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O FLÚOR pode ser a causa de inúmeras doenças!

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Em 10/07/2013. By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

A ingestão de flúor pela água e por meio de cremes dentais tem sido considerada excessiva, e em muitos países, o flúor foi banido da água. Ex: Dinamarca, Suécia.

Até a década de 1970, o flúor era prescrito na Europa para reduzir a taxa de metabolismo basal em pacientes com hipertireoidismo. Um estudo clínico publicado neste período, relatou que doses de apenas 2 à 3 miligramas de flúor (dose que geralmente os americanos recebem naturalmente por dia) foram suficientes para reduzir a atividade da tireóide em pacientes com hipertireoidismo.

O flúor como um tratamento ‘anti-tireóide’ foi motivada por uma pesquisa já nos idos de 1800, ligando a ingestão de fluoreto ao bócio, um inchaço da glândula da tireóide resultado de uma condição de hipotireoidismo (Maumené E. 1854. Compt Rend Acad Sci 39:538.).

Com isso, o Conselho Nacional de Pesquisa nos EUA, analisando o flúor na água potável, recomendou o seguinte:

“Os efeitos de fluoreto em vários aspectos da função endócrina devem ser examinados, particularmente no que diz respeito a um papel possível no desenvolvimento de várias doenças ou estados mentais nos Estados Unidos.” – National Research Council. 2006. Fluoride in Drinking Water: A Scientific Review of EPA’s Standards. National Academies Press: Washington, DC.

É importante considerar que o Brasil segue os mesmos parâmetros que os EUA quanto à inserção de flúor na água potável.

Uma análise recente feito nos EUA, estima-se que o adulto americano consome cerca de 3mg de flúor diariamente, e alguns fazem ingestão diária de 6 mg ou mais (EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.).

Ainda mais preocupante, no entanto, são as doses de flúor em crianças. A ingestão de flúor superiores a 0.7mg por dia, coloca a criança em risco de disfunção endócrina. Estima-se que as crianças entre 1 a 3 anos consomem mais de 1,5mg de flúor por dia, ou mais de duas vezes a quantidade necessária para induzir a alteração da função da tireóide. Estas exposições crônicas podem ter efeitos profundos e ao longo da vida no desenvolvimento social, físico, sexual e intelectual global das crianças.

O iodo é necessário para o bom e correto funcionamento da tireóide. Como o corpo não produz iodo, ele deve ser obtido a partir da sua dieta. O iodo é absorvido pela tireóide, onde é incorporado nos hormônios tireoidianos T4 e T3. A deficiência de iodo é responsável por uma variedade de doenças, como hipotireoidismo, bócio, pertubações do desenvolvimento físico e mental. Estima-se que 2,2 bilhões de pessoas no mundo estão com deficiência de iodo.

A título de comparação, o consumo médio diário japonês de iodo varia de 5.280 à 13.800 mcg de iodo, sem efeitos nocivos e uma série de beneficios (J Clin Endocrinol Metab. 1967 May;27(5):638-47.). Na ilha de Okinawa [Japão] onde há muitas pessoas com mais de 100 anos, tem sido relatado que ingerem, através da sua dieta, altas doses de iodo por meio de algas [aprox. 80mg de iodo por dia]. Enquanto isso, a recomendação no Brasil é de que se ingira, TÃO SOMENTE, 150mcg de iodo diariamente. Recomenda-se baixa ingestão diária de iodo (150mcg), e promove-se alta ingestão diária de flúor (3mg). Por todas as evidências científicas, não deveria ser o inverso? Por que desconsideram os benefícios de uma boa ingestão de iodo e os malefícios da alta da ingestão de flúor pela população? Quem está ganhando em gerar tantas doenças na população em geral? É algo para se pensar!

Considerando que as doses de 2mg de flúor chegaram a ser utilizadas para tratar uma tireóide com grande atividade (hipertireoidismo) é evidente que a ingestão diária desta mesma dose gerará ou facilitará o quadro geral de hipotireoidismo em pessoas saudáveis. O tema é muito preocupante, pois há ligação entre o hipotireoidismo em mulheres grávidas e a redução de QI em crianças, e ainda, como contribuição para o desenvolvimento de autismo² ³.

Em razão disso, alerto pela necessidade de se evitar a ingestão de flúor seja por meio da água, seja por meio de creme dental. Há filtros capazes de remover o flúor, cloro, bactérias e metais pesados da água. Além disso, há ótimos cremes dentais sem o flúor, e que podem ser utilizados com segurança. Converse com o dentista de sua confiança a respeito, e solicite a ele uma indicação de um creme dental sem flúor.

O Dr. Carlos Braghini Júnior, médico e autor do livro “Ecologia Celular”, sugere o creme dental sem flúor com leite de magnésia da marca PHILIPS, veja: http://www.ecologiacelular.com.br/content/quero_um_creme_dental_sem_fluor

Outra sugestão é o Creme Dental da marca ‘Forever Living’ a base de Aloe Vera, a qual apresenta, inclusive, estudo científico comprovando a eficácia (General Dentistry, May/June 2009, Pg. 238-241), veja: http://aloeverabr.wordpress.com/2009/12/15/estudo-cientifico-com-creme-dental-de-aloe-vera/

Para mais informações, assista o video abaixo, do médico PhD cardiologista e nutrólogo, Dr. Lair Ribeiro alertando sobre o uso do flúor:

Referências:

1. Maumené E. 1854. Compt Rend Acad Sci 39:538.
2. Connett P, Beck J, Micklem HS. 2010. The Case Against Fluoride. How Hazardous Waste Ended Up in Our Drinking Water and the Bad Science and Powerful Politics That Keep It There. Chelsea Green Publishing: White River Junction, VT. 372 Pp. / Ding Y, Gao Y, Sun H, et al. 2011. The relationships between low levels of urine fluoride on children’s intelligence, dental fluorosis in endemic fluorosis areas in Hulunbuir, Inner Mongolia, China. J Hazard Mater. Feb 28;186(2-3):1942-6. / Xiang Q, Liang Y, Chen B, et al. 2010. Serum fluoride level and children’s Intelligence Quotient in two villages in China. Env Health Persp (Online 17 Dec 2010). doi:10.1289/ehp.1003171.
3. Lin FF, Aihaiti HX, Zhao J, et al. 1991. The relationship of a low-iodine and high-fluoride environment to subclinical cretinism in Xinjiang. IDD Newsletter 7(3):24-25.
4. EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.
5. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/08/13/fluoride-and-thyroid-dysfunction.aspx
6. Galletti P, Joyet G. Effect of Fluorine on Thyroidal Iodine Metabolism in Hyperthyroidism. Journal of Clinical Endocrinology.
7. http://www.lef.org//magazine/mag2006/apr2006_report_oral_02.htm
8. National Research Council. 2006. Fluoride in Drinking Water: A Scientific Review of EPA’s Standards. National Academies Press: Washington, DC.


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