Início » 2013 » julho (Página 2)

Arquivo mensal: julho 2013

Zinco no tratamento da Acne

Acne
Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-4589.

* Texto da nutricionista Dra.Luisa Amábile Wolpe Simas, especialista em nutrição clínica, Coordenadora da pós graduação em nutrição aplicada a estética do Instituto Ana Paula.

Já é bem discutida a influência da dieta e de determinados nutrientes na etiologia da acne. As principais evidências mostram que a dieta induz mudanças hormonais relacionadas ao aumento na oleosidade da pele e na homeostase de citocinas, que são um grupo de moléculas envolvidas no sistema imunológico, fatores estes relacionados no desenvolvimento da acne.

Em um estudo realizado com pacientes com acne foi observado uma concentração de zinco sérico menor do que nos pacientes sem acne, concluindo que a acne pode ser consequência de uma deficiência de zinco. Em indivíduos suplementados com sulfato de zinco e gluconato de zinco, foi observada uma melhora em relação a acne severa. Quando a suplementação de zinco foi comparada ao uso de antibióticos orais pareceu ser tão eficaz quanto, porém ainda não são considerados como a primeira linha de tratamento da acne (CORDAIN, 2005).

Muitos estudos observaram que na presença da suplementação de zinco houve a redução do Propionobacterium acnes, bactéria envolvida na patologia da acne, e de ácidos graxos livres na pele causados pelo excesso de oleosidade, principalmente porque este mineral inibe a lipase da bactéria P. acnes exercendo assim um efeito antimicrobiano (CORDAIN, 2005).

Além disso, o zinco tem ação anti-inflamatória na acne, pois é essencial para a enzima antioxidante SOD-1 (superóxido dismutase citosólica), responsável por reduzir o radical superóxido a peróxido de hidrogênio e oxigênio.

O zinco também diminui a produção de sebo, um dos principais desencadeadores da acne, inibindo a 5-alfa-redutase enzima, responsável pela conversão de testosterona em dihidroxitestosterona.

Outro efeito do zinco está relacionado emmodular a insulina. A hiperinsulinemia aumenta o IGF-1 que estimula a síntese de androgênios nos ovários e testículos, porém inibem a síntese hepática da globulina ligadora de hormônios sexuais (SHBG) e aumenta a biodisponibilidade de androgênios circulantes, ou seja, aumentam a concentração de testosterona livre e sua conversão em dihidroxitestosterona, aumentando assim a produção de sebo (BODEN, G.; SHULMAN, GI, 2002).

Acredita-se também que a cascata endócrina induzida pela alimentação com ingestão de carboidratos com alto índice glicêmico leva a uma hiperinsulinemia, causando todas as alterações já mencionadas (BARBIERI, R.L.; SMITH, S.; RYAN, K.J.,1998).

Portanto o Zinco apresenta as seguintes funções no controle da acne:
• Efeito antimicrobiano (inibindo a lipase da bactéria causadora da acne)
• Efeito anti-inflamatório (envolvido na enzima antioxidante SOD-1)
• Efeito modulador da secreção sebácea (diminuindo a conversão da testosterona em dihidroxitestosterona pela inativação da enzima 5 α redutase)
• Efeito modulador da insulina (diminuindo os efeitos dos hormônios andrôgenos estimulados pelo aumento de IGF-1)
As principais fontes alimentares de zinco são: ostras, carne vermelha, semente de abóbora, amendoim, oleaginosas, grãos integrais, e fígado de frango. Porém devem ser ingeridos longe de alimentos fontes de ferro e cobre, pois estes minerais diminuem sua biodisponibilidade.

Bibliografia

BARBIERI, R.L.; SMITH, S.; RYAN, K.J. The role of hiperinsulinemia in the pathogenesis of ovarian hyperandrogenism. Fertil Steril, vol. 50, pg. 197-212, 1998.
BODEN, G.; SHULMAN, GI. Free fatty acids in obesity and type 2 diabetes defining their role in the development of insulin resistance and betacell dysfunction. Eur J. Clin. Invest, vol. 32, pg: 14-23, 2002.
CORDAIN, L. Implications for the role of diet in acne. Semin Cutan. Med. Surg. Vol. 24, p. 84-91, 2005.

Fonte: http://www.negocioestetica.com.br/zinco-no-tratamento-da-acne/

Atividade física contra a Ansiedade, Stress, Depressão e outros

Imagem

By; Ed. Dr. Júlio Caleiro

    O Exercício é conhecido por criar novos neurônios excitáveis ​​do hipocampo, uma área do cérebro envolvida no pensamento e as emoções.  Mas,isto sugere que o exercício pode induzir a ansiedade em pessoas fisicamente ativas! Ironicamente as pesquisam mostram que o exercício está associado à redução da ansiedade e gerando bem estar e calma.  A razão para estes efeitos do exercício aparentemente incompatíveis, foi recentemente explorado pela ‘Princeton University’.

O Exercício Cria novas células cerebrais Excitáveis e acalma-os quando necessário!

