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VITAMINA D e PROBIÓTICOS: essenciais no tratamento da AIDS/HIV!

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By. Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Agende sua consulta! Fone do consultório: 35-3558-1919.

Nova pesquisa dos EUA mostra que os níveis de vitamina D estão associados com uma série de resultados importantes em pacientes que realizam o tratamento do HIV. Publicado na edição online da terapia antiviral, os investigadores descobriram que a vitamina D foi associada com contagem de células CD4 após o início da terapia anti-retroviral, com marcadores de inflamação, e com um importante indicador de risco cardiovascular aumentado.

As células CD4 (ou T4) são um tipo especial de glóbulos brancos que desempenham um papel importante e central no sistema imunitário do corpo humano agindo contra agentes infecciosos (fungos, bactérias e vírus). Infelizmente, são as células hospedeiras preferidas dos HIV que as atacam e destroem.

Os níveis de vitamina D estão associados com o grau de aumento das células CD4 desde o início do tratamento anti-retroviral, observaram os investigadores. Fato crucial no tratamento de portadores do vírus HIV.

Verificou-se que a vitamina D age nos processos inflamatórios e está envolvida no trabalho da função imune. Em razão desses resultados, os pesquisadores concluíram que a vitamina D está associada com restauração da função imunológica, e desempenha um importante papel em pacientes portadores do HIV.

E os estudos não param por aí. Diversos outros estudos comprovaram que quanto maior a deficiência da vitamina D mais os participantes eram propensos a desenvolver complicações relacionadas à AIDS.

De forma surpreendente, os pesquisadores Campbell e Spector mostraram, em um recente estudo de 2012, que a forma ativa da vitamina D numa concentração fisiologicamente relevante tem um papel em inibir a replicação e crescimento do vírus HIV. – Campbell, G. and Spector, S. (2012). Vitamin D Inhibits Human Immunodeficiency Virus Type 1 and Mycobacterium tuberculosis Infection in Macrophages through the Induction of Autophagy PLoS Pathogens, 8 (5) DOI: 10.1371/journal.ppat.1002689.

Vê-se, assim, que a vitamina D é confirmada vez após vez como importante no tratamento de saúde para os portadores do vírus HIV. Porém, é bom alertar que as doses terapêuticas são elevadas, e é preciso acompanhamento médico ou de um nutricionista apto a esta especializada terapia nutricional.

Bom, e como se dá a ação dos Probióticos no tratamento da AIDS ou em portadores do HIV?

Aproximadamente 70% do sistema imune está associado ao trato gastrointestinal. Assim, se o intuito é restaurar ou manter uma ótima função imunológica é importante observar a boa saúde do trato gastrointestinal, em razão do elevado grau de importância deste órgão no sistema imunológico.

O intestino humano contém naturalmente o crescimento de bactérias que possuem uma variedade de funções benéficas, que incluem sua capacidade de fornecer nutrientes essenciais para o corpo e evitar o crescimento de agentes patogénicos prejudiciais ( Hooper 2001; Ley 2006).

No entanto, o intestino é bastante comprometido em pacientes com HIV. Infecção aguda por HIV é marcada pela dramática depleção de células CD4 + a partir do trato gastrointestinal (GI). O trato GI é considerado ser um alvo particularmente atraente para a replicação do HIV, porque as células CD4 + ‘de memória’ são preferenciais como alvos para a replicação do HIV. (células CD4 + de “memória” são denominados como tais, porque elas se “lembram” de antígenos que anteriormente foram encontrados, o que lhes permitem montar uma resposta mais rápida em encontros subsequentes.)

Como o HIV esgota o intestino de células do sistema imunológico, a permeabilidade epitelial intestinal geralmente aumenta, e a pessoa infectada pelo HIV torna-se cada vez mais vulnerável à invasão microbiana e progressão da doença (Brenchley 2009).

Os probióticos são microrganismos vivos que, quando fornecidos em quantidades suficientes, conferem benefícios à saúde. Certas estirpes de probióticos estão associados com a inflamação reduzida (furrie 2005; O’Mahony 2005; Braat 2004) e da permeabilidade (Isolauri, 1993; Madsen 2001; Ukena 2000), ambos os quais são de grande interesse para os pacientes com HIV.

Além disso, em vários estudos envolvendo pessoas com HIV / AIDS, o consumo dos probióticos foi associado a melhorias na contagem de células CD4 (Trois 2008; Anukam 2008; Irvine 2010).

