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O óleo de coco que diminui a gordura do abdômen, principalmente em mulheres, mostra alguns estudos

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                                Dr. Júlio Caleiro – Consultório –>  35-3558-1919 MG -BR

 

By Ed. Dr. Júlio Caleiro 

  O óleo de coco que diminui a gordura do abdômen, principalmente em mulheres, mostra alguns estudos!
   A suplementação na dieta com óleo de coco pode resultar numa redução na circunferência da cintura e outros benefícios.
Um ensaio clínico randomizado, duplo-cego de 40 mulheres divididas em dois grupos – um que recebeu diariamente suplementos de óleo de soja (grupo S) e outro que recebeu a mesma quantidade de óleo de coco (grupo C). Ambos os grupos foram orientados a seguir uma dieta hipocalórica balanceada e caminhar por 50 minutos todos os dias.

De acordo com o estudo,
    “[Depois de uma semana,] o grupo C exibiram uma redução na [circunferência da cintura] o Grupo S apresentaram aumento da cintura, do colesterol total, colesterol LDL( ruim) , enquanto que o HDL ( bom) diminuiu. Tais alterações não foram observadas no grupo C. Portanto a suplementação dietética com óleo de coco 45% ácido láurico extra virgem não causa dislipidemia e parece promover uma redução na obesidade abdominal “.

  A Gordura saturada foi injustamente ensinado como a causa do colesterol alto e doenças do coração nos últimos 60 anos, quando na verdade o inverso foi a verdade o tempo todo.  O resultado de pessoas que seguem o conselho equivocado para substituir as gorduras saturadas (como o óleo de coco) com óleos vegetais poliinsaturados (como o óleo de soja e canola) é refletido nas estatísticas de doenças do coração atualmente. Antes de 1920, a doença arterial coronariana foi realmente uma raridade. Na década de 1950, as taxas começaram a subir em sintonia com o aumento do consumo de óleos vegetais hidrogenados (gordura trans), que substituiu gorduras saturadas como manteiga, gordura de coco e banha de porco que tinha sido a norma nas décadas anteriores. Repito era quase ausente doenças do coração em comparação atualmente.

    Hoje, o óleo de soja torna-se 68% dos óleos e gorduras vegetais consumidos pelos americanos e brasileiros.

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Um Ensaio clínico duplo-cego coloca óleo de coco-versus soja para o teste.
   
Neste outro estudo de 12 semanas de duração em destaque, os pesquisadores avaliaram os efeitos do óleo de coco e óleo de soja sobre os perfis bioquímicos e circunferência da cintura em 40 mulheres obesas, com idades entre 20-40 anos. A gordura da barriga, conhecida como gordura visceral, é o tipo de gordura associada a doenças cardíacas, diabetes e acidente vascular cerebral, entre muitas outras doenças crônicas.
    Divididos em dois grupos de 20 participantes cada, as mulheres receberam um suplemento diário de 30 mls (cerca de duas colheres de sopa) de qualquer óleo de soja ou óleo de coco. Eles também seguiram uma dieta equilibrada de baixa caloria, e caminharam por 50 minutos por dia. O resultado final?

    O grupo de óleo de coco apresentou:

        Aumento dos níveis de HDL (colesterol bom)
        Diminuiu relação LDL / HDL
        Reduziu a circunferência da cintura / obesidade abdominal

    O grupo de óleo de soja apresentou:

        O aumento do colesterol total
        Aumento do LDL (colesterol ruim)
        Aumento da relação LDL / HDL
        HDL diminuído (colesterol bom)
        Não há redução na circunferência da cintura / obesidade abdominal

    Os autores concluíram:

        “Parece que a suplementação dietética com óleo de coco não causa dislipidemia [uma quantidade anormal de colesterol e / ou a gordura no sangue] e parece promover uma redução na obesidade abdominal.”
    Este é exatamente o que eu proponho aos meus pacientes, e venho falando constantemente nos últimos 5 anos.

A verdade sobre o óleo de soja!

    As gorduras poliinsaturadas (soja e outros óleos vegetais TAIS COMO O CANOLA) tendem a ficar rançoso (tornar-se oxidado) durante o cozimento e processamento, e quando isso acontece os radicais livres criados podem causar estragos em seu corpo, atacando as membranas das células e danificando o DNA / RNA. Placa arterial é o resultado de danos dos radicais livres em seus vasos sanguíneos, que é a característica da doença cardiovascular.
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    O consumo excessivo de gorduras poliinsaturadas também tem sido associada a outras doenças e problemas de saúde, incluindo:

Aumento do risco de câncer de fígado, disfunção do sistema imunológico e câncer de pulmão, danos aos órgãos reprodutivos, distúrbios digestivos, reduzindo a capacidade de aprendizagem, crescimento atrofiado e ganho de peso.
    Vários anos atrás, em resposta ao aumento da demanda para reduzir as gorduras trans nos alimentos, e a rotulagem obrigatória de gorduras trans, a -indústria alimentícia começou a mudar para um óleo de soja modificado chamado “soja baixo -linolênico”. Este óleo de baixo linolênico não necessita de hidrogenação, um processo que aumenta a vida de prateleira e a estabilidade do sabor, mas também cria gordura trans.

    No entanto, por favor, não se deixe enganar, porque estes chamados “saudáveis” óleos vegetais, ainda são uma escolha desastrosa para a maioria das pessoas, porque podem distorcer significativamente a relação omega-6/omega-3 sensível, que controla muitas vias bioquímicas delicadas, resultando na aceleração de muitas doenças degenerativas crônicas.
    Além disso,  a soja ‘low-lin’,  em mais de 90% de toda a soja, milho e canola são feitas a partir de sementes geneticamente modificados, para resistir a doses de outra formas letal de ‘Roundup herbicida da Monsanto’, que é mais um motivo para afastar-se destes óleos vegetais nocivos.

    Alimentos geneticamente representam enormes riscos para a saúde humana, de acordo com Dr. Joseph Hibbeln no National Institutes of Health, estima-se que a soja, geralmente na forma de óleo, são responsáveis ​​por 10% da média de ingestão calórica por pessoa  nos Estados Unidos!

Por que o óleo de coco é “especial” Entre gorduras saturadas?

    Agora sobre o óleo de coco, uma jóia rara entre as gorduras saturadas, com inúmeros benefícios à saúde. Em primeiro lugar, você sabia que vários estudos sobre as populações das ilhas do Pacífico que recebem 30-60 por cento do seu valor calórico total intacta a partir de óleo de coco totalmente saturadas, e têm demonstrado taxas de quase inexistentes de doença cardiovascular?

    O óleo de coco pode ser útil para as mulheres grávidas, gestantes, os idosos, aqueles preocupados com a saúde digestiva, os atletas (mesmo os guerreiros de fim de semana), e aqueles que só querem melhorar a saúde em geral. Uma das explicações para suas aplicações de saúde é porque é rico em ácido láurico, que se converte em seu corpo para monolaurin – um composto também encontrado no leite materno, que fortalece a imunidade do bebê.
    Seus ácidos graxos de cadeia média ou triglicérides (TCM), também transmiti uma série de benefícios à saúde, incluindo o aumento do metabolismo do  corpo e lutando contra agentes patogênicos, como vírus, bactérias e fungos. Ácido cáprico, um outro ácido gordo de coco presente em quantidades menores, é outra componente antimicrobiano.
    O óleo de coco também é excelente para a sua tireóide. Além disso, uma descoberta muito interessante e recente é que o óleo de coco pode até servir como um tratamento natural para a doença de Alzheimer, devido aos TCM ( TRIGLICERIDEOS DE CADEIA MÉDIA), também são uma fonte primária de corpos cetônicos, que agem como uma fonte alternativa de combustível para cérebro que podem ajudar a prevenir a atrofia cerebral associados à demência e para epiléticos.

Estudos anteriores Confirma: Óleo de coco e útil para perda de gordura!

    Voltando aos resultados do estudo caracterizado por um momento, estudos anteriores também descobriram que os ácidos graxos de cadeia média (TCM) encontrados no óleo de coco, promove a perda de peso, e são úteis para perda de gordura adiposa em particular no abdomen. Um  estudo mostrou que os ratos alimentados com ácidos gordos de cadeia longa (TCL, encontrados em óleos vegetais – soja por exemplo), aumentaram a gordura corporal,  enquanto que os ratos alimentados com TCMs (encontrado no óleo de coco) reduziu a sensibilidade à insulina de gordura corporal e melhorou e tolerância à glicose. Especificamente, os TCMs foram encontrados para regular a expressão de genes adipogênicos.

    Outro estudo de 2003 revelou que o aumento do gasto de energia AJUDA na diminuição da adiposidade  em homens com excesso de peso, um achado semelhante como no estudo acima.  Aqui, 24 homens com excesso de peso consumiram dietas ricas em TCMs ou TCL ( triglicérideos cadeia longa), durante 28 dias. Os que consumiram TCMs  perderam mais peso e tiveram mais energia do que os que consumiram TCL (neste caso, o azeite, ao invés de óleo de  soja). O azeite ajudou a perder peso também, mas com resultado bem inferior aos que usaram TCMs – óleo de coco.

Óleo de coco e colesterol

    A maioria dos conselhos convencional relativa ao óleo de coco e colesterol são falsas e enganosas. O óleo de coco tem sido repetidamente demonstrado ser benéfico em vez de prejudicial sobre os níveis de colesterol e saúde do coração. Conforme explicado em um artigo anterior escrito por  “Ray Pete”, tem sido claramente estabelecida há mais de 80 anos que a supressão da tireóide aumenta o colesterol sérico (e aumenta a mortalidade por infecções, câncer e doenças do coração), enquanto a restauração do hormônio da tireóide traz colesterol baixo ao normal.

    Como mencionado anteriormente, o óleo de coco faz as duas coisas, equilibra a sua tireóide e normaliza os níveis de colesterol.

Entretanto é muito importante usar o óleo de coco bom, em doses corretas diariamente, para evitar problemas gastrointestinais. Consulte seu nutricionista para aliar uma dieta saudável, que venha potencializar os efeitos do óleo de coco, e indicar um produto que tenha realmente selo de qualidade, além de adequar aos seus treinos de atividade física.
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Referências:
    -Green Med Info
    -Lipids July 2009;44(7):593-601

MERCOLA-


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