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DOENÇA DE ALZHEIMER, PREVENÇÃO, TRATAMENTO E REGRESSAO PELA NUTRIÇÃO FUNCIONAL AVANÇADA

PARA UMA ‘ORIENTAÇÃO EXPRESSA’ ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com

 

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By- Ed. Dr. Júlio Caleiro

   Pesquisas recentes sobre a doença de Alzheimer coloca uma ênfase crescente na detecção precoce. Estudos sugerem que os melhores alvos para tratamentos é explorar os pacientes que não têm a doença avançada de Alzheimer, mas que experimentam sintomas leves. Sinais de Alzheimer podem se desenvolver no cérebro 10 a 20 anos antes que os sintomas começam. Pesquisas sobre biomarcadores e comprometimento cognitivo leve pode ser importante na detecção precoce. Outra área de foco é identificar fatores de risco para a doença de Alzheimer, SIM A DOENÇA DE ALZHEIMER POSSUI FATORES DE RISCO AO CONTRÁRIO DO QUE A MEDICINA CONVENCIONAL RELATA, E OS FATORES SAO:  inatividade física, depressão e tabagismo, hipertensão, obesidade na meia-idade, baixa escolaridade e diabetes são os principais fatores de risco.

De acordo com a CNN:

    “Dois dos maiores obstáculos para encontrar tratamentos para a doença de Alzheimer são a falta de dinheiro e a dificuldade envolvimento de pessoas em ensaios clínicos, dizem especialistas. Os Estados Unidos gastam 450 milhões dólares por ano em dinheiro pesquias em Alzheimer, comparado a US $ 6 bilhões para o câncer, US $ 4 bilhões para a doença cardíaca e US $ 3 bilhões para HIV / AIDS.
 
Comentários Dr. Mercola:

    “..A doença de Alzheimer é a condição de saúde mais temida depois do câncer, de acordo com uma pesquisa realizada pela Escola de Saúde Pública de Harvard – e de forma compreensível. Como não há cura conhecida, mas PREVENÇÃO E DETECÇÃO PRECOCE, na maioria dos casos um prognóstico terminal por alguns fatores, a doença de Alzheimer provoca nas células do cérebro a se degenerar e morrerem, levando a uma perda constante de habilidades intelectuais e sociais, e, finalmente a morte..”.

Um Nova pesquisa Focada em Intervenção Precoce, mas outras estratégias é ainda melhor, veremos:

    Com os tratamentos convencionais que oferecem pouco benefício para aqueles que já diagnosticados com a doença, grande parte da pesquisa apresentada na Associação de Alzheimer Conferência Internacional 2011, foi focada no modelo de ‘detecção precoce’ como estratégia principal, observando que os sinais da doença de Alzheimer podem se desenvolver em seu cérebro até 20 anos antes de início dos sintomas. Este é um ponto importante para se lembrar, como a maioria das pessoas não apresenta sintomas visíveis pelo menos até depois de 65 anos na maioria dos casos, e outras vezes muito tarde, cerca da metade das pessoas com doença de Alzheimer tem mais de 85 anos. Isto significa que quando o indivíduo está em seu 50, 60 e 70 anos, já poderá está desenvolvendo alterações em seu cérebro indicativos da doença, mas ainda poderá a tempo implementar mudanças de estilo de vida que poderia muito possivelmente impedir que nunca desenvolva a doença de Alzheimer, ou seja PREVENÇÃO! É o que sugere a (Associação de Alzheimer e conferência Internacional USA).

    Além de detecção precoce da doença de Alzheimer a prevenção deve ser completa!
    Quais são os fatores do Alzheimer e quais os riscos?

    Outra área em foco apresentada na ‘Associação de Alzheimer Conferência Internacional 2011’ foi identificar fatores de risco, o que é uma forma importante de ajudar a entendermos maneiras de como iremos diminuir o risco, ou contribuir para aumentá-lo;  já que muitos dos fatores de risco são modificáveis.

    Entre os principais fatores de risco mencionados na conferência incluem:

       – Inatividade Física
         Um programa regular de exercícios pode retardar o desenvolvimento da doença de Alzheimer, alterando a forma como as proteínas prejudiciais residem no cérebro. Estudos mostram menor quantidade placas e significativamente menor tamanho de peptídeos beta-amilóide, associadas à doença de Alzheimer, em ratos que se exercitaram.   Tem sido sugerido que o exercício pode provocar uma alteração na forma da proteína precursora de B-amilóide e como ela é metabolizada, e assim, retardar o aparecimento e progressão da doença de Alzheimer. O exercício também aumenta os níveis de proteína PGC-1alfa. Uma nova pesquisa mostrou que pessoas com Alzheimer têm menos PGC-1 alfa em seus cérebros, e as células que contêm mais dessa proteína produzem menos proteína ‘amilóide- Beta’  que é tóxica associada com a doença de Alzheimer.