É interessante registrar também que a National Câncer Institute realizou um estudo indicando que a proteína chamada Cyanovirin-N, contida na alga azul esverdeada SPIRULINA, tem a capacidade de inativar o vírus da imunodeficiência humana associado com o HIV e AIDS, reduzindo a sua capacidade de infectar as células saudáveis. – Inhibition of HIV-1 Replication by an Aqueous Extract of Spirulina platensis (Arthrospira platensis) Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes & Human Retrovirology: 1 May 1998 – Volume 18 – Issue 1 – pp 7-12.

Agende sua consulta com Dr. Júlio Caleiro, e inicie o tratamento!

Referencias:
1. Ross AC et al. Vitamin D is linked to carotid intima-media thickness and immune reconstitution in HIV-positive individuals. Antiviral Therapy, online edition: doi: 10.3851/IMP1784, 2011.
2. http://www.aidsmap.com/US-research-shows-importance-of-healthy-vitamin-D-levels-for-patients-with-HIV/page/1811989/
3. Viard JP, Souberbielle JC, Kirk O, et al. Vitamin D and clinical disease progression in HIV infection: results from the EuroSIDA study. In: Program and abstracts of the 12th International Workshop on Adverse Drug Reactions and Co-morbidities in HIV, 4-6 November 2010, London, UK. Abstract 021.
4. Haug CJ, Aukrust P, Haug E, et al. Severe deficiency of 1,25-dihydroxyvitamin D3 in human immunodeficiency virus infection: association with immunological hyperactivity and only minor changes in calcium homeostasis. Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 1998 Nov;83(11):3832-8.
5. Conrado T, Miranda-Filho Dde B, Bandeira F. Vitamin D deficiency in HIV-infected individuals: one more risk factor for bone loss and cardiovascular disease? Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia. 2010 Mar;54(2):118-22.
6. Paul TV, Asha HS, Thomas N, et al. Hypovitaminosis D and bone mineral density in human immunodeficiency virus-infected men from India, with or without antiretroviral therapy.Endocrine Practice. 2010 Jul-Aug;16(4):547-53.
7. Wasserman P, Rubin DS. Highly prevalent vitamin D deficiency and insufficiency in an urban cohort of HIV-infected men under care. AIDS Patient Care and STDS. 2010 Apr;24(4):223-7.
8. Mueller NJ, Fux CA, Ledergerber B, et al. High prevalence of severe vitamin D deficiency in combined antiretroviral therapy-naive and successfully treated Swiss HIV patients. AIDS. 2010 May 15;24(8):1127-34.
9. Mehta S, Giovannucci E, Mugusi FM, et al. Vitamin D status of HIV-infected women and its association with HIV disease progression, anemia, and mortality. PLoS One. 2010 Jan 19;5(1):e8770.
10. Bang UC, Shakar SA, Hitz MF, et al. Deficiency of 25-hydroxyvitamin D in male HIV-positive patients: a descriptive cross-sectional study. Scandinavian Journal of Infectious Diseases. 2010 Apr;42(4):306-10.
11. Mehta S, Hunter DJ, Mugusi FM, et al. Perinatal outcomes, including mother-to-child transmission of HIV, and child mortality and their association with maternal vitamin D status in Tanzania.Journal of Infectious Diseases. 2009 Oct 1;200(7):1022-30.
12. Rodríguez M, Daniels B, Gunawardene S, et al. High frequency of vitamin D deficiency in ambulatory HIV-positive patients. AIDS Research and Human Retroviruses. 2009 Jan;25(1):9-14.
13. Van Den Bout-Van Den Beukel CJ, Fievez L, Michels M, et al. Vitamin D deficiency among HIV type 1-infected individuals in the Netherlands: effects of antiretroviral therapy. AIDS Research and Human Retroviruses. 2008 Nov;24(11):1375-82.
14. Welz T, Childs K, Ibrahim F, et al. Efavirenz is associated with severe vitamin D deficiency and increased alkaline phosphatase. AIDS 2010 Jul 31;24(12):1923-8.
15. Gyllensten K, Josephson F, Lidman K, et al. Severe vitamin D deficiency diagnosed after introduction of antiretroviral therapy including efavirenz in a patient living at latitude 59 degrees N. AIDS 2006 Sep 11;20(14):1906-7.
16. Ikezoe T, Bandobashi K, Yang Y, et al. HIV-1 protease inhibitor ritonavir potentiates the effect of 1,25-dihydroxyvitamin D3 to induce growth arrest and differentiation of human myeloid leukemia cells via down-regulation of CYP24. Leukemia Research. 2006 Aug;30(8):1005-11.
17. Ellfolk M, Norlin M, Gyllensten K, et al. Regulation of human vitamin D(3) 25-hydroxylases in dermal fibroblasts and prostate cancer LNCaP cells. Molecular Pharmacology. 2009 Jun;75(6):1392-9.
18. Cozzolino M, Vidal M, Arcidiacono MV, et al. HIV protease inhibitors impair vitamin D bioactivation to 1,25-dihydroxyvitamin D. AIDS. 2003 Mar 7;17(4):513-20.
19. Spector SA. Vitamin D earns more than a passing grade. Journal of Infectious Diseases. 2009 Oct 1;200(7):1015-7.
20. Engel P, Fagherazzi G, Boutten A, et al. Serum 25(OH) vitamin D and risk of breast cancer: a nested case-control study from the French E3N cohort. Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention. 2010 Sep;19(9):2341-50.
