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Arquivo mensal: junho 2013

Está com flacidez no seios, braços, abdômen, nas pernas e glúteos? Leia este artigo.

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By Ed. Dr. Júlio Caleiro

Todos contra a velhice e a flacidez do glúteo, pernas, abdômen, seios e braços!

Quando somos jovens, nossos corpos fabricam amplas moléculas de ceramida para manter nossa pele saudável. Estas ceramidas são um importante componente da superfície de nossa pele. Elas protegem contra a perda de umidade para manter a pele jovem e macia.  Funcionalmente, as ceramidas apoia a matriz da pele, mantendo-a firme. No entanto, com a idade, diminui a produção de ceramida e a pele começa a ceder as rugas.
Os cientistas descobriram uma maneira de extrair ceramidas de grãos de trigo, para nutrir a estrutura de sua pele. A pesquisa mostrou que as ceramidas derivadas do trigo, inibiu as enzimas que destroem a elastina da pele, o que resultaria em perda de flexibilidade e maior enrugamento. Cinco ceramidas naturais proporcionam a manutenção contínua para a pele e permiti que ela mantenha a sua função de proteção saudável e umidade vital.

Este artigo irá examinar os dados laboratoriais sobre as ceramidas de trigo e derivados, afim de restaurar a estrutura da pele humana. Dados clínicos impressionantes mostram como a suplementação com estas ceramidas produz uma pele mais lisa, mais jovem livre da coceira e descamação, que é tão comum com a idade.

Ceramidas preservam a pele jovem!

O envelhecimento provoca uma perda de ceramidas encontrados naturalmente na pele. O resultado é o afinamento da camada exterior da pele que enfraquece as propriedades de retenção de umidade da pele como dito acima, a solução óbvia é a de substituir as ceramidas. Mas qual é a melhor maneira de fazer isso? Pesquisas de laboratório revela algumas melhorias para a função barreira da umidade da pele quando lipídios, incluindo ceramidas são aplicados diretamente sobre a pele. Por outro lado, estudos mostram que as ceramidas são muito promissoras, tomada como um suplemento alimentar, e pode melhorar significativamente os níveis de hidratação da pele e reduzindo o desconforto, o envelhecimento da pele seca. O suplemento oral agirá de dentro pra fora. Até 1997, as ceramidas para uso interno foram obtidas apenas a partir de fontes animais, principalmente de vacas. Pesquisadores descobriram uma série de ceramidas à base de plantas que estão disponíveis a partir de grãos como arroz, milho e trigo.
Um pouco mais de uma década atrás, uma empresa francesa decidiu explorar o potencial de ceramidas de trigo e derivados para uso como hidratante da pele que poderiam ser tomados por via oral. Isto permitiria que as ceramidas iriam atingir a camada exterior da pele de uma maneira singular, sendo emitido pela corrente sanguínea e empurrado suavemente para dentro da matriz extra celular, onde iria restaurar a função de barreira de umidade da pele saudável.

Essa mesma empresa passou a desenvolver o primeiro extrato ceramida rica de trigo. Eles usaram exclusivamente de grãos inteiros de trigo, não-geneticamente modificados como matéria-prima. O novo extrato de trigo contém óleos purificados, e foi testado para provar que não possui glúten ou outros componentes que provocam alergia.
O produto foi um sucesso instantâneo no Japão, onde, desde 1997 que tem sido usado em muitos “suplementos de nutrição estética e beleza” e populares e suplementos nutricionais. Vários estudos laboratoriais iniciais demonstraram que a forma de pó de extracto de trigo, o que é igualmente potente como a forma de óleo, pode hidratar e restaurar a estrutura juvenil na pele humana depois de ser submetida a ruptura da sua função de barreira protectora.  Além disso, este estudo revelou uma redução significativa na produção de radicais livres na pele, e mostraram que o extracto de trigo poderia inibir as enzimas elastase, que normalmente destruiriam a elastina e contribuindo para a perda de flexibilidade e de enrugamento da pele.

Ensaios clínicos em humanos

Estudos clínicos com o extrato de ceramida de trigo teve início em 2005, depois de um estudo piloto encorajador seis mulheres com pele muito seca recebeu um placebo diariamente, de uma forma em pó do extracto de trigo ceramida;. Tratamento continuou durante 3 meses. Houve uma melhoria significativa na hidratação da pele tal como avaliadas três maneiras, por uma máquina, por exame de uma dermatologista, e por próprios pontuações subjectivas dos pacientes. 6 Além disso, as mulheres no grupo de extrato de trigo, mas não no grupo com placebo, sofreu uma significativa redução de manchas secas, aspereza, e coceira. Estes efeitos são exatamente o que seria de esperar que as ceramidas fizeram o seu caminho através da corrente sanguínea para a pele.

Um segundo estudo, maior foi então realizado para avaliar o extrato de ceramida de trigo na forma de óleo.

Neste estudo, as mulheres com pele muito seca usou o extrato óleo de ceramida de trigo, ou um placebo diariamente, durante três num estudo randomizado, duplo-cego. Novamente uma série de diferentes medidas, foram utilizada para determinar o impacto do complemento. A Hidratação da pele foi medida objetivamente através de uma técnica chamada “corneometria.” Por esta medida, o suplemento (mas não o placebo) aumentou significativamente a hidratação da pele dos braços, pernas e, abdÔmen, seios e glúteos principalmente com um impacto  muito bom nos braços, onde a hidratação da pele tinha aumentado em mais de 35%, em comparação com menos de 1% no grupo de placebo. Os indivíduos também foram classificados em suas percepções de efeitos do tratamento (suplemento ou placebo). Em todos os pontos de medição no estudo, o extrato de trigo pontuou melhor nas seguintes medidas:. Aspereza, uniformidade da pele, hidratação da pele facial, hidratação melhor da  pele da perna glúteo e seios, maleabilidade, coceira, e estado geral da pele.

Sem efeitos adversos significativos ou efeitos colaterais foram relatados, e o suplemento mostrou ligeiramente superior ao placebo em termos de aceitabilidade.
Este estudo foi uma demonstração convincente do poder de um suplemento de ceramida de trigo  para melhorar muitas das características essenciais da função de barreira da pele, características que são normalmente perdidos ao envelhecimento e à exposição ambiental. Simplificando, as mulheres suplementadas com este produto experimentaram melhorias mensuráveis ​​em na beleza e firmeza da pele em geral.

O Que Você Precisa Saber

Não é qualquer produto a base de trigo que terá estes efeitos acima citados, precisa ser dosado corretamente nas proporções ideais para cada tipo de pele, idade, peso dentre outros fatores. O Dr. Júlio Caleiro aplica este composto em seu tratamento em nutrição FUNCIONAL ESTÉTICA, entre em contato pelo email abaixo, para maiores informações.

JULIOCALEIRO@HOTMAIL.COM

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Referências:

1. Saint Leger D, Francois AM, Leveque JL, Stoudemayer TJ, Grove GL, Kligman AM. Age-associated changes in stratum corneum lipids and their relation to dryness. Dermatologica. 1988;177(3): 159-64.

2. Rogers J, Harding C, Mayo A, Banks J, Rawlings A. Stratum corneum lipids: the effect of ageing and the seasons. Arch Dermatol Res. 1996 Nov;288(12):765-70.

3. Hashizume H. Skin aging and dry skin. J Dermatol. 2004 Aug;31(8):603-9.

4. Guillou S, Ghabri S, Jannot C, Gaillard E, Lamour I, Boisnic S. The moisturizing effect of a wheat extract food supplement on women’s skin: a randomized, double-blind placebo-controlled trial. Int J Cosmet Sci. 2011 Apr;33(2):138-43.

5. Boisnic S, Beranger JY, Branchet MC. Cutaneous Hydration Evaluation After a Vegetal Ceramide-Based Cream Application on Normal Human Skin Tissue Model Maintained Alive, Submitted to a Dehydration Model HITEX;2003.

6. Boisnic S. Clinical Evaluation of a Hydrating Food Supplement: Double blind randomized study versus placebo: HITEX;2005.

7. Yilmaz E, Borchert HH. Effect of lipid-containing, positively charged nanoemulsions on skin hydration, elasticity and erythema—an in vivo study. Int J Pharm. 2006 Jan 13;307(2):232-8.

8. Whitaker DK, Cilliers J, de Beer C. Evening primrose oil (Epogam) in the treatment of chronic hand dermatitis: disappointing therapeutic results. Dermatology. 1996;193(2):115-20.

9. Available at: http://medical-dictionary.thefreedictionary.com/stratum+corneum. Accessed October 18, 2012.

10. Bouwstra JA, Ponec M. The skin barrier in healthy and diseased state. Biochim Biophys Acta. 2006 Dec;1758(12):2080-95. Epub 2006 Jul 11.

11. Weinstein GD, McCullough JL, Ross P. Cell proliferation in normal epidermis. J Invest Dermatol. 1984 Jun;82(6):623-8.

12. Nilsson A, Duan RD. Absorption and lipoprotein transport of sphingomyelin. J Lipid Res. 2006 Jan;47(1):154-71.

13. Grove GL, Kligman AM. Age-associated changes in human epidermal cell renewal. J Gerontol. 1983 Mar;38(2):137-42.

14. Barco D, Gimenez-Arnau A. Xerosis: a dysfunction of the epidermal barrier. Actas Dermosifiliogr. 2008 Nov;99(9):671-82.

15. Mastaloudis A, Wood SM. Age-related changes in cellular protection, purification, and inflammation-related gene expression: role of dietary phytonutrients. Ann N Y Acad Sci. 2012 Jul;1259: 112-20.

16. Robert L, Jacob MP, Frances C, Godeau G, Hornebeck W. Interaction between elastin and elastases and its role in the aging of the arterial wall, skin and other connective tissues. A review. Mech Ageing Dev. 1984 Dec;28(2-3):155-66.

17. Scharffetter-Kochanek K, Brenneisen P, Wenk J, et al. Photoaging of the skin from phenotype to mechanisms. Exp Gerontol. 2000 May;35(3):307-16.

18. Pillai S, Oresajo C, Hayward J. Ultraviolet radiation and skin aging: roles of reactive oxygen species, inflammation and protease activation, and strategies for prevention of inflammation-induced matrix degradation – a review. Int J Cosmet Sci. 2005 Feb;27(1):17-34.

19. Liebel F, Kaur S, Ruvolo E, Kollias N, Southall MD. Irradiation of skin with visible light induces reactive oxygen species and matrix-degrading enzymes. J Invest Dermatol. 2012 Jul;132(7): 1901-7.

20. Sela BA. Dermatological manifestations of smoking. Harefuah. 2002 Aug;141(8):736-40, 60.

21. Imokawa G. Recent advances in characterizing biological mechanisms underlying UV-induced wrinkles: a pivotal role of fibrobrast-derived elastase. Arch Dermatol Res. 2008 Apr;300 Suppl 1:S7-20.

22. Imokawa G. Mechanism of UVB-induced wrinkling of the skin: paracrine cytokine linkage between keratinocytes and fibroblasts leading to the stimulation of elastase. J Investig Dermatol Symp Proc. 2009 Aug;14(1):36-43.
By Emily Perdue
 

O uso de ALOE durante a quimioterapia potencializa em 44% o tratamento do câncer

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

A quimioterapia, apesar de seus efeitos colaterais sérios, continua sendo um dos tratamentos de apoio para as pessoas diagnosticadas com câncer. Uma nova pesquisa está se concentrando em maneiras de melhorar a eficácia e diminuir a toxidade da quimioterapia através de meios biológicos. A Aloe possui vários mecanismos anticancerígenos. A Aloe contém compostos que estimulam o sistema imunitário, o controle do crescimento celular e replicação, e atuam como antioxidantes.

