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AUTISMO E REVESTIMENTO DE VINIL OU VINÍLICO EM RESIDÊNCIAS, FTALATOS E VITAMINA D

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AUTISMO E REVESTIMENTO DE VINIL OU VINÍLICO EM RESIDÊNCIAS, FTALATOS E VITAMINA D

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By; Dr. Júlio Caleiro – Publicado em 22 de Agosto de 2013.

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Ftalatos:  Uma Investigação científica em 2009 descobriu que as crianças que viviam em casas com pisos de vinil, tinham duas vezes mais probabilidade de ter autismo cinco anos depois, em comparação com aqueles com madeira ou linóleo. Pisos de vinil podem emitir produtos químicos chamados ftalatos, que são amplamente utilizados como amaciadores de plástico encontrados em muito produtos além do piso de vinil, tais como:  Sprays, perfumes, cosméticos, brinquedos, cortinas, finalizadores de madeira, lubrificantes, certos dispositivos médicos e muito mais, tudo contêm ftalatos.

Os investigadores sugeriram que muitos produtos químicos em especial os ftalatos podem contribuir para o autismo, interrompendo hormonas não só em crianças pequenas, mas também nos seios inclusive em lactantes.

Além  do Vinil a deficiência de vitamina D é um grande fator que desencadeia o autismo: Há também uma ligação entre a deficiência de vitamina D em mulheres grávidas e o salto proporcional no autismo, que tem sido destacado por Dr. John Cannellvi.   O receptor de vitamina D aparece em uma ampla variedade de tecido cerebral precoce no desenvolvimento fetal, ou seja a vitamina D e os receptores ativados. A Dra. Campbell-McBride, muito famosa nos EUA,  que curou seu próprio filho de autismo, está convencida de que as crianças autistas nascem com cérebros perfeitamente normais e órgãos sensoriais também perfeitamente normais, mas que a flora intestinal ANORMAL foi passada da mãe para o filho, apresentando então um intestino com toxicidade, posteriormente refletida no cérebro. Em crianças com a síndrome (GAPS), a toxicidade que flui de seu intestino ao longo dos órgãos chega assim no cérebro e literalmente entope o cérebro com toxicidade, impedindo-o de realizar a sua função normal e processar as informações sensoriais.

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Referências:

*      Centers for Disease Control March 29, 2012                


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