21. Michaëlsson K, Baron JA, Snellman G, et al. Plasma vitamin D and mortality in older men: a community-based prospective cohort study. American Journal of Clinical Nutrition. 2010 Oct;92(4):841-8.
22. Reddy Vanga S, Good M, Howard PA, et al. Role of vitamin D in cardiovascular health. American Journal of Cardiology. 2010 Sep 15;106(6):798-805.
23. Fox J, Peters B, Prakash M, et al. Improvement in vitamin D deficiency following antiretroviral regimen change: results from the MONET trial. AIDS Research and Human Retroviruses. 2010;26(11): in press.
24. Brown TT, McComsey GA. Association between initiation of antiretroviral therapy with efavirenz and decreases in 25-hydroxyvitamin D. Antiviral Therapy. 2010;15(3):425-9.
25. Anderson JL, May HT, Horne BD, et al. Relation of vitamin D deficiency to cardiovascular risk factors, disease status, and incident events in a general healthcare population. American Journal of Cardiology. 2010 Oct 1;106(7):963-8.
26. Dobnig H, Pilz S, Scharnagl H, et al. Independent association of low serum 25-hydroxyvitamin D and 1,25-dihydroxyvitamin D levels with all-cause and cardiovascular mortality. Archives of Internal Medicine. 2008 Jun 23;168(12):1340-9.
27. Hooper, L. V., Gordon, J. I. “Commensal Host-Bacterial Relationships in the Gut.” Science 292.5519 (2001): 1115-8.
28. Ley, R. E., Turnbaugh, P. J., Klein, S., et al. “Microbial Ecology: Human Gut Microbes Associated with Obesity.” Nature 444.7122 (2006): 1022-3.
29. Brenchley, J. M., Douek, D. C. “HIV Infection and the Gastrointestinal Immune System.” Mucosal Immunol 1.1 (2008): 23-30.
30. Isolauri, E., Majamaa, H., Arvola, T., et al. “Lactobacillus Casei Strain GG Reverses Increased Intestinal Permeability Induced by Cow Milk in Suckling Rats.” Gastroenterology 105.6 (1993): 1643-50.
31. Madsen, K., Cornish, A., Soper, P., et al. “Probiotic Bacteria Enhance Murine and Human Intestinal Epithelial Barrier Function.” Gastroenterology 121.3 (2001): 580-91.
32. Ukena, S. N., Singh, A., Dringenberg, U., et al. “Probiotic Escherichia Coli Nissle 1917 Inhibits Leaky Gut by Enhancing Mucosal Integrity.” PLoS One 2.12 (2007): e130
33. Furrie, E., Macfarlane, S., Kennedy, A., et al. ” Synbiotic Therapy (Bifidobacterium Longum/Synergy 1) Initiates Resolution of Inflammation in Patients with Active Ulcerative Colitis: a Randomised Controlled Pilot Trial.” Gut 54.2 (2005): 242-9.
34. O’Mahony, L., McCarthy, J., Kelly, P., et al. “Lactobacillus and Bifidobacterium in Irritable Bowel Syndrome: Symptom Responses and Relationship to Cytokine Profiles.” Gastroenterology 128.3 (2005): 541-51.
35. Braat, H., van den Brande, J., van Tol, E., et al. “Lactobacillus Rhamnosus Induces Peripheral Hyporesponsiveness in Stimulated CD4+ T Cells via Modulation of Dendritic Cell Function.” Am J Clin Nutr 80.6 (2004): 1618-25.
36. Trois L, Cardoso EM, Miura E. “Use of Probiotics in HIV-Infected Children: a Randomized Double-Blind Controlled Study.” J Trop Pediatr 54.1 (2008): 19-24.
37. Anukam, K. C., Osazuwa, E. O., Osadolor, H. B., et al. ” Yogurt Containing Probiotic Lactobacillus Rhamnosus GR-1 and L. Reuteri RC-14 Helps Resolve Moderate Diarrhea and Increases CD4 Count in HIV/AIDS Patients.” J Clin Gastroenterol 42.3 (2008): 239-43.
38. Irvine, S. L., Hummelen, R., Hekmat, S., et al. “Probiotic Yogurt Consumption Is Associated with an Increase of CD4 Count among People Living with HIV/AIDS.” J Clin Gastroenterol 44.9 (2010): e201-5.
39. Hummelen, R., Hemsworth, J., Changalucha, J., et al. “Effect of Micronutrient and Probiotic Fortified Yogurt on Immune-Function of Anti-Retroviral Therapy Naïve HIV Patients.” Nutrients 3 (2011): 897-909.
40. Hummelen, R., Hemsworth, J., Reid, G. “Micronutrients, N-Acetyl Cysteine, Probiotics and Prebiotics, a Review of Effectiveness in Reducing HIV Progression.” Nutrients 2.6 (2010): 626-651.
41. Kim, J. H., Gandhi, V., Psevdos, G., et al. “Evaluation of Vitamin D Levels Among HIV-Infected Patients in New York City.AIDS Res Hum Retroviruses.” (2011). [Epub ahead of print]
42. Lake, J. E., Adams, J. S. “Vitamin D in HIV-Infected Patients.” Curr HIV/AIDS Rep 8 (2011): 133-141.
43. http://www.bionetonline.org/portugues/content/hiv_tool.htm
44. lifeextension.com
45. Ross, A. C., Judd, S., Kumari, M., et al. “Vitamin D Is Linked to Carotid Intima-Media Thickness and Immune Reconstitution in HIV-Positive Individuals.” Antivir Ther 16.4 (2011): 555-63.
46. Villamor E. “A Potential Role for Vitamin D on HIV Infection?” Nutr Rev 64.5 Pt 1 (2006): 226-33.
47. Arpadi, S. M., McMahon, D., Abrams, E. J., et al. “Effect of Bimonthly Supplementation with Oral Cholecalciferol on Serum 25-Hydroxyvitamin D Concentrations in HIV-Infected Children and Adolescents.” Pediatrics 123.1 (2009): e121-6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19117833

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COPO PLÁSTICO E A LIBERAÇÃO DE XENOESTRÓGENO- COM O CARDIOLOGISTA E NUTRÓLOGO DR. LAIR RIBEIRO; M.D; PhD.

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COPO PLÁSTICO E A LIBERAÇÃO DE XENOESTRÓGENO

Café quente em um copo plástico [transparente] libera uma substância tóxica chamada xenoestrógeno, que tem ação estrogênica, que pode gerar diversos tipos de cânceres.

Veja abaixo entrevista com o Doutor Lair Ribeiro, médico PHD, cardiologista e nutrólogo.

Clique no link abaixo para assitir a entrevista.
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=SrKnNJFfgGU#!

Tomar bebida alcoólica ‘socialmente ou com moderação’ faz bem a saúde?

 

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By Dr. Júlio Caleiro

     Tenho certeza que você já ouviu falar que o álcool pode ser benéfico quando consumido em quantidades moderadas  (cerca de 1-3 copos padrão de álcool por dia), mas existem milhares de estudos sobre o consumo de álcool e seus efeitos sobre sua saúde, e pesquisadores ainda não  provaram que o consumo moderado leva a uma vida mais longa e saudável.  O que se verificou no entanto, é algumas evidências mostrando danos estruturais no cérebro, bem como outros efeitos prejudiciais, mesmo quando consumido em quantidades pequenas.   É difícil imaginar qualquer benefício para a saúde, que poderia superar sua influência destrutiva no cérebro.
        Embora algumas pesquisas aponta para a possibilidade de que o consumo moderado de álcool pode realmente reduzir o risco de demência, muitos estudos indicam claramente que o consumo de álcool provoca muitas complicações neurológicas diretamente negativas.

-Como o álcool danifica seu cérebro!

    Alguns estudos na verdade tem mostrado aos pesquisadores que as concentrações de creatina e colina no cérebro diminuem, e a concentração de alcool aumenta quando se toma bebida alcoólica ‘socialmente’. A creatina está envolvida no metabolismo de energia e protege as células do cérebro, e a colina é um componente de membranas celulares.