Cientistas italianos conduziram um estudo comparando o uso de aloe em combinação com quimioterapia contra o uso isolado de quimioterapia, em pacientes com câncer. Os pesquisadores recrutaram 240 participantes com tumores sólidos metastáticos, e dividiram em dois grupos, um grupo receberia tratamento de quimioterapia e aloe, e outro quimioterapia sem aloe. O grupo tratado com quimioterapia e aloe tiveram taxas significativamente mais altas de regressão do tumor e controle de doenças. Este grupo tratado com quimioterapia e aloe alcançou um aumento de 44% em resposta à terapia e 25% melhor no controle da doença, comparado ao grupo tratado sem aloe.(In Vivo. 2009 Jan-Feb;23(1):171-5).

Os efeitos anticâncer da família aloe se deve a 3 efeitos: imunoestimulante (acemanan, molécula semelhante a glucan), antioxidante e antiproliferativo (moléculas de antraquinonas e antracenicas).

Vale acrescentar que há 250 variedades conhecidas de Aloe. Os pesquisadores consideram a Aloe Arborescens entre a mais valiosa medicinalmente, por conter compostos ativos em uma concentração maior do que as outras variedades.

Todavia, a ALOE VERA (Barbadensis) possui mais de 70 ingredientes ativos, incluindo óleos essenciais, minerais, vitaminas, enzimas, glicoproteínas que oferecem grande poder antibiótico, adstringentes, redução da dor e cicatrizante. ( Mol Cell Biochem. 1998 Apr;181(1-2):71-6; Ceska Slov Farm. 2005 Jan;54(1):43-6; J Wound Care. 2004 Apr;13(4):157-8; Clin Hemorheol Microcirc. 2003;29(3-4):239-46). Não é por outra razão, que a ALOE VERA é utilizada medicinalmente há pelo menos 4.000 anos, e a primeira menção conhecida da Aloe Vera ocorre em uma tabuleta de argila suméria escrita a aproximadamente 2.200 anos Antes de Cristo, onde é listado como uma das “plantas de grande poder de cura”.

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Referências:
1. http://www.medicinabiomolecular.com.br/biblioteca/pdfs/Cancer/ca-0012.pdf
2. In Vivo. 2009 Jan-Feb;23(1):171-5
3. Chithra P, Sajithlal GB, Chandrakasan G. Influence of Aloe vera on collagen characteristics in healing dermal wounds in rats. Mol Cell Biochem. 1998 Apr;181(1-2):71-6.
4. Bezakova L, Oblozinsky M, Sykorova M, Paulikova I, Kostalova D. Antilipoxygenase activity and the trace elements content of Aloe vera in relation to the therapeutical effect. Ceska Slov Farm. 2005 Jan;54(1):43-6.
5. Avijgan M. Phytotherapy: an alternative treatment for non-healing ulcers. J Wound Care. 2004 Apr;13(4):157-8.
6. Duansak D, Somboonwong J, Patumraj S. Effects of Aloe vera on leukocyte adhesion and TNF-alpha and IL-6 levels in burn wounded rats. Clin Hemorheol Microcirc. 2003;29(3-4):239-46.

Vacina da Pólio que causou Poliomielite e câncer – Existe outra forma de combate de forma eficaz e natural?

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By Ed. Dr. Júlio Caleiro -Traduzido do site J.MERCOLA.

Poliomielite, uma doença contagiosa causada por um vírus intestinal, que pode causar dificuldades em respirar; a paralisia  acontece porque o vírus ataca e mata as células nervosas motoras que controlam os músculos. Ele também pode causar a morte em sua forma mais grave. No entanto, o que muitas vezes não é compartilhado é que na maioria dos casos, a poliomielite é uma doença leve, causando sintomas semelhantes aos da gripe que desaparecem em dois a 10 dias. Muitas vezes, a poliomielite pode ocorrer sem apresentar sintomas.
A grande maioria das pessoas que estão infectadas com o vírus da poliomielite não ficarão doentes, e nunca ficarão cientes de terem sido infectados com a pólio.

Vacina da poliomielite causa poliomielite

Outro fato que pode surpreendê-lo é que a vacina em si é a fonte dos casos mais recentes da doença. Ao mesmo tempo que as autoridades mundiais de saúde estão declarando, uma vitória sobre a pólio na Índia, ao mesmo tempo está havendo uma reunião mundial na Suíça, sobre o problema da poliomielite causada pela “vacina”.
O problema é que enquanto a vacina oral freia a forma selvagem da poliomielite, o vírus selvagem está sendo substituído pelo vírus da poliomielite derivado da vacina (VDPV), que causa paralisia flácida aguda. (Autoridades de saúde não costumam chamar de poliomielite, porque não é a forma “selvagem”.) O encontro internacional, organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em colaboração com os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e do Ministério japonês da Saúde, foi realizada em 30 de junho a 01 de maio de 2012, em Genebra, na Suíça.

Enquanto a maioria das nações ricas agora contam com vacina de poliovírus inativado (IPV), muitos países do terceiro mundo ainda usam uma vacina oral (Brasil) contra a poliomielite podendo contrair o vírus selvagem, pois é mais barato e mais simples de administrar. No entanto, a vacina oral contra a poliomielite é feita a partir de um vírus da poliomielite vivo, o que acarreta um risco de causar a poliomielite como relatado em alguns artigos, onde a vacina da poliomielite causou a doença. O vírus da vacina também pode se transformar em uma versão mais mortal, acendendo novos surtos. A análise genética mostrou que tais vírus mutantes causaram pelo menos sete focos distintos na Nigéria. Surtos de pólio no Haiti e na República Dominicana, em 2002, também foi atribuída a uma cepa da vacina oral contra a poliomielite (OPV), que transformou de volta à virulência.

De acordo com um artigo de 2010, no New England Journal of Medicine, os surtos de poliovírus derivado da vacina (VDPVs) têm ocorrido a um ritmo de uma ou duas vezes por ano, desde o ano de 2000. Segundo, John F. Modlin, M.D.

De acordo com um relatório de 2004 por ‘Neil Z. Miller’ no dia Mundial de Vacinas’, o vírus da poliomielite vivo da vacina pode permanecer em sua garganta por uma a duas semanas, e em suas fezes por até dois meses. Assim, não só é o receptor da vacina em risco, mas que ele ou ela pode potencialmente, ativar a propagação da doença enquanto o vírus permanece nas fezes.

Câncer e vacina contra a poliomielite

Você pode ser um Brasileiro que recebeu doses da vacina em 1950 e 60. Mas muitos acabaram sendo informados, 40 anos depois, que muitos desses disparos experimentais de pólio foram contaminados com um vírus de macaco, vírus símio 40 (SV40), que causa câncer em animais de laboratório e tem sido associada ao câncer de cérebro , osso, pulmão e câncer linfático em crianças e adultos.
Eles não disseram toda a verdade sobre os riscos da vacina da pólio, e os fabricantes de vacinas e autoridades de saúde ainda estão a ignorar quando se trata de riscos da vacina. Muitos fazem afirmações dizendo que “as vacinas são seguras”, quando na verdade tal afirmação simplesmente não pode ser feito sem deturpar os fatos.
A verdade é que as vacinas não são seguras para todos,e claramente não funciona para todos. E mesmo quando elas não funcionam, você muitas vezes acabam com os vírus mais virulento e resistente do que antes.
Em 2002, a revista ‘Lancet’ mostrou evidências convincentes de que a vacina contra a poliomielite foram contaminadas e foi responsável por cerca da metade dos 55 mil casos de linfoma não-Hodgkin que estavam ocorrendo a cada ano.
O quebra-cabeça começou em 1994, quando o ‘Dr. Michele Carbone’, um pesquisador da Universidade de Loyola, descobriu o vírus SV40, que nunca antes tinha sido detectado em seres humanos, e a metade dos tumores de pulmão humano que ele estava estudando. Desde então, os estudos de laboratório de 60 tipos diferentes confirmaram os resultados, e SV40 foi encontrado numa variedade de cânceres humanos. A princípio ninguém conseguia entender como o vírus foi transmitido para a população humana, mas de acordo com o desenvolvedor do programa de vacina da Merck, o falecido Dr. Maurice Hilleman, diz que a causa foi o vírus de fato, e que desencadeou através da vacina contra a poliomielite.

Segundo os autores do ‘vírus e Vaccineix’, cientistas e funcionários do governo viraram a cabeça para estudos repetidos e mostram que a vacina contra a poliomielite foi contaminada com SV40, e até hoje algumas agências conhecidas continuam a ignorar os resultados do estudo. Isso é desconcertante, como o vírus ainda foi detectado em crianças muito jovens que receberam a vacina contaminada administrado nos anos 50 e 60. Há suspeitas de que o vírus do macaco pode ter sido colocado acidentalmente ou intencionalmente na vacina contra a poliomielite,  como em 1999 e 2002 e talvez dias atuais. É por causa de riscos como este que Barbara Loe Fisher, fundador do National Vaccine Information Center (NVIC), disse:

“Com a crescente evidência de que a transferência entre espécies de vírus pode ocorrer, os Estados Unidos não devem mais estar usando tecidos animais para produzir vacinas.” .

Como evitar naturalmente o risco de contrair pólio?
Sabia que você pode reduzir o risco de contrair a pólio simplesmente cortando o excesso de açúcar? A evidência sugere que uma dieta rica em açúcar refinado (bem como outras formas de frutose) aumenta o risco de contrair a poliomielite e é discutido no livro ‘Dieta Evita Polio’, escrito por Benjamin P. Sandler, MD. O livro foi publicado em 1951, em meio a epidemia de poliomielite. Nele, ele escreve:
“Ponderei que o vírus da pólio foi capaz de ultrapassar as barreiras de tecido, atingir o cérebro e a medula espinhal, invadir as células nervosas, causando danos, destrui-los e causar paralisia. É fundamentado que, que se o açúcar no sangue estiver abaixo de 80 mg/dl a poliomielite pode se desenvolver.
… Um método experimental para provar que a baixa de açúcar no sangue é um fator de susceptibilidade a poliomielite foi prontamente disponíveis em 1938, o único animal de laboratório que pode contrair a poliomielite por inoculação experimental foi o macaco. Todos os outros animais de laboratório foram totalmente resistentes ao vírus da poliomielite. O coelho é um desses animais resistentes quando o açúcar no sangue fica acima de 80mg/dl.

Por conseguinte, concluiu-se que a susceptibilidade do macaco para o vírus da pólio, deveu-se ao fato de o seu açúcar no sangue caiu para valores abaixo do normal 80mg, e que a resistência do coelho pode ser relacionado com o fato de o açúcar do sangue não ter ficado abaixo de 100 mg , e que a esta concentração de oxidação celular de glicose no sistema nervoso e outros órgãos, seriam mantidos a um nível tal, que permita às células para se protegerem contra a invasão pelo vírus. Os fisiologistas afirmam que o nível de açúcar no sangue normal de 80 mg é válido para todos os mamíferos, menos que isso aumenta a susceptibilidade para a Pólio.
Continuando a pesquisar, o passo seguinte foi diminuir o açúcar no sangue do coelho aos valores sub normais com injeções de insulina para ver como reagiria, e depois disso inocular o coelho com o vírus da poliomielite. Isto foi feito e verificou-se que os coelhos foram infectados e desenvolveram a doença. Os detalhes desses experimentos foram publicados no ‘American Journal of Pathology’, em janeiro de 1941 “.
De acordo com outro estudo, uma substância produzida durante o processo de refinação de açúcar, tal como ‘deoxysugars’, podem ser responsáveis para a poliomielite. Em geral, faz todo o sentido que o consumo elevado de açúcar / frutose pode aumentar o risco de poliomielite, uma vez que assim como outras infecções, só tendem a causar complicações quando seu sistema imunológico está enfraquecido, o que pode facilmente acontecer por má nutrição (alto teor de frutose), estresse e falta de sono e baixos níveis de vitamina D.
Assim, a vacina da poliomielite não é a única, nem a solução final para prevenir esta doença. A manutenção de um sistema imunológico forte pela VITAMINA D3 e o bom funcionamento será sempre a sua primeira linha de defesa, pois isso irá reduzir o risco de qualquer número de doenças, incluindo a poliomielite.
Exorto-vos a fazer sua lição de casa antes de submeter seus filhos a qualquer vacina. O Centro Nacional de Informações de Vacinas (NVIC) é uma fonte de alto nível que fornece informações bem-referenciada sobre vacinas e doenças infecciosas. Para uma lista completa de cuidados para crianças, adolescentes e adultos, leia os produtos dos fabricantes e obtenha mais informações sobre como reconhecer uma reação vacinal em – http://www.NVIC.org

Referências:

References:


Mercola- PHD

Vacina da Gripe pode dar resultados positivos para HIV, além de apresentar sintomas irreversíveis em algumas pessoas!

