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Arquivo mensal: maio 2013

A vitamina D dobra a possibilidade de cura no tratamento da hepatite C!

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

Mais um estudo comprova o uso da vitamina D3 no tratamento de hepatite C. Os resultados obtidos surpreendem com o uso da vitamina D3 em pacientes com hepatite C. A resposta virológica rápida (indetectável na semana 4 do tratamento) atingiu 44% dos pacientes recebendo vitamina D3 os quais se encontravam indetectáveis, contra 17% no grupo controle. Na semana 12 do tratamento 94% dos pacientes do grupo com vitamina D3 estavam indetectáveis, contra 48% do grupo controle.

E a resposta virológica sustentada (indetectável aos seis meses após o final do tratamento) que é a cura da hepatite C, foi obtida por 86% dos pacientes que receberam conjuntamente a vitamina D3 contra 42% dos pacientes que receberam o tratamento tradicional de interferon peguilado e ribavirina.

E este não é o único estudo que mostrou a eficácia da vitamina D3 na hepatite C.

No ano seguinte, em 2012, mais um outro estudo foi feito. Neste segundo estudo, foram analisados pacientes que receberam interferon peguilado e ribavirina. Os resultados confirmaram o primeiro estudo. A CORRETA suplementação com vitamina D por via oral melhorou significativamente a resposta viral. Vinte e quatro semanas após o tratamento, 95% do tratamento (vitamina D) grupo foi RNA de HCV negativo contra 77% do grupo de controle ( World J Gastroenterol 18.8 (2012): 800-5).

É preciso alertar que para surtirem os benefícios do tratamento à base de altas doses de vitamina D3, é indispensável o acompanhamento médico ou de nutricionista que entenda desta terapia. O uso de altas doses de vitamina D3 sem acompanhamento médico ou nutricional podem trazer danos à saúde, como a hipercalcemia.

Agende sua consulta e realize uma terapia nutricional que possa tratar e prevenir doenças!

Referências:

1. Vitamin D supplementation improves sustained virologic response in chronic hepatitis C (genotype 1)-naïve patients – Abu-Mouch S, Fireman Z, Jarchovsky J, Zeina AR, Assy N. – World J Gastroenterol. 2011 Dec 21;17(47):5184-90. – Saif Abu-Mouch, Liver Unit, Department of Internal Medicine B, Hillel Yaffe Medical Center, Hadera 38100, Israel.

2. Nimer A, Mouch A. “Vitamin D Improves Viral Response in Hepatitis C Genotype 2-3 Naïve Patients.” World J Gastroenterol 18.8 (2012): 800-5. http://www.wjgnet.com/1007-9327/pdf/v18/i8/800.pdf

Encefalopatia hepática pode ser reduzida significativamente por meio de doses adequadas de PROBIÓTICOS

PARA “INDICAÇÃO EXPRESSA” ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com
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cirrose

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

No ‘Liver Internacional Congress de 2013’, foi anunciado um estudo que constatou que doses corretas de probióticos reduziram significativamente o desenvolvimento de encefalopatia hepática em pacientes com cirrose hepática.O congresso atrai anualmente mais de 9.000 médicos e cientistas de todo o mundo e oferece uma oportunidade para ouvir as últimas pesquisas, perspectivas e tratamentos de doenças do fígado a partir de principais especialistas na área.

Os probióticos são microorganismos vivos (principalmente bactérias) que produzem um benefício à saúde do hospedeiro, quando administrados em quantidades adequadas.

Quanto à encefalopatia hepática, o médico gastroenterologista (Unicamp) e sócio da Sociedade Brasileira de Hepatologia, Dr. Stéfano Gonçalves Jorge, explica que:

“A maioria das teorias baseia-se na comprovação de que a concentração de amônia no sangue está aumentada nos cirróticos, especialmente naqueles com encefalopatia. A amônia é produzida principalmente no intestino e deveria ser transformada em uréia (ou glutamina, a partir de glutamato) pelo fígado e eliminada pelas fezes e urina. Essa amônia em excesso, no cérebro, afeta os neurotransmissores e portanto o funcionamento cerebral.”

O médico especialista em hepatologia, professor e pesquisador Dr. José Carlos Ferraz da Fonseca comentando sobre encefalopatia hepática, informa que:

“…na presença de insuficiência hepática ou de extensa circulação colateral (o sangue passa por fora do fígado), como a que se desenvolve na cirrose hepática, a amônia se acumula no sangue em quantidades crescentes e impregna o cérebro. Quando o fígado doente se torna incapaz de eliminar a amônia, o acúmulo dessa substância no cérebro pode causar transtornos neurológicos e psíquicos, inclusive o estado de coma ou morte.”

Doutor José Carlos traz ainda uma arrasadora informação:

“Sabe-se que 70% dos pacientes com cirrose hepática desenvolvem estado de confusão mental (encefalopatia hepática crônica). As funções intelectuais, de personalidade e de consciência e as funções neuromusculares sofrem alterações e limitações.”

Bom, e como evitar o desenvolvimento de encefalopatia hepática [que pode ser fatal]?

O estudo avaliou a eficácia de probióticos na prevenção do desenvolvimento da encefalopatia hepática em 160 pacientes com cirrose hepática, durante um período de 9 meses e foi constada melhorias significativa na redução dos níveis de amônia arteriais após três meses de tratamento com probióticos. Verificou-se que os probióticos diminuem a produção de amônia, algo de grande interesse em pacientes com cirrose hepática, e até mesmo, em pacientes com encefalopatia. Foi constatado que os doentes que tomaram placebo desenvolveram encefalopatia hepática duas vezes mais em comparação com os pacientes que tomaram probióticos sob a forma de cápsula. A prevenção para o desenvolvimento de encefalopatia em pacientes com cirrose foi surpreendente!

Logo, é extremamente importante a inclusão de doses corretas de probióticos no tratamento de pacientes cirróticos com o fim de evitar o desenvolvimento de encefalopatia hepática, conforme relatado no ‘Liver Internacional Congress de 2013’.

Friso que as quantidades adequadas para cada indivíduo é extrema importância para os efeitos positivos possam ocorrer. Não faça essa suplementação sem uma orientação médica ou de um nutricionista apto a este tipo de terapia da nutrição funcional.

Agende sua consulta e aplique uma terapia nutricional mais atualizada possível para o tratamento e prevenção de doenças!

Sugiro que assistam o trecho da aula do Dr. Lair Ribeiro, médico PhD – cardiologista e nutrólogo, ao abordar a importância da microbiota intestinal ao nosso organismo:

Página no facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referências:

1. http://www.eurekalert.org/pub_releases/2013-04/eaft-pft042413.php
2. http://www.sciencedaily.com/releases/2013/04/130425103316.htm
3. http://www.hepcentro.com.br/encefalopatia_hepatica.htm
4. http://drjcfonsecaeofigado.blogspot.com.br/2009/07/o-figado-doente-e-o-estado-de-confusao_27.html
5. http://www.sciencedaily.com/releases/2013/04/130425103316.htm
6. M.K Lunia, AN OPEN LABEL RANDOMISED CONTROLLED TRIAL OF PROBIOTICS FOR PRIMARY PROPHYLAXIS OF HEPATIC ENCEPHALOPATHY IN PATIENTS WITH CIRRHOSIS. Presented at the International Liver CongressTM 2013
7. A. Agrawal, Secondary Prophylaxis of Hepatic Encephalopathy in Cirrhosis, An Open-Label, Randomized Controlled Trial of Lactulose, Probiotics, and No Therapy. Available http://www.medscape.com/viewarticle/767674_3 [Accessed 9/4/13]
8. World Health Organization and Food and Agriculture Organizationof the United Nations. Health and Nutritional Properties of Probiotics in Food including Powder Milk with Live Lactic Acid Bacteria. Ava http://www.who.int/foodsafety/publications/fs_management/en/probiotics.pdf [Accessed 9/4/13]

SAL INDUSTRIALIZADO É TÓXICO E PERIGOSO E PODE ENGORDAR! A SOLUÇÃO É O SAL ROSA DO HIMALAIA!

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By, Dr. Júlio Caleiro

       Com o uso rigoroso da publicidade, a indústria do sal é bem sucedida em convencer você que na verdade existem vantagens, para a saúde em adição de iodo potencialmente tóxico, e flúor ao sal. Além disso, o sal de mesa muitas vezes contém conservantes potencialmente perigosos tais como: carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, hidróxido de alumínio que adicionados. O alumínio é um metal leve, que deposita em seu cérebro – uma causa potencial da doença de Alzheimer que poderá levar alguns anos para se desenvolver. O sal industrializado  contém produtos químicos tóxicos vindo de acidentes de poços de petróleo que poluem os oceanos, com derramamento de produtos químicos diversos, a um ritmo alarmante, e a maioria do sal do mar de hoje não é tão puro como costumava ser, muito pelo contrário. A solução é: Sal do Himalaia, sal puro que é extraído e lavado à mão – com zero de poluentes ambientais e uma quantidade enorme de minerais sob uma configuração natural e ideal à nutrir nossas células. E os benefícios? Direi no próximo artigo!

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Referências:

-Bloomberg News –

 

Obesidade infantil está associada à deficiência de vitamina D

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By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. F: 35-3558-1919.

Um artigo publicado online em 06/10/2010 no American Journal of Clinical Nutrition relata uma associação com deficiência de vitamina D e o aumento de gordura corporal em crianças na idade escolar.

O pesquisador Dr. Eduardo Villamor e sua equipe da Universidade de Michigan, avaliaram 3.202 meninos e meninas que residem em Bogotá, Colômbia, que tinham entre 5 e 12 anos de idade. Foram feitas medidas antropométricas e repetidas anualmente ao longo de um período médio de acompanhamento de 30 meses.

As crianças com deficiência de vitamina D tinham maior índice de massa corporal, maior aumento da espessura das dobras cutâneas e maior circunferência da cintura do que as crianças que tinham níveis suficientes de vitamina D.

Concluiu-se que níveis insuficientes de vitamina D pode desempenhar um papel na obesidade infantil, devido a influencia da vitamina sobre a quebra e formação de lipídios nas células adiposas. Os autores observam que o aumento dramático nas taxas de obesidade entre as crianças é motivo de preocupação porque a obesidade infantil é um fator de risco para doença cardiometabólico mais tarde na vida.

O Science Daily de 03 de agosto de 2009 publicou um estudo no qual participaram 6.000 crianças. O estudo foi liderado pelo pesquisador e médico Dr. Michal L. Melamed, do Albert Einstein College of Medicine da Universidade de Yeshiva. Os resultados surpreendentes sugeriram que a deficiência de vitamina D poderia colocar milhões de crianças em risco de pressão alta e outros fatores de risco relacionados a doenças cardíacas.

Neste estudo, as crianças obesas também estavam entre aquelas deficientes de vitamina D. O co-autor do estudo, Dr. Juhi Kumar, médico pediatra, esclareceu o seguinte:

“A mensagem para os pediatras é que a deficiência de vitamina D é um problema real, com consequências não só para a saúde dos ossos, mas também potencialmente para a saúde cardiovascular em longo prazo.”

Neste mesmo artigo foi registrada informação de um outro estudo co-liderado pelo Dr. Melamed e publicado no Archives of Internal Medicine, em agosto de 2008, no qual foi relatado que indivíduos com baixos níveis de vitamina D podem ter um risco aumentado de morte por todas as causas.

Agende sua consulta, e realize um tratamento nutricional que fortaleça sua saúde e favoreça o emagrecimento saudável!

Referências:

1. Am J Clin Nutr October 2011 vol. 94 no. 4 1020-1025
2. lifeextension.com
3. Michal L. Melamed, Juhi Kumar, Paul Muntner, Frederick J. Kaskel, and Susan M. Hailpern. Prevalence and Associations of 25-Hydroxyvitamin D Deficiency in Children and Adolescents in the United States: Results from NHANES 2001-2004. Pediatrics, August 3, 2009
4. Albert Einstein College of Medicine (2009, August 3). Millions Of U.S. Children Low In Vitamin D.ScienceDaily. Retrieved May 23, 2013, from http://www.sciencedaily.com¬/releases/2009/08/090803083633.htm

Atenção MULHERES! Cuidado com a ‘síndrome do choque tóxico’ proveniente dos Absorventes e tampões do tipo OB!

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By. Dr. Júlio Caleiro

Atenção MULHERES! Cuidado com a ‘síndrome do choque tóxico’ proveniente dos Absorventes e tampões do tipo OB.

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       É importante lembrar que os absorventes internos podem criar um ambiente favorável para o crescimento de bactérias. Micro ‘cortes’ na parede vaginal  permiti a entrada de bactérias a se acumular na região lesionada. Existe reconhecimento científico que a síndrome do choque tóxico (SCT), que pode ser causada por toxinas venenosas ou de Staphylococcus aureus (estafilococos), ou Streptococcus do grupo A; A ( SCT) pode ser uma condição com risco de vida, por isso é importante reconhecer os sinais e sintomas, além de produtos químicos, presente na maioria dos absorventes. Se algum dos seguintes sintomas aparecer ao usar absorventes, durante o período menstrual, certifique-se procurar ajuda médica. Muitos sintomas, na verdade podem ser causados pelos absorventes, e são confundidos com o próprio ciclo menstrual não tendo atenção necessária.
    
      Falta de ar, Náuseas, Vômitos Diarreia e febre alta
      Baixa pressão arterial, rash cutâneo, nas palmas das mãos ou solas dos pés –
      Dores musculares, vermelhidão dos olhos, boca e / ou garganta inflamada
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        Como minimizar o risco desta condição potencialmente perigosa?
       
 – Evite super-absorventes – escolha a taxa de absorção menor;
– Nunca deixe um absorvente inserido durante a noite, use absorvente externo durante NOITE E DIA, ao invés de inserir um absorvente interno, seja extremamente cuidadosa para não arranhar seu revestimento vaginal (evite aplicadores que contenha plástico no produto).
 – Troque o absorvente pelo menos a cada 4-6 horas. Evite absorvente Tampão do tipo OB.

Assistam o vídeo abaixo que poderá ser melhor explicado: Podendo colocar o tradutor em português no próprio vídeo.

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Referências:

Dieta pode estar relacionada à sonolência diurna em adultos

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Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. F: (35) 3558-1919.

Na Revista online da Pharmacia Essentia, do dia 26/04/2013, foi publicada a seguinte interessante matéria:

Um novo estudo sugere que o seu nível de sonolência ou estado de alerta durante o dia pode estar relacionado com o tipo de alimento que você come. Acontece isso com você?

A pesquisa envolveu 31 pessoas saudáveis com idade ente 18 e 65 anos, não obesas, sem episódios de apneia do sono. Elas passaram 4 noites consecutivas em um quarto-laboratório, específico para análises do sono. No último dia, o objetivo era avaliar a sonolência com um teste chamado “Teste de Latência Múltipla do Sono” (TLMS). Os participantes receberam 5 refeições por dia (1).