    Pesquisador Armin Biller disse;
    “Isto indica provavelmente que o álcool provoca mudanças na composição das membranas celulares”.
           Outro estudo pouco recente, publicado na edição de abril da ‘Human Psychopharmacology’ em 2009, aborda os efeitos crônicos para o consumo moderado de álcool sobre as propriedades estruturais e funcionais do cérebro.  Usando Ressonância Magnética (RM)  eles descobriram um efeito linear negativo do consumo de álcool no volume cerebral. Eles concluíram que o encolhimento do cérebro relatado como um resultado de baixo a moderado consumo de álcool, oferece mais suporte para a afirmação de que o álcool é em geral, mais prejudicial do que benéfico para a sua saúde do cérebro e da cognição.    No entanto, outro estudo publicado na edição de março / abril 2009,  ‘Álcool e Alcoolismo’ firmaram outros estudos recentes que associam o consumo regular de álcool com várias formas de dano cerebral, tais como uma taça de vinho tinto por dia.

    Nesse estudo, os pesquisadores concluíram que:

    “Mesmo ​​bebedores sociais que não têm problemas específicos neurológicos ou hepático, mostram sinais de dano cerebral regional e disfunção cognitiva. As alterações são mais graves em outras regiões do cérebro que são danificadas em pacientes que têm deficiência de vitamina B1 (tiamina) e (síndrome de Wernicke-Korsakoff). “.
       Afinal de contas, o álcool é uma neurotoxina – pode envenenar seu cérebro. Mesmo quantidades moderadas de álcool não são recomendados, pois o álcool pode também:

    · Deixa o indivíduo mais vulnerável a vários tipos de câncer

    · Danos ao equilíbrio hormonal

    · Causa danos ao fígado

    –  O álcool deve ser totalmente evitado durante a gravidez, pois pode causar danos graves para o feto.

    Além disso, o consumo de álcool foi encontrado igualmente diminuir a capacidade de resposta do sistema imunológico para o hipotálamo, e outros sinais não-imunes. Uma resposta ao estresse físico prejudicado. Acredita-se que afetam vários sistemas do corpo, incluindo a capacidade do sistema imunológico  combater a infecção, e pode prejudicar a capacidade das células do cérebro de memória.

O que sobre o vinho tinto?

    Vinho tinto é frequentemente citado como sendo uma boa fonte de resveratrol, um antioxidante potente que tem sido demonstrado aumento no tempo de vida de uma forma semelhante à restrição calórica. Mas o que é frequentemente esquecido é o fato de que há muitas outras fontes muito mais seguras de resveratrol. Por exemplo, em vez de vinho tinto, você pode usar um suplemento de semente de uva vendido em lojas de suplementos.
    Resveratrol também é encontrada em framboesas, amoras e amendoim.  Outras fontes de antioxidantes potentes incluem bagaço de uva, mirtilo e chá verde.  O vinho tinto é definitivamente não é a melhor fonte de antioxidantes, como alguns estudos sugerem. Há grandes benefícios para consumir os bioflavanóides que estão presentes em sementes de uva e casca de uva, mas não no álcool, causado pela fermentação do açúcar na polpa da uva.  Consumir grandes quantidades de vinho também irá aumentar seus níveis de insulina, o que acabará por ter um impacto negativo na sua saúde.

Como realmente aumentar a sua saúde do cérebro?

    Beber álcool para reduzir o risco de doença cardíaca ou demência não é claramente a melhor opção. Doenças do coração, por exemplo, é realmente bastante fácil de prevenir através da implementação de mudanças de estilo de vida, que eu já mostrei largamente em artigos anteriores, tais como prática de atividade física, melhorarar os níveis de vitamina D no sangue, evitar óleos parciamente hidrogenados como o óleo de Canola, aumentar a quantidade de óleo de peixe na dieta que é rico em omega 3, ou ainda o óleo de KRILL, evitar carboidratos refinados que possuem alto índice glicêmico, que tem potêncial de desiquilibrio do sistema, ‘Insulina- Leptina’, fazendo com que o indivíduo desenvolva vários tipos de doenças, tais como hipertensão, diabetes, resistência a insulina dentre várias outras.

    Para combater  declínio cognitivo relacionado a idade, há maneiras muito mais saudáveis, mais seguro e comprovado para ficar mentalmente afiado mesmo em idade avançada. Aqui estão algumas das minhas estratégias mais eficazes:

        Comer uma dieta nutritiva, com especial atenção para evitar açúcar em abundância, inclusive de legumes como a beterraba.
        Ingerir óleo de peixe de alta qualidade – omega3
        Evitar alguns peixes para remover o mercúrio do sangue
        Evite alumínio encontrado na água potável, antitranspirantes, panelas, etc, são indutores de destruiçao de células nervosas.
        Exercite-se regularmente
        Desafie sua mente com atividades como viagens, aprender a tocar um instrumento ou fazer palavras cruzadas
        Alimente-se de resveratrol proveniente de sementes de uva muscadine; ou através de suplementação.

Referências:

 

A “onda de choque” que cura o câncer! A terapia censurada!

