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Arquivo mensal: março 2013

A vitamina D tem a função de manter vivas as células nervosas

Alzheimer

By Dr. Júlio Caeiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

Dr. Cícero Galli Coimbra, médico neurologista, doutor em Neurologia pela Unifesp e pós doutorado pela Universidade de Lund, Suécia, e professor do departamento de neurologia da Universidade Federal de São Paulo, explica a causa do Mal de Alzheimer e sua relação com a vitamina D.

Segundo o Dr. Cícero: “uma pessoa com 70 anos de idade tem um quarto da capacidade de produzir a vitamina D, muito importante para o sistema nervoso e para todo o organismo, comparado a uma pessoa jovem de 20 anos. E essa vitamina controla 10% de nossa carga genética, das funções celulares, e tem a função de: MANTER VIVAS AS CÉLULAS NERVOSAS!

Confira no link abaixo:

Mamografia ‘não detecta quase metade dos casos de câncer’!

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By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3531-8423.

Exames de mamografia não detectam quase metade dos casos de câncer de mama em estágio inicial, revelou uma pesquisa publicada na prestigiada revista científica ‘Lancet’.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, as mamografias identificam apenas 56% (cinquenta e seis por cento) dos primeiros sinais do tumor. Repita-se: Apenas 56% dos casos são diagnosticados pela mamografia em estágio inicial!!!

Segundo o Doutor Luís Romariz, médico, com pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University, informa que a mamografia detecta apenas um tumor após ele já se ter formado há 1 ou 2 anos.

Sugiro a leitura do artigo abaixo para maiores esclarecimentos sobre prevenção ao câncer de mama:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/03/20/prevencao-ao-cancer-de-mama-evitem-mamografias-periodicas/

Referências:

1. http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070810_mamografiacancer_fp.shtml
2. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/301895.html
3. BBCBrasil.com, 10/8/2007.
4. Lancet 2007; 370:485-492
5. Ressonância magnética para o diagnóstico de carcinoma ductal in situ da mama: um estudo observacional prospectivo – Kuhl CK; Schrading S; Bieling HB; Wardelmann E; Leutner CC; Koenig R; Kuhn W; Schild HH. Departamento de Radiologia, Universidade de Bonn, Bonn, Alemanha – Lancet, 2007; 370(9586):485-92.
6. http://www.medcenter.com/medscape/content.aspx?id=6317&langtype=1046
7. Ressonância magnética versus mamografia. Deveríamos trocar? – Autor: Albert B. Lowenfels, professor de cirurgia, professor de medicina preventiva comunitária, Centro Médico de Nova York, Valhalla, Nova York; cirurgião emérito do departamento de cirurgia do Westchester Medical Center, Valhalla, Nova York. Declaração de conflito de interesses: Dr. Albert Lowenfels atuou como consultor da Solvay Pharmaceuticals.

900 (novecentos) estudos provam os perigos de ESTATINAS!

48. Notícia 12.08.2012

By Dr. Júlio Caleiro. Fone do consultório: 35-3531-8423.

Um artigo publicado no American Journal of Cardiovascular Drugs cita cerca de 900 estudos sobre os efeitos adversos dos inibidores da HMG-CoA redutase, também chamados de estatinas.

Problemas musculares são os mais conhecidos em efeitos secundários de estatina, mas problemas cognitivos e dor ou dormência nas extremidades também são amplamente divulgados.

O uso prolongado de estatinas pode incidir, dentre outras complicações, em disfunção hepática, disfunção pancreática, aumento no risco de câncer, perda cognitiva, anemia, acidose, surpressão do sistema imunológico, doença na tireóide.

O uso de medicamentos à base de ESTATINA causa, ainda, um esgotamento celular grave, com redução em 40% da produção da Coenzima Q10, substancia essencial para função saudável das mitocôndrias, responsáveis pela produção de 95% da energia celular. Logo, essa drástica redução de coenzima Q10 é porta de entrada para uma variedade de doenças.

Com menos força para o organismo funcionar, as células acabam morrendo e não conseguem se reproduzir em quantidade suficiente para repor as irmãs mortas. O resultado é um corpo cansado e envelhecido.

Quando suas mitocôndrias funcionam bem, coisas boas acontecem. Seu corpo trabalha como deve trabalhar, o coração bate, os neurônios disparam, os músculos se contraem, os olhos enxergam e o fígado, os rins, o pâncreas, e outros órgãos funcionam como devem.

O problema, no entanto, é o fato de que, muitas vezes, as estatinas não tem quaisquer efeitos secundários IMEDIATOS, e eles são muito eficazes em reduzir os níveis de colesterol em 50 pontos ou mais que isso. Sobre a redução do colesterol, dizem os estudos que:

As pessoas idosas com colesterol baixo morreram duas vezes mais freqüentemente de um ataque cardíaco do que as pessoas idosas com um colesterol elevado. (Journal of the American Medical Association 272, 1335-1340, 1990)

O estudo de Framingham mostrou que a chance de morte por câncer aumentava 200% se houvesse uma queda substancial no colesterol, num período de 4 anos de follow-up. (SHARF, SF. Time trends in serum cholesterol before câncer death Epidemiology 8:132-6, 1997).

