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Magnésio trata de doenças cardíacas, incluindo: arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva e placa de ateroma

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By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3531-8423.

email – juliocaleiro@hotmail.com
Altas doses de cálcio sem magnésio promovem um aceleramento da oclusão das artérias do coração e do cérebro, que resulta em um alto risco de ataque cardíaco e acidente cerebral vascular (Mol Cell Biochem. 2002 Sep;238(1-2):163-79).

O médico Dr. Arnaldo Velloso da Costa, com especialização em cirurgia neurológica, nutrologia e medicina ortomolecular, em seu livro “Magnésio: o que ele pode fazer por você” informa o seguinte:

…outra vantagem obtida com o uso do magnésio em estudos clínicos e experimentais é a capacidade de normalizar o traçado do eletrocardiograma, eliminar espasmos vasculares e suprimir arritmias cardíacas, propriedades jamais vistas pela aspirina. O magnésio foi usado com eficácia até em pacientes cujo estado crítico era terminal de arritmia cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva e intoxicação digitálica. Outra propriedade inerente ao magnésio é a de reduzir a placa de ateroma – depósito de gordura associada ao cálcio – que obstrui progressivamente as artérias com a evolução da arteriosclerose.

Além do magnésio, é importante associar a correta ingestão de vitamina K2 para garantir a saúde do coração. A capacidade da vitamina K2 em proteger o coração é sugerida por diversos estudos científicos. Pessoas que fazem ingestão de altas doses de vitamina K2 apresentaram uma redução de 57% no risco de morte por doença cardiovascular (J Nutr. 2004 Nov;134(11):3100-5).

Segundo o médico cardiologista, Dr. Lair Ribeiro, “a vitamina k2 é a única capaz de prevenir e reverter a aterosclerose”.

No vídeo abaixo, Dr. Lair Ribeiro, cardiologista (Phd) e nutrólogo, explica alguns benefícios do magnésio, assista:

Todavia, é importante que as doses de magnésio sejam adequadas com o CORRETO equilibro com o cálcio e vitamina K2. Muitos dos medicamentos disponíveis nas farmácias, não possuem este equilíbrio em referência.

Agende sua consulta e trate e previna diversas doenças!

Referências:

1. Chakraborti S, Chakraborti T, Mandal M, Mandal A, Das S, Ghosh S. Protective role of magnesium in cardiovascular diseases: a review. Mol Cell Biochem. 2002 Sep;238(1-2):163-79.
2. Chacko SA, Song Y, Nathan L, et al. Relations of dietary magnesium intake to biomarkers of inflammation and endothelial dysfunction in an ethnically diverse cohort of postmenopausal women. Diabetes Care. 2010 Feb;33(2):304-10.
3. Ferrè S, Baldoli E, Leidi M, Maier JA. Magnesium deficiency promotes apro-atherogenic phenotype in cultured human endothelial cells via activation of NFkB. Biochim Biophys Acta. 2010 Nov;1802(11):952-8.
4. Maier JA. Endothelial cells and magnesium: implications in atherosclerosis. Clin Sci (Lond). 2012 May;122(9):397-407.
5. Pen JX, Li L, Wang X, Zhang YH, Li XF, Wu SY. The effect of the magnesium supplementation on vascular calcification in rats. Zhongguo Ying Yong Sheng Li Xue Za Zhi. 2012 Jan;28(1):20-3.
6. Geleijnse JM, Vermeer C, Grobbee DE, et al. Dietary intake of menaquinone is associated with a reduced risk of coronary heart disease: the Rotterdam Study. J Nutr. 2004 Nov;134(11):3100-5.
7. A. V. da Costa. O magnésio e o que ele pode fazer por você. E. Thesaurus, 2010, Brasília
8. Vitamina K2, A Irrevogável Vitamina Antienvelhecimento, Dr. Lair Ribeiro.

MAIS ESTUDOS COMPROVAM O USO DA VITAMINA D NA REGRESSÃO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA!

 

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Agende sua consulta! Fone do consultório: 35-3558-1919.

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Um estudo recente mediu o impacto dos níveis sanguíneos de vitamina D e o risco de surtos em Esclerose Múltipla: para cada aumento de 4ng/ml em 25-hidroxi-vitamin D no sangue, o risco de surtos em Esclerose Múltipla é reduzido em 12%. Os pesquisadores que realizaram este estudo concluíram que: elevando os níveis de vitamina D é possível reduzir pela metade o risco de novos surtos (Simpson 2010).

Células do sistema imune que atacam a bainha de mielina, são reguladas por exposição à vitamina D. Quando estas células agressivas imunitárias, são colhidas diretamente de pacientes com esclerose múltipla e são expostas à forma ativa de vitamina D, as células se dividem e se reproduzem muito mais lentamente, indicando que a vitamina D tem a capacidade de impedir a autoimunidade aberrante, que é a força motriz para o desenvolvimento da Esclerose Múltipla.

No entanto, a vitamina D faz mais do que apenas equilibrar células do sistema imunológico, ela também reforça a proteção de células imunitárias específicas. Explico: as células T-reg são componentes especializadas do sistema imunitário que ajudam a manter a imunidade equilibrada. Se há deficiência de células T-reg no corpo, o sistema imunitário se torna hiperativo, assim como ocorre nas doenças auto-imunes, dentre elas, a esclerose múltipla. A vitamina D aumenta o número de células T-reg, restaurando dessa forma, o equilíbrio de um sistema imunológico hiperativo [agressivo] (Correale 2009).

Neste estudo confirmou-se que a vitamina D [em doses elevadas] em pacientes com esclerose múltipla teve um significativo efeito em reduzir as células agressivas do sistema imunológico, restaurando o seu equilíbrio (Correale 2009).

Mais outra pesquisa científica, foi confirmado que pacientes com Esclerose Múltipla fazendo uso de altas doses de vitamina D apresentaram menos lesões ativas durante o período de 28 semanas (Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51).

Vê-se que diversos são os estudos que apoiam o uso da vitamina D3 no tratamento da Esclerose Múltipla, e doenças autoimunes em geral, eis que esta poderosa vitamina tem a potente função imunomoduladora.

Na esclerose múltipla, que ataca o sistema nervoso, corrigir essa deficiência [da vitamina D] permite que muitos pacientes fiquem livres das manifestações do problema” afirma o médico neurologista Doutor Cícero Galli Coimbra (doutor em Neurologia pela Unifesp e pós doutorado pela Universidade de Lund, Suécia), da Universidade Federal de São Paulo (Revista Saúde, editora Abril, de abril de 2011, página 27).

Dr. Júlio Caleiro, nutricionista, aplica a terapia da vitamina D para pacientes com Esclerose Múltipla obtendo excelentes resultados. Veja os depoimentos dos pacientes no link: https://nutricaobrasil.wordpress.com/depoimentos-tratamento-dr-julio-caleiro/

Assim, ao invés de esperar que os médicos convencionais aceitem o uso da vitamina D para o tratamento de doença autoimune, sugiro que o portador de Esclerose Múltipla inicie este tratamento o mais breve possível, para que a doença não deixe seqüelas irreversíveis. A suplementação nestas circunstâncias são elevadas, logo, é preciso um acompanhamento nutricional ou médico específico nesta terapia especializada [oriunda da nutrição avançada], já que o uso de vitamina D em doses elevadas sem os cuidados necessários podem trazer efeitos adversos. Entre os efeitos adversos, pode ocorrer o aumento da absorção de cálcio sem o correto direcionamento pelo organismo, calcificando órgãos e causando novas e graves doenças, mesmo que isso tenha sido demonstrado ser esporádico na literatura.

Alerto que antes da alta suplementação com vitamina D para fins de tratamento é preciso realização de alguns exames clínicos, bem como uma dieta específica individualizada.

Agende sua consulta e inicie o tratamento pela nutrição avançada!

Página no facebook: https://www.facebook.com/NutricaoNoTratamentoEPrevencaoDeDoencas

Referências:
1. Simpson S Jr. et al. Higher 25-hydroxyvitamin D is associated with lower relapse risk in multiple sclerosis. Ann Neurol. 2010 Aug;68(2):193-203.
2. Correale J et al. Immunomodulatory effects of Vitamin D in multiple sclerosis. Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60.
3. Correale, J., M. C. Ysrraelit, and M. I. Gaitan. “Immunomodulatory Effects of Vitamin D in Multiple Sclerosis.” Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60.
4. lifeextension.com

5. Revista Saúde, editora Abril, de abril de 2011, página 27.
6. Kimball SM. Safety of vitamin D3 in adults with multiple sclerosis. Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51

DEPRESSÃO PODE SER TRATADA PELA VITAMINA D

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3558-1919.
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Um importante estudo do Hospital Universitário do Norte da Noruega examinou a ligação entre a deficiência de vitamina D e a depressão. Foram analisados 159 homens e 282 mulheres, com idades entre 21 e 70 anos. Os pacientes foram divididos em dois grupos, o grupo que iria ingerir altas doses de vitamina D3 e o grupo placebo, pelo período de 1 ano.

Foi feita a suplementação destes pacientes com altas doses de vitamina D3, e após 1 ano do tratamento, verificou-se uma significativa melhora dos sintomas da depressão no grupo tratado com a vitamina D. Já o grupo placebo não apresentou nenhuma melhora importante.

Assim, verifica-se que não se trata de mera associação entre baixos níveis de vitamina D e depressão, mas sim uma relação de causalidade, isto é, baixos níveis de vitamina D podem desencadear a depressão. A regularização dos níveis de vitamina D pode trazer melhoras significativas nos sintomas de quem sofre de depressão, conforme indicou o estudo científico.

Agende sua consulta!

Referências:

1. Effects of vitamin D suplementation on symtoms of depression in overweight and obese subjects: randomized double blind trial. J Intern Med 2008 Dec; 26 (6): 599-609.
2. Power of Vitamin D, April 26, 2012 – Sarfraz Zaid

A dieta sem glúten pode reverter insuficiência hepática em pacientes com doença celíaca

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Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

A freqüência é relativamente alta de doença celíaca não diagnosticada entre as pessoas com doenças hepáticas graves. A doença celíaca é uma doença digestiva que danifica o intestino delgado e interfere na absorção normal dos nutrientes dos alimentos. Ela surge a partir de uma reação alérgica ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, centeio, cevada, aveia.

O problema muitas vezes não é detectado porque muitos dos seus sintomas – tais como dores abdominais, fadiga e diarréia – são semelhantes a uma série de outras doenças. E alguns pacientes não apresentam sintomas.

A doença celíaca é também associada a outras perturbações causadas por uma disfunção do sistema imunológico, incluindo doenças relacionadas com o fígado e do sistema imunitário como a hepatite auto-imune.

Os resultados de um estudo científico sugerem que, em tais pacientes, a dieta sem glúten pode prevenir a progressão da insuficiência hepática, sendo capaz, até mesmo em reverter a insuficiência hepática nos pacientes celíacos. Assim, a doença celíaca deve ser “rigorosamente investigada” em todos os pacientes com hepatite auto-imune ou hepatite com causa desconhecida.

O médico Doutor Joseph Mercola informa que:

Em alguns casos, a detecção precoce e o tratamento da doença celíaca podem impedir a progressão para insuficiência hepática terminal. …Um dos principais problemas com a doença celíaca é a grande dificuldade de se fazer o diagnóstico. Provavelmente a melhor maneira de diagnosticar é realizar uma dieta livre de glúten e ver se os sintomas melhoram.

Os autores do estudo científico concluíram que: O tratamento dietético pode prevenir a progressão para insuficiência hepática, mesmo nos casos em que é considerado o transplante do fígado.(Gastroenterology April 2002;122:881-888).

Agende sua consulta e aplique uma dieta capaz de reverter e prevenir graves doenças!

Referências:
1. Gastroenterology April 2002;122:881-888
2. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2002/05/08/gluten-part-two.aspx

Você tem HÉRNIA DE DISCO? Algumas bactérias podem ser a causa! Elimine-as, e mantenha o teu Sistema Imune regularizado!

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By, Dr. Júlio Caleiro

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Você Tem HÉRNIA DE DISCO, bactérias podem ser a causa! Elimine-as, e mantenha o Sistema Imune regularizado!

        Pesquisas sugerem que entre 7 a 53% dos pacientes com hérnia de disco têm um tipo de bactéria que entraram no disco ocasionando a hérnia é o que mostra alguns estudos. Os pesquisadores dinamarqueses em um outro estudo,  encontraram bactérias em 46% das hérnias discais entre os pacientes que haviam recebido cirurgia da coluna vertebral, para a dor nas costas.  Os pesquisadores então, entraram com antibióticoterapia de 100 dias, para a metade de um grupo de pacientes que lutam com dor lombar de hérnia de disco. Um ano mais tarde, aqueles que haviam tomado antibióticos relataram menos dor lombar, dor na perna e deficiência física do que o grupo placebo.  Eles também eram menos propensos a perder dias de trabalho, devido a dores nas costas.       

        Os pesquisadores estimaram que os antibióticos poderiam aliviar os sintomas de pelo menos 40% das pessoas que sofrem de dor lombar crônica.  Mas lembre-se os antibióticos podem promover o crescimento de fungos, ganho de Peso e Doenças Crônicas;  É claro que, os antibióticos convencionais pode salvar a sua vida se eles são necessários, se porventura vier a desenvolver uma infecção bacteriana grave e outras patologias infecciosas diversas aguda, mas é importante entender que eles vêm com sérios riscos. Estes antibióticos, atrapalham o equilíbrio de bactérias “boas” e “ruins” no trato gastrointestinal, muitas vezes matando ambos os microrganismos, sem distinção, desequilibrando todo o organismo! Uma vez que há manifesto bacteriana nos discos causadores de Hérnia de disco, nas porcentagens apresentadas em alguns estudos,  outros meios alternativos podem ser aplicados para eliminar a multiplicação bacteriana local, fortalecendo seu sistema imune com vários suplementos nutricionais, que são evidenciados a diminuir a infecção por bactérias , ou mesmo manter o organismo livre destes microrganismos após a terapia medicamentosa. Abaixo alguns deles.

         Otimize sua ingestão de vitamina D3 e K2, que funcionará através de uma variedade de diferentes mecanismos produtores de dor, bem como evitar o amolecimento dos ossos, que muitas vezes leva a diminuição da dor nas costas.   
        Abordar os fatores psicológicos, que muitas vezes desempenham um papel na dor nas costas; psicoterapia. Subjacente a questões emocionais e trauma não resolvido, poderá então ter uma influência enorme sobre a saúde, especialmente no que se refere à dor física. Dr. John Sarno, por exemplo usou técnicas de psicoterapia no tratamento de pacientes com dor lombar, e é autor de vários livros sobre o tema.
        Massagem terapêutica regular. Massagem libera endorfina, que ajudam a induzir o relaxamento e aliviar a dor.
-Mantenha o seu peso distribuído de maneira uniforme em seus pés, quando em pé.    
  -Sente-se adequadamente  com os pés corretamente ao chão, sem cruzar ou entrelaçar as pernas.
 -Durma em um colchão firme. Durma de lado, para reduzir a curva da coluna e alongue-se antes de sair da cama, isso também é útil.
 -Utilize cadeiras ou assentos de automóveis que ofereçam bom apoio lombar. Trocar de posições muitas vezes ao se sentar, andar um pouco e fazer alguns alongamentos leves para aliviar a tensão.
 -Use sapatos confortáveis. Para as senhoras; minimizar o tempo do uso de sapatos de salto alto, particularmente aqueles com alturas mais elevadas.
 – Beba muita água para aumentar a altura dos discos inter vertebrais, porque o corpo é composto principalmente de água, mantendo-se hidratado irá mantê-lo com bom fluido e reduz a rigidez.
  – Pare de fumar, uma vez que pode reduzir o fluxo de sangue para a parte inferior da coluna e faz com que os discos da coluna vertebral se degenere.

   – Use suplementos de OMEGA3 – ÓLEO DE PEIXE COM SELO DE QUALIDADE (IFOS).

   – Não tome medicamento sem orientação do seu médico(a)! 

         Procure o nutricionista para adequar sua suplementação e alimentação!
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Referências:

    European Spine Journal April 2013; 22(4):697-707
    WebMD May 10, 2013
    NYTimes.com May 12, 2013

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    1 European Spine Journal 2013; 22(4):697-707
    2 National Centers for Health Statistics, Chartbook on Trends in the Health of Americans 2006
    3 National Centers for Health Statistics, Chartbook on Trends in the Health of Americans 2006
    4 American Chiropractic Association Back Pain Facts and Statistics
    5 Wired.com November
    6 OpEdNews.com March
    7 NYTimes.com
    8 Annals of Family Medicine March 2013
    9 Annals of Internal Medicine January 3, 2012 vol. 156 no. 1 Part 1 1-10
    10 Dr. John Sarno Official Website

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Vitamina K2 combate vários tipos de cânceres (fígado, pulmão, estômago, cérebro, colorretal, leucemia)

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Em 26 de maio de 2013. By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone: (35) 3531-8423. São Seb. Paraíso/MG.
email – juliocaleiro@hotmail.com
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A vitamina K2 (menaquinona) tem sido demonstrada como uma forma segura de suprimir o crescimento e invasão de carcinoma hepatocelular humano, uma forma comum e mortal de câncer de fígado (Clin Calcium. 2007 Nov;17(11):1693-9; Hepatology. 2004 Jul;40(1):243-51). A vitamina K2 exerce múltiplo fatores sobre estes tumores, reduzindo o crescimento e progressão do tumor. Congela o ciclo celular, bloqueando a replicação, e promove a morte celular programada por apoptose (J Gastroenterol. 2009;44(3):228-35).

Estudos em laboratório verificaram um grande potencial na vitamina K2 em muitos outros tipos de cânceres. Ela induz a certos tipos de células em leucemina humana a transformar-se em sangue com células brancas normais (Biochem Biophys Res Commun. 1994 Dec 15;205(2):1305-10.). Em células de determinados tumores cerebrais, câncer no estômago, câncer colorretal, a vitamina K2 pára o ciclo celular reprodutivo e induz a apoptose (Shinkei Geka. 1999 Feb;27(2):119-25; Int J Mol Med. 2006 Feb;17(2):235-43; Int J Oncol. 2007 Aug;31(2):323-31).

Canceres de pulmão são notoriamente agressivos e difíceis de serem tratados. Mas, em diversos tipos de cânceres do pulmão de células pequenas, incluindo, de células escamosas e adenocarcinoma, a vitamina K2 induz a apoptose através da ativação de uma “proteína de suicídio” (Int J Oncol. 2003 Sep;23(3):627-32). Em pesquisas, verificou-se que quando a vitamina K2 foi adicionada a um medicamento (mesilato de imatinib) rapidamente foi suprimida o crescimento em todas as linhas de células de câncer de pulmão analisadas (Int J Oncol. 2005 Jan;26(1):33-40). A vitamina K2 apresenta efeitos sinérgicos semelhantes na bexiga e no câncer de fígado (J Urol. 2006 Oct;176(4 Pt 1):1642-; Int J Cancer. 2010 Jun 7).

A vitamina K2 tem como alvo as células tumorais promovendo sua destruição, sem apresentar qualquer toxidade para os tecidos saudáveis (Curr Mol Pharmacol. 2008 Jan;1(1):80-92).

Quanto ao câncer de fígado, há registros científicos importantes de serem mencionados. Um dos registros formalmente documentado em estudo, foi analisado um homem com 85 anos com câncer de fígado (carcinoma hepatocelular) após a infecção da hepatite C,o qual aderiu ao tratamento com vitamina K2 e sem realizar mais quimioterapia. Os resultados foram surpreendentes: o tumor regrediu significativamente por tomografia computadorizada e seus marcadores tumorais no sangue ficaram todos normalizados (World J Gastroenterol. 2005 Nov 14;11(42):6722-4).

Referências científicas:
1. Mizuta T, Ozaki I. Clinical application of vitamin K for hepatocellular carcinoma. Clin Calcium. 2007 Nov;17(11):1693-9.
2. Otsuka M, Kato N, Shao RX, et al. Vitamin K2 inhibits the growth and invasiveness of hepatocellular carcinoma cells via protein kinase A activation. Hepatology. 2004 Jul;40(1):243-51.
3. Nishikawa Y, Wang Z, Kerns J, Wilcox CS, Carr BI. Inhibition of hepatoma cell growth in vitro by arylating and non-arylating K vitamin analogs. Significance of protein tyrosine phosphatase inhibition. J Biol Chem. 1999 Dec 3;274(49):34803-10.
4. Yamamoto T, Nakamura H, Liu W, et al. Involvement of hepatoma-derived growth factor in the growth inhibition of hepatocellular carcinoma cells by vitamin K(2). J Gastroenterol. 2009;44(3):228-35.
5. Kuriyama S, Hitomi M, Yoshiji H, et al. Vitamins K2, K3 and K5 exert in vivo antitumor effects on hepatocellular carcinoma by regulating the expression of G1 phase-related cell cycle molecules. Int J Oncol. 2005 Aug;27(2):505-11.
6. Matsumoto K, Okano J, Nagahara T, Murawaki Y. Apoptosis of liver cancer cells by vitamin K2 and enhancement by MEK inhibition. Int J Oncol. 2006 Dec;29(6):1501-8.
7. Kim HJ, Mun JY, Chun YJ, Choi KH, Ham SW, Kim MY. Effects of a naphthoquinone analog on tumor growth and apoptosis induction. Arch Pharm Res. 2003 May;26(5):405-10.
8. Sakai I, Hashimoto S, Yoda M, et al. Novel role of vitamin K2: a potent inducer of differentiation of various human myeloid leukemia cell lines. Biochem Biophys Res Commun. 1994 Dec 15;205(2):1305-10.
9. Sun L, Yoshii Y, Miyagi K, Ishida A. Proliferation inhibition of glioma cells by vitamin K2. No Shinkei Geka. 1999 Feb;27(2):119-25.
10. Tokita H, Tsuchida A, Miyazawa K, et al. Vitamin K2-induced antitumor effects via cell-cycle arrest and apoptosis in gastric cancer cell lines. Int J Mol Med. 2006 Feb;17(2):235-43.
11. Ogawa M, Nakai S, Deguchi A, et al. Vitamins K2, K3 and K5 exert antitumor effects on established colorectal cancer in mice by inducing apoptotic death of tumor cells. Int J Oncol. 2007 Aug;31(2):323-31.
12. Taper HS, Jamison JM, Gilloteaux J, Gwin CA, Gordon T, Summers JL. In vivo reactivation of DNases in implanted human prostate tumors after administration of a vitamin C/K(3) combination. J Histochem Cytochem. 2001 Jan;49(1):109-20.
13. Yoshida T, Miyazawa K, Kasuga I, et al. Apoptosis induction of vitamin K2 in lung carcinoma cell lines: the possibility of vitamin K2 therapy for lung cancer. Int J Oncol. 2003 Sep;23(3):627-32.
14. Yokoyama T, Miyazawa K, Yoshida T, Ohyashiki K. Combination of vitamin K2 plus imatinib mesylate enhances induction of apoptosis in small cell lung cancer cell lines. Int J Oncol. 2005 Jan;26(1):33-40.
15. Kassouf W, Highshaw R, Nelkin GM, Dinney CP, Kamat AM. Vitamins C and K3 sensitize human urothelial tumors to gemcitabine. J Urol. 2006 Oct;176(4 Pt 1):1642-7.
16. Wei G, Wang M, Hyslop T, Wang Z, Carr BI. Vitamin K enhancement of Sorafenib-mediated HCC cell growth inhibition in vitro and in vivo. Int J Cancer. 2010 Jun 7.
17. Scott GK, Atsriku C, Kaminker P, et al. Vitamin K3 (menadione)-induced oncosis associated with keratin 8 phosphorylation and histone H3 arylation. Mol Pharmacol. 2005 Sep;68(3):606-15.
18. Verrax J, Taper H, Buc Calderon P. Targeting cancer cells by an oxidant-based therapy. Curr Mol Pharmacol. 2008 Jan;1(1):80-92.
19. Enomoto M, Tsuchida A, Miyazawa K, et al. Vitamin K2-induced cell growth inhibition via autophagy formation in cholangiocellular carcinoma cell lines. Int J Mol Med. 2007 Dec;20(6):801-8.
20. Yokoyama T, Miyazawa K, Naito M, et al. Vitamin K2 induces autophagy and apoptosis simultaneously in leukemia cells. Autophagy. 2008 Jul 1;4(5):629-40.
21. Verrax J, Cadrobbi J, Delvaux M, et al. The association of vitamins C and K3 kills cancer cells mainly by autoschizis, a novel form of cell death. Basis for their potential use as coadjuvants in anticancer therapy. Eur J Med Chem. 2003 May;38(5):451-7.
22. Nouso K, Uematsu S, Shiraga K, et al. Regression of hepatocellular carcinoma during vitamin K administration. World J Gastroenterol. 2005 Nov 14;11(42):6722-4.
23. http://www.lef.org/magazine/mag2010/nov2010_The-Remarkable-Anticancer-Properties-of-Vitamin-K_01.htm

Estudo relata que transplante de fígado NÃO cura a hepatite C na maioria dos pacientes!

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: (35) 3558-1919.

Em geral, na infecção crônica causada pela hepatite C, muitos médicos indicam o transplante de fígado. Todavia, a instalação de novo fígado não cura a doença, na maioria das situações! Em verdade, o vírus da Hepatite C infecta o fígado transplantado em quase todos os pacientes, conforme noticiado no “Science Daily” de 11 de outubro de 2010.

Deveras, apenas um subconjunto dos vírus presentes antes do transplante aparecem no novo órgão, de acordo com um estudo conduzido pela Fraçoise Stoll-Keller e Thomas Baumert da Universidade de Estrasburgo, na França. Os vírus que invadiram as novas células do fígado eram mais impermeáveis aos anticorpos, penetrando o fígado com mais facilidade.

Dr. Júlio Cezar Uili Coelho, médico cirurgião do Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo e Transplante Hepático do Hospital de Clínicas da UFPR, explica que:

“Recorrência do vírus da hepatite C após transplante hepático é um dos tópicos mais importantes da Hepatologia por vários motivos. Primeiro, a cirrose hepática causada pelo VHC é a indicação mais comum de transplantes hepático nos Estados Unidos, Europa e Brasil. Segundo, a recorrência do vírus da hepatite C ocorre na quase totalidade dos receptores. Terceiro, a progressão da doença hepática causada pelo VHC no fígado transplantado é mais rápida e agressiva do que a observada no fígado nativo”.

Em razão disso, é importante aliar todo o tratamento de doenças do fígado ao tratamento nutricional, e fortalecer o sistema imune, acrescentando suplementos que melhore a saúde do fígado.

Mas, quais suplementos podem ser usados? Vejamos ALGUNS deles que foram objetos de estudos científicos:

1. Vitamina D3: pode dobrar a possibilidade de cura da hepatite C (World J Gastroenterol. 2011 Dec 21;17(47):5184-9).

2. Fosfatidilcolina: no tratamento da Hepatite B, 80% dos pacientes apresentaram melhora (Ilic V, Begic-Janew A. Therapy for HBsAg-positive chronically active hepatitis. Med Welt 1991; 523-525). Mostrou ser útil, também, no tratamento da hepatite C (Hepatogastroenterology. 1998 May-Jun; 45 (21): 797-804).

3. S-adenosil-L-metionina (SAMe): dois importantes estudos comprovaram que o SAMe auxilia o tratamento de pacientes com hepatite C eficazmente (Gastroenterology 140.3 (2011): 830-9; PLoS One. 2010 Nov 8;5(11):e15492)

4. Curcumina: pesquisadores concluíram que a curcumina pode combater o vírus da Hepatite C (FEBS Lett 584.4 (2010): 707-12).

Agende sua consulta e fortaleça sua saúde da melhor forma!

Referências:


1. S. Fafi-Kremer, I. Fofana, E. Soulier, P. Carolla, P. Meuleman, G. Leroux-Roels, A. H. Patel, F.-L. Cosset, P. Pessaux, M. Doffoel, P. Wolf, F. Stoll-Keller, T. F. Baumert. Viral entry and escape from antibody-mediated neutralization influence hepatitis C virus reinfection in liver transplantation.

2. http://www.sciencedaily.com/releases/2010/08/100816122128.htm

3. Feld JJ, Modi AA, El-Diwany R, et al. “S-Adenosyl Methionine Improves Early Viral Responses and Interferon-Stimulated Gene Induction in Hepatitis C Nonresponders.” Gastroenterology 140.3 (2011): 830-9.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20854821

4. Filipowicz M, Bernsmeier C, Terracciano L, et al. S-adenosyl-methionine and betaine improve early virological response in chronic hepatitis C patients with previous nonresponse. PLoS One. 2010 Nov 8;5(11):e15492.

5. Kim K, Kim KH, Kim HY, et al. “Curcumin Inhibits Hepatitis C Virus Replication via Suppressing the Akt-SREBP-1 Pathway.” FEBS Lett 584.4 (2010): 707-12.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20026048

6. http://www.donahelena.com.br/index.aspx?cnt=noticias&ntc_id=884

7. http://emedix.uol.com.br/not/not2006/06fev02gas-lt-hcr-hepatitec.php

8. http://hepato.com/p_tratamentos_medicos/tratamento_transplantados_2012_07_23.html