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By, Dr. Júlio Caleiro             

  A onda de choque que cura o câncer!  A terapia censurada!

    “…O bicarbonato de sódio é seguro, extremamente barato e eficaz para tratamento de tecidos cancerosos. É uma química incontestável contra o cianeto de células cancerosas, atingindo as células cancerosas com uma ‘onda de choque’ de alcalinidade, a qual permite que o oxigênio entre muito mais em células cancerosas do que podem tolerar. As células cancerosas não podem sobreviver na presença de níveis elevados de oxigênio. O bicarbonato de sódio é, para todos os efeitos um assassino de tumores.  Por exemplo: a um pH ligeiramente superior a 7,4, as células cancerosas se tornam dormentes. Em pH 8,5, as células cancerosas vão morrer enquanto as células saudáveis ​​vão viver. O Bicarbonato de sódio possui a propriedade de absorver metais pesados, dioxinas e furanos. Uma comparação do tecido do câncer com o tecido saudável de uma mesma pessoa, mostra que o tecido de câncer tem uma concentração muito mais elevada de produtos químicos tóxicos e pesticidas.  Isto deu origem a uma variedade de tratamentos com base no aumento da alcalinidade dos tecidos, tais como as dietas vegetarianas, frutas e sumos de vegetais e suplementação pela dieta, com minerais alcalinos, como o cálcio, magnésio, potássio, césio e rubídio. Mas nada se compara ao poder instantâneo de alcalinização e oxigenação do bicarbonato de sódio para o tratamento seguro e eficaz contra o câncer./>http://www.youtube.com/watch?v=nn_nMVShU3U
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Dr. J. Mercola

[1] The New York Times, In Health Reform, a Cancer Offers an Acid Test, July 7, 2009 http://www.nytimes.com/2009/07/08/business/economy/08leonhardt.html

[2] http://www.examiner.com/x-14041-Charlotte-Health-and-Happiness-Examiner~y2009m6d29-Prostate-cancer-test-value-not-proven-says-report and http://www.cancer.gov/cancertopics/factsheet/detection/PSA

[3] http://www.medicinenet.com/script/main/art.asp?articlekey=39078

[4] Clark LC. The epidemiology of selenium and cancer. Fed Proc 1985; 44:2584-2590.

[5] Accu-Cell Nutrition; Calcium and Magnesium http://www.acu-cell.com/acn.html

[6] Enhancement of chemotherapy by manipulation of tumour pH. Raghunand N, He X, van Sluis R, Mahoney B, Baggett B, Taylor CW, Paine-Murrieta G, Roe D, Bhujwalla ZM, Gillies RJ. Arizona Cancer Center.

[7] ezinearticles.com/?The-Ins-And-Outs-Of-Prostate-Milking-Or-Prostate-Massage&id=640873

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Dr. Tullio Simoncini – M.D
Dr. J. Mercola M.D

Colesterol: o que vem dizendo os médicos pesquisadores da atualidade?

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

COLESTEROL NÃO CAUSA NENHUM MAL.” – Michel de Lorgeril (médico cardiologista francês).

Gorduras saturadas e colesterol na dieta não são a causa da doença coronária. Tal mito é a maior decepção científica do século e talvez de qualquer século.” George V. Mann, professor de bioquímica e medicina, 1991

“O Colesterol funciona como um precursor dos ácidos biliares, hormônios esteróides e vitamina D. É de extrema importância que as células dos principais tecidos do corpo recebam um suprimento contínuo de colesterol. Deixando de produzir a vitamina D, perde-se o controle em mais de 2 mil genes, se predispõe a câncer, a todo processo infeccioso, seja por meio de vírus, fungos e bactérias.” – Dr. Lair Ribeiro, PHD, médico cardiologista e nutrólogo.

As pessoas idosas com colesterol baixo morreram duas vezes mais freqüentemente de um ataque cardíaco do que as pessoas idosas com um colesterol elevado. (Journal of the American Medical Association 272, 1335-1340, 1990)

Abaixo segue um texto muito interessante e didático do médico urologista Dr. Carlos Bayma, também, sobre o colesterol, leia:

Colesterol: estava passando pela cena do crime, mas nunca foi o culpado!

Imagine a seguinte situação: você está caminhando por uma rua, usando camisa vermelha, calça jeans e boné com as letras CLT. Há pouco ocorreu um assassinato. A vítima está estirada no chão e a polícia já está presente no local do crime.