        As pesquisas sobre isso é muito forte, um estudo encontrou que quem realiza exercícios moderados durante a meia-idade, tem  uma diminuição de 39% o risco de desenvolvimento de transtorno cognitivo leve, enquanto que o exercício moderado no final da vida foi associado com um risco 32% menor de desenvolvimento.

        Eu recomendo fortemente a revisão da técnica de Fitness Peak, além da força regular e treinamento de flexibilidade.
      
        Diabetes e Obesidade!

       Pessoas resistentes à insulina e pessoas com diabetes de tipo 2 são mais propensos a desenvolver placas Amilóides no cérebro que estão associados com a doença de Alzheimer. Pesquisas anteriores também encontraram uma correlação forte entre o índice de massa corporal (IMC) e altos níveis de beta-amilóide, a proteína que tende a se acumular no cérebro de pacientes com Alzheimer, causando acúmulo de placa bacteriana. Acredita-se que os beta-amilóides destroem as células nervosas, contribuindo para os problemas cognitivos e comportamentais típicos da doença.
        Além disso, as células de gordura produzem substâncias que afetam o sistema imunológico, o que é gatilho para o excesso de inflamação. A inflamação no cérebro é correlacionado para ser um dos precursores da demência senil.
        
        Depressão

        As pessoas deprimidas são duas vezes mais propensos a desenvolver certas formas de demência, incluindo a doença de Alzheimer. Doença de Alzheimer e depressão não parecem ter muito em comum, mas compartilham uma semelhança que poderiam ser facilmente sanados:  ambos estão ligados ao baixo nível de vitamina D,  é o que vou discutir mais abaixo;
       
    Pressão Alta

       A hipertensão é um tipo de malignidade associada ao desenvolvimento posterior da doença de Alzheimer e outras demências.  A hipertensão provaca microcicatrizes em certas partes do cérebro de meia-idade, décadas antes de problemas de memória começar a aparecer.  É muito importante o controle da hipertensão durante toda a vida, com medidas que vai além dos medicamentos.

Estratégias para reduzir significativamente o risco de ter Alzheimer.

    O que é interessante e importante para entender sobre esta doença é que ela envolve muito outras doenças concomitantes, ou co-morbidades. O que quero dizer é que, se você está desenvolvendo mudanças em seu cérebro que são indicativos da doença de Alzheimer, provavelmente você está experimentando também sinais de resistência à insulina, como diabetes ou obesidade, mesmo que estas estejam em parâmetros sanguíneos dentro da “normalidade”, e também pode está mostrando sinais de doenças do coração, tais como pressão arterial elevada; muitas vezes as doenças crônicas estão estreitamente interligados, todos esses são o produto de desequilíbrios no organismo que estão se manifestando por uma alimentação desregrada, provavelmente depois de anos vai se manifestar de uma forma de demência.

    Isso pode realmente ser uma coisa boa, no entanto, para implementação de algumas técnicas simples para resolver as causas subjacentes de várias doenças crônicas, e o Alzheimer não será excesão! Isto inclui:

        Limitando a ingestão de frutose: O indivídeuo simplesmente tem de manter o seu nível abaixo de 25 gramas por dia desta substância. Essa influência tóxica está servindo como o ‘regulador mestre’ de toxicidade no cérebro e provocando inúmeras doenças crônicas. Uma vez que a  maioria das pessoas alimenta dessa substância acima do recomendado, em torno de 300% a mais, esta é uma questão generalizada e grave! Eu vejo isso como o passo mais importante para impedir o desenvolvimento de doenças tais como o Alzheimer e várias outras.
        Manter os níveis de insulina em jejum abaixo de 3. Este é indiretamente relacionados com a frutose, uma vez que irá conduzir claramente a resistência à insulina. No entanto outros açúcares, grãos e falta de exercício também são fatores contribuintes.
        Otimizando a vitamina D: Em 2007, pesquisadores da Universidade de Wisconsin descobriram fortes ligações entre os baixos níveis de vitamina D em pacientes com Alzheimer, após aumentar os nívies os resultados foram de grande melhoras em testes cognitivos. Cientistas lançaram o estudo entre pacientes e familiares com Alzheimer, que foram tratados com altas doses de vitamina D e relataram que estavam agindo e desempenhando tarefas melhor do que antes, quando os níveis de vitamina D eram baixos o que é encontrado na maioria dos pacientes com doença neurodegenerativas.

        Os pesquisadores acreditam que os níveis ótimos de vitamina D pode aumentar a quantidade de produtos químicos importantes no cérebro e protegendo as células do cérebro. Receptores de vitamina D têm sido identificados em todo o corpo humano, o que inclui o nosso cérebro. As vias metabólicas para a vitamina D encontra-se no hipocampo e no cerebelo, áreas que estão envolvidos no processamento de informação, e a formação de novas memórias. Níveis suficiente de vitamina D também é imperativo para o bom funcionamento do sistema imune a combater inflamações outrora já citada neste artigo, que pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais elevados de inflamação no cérebro do que outras pessoas.
        Uma dieta nutritiva, rica em ácido fólico, como o descrito no meu plano de nutrição são imprescidíveis. Rigorosas dietas vegetarianas têm sido mostrados aumentar o risco do  Alzheimer, enquanto que dietas ricas em ômega-3 diminui o risco. No entanto, os vegetais, sem dúvida são a melhor forma de folato, e todos nós devemos comer em abundância vegetais crus frescos todos os dias. A melhor forma para obter o folato dos alimentos são os legumes, em vez de um multi-vitamínico. O ácido fólico com omega 3 são ótimos para evitar a progreesão da doença, sempre juntos.

        Consumindo alta qualidade omega-3 de base de gorduras animais, tais como óleo de krill. (Eu recomendo evitar a maioria dos peixes porque, apesar de o peixe ser naturalmente ricos em ômega-3, maioria das unidades populacionais estão agora seriamente contaminados com mercúrio.) A alta ingestão de ácido graxos ômega-3 DHA ajuda, evitando o dano celular causado pela doença de Alzheimer, atrasando a sua progressão e reduzindo o risco de desenvolver a doença para os que não tem. Os pesquisadores também disseram que o DHA “reduz drasticamente o impacto do gene de Alzheimer. Composto ativo do omega 3.

    Outros fatores que também desempenham um papel fundamental, e são facilmente modificáveis, incluem:

   Evitar a ingestão e remover o mercúrio do organismo. Restaurações de amálgama são uma das principais fontes de mercúrio, no entanto você deve está saudável antes de serem removidos. Depois de ter adequado em seguir a dieta descrita no meu plano de nutrição otimizado que realizo em consulta, você pode seguir o protocolo de desintoxicação de mercúrio e, em seguida, encontrar um dentista para ter suas amálgamas removidas. Evite alumínio, como antitranspirantes, panelas antiaderentes, etc… Evite vacinação contra a gripe, pois contém mercúrio e alumínio, comprovado que a vitamina D exibe um papel protetor em alguns casos acima das vacinações para gripe!
  Evite medicamentos anticolinérgicos. Drogas que que comtém acetilcolina, um neurotransmissor do sistema nervoso onde foram mostrados em aumentar o risco de demência, converse isso com seu médico. Estes medicamentos incluem certos analgésicos noturnos para dor de uso crônico, anti-histamínicos, medicamentos para dormir, e certos antidepressivos, medicamentos para controlar a incontinência, e alguns analgésicos narcóticos. Comer blueberries- Amoras silvestres, que têm alto teor de antocianina antioxidante, são conhecidos de longa data a proteger contra a doença de Alzheimer e outras doenças neurológicas.  Não exagere, pois como eles têm frutose é bom não comer exageradamente! Desafie sua mente diariamente. Estimulação mental, algo especialmente novo, como aprender a tocar um instrumento ou um novo idioma, está associada a uma diminuição do risco de Alzheimer. Os investigadores suspeitam que o desafio mental ajuda a reconstruir células do cérebro, tornando-o menos suscetível a lesões associadas à doença de Alzheimer.
Astaxantina. O antioxidante astaxantina exibe excepcionalmente potente atividade anti radicais-livres e protege suas células, órgãos e tecidos do corpo de danos oxidativos. Deste modo ele afeta muitos aspectos da saúde, mas um dos mais excitantes é o impacto benéfico sobre o cérebro.

Existe alguma ajuda para pessoas já afetadas?

    A doença de Alzheimer é atualmente em níveis epidêmicos. Nos Estados Unidos, uma pessoa desenvolve a doença a cada 69 segundo, e em 2050 espera-se que aumente para um novo caso a cada 33 segundos, de acordo com a Associação do Alzheimer 2011. A doença está atualmente em proporções epidêmicas, com 5,4 milhões de norte-americanos – incluindo uma em cada oito pessoas com 65 anos ou mais – vivendo com a doença de Alzheimer. Em 2050, este deverá saltar para 16 milhões, e nos próximos 20 anos prevê-se que a doença de Alzheimer afeta um em cada quatro americanos.

    Infelizmente, os tratamentos existentes são muitas vezes de pouco a qualquer benefício. Por exemplo, um estudo recente sobre a memantina (marca Namenda), uma droga amplamente utilizada para Alzheimer, não apresentaram melhora em função dos pacientes mentais ou a sua capacidade de executar tarefas diárias em comparação com placebo. Mesmo entre moderados a graves pacientes de Alzheimer, para o qual o medicamento é aprovado para o tratamento os pesquisadores encontraram apenas “escassas” melhorias.

    Mais uma vez, por causa dos tratamentos muito limitado, onde ainda não há cura disponível até o momento para a doença de Alzheimer, sugiro que você tome todas as medidas que puder para impedir que isso aconteça com você em primeiro lugar, realizando sempre  PROMOÇÃO DE SAÚDE, E PREVENÇÃO DA DOENÇA QUE É FÁCIL DE REALIZAR, COM BASE NOS MELHORES ESTUDOS CIENTÍFICOS DISPONÍVEIS. PORTANTO PREVINA-SE.

    Ainda para aqueles já afetados, há um par de estratégias a considerar:

        Ácido alfa-lipóico: Um anti-oxidante potente e um dos mais eficazes sequestrantes de radicais livres junto com a Astaxantina, em um estudo de doentes com a doença de Alzheimer,  doses deste composto diariamente durante 12 meses tiveram uma estabilização da função cognitiva e não apresentaram piora do quadro clínico. Um estudo de seguimento, onde aumenta o número de pacientes do estudo e prolongamento do período de observação, no caso de 48 meses, mostraram que a progressão da doença era “dramaticamente inferior” entre aqueles tendo o ácido alfa-lipóico no sangue, em comparação com os que não tinha recebido o tratamento ou aqueles que tomaram somente drogas, inibidora da esterase de colina.
        Curcumina: O pigmento que dá ao açafrão o sabor picante a sua cor amarela-laranja, a curcumina pode ajudar a inibir a acumulação destrutivas proteinas ‘beta amilóides’ nos cérebros dos pacientes de Alzheimer, bem como separar placas existentes.

        Pesquisadores determinaram:

            Curcumina é mais eficaz na inibição da formação de fragmentos da proteína do que muitos outros potenciais tratamentos de Alzheimer.
            O baixo peso molecular e estrutura polar de curcumina lhe permite penetrar a barreira hematocefálica, de forma eficaz e ligar-se a beta-amilóide
            Sintomas de Alzheimer causada por inflamação e oxidação são atenuadas pelo poderoso antioxidante curcumina e suas propriedades anti-inflamatórias.
        Curiosamente, verifica-se que a curcumina pode ser ainda mais eficazes quando utilizados com a vitamina D. Isto também pode ser usado de forma preventiva.
        Óleo de coco: De acordo com a Dra. Mary Newport, MS, cujo marido foi acometido de doença de Alzheimer, o óleo de coco pode ser a chave, não só para prevenir mas mesmo reverter esta doença. Certas células no cérebro de pessoas com Alzheimer tornam-se cada vez mais incapaz de utilizar a sua principal fonte de energia a glicose. Sem combustível, as células do cérebro morrem, contribuindo para a degeneração mental. Mas há uma fonte alternativa de energia, conhecido como cetonas. Nosso corpo produz cetonas naturalmente quando está sem carboidratos, e pode aumentar a produção de cetonas consumindo triglicérides de cadeia média, como presente no óleo de coco extra virgem.

    É interessante notar, também, que o cérebro requer desafios regulares para manter a forma, assim como nossos músculos. Se já possui uma forma de demência, ou os que estão interessados ​​na prevenção, seria sábio  envolver-se em atividades mentalmente desafiadoras em uma base regular, mesmo que seja um curso de educação continuada, aprender um novo hobby, ou viajando dentre outras.

    Conforme relatado pela CNN, o Dr. Steven DeKosky, vice-presidente e reitor da Universidade de Virginia Faculdade de Medicina, disse em um fórum de Alzheimer no National Press Foundation:

        “Nós sabemos que pessoas altamente inteligentes têm mais tolerância ao acúmulo de placa bacteriana e de perda de energia em seus cérebros, do que as pessoas com níveis mais baixos de inteligência e menos educação. O cérebro basicamente combate e encontra algumas outras maneiras de obter as coisas.”

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Referências:
  – Dr. J. Mercola M.d

  • CNN July 25, 2011
  • Alzheimer’s Association 2011 International Conference on Alzheimer’s Disease, Paris, France July 16-21, 2011

 


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