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São Sebastião do Paraíso MG  – Publicado em 23 de Junho de 2013.

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By Dr. Júlio Caleiro
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Mais um alerta sobre a Vacina “contra” o H1N1, a vacina pode dar resultados positivos para HIV além de vários sintomas irreversíveis, como apresentado no vídeo abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=BRcZZROphLM
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Referências:

Bild.com August 21, 2009
Reuters August 22, 2009
Socio-Economics History Blog July 15, 2009V

Vitamina D alivia cólicas menstruais

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

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Um estudo publicado no “Archives of Internal Medicine” relatou os resultados de um estudo de mulheres com dismenorreia primária, e verificaram que uma única dose ALTA de vitamina D3, por via oral, reduziu a dor durante um período de 2 meses (Arch Intern Med. 2012 Feb 27;172(4):366-7).

Pesquisadores italianos inscreveram 40 mulheres que relataram pelo menos quatro períodos dolorosos ao longo dos últimos seis meses e que tinham deficiência de vitamina D. Vinte participantes ingeriram uma única alta dose de vitamina D3 cinco dias antes do início do ciclo menstrual, enquanto o restante recebeu um placebo.

Verificaram que as mulheres que receberam a vitamina D3 relataram uma redução da dor ao longo de dois meses, em comparação com o grupo placebo. No grupo placebo, 40% das mulheres necessitaram ingerir medicamentos para dor pelo menos uma vez no decorrer da pesquisa, enquanto que nenhuma participante do grupo da vitamina D relatou necessidade no uso de medicamentos para dor.

Considerando que as doses são elevadas e os fins são terapêuticos, o acompanhamento médico ou de um nutricionista, é indispensável para haja resultados eficazes e seguros à saúde.

Agende sua consulta e fortaleça sua saúde pelos princípios da nutrição funcional!

Referências:
1. Arch Intern Med. 2012 Feb 27;172(4):366-7.
2. lifeextension.com

Vitamina D pode auxiliar pacientes com disidrose

DISIDROSE PLANTA E PALMA

By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423

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Disidrose também conhecida como eczema vesicular, é uma condição da pele que se apresenta com aparecimento súbito de muita coceira e pequenas bolhas na pele, e em seguida, com o desenvolvimento de fissuras e espessamento da pele. A recorrência é comum e para maioria das pessoas torna-se uma condição crônica. É bom acrescentar ainda que a disidrose não está relacionada ao suor, como muitos pensam. São lesões que surgem, principalmente nas mãos e pés, e possuem um líquido viscoso resultante de processos inflamatórios.

De acordo com o médico e pesquisador norte-americano Doutor John Jacob Cannell, a disidrose está ligada a alergia e a autoimunidade. Informa este médico que o uso oral de vitamina D pode ser uma possibilidade de tratamento, alegando que um pequeno estudo randomizado mostrou recentemente que a vitamina D via oral, ajudou pacientes com eczema regular (J Drugs Dermatol. 2012 Mar;11(3):327-30.). Em vista disso, conclui o Dr. Cannell que a vitamina D poderia ajudar também pacientes com disidrose.

Considerando que a vitamina D é um potente imunomodulador, a causa da doença poderá ser verdadeiramente tratada. Segundo Dr. Joseph Mercolaa vitamina D modula a sua resposta imunitária, impede uma reação exagerada na forma de inflamação, o que pode levar a doenças autoimunes”. Assim, regulando a função imune que antes estava desordenada, e considerando que a causa desta patologia reside exatamente na atividade imunitária do organismo (alergia ou autoimunidade – conforme Dr. John J. Cannel), os sintomas da disidrose poderão simplesmente desaparecer.

Além da vitamina D, um mineral que pode vir a ser útil no tratamento de disidrose é o iodo. O médico Doutor David Brownstein, autor do livro “Iodine, Why You Need It and Why You Can’t Live Without It” [Iodo, por que você precisa dele e não pode viver sem] diz que: “O iodo é o nutriente mais incompreendido. Após 12 anos de exercício da medicina, eu posso dizer que é impossível alcançar a sua saúde ideal, se você não tem níveis de iodo adequados. Ainda estou para ver qualquer item que é mais importante para a promoção da saúde ou otimizar a função do sistema imunológico do que o iodo.”

Assim, ao otimizar a função do sistema imunológico por meio de iodo, as doenças ligadas a função imune irregular poderão a vir serem sanadas, como é o caso da disidrose.

Agende sua consulta e trate de sua saúde pelos princípios da nutrição funcional.

Página no facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referências:

1. http://www.vitamindcouncil.org/blog/dear-dr-cannell-sun-exposure-vitamin-d-and-eczema/
2. mercola.com
3. Mutgi K, Koo J. Update on the Role of Systemic Vitamin D in Atopic Dermatitis. Pediatr Dermatol. 2012 Sep 7
4. Amestejani M, Salehi BS, Vasigh M, Sobhkhiz A, Karami M, Alinia H, Kamrava SK, Shamspour N, Ghalehbaghi B, Behzadi AH. Vitamin D supplementation in the treatment of atopic dermatitis: a clinical trial study. J Drugs Dermatol. 2012 Mar;11(3):327-30.
5. https://www.drbrownstein.com/

A DIETA DA PROTEÍNA para emagrecimento e seus GRAVES riscos para a saúde

dieta proteina

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

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A famosa dieta da proteína propagada mundialmente pelo Dr. Atkins, e agora também, pelo Dr. Pierre Dukan, tem sido indicada por muitos médicos como a salvação para a perda de peso e emagrecimento rápidos. Regra geral, a dieta retira quase todo carboidrato da alimentação ou o restringe a 10% do total de calorias consumidas.

Mas, o que os estudos científicos tem informado a respeito desta dieta? Uma pesquisa publicada em 26/06/2012 no Journal of American Medical Association, liderada pela Dra. Cara Ebbeling, nutricionista – PhD e professora em pediatria na Havard Medical School e pelo médico PhD, Dr. David Ludwig, pediatra e especialista em endocrinologia em pediatria, concluíram que a dieta Atkins (baixo consumo de carboidratos) causa inflamação e estresse (JAMA, June 27, 2012 DOI: 10.1001/jama.2012.6607). A dieta com baixo consumo de carboidratos aumentou os níveis de cortisol dos participantes, o que pode levar à resistência à insulina e doença cardiovascular. Lembre-se que a principal função da insulina é reduzir a quantidade de açúcar na corrente sanguínea. Devemos, assim, procurarmos ser sensíveis à insulina, e não resistentes a este hormônio. O organismo vindo a apresentar resistência à insulina compensa secretando uma quantidade cada vez maior desta substância. Quais as possíveis conseqüências? Com o tempo, o pâncreas não consegue atender a demanda da necessidade de alta produção de insulina, e inicia o ganho de gordura corporal, com o inevitável ganho de peso, e possível desenvolvimento de uma doença fatal: diabetes tipo 2.

No mesmo estudo, verificaram ainda que esta dieta de baixo consumo de carboidratos aumentou os níveis da proteína C-reativa, sinal de maior risco de doenças cardiovasculares e indicador sério de inflamação silenciosa corporal. Segundo o médico Dr. Mark Hyman, em seu livro Ultrametabolism, diz que:

“Exame de proteína C-reativa ultra-sensível (PCR-us) – esse é o melhor exame para diagnosticar inflamação. Ele mede seu nível geral, embora não aponte sua origem. O motivo mais comum para um índice elevado da proteína C-reativa é a síndrome metabólica, ou a resistência à insulina.”

Diversos estudos tem verificado que um processo de inflamação crônica está diretamente envolvido nas doenças do envelhecimento, incluindo: câncer, demência, acidente vascular cerebral, insuficiência hepática, e ataque cardíaco (ref.: 4-24).

Um estudo mostrou que a inflamação aumenta em cerca de 1.700% o risco de diabetes (JAMA. 18 de julho de 2001; 286(3): 327-334. Am. J. Clin. Nutr. Março de 2002; 75(3): 492-498.)

Os níveis sanguíneos ideais de proteína C-reativa são aqueles abaixo de 0,55mg/L em homens e abaixo de 1,0 mg/L em mulheres (http://www.lef.org/protocols/appendix/blood_testing_02.htm).

Doutor Hiromi Shinya, médico gastroenterologista, Chefe da Unidade de endoscopia do Beth Israel Medical Center e Professor de cirurgia no Albert Einstein College of Medicine – Nova York – EUA, em seu livro “Imunidade Natural”, sobre a dieta de baixo consumo de carboidratos explica que:

“Por outro lado, existem métodos de saúde baseados em dietas que são incorretos – regimes de beleza e métodos alimentares com efeitos perigosos. O denominador comum desses métodos é, em resumo, a idéia de se reduzir a ingestão de carboidratos. O exemplo mais típico é a dieta de Atkins, desenvolvida pelo Dr. Robert Atkins, nos Estados Unidos. Esta dieta, em minha opinião, envolve um alto risco porque induz à oxidação do sangue e leva a uma deterioração do trato intestinal. Uma pessoa pode ser capaz de perder peso temporariamente com uma dieta deste tipo, porém há uma elevada probabilidade de prejuízo à sua saúde. …Em alguns casos, uma doença chamada ceratoacidose, causada pela oxidação do sangue, pode se desenvolver. …Os alimentos de origem animal não possuem fibras alimentares e contém uma alta porcentagem de gordura e calorias, por isso, há risco do desenvolvimento de um sangue denso e da deterioração do trato intestinal. Além disso, por causa do suprimento insuficiente de oxigênio e de nutrientes às células do corpo todo, o metabolismo energético é dificultado, o que conduz ao envelhecimento das células”.

Doutor Wilson Rondó, médico ortomolecular, especializando-se em Terapias Antioxidantes pelo The Robert W. Bradford Institute, nos EUA e no Regenerations Zentrum Dr. Kleanthous Embh (Heideberg) na Alemanha, sobre a dieta de baixo consumo de carboidrato alerta que:

Contrariar a natureza tem seu preço. E os carboidratos são nossa fonte natural de energia. Sua carência causa danos celulares irreversíveis, compromete o funcionamento do cérebro e das células nervosas e estressa a bioquímica do corpo. Outro problema é a indução a um estado permanente da chamada cetose – que deprime o apetite, pode levar à desidratação e favorece a perda de cálcio.

Cria-se um círculo de danos, pois o cálcio vai acidificar o sangue, sobrecarregar os rins e fragilizar o intestino, favorecendo a ação danosa de bactérias. Além disso, há perda de músculos e aumento do ácido úrico na circulação, o que pode causar gota. O maior prejudicado, no entanto, é mesmo o sistema cardiovascular. A gordura consumida leva à sua degeneração e aumenta os níveis de dióxido de carbono no organismo, acelerando o envelhecimento. A melhor forma de emagrecer e manter a boa nutrição é o consumo equilibrado de carboidratos (40 a 50% das refeições), de proteínas 25 a 30% e gorduras boas 25 a 30%. Para controlar a insulina, os carboidratos complexos (de grãos, vegetais, massas integrais) são opções que trazem benefícios crescentes para o sistema imunológico (http://www.drrondo.com/artigo/bem-estar-menos-peso-com-mais-saude-e-energia).

Mas, e qual a solução apontada pelos pesquisadores?

Os autores concluíram que as dietas de baixo índice glicêmico, a qual possui em sua composição 40% de carboidratos do total de calorias ingeridas, apresentaram benefícios semelhantes à dieta de baixo carboidratos (Dr. Atkins/Dr. Dukan), todavia, sem os efeitos negativos mencionados.

É de se observar que este não é o primeiro estudo a respeito, demonstrando malefícios da dieta de baixo consumo de carboidratos. Em outro estudo de 2007, já havia sido verificado que a dieta com baixo consumo de carboidratos pode aumentar a perda óssea, devido ao aumento de ácido no corpo e ingestão insuficiente de minerais alcalinizantes. Além disso, foi encontrada uma porcentagem mais elevada de cálcio na urina daqueles participantes que realizaram a dieta de baixo consumo de carboidratos. Verificou-se ainda, neste mesmo estudo de 2007, um aumento nos níveis do colesterol LDL (mau colesterol), pelos seguidores da dieta Atkins ou de baixo consumo de carboidratos (Arizona State University (2007, December 17). Researchers Nix Low-carb Diet. ScienceDaily).

Um terceiro estudo científico ainda registrou que dieta de consumo baixo de carboidratos afeta NEGATIVAMENTE a memória e aprendizado (habilidades cognitivas), ou seja, afeta a saúde do cérebro (Tufts University (2008, December 15). Low-carb Diets Can Affect Dieters’ Cognition Skills). Segundo o Dr. Hyman, “os carboidratos são os mais importantes alimentos para a função e saúde em longo prazo do cérebro” (http://www.lef.org/magazine/mag2009/mar2009_Mark-Hyman-Healing-Broken-Brain-Syndrome_01.htm). Logo, é indispensável a presença deste componente [principalmente na forma de carboidratos complexos], de modo equilibrado, em uma dieta SAUDÁVEL.

Agende sua consulta e faça uma alimentação equilibrada que fortaleça sua saúde, e assim, propicie o emagrecimento saudável.

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Referências
1. Cara B. Ebbeling et al. Effects of Dietary Composition on Energy Expenditure During Weight-Loss Maintenance.JAMA, June 27, 2012 DOI: 10.1001/jama.2012.6607
2. Imunidade Natural, Dr. Hiromi Shinya, editora Cultrix, 2012, p. 180/183.
3. http://www.sciencedaily.com/releases/2012/06/120626163801.htm
4. Chiu HM, Lin JT, Chen TH, et al. Elevation of C-reactive protein level is associated with synchronous and advanced colorectal neoplasm in men. Am J Gastroenterol. 2008 Sep;103(9):2317-25.
5. Groblewska M, Mroczko B, Wereszczynska-Siemiatkowska U, et al. Serum interleukin 6 (IL-6) and C-reactive protein (CRP) levels in colorectal adenoma and cancer patients. Clin Chem Lab Med. 2008;46(10):1423-8.
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11. Shantikumar S, Grant PJ, Catto AJ, Bamford JM, Carter AM. Elevated C-Reactive Protein and Long-Term Mortality After Ischaemic Stroke. Relationship With Markers of Endothelial Cell and Platelet Activation. Stroke. 2009 Jan 22.
12. Sabatine MS, Morrow DA, Jablonski KA, et al. Prognostic significance of the Centers for Disease Control/American Heart Association high-sensitivity C-reactive protein cut points for cardiovascular and other outcomes in patients with stable coronary artery disease. Circulation. 2007 Mar 27;115(12):1528-36.
13. Boekhoorn SS, Vingerling JR, Witteman JC, Hofman A, de Jong PT. C-reactive protein level and risk of aging macula disorder: The Rotterdam Study. Arch Ophthalmol. 2007 Oct;125(10):1396-401.
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26. lifeextension.com
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28. Ultrametabolism: The Simple Plan for Automatic Weight Loss. Mark Hyman. M.D.
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Otite Média (dor de ouvido) sendo tratada com eficácia pela HOMEOPATIA.

juliocaleiro@hotmail.com

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By Dr. Júlio Caleiro

  

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    Um estudo de revisão mostrou que a homeopatia tem eficácia similar ou superior a tratamento com remédios convencionais, como por exemplo os analgésicos, sprays, antipiréticos, antibióticos..e outros para otite média. Os pesquisadores nestes estudos aplicaram as medicações clássicas da homeopatia para o tratamento da dor de ouvido (otite média), inflamação, infecção como por exemplo: Aconitum, Apis, Belladonna, Capsicum, Mercúrius, Chamomilla, Lachesis, PulSatilla, Sulphur, fósforo, Cálcio Carbonicum e Lycopodium. Houve reducação da dor e da inflamção num tempo de 6 horas a 12 horas de tratamento. Além da dor na Otite, outras queixas respiratórias como alergias, asma, coriza foram tratadas em conjunto com ótimos resultados. Mais um estudo, com Quatrocentos e cinqüenta e seis (456) indivíduos que foram tratados, comparando a homeopatia e o tratamento convencional, a homeopatia mostrou ser mais eficaz do que a assistência médica convencional no tratamento dos indivíduos com todos essas condições associadas à otite média relatadas acima sem os efeitos colaterais, e riscos associados ao uso de antibióticos.

                              Marque sua Consulta, Dr. Júlio Caleiro – 35 3558-1919

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Referências:

1.Friese KH, Kruse S, Moeller H. Acute otitis media in children: Comparison between conventional and homeopathic therapy [in German]. HNO1996;44:462–466.
2. Friese KH, Kruse S, Ludtke R, Moeller H. The homoeopathic treatment of otitis media in children—comparisons with conventional therapy. Int J Clin Pharmacol Ther 1997;35, 296–301.
3.Kruse S. Otitis Media in Children [in German]. Stuttgart: Edition Forschung, Hippokrates Verlag, 1998.
4.Frei H, Thurneysen A. Homeopathy in acute otitis media in children: Treatment effect or spontaneous resolution? Br Homeopath J 2001;90: 180–182.
5.Riley D, Fischer M, Singh B, et al. Homeopathy and conventional medicine:An outcomes study comparing effectiveness in a primary care setting. J Altern Complement Med 2001;7:149–159.
6.Jacobs J, Springer DA, Crothers D. Homeopathic treatment of acute otitis media in children: A preliminary randomized placebo-controlled trial. Pediatr Infect Dis J 2001;20:177–183.
7.Haidvogl M, Riley DS, Heger M, et al. Homeopathic and conventional treatment for acute respiratory and ear complaints: A comparative study on outcome in the primary care setting. BMC Complement Alternat Med 2007:7:7.
8.Bellavite P, Ortolani R, Pontarollo F, et al. Immunology and homeopathy: 4. Clinical studies—part 2. Evid-Based Complement Alternat Med 2006;3:397–409.

Paolo Bellavite, M.D. is a professor of general pathology in the department of morphological and biomedicine science at the University of Verona, in Verona, Italy.

HOMEOPATIA NA ELIMINAÇÃO DE GLIOMAS – ( CÂNCER DE CÉREBRO)

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By Dr. Júlio Caleiro

  

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  Pesquisadores testaram a homeopatia com as medicações ‘Ruta graveolens’ juntamente com (fosfato de cálcio) ambos em diluições homeopáticas, usadas em in vitro e in vivo. Dos 15 pacientes estudados, 6 pacientes apresentavam Gliomas. O uso das medicações mostraram regressão completa dos tumores. Os resultados de ambos, tanto in vivo e experimentos in vitro, mostraram que as medicações homeopática induziu a sobrevivência de células das vias de sinalização em linfócitos normais, mas induziu a morte por apoptose em células de câncer de cérebro” demonstrando diminuição dos telômeros destas e também diminuição do processo mitótico (PROLIFERAÇÃO) das células cancerígenas, resultando no desaparecimento do câncer de cérebro. “Os autores propuseram que Ruta graveolens em combinação com fosfato de cálcio em diluições homeopáticas, poderia ser usado como um tratamento eficaz para o câncer do cérebro, particularmente gliomas.
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Referências:
-Pathak S, et al. Ruta 6 selectively indices cell death in brain cancer cells that proliferation in normal peripheral blood lymphocytes: A novel treatment for human brain cancer. Int J Onc. 2003;23:975-982.

Taurina reverte fatores associados às doenças cardiovasculares

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório:(35) 3531-8423.

Populações com maior longevidade possuem uma coisa em comum: alta ingestão de um aminoácido chamado Taurina (Exp Clin Cardiol.2006 Summer;11(2):94-8.). A conexão entre taurina e uma vida longa é tão forte que os pequisadores batizaram taurina como: “o fator nutricional para a longevidade dos japoneses (Adv Exp Med Biol. 2009;643:13-25.)

Taurina promove a saúde cardiovascular, a sensibilidade à insulina, o equilíbrio de eletrólitos, função auditiva e modulação imunológica. Na pesquisa com animais, taurina promoveu proteção contra insuficiência cardíaca, reduzindo a mortalidade em cerca de 80% (Res Commun Chem Pathol Pharmacol. 45(2):261-70.).

Com o envelhecimento, muitas vezes o corpo não consegue produzir internamente uma quantidade ideal de taurina, sendo indispensável a realização de suplementação (Arch Latinoam Nutr. 1991 Jun;41(2):139-51).

Taurina tem efeitos poderosos sobre o coração e os vasos sanguineos. Pessoas com altos níveis de taurina tem taxas significativamente mais baixas de morrer por doença coronária (Amino Acids.2012 Dec 8).

Em uma pesquisa utilizando-se animais com hipertensão, a suplementação de taurina reduziu a pressão sanguínea por redução da resistência ao fluxo sanguíneo nas paredes dos vasos sanguineos (Am J Cardiovasc Dis. 2011;1(3):293-311; Am J Hypertens.2011 May;24(5):574-81). A suplementação oral de Taurina promove redução do espessamento e rigidez arterial características da aterosclerose, e ainda, restaura as respostas das artérias ao benefício do óxido nítrico endotelial, com redução da inflamação (Amino Acids.2012 Dec 8.; Am J Cardiovasc Dis. 2011;1(3):293-311.).

Em outro estudo com paciente que necessitavam de cirurgia de ponte (bypass) coronária, mostrou que o consumo de uma bebida contendo uma certa quantidade de taurina, combinado com carnitina, e coenzima Q10, reduziu o volume ventricular do lado esquerdo, durante a fase de repouso do coração (diástole) – Am Heart J. 2002 Jun;143(6):1092-100. Esse resultado é de EXTREMA importância, pois um volume aumentado diastólico do ventrículo esquerdo é o maior preditor de morte em pacientes que necessitam de colocação de ponte – bypas ou stent. Isso faz com que a taurina, EM DOSES CORRETAS, seja um componente vital das dietas de tais pacientes.

Além do aminoácido Taurina, é sempre importante lembrar os benefícios da vitamina K2 para a saúde do coração. Segundo o médico cardiologista, Dr. Lair Ribeiro, “a vitamina k2 é a única capaz de prevenir e reverter a aterosclerose”.

O ensaio humano mais completo revelou que altas doses de vitamina K2 reduziram eventos cardiovasculares em 57% dos casos. (A. V. da Costa. O magnésio e o que ele pode fazer por você. E. Thesaurus, 2010, Brasília, pag. 283.)

Para mais informações sobre o tratamento de doenças cardíacas, sugiro a leitura das seguintes matérias:
1. https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/05/31/magnesio-trata-de-doencas-cardiacas-incluindo-arritmias-cardiacas-insuficiencia-cardiaca-congestiva-e-placa-de-aretoma/
2. https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/04/22/tratando-o-coracao-e-a-estenose-aortica-por-doses-de-vitamina-k2/

Referências:
1. Available at: http://www.okicent.org. Accessed February 28, 2013
2. Yamori Y. Food factors for atherosclerosis prevention: Asian perspective derived from analyses of worldwide dietary biomarkers. Exp Clin Cardiol.2006 Summer;11(2):94-8.
3. Yamori Y, Liu L, Mori M, et al. Taurine as the nutritional factor for the longevity of the Japanese revealed by a world-wide epidemiological survey. Adv Exp Med Biol. 2009;643:13-25.
4. Azuma J, Takihara K, Awata N, et al. Beneficial effect of taurine on congestive heart failure induced by chronic aortic regurgitation in rabbits. Res Commun Chem Pathol Pharmacol. 45(2):261-70.
5. Yamori Y, Taguchi T, Hamada A, Kunimasa K, Mori H, Mori M. Taurine in health and diseases: consistent evidence from experimental and epidemiological studies. J Biomed Sci. 2010;17 Suppl 1:S6.
6. Murakami S. Taurine and atherosclerosis. Amino Acids.2012 Dec 8.
7. Abebe W, Mozaffari MS. Role of taurine in the vasculature: an overview of experimental and human studies.Am J Cardiovasc Dis. 2011;1(3):293-311.
8. Rahman MM, Park HM, Kim SJ, et al. Taurine prevents hypertension and increases exercise capacity in rats with fructose-induced hypertension. Am J Hypertens.2011 May;24(5):574-81.
9. Jeejeebhoy F, Keith M, Freeman M, et al. Nutritional supplementation with MyoVive repletes essential cardiac myocyte nutrients and reduces left ventricular size in patients with left ventricular dysfunction. Am Heart J. 2002 Jun;143(6):1092-100.
10. lifeextension.com

O suplemento 7-keto promove perda de peso de forma saudável

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cirurgia-pos-emagrecimento

By Dr Júlio Caleiro, nutricionista.

Em razão de o suplemento 7-keto aumentar a taxa metabólica de repouso, é de se esperar que promova, então, a perda de peso (J Nutr Biochem. 2007 Sep;18(9):629-34.; Endocrine. 2000;13:207-12.; Curr Therap Res. 2000;61(7):435-42.). Para verificar este resultado de perda de peso, cientistas recrutaram 30 adultos saudáveis e com excesso de peso, com uma idade média de 44,5 anos, em um estudo randomizado. Foram divididos aleatoriamente em dois grupos.

Para um grupo foi dada uma certa dose de 7-keto, duas vezes ao dia, enquanto a outra metade recebeu um placebo. Ambos os grupos seguiram uma dieta de 1.800 calorias por dia e realizavam 60 minutos de exercícios físicos, três vezes por semana.

Após 8 semanas, os indivíduos que fizeram uso do suplemento “7-keto” eliminaram em média 2,87 quilos contra ume média de 0,966kg do grupo placebo. Os participantes do 7-keto também perderam 3 vezes mais gordura corporal comparados com o grupo placebo (1,8% contra 056%). Um aumento na atividade hormonal da tireóide foi observada no grupo 7-keto, que tem como alvo genes de queima de gordura no tecido adiposo (Curr Therap Res. 2000;61(7):435-42.)

Em razão de não ter existido diferenças significativas entre os dois grupos quanto a ingestão calórica total ou gasto calórico total, o estudo concluiu que 7-keto induz perda de peso.

Para mais confirmações, os pesquisadores, em seguida, realizaram outro estudo randomizado, controlado por placebo para avaliar os efeitos de uma formulação contendo 7-keto em indivíduos com sobrepeso. Foram divididos, também, em dois grupos. Um grupo utilizava uma certa dose de 7-keto, enquanto outro grupo recebia placebo. Todos os participantes foram colocados em uma dieta de 1.800 calorias por dia, e foram monitorados em um programa de exercícios. Após 8 semanas, o grupo 7-keto perdeu em média 2,14 quilos, enquanto o grupo placebo 0,716 quilos. O grupo 7-keto também diminuiu o índice de massa corporal – IMC em uma média de 0,71, contra uma média de redução de IMC de 0,01 do grupo placebo (Curr Ther Res. 2002;63:263-72.).

O uso de 7-keto foi bem tolerado e não apresenta efeitos colaterais significativos.

Como no estudo anterior, não houve diferenças significativas entre os dois grupos em termos de calorias consumidas ou gastas. Estes resultados confirmam que a suplementação com 7-keto produz, de forma saudável, perda de peso.

Agende sua consulta, e aplique os princípios da nutrição funcional em sua saúde!

Para mais informações sobre o 7-keto, sugiro a leitura desta outra matéria:
https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/06/15/7-keto-restaura-a-taxa-metabolica-de-repouso-e-promove-queima-de-gordura/

Referências:

1. Zenk JL, Frestedt JL, Kuskowski MA. HUM5007, a novel combination of thermogenic compounds, and 3-acetyl-7-oxo-dehydroepiandrosterone: each increases the resting metabolic rate of overweight adults. J Nutr Biochem. 2007 Sep;18(9):629-34.
2. Astrup A. Thermogenic drugs as a strategy for treatment of obesity. Endocrine. 2000;13:207-12.
3. Kalman DS, Colker CM, Swain MA, Torina GC, Shi Q. A randomized, double-blind, placebo-controlled study of 3-acetyl-oxo-dehydroepiandreosterone in healthy overweight adults. Curr Therap Res. 2000;61(7):435-42.
4. Zenk JL, Helmer TR, Kassen LJ, Kuskowski MA. The effect of 7-Keto NaturaleanTM on weight loss: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Curr Ther Res. 2002;63:263-72.
5. lifeextension.com

O magnésio estabiliza 350 funções diferentes no corpo humano associadas a outros minerais

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By. Dr. Júlio Caleiro. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

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O Doutor Arnoldo Velloso da Costa, médico neurologista, com especialização em nutrologia, medicina ortomolecular, e autor do livro ““Magnésio: o que ele pode fazer por você”, foi entrevistado pela Revista Longevidade em Foco, e explicou as principais funções do MAGNÉSIO na saúde humana. Veja toda entrevista abaixo:

Longevidade em Foco – O senhor relaciona a alta incidência de alguns distúrbios de saúde no Brasil, como os cardíacos, à carência de magnésio no solo e na água do país. Essa afirmação tem comprovação científica?

Arnoldo Velloso da Costa – Sim. O magnésio estabiliza 350 funções diferentes no corpo humano associadas a outros minerais, a proteínas, a enzimas... Ele é a essência da vida. E ele não é bem representado na alimentação, está mais presente na água. Em alguns locais do plane- ta, o solo é pobre em magnésio. É o caso da Finlândia. Já no Japão, o solo é rico, com uma boa relação entre magnésio e cálcio. Aqui no Brasil, 95% das pessoas sofrem de carência de magnésio. Isso é causado não apenas pela falta desse elemento no solo e na água do país, mas pelo consumo em excesso de alimentos ricos em gordura, pelo consumo de álcool e porque as pessoas não comem alimentos ricos em magnésio, como nozes e amêndoas, o que também contribui para esse déficit. Essa situação se agrava com a idade. Depois dos 65 anos, a pessoa ?ca desamparada e pode ter um infarto causado por um estresse. No Japão, isso não ocorre. O solo mais a base alimentar, ricos em cálcio e magnésio, fazem com que as pessoas tenham maior expectativa de vida.

Longevidade em Foco – De que maneira o magnésio atua no corpo humano e quais são as suas principais finalidades?

Arnoldo Velloso da Costa – O magnésio é antioxidante, anti-in?amatório, ativa as enzimas, controla o sódio, o potássio e o cálcio, elementos que são controlados por bombas iônicas que dependem do magnésio. Ele também auxilia a defesa do organismo e ativa 350 enzimas. O Brasil tem poucos vulcões e, consequentemente, pouca água rica em magnésio. Nossa média é de 15 mg de magnésio por litro de água. O ideal é que se tenha entre 70 mg/l e 90 mg/l. Algumas empresas até já produzem água rica em magnésio e cálcio. Mas é importante destacar que o magnésio não é suprido pela ali- mentação. A pessoa que tenha carência desse elemento deve fazer uso de suplementos, na maior parte das vezes, produzidos em farmácias de manipulação.

Longevidade em Foco – Qual é, exatamente, a proposta terapêutica sugerida pelo senhor com relação ao uso do magnésio?

Arnoldo Velloso da Costa – Basicamente, a reposição do magnésio ausente no organismo através de suplementos ou por via intravenosa, dependendo do caso.

Longevidade em Foco – Existem alimentos ricos em magnésio? Se sim, quais são eles?

Arnoldo Velloso da Costa – Existem, sim. Os principais são as amêndoas, nozes, chocolate, banana, alimentos calóricos e as folhas, em geral.

Longevidade em Foco – Como é feita a reposição desse elemento em pessoas que sofrem com a sua carência?

Arnoldo Velloso da Costa – Pode ser tanto por via oral, com suplementos, quanto por via intravenosa ou por uma alimentação rica em magnésio. Ou ainda através de uma combinação dessas possibilidades.

Longevidade em Foco – Quais são as patologias mais comuns associadas à carência de magnésio no organismo?

Arnoldo Velloso da Costa – A falta de magnésio acelera o envelhecimento, aumenta a tendência de morte súbita e amplia a propensão a problemas cardíacos, entre outros distúrbios. O tratamento com reposição de magnésio é indicado para combater que patologias? Em geral, patologias associadas ao diabetes e à pressão alta. Em casos de desidratação, no entanto, é preciso corrigir antes. O atleta profissional, por exemplo, às vezes perde muito magnésio pelo suor, em razão do esforço in- tenso. Se você der cálcio a ele, isso agrava a perda de magnésio e ele pode ter uma convulsão. A pessoa que pratica atividades físicas, geralmente, acha que não pre- cisa de suplementos, mas isso é um erro. Às vezes, a pessoa morre do coração por causa disso, pois precisa de uma reserva de magnésio. Nosso mecanismo de defesa atua só até os 55 anos, mantendo uma reserva óssea de magnésio. Depois dessa idade, é preciso repor. Já existe, inclusive, um tipo de reposição que previne contra o mal de Alzheimer, impedindo a perda de ligações nervosas.

Longevidade em Foco – O tratamento com magnésio pode ser ministrado a qualquer tipo de paciente ou há contraindicações?

Arnoldo Velloso da Costa – Tudo tem contraindicação. No caso do magnésio, especificamente, se o rim do paciente estiver funcionando mal, é preciso haver o controle da dosagem. Caso contrário, a pessoa poderá dormir muito. É um efeito colateral, o que ocorre quando há qualquer excesso.

Longevidade em Foco – Desde quando o senhor se interessa pelo tema ‘magnésio’ e o que motivou esse interesse?

Arnoldo Velloso da Costa – Eu sou neurologista, trabalhei durante muito tempo com tratamentos do crânio. Com o passar do tempo, resolvi fazer um curso, na Alemanha, de Medicina Ortomolecular. Isso foi há mais de 30 anos. Desde então, passei a exercer esse tipo de medicina, baseada na nutrição. Depois disso, entrei no Colégio Americano de Nutrição, onde estudei, e me liguei a pesquisadores de lá e da Alemanha. Há 34 anos, eu estudo o assunto. Tenho 83 anos, estou no meu último ato, por isso resolvi escrever um livro sobre o assunto, feito para o leigo e para o médico.

Longevidade em Foco – O senhor também argumenta que a água do Brasil, além de pobre em magnésio, está contaminada. Por quê?

Arnoldo Velloso da Costa – Nossa água está contaminada com flúor, uma substância altamente corrosiva e tóxica. Sua presença agrava o déficit de magnésio, produz calcificações patológicas, não previne cárie, como defende o Governo, provoca câncer e deteriora os ossos, entre outros problemas. As autoridades sanitárias ?zeram isso para prevenir a cárie, mas a presença de flúor na água não previne nada. Em países desenvolvidos isso foi banido. A contaminação da água com flúor está associada a câncer de bexiga, de tireoide, nos ossos, na boca e no fígado, entre outros.

Longevidade em Foco – De que maneira níveis equilibrados de magnésio no organismo contribuem para um envelhecimento mais saudável?

Arnoldo Velloso da Costa – A associação é clara. A maior prova é o Japão, que tem uma grande disponibilidade de magnésio. A maior longevidade é a do japonês, que só morre quando acaba a pilha. O magnésio é o melhor geriatra que existe. Ele ajuda a pessoa a envelhecer de forma mais lenta, uma vez que re- tarda os efeitos do envelhecimento, sem contar que ajuda a prevenir o diabetes. E ele faz parte do nosso corpo, e nós temos que ter esse elemento no corpo.

Longevidade em Foco – Quais são as novidades mais recentes sobre o assunto? Existem outros médicos com pesquisas semelhantes?

Arnoldo Velloso da Costa – No mundo inteiro, pesquisam sobre o magnésio. Alguns produtos permitem obtermos maior concentração de magnésio em pessoas de certa idade. Esses níveis mantêm os neurônios conectados e previnem contra o Alzheimer. Existem pesquisas avançadas especialmente na Itália e no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos.

Longevidade em Foco – Qual é a abordagem do seu livro, “Magnésio, e o que ele pode fazer por você”?

Arnoldo Velloso da Costa – O livro foi lançado em 18 de outubro de 2010. Ele expõe esse estudo e fala de vitaminas que complementam o tratamento. Na verdade, o magnésio é o maestro da orquestra e as vitaminas são figurantes, fazem os acompanhamentos. Sem o magnésio, há dificuldade de regeneração das células, menos energia, insuficiência cardíaca, infarto, diabetes, pressão alta e outros distúrbios de saúde.

Longevidade em Foco – Atualmente, o senhor atua como neurologista ou se dedica à Medicina Ortomolecular?

Arnaldo Velloso da Costa – Faço as duas coisas. Hoje, eu ainda sou um neurologista, mas com mais recursos. Muitas vezes aplico suplementos em vez de medicamentos sintéticos.

 

Leia também o artigo Nutrição Funcional e tratamento do Diabetes –  https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/06/04/diabetes-pode-ser-tratada-eficazmente-pelos-principios-da-nutricao-funcional/

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Referências:
1. http://www.drbayma.com/magnesio-um-mineral-essencial-para-o-organismo/
2. https://www.facebook.com/academialongevidadesaudavel

Tratamento a base de altas doses de vitaminas do complexo B reduz em sete vezes a atrofia cerebral

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(PARA UMA ‘INDICAÇÃO EXPRESSA’, ENVIE SUA MENSAGEM PARA – JULIOCALEIRO@HOTMAIL.COM By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423. juliocaleiro@hotmail.com

Pesquisa científica demonstra que tratamento de vitaminas do complexo B em altas doses provoca uma diminuição de 7 (sete) vezes a atrofia cerebral em áreas de células nervosas mais vulneráveis ao processo da doença de Alzheimer, ao longo de um período de 2 anos em um grupo de idosos com maior risco de demência.

Tratamento de vitamina B reduz significativamente a perda regional da massa cinzenta. Sobre este mesmo estudo, o Doutor Ícaro Alves Alcântara, médico Homeopata e Ortomolecular, e Professor de Medicina da FACIPLAC, comenta o seguinte: “A cada dia mais me convenço que quem diz que “suplementação de vitaminas é besteira” não passa mesmo de alguém que NÃO estuda com a devida freqüência/regularidade e por isso está, no mínimo, desatualizado…Provas? Este estudo CONFIRMA que suplementação de vitaminas do Complexo B pode reduzir/lentificar (e assim ajudar a tratar) a atrofia cerebral que ocorre com a progressão da triste Doença de Alzheimer (http://mindblog.dericbownds.net/2013/06/preventing-alzheimers-associated-brain.html).”

Para mais informações sobre o tratamento de atrofia cerebral, sugiro a leitura desta outra matéria: https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/04/07/omega-3-dha-e-essencial-para-a-saude-cerebral

Referências: 1. http://mindblog.dericbownds.net/2013/06/preventing-alzheimers-associated-brain.html

2. http://www.pnas.org/content/110/23/9523.abstract

3. http://www.icaro.med.br 4. https://www.facebook.com/dr.icaroalves

7-keto restaura a taxa metabólica de repouso e promove queima de gordura!

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(PARA UMA ‘INDICAÇÃO EXPRESSA’, ENVIE SUA MENSAGEM PARA – JULIOCALEIRO@HOTMAIL.COM

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Uma forma conhecida para o ganho de peso relacionado com a idade é a redução metabólica em repouso, isto é, o número de calorias queimadas quando o corpo está em repouso. Isso pode levar a um ganho de peso significativo (Am J Physiol.1990 Aug;259(2 Pt 1):E233-8.2.; Nutrition. 2010 Feb;26(2):152-5. Epub 2009 Dec 8). O envelhecimento causa uma redução na conversão de gordura corporal armazenada em energia (Biochem Mol Biol Int. 1995;37(3):475-80.) Para piorar a situação, há dietas que podem agravar o problema, pois pode levar uma maior redução metabólica em repouso (Obesity (Silver Spring). 2012 May 7; Am J Clin Nutr. 1971;24:1405-9; Fam Pract. 1999 Apr;16(2):196-201).

Pessoas obesas ou com sobrepeso tem expectativa de vida útil reduzida (N Engl J Med. Dec 2010;363(23):2211-9). Além disso, essas pessoas tem maior risco de muitas doenças, incluindo doenças cardíacas, demência, osterartrite, alergias e diabetes (Curr Clin Pharmacol. 2012 Sep 3.; J Korean Med Sci. 2012 Mar;27(3):243-9. Epub 2012 Feb 23; Am J Epidemiol. 2007 Dec 15;166(12):1374-80.; Neurology. 2008 Sep 30;71(14):1057-64.; Radiology. 2009 Sep;252(3):772-80.; J Allergy Clin Immunol. May 2009;123(5):1163-9,1169.e1-4.; Pediatr Pulmonol. 2009;44(5):472-9; Clin Chest Med. 2009 Sep;30(3):415-44,vii).

Os cientistas descobriram diversas maneiras de reverter a diminuição da taxa metabólica, que faz com que seja muito fácil acumular peso e gordura à medida que envelhecemos. Um estudo controlado por placebo, mostrou resultados desta reversão em apenas 7 dias! (J Nutr Biochem. 2007 Sep;18(9):629-34.)

Quando o corpo está em atividade utiliza apenas cerca de 30% das calorias totais, e para geração de calor no corpo requer apenas outros 10%. Os outros 60% das calorias queimadas vem de sua taxa metabólica em repouso (Nutrition. 2010 Feb;26(2):152-5. Epub 2009 Dec 8). Assim, uma solução ideal para o problema é aquele que restaura a atividade metabólica e auxilia a queima de gorduras. Com isso, os cientistas verificaram que mesmo um aumento de 2 à 3% na taxa metabólica de repouso pode vir a ter um efeito de reverter o peso relacionado à idade e ganho de gordura (Endocrine. 2000;13:207-12). O desafio foi encontrar uma forma natural de manter o peso corporal e taxa metabólica de repouso, sem os efeitos colaterais no sistema nervoso central, cardiovascular.

Bom, os pesquisadores verificaram que o composto de nome ‘3-acetil-7-oxo-dehidroepiandrosterona’, comumente denominado de ‘7-keto’, eleva a taxa metabólica e promove a queima de gorduras, aumentando a ativação de 3 enzimas termogênicas que estimulam a oxidação de ácidos gordos: Glycerol-3-phosphate dehydrogenase; Malic enzyme; Fatty acyl CoA oxidase. (Steroids. 1998 Mar; 63(3):158-65.; J Bioenerg Biomembr. 1993 June;25(3):313-21; Arch Biochem Biophys. 1997 May;341(1):122-8.; Proc Natl Acad Sci USA. 1995 July;92(14):6617-9.).

O 7-keto aumenta a produção, ainda, dos hormônios da tireóide, que estão associados com o aumento da taxa metabólica em repouso (Physiol Res. 2006;55(1):49-54. Epub 2005 Apr 26). Ademais, verificou-se que o uso diário de 7-keto em pessoas saudáveis é seguro (Clin. Invest. Med. 2000;23(5):300-10).

Cientistas demonstraram que a suplementação com 7-keto, metabólito de DHEA, pode restaurar a taxa metabólica de repouso em apenas 7 dias (J Nutr Biochem. 2007 Sep;18(9):629-34.).

Neste estudo, na fase de dieta de restrição calórica com uso de placebo, os participantes tiveram uma redução da taxa metabólica de repouso de 3,9%. No entanto, na fase do uso de 7-keto, esta suplementação reverteu essa redução de 3,9% e aumentou ainda mais a taxa metabólica de repouso em 1,4% em apenas 7 dias.

Isso representou um aumento global de 5,3% no consumo de energia, o que equivale a aproximadamente 96 calorias extras queimadas por dia. Isto indica que o 7-keto pode aumentar a taxa metabólica de repouso, dentre de um período de 7 dias.

Além disso, um rigoroso estudo comprovou que o uso de 7-keto provocou perda de peso quase três vezes mais e diminuição do percentual de gordura corporal superior a três vezes, em comparação com o grupo placebo, dentro de 8 semanas (Curr Ther Res. 2002;63:263-72). Os suplementos a base de 7-keto, neste estudo, não afetaram o sistema nervoso central ou cardiovascular, demonstrando outra vez a segurança no seu correto uso.

Alerto, todavia, para que não façam nenhuma suplementação sem orientação de um médico ou nutricionista apto a esta forma de terapia. Ademais, a dosagem correta é fator indispensável para que surjam os resultados.

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Referências científicas:

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2. St-Onge MP, Gallagher D. Body composition changes with aging: the cause or the result of alterations in metabolic rate and macronutrient oxidation? Nutrition. 2010 Feb;26(2):152-5. Epub 2009 Dec 8.
3. Luhrmann PM, Edelmann-Schafer B, Neuhauser-Berthold M. Changes in resting metabolic rate in an elderly German population: cross-sectional and longitudinal data. J Nutr Health Aging. 2010 Mar;14(3):232-6.
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5. de Jonge L, Bray GA, Smith SR, et al. Effect of diet composition and weight loss on resting energy expenditure in the pounds lost study. Obesity (Silver Spring). 2012 May 7. [Epub ahead of print].
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10. Park YS, Kim JS. Obesity phenotype and coronary heart disease risk as estimated by the Framingham risk score. J Korean Med Sci. 2012 Mar;27(3):243-9. Epub 2012 Feb 23.
11. Franco M, Orduñez P, Caballero B, et al. Impact of energy intake, physical activity, and population-wide weight loss on cardiovascular disease and diabetes mortality in Cuba, 1980-2005. Am J Epidemiol. 2007 Dec 15;166(12):1374-80.
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35. Kalman DS, Colker CM, Swain MA, Torina GC, Shi Q. A randomized, double-blind, placebo-controlled study of 3-acetyl-oxo-dehydroepiandreosterone in healthy overweight adults. Curr Therap Res. 2000;61(7):435-42.
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37. lifeextension.com

DHEA e ZINCO auxiliam de maneira importante no tratamento da doença de CHAGAS

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chagas

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

Segundo o médico Dr. Drauzio Varella, a doença de chagas “é causada pelo protozoário parasita Trypanosoma cruzi que é transmitido pelas fezes de um inseto (triatoma) conhecido como barbeiro.”

Sobre a evolução da doença, afirma o Dr. Varella que:

“Caindo na circulação, o Trypanosoma cruzi afeta os gânglios, o fígado e o baço. Depois se localiza no coração, intestino e esôfago. Nas fases crônicas da doença, pode haver destruição da musculatura e sua flacidez provoca aumento desses três órgãos, o que causa problemas como cardite chagásica (aumento do coração), megacólon (aumento do cólon que pode provocar retenção das fezes) e megaesôfago, cujo principal sintoma é a regurgitação dos alimentos ingeridos. Essas lesões são definitivas, irreversíveis.”

A doença de chagas é considerada a sexta doença tropical negligenciada mais importante em nível mundial. A substância natural produzida pelo organismo chamada DHEA é também conhecida por modular o sistema imunológico. No estudo, verificou-se que a suplementação com DHEA e zinco aumentaram a resposta imune, como evidenciado por uma significativa diminuição nos níveis de parasitemia , que representa o número de parasitas vivos na corrente sanguínea. Em palavras mais precisas, demonstrou-se que a administração de DHEA reduziu significativamente o número de parasitas no sangue em infecção experimental com o Trypanosoma Cruzi. Concluiu-se, assim, que a suplementação de Zinco e DHEA exercem efeitos aditivos sobre a resposta imunitária por elevação das contagens de macrófagos, e aumentando as concentrações de IFN-gama e de óxido nítrico.

Em mais outro estudo, verificou-se que DHEA aumentam as respostas imunes contra uma grande variedade de agentes patogênicos virais, bacterianas e parasitárias. Este segundo estudo foi realizado para determinar a eficácia do DHEA na redução da gravidade da infecção por T. Cruzi na fase aguda, utilizando-se ratos como modelos. A concentração de interleucina 2 (IL-2) e Interferon-gama (IFN-GAMA) aumentaram em ratos infectados que foram tratados com DHEA. Estes dados sugerem que o DHEA pode ter uma função imune potente e que pode afetar o curso da infecção causado pelo T. Cruzi.

É bom alertar que o uso de qualquer substância para fins terapêuticos deve ser seguido sob orientação de um médico ou nutricionista.

Referências:
1. http://drauziovarella.com.br/letras/c/doenca-de-chagas/
2. Santos CD, Toldo MP, Santello FH, Filipin Mdel V, Brazão V, do Prado Júnior JC. Dehydroepiandrosterone increases resistance to experimental infection by Trypanosoma cruzi. Vet Parasitol. 2008 May 31;153(3-4):238-43.
3. Brazão V, Santello FH, Caetano LC, Del Vecchio Filipin M, Paula Alonso Toldo M, do Prado JC, Jr. Immunomodulatory effects of zinc and DHEA on the Th-1 immune response in rats infected with Trypanosoma cruzi. Immunobiology. 2009 Jul 4.
4. Caetano LC, Santello FH, Del Vecchio Filipin M, et al. Trypanosoma cruzi: dehydroepiandrosterone (DHEA) and immune response during the chronic phase of the experimental Chagas’ disease. Vet Parasitol. 2009 Jul 7;163(1-2):27-32.
5. Lifeextension.com

LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO PODE SER REDUZIDO PELO ÓLEO DE PEIXE E DE KRILL -Doses são elevadas!

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Gorduras omega-3 podem diminuir os sintomas do LÚPUS, uma doença autoimune!

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By Dr. Júlio Caleiro – Nutriciomista

Os ácidos graxos encontrados nos peixes, como atum e salmão, podem ajudar a reduzir os sintomas de lúpus, uma doença imunológica. O estudo envolveu 52 pacientes com lúpus ativo que foram seguidos por um período de seis meses. Os participantes tomaram ambos os suplementos de óleo de peixe três vezes por dia, um suplemento de cobre, além de óleo de peixe ou um placebo. Embora o cobre era de nenhum efeito benefício, todos os pacientes que tomam o óleo de peixe sentiam a melhoria da inflamação, fadiga, o que é o mais debilitantes dos sintomas do lúpus, e na qualidade de vida geral de acordo com os investigadores. As melhorias variou de excelente para leve!

Lúpus é uma doença na qual o sistema imunitário ataca os órgãos e tecidos do corpo, conduzindo a dores nas articulações ou inchados, febre, erupções da pele, rim ou coração problemas e fadiga extrema. A causa do lúpus não é conhecida, e não existe qualquer cura para a doença. Os esteróides e outros fármacos são frequentemente prescritos para controlar a condição, no entanto estas podem resultar em efeitos secundários graves. Durante o estudo, alguns pacientes que tomam óleo de peixe e esteróides, foram capazes de reduzir a sua dose de esteróides de acordo com pesquisadores.

O lúpus afeta de 40 à 50 pessoas por 100.000, e as mulheres em torno da idade de 30 anos, são mais comumente afetadas. Em casos mais raros, crianças também. Os ácidos graxos ômega-3 encontrado em óleos de peixe são essenciais para o crescimento e são direcionados ​​para combater a inflamação e afetar a função imunológica. Peixes como cavala, truta do lago, arenque, sardinha, atum e salmão são boas fontes.
Os pesquisadores dizem que os resultados indicam que as pessoas com lúpus podem se beneficiar do aumento da ingestão de suplementos de óleo de peixe ou peixe gordo.

Mas, lembre-se sempre gorduras omega-3 são essenciais para você, e a saúde de seus filhos, mas alguns peixes estão contaminados com mercúrio, e por isso pode haver intoxicação por mercúrio pelas grandes quantidade de peixe ingerido. A fonte da mercadoria deve indicar em rótulo que o o peixe ou mesmo o óleo de peixe, estejam livres de toxinas tais como o mercúrio, ou possuir o selo ‘IFOS'(The International Fish Oil Standards Program). O Peixe em si é uma excelente fonte destes ácidos graxos, mas infelizmente os pacientes que consomem quase todo tipo de peixe nos dias de hoje, estão mostrando níveis elevados de mercúrio em seus sistemas. Isso ocorre porque os peixes da maioria das fontes incluindo água potável,  estão contaminados – um fato triste, pois o peixe é uma das carnes mais saudáveis do planeta.

Outra excelente fonte boa a base de ômega-3 é o óleo de krill. Ao contrário de fontes vegetais, como nozes ou sementes de linhaça, ele é rico em dois ácidos graxos cruciais para a saúde humana, DHA e EPA. Estes dois ácidos gordos são essenciais na prevenção da doença cardíaca, câncer e muitas outras doenças. O cérebro também é altamente dependente de DHA. Os baixos níveis de DHA têm sido associados à depressão, esquizofrenia, perda de memória, e um maior risco de desenvolver a doença de Alzheimer.
Mas, para além disso, o óleo de krill também contém antioxidantes poderosos e as gorduras omega 3 estão ligados a fosfolipídios que aumentem dramaticamente a sua absorção, particularmente no tecido do cérebro. Assim, embora eu ainda recomendo o óleo de peixe, em alguns casos eu acredito que o óleo de krill é uma opção ainda melhor para a maioria das pessoas. Além destes óleos citados o Dr. Júlio Caleiro, ele também aplica outros compostos em seu tratamento que são de grande eficácia, atuando no melhor controle desta doença, onde estudos apontam resultados surpreendentes e regressão sintomática, alguns deles são:

Vitamina D, Vitamina E, (como high gamma tocopherol mix with sesame lignans)
Vitamin A (beta-caroteno)
Curcumina (como as BCM-95-enhanced absorption curcumin)
Ginkgo biloba
Pine bark extract
Dehydroepiandrosterone (DHEA)- (depending on blood levels of DHEA-s)

 

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REFERÊNCIAS:

BBC News March 11, 2003

-Toloza 2010; Borba 2009.
-(Iwami 2011)
-Yildirim-Toruner 2011
-Coates 2010

Probióticos podem ser úteis no tratamento de saúde para Toxoplasmose

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone: (35) 3531-8423.

(PARA UMA ‘INDICAÇÃO EXPRESSA’, ENVIE SUA MENSAGEM PARA – JULIOCALEIRO@HOTMAIL.COM

Os probióticos podem aumentar a saúde do intestino e com isso prevenir e erradicar as infecções parasitárias. Os probióticos são microorganismos vivos (principalmente bactérias) que produzem um benefício à saúde do hospedeiro, quando administrados em quantidades adequadas. Cientistas que estudam o Toxoplasma Gondii, o parasita responsável pela toxoplasmose, descobriram que as bactérias presentes no intestino podem ajudar a estimular os mecanismos de defesa do corpo contra este invasor.

Os probióticos podem ocupar espaço no intestino e, assim, reduzir ou impedir que bactérias causadoras de doenças fixem na parede intestinal. As bactérias benéficas competem com invasores para hospedagem e alimentação, assim, desde que haja mais bactérias boas no território, as ‘batalhas’ para nutrição e pontos de ligação dentro do intestino são vencidas pelas boas bactérias. As boas bactérias produzem substancias que matam os micróbios nocivos.

Embora seja preciso mais estudos, o uso de CORRETAS DOSES de probióticos é uma forma segura de se proteger e, inclusive, potencializar o tratamento de infecções parasitárias.

Referências:
1. Cell Host & Microbe 20 August 2009, Volume 6, Issue 2, Pages 187-196 “Gut Commensal Bacteria Direct a Protective Immune Response against Toxoplasma gondii” Authors: A. Benson, R. Pifer, C.L. Behrendt, L.V. Hooper, F. Yarovinsky
2. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/09/10/Probiotics-Protect-You-From-Gut-Parasites.aspx
3. de Moreno de Leblanc A et al. Importance of IL-10 modulation by probiotic microorganisms in gastrointestinal inflammatory diseases. SRN Gastroenterol. 2011;2011:892971. Epub 2011 Feb 8.
4. Fedorak RN, Madsen KL. Probiotics and the management of inflammatory bowel disease. Inflamm Bowel Dis. 2004 May;10(3):286-99.
5. Sartor RB. Efficacy of probiotics for the management of inflammatory bowel disease. Gastroenterol Hepatol (N Y). 2011 Sep;7(9):606-8.
6. Postgrad Med. 2009 Mar;121(2):114-8.
7. Methods Find Exp Clin Pharmacol 2010, 32 (2); 129-132
8. Methods Find Exp Clin Pharmacol. 2009 Dec;31(10):655-9.
9. J Clin Gastroenterol. 2008 Jul;42 Suppl 2:S58-63. Review.
10. Postgrad Med. 2009 Mar;121(2):119-24.
11. Beneficial Microbes, 2010; 1(1): 31-36

RETIRAR PÊLOS PUBIANOS AUMENTA SUCEPTIBILIDADE ÀS DSTs, -MOLUSCO CONTAGIOSO E HPV!

(PARA UMA ‘INDICAÇÃO EXPRESSA’, ENVIE SUA MENSAGEM PARA – JULIOCALEIRO@HOTMAIL.COM

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    By Dr. Júlio Caleiro                            email:  juliocaleiro@hotmail.com

    De acordo com uma pesquisa recente, uma grande percentagem de estudantes universitários dos EUA remove alguns ou todos os seus pêlos pubianos, assim como uma parcela considerável do resto da população. É uma tendência crescente que pode realmente ter raízes antigas; remoção de pêlos pubianos tem origem e praticado entre as mulheres na antiga Grécia, Egito e Roma
    Nos tempos modernos, homens e mulheres usam uma variedade de métodos (aparelhos de barbear, depilação com cremes e pastas, clipping, lasers etc…) para remover pêlos pubianos, e tem várias motivações estéticas para fazê-los.
    Entre as mulheres, as razões mais populares é a questão de ir numa piscina com biquíni ou maiô, e aumenta a sensação de atratividade, sente-se mais confortável, e se sentem que é mais limpo e higiênico.   Ironicamente, este último raciocínio pode ser contraditório, pois uma nova pesquisa, sugere que raspar os pelos pubianos pode realmente aumentar o risco de contrair uma doença sexualmente transmissível (DST), conhecida como molusco contagioso e outras.

O risco de DST Viral de raspar seus pelos púbicos

    Usar aparelhos de barbear pode causar irritação e micro-trauma em sua pele que aumenta o risco de contrair uma infecção viral. Pesquisadores de um novo estudo de caso observou que o número de casos de molusco contagioso têm aumentado juntamente com as taxas de remoção de pêlos pubianos.  Eles observaram que 30 pacientes em uma clínica particular de cuidados da pele, em Nice, na França, os quais foram infectados com o vírus do molusco tinha raspados os pelos pubianos com lâmina. Quase todos eles tinham retirado seus pêlos pubianos, a grande maioria por lâmina de barbear, seguido de cera.   A descoberta apoia a teoria aos pesquisadores que ficar sem os pelos genitais podem fornecer uma oportunidade para as doenças sexualmente transmissíveis, como o molusco
    O molusco contagioso é transmitido com facilidade, e os pesquisadores sugeriram que o vírus pode ter se espalhado principalmente por meio de auto-infecção causada pela pele, irritada ao uso da Lâmina. Outros problemas de pele também foram observadas entre os participantes do estudo, que também podem ter sido relacionados com a remoção dos pêlos pubianos. Estes incluíram:

        Verrugas (os pesquisadores sugeriram  que raspando seus pêlos pubianos também podem aumentar o risco de verrugas genitais causadas pelo papilomavírus humano (HPV).
        Infecções bacterianas da pele
        Cicatrizes
        Pêlos encravados

O que é Molusco contagioso?

    Apesar de sua prevalência, o molusco contagioso é uma das doenças sexualmente transmissíveis menos conhecidas. Um tipo de vírus da varíola, o molusco é realmente mais comum em crianças devido o sistema imune não ser totalmente formado e eficaz, e por não terem pelos, embora também afeta adultos com sistemas imunitários enfraquecidos e pode ser transmitida através do contato sexual. O vírus provoca  pequeas bolhas cor pérola-como, que, apesar de indolor, pode facilmente tornar-se vermelho e inflamado. E não apresenta maiores problemas de saúde.
    Se as colisões estão abertas, a infecção pode espalhar facilmente de pessoa para pessoa, bem como através de objetos contaminados. Raspar os pêlos sobre as colisões também pode fazer com que os vírus se espalhem. Na maioria dos casos, a infecção vai resolver dentro de seis a 12 meses sem tratamento, mantendo assim seu sistema imunológico forte é importante. As saliências também pode ser removida por procedimento médico para ajudar a prevenir a propagação da infecção.

Outras doenças sexualmente transmissíveis e infecções também pode ser ligado a Remoção dos pêlos pubianos!
    A disseminação de vírus como o molusco contagioso e o vírus do papiloma humano ( HPV) mostra então a desvantagens em remover seus pêlos pubianos. Existem outras consequências em DSTs? Muito possivelmente, sim. No ano passado, uma médica de família, pediu o fim da “guerra contra pêlos pubianos”, alegando a prática de remoção de pêlos pubianos aumenta os riscos de infecção e doenças sexualmente transmissíveis. Conforme relatado pelo ‘The Independent’.
        “Como diretora do Centro de Saúde da Universidade do Oeste do Estado de Washington, EUA, ela relata as conseqüências.” Remoção dos pêlos pubianos, naturalmente, irrita e inflama os folículos pilosos, deixando feridas abertas microscópicas. Depilação freqüente, causa irritação da área raspada ou ou pelo uso de cera. Quando isso é combinado com o ambiente quente e úmido dos órgãos genitais, torna-se um feliz meios de cultura para alguns dos piores patógenos bacterianos.
        Em sua prática, não é raro encontrar pacientes com furúnculos e abscessos em seus órgãos genitais pelo uso de lâminas de barbear, pode  disseminar por várias partes do corpo,  infecção do escroto, lábios ou pênis. O Herpes é também um risco aumentado ‘devido às feridas microscópicas sendo expostas ao vírus transmitido por via oral ou através dos órgãos genitais. “Pode haver vulnerabilidade para a propagação de outras doenças sexualmente transmissíveis”, diz ela.

     Pêlos púbicos quais funções?
        Os pêlos têm funções importantes, inclusive na região genital, tais como:
        Proteção: ajudando a evitar que partículas estranhas como bactérias e poeira patogênico de entrar em seu corpo
        Controle de temperatura: o cabelo protege a pele do ar fio para reduzir a perda de calor
        Reduz o atrito, o que evita a irritação da pele e disseminação de patógenos

Atenção!  A melhor forma de eliminar o MOLUSCO e as elevações de pele, é usando óleos essênciais, tais como: O TeaTree* ( malaleuca alternifolia), colocando diretamente nas lesões 3 vezes ao dia, ou Murta Limão, ambos com ótima eficácia. O uso desses óleos segundo estudos mostram ter ótimos resultados em mais de 90%, após 30 dias de uso. Devendo sempre fazer o teste alérgico antes em crianças  e adultos, pingando 1 gota no braço e aguardar 20 minutos para ver se há algum tipo de reação na pele, não tendo reações aplique com cotonetes em cada lesão de HPV, ou MOLUCOS CONTAGIOSO. Devido ao aroma forte e bom da essência, dos óleos citados, evite aplicar em locais fechados.
      
    Então, existem alguns argumentos para manter seus pêlos pubianos, e é provável que uma redução do risco de doenças sexualmente transmissíveis é uma delas. É claro que a melhor maneira de evitar a propagação de doenças sexualmente transmissíveis é seguir práticas de sexo seguro (use sempre preservativos), ou espere para ter relações sexuais até que você esteja em um relacionamento sério. Então, manter o sistema imunológico em forma será mais capaz de combater todos os vírus que vêm a caminho. Melhorando a ingestão de água, melhorando níveis de vitamina D, vitamina C, omega 3, prática de atividade física diariamente, boa qualidade e quantidade sono, mantendo níveis de glicose entre 70 a 85mg/ml, evitando alimentos industrializados, diminuindo a ingestão de frutose, para menos de 20g dia.

EM CASO DE INFECÇÃO POR ALGUMA DST, CONSULTE O MÉDICO(A)!

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Referências:
    Sexually Transmitted Infections March 19, 2013
    Medical News Today March 19, 2013
    WebMD March 18, 2013

– MERCOLA

    1 October 2011, Volume 65, Issue 7-8, pp 506-517
    2 The Sex Information and Education Council of Canada, Female Pubic Hair Removal
    3 The Independent August 5, 2012
    4-http://www.laszlo.ind.br/userfiles/file/ARTIGOS%20EM%20PDF/MOLUSCO_CONTAGIOSO_%20FABIAN_LASZLOatualizado01-05-2011.pdf

SOJA E PROTEINA ISOLADA DE SOJA, CONTAMINADAS PELO ROUNDUP!

roundup_ready_soybeansProteína isolada de soja e outros produtos de soja fermentados!

By Dr. Júlio Caleiro – juliocaleiro@hotmail.com
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Infelizmente, a maioria do que sabemos sobre a soja e que fomos levados a acreditar pela mídia, é simplesmente falso! Um dos maiores problemas com a soja vem do fato de que 90 a 95% da soja, tanto nos EUA e países como o Brasil são geneticamente manipuladas (GE), além de ser usada para criar a proteína isolada de soja e vários outros produtos industrializados. A Soja geneticamente modificados são projetados para serem do tipo “Roundup Ready”, o que significa que elas são preparadas para suportar doses letais de outras formas de herbicidas.
O ingrediente ativo no herbicida Roundup é chamado glifosato, que é responsável pela separação do delicado equilíbrio hormonal do ciclo reprodutivo feminino. Além disso, o glifosato é tóxico para a placenta, que é responsável pelo fornecimento de nutrientes vitais de mãe para filho; Uma vez que a placenta tenha sido danificada ou destruída, o resultado pode ser o aborto. Nas crianças nascidas de mães que foram expostas até mesmo uma pequena quantidade de glifosato, o resultado foi de defeitos congênitos graves.
Os mecanismo de danos ao corpo do glifosato foi só recentemente identificado, e demonstra como esta química prejudica a função celular e explica muitas de algumas doenças modernas, incluindo o autismo. A Proteína isolada de soja pode ser encontrada em barras de proteínas, shakes substitutos de refeição, sucos de frutas, sopas e molhos, análogos de carne, pães, cereais matinais e alguns suplementos dietéticos. Mesmo se você não é um vegetariano e não toma leite de soja ou tofu, deve dar importância aos rótulos nutricionais de alimentos. Há tantos nomes diferentes para aditivos de soja, que você pode estar levando para casa um produto à base de soja geneticamente modificada, mesmo sem perceber. O especialista em soja o Dr. Kaayla Daniel, oferece um relatório especial “, sobre produtos que “esconde” alguns compostos da soja em produtos industrializados em seu Web site. Ele enumera produtos em que a soja pode estar escondida debaixo de listas de ingredientes – Palavras como “caldo de carne”, “sabor natural” e “proteína vegetal texturizada” dentre outras.
Além da proteína isolada de soja, todos os produtos de soja fermentados devem ser evitados se você valoriza sua saúde. Milhares de estudos têm relacionado a soja fermentada à desnutrição, perturbações digestivas, colapso do sistema imunológico, disfunção da tireóide, declínio cognitivo, distúrbios reprodutivos e infertilidade, até mesmo câncer e doenças cardíacas. O única soja com benefícios para a saúde é a soja orgânica que foi devidamente fermentada, é a única soja que eu sempre recomendo consumir. Produtos fermentados como o Natto depois de longo processo de fermentação, o fitato e “níveis de anti-nutrientes de soja” são reduzidas, e as suas propriedades benéficas se tornam disponíveis para o sistema digestivo, mas produzido no Japão e com a soja orgânica. Excelente para o organismo, rico em vitamina k2 um forte aliado às células em ações conjunta com a vitamina D3 e cálcio, mostrando ser eficaz em desobstrução de artérias, diabetes e alguns tipos de câncer.

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Referências:

J. MERCOLA 2011

Sintomas da Esclerose Múltipla diminuem com uso de altas doses de vitamina D3

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Importante pesquisa científica demonstrou que o uso de altas doses de vitamina D3 diariamente, pelo período de 52 semanas, resultou numa redução de surtos e diminuição do número de células agressivas do sistema imune em pacientes com Esclerose Múltipla (Neurology. 2010 Jun 8;74(23):1852-9). A diminuição das células agressivas certamente se deu pelo aumento de células T-reguladoras do sistema imune.

Explico: As células ‘T-reguladoras’ são componentes especializadas do sistema imune que ajudam manter a imunidade equilibrada. Se existem poucas células ‘T-reguladoras’, o sistema imunitário torna-se hiperativo [agressivo], como ocorre em doenças autoimunes a exemplo da esclerose múltipla. Está comprovado cientificamente que a vitamina D aumenta o número de células ‘T-reguladoras’, o que faz restaurar a situação de equilíbrio do sistema imune.(Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60)

Neste sentido, o médico James E. Dowd, Professor de Medicina da Universidade de Michigan – EUA, em seu livro “The Vitamin D Cure”, informa que:

“Estudos sobre a suplementação de vitamina D em pessoas com esclerose múltipla demonstraram uma redução da doença após a ingestão desta vitamina.”

Agende sua consulta e aplique os princípios da nutrição funcional em seu tratamento de saúde! Veja neste link os depoimentos dos pacientes que efetuaram o tratamento à base de vitamina D3:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/depoimentos-tratamento-dr-julio-caleiro/

Referências científicas:

1. Burton JM et al. A phase I/II dose-escalation trial of vitamin D3 and calcium in multiple sclerosis. Neurology. 2010 Jun 8;74(23):1852-9.
2. The vitamin D Cure, James E. Dowd, 1. edition (May 16, 2012), Wiley.
3. Correale J et al. Immunomodulatory effects of Vitamin D in multiple sclerosis. Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60.
4. Correale, J., M. C. Ysrraelit, and M. I. Gaitan. “Immunomodulatory Effects of Vitamin D in Multiple Sclerosis.” Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60.
5. lifeextension.com