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Evite as estatinas: novos estudos mostram que colesterol não faz nenhum mal!

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Em 26 de agosto de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Se você tem níveis elevados de colesterol, você deve fazer uso de estatina? Esse é o mantra promovido pela medicina convencional. De fato, as estatinas tem se tornado a classe mais rentável de medicamentos vendidos pela grande indústria farmacêutica. Tenho visto inúmeros pacientes relatando que seus médicos alegam que se não tomarem estatina, eles estarão se colocando em risco de ataque cardíaco. No entanto, não é isso que a pesquisa encontrou. O médico Dr. David Brownstein informa:

“Você sabia que:
1. Não há nenhuma indicação para tomar uma estatina, se você não teve um evento cardíaco.
2. Se você for homem e teve um evento cardíaco, o melhor que as estatinas pode prometer é uma redução aproximada de apenas 1 à 5% na prevenção de ataques cardíacos não-fatais.
3. As estatinas nunca foi provada para prolongar a vida
4. Nas mulheres não há estudos sólidos que demonstram que a estatina é benéfica para qualquer finalidade.”
The Cochrane Collaboration, um grupo independente que não está associado à Grande Indústria Farmacêutica, declarou que: as estatinas não tem um benefício a saúde comprovada em populações de prevenção primária, quando usado nessas circunstâncias não representam uma boa solução nos recursos escassos de saúde” – Therapeutics Letter 77/ March-April 2010.

Um recente estudo de 2013, descobriu que níveis ELEVADOS de colesterol e níveis de LDL em indivíduos com mais de 50 anos foi associado com REDUÇÃO de mortalidade por todas as causas. Comparando dois grupos, um com colesterol abaixo de 190 mg/dl, com idade de 60-70 anos, e outro com colesterol a partir de 190 à 230 mg/dl, este último com nível maior de colesterol apresentou uma REDUÇÃO de 32% na taxa de mortalidade. Aqueles com um nível de colesterol a partir de 230 à 308 mg/dL teve uma taxa de mortalidade REDUZIDA em 33%. Para indivíduos do sexo masculino com colesterol acima de 308 mg/dL, houve um INSIGNIFICANTE aumento de 2% (dois por cento) de risco de mortalidade por qualquer causa.

As mulheres se saíram melhor. Vejamos os resultados:

Em comparação com aqueles com colesterol inferior a 190 mg/dL, as mulheres com com colesterol de 190 à 308 mg/DL tiveram uma REDUÇÃO de 41 à 43% em todas as causas de mortalidade. Da mesma forma que os homens, os níveis de colesterol acima de 308 mg/dL teve um aumento insignificante de 2% em todas as causas de mortalidade (Scandinavian J. of Primary Health Care. 2013;31:172-80).

O médico norte americano Dr. David Brownstein, comentando esse estudo diz:

“Gente, estudo não é nada novo. Baixos níveis de colesterol estão associados com um risco maior de câncer, distúrbios neurológicos e distúrbios musculares. Há muitos estudos que mostram aumento da longevidade em idosos (acima de 59 anos) em quem tem níveis elevados de colesterol. Tenha em mente que o colesterol é necessário para todas as células do corpo a funcionar de forma otimizada. Eu disse em meu livro “Drugs that Don’t Work and Natural Therapies That Do”: você não pode bloquear uma enzima crucial e esperar um bom resultado em longo prazo”. Estatinas bloqueiam a enzima crucial para o corpo HMG-CoA redutase. O resultado deste bloqueio é desastroso, a conseqüência química é a redução do colesterol associado com distúrbios dos sistemas neurológicos e musculares. Marque minhas palavras: o uso generalizado de estatinas será visto como um grande erro na medicina.

Dr. Lair Ribeiro, médico PhD – cardiologista e nutrólogo, lecionando para outros médicos sobre esse assunto diz que:

* Este texto tem como fonte o artigo do médico Dr. David Brownstein, disponível no link:
http://blog.drbrownstein.com/another-nail-in-the-statin-coffin/

Referências:
(1) Therapeutics Letter 77/ March-April 2010
(2) Scandinavian J. of Primary Health Care. 2013;31:172-80


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