Assista o trecho do video abaixo, do Dr. Lair Ribeiro, nutrólogo e cardiologista, explicando os efeitos adversos de Estatinas:

Referências:
1. BBC News May 20, 2010
2. British Medical Journal May 20, 2010; 340:c2197
3. Mercola.com
4. J Clin Pharmacol. 1993 Mar;33(3):226-9.
5. Revista Mens Health, editora Abril, número 36, Abril de 2009.
6. Eurekalert January 26, 2009
7. American Journal of Cardiovascular Drugs 2008;8(6):373-418

Controle sua pressão arterial com os nutrientes adequados

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

A hipertensão arterial é uma epidemia silenciosa, afeta entre 25,2% a 41,1% da população brasileira, sendo mais prevalente em mulheres, especialmente após a menopausa. Representa maior influência sobre o risco de doenças cardiovasculares do que tabagismo, hipercolesterolemia, hiperglicemia e obesidade, além de ser um fator de risco para estas doenças e problemas renais(1).

Nas últimas décadas, o Brasil e outros países em desenvolvimento passaram por uma transição nutricional em que o padrão alimentar baseado no consumo de cereais, leguminosas, raízes e tubérculos foi modificou-se para uma alimentação rica em gorduras e açúcares, e essas mudanças nos padrões de consumo têm colocado a população em maior risco para doenças crônicas(3).

Pesquisas sugerem efeito importante da ingestão de hortaliças e frutas para controlar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e outras morbidades. Desta forma, um consumo insuficiente destes alimentos contribui para aumentar o risco de doenças crônicas não-transmissíveis, como a hipertensão arterial. A importância das frutas e hortaliças na alimentação é destacada pelo fato de que estas se constituem em fontes de minerais, vitaminas, fibras alimentares, antioxidantes e fitoquímicos que protegem o organismo contra o estresse oxidativo(3). Este processo decorre da existência de um desequilíbrio entre compostos oxidantes e antioxidantes, em favor da geração excessiva de radicais livres ou em detrimento da velocidade de remoção desses(2).
De acordo com evidências científicas, certos nutrientes auxiliam a reduzir a pressão sanguínea. Citaremos alguns:

Pomegranate: Estudos laboratoriais preliminares demonstraram que o extrato de romã foi responsável por reduzir fatores de risco de doenças cardiovasculares incluindo a oxidação de LDL e de macrófagos. Componentes denominadospunicalaginas foram identificados como os responsáveis pela redução do estresse oxidativo, devido a sua capacidade de “varrer” radicais livres do organismo(5). Um estudo em especial demonstrou que o Pomegranatepode inibir a enzima conversora da angiotensina (ECA), que faz a conversão de angiotensina I em angiotensina II (potente constritor dos vasos sanguíneos), reduzindo a atividade da ECA em 36% e da pressão sistólica em 5% (4).

Grape seed: As proantocianidinas presentes no extrato de Vitis vinifera L promovem o relaxamento dos vasos sanguíneos, reduzindo a pressão sistólica e diastólica. Uma meta-análise realizada pela Yale School of Medicine (EUA) com estudos randomizados e controlados relatou a redução significativa da pressão sistólica e freqüência cardíaca em humanos(6).

Arginina: Dilata os vasos sanguíneos através da produção de óxido nítrico, molécula mensageira-chave envolvida na regulação vascular, pois reduz a pressão sistólica e diastólica. Uma meta-análise divulgada na Revista Brasileira de Medicina do Esporte em 2006 sugere uma real eficácia da administração oral do aminoácido L-arginina na reversão dos efeitos cardiovasculares induzidos pela inibição da enzima NO-sintase. Além disso, os autores desse estudo sugerem que a L-arginina possa ser utilizada futuramente como um agente de prevenção de risco cardiovascular, assim como na melhora da performance atlética, reabilitação cardíaca ou prevenção de risco cardiovascular em pacientes pós-infarto ou hipertensos(7).

Magnésio: Age como um bloqueador natural do canal de cálcio em terminações nervosas e, assim, inibe a liberação de norepinefrina e reduz a pressão sanguínea. Redução significativa na pressão tanto sistólica como diastólica(8). Uma combinação entre vitaminas E e C e minerais como magnésio e zinco, mostrou-se muito eficaz em pacientes com diabetes tipo 2, reduzindo a pressão sistólica em 8 mmHg e a diastólica em 6 mmHg(9).

Potássio: Reduz o volume de sangue e pressão sanguínea através do aumento da excreção de sódio pelos rins. Embora estudos demonstrem redução da pressão arterial no tratamento com potássio, os benefícios foram significativos em indivíduos com dieta rica em sal. Dessa forma, o consumo balanceado desses nutrientes mostra-se eficaz para controle e tratamento da hipertensão arterial (10).

Hábitos de vida saudáveis incluem, além de atividade física pelo menos 3 vezes por semana, uma dieta balanceada que contem os nutrientes necessários para manter a pressão arterial sob controle. No entanto, motivos como falta de tempo, preguiça ou desestímulo em consumir alimentos fonte de magnésio e potássio, por exemplo, são utilizados como pretextos para indivíduos evitarem a adesão a uma alimentação saudável. Em um tratamento inicial, a utilização de suplementos junto à boa orientação sobre alimentação saudável de um profissional da saúde, é uma saída para bons resultados iniciais e um estímulo para que o indivíduo prossiga com a melhora dos seus hábitos de vida.

* Revista Online Pharmacia Essentia de 08/10/2012

Referências:
(1) de Oliveira EP. A variedade da dieta é fator protetor para a pressão arterial sistólica elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol. vol.98 no. 4 São Paulo Apr. 2012 2 Revista de Nutrição.
(2) Barbosa KBF. Estresse oxidativo: conceito, implicações e fatores modulatórios. Rev. Nutr. vol.23 no.4 Campinas July/Aug. 2010
(3) Martins, M.P.S.C. Consumo Alimentar, Pressão Arterial e Controle Metabólico em Idosos Diabéticos Hipertensos. Rev Bras Cardiol. 2010; 23(3):162-170.
(4) Aviram M, Dornfeld L. Pomegranate juice consumption inhibits serum angiotensin converting enzyme activity and reduces systolic blood pressure. Atherosclerosis, Volume 158, Issue 1 , Pages 195-198, September 2001.
(5) PedrialiI CA, et al. Antioxidant activity, cito- and phototoxicity of pomegranate (Punica granatum L.) seed pulp extract. Ciênc. Tecnol. Aliment. vol.30 no.4 Campinas Oct./Dec. 2010
(6) Feringa HH, Laskey DA, Dickson JE, Coleman CI. The effect of grape seed extract on cardiovascular risk markers: a meta-analysis of randomized controlled trials. J Am Diet Assoc. 2011 Aug;111(8):1173-81.
(7) Ramos L, et al. Efeito da administração oral de arginina sobre a pressão arterial e parâmetros cardíacos em ratos submetidos ao bloqueio crônico da síntese de óxido nítrico. Rev Bras Med Esporte, Vol. 12, Nº 4 – Jul/Ago, 2006.
(8) Shimosawa, T., Takano, K., Ando, K., Fujita, T. Magnesium Inhibits Norepinephrine Release by Blocking N-Type Calcium Channels at Peripheral Sympathetic Nerve Endings Hypertension. 2004;44:897-902;
(9) Farvid, M.S., Jalali, M., Siassi, F., Saadat, N., Hosseini, M. The Impact of Vitamins and/or Mineral Supplementation on Blood Pressure in Type 2 Diabetes. Journal of the American College of Nutrition, Vol. 23, No. 3, 272–279 (2004).
(10) van Bommel, E., Cleophas, T. Potassium treatment for hypertension in patients with high salt intake: a meta-analysis. Int J Clin Pharmacol Ther. 2012 Jul;50(7):478-82.

DOENÇA DE ALZHEIMER, PREVENÇÃO, TRATAMENTO E REGRESSAO PELA NUTRIÇÃO FUNCIONAL AVANÇADA

PARA UMA ‘ORIENTAÇÃO EXPRESSA’ ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com

 

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By- Ed. Dr. Júlio Caleiro

   Pesquisas recentes sobre a doença de Alzheimer coloca uma ênfase crescente na detecção precoce. Estudos sugerem que os melhores alvos para tratamentos é explorar os pacientes que não têm a doença avançada de Alzheimer, mas que experimentam sintomas leves. Sinais de Alzheimer podem se desenvolver no cérebro 10 a 20 anos antes que os sintomas começam. Pesquisas sobre biomarcadores e comprometimento cognitivo leve pode ser importante na detecção precoce. Outra área de foco é identificar fatores de risco para a doença de Alzheimer, SIM A DOENÇA DE ALZHEIMER POSSUI FATORES DE RISCO AO CONTRÁRIO DO QUE A MEDICINA CONVENCIONAL RELATA, E OS FATORES SAO:  inatividade física, depressão e tabagismo, hipertensão, obesidade na meia-idade, baixa escolaridade e diabetes são os principais fatores de risco.

De acordo com a CNN:

    “Dois dos maiores obstáculos para encontrar tratamentos para a doença de Alzheimer são a falta de dinheiro e a dificuldade envolvimento de pessoas em ensaios clínicos, dizem especialistas. Os Estados Unidos gastam 450 milhões dólares por ano em dinheiro pesquias em Alzheimer, comparado a US $ 6 bilhões para o câncer, US $ 4 bilhões para a doença cardíaca e US $ 3 bilhões para HIV / AIDS.
 
Comentários Dr. Mercola:

    “..A doença de Alzheimer é a condição de saúde mais temida depois do câncer, de acordo com uma pesquisa realizada pela Escola de Saúde Pública de Harvard – e de forma compreensível. Como não há cura conhecida, mas PREVENÇÃO E DETECÇÃO PRECOCE, na maioria dos casos um prognóstico terminal por alguns fatores, a doença de Alzheimer provoca nas células do cérebro a se degenerar e morrerem, levando a uma perda constante de habilidades intelectuais e sociais, e, finalmente a morte..”.

Um Nova pesquisa Focada em Intervenção Precoce, mas outras estratégias é ainda melhor, veremos:

    Com os tratamentos convencionais que oferecem pouco benefício para aqueles que já diagnosticados com a doença, grande parte da pesquisa apresentada na Associação de Alzheimer Conferência Internacional 2011, foi focada no modelo de ‘detecção precoce’ como estratégia principal, observando que os sinais da doença de Alzheimer podem se desenvolver em seu cérebro até 20 anos antes de início dos sintomas. Este é um ponto importante para se lembrar, como a maioria das pessoas não apresenta sintomas visíveis pelo menos até depois de 65 anos na maioria dos casos, e outras vezes muito tarde, cerca da metade das pessoas com doença de Alzheimer tem mais de 85 anos. Isto significa que quando o indivíduo está em seu 50, 60 e 70 anos, já poderá está desenvolvendo alterações em seu cérebro indicativos da doença, mas ainda poderá a tempo implementar mudanças de estilo de vida que poderia muito possivelmente impedir que nunca desenvolva a doença de Alzheimer, ou seja PREVENÇÃO! É o que sugere a (Associação de Alzheimer e conferência Internacional USA).

    Além de detecção precoce da doença de Alzheimer a prevenção deve ser completa!
    Quais são os fatores do Alzheimer e quais os riscos?

    Outra área em foco apresentada na ‘Associação de Alzheimer Conferência Internacional 2011’ foi identificar fatores de risco, o que é uma forma importante de ajudar a entendermos maneiras de como iremos diminuir o risco, ou contribuir para aumentá-lo;  já que muitos dos fatores de risco são modificáveis.

    Entre os principais fatores de risco mencionados na conferência incluem:

       – Inatividade Física
         Um programa regular de exercícios pode retardar o desenvolvimento da doença de Alzheimer, alterando a forma como as proteínas prejudiciais residem no cérebro. Estudos mostram menor quantidade placas e significativamente menor tamanho de peptídeos beta-amilóide, associadas à doença de Alzheimer, em ratos que se exercitaram.   Tem sido sugerido que o exercício pode provocar uma alteração na forma da proteína precursora de B-amilóide e como ela é metabolizada, e assim, retardar o aparecimento e progressão da doença de Alzheimer. O exercício também aumenta os níveis de proteína PGC-1alfa. Uma nova pesquisa mostrou que pessoas com Alzheimer têm menos PGC-1 alfa em seus cérebros, e as células que contêm mais dessa proteína produzem menos proteína ‘amilóide- Beta’  que é tóxica associada com a doença de Alzheimer.

        As pesquisas sobre isso é muito forte, um estudo encontrou que quem realiza exercícios moderados durante a meia-idade, tem  uma diminuição de 39% o risco de desenvolvimento de transtorno cognitivo leve, enquanto que o exercício moderado no final da vida foi associado com um risco 32% menor de desenvolvimento.

        Eu recomendo fortemente a revisão da técnica de Fitness Peak, além da força regular e treinamento de flexibilidade.
      
        Diabetes e Obesidade!

       Pessoas resistentes à insulina e pessoas com diabetes de tipo 2 são mais propensos a desenvolver placas Amilóides no cérebro que estão associados com a doença de Alzheimer. Pesquisas anteriores também encontraram uma correlação forte entre o índice de massa corporal (IMC) e altos níveis de beta-amilóide, a proteína que tende a se acumular no cérebro de pacientes com Alzheimer, causando acúmulo de placa bacteriana. Acredita-se que os beta-amilóides destroem as células nervosas, contribuindo para os problemas cognitivos e comportamentais típicos da doença.
        Além disso, as células de gordura produzem substâncias que afetam o sistema imunológico, o que é gatilho para o excesso de inflamação. A inflamação no cérebro é correlacionado para ser um dos precursores da demência senil.
        
        Depressão

        As pessoas deprimidas são duas vezes mais propensos a desenvolver certas formas de demência, incluindo a doença de Alzheimer. Doença de Alzheimer e depressão não parecem ter muito em comum, mas compartilham uma semelhança que poderiam ser facilmente sanados:  ambos estão ligados ao baixo nível de vitamina D,  é o que vou discutir mais abaixo;
       
    Pressão Alta

       A hipertensão é um tipo de malignidade associada ao desenvolvimento posterior da doença de Alzheimer e outras demências.  A hipertensão provaca microcicatrizes em certas partes do cérebro de meia-idade, décadas antes de problemas de memória começar a aparecer.  É muito importante o controle da hipertensão durante toda a vida, com medidas que vai além dos medicamentos.

Estratégias para reduzir significativamente o risco de ter Alzheimer.

    O que é interessante e importante para entender sobre esta doença é que ela envolve muito outras doenças concomitantes, ou co-morbidades. O que quero dizer é que, se você está desenvolvendo mudanças em seu cérebro que são indicativos da doença de Alzheimer, provavelmente você está experimentando também sinais de resistência à insulina, como diabetes ou obesidade, mesmo que estas estejam em parâmetros sanguíneos dentro da “normalidade”, e também pode está mostrando sinais de doenças do coração, tais como pressão arterial elevada; muitas vezes as doenças crônicas estão estreitamente interligados, todos esses são o produto de desequilíbrios no organismo que estão se manifestando por uma alimentação desregrada, provavelmente depois de anos vai se manifestar de uma forma de demência.

    Isso pode realmente ser uma coisa boa, no entanto, para implementação de algumas técnicas simples para resolver as causas subjacentes de várias doenças crônicas, e o Alzheimer não será excesão! Isto inclui:

        Limitando a ingestão de frutose: O indivídeuo simplesmente tem de manter o seu nível abaixo de 25 gramas por dia desta substância. Essa influência tóxica está servindo como o ‘regulador mestre’ de toxicidade no cérebro e provocando inúmeras doenças crônicas. Uma vez que a  maioria das pessoas alimenta dessa substância acima do recomendado, em torno de 300% a mais, esta é uma questão generalizada e grave! Eu vejo isso como o passo mais importante para impedir o desenvolvimento de doenças tais como o Alzheimer e várias outras.
        Manter os níveis de insulina em jejum abaixo de 3. Este é indiretamente relacionados com a frutose, uma vez que irá conduzir claramente a resistência à insulina. No entanto outros açúcares, grãos e falta de exercício também são fatores contribuintes.
        Otimizando a vitamina D: Em 2007, pesquisadores da Universidade de Wisconsin descobriram fortes ligações entre os baixos níveis de vitamina D em pacientes com Alzheimer, após aumentar os nívies os resultados foram de grande melhoras em testes cognitivos. Cientistas lançaram o estudo entre pacientes e familiares com Alzheimer, que foram tratados com altas doses de vitamina D e relataram que estavam agindo e desempenhando tarefas melhor do que antes, quando os níveis de vitamina D eram baixos o que é encontrado na maioria dos pacientes com doença neurodegenerativas.

        Os pesquisadores acreditam que os níveis ótimos de vitamina D pode aumentar a quantidade de produtos químicos importantes no cérebro e protegendo as células do cérebro. Receptores de vitamina D têm sido identificados em todo o corpo humano, o que inclui o nosso cérebro. As vias metabólicas para a vitamina D encontra-se no hipocampo e no cerebelo, áreas que estão envolvidos no processamento de informação, e a formação de novas memórias. Níveis suficiente de vitamina D também é imperativo para o bom funcionamento do sistema imune a combater inflamações outrora já citada neste artigo, que pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais elevados de inflamação no cérebro do que outras pessoas.
        Uma dieta nutritiva, rica em ácido fólico, como o descrito no meu plano de nutrição são imprescidíveis. Rigorosas dietas vegetarianas têm sido mostrados aumentar o risco do  Alzheimer, enquanto que dietas ricas em ômega-3 diminui o risco. No entanto, os vegetais, sem dúvida são a melhor forma de folato, e todos nós devemos comer em abundância vegetais crus frescos todos os dias. A melhor forma para obter o folato dos alimentos são os legumes, em vez de um multi-vitamínico. O ácido fólico com omega 3 são ótimos para evitar a progreesão da doença, sempre juntos.

        Consumindo alta qualidade omega-3 de base de gorduras animais, tais como óleo de krill. (Eu recomendo evitar a maioria dos peixes porque, apesar de o peixe ser naturalmente ricos em ômega-3, maioria das unidades populacionais estão agora seriamente contaminados com mercúrio.) A alta ingestão de ácido graxos ômega-3 DHA ajuda, evitando o dano celular causado pela doença de Alzheimer, atrasando a sua progressão e reduzindo o risco de desenvolver a doença para os que não tem. Os pesquisadores também disseram que o DHA “reduz drasticamente o impacto do gene de Alzheimer. Composto ativo do omega 3.

    Outros fatores que também desempenham um papel fundamental, e são facilmente modificáveis, incluem:

   Evitar a ingestão e remover o mercúrio do organismo. Restaurações de amálgama são uma das principais fontes de mercúrio, no entanto você deve está saudável antes de serem removidos. Depois de ter adequado em seguir a dieta descrita no meu plano de nutrição otimizado que realizo em consulta, você pode seguir o protocolo de desintoxicação de mercúrio e, em seguida, encontrar um dentista para ter suas amálgamas removidas. Evite alumínio, como antitranspirantes, panelas antiaderentes, etc… Evite vacinação contra a gripe, pois contém mercúrio e alumínio, comprovado que a vitamina D exibe um papel protetor em alguns casos acima das vacinações para gripe!
  Evite medicamentos anticolinérgicos. Drogas que que comtém acetilcolina, um neurotransmissor do sistema nervoso onde foram mostrados em aumentar o risco de demência, converse isso com seu médico. Estes medicamentos incluem certos analgésicos noturnos para dor de uso crônico, anti-histamínicos, medicamentos para dormir, e certos antidepressivos, medicamentos para controlar a incontinência, e alguns analgésicos narcóticos. Comer blueberries- Amoras silvestres, que têm alto teor de antocianina antioxidante, são conhecidos de longa data a proteger contra a doença de Alzheimer e outras doenças neurológicas.  Não exagere, pois como eles têm frutose é bom não comer exageradamente! Desafie sua mente diariamente. Estimulação mental, algo especialmente novo, como aprender a tocar um instrumento ou um novo idioma, está associada a uma diminuição do risco de Alzheimer. Os investigadores suspeitam que o desafio mental ajuda a reconstruir células do cérebro, tornando-o menos suscetível a lesões associadas à doença de Alzheimer.
Astaxantina. O antioxidante astaxantina exibe excepcionalmente potente atividade anti radicais-livres e protege suas células, órgãos e tecidos do corpo de danos oxidativos. Deste modo ele afeta muitos aspectos da saúde, mas um dos mais excitantes é o impacto benéfico sobre o cérebro.

Existe alguma ajuda para pessoas já afetadas?

    A doença de Alzheimer é atualmente em níveis epidêmicos. Nos Estados Unidos, uma pessoa desenvolve a doença a cada 69 segundo, e em 2050 espera-se que aumente para um novo caso a cada 33 segundos, de acordo com a Associação do Alzheimer 2011. A doença está atualmente em proporções epidêmicas, com 5,4 milhões de norte-americanos – incluindo uma em cada oito pessoas com 65 anos ou mais – vivendo com a doença de Alzheimer. Em 2050, este deverá saltar para 16 milhões, e nos próximos 20 anos prevê-se que a doença de Alzheimer afeta um em cada quatro americanos.

    Infelizmente, os tratamentos existentes são muitas vezes de pouco a qualquer benefício. Por exemplo, um estudo recente sobre a memantina (marca Namenda), uma droga amplamente utilizada para Alzheimer, não apresentaram melhora em função dos pacientes mentais ou a sua capacidade de executar tarefas diárias em comparação com placebo. Mesmo entre moderados a graves pacientes de Alzheimer, para o qual o medicamento é aprovado para o tratamento os pesquisadores encontraram apenas “escassas” melhorias.

    Mais uma vez, por causa dos tratamentos muito limitado, onde ainda não há cura disponível até o momento para a doença de Alzheimer, sugiro que você tome todas as medidas que puder para impedir que isso aconteça com você em primeiro lugar, realizando sempre  PROMOÇÃO DE SAÚDE, E PREVENÇÃO DA DOENÇA QUE É FÁCIL DE REALIZAR, COM BASE NOS MELHORES ESTUDOS CIENTÍFICOS DISPONÍVEIS. PORTANTO PREVINA-SE.

    Ainda para aqueles já afetados, há um par de estratégias a considerar:

        Ácido alfa-lipóico: Um anti-oxidante potente e um dos mais eficazes sequestrantes de radicais livres junto com a Astaxantina, em um estudo de doentes com a doença de Alzheimer,  doses deste composto diariamente durante 12 meses tiveram uma estabilização da função cognitiva e não apresentaram piora do quadro clínico. Um estudo de seguimento, onde aumenta o número de pacientes do estudo e prolongamento do período de observação, no caso de 48 meses, mostraram que a progressão da doença era “dramaticamente inferior” entre aqueles tendo o ácido alfa-lipóico no sangue, em comparação com os que não tinha recebido o tratamento ou aqueles que tomaram somente drogas, inibidora da esterase de colina.
        Curcumina: O pigmento que dá ao açafrão o sabor picante a sua cor amarela-laranja, a curcumina pode ajudar a inibir a acumulação destrutivas proteinas ‘beta amilóides’ nos cérebros dos pacientes de Alzheimer, bem como separar placas existentes.

        Pesquisadores determinaram:

            Curcumina é mais eficaz na inibição da formação de fragmentos da proteína do que muitos outros potenciais tratamentos de Alzheimer.
            O baixo peso molecular e estrutura polar de curcumina lhe permite penetrar a barreira hematocefálica, de forma eficaz e ligar-se a beta-amilóide
            Sintomas de Alzheimer causada por inflamação e oxidação são atenuadas pelo poderoso antioxidante curcumina e suas propriedades anti-inflamatórias.
        Curiosamente, verifica-se que a curcumina pode ser ainda mais eficazes quando utilizados com a vitamina D. Isto também pode ser usado de forma preventiva.
        Óleo de coco: De acordo com a Dra. Mary Newport, MS, cujo marido foi acometido de doença de Alzheimer, o óleo de coco pode ser a chave, não só para prevenir mas mesmo reverter esta doença. Certas células no cérebro de pessoas com Alzheimer tornam-se cada vez mais incapaz de utilizar a sua principal fonte de energia a glicose. Sem combustível, as células do cérebro morrem, contribuindo para a degeneração mental. Mas há uma fonte alternativa de energia, conhecido como cetonas. Nosso corpo produz cetonas naturalmente quando está sem carboidratos, e pode aumentar a produção de cetonas consumindo triglicérides de cadeia média, como presente no óleo de coco extra virgem.

    É interessante notar, também, que o cérebro requer desafios regulares para manter a forma, assim como nossos músculos. Se já possui uma forma de demência, ou os que estão interessados ​​na prevenção, seria sábio  envolver-se em atividades mentalmente desafiadoras em uma base regular, mesmo que seja um curso de educação continuada, aprender um novo hobby, ou viajando dentre outras.

    Conforme relatado pela CNN, o Dr. Steven DeKosky, vice-presidente e reitor da Universidade de Virginia Faculdade de Medicina, disse em um fórum de Alzheimer no National Press Foundation:

        “Nós sabemos que pessoas altamente inteligentes têm mais tolerância ao acúmulo de placa bacteriana e de perda de energia em seus cérebros, do que as pessoas com níveis mais baixos de inteligência e menos educação. O cérebro basicamente combate e encontra algumas outras maneiras de obter as coisas.”

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Referências:
  – Dr. J. Mercola M.d

  • CNN July 25, 2011
  • Alzheimer’s Association 2011 International Conference on Alzheimer’s Disease, Paris, France July 16-21, 2011

 

Corra de alimentos processados, industrializados! Eles causam câncer!

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By Dr. Júlio Caleiro –

       Em 2011, o ‘World Cancer Research Fund’ chegou à seguinte conclusão, de que não se deve comer carnes processadas. JAMAIS! Devido ao seu potencial de causar câncer!     

       Alimentos tais como: Hot Dog, bacon, salame, apresentada, rosbife, hamburguers e outras carnes processadas que pode também aumentar o risco de diabetes em 50%, e reduzir a sua função pulmonar, aumentando o risco de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Uma análise de 2007 por ‘WCRF’ descobriu que comer ou apenas uma salsicha por dia pode aumentar significativamente o risco de câncer de intestino. Especificamente, 50g. de carne processada por dia – cerca de uma salsicha ou três pedaços de bacon nao in’natura, ou seja EMBALADO ou INDUSTRIALIZADO, aumenta a probabilidade de câncer em 20%. Outros estudos também descobriram que as carnes processadas aumentam o risco de:

        O câncer de cólon em 50%
        O câncer de bexiga em 59%
        Câncer de estômago em 38%
        O câncer de pâncreas em 67%

Evite alimentos processados industrializados, dê preferência ao in’natura sempre!
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Referências:
    1 American Diabetes Association March 6, 2013
    2 New York Times February 20, 2013
    3 See ref 1
    4 Huffington Post March 3, 2013
    5 CNN Health March 6, 2013
    6 Time magazine March 1, 2013
    7 PloS One 2(8): e698
    8 See ref 4
    9 The Atlantic March 7, 2013
    10 BMC Medicine 2013, 11:63
    11 PLoS ONE 4(11): e7940

PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA – evitem mamografias periódicas!

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Em 20 de março de 2013, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Mamografias expõem o seu corpo à radiação que pode ser 1.000 vezes maior do que um raio X do tórax, que torna a mulher desnecessariamente vulnerável a maior risco por indução ao próprio câncer. Ademais, a mamografia comprime os seios que poderia levar a uma propagação perigosa de células cancerosas (na hipótese da já existência de câncer). Durante 5 anos de mamografias no que tange a prevenir o câncer, é como se o corpo da mulher recebesse uma radiação tal, como as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki a aproximadamente 1.600 metros (uma milha) de distância do epicentro!

Curiosamente, em um estudo realizado pelo Dr. Robert M. Kaplan, diretor do departamento de serviços de saúde na Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, encontraram 22% de tumores de mama mais invasivos no grupo que tiveram mamografias a cada dois anos, em comparação com o grupo que tinha apenas uma mamografia ao longo de um período de seis anos.

Dr. Wilson Rondó, médico especialista em cirurgia vascular, medicina ortomolecular e terapias antioxidantes (The Robert W. Bradford Institute Califórnia – U.S.A.) informa o seguinte:

Mas, por que a mamografia de rotina seria antiética? A mamografia expõe o seu corpo a uma radiação que pode ser mil vezes maior do que a exposição ao RaioX de tórax, o que aumenta a probabilidade do desenvolvimento de câncer. Além disso, na mamografia sob compressão nos seios, muitas vezes dolorosa para a maioria das mulheres, pode espalhar células cancerosas. Segundo o Dr. Samuel Epstein, um dos tops experts em câncer, “os seios da mulher na premenopausa são altamente sensíveis à radiação. A cada 1 rad de aumento de exposição aumenta-se o risco de câncer de seio em cerca de 1%, o que cumulativamente promove 10% de aumento de risco de câncer de mama a cada década de avaliação”.

Então, qual exame realizar?

Sugiro a realização da TERMOGRAFIA (imagem térmica), que não usa nenhuma pressão mecânica ou radiação ionizante. A termografia é capaz de medir alterações fisiológicas e processos metabólicos. Resumidamente, esta ferramenta cria um mapa digital do corpo, que consegue detectar anormalidade (se existente), especificamente, inflamações. A inflamação é um precursor de muitas doenças, dentre elas, o câncer, artrite, doenças do coração, diabetes, e etc. Assim, a detecção precoce de inflamação pode ajudar a prevenir inúmeras doenças, dentre elas, o câncer de mama. A imagem térmica detecta as alterações fisiológicas que acompanham a patologia da mama, quer se trate do câncer, doença fibrocística, uma infecção ou uma doença vascular. Termografia é útil, inclusive, para as jovens que se preocupam em prevenção de câncer de mama e inúmeras outras doenças.

A termografia pode detectar alterações suspeitas de malignidade na mama alguns anos antes de serem visíveis pelos outros métodos de diagnóstico de imagem – mamografia e ecografia. Um estudo publicado no American Journal of Radiology, de Janeiro de 2003, conclui que a termografia pode prevenir muitas biópsias desnecessárias e «a termografia oferece um procedimento seguro e não invasivo que poderá ser de grande valor, como coadjuvante da mamografia para determinar quando uma lesão é benigna ou maligna» (American Journal of Roentgenology Vol. 180. Jan 2003: 263-269).Devido à sensibilidade da termografia para o fluxo de sangue e alterações metabólicas, é possível detectar tumores com um tamanho menor do que a mamografia.

A termografia é uma boa opção no diagnóstico complementar e na avaliação da eficácia dos tratamentos em doenças inflamatórias articulares, poupando o doente à exposição repetida a radiações.

Dr. Luiz Romariz, médico, com pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University, baseando-se no American Journal of Radiology, informa que: “a termografia tem uma capacidade de 99% de descartar a existência de um câncer da mama e 90% de certeza a detectar um câncer existente“. Em contrapartida, exames de mamografia não detectam quase metade dos casos de câncer de mama em estágio inicial, revelou uma pesquisa publicada na revista Lancet. Apenas 56% dos casos [em estágio inicial] são diagnosticados pela mamografia. Veja este estudo: https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/03/25/mamografia-nao-detecta-quase-metade-dos-casos-de-cancer/

Todavia, quer se prevenir efetivamente ao câncer de mama na prática? Está comprovado: Vitamina D3 reduz o risco de câncer de mama em 77%! (Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91.).

Para mais informações, recomendo que assistam esta pequena aula do médico norte-americano, Doutor Joseph Mercola, alertando sobre os riscos gerados pela mamografia: http://www.youtube.com/watch?v=2_jlvXZyOrg

Referencias:

1. Archives of Internal Medicine November 24, 2008;168(21):2311-2316.
2. New York Times November 24, 2008
3. World Wire November 24, 2009
4. Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91
5. Mercola.com
6. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/301895.html
7. http://healthmedicinecenter.net/breast-thermography.htm
8. http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070810_mamografiacancer_fp.shtml
9. Screening mammography in women 40 to 49 years of age: a systematic review for the American College of Physicians. Ann Intern Med 146. 516-526.2007
10. Effect of mammographic screening from age 40 years on breast cancer mortality at 10 years’ follow-up: a randomised controlled trial. Lancet 2006;368:2
11. Disparities in breast cancer mortality trends between 30 European countries: retrospective trend analysis of WHO mortality database
12. Effect of Three Decades of Screening Mammography on Breast-Cancer Incidence
13. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/04/14/mammography-use.aspx
14. National Cancer Institute. Public Health Service Department of Health and Human Services.2003
15. http://www.natural-health-center.com/services/Thermography.aspx

16. http://www.drrondo.com/sera-mesmo-a-mamografia-um-beneficio-para-a-sua-saude-desconfie/