Então, interrogando os presentes, a polícia descobre que algumas pessoas alegam que viram o suposto assassino. Ao serem interpeladas, mas sem muita certeza dispararam: “Vimos uma pessoa puxando de uma arma e disparando na vítima. Ela estava de calça jeans, boné preto com umas letras e camisa vermelha!”
Você, que absolutamente nada tem a ver com o crime, “bestando” pela cena do assassinato como muitos dos curiosos locais, logo é identificado pelos policiais como o suspeito mais provável. E, assim, você é interpelado e mal consegue entender o que está havendo. Antes mesmo que saiba o quê estava havendo e o porquê da suspeita sente as algemas trancafiando seus punhos.
Arrastado à força para a delegacia e interrogado com agressividade percebe que está sendo acusado do homicídio recém-ocorrido. Encurtando a história, você é julgado, condenado e punido, ou seja, culpado pelo assassinato. Punição: cadeia! Verdadeiro culpado: livre como um pássaro!

Agora, vamos trocar os personagens. Leia tudo de novo, agora com as trocas:
Você = COLESTEROL
Camisa, calça e boné = CARACTERÍSTICAS DO COLESTEROL (precursor da vitamina D, precursor de todos os hormônios esteroidais, maior componente do cérebro, “lixeiro” das artérias, integrante de TODAS as membranas celulares do corpo, etc.)
Rua = ARTÉRIA CORONÁRIA
Morte = INFARTO DO MIOCÁRDIO
Suspeito = SUPOSTA CAUSA DO INFARTO
Vítima = PLACA DE ATEROMA (obstrução coronária)
Testemunha = CIENTISTAS / MÉDICOS TRADICIONAIS
Polícia = INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Interrogatório = TRABALHOS “CIENTÍFICOS”
Julgamento = COMUNIDADE MÉDICA “MARIA VAI COM AS OUTRAS”
Condenação = COLESTEROL CAUSA INFARTO
Punição / cadeia = “TOMAR SINVASTATINA (ou similar) PELO RESTO DA VIDA”
Verdadeiro culpado: INFLAMAÇÃO SUBCLÍNICA CRÔNICA
Bode Expiatório = FALSO CULPADO
Ótimo = LUCRO $$$
Entendeu? Percebeu como se culpa algo/alguém por uma coisa que jamais cometeu? É assim com o COLESTEROL, que nunca foi vilão, jamais, em tempo algum. Colesterol virou um BODE EXPIATÓRIO! Ótimo para a INDÚSTRIA FARMACÊUTICA (Sinvascor, Liptor, Pravacol, Vytorin, Crestor, etc.)!

Fonte: http://www.drbayma.com/colesterol-estava-passando-pela-cena-do-crime-mas-nunca-foi-o-culpado/

Referências:
1. Dites à Votre Médecin que le Cholestérol Est Innocent, Il Vous Soignera sans Médicament”, Michel de Lorgeri, ed. Thierry Souccar.
2. Jornal Le Monde de 13 de Junho de 2007
3. Por que Não Devemos usar Estatina – Dr. Lair Ribeiro.
4. http://www.infarctcombat.org/polemica-45/icem.html

As Fluoroquinolonas: A pior e mais perigosa classe de antibióticos do mercado?

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By, Dr. Júlio Caleiro

As Fluoroquinolonas: A pior e mais perigosa classe de antibióticos do mercado?

Se o seu médico lhe entrega uma receita de um antibiótico da classe fluoroquinolona (que pode ser não só o Cipro ou Levaquin mas também Avelox, ou genéricos ciprofloxacina, levofloxacina e moxifloxacina, ou outros), é muito certo de que o risco de morte aumenta muito com a ingestão destas drogas.  Por que? As  Fluoroquinolonas têm fluoreto como uma parte central da droga. O flúor é uma neurotoxina conhecida, e fármacos com um fluoreto ligado na sua estrutura pode penetrar em tecidos muito sensíveis. As fluoroquinolonas têm a capacidade única de penetrar a barreira hematocefálica, entrando em seu cérebro e danificando o seu sistema nervoso central.     Muitos desses medicamentos já foram retirados do mercado devido à sua toxicidade, e aqueles que permanecem estão cheios de avisos e nos Estados Unidos, há exigência de ‘caixa preta’ pela Food and Drug Administration EUA (FDA).

Em 2008, a FDA exigiu que os laboratórios que produzem as fluoroquinolonas colocassem um aviso da caixa preta, porque eles representam um risco de tendinite e aumentam o risco de uma ruptura do tendão de três a quatro vezes. É o antibiótico que causa tendinites!