   Os neurônios ‘jovens’ pode ser propenso a fácil excitação, tornando-os bastante eficiente na indução de ansiedade. O exercício físico cria novos neurônios excitáveis ​​em abundância, o que é benéfico a longo prazo mas aumenta as taxas de ansiedade no curto prazo.  No entanto, um novo estudo animal comparando ratos treinados com ratos sedentários descobriram que enquanto “cérebros” dos animais continham muitos e novos neurônios excitáveis ​​”, eles também continham novos neurônios projetados para liberar um neurotransmissor chamado, ácido gama-aminobutírico (GABA).
GABA inibe a descarga neuronal excessiva. Isso ajuda a induzir um estado natural de calma, comumente descritos em medicamentos anti-ansiedade como Ativan ( Lorazepan), Xanax(alprazolan) e Valium ( Diazepan) Rivotril ( Clonazepam), que  exercem um efeito calmante desta mesma maneira, impulsionando a ação do GABA.

   O Exercício parece ir um passo além, tanto que quando os ratos foram posteriormente expostos a uma situação estressante, o estudo descobriu que os ratos que exercitavam, ao contrário dos ratos sedentários respondeu com apenas uma corrida inicial diminuindo a ansiedade seguido de calma. Um dos autores do estudo observou que:
         “… É que o hipocampo dos corredores é muito diferente da dos animais sedentários. Não só há mais neurônios excitatórios e sinapses excitatórias, mas também contém os neurônios inibitórios que são propensos a tornar-se ativado, provavelmente por amortecer os neurônios excitatórios, em resposta ao estresse. Acho que não é um grande exagero sugerir que o hipocampo de pessoas ativas, podem ser menos suscetíveis a certos aspectos indesejáveis ​​de estresse do que os de pessoas sedentárias. “.

Exercício pode ser uma chave de Tratamento Anti-Ansiedade

    Alguns psicólogos coloca o exercício como principal forma de tratamento para transtornos do humor e depressão, ansiedade e outros. A pesquisa mostrou mais uma vez que os pacientes que seguem regimes de exercício regulares tem uma melhoria em seu estado de espírito – melhorias comparáveis ​​às daqueles tratados com medicação.
    Os resultados são realmente impressionantes quando você considera que o exercício é praticamente gratuito, e pode fornecê-lo muitos outros benefícios para a saúde. Os benefícios para o humor ocorre se o exercício é voluntário ou forçado, por isso mesmo se você sentir que você tem que fazer por exemplo, por motivos de saúde, há uma boa chance de você ainda se beneficiar. É o que foi publicado por pesquisadores da ‘Universidade de Colorado Boulder’.

        . “Independentemente de saber se os ratos escolheram executar ou foram forçados a executar a atividade física,  eles foram protegidos contra o stress e a ansiedade.

Que tipo de exercício é melhor para ansiedade?

    Se você luta com a ansiedade,  realmente não pode dar errado com o início de um programa de exercício abrangente – praticamente qualquer atividade física é susceptível de ter efeitos positivos, especialmente se ela é bastante difícil. Dito isso, os pesquisadores da ‘Duke University’ publicaram recentemente uma revisão de mais de 100 estudos que encontraram a ‘yoga’  como particularmente benéfica para saúde mental, o autor  ‘Dr. P. Murali Doraiswamy’, um professor de psiquiatria e medicina na ‘Duke University Medical Center, disse à Time Magazine:
        “A maioria das pessoas já sabe que a ioga produz algum tipo de efeito calmante. As pessoas se sentem melhor depois de fazer algum tipo de exercício físico ou a Ioga. Mentalmente, as pessoas se sentem mais calmos, isso é nítido!

    De acordo com os resultados, a Ioga parece ter um efeito positivo em:

        Depressão leve
        Os problemas do sono
        Esquizofrenia (entre os pacientes em uso de medicação)
        TOC, Pânico.
       
    Alguns dos estudos na revisão sugeriu a ioga pode ter um efeito semelhante aos antidepressivos e psicoterapia, influenciando neurotransmissores e aumentando a serotonina. Investigação separada também descobriu que três meses de sessões regulares de ioga resultou em menos ansiedade e depressão, com escores de ansiedade caindo de uma média de 34 (em uma escala de 20-80) para uma média de 25.

    No entanto, embora estudos recentes suportam o uso de yoga para melhorar distúrbios psiquiátricos comuns, além de fornecimento de muitos outros benefícios para a saúde, tais como a promoção da flexibilidade muscular e central, aliviando a dor nas costas, e muito mais. Eu acho que é importante incorporar uma variedade de exercícios em sua rotina para os resultados de uma boa saúde.
——————————————–
Atenção! Para uma orientação específica, consulte seu PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA HABILITADO. Alie a uma Dieta individualizada e específica com Nutricionista, e tenha liberação IMPRESCINDÍVEL do médico Cardiologista.
———————————————————————–
Referências:
    The Journal of Neuroscience May 1, 2013; 33(18):7770-7
    NYTimes.com July 3, 2013

    1 NYTimes.com July 3, 2013
    2 The Journal of Neuroscience May 1, 2013; 33(18):7770-7
    3 NYTimes.com July 3, 2013
    4 European Journal of Neuroscience 2013 Feb;37(3):469-78
    5 EurekAlert April 25, 2013
    6 Frontiers in Psychiatry January 25, 2013 [Epub ahead of print]
    7 Time Magazine January 28, 2013
    8 Journal of Obesity Volume 2012 (2012)
    9 NYTimes.com July 3, 2013
DR. MERCOLA-

Taurina e melatonina ajudam a reverter Tinnitus (zumbido nos ouvidos)

Constant-Ringing-in-Ears

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35)3531-8423.

Tinnitus é uma condição em que a pessoa escuta um barulho ou zumbido, constantemente, sem existir uma fonte gerando o som. “Pacientes comparam com barulho de cigarra, apito, concha, panela de pressão, chiado, cachoeira”, diz o Dr. Cassio Antonini, otorrinolaringologista pela Santa Casa de São Paulo. As referências a cigarra e apito são as mais comuns (http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/o-tormento-do-zumbido/).

A TAURINA tem um papel vital na audição. Foi descoberto que taurina pode reverter os processos bioquímicos, inclusive, da perda de audição (Neurosci Lett. 2006 May 15;399(1-2):23-6; Neuroreport.2008 Jan 8;19(1):117-20). Outros estudos tem demonstrado que a taurina pode eliminar quase completamente o zumbido nos ouvidos associados ao Tinnitus (Hear Res. 2010 Dec 1;270(1-2):71-80).

Grandes parte dos danos à audição não ocorre nas partes mecânicas do ouvido, mas sim nas células nervosas que convertem ondas sonoras em energia elétrica que é percebida pelos nossos cérebros. Como outras células nervosas, estas denominas ‘células ciliadas’ dependem do fluxo de íons de cálcio para dentro e fora da célula. Taurina ajuda a restaurar e controlar o fluxo normal de íons de cálcio nas células auditivas (Pharmacol Rep. 2008 Jul-Aug;60(4):508-13).

Além da taurina, vale a pena mencionar que a MELATONINA proporciona alivio ao zumbido nos ouvidos, principalmente em pessoas com problemas significativas de sono (The Laryngoscope, 1998; 108: 306-311; Otolaryngology-Head and Neck Surgery, 2006; 134: 210-212; Journal of Physiology and Pharmacology, 2011; 62(2): 151-157.)

Mais outro componente que pode ser útil no tratamento de zumbido é a Coenzima Q10. Um estudo publicado em 2007, na “Otolaryngology — Head and Neck Surgery” relatou a descoberta em que a coenzima Q10 em uma certa dosagem, três vezes ao dia, durante 16 semanas melhorou de maneira significativa os sintomas do zumbido, como a intromissão, distúrbios do sono e dificuldade cognitiva (Otolaryngology- Head and Neck Surgery”; A Pilot Clinical Trial of the Effects of Coenzyme Q10 on Chronic Tinnitus Aurium; M. Khan; Jan 2007 University of Maryland Medical Center: CoQ10). Das formas de Coenzima Q10, indico na forma ativa denominada UBIQUINOL, que é considerado oito vezes mais potente que a forma ubiquinona.

Já na homeopatia, há alguns medicamentos em que há relatos de melhora, que são os seguintes:

1. http://www.iherb.com/Homeolab-USA-Tinnitus-Symptom-Relief-90-Chewable-Tablets/28566

2. http://www.iherb.com/Natural-Care-Ring-Stop-Ear-Drops-0-5-fl-oz-15-ml/11015

 

Página no facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referências:
1. Liu HY, Gao WY, Wen W, Zhang YM. Taurine modulates calcium influx through L-type voltage-gated calcium channels in isolated cochlear outer hair cells in guinea pigs. Neurosci Lett. 2006 May 15;399(1-2):23-6.
2. Liu HY, Chi FL, Gao WY. Taurine attenuates aminoglycoside ototoxicity by inhibiting inducible nitric oxide synthase expression in the cochlea. Neuroreport.2008 Jan 8;19(1):117-20.
3. Brozoski TJ, Caspary DM, Bauer CA, Richardson BD. The effect of supplemental dietary taurine on tinnitus and auditory discrimination in an animal model. Hear Res. 2010 Dec 1;270(1-2):71-80.
4. Liu HY, Chi FL, Gao WY. Taurine modulates calcium influx under normal and ototoxic conditions in isolated cochlear spiral ganglion neurons. Pharmacol Rep. 2008 Jul-Aug;60(4):508-13.
5. Davies E, Donaldson I. Tinnitus, membrane stabilizers and taurine. Practitioner.1988 Oct 22;232(1456 ( Pt 2)):1139
6. Rosenberg SI, Silverstein H, et al. Effect of Melatonin on tinnitus. The Laryngoscope, 1998; 108: 306-311
7. Megwalu, UC, Finnell JE, et al. The Effects of Melatonin on Tinnitus and Sleep. Otolaryngology-Head and Neck Surgery, 2006; 134: 210-212
8. Reiter RJ, Tan DX, et al. Drug-Mediated Ototoxicity and Tinnitus: Alleviation with Melatonin. Journal of Physiology and Pharmacology, 2011; 62(2): 151-157
9. Otolaryngology- Head and Neck Surgery”; A Pilot Clinical Trial of the Effects of Coenzyme Q10 on Chronic Tinnitus Aurium; M. Khan; Jan 2007 University of Maryland Medical Center: CoQ10

ZINCO aumenta níveis de testosterona naturalmente

testosterona

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

O zinco é vital para o funcionamento de mais de 300 hormônios e enzimas (Ann Intern Med. 1996 Jul 15;125(2):142-4), e, especificamente, é importante para a produção de testosterona.