Segundo os autores, estudos anteriores haviam concluído que o tipo de alimentação aumenta a sonolência diurna. Um deles publicado recentemente pelo Journal Appetite avaliou, além do consumo de gorduras, também o consumo de proteínas e carboidratos, e nutrientes como o licopeno, luteína, selênio, vitamina C e a teobromina (componente do cacau). Segundo a pesquisa, estes antioxidantes [licopeno, luteína, selênio, vitamina C e Teotromina] quando ingeridos em maior quantidade proporciona melhor qualidade do sono, o que se associa também à prevenção de doenças (2).

“A sonolência diurna excessiva e fadiga são muito prevalentes no mundo moderno e está em ascensão”, conclui o autor. “Parece que uma dieta rica em gordura diminui agudamente o estado de alerta, e isso pode ter um impacto sobre a capacidade do indivíduo em seu trabalho, mesmo nas atividades do dia a dia, como dirigir, por exemplo.”

Ademais, em um estudo comprovou-se que quanto menos vitamina D nos níveis das pessoas, maior era a ocorrência de sonolência diurna (J Clin Sleep Med2012;8(6):693-697.)

Assim, o tipo de alimentação ou dieta aplicada pode lhe trazer sonolência diurna, e trazendo sérios prejuízos ao organismo. Aplique uma dieta funcional que além de gerar o emagrecimento saudável, promoverá um fortalecimento de sua saúde.

Referências:
1. American Academy of Sleep Medicine (2013, May 7). Diet linked to daytime sleepiness and alertness in healthy adults. ScienceDaily.
2. Grandnera, M.A., Jacksona, N., Gerstnera, J.R., Knutsond, K.L. Dietary nutrients associated with short and long sleep duration. Data from a nationally representative sample. Appetite. Volume 64, 1 May 2013, Pages 71–80.
3. McCarty DE; Reddy A; Keigley Q; Kim PY; Marino AA. Vitamin D, race, and excessive daytime sleepiness. J Clin Sleep Med2012;8(6):693-697.

Atenção MULHERES! Cuidado com a ‘síndrome do choque tóxico’ proveniente dos Absorventes e tampões do tipo OB!

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By. Dr. Júlio Caleiro

Atenção MULHERES! Cuidado com a ‘síndrome do choque tóxico’ proveniente dos Absorventes e tampões do tipo OB.

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       É importante lembrar que os absorventes internos podem criar um ambiente favorável para o crescimento de bactérias. Micro ‘cortes’ na parede vaginal  permiti a entrada de bactérias a se acumular na região lesionada. Existe reconhecimento científico que a síndrome do choque tóxico (SCT), que pode ser causada por toxinas venenosas ou de Staphylococcus aureus (estafilococos), ou Streptococcus do grupo A; A ( SCT) pode ser uma condição com risco de vida, por isso é importante reconhecer os sinais e sintomas, além de produtos químicos, presente na maioria dos absorventes. Se algum dos seguintes sintomas aparecer ao usar absorventes, durante o período menstrual, certifique-se procurar ajuda médica. Muitos sintomas, na verdade podem ser causados pelos absorventes, e são confundidos com o próprio ciclo menstrual não tendo atenção necessária.
    
      Falta de ar, Náuseas, Vômitos Diarreia e febre alta
      Baixa pressão arterial, rash cutâneo, nas palmas das mãos ou solas dos pés –
      Dores musculares, vermelhidão dos olhos, boca e / ou garganta inflamada
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        Como minimizar o risco desta condição potencialmente perigosa?
       
 – Evite super-absorventes – escolha a taxa de absorção menor;
– Nunca deixe um absorvente inserido durante a noite, use absorvente externo durante NOITE E DIA, ao invés de inserir um absorvente interno, seja extremamente cuidadosa para não arranhar seu revestimento vaginal (evite aplicadores que contenha plástico no produto).
 – Troque o absorvente pelo menos a cada 4-6 horas. Evite absorvente Tampão do tipo OB.

Assistam o vídeo abaixo que poderá ser melhor explicado: Podendo colocar o tradutor em português no próprio vídeo.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4vwQpe3CCH4#at=62

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Referências: