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Vírus do Herpes pode desencadear a Esclerose Múltipla, inclusive sob uma possível “Remissão”!

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Vírus do Herpes pode desencadear a Esclerose Múltipla, inclusive sob uma possível “Remissão”!

By; Edição – Dr Júlio Caleiro  –   30 de Julho de 2013.

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     Uma cepa de vírus da herpes chamado o HHV-6, desempenha um papel importante no desenvolvimento da esclerose múltipla (MS). Pesquisadores do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame, em Bethesda, Maryland, escreve que a etiologia viral para a EM tem sido muito suspeita, e que “….recentemente o herpesvírus humano HHV-6, um vírus beta-herpes recém encontrado tem sido relatado estar presente em placas de indivíduos com Esclerose Múltipla”.
     O vírus infecta a maioria das pessoas nos primeiros anos de vida, e é conhecido por estar presente em 90% dos adultos americanos. Se o vírus HHV-6 está realmente por trás da Esclerose Múltipla, então nós também precisamos saber por que a infecção com um vírus tão comum provoca doenças em tão poucas pessoas! Um estudo de 36 pacientes com EM constatou que 35% deles tinham níveis detectáveis ​​do ativo HHV-6 no soro. Dos pacientes com a forma mais comum da doença, a forma recorrente-remitente, 70% apresentaram um aumento da resposta imune ao vírus.
    Os autores listam quatro características de HHV-6 que o tornam um candidato etiológica plausível para EM. Em primeiro lugar, a infecção primária com o vírus tende a ocorrer nos dois primeiros anos de vida e provoca a Roséola. Além disso, os vírus do herpes são conhecidos por infectar as células nervosas, e as proteínas do HHV-6 têm sido mostrados ser expresso em lesões da EM. O Herpes vírus também tende a reativar um sistema debilitado, o que significa que o vírus pode permanecer latente em células nervosas e causar a doença novamente em uma data posterior. Os pesquisadores observam que os mesmos fatores associados à EM e exacerbações têm sido associados a reativação do vírus herpes.
      Indivíduos que fazem uso de altas doses de vitamina D no intuito de regredir a Esclerose Múltipla pode em dado momento, voltar a ter surtos e consequentemente os sintomas, até que o vírus entre em latência ou inativos.  Até 350 mil norte-americanos têm Esclerose Múltipla, que atinge mais frequentemente pessoas entre as idades de 20 a 40, e é mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas da doença incluem visão turva, fraqueza muscular, perda de sensibilidade, e problemas com a balança.
      Portanto é de extrema importância a erradicação e diminuição da cepa do vírus do Herpes, justamente se o indivíduo tenha apresentado Roseola ainda quando criança, ou sob as formas de Esclerose já citado.
      Herpes é uma infecção viral muito comum onde há muita confusão, não só porque existem diferentes tipos de herpes, mas o herpes oral também é frequentemente confundida com aftas (também conhecida como herpes labial), que é uma condição completamente diferente.

Primeiro de tudo, herpes podem ser divididos em duas infecções primárias

    Herpes simples
    Herpes zoster

A infecção por herpes simples afetará uma das duas áreas primárias e, portanto, geralmente categorizados como:

    Herpes oral
    O herpes genital

Mas a infecção por herpes simples também tem sido associado a uma série de outras condições clínicas mesmo que ainda seja ausente os sintomas acima já citadas, tais como:

    A paralisia de Bell
    A esclerose múltipla
    Doença de Alzheimer

A condição mais comum, que vou discutir aqui, é a herpes oral que é comumente confundidas com aftas. No entanto, é importante entender que há uma diferença distinta e clara entre essas duas condições; Há uma grande diferença entre herpes labial e herpes oral! As aftas, estomatites, também conhecida como herpes labial, são ulcerações dolorosas que normalmente ocorrem dentro da boca, na parte interna da bochecha, ou às vezes até mesmo na língua.
Elas podem aparecer devido a um problema autoimune – normalmente uma reação ao chocolate, frutas cítricas, ou trigo. É importante perceber que as aftas não respondem a qualquer tipo de intervenção do herpes, uma vez que não é uma infecção viral, mas uma condição autoimune, por isso as doenças auto imunitárias estão muito envolvidas nesta condição patológica.

Se você tentar usar métodos terapêuticos anti-herpes para aftas, elas simplesmente não vão funcionar! Felizmente, há uma série de terapias naturais que você pode usar para infecções de herpes, aplicadas pelo Dr. Júlio Caleiro, Nutricionista. Terapias naturais para infecções e eliminação do vírus muito eficazes, inclusive para deixar o vírus na sua forma latente, evitando assim o acionamento do sistema imune para prevenção do Herpes e das doenças autoimunes, tal como a Esclerose Múltipla.

Os seguintes remédios prescritos pelo Dr. Júlio Caleiro têm sido eficazes no tratamento de infecções de herpes, apoiado por uma variedade de estudos.

    Lisina (um aminoácido essencial)
    Aloe Vera ( existe 100 tipos dela, somente uma é funcional).
    Erva-cidreira (Melissa officinalis em T.M adequado)
    Resveratrol (um antioxidante muito potente a partir de sementes de uva, na sua forma mais ativa)
    Alho ( na forma de extrato)
    A lactoferrina (uma proteína antimicrobiana potente encontrada no colostro)
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Referências:

-Nature Medicine (1997;3:1394-1397)
-British Medical Journal 2002;325:1128

A Dieta revolucionária da Dra. Wahls para regredir a Esclerose Múltipla

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Publicado por Dr. Júlio Caleiro 30 de Julho de 2013

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By.Dr. Júlio Caleiro
   Fone do consultório: (35) 3531-8423.   

A esclerose múltipla (EM) é uma doença crônica, degenerativa dos nervos no cérebro e coluna vertebral, causados ​​por um processo de desmielinização.  A mielina é o isolamento, substância cerosa em torno dos nervos no sistema nervoso central. Quando a mielina é danificada por um processo de doença auto-imune ou auto-destrutiva do corpo, a função dos nervos deterioram ao longo do tempo, resultando em um número de sintomas, incluindo:

        Fraqueza muscular
        Desequilíbrio, ou perda de coordenação
        Astigmatismo e perda de visão
        Tremores

    No vídeo exposto no final deste artigo, o Dra. Terry Wahls conta a inspiradora história de como ela reverteu a esclerose múltipla simplesmente mudando a sua dieta! Se não for apto ao inglês use o tradutor no próprio vídeo.

Nutrição para o seu cérebro e sistema nervoso central

    Através da sua investigação sobre a Esclerose ( EM), o Dra. Wahls descobriu que, por algum motivo desconhecido que vai além dos sintomas vulgarmente conhecidos, os cérebros dos doentes de E.M também tendem a encolher. Isso despertou a sua curiosidade, e levou-a para a investigação de outras doenças que têm o encolhimento do cérebro semelhante, ou seja, Huntington, Parkinson e doença de Alzheimer. Um denominador comum entre essas doenças é mal funcionamento mitocondrial. As mitocôndrias são como pequenas “baterias” em suas células que controlam o fornecimento de energia para a célula, desde que você consuma os nutrientes corretos, senão correrá o risco do mau funcionamento mitocondrial, é o resultado óbvio de uma má nutrição.   Ela descobriu que três nutrientes, em particular, são essenciais para a função mitocondrial adequada:

        De origem animal gordura ômega-3
        Creatina
        Coenzima Q10 (CoQ10), ou melhor ainda a versão reduzida conhecido como ubiquinol

    Apenas adicionando os três nutrientes acima na dieta, o declínio da doença começou a acontecer. Mas ela não estava melhorando rapidamente, assim ela continuou a investigar através da pesquisa médica em busca de uma resposta. Quando ela descobriu o Instituto de Medicina Funcional, e então a Dra. Wahls começou a encontrar mais pistas.

    Como mencionado anteriormente, a mielina é um isolante uma substância cerosa que reveste os nervos em seu sistema nervoso central. A mielina também precisa de nutrientes específicos para funcionar adequadamente, tais como:

        Vitamina B1
        Vitamina B9
        Vitamina B12 ( forma e dose adequada)
        Ômega-3 ( doses adequadas distribuída)
        Iodo ( doses corretas)

    Além disso, os neurotransmissores no cérebro precisa de enxofre e B6 para o funcionamento ideal. Eventualmente,  a Dra. Wahls projetou em seu próprio plano de alimentar, com base nos nutrientes que ela agora sabia que ela precisaria para o sistema mitocondrial ideal, mielina, e função de neurotransmissores, sabe-se que o organismo pode criar alguns nutrientes mas outros devem ser fornecidos através de sua dieta.
    Uma grande parte dos Brasileiros comem grandes quantidades de alimentos processados, que são carregados com xarope de frutose de milho, grãos e aditivos químicos prejudiciais de todos os tipos, tais como MSG e adoçantes artificiais como aspartame. Infelizmente, este tipo de dieta é uma receita quase infalível para doença crônica. Não só recebe substâncias de que você não precisa,  além  simplesmente não estar recebendo nutrientes suficientes reais!

    Enquanto dois terços dos adultos americanos têm agora ou excesso de peso ou obesidade, muitos, se não a maioria deles são também simultaneamente desnutridos.

        Dra. Wahls alterou sua dieta para a dieta Paleo a do estilo dos homens caçadores na idade antiga que você poderá adquirir com o Nutricionista Júlio Caleiro, sob uma breve Orientação Expressa.   Ela eliminou alimentos processados, cereais e amidos (que inclui batatas e milho). Surpreendentemente, ela começou a notar uma melhoria significativa em apenas três meses, e na marca de nove meses de sua nova dieta, ela foi capaz de ir em um passeio de bicicleta de 18 milhas! Isto é surpreendente quando se considera que nos últimos sete anos, sua condição se deterioraria a tal ponto que ela tinha que se sentar em uma cadeira de gravidade zero reclinada, e só podia andar distâncias curtas usando o andador.
A estratégia alimentar descrita acima é somente uma pequena parte da dieta, para que os leitores possam ter noção de como funciona.
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    Esse é o poder da nutrição!

    Eu gostaria de acrescentar  mais algumas sugestões, no entanto. Dois fatores, em particular, que podem ter um impacto profundo são a inclusão de doses de vitamina D e a retirada de adoçantes artificiais como o aspartame. A Deficiência de vitamina D pode desempenhar um papel importante na EM, e a toxicidade do aspartame tem sido conhecida para imitar as doenças como a esclerose múltipla. Abordando estes dois itens devem estar no topo da lista que devem ser seguidos juntamente com a dieta.

As ligações entre a falta de exposição ao sol, o vírus Epstein-Barr, e MS

    Otimizando seus níveis de vitamina D, que é uma das melhores coisas que você pode fazer para sua saúde em geral, é também uma das melhores estratégias preventivas contra doenças auto-imunes como a esclerose múltipla. Um grande número de estudos têm confirmado que o risco de EM aumenta quanto mais longe você mora da Linha equador. De facto, a falta de luz solar foi identificada como um fator de risco para o EM tão cedo quanto 1922. Nos Estados Unidos, o risco de desenvolver EM praticamente dobra se o indivíduo passar a sua infância até a idade de 15 anos,  nos estados do Norte do que no sul ou seja mais longe da linha do equador.

    Outro fator de risco previamente estabelecido é o vírus de Epstein-Barr, (EVB) o qual causa a febre glandular. Mais de uma década atrás, os pesquisadores alemães demonstraram a associação entre EBV e Esclerose Múltipla, mostrando que, em contraste com populações de controle, 100% dos pacientes com EM tinham anticorpos contra o EBV! Os autores sugeriram que o EBV pode desempenhar um papel indireto na Esclerose Múltipla como um ativador do processo da doença subjacente.

Acesse o vídeo aqui –> http://www.youtube.com/watch?v=KLjgBLwH3Wc#at=450
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Referências:

    The Paleo Diet
    1 Multiple Sclerosis 2009;15:891-8
    2 Neurology 2011;76:1410-4
    3 See Ref 2
    4 Neuroepidemiology 1992
    5 Neuroepidemiology 1993

Vitamina D auxilia a livrar o cérebro da placa de Alzheimer

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Em 29 de julho de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Um artigo publicado em 8 de julho de 2011, no Journal Fluids and Barriers of the CNS, descreveu uma pesquisa realizada por uma equipe da Universidade de Tohoku, no Japão, em que encontraram uma função desempenhada pela vitamina D em limpar o cérebro de beta amilóide, considerado um composto químico que se acumula em placas no cérebro dos pacientes com doença de Alzheimer.

Os autores do estudo sugerem que há uma relação entre os níveis de vitamina D no sangue e o risco de doença de Alzheimer. O professor Tesuya Terasaki e equipe da Escola de Pós-Graduação da Universidade Tohuko de Ciências Farmacêuticas injetaram em ratos uma dose de vitamina D3, e em outro grupo um composto de ervas (grupo controle). Os animais foram examinados para determinar a taxa de depuração e os níveis de beta-amilóide do cérebro depois de 24 horas.

A taxa de eliminação de beta-amilóide através da barreira sanguínea do cérebro foi 1,3 vezes maior em animais que receberam a vitamina D, em comparação com o grupo controle. Após 24 horas, os níveis endógenos de beta amilóide foram significativamente menores no grupo tratado com a vitamina D.