Segundo o médico Dr. Victor Sorrentino, a deficiência na produção de testosterona gera as seguintes conseqüências: aumento da gordura corporal; diminuição do bem estar; desempenho sexual, aumento na reação inflamatória corporal e o risco de doença vascular cardíaca (infartos); declínio cognitivo (capacidade de raciocínio lógico, memória, e etc); aumento da predisposição à obesidade visceral (aquela gordura intra-abdominal que é altamente perigosa para risco de infarto); sarcopenia (diminuição da massa muscular); suscetibilidade à depressão, aumento da perda óssea, disfunção erétil. (fonte: http://www.blogdodrvictorsorrentino.com/2012/05/importancia-da-testosterona.html).

Em contrapartida, colocando a testosterona em seus níveis corretos no organismo, sanando sua deficiência, há os seguintes benefícios à saúde (Harvard, School Med, 2000) :
1. Reforça o aparelho gênito urinário;
2. Melhora o desempenho sexual;
3. Melhora o tonus da pele;
4. Melhora degenerações articulares;
5. Combate fadiga;
6. Melhora massa muscular;
7. Reforça o músculo do coração;
8. Melhora massa óssea
9. Regulariza o volume da próstata
10. Melhora libido
11. Reforça o sistema imunológico

Em um estudo, verificou-se que o zinco provocou aumento acentuado nos níveis de testosterona após 6 semanas, em homens com níveis baixos deste hormônio (Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73.). Da mesma forma, outra pesquisa mostrou que a restrição do zinco levou a diminuição significativa nos níveis de testosterona, enquanto que a suplementação produziu um importante aumento (Nutrition. 1996 May;12(5):344-8.). Neste estudo, concluíram que o zinco desempenha um importante papel na modulação dos níveis de testosterona em homens.

Em mais estudos, verificou-se que o zinco está envolvido em todos os aspectos da reprodução masculina, incluindo o metabolismo da testosterona, a formação do esperma e a motilidade espermática (J Coll Physicians Surg Pak. Nov 2005;15(11):671-3.) Outro exemplo da utilidade do zinco foi comprovado em um estudo com 37 homens inférteis com diminuição dos níveis da testosterona e baixas contagens de espermatozóides. Os homens receberam uma alta dose de zinco por dia, durante 45 à 50 dias. Na quase totalidade dos pacientes, os níveis de testosterona aumentaram bastante, e a contagem de esperma aumentou entre 8 à 20 milhões (Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73).

Muitas doenças que estão sendo tratadas por causas diversas, podem ter sua causa na deficiência de testosterona. Regularizando a produção deste hormônio no corpo, resolve-se uma variedade de sintomas patológicos, associados, inclusive, à depressão.

Informo que as doses terapêuticas nestas circunstâncias são elevadas, e necessitam de acompanhamento médico ou de nutricionista.

Referências:
1. Ann Intern Med. 1996 Jul 15;125(2):142-4
2. Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73
3. Nutrition. 1996 May;12(5):344-8.
4. J Coll Physicians Surg Pak. Nov 2005;15(11):671-3.
5. Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73
6. Harvard, School Med, 2000

Chá Verde [EGCG] tem ação importante no tratamento do diabetes

diabetesmagnifyer

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Segundo o médico Dr. Dráuzio Varella, “diabetes mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina.” Em resumo, temos que ‘diabetes tipo 1’ o pâncreas produz pouco ou quase nenhuma insulina e já no ‘diabetes tipo 2’ as células são resistentes à ação da insulina.

O polifenol EGCG (epigalocatequina galato), presente em abundância no chá verde, regula genes envolvidos na oxidação e armazenamento de gordura, bem como genes envolvidos na sinalização da insulina e metabolismo da glicose (J Agric Food Chem. 2007 Jul 25;55(15):6372-8.; Planta Med. 2004 Nov;70(11):1100-2; Br J Nutr. 2007 Dec 6;1-9). O EGCG melhora até mesmo a sobrevivência e a função das células pancreáticas secretoras de insulina cultivadas em laboratório (J Hepatobiliary Pancreat Surg. 2007;14(5):493-7).

O consumo de chá verde foi comprovado em melhorar o metabolismo da glicose em humanos saudáveis (BMC Pharmacol. 2004 Aug 26;418.), e um estudo demonstrou que mulheres que bebiam uma certa dose de chá verde diariamente tinham uma tendência a menor risco de diabetes, em comparação com mulheres que não bebiam o chá (J Am Coll Nutr. 2005 Oct;24(5):376-84). Amplos estudos pelo grupo do Dr. Pon Velayutham Anandh Babu, PhD e pós-doutorado em Nutrição Humana, utilizando animais como modelo, tem demonstrado que o chá verde ajuda a otimizar (aperfeiçoar) a utilização da glicose, reduzindo assim os níveis de glicose no sangue (Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):114-20; Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):157-64.; Clin Exp Pharmacol Physiol. 2006 Dec;33(12):1184-9; Clin Exp Pharmacol Physiol. 2006 Apr;33(4):351-7.).

Dr. Pon Velayutham Anandh Babu, PhD, explica que: “Ao diminuir a produção de glicose nas células do fígado e diminuir a atividade dos genesque aumentam a produção de glicose, o ‘EGCG’ FOI RELATADO EM IMITAR A INSULINA. O chá verde também reduziu a acumulação de colesterol, ácidos graxos livres e triglicérides no coração de ratos diabéticos.

Ademais, já ficou comprovado em um estudo em humanos, que o chá verde melhora a sensibilidade à insulina (Am J Clin Nutr March 2008 87: 778-784), resultado que pode ser muito útil no tratamento do diabetes tipo 2.

Agende sua consulta e aplique a nutrição funcional em seu tratamento de saúde.

Referências científicas:

1. Cao H, Hininger-Favier I, Kelly MA, et al. Green tea polyphenol extract regulates the expression of genes involved in glucose uptake and insulin signaling in rats fed a high fructose diet. J Agric Food Chem. 2007 Jul 25;55(15):6372-8.
2. Koyama Y, Abe K, Sano Y, et al. Effects of green tea on gene expression of hepatic gluconeogenic enzymes in vivo. Planta Med. 2004 Nov;70(11):1100-2.
3. Serisier S, Leray V, Poudroux W, et al. Effects of green tea on insulin sensitivity, lipid profile and expression of PPARalpha and PPARgamma and their target genes in obese dogs. Br J Nutr. 2007 Dec 6;1-9.
4. Hara Y, Fujino M, Takeuchi M, Li XK. Green-tea polyphenol (-)-epigallocatechin-3-gallate provides resistance to apoptosis in isolated islets. J Hepatobiliary Pancreat Surg. 2007;14(5):493-7.
5. Tsuneki H, Ishizuka M, Terasawa M, et al. Effect of green tea on blood glucose levels and serum proteomic patterns in diabetic (db/db) mice and on glucose metabolism in healthy humans. BMC Pharmacol. 2004 Aug 26;418.
6. Song Y, Manson JE, Buring JE, Sesso HD, Liu S. Associations of dietary flavonoids with risk of type 2 diabetes, and markers of insulin resistance and systemic inflammation in women: a prospective study and cross-sectional analysis. J Am Coll Nutr. 2005 Oct;24(5):376-84.
7. Babu PV, Sabitha KE, Shyamaladevi CS. Therapeutic effect of green tea extract on oxidative stress in aorta and heart of streptozotocin diabetic rats. Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):114-20.
8. Babu PV, Sabitha KE, Shyamaladevi CS. Green tea impedes dyslipidemia, lipid peroxidation, protein glycation and ameliorates Ca2+ -ATPase and Na+/K+ -ATPase activity in the heart of streptozotocin-diabetic rats. Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):157-64.
9. Babu PV, Sabitha KE, Shyamaladevi CS. Therapeutic effect of green tea extract on advanced glycation and cross-linking of collagen in the aorta of streptozotocin diabetic rats. Clin Exp Pharmacol Physiol. 2006 Apr;33(4):351-7.
10. Michelle C Venables, Carl J Hulston, Hannah R Cox, and Asker E Jeukendrup Green tea extract ingestion, fat oxidation, and glucosetolerance in healthy humans. Am J Clin Nutr March 2008 87: 778-784
11. http://drauziovarella.com.br/diabetes/diabetes/
12. lifeextension.com

Chá verde [EGCG] combate o câncer com eficiência

tratamento_para_cancer

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

O chá verde é particularmente rico em polifenóis conhecidos como catequinas saudáveis, o mais abundante é o chamado ‘epigalocatequina galato‘ (EGCG). Este potente antioxidante é eficaz em face dos efeitos dos radicais livres (Mayo Clin Proc. 2007 Jun;82(6):725-32, Life Sci. 2007 Jul 26;81(7):519-33) que são culpados comuns no envelhecimento e em doenças crônicas degenerativas. Um estudo japonês informou recentemente que tomar uma única dose de extrato de chá verde melhorou a capacidade antioxidante do plasma saudável em adultos (Int Heart J. 2007 Nov;48(6):725-32).

Os estudos de laboratório sugerem que as funções do EGCG em nível celular interferem favoravelmente ao organismo contra vários tipos de cânceres, incluindo câncer de mama (Cancer Detect Prev. 2007 Nov 29; Cancer Biol Ther. 2007 Sep 1;6(12); ), pâncreas (Front Biosci. 2008;13:440-52) boca (J Oral Pathol Med. 2007 Nov;36(10):588-93.), cólon (Biosci Biotechnol Biochem. 2007 Oct;71(10):2442-50.) e próstata (Oncogene. 2007 Nov 12; Crit Rev Food Sci Nutr. 2007;47(8):711-9.).

Sean Eddy, PhD da Boston University School of Medicine, diz que: o chá verde funciona em vários níveis de proteção da prevenção ao tratamento e bloqueio da inflamação e do câncer. Estudos no Japão mostraram que beber doses de chá verde por dia pode ter um efeito protetor em pacientes em remissão do câncer de mama em estágio inicial. O chá verde ou EGCG (epigalocatequina galato) foi demonstrado [em laboratório] em inibir cada tipo de célula de cancro. Também foi demonstrado que atuam como um antitrombótico, agente redutor do colesterol, antiviral, antibacteriano e antiinflamatório, o que explicaria o efeito protetor do chá verde em doenças do coração”.

Em nível celular, o EGCG dirige sinais celulares que BLOQUEIAM a atividade nociva ou perigosa, que pode levar a características do crescimento descontrolado de células do câncer (Front Biosci. 2008;13:2191-202.). O chá verde foi demonstrado em suprimir o crescimento do tumor, bloqueando a angiogênese, ou a formação de novos vasos sanguíneos que abastecem o tumor (Front Biosci. 2008;13:440-52., Life Sci. 2007 Apr 3;80(17):1578-85).

Leucemia (câncer no sangue)

As primeiras pesquisas indicam que o chá verde ou EGCG (polifenol saudável presente no chá verde) pode ajudar a combater a leucemia linfocítica crônica, a forma de leucemia (câncer no sangue), que afetam adultos. Investigadores da Mayo Clinic descobriram que o EGCG ajuda a destruir as células de leucemia em cultura, interrompendo a comunicação entre as células cancerosas. EGCG levou células de leucemia a morrer em 8 de 10 amostras de células de leucemia testadas em um laboratório (Blood. 2004 Aug 1;104(3):788-94.)

Câncer de pulmão

Dr. Luis Romariz, médico pós graduado Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University, informa o seguinte:

Beber chá verde poderá ajudar a proteger os fumadores do cancro do pulmão, Segundo as conclusões de um recente estudo. Os cientistas descobriram que quem bebia pelo menos uma chávena de chá verde, que é rico em antioxidantes, ficava com um riso de contrair cancro do pulmão 13 vezes menor em relação com os que não bebiam chá. O risco entre fumadores/não fumadores, a beber chá verde era 5 vezes menor para o cancro do pulmão. Este estudo foi efectuado na Tailândia onde as pessoas bebem imenso chá verde. O cientista-chefe do estudo I-Hsin Lin, da Chung Shan Medical University declarou: “ O cancro do pulmão é a principal causa de morte entre todos os tipos de cancro na Tailândia. O chá, particularmente o chá verde, tem sido objecto de muita atenção porque os seus polifenois são potentes antioxidantes, e as infusões têm demonstrado efeito inibidor sobre a génese tumoral.” (fonte:http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/150739.html).

Para que surtam os efeitos desejados, as dosagens deverão ser avaliadas em um acompanhamento médico ou nutricional de acordo com a necessidade específica de cada pessoa.

Agende sua consulta e aplique os fundamentos da nutrição funcional em seu tratamento de saúde!

Referências científicas:

1. Farabegoli F, Barbi C, Lambertini E, Piva R. (-)-Epigallocatechin-3-gallate downregulates estrogen receptor alpha function in MCF-7 breast carcinoma cells. Cancer Detect Prev. 2007 Nov 29.
2. Thangapazham RL, Passi N, Maheshwari RK. Green tea polyphenol and epigallocatechin gallate induce apoptosis and Inhibit Invasion in human breast cancer cells. Cancer Biol Ther. 2007 Sep 1;6(12).
3. Shankar S, Ganapathy S, Hingorani SR, Srivastava RK. EGCG inhibits growth, invasion, angiogenesis and metastasis of pancreatic cancer. Front Biosci. 2008;13:440-52.
4. Ho YC, Yang SF, Peng CY, Chou MY, Chang YC. Epigallocatechin-3-gallate inhibits the invasion of human oral cancer cells and decreases the productions of matrix metalloproteinases and urokinase-plasminogen activator. J Oral Pathol Med. 2007 Nov;36(10):588-93.
5. Kim M, Murakami A, Ohigashi H. Modifying effects of dietary factors on (-)-epigallocatechin-3-gallate-induced pro-matrix metalloproteinase-7 production in HT-29 human colorectal cancer cells. Biosci Biotechnol Biochem. 2007 Oct;71(10):2442-50.
6. Siddiqui IA, Malik A, Adhami VM, et al. Green tea polyphenol EGCG sensitizes human prostate carcinoma LNCaP cells to TRAIL-mediated apoptosis and synergistically inhibits biomarkers associated with angiogenesis and metastasis. Oncogene. 2007 Nov 12.
7. Yu HN, Shen SR, Yin JJ. Effects of metal ions, catechins, and their interactions on prostate cancer. Crit Rev Food Sci Nutr. 2007;47(8):711-9.
8. Seely D, Mills EJ, Wu P, Verma S, Guyatt GH. The effects of green tea consumption on incidence of breast cancer and recurrence of breast cancer: a systematic review and meta-analysis. Integr Cancer Ther. 2005 Jun;4(2):144-55.
9. Lee YK, Bone ND, Strege AK, et al. VEGF receptor phosphorylation status and apoptosis is modulated by a green tea component, epigallocatechin-3-gallate (EGCG), in B-cell chronic lymphocytic leukemia. Blood. 2004 Aug 1;104(3):788-94.
10. Meeran SM, Katiyar SK. Cell cycle control as a basis for cancer chemoprevention through dietary agents. Front Biosci. 2008;13:2191-202.
11. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/150739.html
12. Lifeextension.com

Quais os nutrientes indispensáveis no tratamento da OSTEOPENIA E OSTEOPOROSE?

osteoporose

By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Segundo o médico PhD nutrólogo e cardiologista, Dr. Lair Ribeiro, “a osteoporose é uma das principais causas de impossibilidade de locomoção e morte na população idosa“. Osteoporose é definida como uma redução da densidade óssea, que propicia a geração de fraturas. Avanços científicos têm revelado que a etiologia da osteoporose resulta não apenas de desequilíbrios hormonais, mas também do estresse oxidativo, nível elevado de açúcar no sangue, inflamação, e componentes da síndrome metabólica (Clarke 2010, Confavreux de 2009, Lieben 2009; Zhou 2011).

A osteoporose é caracterizada pela perda de cálcio dos ossos. Do outro lado, há a aterosclerose que é caracterizada pelo inverso, isto é, pelo afluxo excessivo de cálcio para dentro das paredes arteriais. A medicina tradicional tem negligenciado o papel crucial que os micronutrientes desempenham neste equilíbrio de cálcio. Sabe-se, por exemplo, que a insuficiência de vitamina K contribui para esse equilíbrio saudável (Baldini 2005, Abedin 2004, McFarlane 2004, D’Amelio 2009).

Produtos farmacêuticos, tais como o Fosamax Actonel ® ®, mostraram um sucesso limitado, e estão associados com alguns efeitos secundários potencialmente graves, incluindo a fibrilação atrial e osteonecrose da mandíbula (Jager 2003, Howard 2010). Estas drogas trabalham principalmente inibindo as células responsáveis pela quebra do tecido ósseo, mas negligenciam vários outros fatores responsáveis pela osteoporose (Roelofs 2010, Varenna 2010). Embora estas drogas aumentem a densidade óssea, todavia interrompem o ciclo natural da regeneração e da reabsorção que é importante para a efetiva resistência do osso (Abrahamsen 2010).

O tratamento para a osteoporose envolve adoção de hábitos saudáveis de vida (dieta apropriada, exercícios físicos, ingestão correta de água) e uso de micronutrientes indispensáveis, vejamos alguns dos principais deles:

1. Vitamina K2-MK7: nas últimas décadas, cientistas perceberam que a vitamina K2 é um co-fator essencial para a produção da proteína principal do osso, a osteocalcina (Bugel 2008, Iwamoto 2006). Enzimas dependentes da vitamina K produzem mudanças na osteocalcina que lhe permitem ligar firmemente compostos de cálcio que dão ao osso sua força incrível (Bugel 2008, Wada de 2007, Rezaieyazdi 2009). Através de diversas ações a vitamina K pode ajudar a prevenir e tratar algumas das condições mais incapacitantes associadas com o avançar da idade, incluindo osteoporose, doença arterial coronariana e coágulos sanguineos. Tal como a vitamina D, a vitamina K é também essencial para prevenir a acumulação de cálcio nas paredes arteriais (Okura 2010). Pessoas com níveis mais baixos de vitamina K estão em maior risco de calcificação das principais artérias (Okura 2010). Baixo nível de vitamina K e uso de anticoagulantes, como Varfarina (que antagonizam a ação da vitamina K, gerando um processo chamado de carboxilação) estão associados com baixa densidade mineral óssea e aumento do risco de fratura (Rezaieyazdi de 2009, Binkley 2009). A suplementação com vitamina K2 foi comprovado por acelerar a formação de proteínas dos ossos (Koitaya 2009).

Indivíduos que fazem uso de Varfarina e evitam a vitamina K (por estarem preocupados que possa interferir com a terapia anticoagulante) também podem se beneficiar da suplementação. Em um estudo, demonstrou-se que uma baixa dose de vitamina K ingerida por pacientes que faziam terapia anticoagulante ajudou a estabilizar o tempo de coagulação (Reese, 2005). E, esta investigação foi confirmada em outros estudos, logo, pacientes que estão em terapia anticoagulante que estão interessados em complementar com vitamina K2 (MK7) devem discutir com seus médicos a real possibilidade para a ingestão das baixas doses desta importante vitamina.

O médico Dr. Luis Romariz, pós-graduado pela Harvard Medical School, e pela Medical School esclarece que:

“A suplementação a longo prazo com a vitamina K2 aumenta a massa óssea e a resistência dos ossos, pois facilita a deposição do cálcio onde ele é preciso – nos ossos – evitando a sua deposição nas artérias (aterosclerose) ou nos ligamentos (“bicos de papagaio”). Felizmente os nossos pacientes há muito que fazem esta vitamina conjuntamente com a vitamina D.” (fonte: http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/350384.html).

2. Magnésio: regula o transporte ativo de cálcio em seres humanos (Aydin 2010), e promove uma melhoria da mineralização óssea e contribui, assim, para uma redução da freqüência de fraturas. (Sojka 1995).
3. Boro: é essencial para a saúde dos ossos (Volpe, 1993). O seu efeito principal está na interação com os minerais magnésio e cálcio, e também pelo seus efeitos anti-inflamatórios (Scorei 2011). Estudos demonstraram que a suplementação de boro estimula a formação de osso e inibe a reabsorção óssea (Xu, 2006).
4. Vitamina D3 e cálcio: é a terapia mais usual, recomendada pela medicina convencional. Segundo o médico Dr. Joseph Mercola, o uso da suplementação de cálcio e vitamina D3 deve ser feita, NECESSARIAMENTE, juntamente com a vitamina K2. A vitamina D3 aumenta a absorção de cálcio pelo organismo, mas quem o direciona para os ossos é a vitamina K2. Assim, alerto fortemente que para que o cálcio não trabalhe contra você, com calcificações de áreas moles do corpo, é que ao usar suplementos a base de vitamina D3 e cálcio, utilize, também, a vitamina K2-Mk7. (Weston A Price Foundation February 13, 2008), para que o cálcio seja direcionado para os ossos. Para mais detalhes, acesse este estudo: http://www.westonaprice.org/fat-soluble-activators/x-factor-is-vitamin-k2

Dr. Gabriel de Carvalho, nutricionista funcional, explica o tratamento da osteoporose pela nutrição funcional, veja:

Aplique a nutrição funcional em seu tratamento de saúde!

Referências:
1. Clarke BL, Khosla S. Physiology of bone loss. Radiol Clin North Am. 2010 May;48(3):483-95.
2. Confavreux CB, Levine RL, Karsenty G. A paradigm of integrative physiology, the crosstalk between bone and energy metabolisms. Mol Cell Endocrinol. 2009 Oct 30;310(1-2):21-9.
3. Lieben L, Callewaert F, Bouillon R. Bone and metabolism: a complex crosstalk. Horm Res. 2009 Jan;71 Suppl 1:134-8. Epub 2009 Jan 21.
4. Zhou Z and Xiong WC. RAGE and its ligands in bone metabolism. Front Biosci (Schol Ed). 2011 Jan 1;3:768-76.
5. Baldini V, Mastropasqua M, Francucci CM, D’Erasmo E. Cardiovascular disease and osteoporosis. J Endocrinol Invest. 2005;28(10 Suppl):69-72.
6. Abedin M, Tintut Y, Demer LL. Vascular calcification: mechanisms and clinical ramifications. Arterioscler Thromb Vasc Biol. 2004 Jul;24(7):1161-70.
7. McFarlane SI, Muniyappa R, Shin JJ, Bahtiyar G, Sowers JR. Osteoporosis and cardiovascular disease: brittle bones and boned arteries, is there a link? Endocrine. 2004 Feb;23(1):1-10.
8. D’Amelio P, Isaia G, Isaia GC. The osteoprotegerin/RANK/RANKL system: a bone key to vascular disease. J Endocrinol Invest. 2009;32(4 Suppl):6-9.
9. Jager M, Wild A, Krauspe R. Osteonecrosis and HELLP-Syndrome. Z Geburtshilfe Neonatol. 2003 Nov-Dec;207(6):213-9.
10. Howard PA, Barnes BJ, Vacek JL, Chen W, Lai SM. Impact of bisphosphonates on the risk of atrial fibrillation. Am J Cardiovasc Drugs. 2010;10(6):359-6
11. Roelofs AJ, Thompson K, Ebetino FH, Rogers MJ, Coxon FP. Bisphosphonates: molecular mechanisms of action and effects on bone cells, monocytes and macrophages. Curr Pharm Des. 2010;16(27):2950-60.
12. Varenna M, Gatti D. [The role of rank-ligand inhibition in the treatment of postmenopausal osteoporosis]. Reumatismo. 2010 Jul-Sep;62(3):163-71.
13. Abrahamsen B. Adverse effects of bisphosphonates. Calcif Tissue Int. 2010 Jun;86(6):421-35.
14. Bredella MA, Torriani M, Ghomi RH, et al. Determinants of bone mineral density in obese premenopausal women. Bone 2011 Apr 1;48(4):748-54. Bugel S. Vitamin K and bone health in adult humans. Vitam Horm. 2008;78:393-416.
15. Iwamoto J, Takeda T, Sato Y. Role of vitamin K2 in the treatment of postmenopausal osteoporosis. Curr Drug Saf. 2006 Jan;1(1):87-97.
16. Wada S, Fukawa T, Kamiya S. [Osteocalcin and bone]. Clin Calcium. 2007 Nov; 17(11):1673-7.
17. Rezaieyazdi Z, Falsoleiman H, Khajehdaluee M, Saghafi M, Mokhtari-Amirmajdi E. Reduced bone density in patients on long-term warfarin. Int J Rheum Dis. 2009 Jul;12(2):130-5.
18. Okura T, Kurata M, Enomoto D, et al. Undercarboxylated osteocalcin is a biomarker of carotid calcification in patients with essential hypertension. Kidney Blood Press Res. 2010;33(1):66-71.
19. Binkley N, Harke J, Krueger D, et al. Vitamin K treatment reduces undercarboxylated osteocalcin but does not alter bone turnover, density, or geometry in healthy postmenopausal North American women. J Bone Miner Res. 2009 Jun;24(6):983-91.
20. Koitaya N, Ezaki J, Nishimuta M, et al. Effect of low dose vitamin K2 (MK-4) supplementation on bio-indices in postmenopausal Japanese women. J Nutr Sci Vitaminol (Tokyo). 2009 Feb;55(1):15-21.
21. Reese AM, Farnett LE, Lyons RM, et al. Low-dose vitamin k to augment anticoagulation control. Pharmacotherapy. 2005;25(12):1746-51.
22. Aydin H, Deyneli O, Yavuz D, et al, Short-term oral magnesium supplementation suppresses bone turnover in postmenopausal osteoporotic women. Biol Trace Elem Res. 2010 Feb;133(2):136-43.
23. Volpe SL, Taper LJ, Meacham S. The relationship between boron and magnesium status and bone mineral density in the human: a review. Magnes Res. 1993 Sep;6(3):291-6.
24. Scorei RI, Rotaru P. Calcium Fructoborate-Potential Anti-inflammatory Agent. Biol Trace Elem Res. 2011 Jan 28.
25. Xu P, Hu WB, Guo X, et al. [Therapeutic effect of dietary boron supplement on retinoic acid-induced osteoporosis in rats]. Nan Fang Yi Ke Da Xue Xue Bao. 2006 Dec;26(12):1785-8.
26. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/05/16/vitamins-d-and-k2-reduce-osteoporosis.aspx#_edn4
27. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/350384.html
28. Vitamina K2, A Irrevogável Vitamina Antienvelhecimento, Dr. Lair Ribeiro.