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900 (novecentos) estudos provam os perigos de ESTATINAS!

48. Notícia 12.08.2012

By Dr. Júlio Caleiro. Fone do consultório: 35-3531-8423.

Um artigo publicado no American Journal of Cardiovascular Drugs cita cerca de 900 estudos sobre os efeitos adversos dos inibidores da HMG-CoA redutase, também chamados de estatinas.

Problemas musculares são os mais conhecidos em efeitos secundários de estatina, mas problemas cognitivos e dor ou dormência nas extremidades também são amplamente divulgados.

O uso prolongado de estatinas pode incidir, dentre outras complicações, em disfunção hepática, disfunção pancreática, aumento no risco de câncer, perda cognitiva, anemia, acidose, surpressão do sistema imunológico, doença na tireóide.

O uso de medicamentos à base de ESTATINA causa, ainda, um esgotamento celular grave, com redução em 40% da produção da Coenzima Q10, substancia essencial para função saudável das mitocôndrias, responsáveis pela produção de 95% da energia celular. Logo, essa drástica redução de coenzima Q10 é porta de entrada para uma variedade de doenças.

Com menos força para o organismo funcionar, as células acabam morrendo e não conseguem se reproduzir em quantidade suficiente para repor as irmãs mortas. O resultado é um corpo cansado e envelhecido.

Quando suas mitocôndrias funcionam bem, coisas boas acontecem. Seu corpo trabalha como deve trabalhar, o coração bate, os neurônios disparam, os músculos se contraem, os olhos enxergam e o fígado, os rins, o pâncreas, e outros órgãos funcionam como devem.

O problema, no entanto, é o fato de que, muitas vezes, as estatinas não tem quaisquer efeitos secundários IMEDIATOS, e eles são muito eficazes em reduzir os níveis de colesterol em 50 pontos ou mais que isso. Sobre a redução do colesterol, dizem os estudos que:

As pessoas idosas com colesterol baixo morreram duas vezes mais freqüentemente de um ataque cardíaco do que as pessoas idosas com um colesterol elevado. (Journal of the American Medical Association 272, 1335-1340, 1990)

O estudo de Framingham mostrou que a chance de morte por câncer aumentava 200% se houvesse uma queda substancial no colesterol, num período de 4 anos de follow-up. (SHARF, SF. Time trends in serum cholesterol before câncer death Epidemiology 8:132-6, 1997).

Assista o trecho do video abaixo, do Dr. Lair Ribeiro, nutrólogo e cardiologista, explicando os efeitos adversos de Estatinas:

Referências:
1. BBC News May 20, 2010
2. British Medical Journal May 20, 2010; 340:c2197
3. Mercola.com
4. J Clin Pharmacol. 1993 Mar;33(3):226-9.
5. Revista Mens Health, editora Abril, número 36, Abril de 2009.
6. Eurekalert January 26, 2009
7. American Journal of Cardiovascular Drugs 2008;8(6):373-418


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