Mas isso está longe de ser o único risco. O Levaquin ( levofloxacino), por exemplo, que foi o antibiótico mais vendido em 2010, enfrenta milhares de processos por ano de pessoas que foram seriamente prejudicados após ingerir essa medicação.  As reações podem ser de sistêmicas, afetando o sistema nervoso central, os sistemas músculo-esqueléticas, visual e renal e às vezes simultaneamente. Entre as reações graves relatadas são:

O descolamento de retina, o que pode causar náuseas e diarréia cegueira e Alucinações
Doença Renal aguda, reações psicóticas e problemas auditivos
Doenças Cerebrais diversas ( AVC) por exemplo:  alterações do metabolismo de açúcar no sangue, diabetes e hipoglicemia severa.
Depressão, Fototoxicidade e Neuropatia periférica

Em um estudo de 2001 pelo ‘Dr. Jay Cohen’, as taxas de reação seguintes foram:

Os sintomas do sistema nervoso ocorreu em 91% nos pacientes (dor, formigamento e dormência, tonturas, mal-estar, fraqueza, dores de cabeça, ansiedade e pânico, perda de memória, psicose)
Sintomas músculo-esqueléticos em 73% dos pacientes (ruptura do tendão, tendinite, fraqueza, inchaço das articulações).
Os sintomas sensoriais em 42 por cento dos pacientes (zumbido, alterado visuais, olfativas e função auditiva)
Sintomas cardiovasculares em 36% dos pacientes (taquicardia, falta de ar, dor no peito, palpitações).
Reações cutâneas em 29% dos pacientes (erupções cutâneas, perda de cabelo, sudorese, intolerância ao calor ou frio)
Os sintomas gastrointestinais em 18% dos pacientes (náuseas, vómitos, diarreia, dor abdominal).

Entretando existem outros antibióticos que seu médico pode lhe prescrever sem estes efeitos perigos! São casos raros onde este antibiótico é a única opção de tratamento. Esta classe de antibióticos, segundo o MÉDICO DR. JOSEPH MERCOLA, “são reservados apenas para tratar graves infecções bacterianas, que NÃO RESPONDEM A QUALQUER OUTRO TRATAMENTO.” 

Procure melhorar teu sistema imune, para evitar doenças infecciosas, incrementando nutrientes na sua alimentação por um dieta equilibrada, usando de substâncias naturais presentes nos alimentos e suplementação. Procure seu(a) Nutricionista para melhor orientação! Procure seu médico, a qualquer sintoma e peça uma outra prescrição se porventura o remédio foi da classe de medicação acima citado.

“O iodo é de longe o melhor antibiótico, antiviral e anti-séptico de todos os tempos” – Dr. David Derry (médico).

Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA

*Artigo baseado em matéria de autoria do MÉDICO Dr. Joseph Mercola (Fellow at the American College of Nutrition, e autor de diversos livros sobre saúde)

Links:

1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/09/25/fluoroquinolone-antibiotics.aspx

2. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/10/20/fluoroquinolones-side-effects.aspx

3.http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/07/18/antibiotics-to-avoid-like-the-plague-due-to-fdas-oversight-failure.aspx

4. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/08/08/bone-fluorides-magnet-new-studies-halflife.aspx

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Referências:

Forbes September 30, 2012

1 The New York Times September 11, 2012
2 Ann PharmacotherDecember 1, 2001 vol. 35 no. 12 1540-1547
3 Clin Infect Dis.(2005) 41 (9): 1254-1260.
4 BMC Infectious Diseases 2011, 11:187
5 The New York Times September 11, 2012
6 Forbes September 30, 2012

7. http://www.levaquinadversesideeffect.com/

8. http://www.medicationsense.com/articles/jan_mar_04/congress_ltr.php

9. Medscape August 13, 2012

10. JAMA. 2013;310(10):1014

ALERTA! EVITE TOMAR O ANTIBIÓTICO AZITROMICINA E ALGUMAS MEDICAÇÕES PARA O DIABETES!

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By, Dr. Júlio Caleiro

Alerta! Medicações para diabetes, causa câncer de pâncreas e ou, pancreatite. Alguns dos medicamentos são:  Exenatida, Linagliptina,  Liraglutida (Victoza), os dois primeiros muito usado no Brasil.  Além desses o antibiótico Azitromicina;  Um estudo em questão, publicado no ‘New England Journal of Medicine’ descobriu que a azitromicina aumenta as chances de morrer de um evento cardiovascular em 250% nos primeiros cinco dias de uso, em comparação com aqueles que tomaram amoxicilina. Isto é quase o mesmo que aconteceu com o Vioxx, que matou 60.000 pessoas e foi voluntariamente retirado do mercado cerca de oito anos atrás. Peça ao seu médico lhe prescrever outros antibióticos. Procure um(a) Nutricionista para adequar uma dieta e evitar e melhorar o quadro clínico do diabetes!

Júlio Caleiro

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Referências: