas promovem a saúde cardiovascular, diminuindo de forma segura dos níveis de colesterol e triglicérides, bem como outros fatores de risco.

7. Promove defesa em face de doenças Neurodegenerativas

A combinação do envelhecimento com extresse oxidativo pode causar a morte de alguns neurônios em determinas regiões do cérebro, contribuindo para surgimento de doenças neurodegeranativas como doença de Alzheimer, Parkinson, Huntington’s, bem como esclerose lateral amiotrófica – ELA, e declínio cognitivo geral (Biochem. J.2001;358:547-57.; Drugs Aging.2001;18(9):685-716.; Progr. Neurobiol. 2000;60:409-70.). Um relatório científico concluiu que as fontes de compostos polifenólicos, como as cerejas, tem uma função neuroprotetora (Biochem. J.2001;358:547-57.).

As cerejas possuem substancias bioativas que são caracterizadas por apresentaram benefícios múltiplos contra doenças degenerativas (Crit Rev Food Sci Nutr. 2011 Jan;51(1):1-12.; J Agric Food Chem. 2005;53:9921-7.). Os pesquisadores ao verificarem que as cerejas são ricas em compostos fenólicos, incluindo as antocianinas, descreveram-nas como possuindo ‘uma forte atividade anti-neurodegenerativa.” – Kim DO, Heo HJ, Kim YJ, Yang HS, Lee CY. Sweet and sour cherry phenolics and their protective effects on neuronal cells. J Agric Food Chem. 2005;53:9921-7.

É bom saber que há duas formas de extrato de CEREJA: Prunus cerasus L e Prunus avium L.. Particularmente, indico o extrato de cereja ‘Prunus cerasus L’ por ser mais rica em antocianinas e bioflavonóides. Mas, ambas as formas apresentam resultados benéficos à saúde.

Os benefícios são diversos, e aqui, foram relatados apenas alguns deles. Um produto natural que é comparável a potentes medicamentos anti-inflamatórios como naproxeno, e ibuprofeno, sem apresentar os efeitos adversos destes, não pode ser ignorado no tratamento de saúde das pessoas, que padecem das respectivas doenças inflamatórias, concorda?

Aplique os princípios da nutrição funcional em seu tratamento de saúde!

– Lifeextension.com

Flúor tem atividade ‘anti-tireóide’

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Em 19 de agosto de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Um estudo clínico relatou que doses de apenas 2 à 3 miligramas de flúor (dose que geralmente os americanos recebem naturalmente por dia) foram suficientes para reduzir a atividade da tireóide em pacientes com hipertireoidismo (http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/08/13/fluoride-and-thyroid-dysfunction.aspx).

Uma análise recente feito nos EUA, estima-se que o adulto americano consome cerca de 3mg de flúor diariamente, e alguns fazem ingestão diária de 6 mg ou mais. Este dado possivelmente é semelhante no Brasil, onde o tratamento de água recebe doses de flúor. (EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.).

Ainda mais preocupante, no entanto, são as doses de flúor em crianças. A ingestão de flúor superiores a 0.7mg por dia, coloca a criança em risco de disfunção endócrina. Estima-se que as crianças entre 1 a 3 anos consomem mais de 1,5mg de flúor por dia, ou mais de duas vezes a quantidade necessária para induzir a alteração da função da tireóide. Estas exposições crônicas podem ter efeitos profundos e ao longo da vida no desenvolvimento social, físico, sexual e intelectual global das crianças.

Considerando que as doses de 2mg de flúor chegaram a ser utilizadas para tratar uma tireóide com grande atividade (hipertireoidismo) é evidente que a ingestão diária desta mesma dose gerará ou facilitará o quadro geral de hipotireoidismo em pessoas saudáveis. O tema é muito preocupante, pois há ligação entre o hipotireoidismo em mulheres grávidas e a redução de QI em crianças, e ainda, como contribuição para o desenvolvimento de autismo.

Com o hipotireoidismo, observam-se sintomas como: mãos e pés frios, baixa temperatura corporal, sensibilidade ao frio, sensação de estar sempre gelado, dores de cabeça, insônia, pele seca, olhos inchados, perda de cabelo, unhas quebradiças, dores articulares, constipação, esgotamento mental, fadiga, infecções freqüentes, voz rouca, zumbido nos ouvidos, tonturas perda de libido e ganho de peso (às vezes, incontrolável).

Assista o vídeo do médico Dr. Lair Ribeiro, nutrólogo e cardiologista, abordando o presente tema:

Referências

1. Maumené E. 1854. Compt Rend Acad Sci 39:538.
2. Connett P, Beck J, Micklem HS. 2010. The Case Against Fluoride. How Hazardous Waste Ended Up in Our Drinking Water and the Bad Science and Powerful Politics That Keep It There. Chelsea Green Publishing: White River Junction, VT. 372 Pp. / Ding Y, Gao Y, Sun H, et al. 2011. The relationships between low levels of urine fluoride on children’s intelligence, dental fluorosis in endemic fluorosis areas in Hulunbuir, Inner Mongolia, China. J Hazard Mater. Feb 28;186(2-3):1942-6. / Xiang Q, Liang Y, Chen B, et al. 2010. Serum fluoride level and children’s Intelligence Quotient in two villages in China. Env Health Persp (Online 17 Dec 2010). doi:10.1289/ehp.1003171.
3. Lin FF, Aihaiti HX, Zhao J, et al. 1991. The relationship of a low-iodine and high-fluoride environment to subclinical cretinism in Xinjiang. IDD Newsletter 7(3):24-25.
4. EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.
5. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/08/13/fluoride-and-thyroid-dysfunction.aspx
6. Galletti P, Joyet G. Effect of Fluorine on Thyroidal Iodine Metabolism in Hyperthyroidism. Journal of Clinical Endocrinology.
7. http://www.lef.org//magazine/mag2006/apr2006_report_oral_02.htm
8. National Research Council. 2006. Fluoride in Drinking Water: A Scientific Review of EPA’s Standards. National Academies Press: Washington, DC.

Saúde tireoidiana: L-Tirosina ‘versus’ hormônios sintéticos T3-T4, qual o melhor para a saúde?

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Em 15 de agosto de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Um estudo de 2004 descobriu que a administração de L-Tirosina (aminoácido básico) leva a uma redução significativa do TSH [o que é positivo para quem sofre do hipotireoidismo], e melhoria do humor no inverno em comparação com o placebo. Já os hormônios sintéticos T4-T3 combinados, conduziram a um agravamento no estado de espírito dos pacientes tanto no verão como no inverno, e NENHUMA melhoria foi observada.

Assim, vê-se a efetividade do uso de um nutriente essencial à tireóide para o restabelecimento de suas naturais funções.

Ademais, um estudo italiano publicado na revista Reproductive Biology and Endocrinology intitulado “Levotiroxina e câncer de pulmão em mulheres: a importância do estresse oxidativo” indicou a possibilidade de o hormônio sintético T4 levotiroxina (nomes comerciais: Synthroid, PuranT4, Levoid, Euthyrox), usado para tratar milhões de pessoas diagnosticadas com hipotireoidismo, em aumentar o risco de câncer de pulmão. O estudo sugere que o estresse oxidativo gerado pelo T4 sintético, é uma das causas de doenças crônicas e câncer.

Dessa forma, antes de realizar o tratamento de ‘reposição’ hormonal, verifique a possibilidade de dar à sua tireoide os nutrientes básicos e essenciais para o seu saudável funcionamento.

Dr. Lair Ribeiro, médico PhD cardiologista e nutrólogo, ao abordar sobre a importância da Tirosina e Iodo para a saúde da tireoide informa que:

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Referências:

1. South Med J. 2004 Jan;97(1):30-4. PMID http://www.greenmedinfo.com/article/amino-acid-tyrosine-superior-synthetic-t4t3-combination-reducing-tsh-and-improving-mood
2. http://www.greenmedinfo.com/blog/study-millions-treated-hypothyroidism-risk-lung-cancershttp://www.rbej.com/content/pdf/1477-7827-11-75.pdf

Extrato de Cereja e vitamina C tratam eficazmente de ácido úrico elevado no sangue [hiperuricemia]

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Em 14 de agosto de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

A hiperuricemia se caracteriza pelo elevado nível de ácido úrico no sangue, que é um fator de alto risco para desenvolvimento de doenças como gota, hipertensão, síndrome metabólica. Gota é uma das mais antigas formas conhecidas e mais comum de artrite, é uma doença de deposição de cristais de urato monossódico (principalmente) nas articulações e outros tecidos.

O ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas em seres humanos. Purinas são componentes de nucleosídeos, os blocos de construção de DNA e RNA. O ácido úrico é, portanto, um ‘produto de resíduos metabólico’ com baixa solubilidade em fluidos do corpo, mas o seu papel como um antioxidante primário nos fluídos corporais, sugere que ele deve ser mantido em níveis suficientes no sangue. Geralmente, o limite é de 8,6mg/dl em homens e 7,1 mg/dl em mulheres (apesar de alguns laboratórios e grupos de investigação usarem limites diferentes). Níveis de ácido úrico acima destes limites são considerados como hiperuricemia.

Todavia, o médico norte-americano Dr. Joseph Mercola traz informação mais atualizada a respeito:

De acordo com as últimas pesquisas, a faixa mais segura para o ácido úrico está entre 3 e 5,5 miligramas por decilitro. Dr. Richard Johnson, professor de medicina na Universidade do Colorado, sugere que os níveis de ácido úrico ideais são, provavelmente, em torno de: 4 mg/dL para homens e 3,5 mg/dL para mulheres.”

A hiperuricemia está associada a maior risco de gota (artrite), pedras nos rins ou bexiga (litíase urinária). A presença de cálculos de oxalato de cálcio é de 10 à 30 vezes maior em pacientes com gota do que aqueles sem gota. Além disso, é fator de risco para doenças cardiovasculares, aumento no rico de eventos coronarianos, insuficiência cardíaca, pressão alta, acidente vascular cerebral, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 (Arthritis Care Res. 2011;63(1):102–11; Int. J. Cardiol. 2010;142(3):279–287; Arthritis Care Res. 2011;63(1):102–110; Curr Rheumatol Rep 2010; 12:108–17; Rheumatology (Oxford). 2009;48 Suppl 2:ii2–ii8; Rheumatology 2010; 49:2400–7; Arthritis Rheum. 2011;63(10):3136–3141) .

Quais nutrientes podem auxiliar EFICAZMENTE no tratamento de hiperuricemia?

O principal deles é o extrato de CEREJA (Prunus cerasus L ou Prunus avium L.). Particularmente, indico o extrato de cereja ‘Prunus cerasus L’ por ser mais rica em antocianinas e bioflavonóides. Mas, ambas as formas apresentam resultados benéficos à saúde.
As cerejas, rica em polifenóis antioxidantes, são utilizadas tradicionalmente para o tratamento de gota e num estudo de 1950, ficou demonstrada a diminuição da duração e gravidade dos ataques de gota em pessoas que fizeram suplementação com cerejas (Tex Rep Biol Med . 1950;8(3):309-11). Duas investigações mais recentes tem demonstrado o papel de cerejas na gestão de gota. Após uma única dose de 280g de cerejas, os níveis de ácido úrico no sangue em 10 mulheres saudáveis diminuiu em 14% após 5 horas, com uma diminuição de marcadores de inflamação (PCR) – . J Nutr. 2003;133(6):1826–1829. Um segundo estudo com 100 pacientes com gota, passaram a ingerir uma quantidade de suco concentrado de cereja por 4 à 6 meses, e que revelou uma diminuição nos marcadores de inflamação, bem como redução em 50% dos ataques de gota em 92% dos pacientes(Jancin B. Cherry Juice Flowing in Gout Treatment Pipeline. Family Practice News. 2010.).

A esse respeito, Dr. Joseph Mercola diz que:

“Em um estudo com mais de 600 pessoas com gota, aqueles que comiam uma porção de meia xícara de cerejas por dia (10 a 12 cerejas), ou o extrato de cereja, tiveram um risco de 35% menor de um ataque de gota. Aqueles que comeram mais cerejas, até três porções em dois dias, tiveram uma redução maior ainda, de 50% no risco de ataque – (Arthritis & Rheumatism Vol. 64, Issue 10.) Elas [as cerejas] contém compostos poderosos, como antocianinas e bioflavonóides que são conhecidos para combater a inflamação. Eles também pode ser benéfico em razão do seu impacto sobre os níveis de ácido úrico. A gota ocorre quando os processos metabólicos que controlam a quantidade de ácido úrico no sangue não conseguem fazer seu trabalho de forma eficaz. Estudos descobriram que comer duas porções de cerejas a noite, provoca uma redução de 15% do ácido úrico, de óxido nítrico e dos níveis da proteína C reativa (que estão associados com doenças inflamatórias como a gota) – J Nutr. 2003 Jun;133(6):1826-9. Consumir suco de cereja diariamente durante 4 semanas pode diminuir seus níveis de ácido úrico (The FASEB Journal. 2011;25:339.2).”

Além da cereja, a vitamina C em altas doses, exerce um efeito na redução de ácido úrico, através da inibição da enzima xantina oxidase. Em uma ampla revisão de 13 ensaios clínicos randomizados de suplementação de vitamina C, em um total de 556 adultos com função renal normal, foi observada uma redução média de ácido úrico no sangue de 0.35ml/dL para cada dose média de 500mg/dia por 30 dias (Arthritis Care Res. 2011;63(9):1295–1306.).

É bom, também, manter sempre bons níveis de vitamina D3, zinco e magnésio no organismo, para que a saúde se fortaleça naturalmente.

Referências:
1. Grayson PC, Kim SY, LaValley M, Choi HK. Hyperuricemia and incident hypertension: a systematic review and meta-analysis. Arthritis Care Res. 2011;63(1):102–110.
2. Grayson PC, Kim SY, LaValley M, Choi HK. Hyperuricemia and incident hypertension: a systematic review and meta-analysis. Arthritis Care Res. 2011;63(1):102–110.
3. Blau LW. Cherry diet control for gout and arthritis. Tex Rep Biol Med . 1950;8(3):309-11.
4. Jacob RA, Spinozzi GM, Simon VA, et al. Consumption of cherries lowers plasma urate in healthy women. J Nutr. 2003;133(6):1826–1829.
5. Jancin B. Cherry Juice Flowing in Gout Treatment Pipeline. Family Practice News. 2010.
6. Juraschek SP, Miller ER III, Gelber AC. Effect of oral vitamin C supplementation on serum uric acid: A meta-analysis of randomized controlled trials. Arthritis Care Res. 2011;63(9):1295–1306.
7. Dao HH, Harun-Or-Rashid M, Sakamoto J. Body compos- ition and metabolic syndrome in patients with primary gout in Vietnam. Rheumatology 2010; 49:2400–7.
8. Zhu Y, Pandya BJ, Choi HK. Prevalence of gout and hyperuricemia in the US general population: The National Health and Nutrition Examination Survey 2007-2008. Arthritis Rheum. 2011;63(10):3136–3141.
9. Feigelson P. The inhibition of xanthine oxidase in vitro by trace amounts of I-ascorbic acid. J Biol Chem 1952;197:843–50.
10. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/10/15/cherries-reduce-gout-attack-risks.aspx
11. http://www.lef.org/protocols/immune_connective_joint/gout_02.htm