Página no Facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referência:

Ito S, et al. “1-alpha,25-Dihydroxyvitamin D3 Enhances Cerebral Clearance of Human Amyloid-Β Peptide(1-40) from Mouse Brain across the Blood-Brain Barrier.” Fluids Barriers CNS. 8 (2011): 20.

Ginkgo Biloba melhora a atenção em pacientes com Esclerose Múltipla

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Em 27 de julho de 2013, por Dr Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Em 27 de abril de 2005, a Academia Americana na 57ª Reunião Anual de Neurologia do Dr. Jesus Lovera, médico neurologista da Oregon Health Science University School of Medicine relatou que ginkgo pode melhorar a atenção em indivíduos com esclerose múltipla. Dr. Lovera, que é pesquisador e professor de neurologia, disse o seguinte sobre o Ginkgo: Ele tem demonstrado ser benéfico na doença de Alzheimer, mas não sabia que ele iria trabalhar na Esclerose Múltipla. Nós quisemos ver se havia qualquer sugestão de que poderia ajudar pacientes com Esclerose Múltipla, que estão tendo problemas cognitivos.

Dr. Lovera e equipe da OHSU dividiram em dois grupos os pacientes com esclerose múltipla, dando a um grupo uma dose de Ginkgo duas vezes ao dia, e a outro grupo, placebo. Os dois grupos eram semelhantes em nível de escolaridade, tipo de esclerose, anos com a doença, e o número de homens e mulheres. Os participantes foram testados em habilidades de atenção, antes e após o tratamento.

O resultado do teste determinou que o grupo do ginkgo era 13% mais rápido, em média, do aqueles que receberam placebo. Dr. Lovera descreveu a diferença na pontuação como comparável ao que seria observado entre as pessoas saudáveis aos 30 anos em comparação com aqueles já aos 50 anos de idade. Ou seja, houve uma importante diferença entre os grupos.

Referência:
Lovera, J., et al. “Ginkgo Biloba for the Improvement of Cognitive Performance in Multiple Sclerosis: A Randomized, Placebo-Controlled Trial.” Mult Scler 13.3 (2007): 376-85.

Tem Asma durante e após a Atividade Física?

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Publicado por Dr. Júlio Caleiro – 27/07/13

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By Dr. Júlio Caleiro

Tem asma durante e após a atividade física?

A vitamina C é claramente o “avô” do tradicional dos antioxidantes que conhecemos, e seus benefícios para a saúde são potentes, e foram claramente estabelecidas. É um antioxidante poderoso que ajuda a neutralizar os radicais livres que danificam as células, quando tomado por via oral.   Quando utilizado por via intravenosa, a vitamina parece também atacar diretamente os patógenos e tem se mostrado promissora para o tratamento de uma ampla gama de doenças infecciosas, queimaduras e impulsionar o seu sistema imunológico.  Mais recentemente, uma meta-análise na Finlândia sugere que a vitamina C, pode também reduzir a broncoconstrição provocada pelo exercício, também conhecida como a asma induzida por exercício, em cerca de 50%
    Os sintomas da asma induzida pelo exercício incluem tosse, chiado no peito e falta de ar. Estima-se que 10% das pessoas são afetadas. Anteriormente, a vitamina C  foi direcionada para reduzir pela metade a incidência de episódios de resfriado comum, em pessoas que resistem estresse físico de curto prazo com treinos pesados, o que indica que a vitamina C também pode ter outros efeitos sobre as pessoas com menos esforço físico com treinos leves ou pesados. Lembrando que, o excesso de suco de frutas pode aumentar a ingestão diária de Frutose um açúcar prejudicial quando ingerido acima de 20g dia. Além de sucos, também encontra-se a frutose em produtos de panificação, e outros.

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Teor de Vitamina C nos alimentos:

Alimento

Porção
Quantidade de vitamina
1. Camu-camu
12 unidades, 100 g
2 606 mg
2. Acerola
10 unidades, 100 g
1 046 mg
3. Polpa congelada de acerola
1 pacote, 100 g
623 mg
4. Graviola
1/2 unidade, 1,5 kg
286 mg
5. Suco concentrado1 de caju
1 copo, 200 ml
277 mg
6. Pimentão vermelho
1 unidade, 140 g
221 mg
7. Caju
1 unidade, 100 g
219 mg
8. Pimentão amarelo
1 unidade, 140 g
201 mg
9. Suco concentrado1 de laranja-pera
1 copo, 200 ml
146 mg
10. Pimentão verde
1 unidade, 140 g
140 mg
11. Mexerica rio
1 unidade, 125 g
140 mg
12. Goiaba branca
1 unidade, 130 g
128 mg
13. Polpa congelada de caju

1 pacote, 100 g

119 mg
14. Goiaba vermelha

1 unidade, 130 g

104 mg
15. Laranja-pera
1 unidade, 160 g
85 mg
16. Suco concentrado1 de tangerina poncã

1 copo, 200 ml

83 mg
17. Suco concentrado1 de laranja-lima
1 copo, 200 ml
82 mg
18. Mamão papaia em cubos
1 xícara de chá, 100 g
82 mg
19. Néctar2 de abacaxi
1 copo, 200 ml
82 mg
20. Carambola
1 unidade, 130 g
79 mg
21. Mamão formosa em cubos
1 xícara de chá, 100 g
78 mg
22. Néctar2 de caju
1 copo, 200 ml
77 mg
23. Tangerina poncã
1 unidade, 138 g
67 mg
24. Couve-manteiga refogada
1 prato fundo, 88 g
67 mg
25. Manga palmer
1/2 unidade, 100 g
65 mg
26. Suco de laranja industrializado
1 copo, 200 ml
64 mg
27. Morango
4 unidades, 100 g
63 mg
28. Extrato de tomate

1 lata, 350 g

63 mg
29. Agrião cru
2 e 1/2 xícaras chá, 100 g
60 mg
30. Salsinha crua
1 xícara de chá, 100 g
51 mg
31. Néctar2 de laranja
1 copo, 200 ml
50 mg
32. Néctar2 de pêssego
1 copo, 200 ml
50 mg
33. Laranja-lima
1 unidade, 100 g
43 mg
34. Suco concentrado1 de uva
1 copo, 200 ml
42 mg
35. Brócolis cozidos
1 xícara de chá, 100 g
42 mg
36. Repolho roxo refogado
1/2 xícara de chá, 100 g
40 mg
37. Limão-taiti
1 unidade, 100 g
38 mg
38. Salada de legumes no vapor3
1 xícara de chá, 130 g
38 mg
39. Néctar2 de goiaba
1 copo, 200 ml
35 mg
40. Couve-flor cozida
1 xícara de chá, 135 g
32 mg
41. Néctar2 de maracujá
1 copo, 200 ml
32 mg
42. Cebolinha crua
1 xícara de chá, 100 g
31 mg
43. Kiwi
1 unidade, 40 g
28 mg
44. Abacaxi
1 fatia, 80 g
27 mg
45. Suco concentrado1 de maracujá
1 copo, 200 ml
27 mg
46. Jamelão
20 unidades, 100 g
27 mg
47. Seriguela
5 unidades, 100 g
27 mg
48. Cajá-manga
1 unidade, 100 g

26 mg

49. Tremoço cru
1 xícara de chá, 100 g
25 mg
50. Polpa congelada de manga
1 pacote, 100 g
24 mg
51. Pitanga
10 unidades, 100 g
24 mg
52. Batata-baroa cozida
1 unidade, 140 g
23 mg
53. Batata-doce cozida
1/2 xícara de chá, 100 g
23 mg
54. Rúcula crua
1 prato fundo, 50 g
23 mg
55. Banana-da-terra
1 unidade, 150 g
22 mg
56. Banana-prata
1 unidade, 100 g
21 mg
57. Tomate cru com semente
1 unidade, 100 g
21 mg
58. Coentro, folhas desidratadas
1/2 xícara de chá, 50 g
20 mg
59. Ervilha em vagem
1 xícara de chá, 140 g
17 mg
60. Maracujá
1 unidade, 85 g
16 mg
61. Jabuticaba
20 unidades, 100 g
16 mg
62. Tabule
4 colheres de sopa, 100 g
16 mg
63. Mostarda crua
5 folhas, 40 g
15 mg
64. Jaca
10 gomos, 100 g
14 mg
65. Geleia de goiaba industrializada
1 colher de sopa, 20 g
13 mg
66. Picolé de maracujá
1 unidade, 58 g

12 mg

67. Mandioca cozida
2 pedaços médios, 100 g
11 mg
68. Acelga crua
5 folhas, 40 g
9 mg
69. Granola
1/2 xícara de chá, 40 g
9 mg
70. Alface lisa
5 folhas, 40 g
8 mg
71. Abobrinha italiana refogada
1/2 xícara de chá, 100 g
7 mg
72. Abóbora moranga refogada
1/4 de xícara, 50 g
6 mg
73. Alface crespa
5 folhas, 40 g
6 mg
74. Alface roxa
5 folhas, 40 g
5 mg
75. Alface-americana
5 folhas, 40 g
4 mg

 

1. Suco concentrado: 80 ml de concentrado da fruta e 120 ml de água

2. Néctar: até 50% de suco natural ou polpa da fruta

3. Salada de legumes: couve-flor, cenoura, brócolis, batata e vagem tipo manteiga

Fonte: Tabela brasileira de composição de alimentos (Taco/Unicamp)

 

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Referências:

 1 BMJ Open2013;3:e002416
2 Newhope360.com June 13, 2013
3 Phytomedicine 2011 Feb 15;18(4):235-44
4 Bulletin of Experimental Biology and Medicine 2004 Jul;138(1):63-4  – MERCOLA

Paralisia facial de Bell é tratada pela vitamina B12

paralisia

Em 26 de julho de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

A paralisia de Bell é uma paralisia temporária do nervo facial. A pessoa com a paralisia de Bell pode não ser capaz de abrir os olhos, ou fechar a boca de um dos lados. Uma vez que esta condição envolve nervos, e a vitamina B12 é essencial para os nervos, a vitamina foi testada como um tratamento para esta condição.

Sessenta pessoas com paralisia de Bell foram divididos em 3 grupos. O primeiro grupo recebeu o tratamento padrão com esteróides. O segundo grupo foi dado a vitamina B12 (metilcobalamina) mais esteróides. O terceiro grupo foi administrado sozinho a vitamina B12.

O grupo tratado somente com o esteróides, levou de 2 à 9 semanas para recuperação. Os grupos que receberam a vitamina B12, recuperaram muito mais rápidos, dentro de poucos dias. O grupo que recebeu somente a vitamina B12, foi o que recuperou mais rápido dos demais.

Considerando que as doses são elevadas, é indispensável o acompanhamento médico ou de nutricionista aptos à terapia acima relatada.

O uso isolado de B12 muitas vezes não é suficiente para regressão patológica, o uso de vários outros suplementos devem ser realizados para melhores efeitos, porém sempre com receita nutricional.

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Referência:
MA Jalaludin. 1995. Methylcobalamin treatment of Bell’s palsy. Methods Find Exp Clin Pharmacol 17:539-44.

ZINCO é indispensável no tratamento do hipotireoidismo

tireóide hipotireoidismo

Em 25 de julho de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35)3531-8423.

Assim como os minerais iodo (iodo inorgânico) e selênio, repetidamente citados no tratamento da baixa função da tireóide, o zinco é indispensável, também, na ótima saúde deste órgão.

O zinco é útil em pacientes com baixa produção do hormônio tireoidiano T3, e contribui para a conversão de T4 em T3. Em estudos com animais, a deficiência de zinco reduziu as concentrações de T3 e t4 livres por cerca de 30%. Os níveis de T4 total não foram afetados pela deficiência de zinco (Horm Metab Res. 1996 May;28(5):223-6).

Em um grupo de pacientes com baixos níveis de T3 e níveis normais de T4, e elevado nível de ‘T3 reverso‘, sendo que tinha moderada deficiência de Zinco, a suplementação via oral de zinco por 12 meses, normalizou o T3 livre e totais, e diminuiu o T3 reverso, com o TSH normalizado (J Am Coll Nutr. 1994 Feb;13(1):62-7).

Recordando apenas que o ‘T3 reverso’ produz sintomas do hipotireoidismo, de baixa função da tireóide (J Psychosom Res. 2002 Oct;53(4):865-71; Horm Metab Res. 2005 Sep;37(9):577-84.). A conversão do T4 em ‘T3 reverso’ apenas agrava o quadro de hipotireoidismo. E como visto, o zinco diminuiu a concentração do T3 reverso em pacientes que possuíam uma contagem elevada deste tipo de hormônio nocivo à tireóide.

Todavia, altas doses de Zinco interferem na absorção de cobre, logo, é imprescindível a suplementação de cobre durante o uso prolongado de zinco [em altas doses] – Am J Med Sci. 2010 Aug;340(2):164-8.

Referências:
1. Kralik A, Eder K, Kirchgessner M. Influence of zinc and selenium deficiency on parameters relating to thyroid hormone metabolism. Horm Metab Res. 1996 May;28(5):223-6.
2. Nishiyama S, Futagoishi-Suginohara Y, Matsukura M, et al. Zinc supplementation alters thyroid hormone metabolism in disabled patients with zinc deficiency. J Am Coll Nutr. 1994 Feb;13(1):62-7.
3. Taneja SK, Mandal R. Beneficial effect of modified egg on serum T3, T4 and dyslipidaemia following dietary Zn-supplementation in Wistar rat. Indian J Exp Biol. 2008 Mar;46(3):171-9.
4. Maret W, Sandstead HH. Zinc requirements and the risks and benefits of zinc supplementation. J Trace Elem Med Biol. 2006;20(1):3-18.
5. Nations SP, Boyer PJ, Love LA, Burritt MF, Butz JA, Wolfe GI, et al. Denture cream: an unusual source of excess zinc, leading to hypocupremia and neurologic disease. Neurology. 2008 Aug 26;71(9):639-43.
6. Afrin LB. Fatal copper deficiency from excessive use of zinc-based denture adhesive. Am J Med Sci. 2010 Aug;340(2):164-8.
7. lifeextension.com

Zinco no tratamento da Acne

Acne
Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-4589.

* Texto da nutricionista Dra.Luisa Amábile Wolpe Simas, especialista em nutrição clínica, Coordenadora da pós graduação em nutrição aplicada a estética do Instituto Ana Paula.

Já é bem discutida a influência da dieta e de determinados nutrientes na etiologia da acne. As principais evidências mostram que a dieta induz mudanças hormonais relacionadas ao aumento na oleosidade da pele e na homeostase de citocinas, que são um grupo de moléculas envolvidas no sistema imunológico, fatores estes relacionados no desenvolvimento da acne.

Em um estudo realizado com pacientes com acne foi observado uma concentração de zinco sérico menor do que nos pacientes sem acne, concluindo que a acne pode ser consequência de uma deficiência de zinco. Em indivíduos suplementados com sulfato de zinco e gluconato de zinco, foi observada uma melhora em relação a acne severa. Quando a suplementação de zinco foi comparada ao uso de antibióticos orais pareceu ser tão eficaz quanto, porém ainda não são considerados como a primeira linha de tratamento da acne (CORDAIN, 2005).

Muitos estudos observaram que na presença da suplementação de zinco houve a redução do Propionobacterium acnes, bactéria envolvida na patologia da acne, e de ácidos graxos livres na pele causados pelo excesso de oleosidade, principalmente porque este mineral inibe a lipase da bactéria P. acnes exercendo assim um efeito antimicrobiano (CORDAIN, 2005).

Além disso, o zinco tem ação anti-inflamatória na acne, pois é essencial para a enzima antioxidante SOD-1 (superóxido dismutase citosólica), responsável por reduzir o radical superóxido a peróxido de hidrogênio e oxigênio.

O zinco também diminui a produção de sebo, um dos principais desencadeadores da acne, inibindo a 5-alfa-redutase enzima, responsável pela conversão de testosterona em dihidroxitestosterona.

Outro efeito do zinco está relacionado emmodular a insulina. A hiperinsulinemia aumenta o IGF-1 que estimula a síntese de androgênios nos ovários e testículos, porém inibem a síntese hepática da globulina ligadora de hormônios sexuais (SHBG) e aumenta a biodisponibilidade de androgênios circulantes, ou seja, aumentam a concentração de testosterona livre e sua conversão em dihidroxitestosterona, aumentando assim a produção de sebo (BODEN, G.; SHULMAN, GI, 2002).

Acredita-se também que a cascata endócrina induzida pela alimentação com ingestão de carboidratos com alto índice glicêmico leva a uma hiperinsulinemia, causando todas as alterações já mencionadas (BARBIERI, R.L.; SMITH, S.; RYAN, K.J.,1998).

Portanto o Zinco apresenta as seguintes funções no controle da acne:
• Efeito antimicrobiano (inibindo a lipase da bactéria causadora da acne)
• Efeito anti-inflamatório (envolvido na enzima antioxidante SOD-1)
• Efeito modulador da secreção sebácea (diminuindo a conversão da testosterona em dihidroxitestosterona pela inativação da enzima 5 α redutase)
• Efeito modulador da insulina (diminuindo os efeitos dos hormônios andrôgenos estimulados pelo aumento de IGF-1)
As principais fontes alimentares de zinco são: ostras, carne vermelha, semente de abóbora, amendoim, oleaginosas, grãos integrais, e fígado de frango. Porém devem ser ingeridos longe de alimentos fontes de ferro e cobre, pois estes minerais diminuem sua biodisponibilidade.

Bibliografia

BARBIERI, R.L.; SMITH, S.; RYAN, K.J. The role of hiperinsulinemia in the pathogenesis of ovarian hyperandrogenism. Fertil Steril, vol. 50, pg. 197-212, 1998.
BODEN, G.; SHULMAN, GI. Free fatty acids in obesity and type 2 diabetes defining their role in the development of insulin resistance and betacell dysfunction. Eur J. Clin. Invest, vol. 32, pg: 14-23, 2002.
CORDAIN, L. Implications for the role of diet in acne. Semin Cutan. Med. Surg. Vol. 24, p. 84-91, 2005.

Fonte: http://www.negocioestetica.com.br/zinco-no-tratamento-da-acne/

Atividade física contra a Ansiedade, Stress, Depressão e outros

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By; Ed. Dr. Júlio Caleiro

    O Exercício é conhecido por criar novos neurônios excitáveis ​​do hipocampo, uma área do cérebro envolvida no pensamento e as emoções.  Mas,isto sugere que o exercício pode induzir a ansiedade em pessoas fisicamente ativas! Ironicamente as pesquisam mostram que o exercício está associado à redução da ansiedade e gerando bem estar e calma.  A razão para estes efeitos do exercício aparentemente incompatíveis, foi recentemente explorado pela ‘Princeton University’.

O Exercício Cria novas células cerebrais Excitáveis e acalma-os quando necessário!

   Os neurônios ‘jovens’ pode ser propenso a fácil excitação, tornando-os bastante eficiente na indução de ansiedade. O exercício físico cria novos neurônios excitáveis ​​em abundância, o que é benéfico a longo prazo mas aumenta as taxas de ansiedade no curto prazo.  No entanto, um novo estudo animal comparando ratos treinados com ratos sedentários descobriram que enquanto “cérebros” dos animais continham muitos e novos neurônios excitáveis ​​”, eles também continham novos neurônios projetados para liberar um neurotransmissor chamado, ácido gama-aminobutírico (GABA).
GABA inibe a descarga neuronal excessiva. Isso ajuda a induzir um estado natural de calma, comumente descritos em medicamentos anti-ansiedade como Ativan ( Lorazepan), Xanax(alprazolan) e Valium ( Diazepan) Rivotril ( Clonazepam), que  exercem um efeito calmante desta mesma maneira, impulsionando a ação do GABA.

   O Exercício parece ir um passo além, tanto que quando os ratos foram posteriormente expostos a uma situação estressante, o estudo descobriu que os ratos que exercitavam, ao contrário dos ratos sedentários respondeu com apenas uma corrida inicial diminuindo a ansiedade seguido de calma. Um dos autores do estudo observou que:
         “… É que o hipocampo dos corredores é muito diferente da dos animais sedentários. Não só há mais neurônios excitatórios e sinapses excitatórias, mas também contém os neurônios inibitórios que são propensos a tornar-se ativado, provavelmente por amortecer os neurônios excitatórios, em resposta ao estresse. Acho que não é um grande exagero sugerir que o hipocampo de pessoas ativas, podem ser menos suscetíveis a certos aspectos indesejáveis ​​de estresse do que os de pessoas sedentárias. “.

Exercício pode ser uma chave de Tratamento Anti-Ansiedade

    Alguns psicólogos coloca o exercício como principal forma de tratamento para transtornos do humor e depressão, ansiedade e outros. A pesquisa mostrou mais uma vez que os pacientes que seguem regimes de exercício regulares tem uma melhoria em seu estado de espírito – melhorias comparáveis ​​às daqueles tratados com medicação.
    Os resultados são realmente impressionantes quando você considera que o exercício é praticamente gratuito, e pode fornecê-lo muitos outros benefícios para a saúde. Os benefícios para o humor ocorre se o exercício é voluntário ou forçado, por isso mesmo se você sentir que você tem que fazer por exemplo, por motivos de saúde, há uma boa chance de você ainda se beneficiar. É o que foi publicado por pesquisadores da ‘Universidade de Colorado Boulder’.

        . “Independentemente de saber se os ratos escolheram executar ou foram forçados a executar a atividade física,  eles foram protegidos contra o stress e a ansiedade.

Que tipo de exercício é melhor para ansiedade?

    Se você luta com a ansiedade,  realmente não pode dar errado com o início de um programa de exercício abrangente – praticamente qualquer atividade física é susceptível de ter efeitos positivos, especialmente se ela é bastante difícil. Dito isso, os pesquisadores da ‘Duke University’ publicaram recentemente uma revisão de mais de 100 estudos que encontraram a ‘yoga’  como particularmente benéfica para saúde mental, o autor  ‘Dr. P. Murali Doraiswamy’, um professor de psiquiatria e medicina na ‘Duke University Medical Center, disse à Time Magazine:
        “A maioria das pessoas já sabe que a ioga produz algum tipo de efeito calmante. As pessoas se sentem melhor depois de fazer algum tipo de exercício físico ou a Ioga. Mentalmente, as pessoas se sentem mais calmos, isso é nítido!

    De acordo com os resultados, a Ioga parece ter um efeito positivo em:

        Depressão leve
        Os problemas do sono
        Esquizofrenia (entre os pacientes em uso de medicação)
        TOC, Pânico.
       
    Alguns dos estudos na revisão sugeriu a ioga pode ter um efeito semelhante aos antidepressivos e psicoterapia, influenciando neurotransmissores e aumentando a serotonina. Investigação separada também descobriu que três meses de sessões regulares de ioga resultou em menos ansiedade e depressão, com escores de ansiedade caindo de uma média de 34 (em uma escala de 20-80) para uma média de 25.

    No entanto, embora estudos recentes suportam o uso de yoga para melhorar distúrbios psiquiátricos comuns, além de fornecimento de muitos outros benefícios para a saúde, tais como a promoção da flexibilidade muscular e central, aliviando a dor nas costas, e muito mais. Eu acho que é importante incorporar uma variedade de exercícios em sua rotina para os resultados de uma boa saúde.
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Atenção! Para uma orientação específica, consulte seu PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA HABILITADO. Alie a uma Dieta individualizada e específica com Nutricionista, e tenha liberação IMPRESCINDÍVEL do médico Cardiologista.
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Referências:
    The Journal of Neuroscience May 1, 2013; 33(18):7770-7
    NYTimes.com July 3, 2013

    1 NYTimes.com July 3, 2013
    2 The Journal of Neuroscience May 1, 2013; 33(18):7770-7
    3 NYTimes.com July 3, 2013
    4 European Journal of Neuroscience 2013 Feb;37(3):469-78
    5 EurekAlert April 25, 2013
    6 Frontiers in Psychiatry January 25, 2013 [Epub ahead of print]
    7 Time Magazine January 28, 2013
    8 Journal of Obesity Volume 2012 (2012)
    9 NYTimes.com July 3, 2013
DR. MERCOLA-

Taurina e melatonina ajudam a reverter Tinnitus (zumbido nos ouvidos)

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35)3531-8423.

Tinnitus é uma condição em que a pessoa escuta um barulho ou zumbido, constantemente, sem existir uma fonte gerando o som. “Pacientes comparam com barulho de cigarra, apito, concha, panela de pressão, chiado, cachoeira”, diz o Dr. Cassio Antonini, otorrinolaringologista pela Santa Casa de São Paulo. As referências a cigarra e apito são as mais comuns (http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/o-tormento-do-zumbido/).

A TAURINA tem um papel vital na audição. Foi descoberto que taurina pode reverter os processos bioquímicos, inclusive, da perda de audição (Neurosci Lett. 2006 May 15;399(1-2):23-6; Neuroreport.2008 Jan 8;19(1):117-20). Outros estudos tem demonstrado que a taurina pode eliminar quase completamente o zumbido nos ouvidos associados ao Tinnitus (Hear Res. 2010 Dec 1;270(1-2):71-80).

Grandes parte dos danos à audição não ocorre nas partes mecânicas do ouvido, mas sim nas células nervosas que convertem ondas sonoras em energia elétrica que é percebida pelos nossos cérebros. Como outras células nervosas, estas denominas ‘células ciliadas’ dependem do fluxo de íons de cálcio para dentro e fora da célula. Taurina ajuda a restaurar e controlar o fluxo normal de íons de cálcio nas células auditivas (Pharmacol Rep. 2008 Jul-Aug;60(4):508-13).

Além da taurina, vale a pena mencionar que a MELATONINA proporciona alivio ao zumbido nos ouvidos, principalmente em pessoas com problemas significativas de sono (The Laryngoscope, 1998; 108: 306-311; Otolaryngology-Head and Neck Surgery, 2006; 134: 210-212; Journal of Physiology and Pharmacology, 2011; 62(2): 151-157.)

Mais outro componente que pode ser útil no tratamento de zumbido é a Coenzima Q10. Um estudo publicado em 2007, na “Otolaryngology — Head and Neck Surgery” relatou a descoberta em que a coenzima Q10 em uma certa dosagem, três vezes ao dia, durante 16 semanas melhorou de maneira significativa os sintomas do zumbido, como a intromissão, distúrbios do sono e dificuldade cognitiva (Otolaryngology- Head and Neck Surgery”; A Pilot Clinical Trial of the Effects of Coenzyme Q10 on Chronic Tinnitus Aurium; M. Khan; Jan 2007 University of Maryland Medical Center: CoQ10). Das formas de Coenzima Q10, indico na forma ativa denominada UBIQUINOL, que é considerado oito vezes mais potente que a forma ubiquinona.

Já na homeopatia, há alguns medicamentos em que há relatos de melhora, que são os seguintes:

1. http://www.iherb.com/Homeolab-USA-Tinnitus-Symptom-Relief-90-Chewable-Tablets/28566

2. http://www.iherb.com/Natural-Care-Ring-Stop-Ear-Drops-0-5-fl-oz-15-ml/11015

 

Página no facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referências:
1. Liu HY, Gao WY, Wen W, Zhang YM. Taurine modulates calcium influx through L-type voltage-gated calcium channels in isolated cochlear outer hair cells in guinea pigs. Neurosci Lett. 2006 May 15;399(1-2):23-6.
2. Liu HY, Chi FL, Gao WY. Taurine attenuates aminoglycoside ototoxicity by inhibiting inducible nitric oxide synthase expression in the cochlea. Neuroreport.2008 Jan 8;19(1):117-20.
3. Brozoski TJ, Caspary DM, Bauer CA, Richardson BD. The effect of supplemental dietary taurine on tinnitus and auditory discrimination in an animal model. Hear Res. 2010 Dec 1;270(1-2):71-80.
4. Liu HY, Chi FL, Gao WY. Taurine modulates calcium influx under normal and ototoxic conditions in isolated cochlear spiral ganglion neurons. Pharmacol Rep. 2008 Jul-Aug;60(4):508-13.
5. Davies E, Donaldson I. Tinnitus, membrane stabilizers and taurine. Practitioner.1988 Oct 22;232(1456 ( Pt 2)):1139
6. Rosenberg SI, Silverstein H, et al. Effect of Melatonin on tinnitus. The Laryngoscope, 1998; 108: 306-311
7. Megwalu, UC, Finnell JE, et al. The Effects of Melatonin on Tinnitus and Sleep. Otolaryngology-Head and Neck Surgery, 2006; 134: 210-212
8. Reiter RJ, Tan DX, et al. Drug-Mediated Ototoxicity and Tinnitus: Alleviation with Melatonin. Journal of Physiology and Pharmacology, 2011; 62(2): 151-157
9. Otolaryngology- Head and Neck Surgery”; A Pilot Clinical Trial of the Effects of Coenzyme Q10 on Chronic Tinnitus Aurium; M. Khan; Jan 2007 University of Maryland Medical Center: CoQ10

ZINCO aumenta níveis de testosterona naturalmente

testosterona

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

O zinco é vital para o funcionamento de mais de 300 hormônios e enzimas (Ann Intern Med. 1996 Jul 15;125(2):142-4), e, especificamente, é importante para a produção de testosterona.

Segundo o médico Dr. Victor Sorrentino, a deficiência na produção de testosterona gera as seguintes conseqüências: aumento da gordura corporal; diminuição do bem estar; desempenho sexual, aumento na reação inflamatória corporal e o risco de doença vascular cardíaca (infartos); declínio cognitivo (capacidade de raciocínio lógico, memória, e etc); aumento da predisposição à obesidade visceral (aquela gordura intra-abdominal que é altamente perigosa para risco de infarto); sarcopenia (diminuição da massa muscular); suscetibilidade à depressão, aumento da perda óssea, disfunção erétil. (fonte: http://www.blogdodrvictorsorrentino.com/2012/05/importancia-da-testosterona.html).

Em contrapartida, colocando a testosterona em seus níveis corretos no organismo, sanando sua deficiência, há os seguintes benefícios à saúde (Harvard, School Med, 2000) :
1. Reforça o aparelho gênito urinário;
2. Melhora o desempenho sexual;
3. Melhora o tonus da pele;
4. Melhora degenerações articulares;
5. Combate fadiga;
6. Melhora massa muscular;
7. Reforça o músculo do coração;
8. Melhora massa óssea
9. Regulariza o volume da próstata
10. Melhora libido
11. Reforça o sistema imunológico

Em um estudo, verificou-se que o zinco provocou aumento acentuado nos níveis de testosterona após 6 semanas, em homens com níveis baixos deste hormônio (Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73.). Da mesma forma, outra pesquisa mostrou que a restrição do zinco levou a diminuição significativa nos níveis de testosterona, enquanto que a suplementação produziu um importante aumento (Nutrition. 1996 May;12(5):344-8.). Neste estudo, concluíram que o zinco desempenha um importante papel na modulação dos níveis de testosterona em homens.

Em mais estudos, verificou-se que o zinco está envolvido em todos os aspectos da reprodução masculina, incluindo o metabolismo da testosterona, a formação do esperma e a motilidade espermática (J Coll Physicians Surg Pak. Nov 2005;15(11):671-3.) Outro exemplo da utilidade do zinco foi comprovado em um estudo com 37 homens inférteis com diminuição dos níveis da testosterona e baixas contagens de espermatozóides. Os homens receberam uma alta dose de zinco por dia, durante 45 à 50 dias. Na quase totalidade dos pacientes, os níveis de testosterona aumentaram bastante, e a contagem de esperma aumentou entre 8 à 20 milhões (Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73).

Muitas doenças que estão sendo tratadas por causas diversas, podem ter sua causa na deficiência de testosterona. Regularizando a produção deste hormônio no corpo, resolve-se uma variedade de sintomas patológicos, associados, inclusive, à depressão.

Informo que as doses terapêuticas nestas circunstâncias são elevadas, e necessitam de acompanhamento médico ou de nutricionista.

Referências:
1. Ann Intern Med. 1996 Jul 15;125(2):142-4
2. Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73
3. Nutrition. 1996 May;12(5):344-8.
4. J Coll Physicians Surg Pak. Nov 2005;15(11):671-3.
5. Arch Androl. 1981 Aug;7(1):69-73
6. Harvard, School Med, 2000

Chá Verde [EGCG] tem ação importante no tratamento do diabetes

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Segundo o médico Dr. Dráuzio Varella, “diabetes mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina.” Em resumo, temos que ‘diabetes tipo 1’ o pâncreas produz pouco ou quase nenhuma insulina e já no ‘diabetes tipo 2’ as células são resistentes à ação da insulina.

O polifenol EGCG (epigalocatequina galato), presente em abundância no chá verde, regula genes envolvidos na oxidação e armazenamento de gordura, bem como genes envolvidos na sinalização da insulina e metabolismo da glicose (J Agric Food Chem. 2007 Jul 25;55(15):6372-8.; Planta Med. 2004 Nov;70(11):1100-2; Br J Nutr. 2007 Dec 6;1-9). O EGCG melhora até mesmo a sobrevivência e a função das células pancreáticas secretoras de insulina cultivadas em laboratório (J Hepatobiliary Pancreat Surg. 2007;14(5):493-7).

O consumo de chá verde foi comprovado em melhorar o metabolismo da glicose em humanos saudáveis (BMC Pharmacol. 2004 Aug 26;418.), e um estudo demonstrou que mulheres que bebiam uma certa dose de chá verde diariamente tinham uma tendência a menor risco de diabetes, em comparação com mulheres que não bebiam o chá (J Am Coll Nutr. 2005 Oct;24(5):376-84). Amplos estudos pelo grupo do Dr. Pon Velayutham Anandh Babu, PhD e pós-doutorado em Nutrição Humana, utilizando animais como modelo, tem demonstrado que o chá verde ajuda a otimizar (aperfeiçoar) a utilização da glicose, reduzindo assim os níveis de glicose no sangue (Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):114-20; Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):157-64.; Clin Exp Pharmacol Physiol. 2006 Dec;33(12):1184-9; Clin Exp Pharmacol Physiol. 2006 Apr;33(4):351-7.).

Dr. Pon Velayutham Anandh Babu, PhD, explica que: “Ao diminuir a produção de glicose nas células do fígado e diminuir a atividade dos genesque aumentam a produção de glicose, o ‘EGCG’ FOI RELATADO EM IMITAR A INSULINA. O chá verde também reduziu a acumulação de colesterol, ácidos graxos livres e triglicérides no coração de ratos diabéticos.

Ademais, já ficou comprovado em um estudo em humanos, que o chá verde melhora a sensibilidade à insulina (Am J Clin Nutr March 2008 87: 778-784), resultado que pode ser muito útil no tratamento do diabetes tipo 2.

Agende sua consulta e aplique a nutrição funcional em seu tratamento de saúde.

Referências científicas:

1. Cao H, Hininger-Favier I, Kelly MA, et al. Green tea polyphenol extract regulates the expression of genes involved in glucose uptake and insulin signaling in rats fed a high fructose diet. J Agric Food Chem. 2007 Jul 25;55(15):6372-8.
2. Koyama Y, Abe K, Sano Y, et al. Effects of green tea on gene expression of hepatic gluconeogenic enzymes in vivo. Planta Med. 2004 Nov;70(11):1100-2.
3. Serisier S, Leray V, Poudroux W, et al. Effects of green tea on insulin sensitivity, lipid profile and expression of PPARalpha and PPARgamma and their target genes in obese dogs. Br J Nutr. 2007 Dec 6;1-9.
4. Hara Y, Fujino M, Takeuchi M, Li XK. Green-tea polyphenol (-)-epigallocatechin-3-gallate provides resistance to apoptosis in isolated islets. J Hepatobiliary Pancreat Surg. 2007;14(5):493-7.
5. Tsuneki H, Ishizuka M, Terasawa M, et al. Effect of green tea on blood glucose levels and serum proteomic patterns in diabetic (db/db) mice and on glucose metabolism in healthy humans. BMC Pharmacol. 2004 Aug 26;418.
6. Song Y, Manson JE, Buring JE, Sesso HD, Liu S. Associations of dietary flavonoids with risk of type 2 diabetes, and markers of insulin resistance and systemic inflammation in women: a prospective study and cross-sectional analysis. J Am Coll Nutr. 2005 Oct;24(5):376-84.
7. Babu PV, Sabitha KE, Shyamaladevi CS. Therapeutic effect of green tea extract on oxidative stress in aorta and heart of streptozotocin diabetic rats. Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):114-20.
8. Babu PV, Sabitha KE, Shyamaladevi CS. Green tea impedes dyslipidemia, lipid peroxidation, protein glycation and ameliorates Ca2+ -ATPase and Na+/K+ -ATPase activity in the heart of streptozotocin-diabetic rats. Chem Biol Interact. 2006 Aug 25;162(2):157-64.
9. Babu PV, Sabitha KE, Shyamaladevi CS. Therapeutic effect of green tea extract on advanced glycation and cross-linking of collagen in the aorta of streptozotocin diabetic rats. Clin Exp Pharmacol Physiol. 2006 Apr;33(4):351-7.
10. Michelle C Venables, Carl J Hulston, Hannah R Cox, and Asker E Jeukendrup Green tea extract ingestion, fat oxidation, and glucosetolerance in healthy humans. Am J Clin Nutr March 2008 87: 778-784
11. http://drauziovarella.com.br/diabetes/diabetes/
12. lifeextension.com

Chá verde [EGCG] combate o câncer com eficiência

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

O chá verde é particularmente rico em polifenóis conhecidos como catequinas saudáveis, o mais abundante é o chamado ‘epigalocatequina galato‘ (EGCG). Este potente antioxidante é eficaz em face dos efeitos dos radicais livres (Mayo Clin Proc. 2007 Jun;82(6):725-32, Life Sci. 2007 Jul 26;81(7):519-33) que são culpados comuns no envelhecimento e em doenças crônicas degenerativas. Um estudo japonês informou recentemente que tomar uma única dose de extrato de chá verde melhorou a capacidade antioxidante do plasma saudável em adultos (Int Heart J. 2007 Nov;48(6):725-32).

Os estudos de laboratório sugerem que as funções do EGCG em nível celular interferem favoravelmente ao organismo contra vários tipos de cânceres, incluindo câncer de mama (Cancer Detect Prev. 2007 Nov 29; Cancer Biol Ther. 2007 Sep 1;6(12); ), pâncreas (Front Biosci. 2008;13:440-52) boca (J Oral Pathol Med. 2007 Nov;36(10):588-93.), cólon (Biosci Biotechnol Biochem. 2007 Oct;71(10):2442-50.) e próstata (Oncogene. 2007 Nov 12; Crit Rev Food Sci Nutr. 2007;47(8):711-9.).

Sean Eddy, PhD da Boston University School of Medicine, diz que: o chá verde funciona em vários níveis de proteção da prevenção ao tratamento e bloqueio da inflamação e do câncer. Estudos no Japão mostraram que beber doses de chá verde por dia pode ter um efeito protetor em pacientes em remissão do câncer de mama em estágio inicial. O chá verde ou EGCG (epigalocatequina galato) foi demonstrado [em laboratório] em inibir cada tipo de célula de cancro. Também foi demonstrado que atuam como um antitrombótico, agente redutor do colesterol, antiviral, antibacteriano e antiinflamatório, o que explicaria o efeito protetor do chá verde em doenças do coração”.

Em nível celular, o EGCG dirige sinais celulares que BLOQUEIAM a atividade nociva ou perigosa, que pode levar a características do crescimento descontrolado de células do câncer (Front Biosci. 2008;13:2191-202.). O chá verde foi demonstrado em suprimir o crescimento do tumor, bloqueando a angiogênese, ou a formação de novos vasos sanguíneos que abastecem o tumor (Front Biosci. 2008;13:440-52., Life Sci. 2007 Apr 3;80(17):1578-85).

Leucemia (câncer no sangue)

As primeiras pesquisas indicam que o chá verde ou EGCG (polifenol saudável presente no chá verde) pode ajudar a combater a leucemia linfocítica crônica, a forma de leucemia (câncer no sangue), que afetam adultos. Investigadores da Mayo Clinic descobriram que o EGCG ajuda a destruir as células de leucemia em cultura, interrompendo a comunicação entre as células cancerosas. EGCG levou células de leucemia a morrer em 8 de 10 amostras de células de leucemia testadas em um laboratório (Blood. 2004 Aug 1;104(3):788-94.)

Câncer de pulmão

Dr. Luis Romariz, médico pós graduado Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University, informa o seguinte:

Beber chá verde poderá ajudar a proteger os fumadores do cancro do pulmão, Segundo as conclusões de um recente estudo. Os cientistas descobriram que quem bebia pelo menos uma chávena de chá verde, que é rico em antioxidantes, ficava com um riso de contrair cancro do pulmão 13 vezes menor em relação com os que não bebiam chá. O risco entre fumadores/não fumadores, a beber chá verde era 5 vezes menor para o cancro do pulmão. Este estudo foi efectuado na Tailândia onde as pessoas bebem imenso chá verde. O cientista-chefe do estudo I-Hsin Lin, da Chung Shan Medical University declarou: “ O cancro do pulmão é a principal causa de morte entre todos os tipos de cancro na Tailândia. O chá, particularmente o chá verde, tem sido objecto de muita atenção porque os seus polifenois são potentes antioxidantes, e as infusões têm demonstrado efeito inibidor sobre a génese tumoral.” (fonte:http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/150739.html).

Para que surtam os efeitos desejados, as dosagens deverão ser avaliadas em um acompanhamento médico ou nutricional de acordo com a necessidade específica de cada pessoa.

Agende sua consulta e aplique os fundamentos da nutrição funcional em seu tratamento de saúde!

Referências científicas:

1. Farabegoli F, Barbi C, Lambertini E, Piva R. (-)-Epigallocatechin-3-gallate downregulates estrogen receptor alpha function in MCF-7 breast carcinoma cells. Cancer Detect Prev. 2007 Nov 29.
2. Thangapazham RL, Passi N, Maheshwari RK. Green tea polyphenol and epigallocatechin gallate induce apoptosis and Inhibit Invasion in human breast cancer cells. Cancer Biol Ther. 2007 Sep 1;6(12).
3. Shankar S, Ganapathy S, Hingorani SR, Srivastava RK. EGCG inhibits growth, invasion, angiogenesis and metastasis of pancreatic cancer. Front Biosci. 2008;13:440-52.
4. Ho YC, Yang SF, Peng CY, Chou MY, Chang YC. Epigallocatechin-3-gallate inhibits the invasion of human oral cancer cells and decreases the productions of matrix metalloproteinases and urokinase-plasminogen activator. J Oral Pathol Med. 2007 Nov;36(10):588-93.
5. Kim M, Murakami A, Ohigashi H. Modifying effects of dietary factors on (-)-epigallocatechin-3-gallate-induced pro-matrix metalloproteinase-7 production in HT-29 human colorectal cancer cells. Biosci Biotechnol Biochem. 2007 Oct;71(10):2442-50.
6. Siddiqui IA, Malik A, Adhami VM, et al. Green tea polyphenol EGCG sensitizes human prostate carcinoma LNCaP cells to TRAIL-mediated apoptosis and synergistically inhibits biomarkers associated with angiogenesis and metastasis. Oncogene. 2007 Nov 12.
7. Yu HN, Shen SR, Yin JJ. Effects of metal ions, catechins, and their interactions on prostate cancer. Crit Rev Food Sci Nutr. 2007;47(8):711-9.
8. Seely D, Mills EJ, Wu P, Verma S, Guyatt GH. The effects of green tea consumption on incidence of breast cancer and recurrence of breast cancer: a systematic review and meta-analysis. Integr Cancer Ther. 2005 Jun;4(2):144-55.
9. Lee YK, Bone ND, Strege AK, et al. VEGF receptor phosphorylation status and apoptosis is modulated by a green tea component, epigallocatechin-3-gallate (EGCG), in B-cell chronic lymphocytic leukemia. Blood. 2004 Aug 1;104(3):788-94.
10. Meeran SM, Katiyar SK. Cell cycle control as a basis for cancer chemoprevention through dietary agents. Front Biosci. 2008;13:2191-202.
11. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/150739.html
12. Lifeextension.com

Quais os nutrientes indispensáveis no tratamento da OSTEOPENIA E OSTEOPOROSE?

osteoporose

By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Segundo o médico PhD nutrólogo e cardiologista, Dr. Lair Ribeiro, “a osteoporose é uma das principais causas de impossibilidade de locomoção e morte na população idosa“. Osteoporose é definida como uma redução da densidade óssea, que propicia a geração de fraturas. Avanços científicos têm revelado que a etiologia da osteoporose resulta não apenas de desequilíbrios hormonais, mas também do estresse oxidativo, nível elevado de açúcar no sangue, inflamação, e componentes da síndrome metabólica (Clarke 2010, Confavreux de 2009, Lieben 2009; Zhou 2011).

A osteoporose é caracterizada pela perda de cálcio dos ossos. Do outro lado, há a aterosclerose que é caracterizada pelo inverso, isto é, pelo afluxo excessivo de cálcio para dentro das paredes arteriais. A medicina tradicional tem negligenciado o papel crucial que os micronutrientes desempenham neste equilíbrio de cálcio. Sabe-se, por exemplo, que a insuficiência de vitamina K contribui para esse equilíbrio saudável (Baldini 2005, Abedin 2004, McFarlane 2004, D’Amelio 2009).

Produtos farmacêuticos, tais como o Fosamax Actonel ® ®, mostraram um sucesso limitado, e estão associados com alguns efeitos secundários potencialmente graves, incluindo a fibrilação atrial e osteonecrose da mandíbula (Jager 2003, Howard 2010). Estas drogas trabalham principalmente inibindo as células responsáveis pela quebra do tecido ósseo, mas negligenciam vários outros fatores responsáveis pela osteoporose (Roelofs 2010, Varenna 2010). Embora estas drogas aumentem a densidade óssea, todavia interrompem o ciclo natural da regeneração e da reabsorção que é importante para a efetiva resistência do osso (Abrahamsen 2010).

O tratamento para a osteoporose envolve adoção de hábitos saudáveis de vida (dieta apropriada, exercícios físicos, ingestão correta de água) e uso de micronutrientes indispensáveis, vejamos alguns dos principais deles:

1. Vitamina K2-MK7: nas últimas décadas, cientistas perceberam que a vitamina K2 é um co-fator essencial para a produção da proteína principal do osso, a osteocalcina (Bugel 2008, Iwamoto 2006). Enzimas dependentes da vitamina K produzem mudanças na osteocalcina que lhe permitem ligar firmemente compostos de cálcio que dão ao osso sua força incrível (Bugel 2008, Wada de 2007, Rezaieyazdi 2009). Através de diversas ações a vitamina K pode ajudar a prevenir e tratar algumas das condições mais incapacitantes associadas com o avançar da idade, incluindo osteoporose, doença arterial coronariana e coágulos sanguineos. Tal como a vitamina D, a vitamina K é também essencial para prevenir a acumulação de cálcio nas paredes arteriais (Okura 2010). Pessoas com níveis mais baixos de vitamina K estão em maior risco de calcificação das principais artérias (Okura 2010). Baixo nível de vitamina K e uso de anticoagulantes, como Varfarina (que antagonizam a ação da vitamina K, gerando um processo chamado de carboxilação) estão associados com baixa densidade mineral óssea e aumento do risco de fratura (Rezaieyazdi de 2009, Binkley 2009). A suplementação com vitamina K2 foi comprovado por acelerar a formação de proteínas dos ossos (Koitaya 2009).

Indivíduos que fazem uso de Varfarina e evitam a vitamina K (por estarem preocupados que possa interferir com a terapia anticoagulante) também podem se beneficiar da suplementação. Em um estudo, demonstrou-se que uma baixa dose de vitamina K ingerida por pacientes que faziam terapia anticoagulante ajudou a estabilizar o tempo de coagulação (Reese, 2005). E, esta investigação foi confirmada em outros estudos, logo, pacientes que estão em terapia anticoagulante que estão interessados em complementar com vitamina K2 (MK7) devem discutir com seus médicos a real possibilidade para a ingestão das baixas doses desta importante vitamina.

O médico Dr. Luis Romariz, pós-graduado pela Harvard Medical School, e pela Medical School esclarece que:

“A suplementação a longo prazo com a vitamina K2 aumenta a massa óssea e a resistência dos ossos, pois facilita a deposição do cálcio onde ele é preciso – nos ossos – evitando a sua deposição nas artérias (aterosclerose) ou nos ligamentos (“bicos de papagaio”). Felizmente os nossos pacientes há muito que fazem esta vitamina conjuntamente com a vitamina D.” (fonte: http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/350384.html).

2. Magnésio: regula o transporte ativo de cálcio em seres humanos (Aydin 2010), e promove uma melhoria da mineralização óssea e contribui, assim, para uma redução da freqüência de fraturas. (Sojka 1995).
3. Boro: é essencial para a saúde dos ossos (Volpe, 1993). O seu efeito principal está na interação com os minerais magnésio e cálcio, e também pelo seus efeitos anti-inflamatórios (Scorei 2011). Estudos demonstraram que a suplementação de boro estimula a formação de osso e inibe a reabsorção óssea (Xu, 2006).
4. Vitamina D3 e cálcio: é a terapia mais usual, recomendada pela medicina convencional. Segundo o médico Dr. Joseph Mercola, o uso da suplementação de cálcio e vitamina D3 deve ser feita, NECESSARIAMENTE, juntamente com a vitamina K2. A vitamina D3 aumenta a absorção de cálcio pelo organismo, mas quem o direciona para os ossos é a vitamina K2. Assim, alerto fortemente que para que o cálcio não trabalhe contra você, com calcificações de áreas moles do corpo, é que ao usar suplementos a base de vitamina D3 e cálcio, utilize, também, a vitamina K2-Mk7. (Weston A Price Foundation February 13, 2008), para que o cálcio seja direcionado para os ossos. Para mais detalhes, acesse este estudo: http://www.westonaprice.org/fat-soluble-activators/x-factor-is-vitamin-k2

Dr. Gabriel de Carvalho, nutricionista funcional, explica o tratamento da osteoporose pela nutrição funcional, veja:

Aplique a nutrição funcional em seu tratamento de saúde!

Referências:
1. Clarke BL, Khosla S. Physiology of bone loss. Radiol Clin North Am. 2010 May;48(3):483-95.
2. Confavreux CB, Levine RL, Karsenty G. A paradigm of integrative physiology, the crosstalk between bone and energy metabolisms. Mol Cell Endocrinol. 2009 Oct 30;310(1-2):21-9.
3. Lieben L, Callewaert F, Bouillon R. Bone and metabolism: a complex crosstalk. Horm Res. 2009 Jan;71 Suppl 1:134-8. Epub 2009 Jan 21.
4. Zhou Z and Xiong WC. RAGE and its ligands in bone metabolism. Front Biosci (Schol Ed). 2011 Jan 1;3:768-76.
5. Baldini V, Mastropasqua M, Francucci CM, D’Erasmo E. Cardiovascular disease and osteoporosis. J Endocrinol Invest. 2005;28(10 Suppl):69-72.
6. Abedin M, Tintut Y, Demer LL. Vascular calcification: mechanisms and clinical ramifications. Arterioscler Thromb Vasc Biol. 2004 Jul;24(7):1161-70.
7. McFarlane SI, Muniyappa R, Shin JJ, Bahtiyar G, Sowers JR. Osteoporosis and cardiovascular disease: brittle bones and boned arteries, is there a link? Endocrine. 2004 Feb;23(1):1-10.
8. D’Amelio P, Isaia G, Isaia GC. The osteoprotegerin/RANK/RANKL system: a bone key to vascular disease. J Endocrinol Invest. 2009;32(4 Suppl):6-9.
9. Jager M, Wild A, Krauspe R. Osteonecrosis and HELLP-Syndrome. Z Geburtshilfe Neonatol. 2003 Nov-Dec;207(6):213-9.
10. Howard PA, Barnes BJ, Vacek JL, Chen W, Lai SM. Impact of bisphosphonates on the risk of atrial fibrillation. Am J Cardiovasc Drugs. 2010;10(6):359-6
11. Roelofs AJ, Thompson K, Ebetino FH, Rogers MJ, Coxon FP. Bisphosphonates: molecular mechanisms of action and effects on bone cells, monocytes and macrophages. Curr Pharm Des. 2010;16(27):2950-60.
12. Varenna M, Gatti D. [The role of rank-ligand inhibition in the treatment of postmenopausal osteoporosis]. Reumatismo. 2010 Jul-Sep;62(3):163-71.
13. Abrahamsen B. Adverse effects of bisphosphonates. Calcif Tissue Int. 2010 Jun;86(6):421-35.
14. Bredella MA, Torriani M, Ghomi RH, et al. Determinants of bone mineral density in obese premenopausal women. Bone 2011 Apr 1;48(4):748-54. Bugel S. Vitamin K and bone health in adult humans. Vitam Horm. 2008;78:393-416.
15. Iwamoto J, Takeda T, Sato Y. Role of vitamin K2 in the treatment of postmenopausal osteoporosis. Curr Drug Saf. 2006 Jan;1(1):87-97.
16. Wada S, Fukawa T, Kamiya S. [Osteocalcin and bone]. Clin Calcium. 2007 Nov; 17(11):1673-7.
17. Rezaieyazdi Z, Falsoleiman H, Khajehdaluee M, Saghafi M, Mokhtari-Amirmajdi E. Reduced bone density in patients on long-term warfarin. Int J Rheum Dis. 2009 Jul;12(2):130-5.
18. Okura T, Kurata M, Enomoto D, et al. Undercarboxylated osteocalcin is a biomarker of carotid calcification in patients with essential hypertension. Kidney Blood Press Res. 2010;33(1):66-71.
19. Binkley N, Harke J, Krueger D, et al. Vitamin K treatment reduces undercarboxylated osteocalcin but does not alter bone turnover, density, or geometry in healthy postmenopausal North American women. J Bone Miner Res. 2009 Jun;24(6):983-91.
20. Koitaya N, Ezaki J, Nishimuta M, et al. Effect of low dose vitamin K2 (MK-4) supplementation on bio-indices in postmenopausal Japanese women. J Nutr Sci Vitaminol (Tokyo). 2009 Feb;55(1):15-21.
21. Reese AM, Farnett LE, Lyons RM, et al. Low-dose vitamin k to augment anticoagulation control. Pharmacotherapy. 2005;25(12):1746-51.
22. Aydin H, Deyneli O, Yavuz D, et al, Short-term oral magnesium supplementation suppresses bone turnover in postmenopausal osteoporotic women. Biol Trace Elem Res. 2010 Feb;133(2):136-43.
23. Volpe SL, Taper LJ, Meacham S. The relationship between boron and magnesium status and bone mineral density in the human: a review. Magnes Res. 1993 Sep;6(3):291-6.
24. Scorei RI, Rotaru P. Calcium Fructoborate-Potential Anti-inflammatory Agent. Biol Trace Elem Res. 2011 Jan 28.
25. Xu P, Hu WB, Guo X, et al. [Therapeutic effect of dietary boron supplement on retinoic acid-induced osteoporosis in rats]. Nan Fang Yi Ke Da Xue Xue Bao. 2006 Dec;26(12):1785-8.
26. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/05/16/vitamins-d-and-k2-reduce-osteoporosis.aspx#_edn4
27. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/350384.html
28. Vitamina K2, A Irrevogável Vitamina Antienvelhecimento, Dr. Lair Ribeiro.

Fadiga Adrenal – Uma doença comum entre os jovens, adultos e idosos; e quase nunca diagnosticada!

PARA UMA ‘INDICAÇÃO EXPRESSA’ ENVIE EMAIL PARA: juliocaleiro@hotmail.com

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O “Kalish Método” Uma maneira eficaz de curar a Fadiga Adrenal

Por Dr. Júlio Caleiro

    Suas glândulas supra-renais são menores que uma uva, mas são responsáveis por uma das funções mais importantes em nosso corpo.  Quando as glândulas supra-renais estão sobrecarregadas, o organismo desenvolve uma condição conhecida como exaustão ou fadiga adrenal, e por sua vez pode definir uma cascata de processos de doenças em movimento. Um sinal de fadiga adrenal e estar cronicamente fatigado(a)! Estima-se que até 80 por cento dos adultos experimentarão fadiga adrenal durante suas vidas, mas ela continua sendo uma das doenças  mais sub-diagnosticadas nos Estados Unidos. O Método ‘Kalish’, projetado e ensinado pelo Dr. Daniel Kalish, integra testes científicos com soluções naturais da saúde para curar suas glândulas supra-renais e restaurar sua função normal.
       Infelizmente, enquanto muitos profissionais de saúde convencionais começam a testar a função adrenal, muitos ainda não estão conscientes dos protocolos para a resolução de disfunção adrenal.   A base da fadiga adrenal é o estresse, que ao longo do tempo pode sobrecarregar as glândulas supra-renais, a ponto de causar outros problemas de saúde, tais como:

        Os distúrbios do sono
        O ganho de peso
        Fadiga
        Depressão

    O evento precipitante para a maioria das pessoas é um período de intenso estresse emocional. De acordo com o Dr. Kalish, cerca de 95 por cento de seus pacientes relatam ter experimentado grande estresse emocional em torno do tempo, e a sua saúde começou então a vacilar.

Como testar sua função adrenal?

   Convencionalmente, você iria a um endocrinologista que “avaliará” as suas glândulas supra-renais. Infelizmente, eles tendem a testar principalmente doenças específicas como a doença de Addison ou doença de Cushing, os quais são relativamente raros.

    Como afirma o Dr. Kalish:

    “No contexto médico convencional, quando eles pensam sobre as glândulas supra-renais, eles realmente só pensam sobre essas condições médicas extremas. Eles fazem um exame médico convencional para determinar se você tem um desses distúrbios endócrinos raros ou não.    No mundo da medicina convencional, eles não estão realmente cientes dos tipos de testes de laboratório chamado ‘de perfil de estresse adrenal funcional’, isso significa que eles não estão preocupados com os processos de doenças como deveria um médico endocrinologista, mas apenas estão olhando para problemas funcionais que são até certo ponto muito raros, mencionados acima.

 A Fadiga Adrenal não enviará as pessoas para o hospital, mas perturbarão a suas vidas dia-a-dia. Resumindo: Estes seriam: fadiga, depressão, problemas com o ganho de peso, e os problemas com o sono,  podendo assim desencadear várias outras co-morbidades.  O Método Kalish chama atenção para testar a função adrenal, tendo quatro amostra  da saliva (ou urina), amostras ao longo de um dia. Isso mapeia o seu ritmo circadiano, mostrando como seus níveis de cortisol sobem e descem ao longo do dia. A saliva é coletada em intervalos de aproximadamente quatro horas: a primeira, na parte da manhã ao acordar, em seguida, ao meio-dia e depois no final da tarde, e novamente à noite antes de ir para a cama. O vídeo abaixo explicará como testar os hormônio, e pode ser uma boa idéia quando se trata dos sintomas acima relatados.

Como o método de ‘Kalish’ ajuda a normalizar as funções Adrenais e suas disfunções?

  O Método ‘Kalish’ visa normalizar disfunções Adrenais e restaurar a função adrenal normal. É um método clinicamente validado que tem sido usado por um longo tempo, mas a maioria dos médicos ainda não estão conscientes disso!
 
  “O que descobrimos é que se nós simplesmente restaurarmos o que está faltando na pessoa por um período de seis meses ou talvez no máximo 12 meses, as glândulas supra-renais na sua produção interna dos hormônios volta ao normal”, explica o Dr. Kalish. “..Então, na verdade estamos restaurando a produção normal desses hormônios no corpo. Os tratamentos são portanto relativamente a curto prazo; seis meses a um ano no máximo. A única maneira que eu encontrei para fazer esse processo de reparação real, é usar boas doses de DHEA ou (7KETO) e pregnenolona durante um período de tempo INDIVIDUALIZADO. (O Dr. Júlio Caleiro Aplica este tratamento em consulta quando necessário). “

    Outro teste útil que pode ser usado é a análise do cabelo; segundo ‘KALISH’. “…Um amigo meu nutricionista vem usando isso por muitos anos através de uma empresa chamada ‘called Trace Elements'”. De acordo com a teoria sobre a análise do cabelo, a proporção de certos minerais também podem ser fortemente sugestiva da função supra-renal, especificamente os sais de sódio em relação ao magnésio. É semelhante a um teste de hemoglobina glicosilada e é medido ao longo de três meses.

    De acordo com o Dr. Kalish, isso faz sentido pois as glândulas supra-renais controla tantas funções diferentes do corpo, alguns dos quais envolvem os minerais. O cálcio e o magnésio por exemplo podem ter um impacto sobre a função adrenal, o estresse tende a fazer com que o corpo use esses minerais a uma taxa mais elevada, tais como o sódio, potássio dentre outros.  “Estes atuam como indicadores gerais, o que é uma grande ferramenta de triagem”, diz Dr. Kalish. “

Os três estágios de ‘Burnout Adrenal’

    No Método Kalish, as questões supra-renais são divididas em três categorias gerais: estágio 1, 2 e 3. Normalmente nossos níveis de cortisol não são muito elevados, e daí ficamos pouco stressados, geralmente um tipo agradável de stress. Talvez você é um estudante ou um novo pai, que é estressante inicialmente, mas você está se divertindo e você se sente mais carregado e vivo do que qualquer outra coisa. É necessário que haja excitação, nosso corpo exige isso também, e pode ser equiparado a um pouco de exercício. Mas a chave é ter a capacidade de adaptação e a resiliência para absorver o estresse, apreciá-lo e beneficiar-se dele, e depois dissipá-lo assim como nos sentimentos acima relatado em determinadas situações. Se você ainda não descansa suficientemente, as glândulas supra-renais vão ficar sobrecarregadas fazendo com que seus níveis de cortisol caia, onde a maioria das pessoas começam então a perceber que há algum problema. Dr. Kalish explica:    “Se você ficar no estado alterado da curva de cortisol por tempo suficiente na primeira fase, a segunda fase é só uma questão de tempo. O estágio dois (2) significa que os níveis de cortisol estão agora a ficar cada vez mais desregulados e os sintomas são; ganho de peso,  insônia, desejo sexual comprometido.

  Se você ficar no estágios 2 por muito tempo e não mudar seu estilo de vida para atender às suas glândulas supra-renais  tais como: alimentar-se corretamente, descansar,  exercitar-se diariamente, acabará por entrar na fase três (3). Aqui, as glândulas supra-renais são realmente “queimadas” e os seus níveis de cortisol são muito baixos o tempo todo, fazendo com que você sinta cronicamente fatigado e incapaz de recuperar sua energia, apesar de descansar, e por cima TENDO UMA VARIEDADE DE “DIAGNÓSTICOS” MÉDICOS SUBJETIVOS SEM UM TRATAMENTO EFETIVO DE VERDADE.
 O Dr. Kalish sugere pensar sobre o cortisol como unidades de energia, e não de forma negativa como a maioria dissemina. Na parte da manhã, você deveria acordar com cerca de 20 unidades do hormônio, quando vamos dormir deverá ser em torno de 2 unidades. Essa queda normal do cortisol é o que gera a sensação de um dia “normal” que termina tranquilamente. Mas muitos estão acordando com os níveis de cortisol reduzidos, o que fará sentir-se exausto(a), apesar de dormir bem. E muitos estão indo para a cama com os níveis de cortisol significativamente elevados, o que torna praticamente impossível desligar o cérebro e adormecer.

  “Este ritmo natural você está relacionado a exposição à luz e ao dia. Quando o sol nasce, o cortisol sobe. Quando o sol está baixo, o cortisol é baixo … Você praticamente tem que entrar na linha com este ritmo, a fim de ser saudável … Agora, quando fazemos os testes de laboratório, estaremos analisando onde você está neste aspecto, e depois restaurar de volta a este ritmo normal. Esse é o ponto do teste “, diz o Dr. Kalish.

Quatro Causas da disfunção adrenal

  Há três razões principais para a fadiga adrenal e disfunção:

   Estresse emocional, normalmente relacionada à dor ou perda.
  Má alimentação: comer muitos carboidratos pode atrapalhar cortisol a um certo grupo de corticosteróides (uma hormona estabilizadora da pressão sanguínea), e a dieta “americana padrão’ é “uma receita perfeita para a destruição de suas glândulas supra-renais”, adverte Dr. Kalish.

 Uma das coisas mais importantes que o cortisol faz é regular a ‘IgA’ secretora no intestino. Isto significa que a resposta imunitária no seu intestino é controlado pelo cortisol. Portanto, se você está estressado a resposta imune em seu intestino sofre e o tecido do intestino torna-se danificado, e as boas bactérias darão lugar a más bactérias, causando alteração no sistema imunológico que é centrado em torno do seu intestino, o que é chamado de DISBIOSE INTESTINAL.

    4 componentes importantes para resolver este problema são:
       
   1) comer regularmente alimentos fermentados, o que irá aumentar dramaticamente as bactérias benéficas no INTESTINO (o que automaticamente irá ajudar reduzir as bactérias patogênicas).
    2) Seguir uma dieta baixa em açúcares e carboidratos ( frutose especificamente), o que também vai promover uma flora intestinal saudável.
   3) A inflamação crônica no corpo: A inflamação é a marca registrada de praticamente todas as doenças que você pode pensar, do diabetes ao câncer, e quando crônica prejudica o seu sistema imune incluindo as suas glândulas supra-renais.
         4) Melhorar os níveis de vitamina D no sangue.

   Uma estratégia pouco conhecido para combater a inflamação é o ‘aterramento’, o que requer nada mais do que tirar os sapatos e andar descalço, de preferência na grama orvalhada ou na praia. Conectando os pés em terra aumenta o fluxo de elétrons livres em seu corpo, o que ajuda a dissipar a inflamação devido à sua ação anti-inflamatória potente.
   Outra causa hormonal comum de fadiga adrenal é o hipotireoidismo. A função da tireóide é diagnosticada por um exame de sangue, mas há algumas controvérsias sobre o que é normal e o que não é! Muitos médicos alternativos mostram que os dados laboratoriais de referências convencionais são muito amplos e individuais, e optam então por tratar as pessoas que apresentam sintomas do hipotireoidismo sub-clínico, ou tipo 2.Vale lembrar que estudos tem mostrando que administrar a L-Tirosina causa melhores efeitos de síntese sobre os hormônios da Tireóide do que o uso do T4 sintético (levotiroxina).
     
 Assista a video abaixo para se inteirar melhor sobre o assunto. – Está em inglês.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=pby_1VJhMps

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Referências:

    1 The Kalish Method
    2 The Kalish Method — Clinical Training Program
    3 Kalishresearch.com
Dr.mercola-

       

Chá Verde promove perda de peso de modo efetivo e saudável

PARA “INDICAÇÃO EXPRESSA” ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com
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perda_peso

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo – USP, liderada pela pesquisadora Gabrielle Aparecida Cardoso, verificou-se que o consumo de chá verde(Camellia sinensis) promoveu uma significativa perda de peso nas participantes desta pesquisa. No estudo, foram divididos em grupos de mulheres que:

1. Ingeriram chá verde sem atividade física;
2. Ingeriram placebo sem atividade física; o
3. Ingeriram chá verde com atividade física;
4. Ingeriram placebo com atividade física.

Após dois meses, o grupo que ingeriu o chá verde sem atividade física perdeu peso em média de 5,7 kg, com redução da circunferência de cintura de 5.7cm. O grupo placebo que não realizou atividade física não perdeu peso, e ainda, este grupo apresentou ganho de massa gorda em 2,1%. Observe que o chá verde promoveu perda de peso e redução de circunferência de cintura nas participantes que sequer realizaram atividade física, algo, realmente, surpreendente.

Agora analisaremos os resultados dos grupos que realizaram atividade física, um usando chá verde e outro placebo. O grupo que ingeriu o chá verde com atividade física teve a composição corporal modificada: com perda de gordura e ganho de massa muscular. Verificou-se que as diferenças entre os dois grupos foram significativas, o grupo do chá verde tiveram resultados muito melhores que o grupo placebo, quanto a perda de gordura e ganho de músculos. Houve uma perda de gordura em 10,3% contra 4,4% do grupo placebo (que também realizou atividade física), e redução da circunferência da cintura em 9,2cm contra 2,4cm do grupo placebo. As diferenças entre os dois grupos foram bastante relevantes!

Esses resultados constatados pela equipe de pesquisadores da USP, comprova o efeito termogênico do chá verde. A pesquisadora Gabrielle concluiu que: “Seu consumo aliado à prática de exercício físico auxilia na redução do triglicérides, ganho de força muscular, ganho de massa magra e na redução da massa gorda. O aumento da força muscular é maior quando o chá verde é consumido anterior à prática dos exercícios propostos”.

É bom ressaltar que este não é o único estudo relatando uma melhora no metabolismo ou perda de peso/gordura promovida pelo consumo de chá verde. Há outros estudos indicando o mesmo efeito. Citarei mais alguns.

Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition descobriu que o extrato de chá verde aumentou significativamente o gasto de energia (uma medida do metabolismo) em adultos, além de aumentar a queima de gordura. Quando os homens fizeram a suplementação com chá verde, três vezes ao dia, o gasto energético de 24 horas aumentou em 4%! Os homens suplementados com o chá verde tiveram uma queima de 79 calorias por dia a mais que os homens que não realizaram a suplementação. O aumento do gasto de energia veio de queima de gordura (Am J Clin Nutr. 1999 Dec;70(6):1040-5.).

E mais outro estudo, o uso de chá verde em adutos moderadamente obesos, após 3 meses, resultou em uma redução de 4,5% no peso corporal e diminuição de 4,5% na circunferência da cintura (Phytomedicine. 2002 Jan;9(1):3-8).

O médico Dr. Mark Hyman, autor do livro ‘Ultrametabolism’, informa que “o chá verde é termogênico e pode ajudar a acelerar o metabolismo e promover o emagrecimento”.

Todavia, vale ressaltar, que a dose do chá verde deve ser indicada na forma correta e individualizada. Há momentos adequados para sua ingestão e inserção no programa alimentar. Caso contrário, corre-se o risco de os efeitos não serem os melhores esperados, ou ainda, trazer efeitos indesejados. Em razão disso, faça esta suplementação com acompanhamento de um nutricionista ou médico, para que avalie, inclusive, a qualidade do produto a ser utilizado para esse fim.

Referências:

1. Cardoso, Gabrielle Aparecida. Efeito do consumo de chá verde aliado ou não ao treinamento de força sobre a composição corporal e taxa metabólica de repouso em mulheres com sobrepeso ou obesas (link: http://www.usp.br/agen/?p=71504)
2. Dulloo AG, Duret C, Rohrer D, et al. Efficacy of a green tea extract rich in catechin polyphenols and caffeine in increasing 24-h energy expenditure and fat oxidation in humans. Am J Clin Nutr. 1999 Dec;70(6):1040-5.
3. Chantre P, Lairon D. Recent findings of green tea extract AR25 (Exolise) and its activity for the treatment of obesity. Phytomedicine. 2002 Jan;9(1):3-8.
4. Ultrametabolism: The Simple Plan for Automatic Weight Loss. Mark Hyman. M.D.

O FLÚOR pode ser a causa de inúmeras doenças!

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Em 10/07/2013. By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

A ingestão de flúor pela água e por meio de cremes dentais tem sido considerada excessiva, e em muitos países, o flúor foi banido da água. Ex: Dinamarca, Suécia.

Até a década de 1970, o flúor era prescrito na Europa para reduzir a taxa de metabolismo basal em pacientes com hipertireoidismo. Um estudo clínico publicado neste período, relatou que doses de apenas 2 à 3 miligramas de flúor (dose que geralmente os americanos recebem naturalmente por dia) foram suficientes para reduzir a atividade da tireóide em pacientes com hipertireoidismo.

O flúor como um tratamento ‘anti-tireóide’ foi motivada por uma pesquisa já nos idos de 1800, ligando a ingestão de fluoreto ao bócio, um inchaço da glândula da tireóide resultado de uma condição de hipotireoidismo (Maumené E. 1854. Compt Rend Acad Sci 39:538.).

Com isso, o Conselho Nacional de Pesquisa nos EUA, analisando o flúor na água potável, recomendou o seguinte:

“Os efeitos de fluoreto em vários aspectos da função endócrina devem ser examinados, particularmente no que diz respeito a um papel possível no desenvolvimento de várias doenças ou estados mentais nos Estados Unidos.” – National Research Council. 2006. Fluoride in Drinking Water: A Scientific Review of EPA’s Standards. National Academies Press: Washington, DC.

É importante considerar que o Brasil segue os mesmos parâmetros que os EUA quanto à inserção de flúor na água potável.

Uma análise recente feito nos EUA, estima-se que o adulto americano consome cerca de 3mg de flúor diariamente, e alguns fazem ingestão diária de 6 mg ou mais (EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.).

Ainda mais preocupante, no entanto, são as doses de flúor em crianças. A ingestão de flúor superiores a 0.7mg por dia, coloca a criança em risco de disfunção endócrina. Estima-se que as crianças entre 1 a 3 anos consomem mais de 1,5mg de flúor por dia, ou mais de duas vezes a quantidade necessária para induzir a alteração da função da tireóide. Estas exposições crônicas podem ter efeitos profundos e ao longo da vida no desenvolvimento social, físico, sexual e intelectual global das crianças.

O iodo é necessário para o bom e correto funcionamento da tireóide. Como o corpo não produz iodo, ele deve ser obtido a partir da sua dieta. O iodo é absorvido pela tireóide, onde é incorporado nos hormônios tireoidianos T4 e T3. A deficiência de iodo é responsável por uma variedade de doenças, como hipotireoidismo, bócio, pertubações do desenvolvimento físico e mental. Estima-se que 2,2 bilhões de pessoas no mundo estão com deficiência de iodo.

A título de comparação, o consumo médio diário japonês de iodo varia de 5.280 à 13.800 mcg de iodo, sem efeitos nocivos e uma série de beneficios (J Clin Endocrinol Metab. 1967 May;27(5):638-47.). Na ilha de Okinawa [Japão] onde há muitas pessoas com mais de 100 anos, tem sido relatado que ingerem, através da sua dieta, altas doses de iodo por meio de algas [aprox. 80mg de iodo por dia]. Enquanto isso, a recomendação no Brasil é de que se ingira, TÃO SOMENTE, 150mcg de iodo diariamente. Recomenda-se baixa ingestão diária de iodo (150mcg), e promove-se alta ingestão diária de flúor (3mg). Por todas as evidências científicas, não deveria ser o inverso? Por que desconsideram os benefícios de uma boa ingestão de iodo e os malefícios da alta da ingestão de flúor pela população? Quem está ganhando em gerar tantas doenças na população em geral? É algo para se pensar!

Considerando que as doses de 2mg de flúor chegaram a ser utilizadas para tratar uma tireóide com grande atividade (hipertireoidismo) é evidente que a ingestão diária desta mesma dose gerará ou facilitará o quadro geral de hipotireoidismo em pessoas saudáveis. O tema é muito preocupante, pois há ligação entre o hipotireoidismo em mulheres grávidas e a redução de QI em crianças, e ainda, como contribuição para o desenvolvimento de autismo² ³.

Em razão disso, alerto pela necessidade de se evitar a ingestão de flúor seja por meio da água, seja por meio de creme dental. Há filtros capazes de remover o flúor, cloro, bactérias e metais pesados da água. Além disso, há ótimos cremes dentais sem o flúor, e que podem ser utilizados com segurança. Converse com o dentista de sua confiança a respeito, e solicite a ele uma indicação de um creme dental sem flúor.

O Dr. Carlos Braghini Júnior, médico e autor do livro “Ecologia Celular”, sugere o creme dental sem flúor com leite de magnésia da marca PHILIPS, veja: http://www.ecologiacelular.com.br/content/quero_um_creme_dental_sem_fluor

Outra sugestão é o Creme Dental da marca ‘Forever Living’ a base de Aloe Vera, a qual apresenta, inclusive, estudo científico comprovando a eficácia (General Dentistry, May/June 2009, Pg. 238-241), veja: http://aloeverabr.wordpress.com/2009/12/15/estudo-cientifico-com-creme-dental-de-aloe-vera/

Para mais informações, assista o video abaixo, do médico PhD cardiologista e nutrólogo, Dr. Lair Ribeiro alertando sobre o uso do flúor:

Referências:

1. Maumené E. 1854. Compt Rend Acad Sci 39:538.
2. Connett P, Beck J, Micklem HS. 2010. The Case Against Fluoride. How Hazardous Waste Ended Up in Our Drinking Water and the Bad Science and Powerful Politics That Keep It There. Chelsea Green Publishing: White River Junction, VT. 372 Pp. / Ding Y, Gao Y, Sun H, et al. 2011. The relationships between low levels of urine fluoride on children’s intelligence, dental fluorosis in endemic fluorosis areas in Hulunbuir, Inner Mongolia, China. J Hazard Mater. Feb 28;186(2-3):1942-6. / Xiang Q, Liang Y, Chen B, et al. 2010. Serum fluoride level and children’s Intelligence Quotient in two villages in China. Env Health Persp (Online 17 Dec 2010). doi:10.1289/ehp.1003171.
3. Lin FF, Aihaiti HX, Zhao J, et al. 1991. The relationship of a low-iodine and high-fluoride environment to subclinical cretinism in Xinjiang. IDD Newsletter 7(3):24-25.
4. EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.
5. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/08/13/fluoride-and-thyroid-dysfunction.aspx
6. Galletti P, Joyet G. Effect of Fluorine on Thyroidal Iodine Metabolism in Hyperthyroidism. Journal of Clinical Endocrinology.
7. http://www.lef.org//magazine/mag2006/apr2006_report_oral_02.htm
8. National Research Council. 2006. Fluoride in Drinking Water: A Scientific Review of EPA’s Standards. National Academies Press: Washington, DC.

Uso de medicamentos para dormir aumenta os riscos de morte em cinco vezes

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

Pessoas que fazem uso constante de medicamentos para dormir apresentam mais do que cinco vezes o risco de morte se comparados aos que não utilizam medicamentos. É o que diz a pesquisa publicada no British Medical Journal (BMJ).

Isso não é só.

Verificou-se que os riscos para a saúde aumentam em vários sentidos, não importando a quantidade de pílulas ingeridas. Quatro pílulas em um ano é uma dose suficiente para aumentar em três vezes o risco de morte. Dezoito pílulas por ano quadruplicará esse risco.

E qual a solução para quem sofre de insônia?

A insônia pode ter uma causa multifatorial, algo que pode ser realmente tratado se conhecida a causa. Adotar hábitos saudáveis de vida é o primeiro passo para tratar de distúrbios de sono (ex: atividades físicas regulares e boa ingestão de água). Além disso, de maneira geral, os seguintes suplementos apresentam uma eficácia cientifica comprovada na indução de um sono natural, gerando, assim saúde:

1. MELATONINA (substância produzida na glândula pineal durante a noite) pode auxiliar na produção de um sono saudável, independentemente da causa da insônia. Uma revisão de 15 estudos do sono em adultos saudáveis, cientistas verificaram que a administração de melatonina reduziu significativamente a latência do sono (quantidade de tempo necessário para adormecer) enquanto aumentou a eficiência do sono (porcentagem de tempo gasto na cama dormindo) e aumento da duração total do sono.

2. TRIPTOFANO: Diversos estudos relatam uma melhoria na qualidade do sono após suplementação com triptofano(J Psychiatr Res. 1982;17(2):107-13; Psychopharmacology (Berl). 1983;80(2):138-42). Mesmo utilizando baixas doses de triptafano, comprovou-se que sua suplementação aumentou a qualidade do sono por alongar a quantidade de tempo gasto em fase mais profunda do sono (J Nerv Ment Dis. 1979 Aug;167(8):497-9).

3. MAGNÉSIO: muito dos casos de insônia ocorre em casos de grande ansiedade. Um dos principais minerais que pode auxiliar significativamente no Transtorno de Ansiedade Generalizada é o MAGNÉSIO (Curr Med Res Opin. 2004 Jan;20(1):63-71).

4. VALERIANA: Além do magnésio, o fitoterápico VALERIANA (Valeriana officiaonalis), na forma de extrato, tem sido utilizado com muita eficácia na redução de ansiedade. Em estudos clínicos recentes, tem sido demonstrado que uma certa dose diária de extratos de raiz de valeriana é tão eficaz como o medicamento Diazepam na redução da ansiedade (Phytother Res, 2002; 16(7): 650–54; Phytomedicine, 2006; 13(6): 383–87; Nepal Med Coll J, 2007; 9(1): 36–39; Phytother Res, 2006; 20(2): 96–102). O extrato de valeriana utilizado junto com Melissa officinalis (outra erva que combate a ansiedade) suprimiu de forma significativa a ansiedade em seres humanos.

Referências:
1. Sleep May 1, 2010; 33(5): 585-92
2. Treating insomnia: use of drugs is rising despite evidence of harm and little meaningful benefit. BMJ 2004; 329:1198-1199. – See more at: http://www.drrondo.com/tomando-remedios-para-dormir-voce-esta-fazendo-isso-errado#sthash.AKJBQb4k.dpuf
3. The Treatment of Sleep Disorders with Melatonin”. Developmental Medicine and Child Neurology, 1994; 36:97-107. –
4. Brzezinski A, Vangel MG, Wurtman RJ, et al. Effects of exogenous melatonin on sleep: a meta-analysis. Sleep Med Rev. 2005 Feb;9(1):41-50.
5. Andreatini R, Sartori VA, Seabra ML, Leite JR: sEffect of valepotriates (valerian extract) in generalized anxiety disorder: a randomized placebo- controlled pilot study. Phytother Res, 2002; 16(7): 650–54
6. Muller SF, Klement S: A combination of valerian and lemon balm is effective in the treatment of restlessness and dyssomnia in children. Phytomedicine, 2006; 13(6): 383–87
7. Kennedy DO, Little W, Haskell CF, Scholey AB: Anxiolytic effects of a combination of Melissa officinalis and Valeriana offi cinalis during laboratory induced stress. Phytother Res, 2006; 20(2): 96–102
8. Bhattacharyya D, Jana U, Debnath PK, Sur TK: Initial exploratory observational pharmacology of Valeriana wallichii on stress management: a clinical report. Nepal Med Coll J, 2007; 9(1): 36–39
9. http://www.drrondo.com/tomando-remedios-para-dormir-voce-esta-fazendo-isso-errado

Não consegue ENGRAVIDAR? HIPOTIREOIDISMO pode ser a principal causa!

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Um estudo indica que o hipotireoidismo (baixa/deficiência na produção dos hormônios pela tireóide) nas mulheres está associado com irregularidades menstruais e infertilidade. O tratamento nutricional adequado pode regularizar o ciclo menstrual e melhorar a fertilidade.

Como detectar o hipotireoidismo?

O hipotireoidismo pode ser detectado medindo a temperatura basal imediatamente ao acordar pela manhã. A temperatura normal fica entre 36.5° à 36.8° Celsius. A temperatura constantemente abaixo dos 36.5° medida imediatamente ao acordar pela manhã, por 5 dias consecutivos, é indicativa de hipotiroidismo. O termômetro seguro para essa medição é o termômetro basal de mercúrio.

Esse teste deve ser avaliado juntamente com o exame de sangue, que verifique os níveis de TSH, T4 e T3.

Quanto maior o TSH, mais descompensada é a sua tireoide. Muitos médicos só iniciam o tratamento quando o TSH está acima de 4,5 mUI/L. Todavia, de acordo com os estudos mais atuais, o TSH deve estar abaixo de 2.0 mUI/L como referência segura de uma tireóide saudável.

O tratamento nutricional apresenta um resultado eficaz na melhoria das funções da tireóide, por meio da inclusão na alimentação de seus elementos essenciais de funcionamento, dentre eles, doses corretas de iodo, selênio, vitamina C, zinco, L-tirosina, e o conhecido óleo de coco. Há relatos que o óleo de coco pode aumentar em até 20% a atividade natural da tireóide (Assista essa palestra do médico Dr. Wilson Rondó: http://www.youtube.com/watch?v=Xbv0huucWMQ).

Além disso, é importante registrar que o suplemento 7-KETO (metabólico do DHEA) aumenta a produção dos hormônios da tireóide, auxiliando de forma significativa pacientes com hipotireoidismo (Physiol Res. 2006;55(1):49-54. Epub 2005 Apr 26; Curr Therap Res. 2000;61(7):435-42.)

Agende sua consulta!

Referências:
1. Joshi JV, Bhandarkar SD, Chadha M, et al. Menstrual irregularities and lactation failure may precede thyroid dysfunction or goitre. J Postgrad Med. 1993 Jul-Sep;39(3):137-41.
2. Poppe K, Velkeniers B, Glinoer D. Thyroid disease and female reproduction. Clin Endocrinol (Oxf). 2007 Mar;66(3):309-21.
3. Benvenga S, Ruggeri RM, Russo A, Lapa D, Campenni A, Trimarchi F. Usefulness of L-carnitine, a naturally occurring peripheral antagonist of thyroid hormone action, in iatrogenic hyperthyroidism: a randomized, double-blind, placebo-controlled clinical trial. J Clin Endocrinol Metab. 2001 Aug;86(8):3579-94.
4. Sehnert KW, Croft AC. Basal metabolic temperature vs. laboratory assessment in “posttraumatic hypothyroidism”. J Manipulative Physiol Ther. 1996 Jan;19(1):6-12.
5. Pollock MA, Sturrock A et al. Thyroxine treatment in patients with symptoms of hypothyroidism but thyroid function tests within the reference range: Randomised double blind placebo controlled crossover trial. BMJ. 2001 Oct 20;323(7318):891–5.
6. Vanderpump MP, Tunbridge WM et al. The incidence of thyroid disorders in the community: A twenty-year follow-up of the Whickham Survey. Clin Endocrinol (Oxf). 1995 Jul;43(1):55–68
7. Hak AE, Pols HA et al. Subclinical hypothyroidism is an independent risk factor for atherosclerosis and myocardial infarction in elderly women: The Rotterdam Study. Ann Intern Med. 2000 Feb 15;132(4):270–8.

Geléia Real proporciona energia, vitalidade e melhora a saúde geral do corpo

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. F: (35) 3531-8423.

A geléia real nutre a abelha rainha dando-lhe uma grande vitalidade, que permite não apenas pôr milhares de ovos diários, como também lhe proporciona longevidade 30 vezes superior à das abelhas comuns que não se alimentam com este néctar.

A geléia real é uma substancia semi-ácida, esbranquiçada, que é produzia pelas abelhas operárias através de glândulas que se encontram na faringe.

Descobriu-se que a geléia real possui grandes quantidades de acetilcolina. Esta substancia é uma das principais transmissoras dos impulsos nervosos. A ausência desse neuroquímico traz como consequência muitas desordens de origem nervosa.

A geléia real ficou popular há algum tempo atrás, em razão de uma matéria publicada na imprensa em que era relatado o rápido restabelecimento do Papa Pio XII, depois que o Dr. Ricardo Galieazzi lhe prescreveu a Geléia Real como produto fortalecedor e vitalizador. Este fato foi comentado no 2º Congresso Internacional de Biogenética.

A geléia real melhora o estado real do corpo, aumenta a capacidade intelectual e física, desenvolve o otimismo e o bom humor. Influencia favoravelmente casos de angina do peito, de úlcera, de arteriosclerose, anemia, e dos estados de depressão e astenia. É considerado um potente afrodisíaco. Reduz a taxa de colesterol no sangue, provocando um aumento temporal no metabolismo de 2,4 à 2,6%, o que pode ser um auxílio importante para quem necessita emagrecer.

Descobriu-se que a geléia real estimula as glândulas endócrinas, conforme relatado no artigo de Hadhany – “O chamado Hormônio das Abelhas, Ed. Disch. Medical Journal, 1955. Atua na erradicação da tosse espasmódica e da tuberculose, sobretudo em crianças. Influi satisfatoriamente na bronquite e enxaqueca, nos transtornos digestivos, na debilidade nervosa, nas doenças da bexiga, estômago, assim como no cansaço provado pelo mau funcionamento das glândulas endócrinas.

Citarei algumas das funções importantes da geléia real:

1. Ação antibiótica: foi comprovado um poder bactericida antibiótico, o qual exerce a sua ação sobre numerosas bactérias, especialmente bacilo de Koch, o estafilococo duradouro, a Escherichia coli e o bacilo de Eberth, responsáveis pelas infecções tão sérias como a tuberculose ou a furunculose (antraz). Investigações realizadas pelo Dr. Josef Vittek e Dr. Jaroslav K da Escola de Medicina de Brastislava concluíram que: “A geléia real tem uma forte ação antibacteriana e antiviral principalmente contra o Streptococcus, a Escherichia coli e o Staphylococcus”. (Studies on Royal Jelly, Antibiotic actions on Royal Jelly, japonese Soc. 1965 Part III).
2. Reconstituinte Geral: Foram comprovadas ações benéficas especialmente em pessoas com idade avançada, adultos com fadiga crônica, pessoas debilitadas, astênicas ou depressivas, sobre os quais exerce uma grande ação energizante e conseguem que retornem a vontade de viver e o bom humor. Nas crianças, como foi mostrando no congresso de Biologia de Bologna, em 1956, pequenas doses de geléia real produziram um aumento de peso nos bebês prematuros, melhorando também o desenvolvimento ósseo e intelectual. (O Avanço da Nutrição, Dr. Roger J. William, PhD, Bioquímico da Univerisade do Texas).
3. Aumento da fertilidade e diminuição da impotência: o Dr. Henry L. Hey, da França, descobriu que a Geléia Real tem o hormônio gonadotrófico que ativa e melhora as glândulas sexuais.
4. Artrite: Uma pesquisa realizada com 30 pacientes afetados de artrite ou de artrite reumatóide teve como resultado uma melhora espetacular em 14 deles e aqueles que padeciam de artrose tiveram um alivio muito duradouro dos seus sintomas.

Agende sua consulta e fortaleça sua saúde por meio da nutrição funcional!

Referências:
1. Geléia Real – Tesouro da Natureza e a Saúde, por Eduardo Martinez Rubio.
2. Charles H. Robson – libro y vídeo “Miracle form the Hive (El Milagro la Colmena)
3. Revista Jelea Real – Pólen y Própolis (Edisan S.A) Edicion Espanola
4. Joe M. Parkhill – Wonderful Word of Bee Pollen
5. Charles H Robson – Siete secretos de la colmena para la Salud, 1988, 1991 Estudios de los efectos Del própolis, La Miel, el Pólen, La Jalea Real, Ia Cra, y lãs larvas.
6. Aleksandrova LV. The Action of Royal Gelly on Microbes, Pchelovodstva.
7. Brown, W.H, Some new components of Royal Jelly, Canada Journal of Chemistry 1971.
8. Cho, Y.T. Studies on Royal Jelly and abnormal cholesterol and triglycerides American Bee Journal, 1977.
9. Fateeva, E. M. “Application of Royal Jally in chronic nutritional disorders in Childreen” Pchelovodstva.
10. Galan, M. F., Royal Jelly as auxiliary medication in the treatment of degenerative types of rheumatism” Med. Esp.
11. Gautrelet M., Summary of Research on the antibiotic properties of Royal Jelly’ XVII International Beekeeper Congress, 1958.
12. Hadhanyi, A.L., The so-called Bee-Hormone Disch Medical Journal, 1955.
13. Lizuka, H. Studies on Royal Jelly, Part III, Antibiotics actions of Royal Jelly, J. Japanese Soc, Pd Nutr. 1964.
14. Kadysecva, N.M Aplications of a Royal Jelly preparation in various clinical forms of Atherosclerosis” Pschelovodstva, 1962.
15. Journal of Agriculture and Food Chemistry, dated February 24, 2011.
16. J Nutr Sci Vitaminol (Tokyo). 2007 Aug;53(4):345-8.