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O uso de ALOE durante a quimioterapia potencializa em 44% o tratamento do câncer

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3558-1919.

A quimioterapia, apesar de seus efeitos colaterais sérios, continua sendo um dos tratamentos de apoio para as pessoas diagnosticadas com câncer. Uma nova pesquisa está se concentrando em maneiras de melhorar a eficácia e diminuir a toxidade da quimioterapia através de meios biológicos. A Aloe possui vários mecanismos anticancerígenos. A Aloe contém compostos que estimulam o sistema imunitário, o controle do crescimento celular e replicação, e atuam como antioxidantes.

Cientistas italianos conduziram um estudo comparando o uso de aloe em combinação com quimioterapia contra o uso isolado de quimioterapia, em pacientes com câncer. Os pesquisadores recrutaram 240 participantes com tumores sólidos metastáticos, e dividiram em dois grupos, um grupo receberia tratamento de quimioterapia e aloe, e outro quimioterapia sem aloe. O grupo tratado com quimioterapia e aloe tiveram taxas significativamente mais altas de regressão do tumor e controle de doenças. Este grupo tratado com quimioterapia e aloe alcançou um aumento de 44% em resposta à terapia e 25% melhor no controle da doença, comparado ao grupo tratado sem aloe.(In Vivo. 2009 Jan-Feb;23(1):171-5).

Os efeitos anticâncer da família aloe se deve a 3 efeitos: imunoestimulante (acemanan, molécula semelhante a glucan), antioxidante e antiproliferativo (moléculas de antraquinonas e antracenicas).

Vale acrescentar que há 250 variedades conhecidas de Aloe. Os pesquisadores consideram a Aloe Arborescens entre a mais valiosa medicinalmente, por conter compostos ativos em uma concentração maior do que as outras variedades.

Todavia, a ALOE VERA (Barbadensis) possui mais de 70 ingredientes ativos, incluindo óleos essenciais, minerais, vitaminas, enzimas, glicoproteínas que oferecem grande poder antibiótico, adstringentes, redução da dor e cicatrizante. ( Mol Cell Biochem. 1998 Apr;181(1-2):71-6; Ceska Slov Farm. 2005 Jan;54(1):43-6; J Wound Care. 2004 Apr;13(4):157-8; Clin Hemorheol Microcirc. 2003;29(3-4):239-46). Não é por outra razão, que a ALOE VERA é utilizada medicinalmente há pelo menos 4.000 anos, e a primeira menção conhecida da Aloe Vera ocorre em uma tabuleta de argila suméria escrita a aproximadamente 2.200 anos Antes de Cristo, onde é listado como uma das “plantas de grande poder de cura”.

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Referências:
1. http://www.medicinabiomolecular.com.br/biblioteca/pdfs/Cancer/ca-0012.pdf
2. In Vivo. 2009 Jan-Feb;23(1):171-5
3. Chithra P, Sajithlal GB, Chandrakasan G. Influence of Aloe vera on collagen characteristics in healing dermal wounds in rats. Mol Cell Biochem. 1998 Apr;181(1-2):71-6.
4. Bezakova L, Oblozinsky M, Sykorova M, Paulikova I, Kostalova D. Antilipoxygenase activity and the trace elements content of Aloe vera in relation to the therapeutical effect. Ceska Slov Farm. 2005 Jan;54(1):43-6.
5. Avijgan M. Phytotherapy: an alternative treatment for non-healing ulcers. J Wound Care. 2004 Apr;13(4):157-8.
6. Duansak D, Somboonwong J, Patumraj S. Effects of Aloe vera on leukocyte adhesion and TNF-alpha and IL-6 levels in burn wounded rats. Clin Hemorheol Microcirc. 2003;29(3-4):239-46.


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