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VITAMINA D e PROBIÓTICOS: essenciais no tratamento da AIDS/HIV!

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By. Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Agende sua consulta! Fone do consultório: 35-3558-1919.

Nova pesquisa dos EUA mostra que os níveis de vitamina D estão associados com uma série de resultados importantes em pacientes que realizam o tratamento do HIV. Publicado na edição online da terapia antiviral, os investigadores descobriram que a vitamina D foi associada com contagem de células CD4 após o início da terapia anti-retroviral, com marcadores de inflamação, e com um importante indicador de risco cardiovascular aumentado.

As células CD4 (ou T4) são um tipo especial de glóbulos brancos que desempenham um papel importante e central no sistema imunitário do corpo humano agindo contra agentes infecciosos (fungos, bactérias e vírus). Infelizmente, são as células hospedeiras preferidas dos HIV que as atacam e destroem.

Os níveis de vitamina D estão associados com o grau de aumento das células CD4 desde o início do tratamento anti-retroviral, observaram os investigadores. Fato crucial no tratamento de portadores do vírus HIV.

Verificou-se que a vitamina D age nos processos inflamatórios e está envolvida no trabalho da função imune. Em razão desses resultados, os pesquisadores concluíram que a vitamina D está associada com restauração da função imunológica, e desempenha um importante papel em pacientes portadores do HIV.

E os estudos não param por aí. Diversos outros estudos comprovaram que quanto maior a deficiência da vitamina D mais os participantes eram propensos a desenvolver complicações relacionadas à AIDS.

De forma surpreendente, os pesquisadores Campbell e Spector mostraram, em um recente estudo de 2012, que a forma ativa da vitamina D numa concentração fisiologicamente relevante tem um papel em inibir a replicação e crescimento do vírus HIV. – Campbell, G. and Spector, S. (2012). Vitamin D Inhibits Human Immunodeficiency Virus Type 1 and Mycobacterium tuberculosis Infection in Macrophages through the Induction of Autophagy PLoS Pathogens, 8 (5) DOI: 10.1371/journal.ppat.1002689.

Vê-se, assim, que a vitamina D é confirmada vez após vez como importante no tratamento de saúde para os portadores do vírus HIV. Porém, é bom alertar que as doses terapêuticas são elevadas, e é preciso acompanhamento médico ou de um nutricionista apto a esta especializada terapia nutricional.

Bom, e como se dá a ação dos Probióticos no tratamento da AIDS ou em portadores do HIV?

Aproximadamente 70% do sistema imune está associado ao trato gastrointestinal. Assim, se o intuito é restaurar ou manter uma ótima função imunológica é importante observar a boa saúde do trato gastrointestinal, em razão do elevado grau de importância deste órgão no sistema imunológico.

O intestino humano contém naturalmente o crescimento de bactérias que possuem uma variedade de funções benéficas, que incluem sua capacidade de fornecer nutrientes essenciais para o corpo e evitar o crescimento de agentes patogénicos prejudiciais ( Hooper 2001; Ley 2006).

No entanto, o intestino é bastante comprometido em pacientes com HIV. Infecção aguda por HIV é marcada pela dramática depleção de células CD4 + a partir do trato gastrointestinal (GI). O trato GI é considerado ser um alvo particularmente atraente para a replicação do HIV, porque as células CD4 + ‘de memória’ são preferenciais como alvos para a replicação do HIV. (células CD4 + de “memória” são denominados como tais, porque elas se “lembram” de antígenos que anteriormente foram encontrados, o que lhes permitem montar uma resposta mais rápida em encontros subsequentes.)

Como o HIV esgota o intestino de células do sistema imunológico, a permeabilidade epitelial intestinal geralmente aumenta, e a pessoa infectada pelo HIV torna-se cada vez mais vulnerável à invasão microbiana e progressão da doença (Brenchley 2009).

Os probióticos são microrganismos vivos que, quando fornecidos em quantidades suficientes, conferem benefícios à saúde. Certas estirpes de probióticos estão associados com a inflamação reduzida (furrie 2005; O’Mahony 2005; Braat 2004) e da permeabilidade (Isolauri, 1993; Madsen 2001; Ukena 2000), ambos os quais são de grande interesse para os pacientes com HIV.

Além disso, em vários estudos envolvendo pessoas com HIV / AIDS, o consumo dos probióticos foi associado a melhorias na contagem de células CD4 (Trois 2008; Anukam 2008; Irvine 2010).

É interessante registrar também que a National Câncer Institute realizou um estudo indicando que a proteína chamada Cyanovirin-N, contida na alga azul esverdeada SPIRULINA, tem a capacidade de inativar o vírus da imunodeficiência humana associado com o HIV e AIDS, reduzindo a sua capacidade de infectar as células saudáveis. – Inhibition of HIV-1 Replication by an Aqueous Extract of Spirulina platensis (Arthrospira platensis) Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes & Human Retrovirology: 1 May 1998 – Volume 18 – Issue 1 – pp 7-12.

Agende sua consulta com Dr. Júlio Caleiro, e inicie o tratamento!

Referencias:
1. Ross AC et al. Vitamin D is linked to carotid intima-media thickness and immune reconstitution in HIV-positive individuals. Antiviral Therapy, online edition: doi: 10.3851/IMP1784, 2011.
2. http://www.aidsmap.com/US-research-shows-importance-of-healthy-vitamin-D-levels-for-patients-with-HIV/page/1811989/
3. Viard JP, Souberbielle JC, Kirk O, et al. Vitamin D and clinical disease progression in HIV infection: results from the EuroSIDA study. In: Program and abstracts of the 12th International Workshop on Adverse Drug Reactions and Co-morbidities in HIV, 4-6 November 2010, London, UK. Abstract 021.
4. Haug CJ, Aukrust P, Haug E, et al. Severe deficiency of 1,25-dihydroxyvitamin D3 in human immunodeficiency virus infection: association with immunological hyperactivity and only minor changes in calcium homeostasis. Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 1998 Nov;83(11):3832-8.
5. Conrado T, Miranda-Filho Dde B, Bandeira F. Vitamin D deficiency in HIV-infected individuals: one more risk factor for bone loss and cardiovascular disease? Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia. 2010 Mar;54(2):118-22.
6. Paul TV, Asha HS, Thomas N, et al. Hypovitaminosis D and bone mineral density in human immunodeficiency virus-infected men from India, with or without antiretroviral therapy.Endocrine Practice. 2010 Jul-Aug;16(4):547-53.
7. Wasserman P, Rubin DS. Highly prevalent vitamin D deficiency and insufficiency in an urban cohort of HIV-infected men under care. AIDS Patient Care and STDS. 2010 Apr;24(4):223-7.
8. Mueller NJ, Fux CA, Ledergerber B, et al. High prevalence of severe vitamin D deficiency in combined antiretroviral therapy-naive and successfully treated Swiss HIV patients. AIDS. 2010 May 15;24(8):1127-34.
9. Mehta S, Giovannucci E, Mugusi FM, et al. Vitamin D status of HIV-infected women and its association with HIV disease progression, anemia, and mortality. PLoS One. 2010 Jan 19;5(1):e8770.
10. Bang UC, Shakar SA, Hitz MF, et al. Deficiency of 25-hydroxyvitamin D in male HIV-positive patients: a descriptive cross-sectional study. Scandinavian Journal of Infectious Diseases. 2010 Apr;42(4):306-10.
11. Mehta S, Hunter DJ, Mugusi FM, et al. Perinatal outcomes, including mother-to-child transmission of HIV, and child mortality and their association with maternal vitamin D status in Tanzania.Journal of Infectious Diseases. 2009 Oct 1;200(7):1022-30.
12. Rodríguez M, Daniels B, Gunawardene S, et al. High frequency of vitamin D deficiency in ambulatory HIV-positive patients. AIDS Research and Human Retroviruses. 2009 Jan;25(1):9-14.
13. Van Den Bout-Van Den Beukel CJ, Fievez L, Michels M, et al. Vitamin D deficiency among HIV type 1-infected individuals in the Netherlands: effects of antiretroviral therapy. AIDS Research and Human Retroviruses. 2008 Nov;24(11):1375-82.
14. Welz T, Childs K, Ibrahim F, et al. Efavirenz is associated with severe vitamin D deficiency and increased alkaline phosphatase. AIDS 2010 Jul 31;24(12):1923-8.
15. Gyllensten K, Josephson F, Lidman K, et al. Severe vitamin D deficiency diagnosed after introduction of antiretroviral therapy including efavirenz in a patient living at latitude 59 degrees N. AIDS 2006 Sep 11;20(14):1906-7.
16. Ikezoe T, Bandobashi K, Yang Y, et al. HIV-1 protease inhibitor ritonavir potentiates the effect of 1,25-dihydroxyvitamin D3 to induce growth arrest and differentiation of human myeloid leukemia cells via down-regulation of CYP24. Leukemia Research. 2006 Aug;30(8):1005-11.
17. Ellfolk M, Norlin M, Gyllensten K, et al. Regulation of human vitamin D(3) 25-hydroxylases in dermal fibroblasts and prostate cancer LNCaP cells. Molecular Pharmacology. 2009 Jun;75(6):1392-9.
18. Cozzolino M, Vidal M, Arcidiacono MV, et al. HIV protease inhibitors impair vitamin D bioactivation to 1,25-dihydroxyvitamin D. AIDS. 2003 Mar 7;17(4):513-20.
19. Spector SA. Vitamin D earns more than a passing grade. Journal of Infectious Diseases. 2009 Oct 1;200(7):1015-7.
20. Engel P, Fagherazzi G, Boutten A, et al. Serum 25(OH) vitamin D and risk of breast cancer: a nested case-control study from the French E3N cohort. Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention. 2010 Sep;19(9):2341-50.
21. Michaëlsson K, Baron JA, Snellman G, et al. Plasma vitamin D and mortality in older men: a community-based prospective cohort study. American Journal of Clinical Nutrition. 2010 Oct;92(4):841-8.
22. Reddy Vanga S, Good M, Howard PA, et al. Role of vitamin D in cardiovascular health. American Journal of Cardiology. 2010 Sep 15;106(6):798-805.
23. Fox J, Peters B, Prakash M, et al. Improvement in vitamin D deficiency following antiretroviral regimen change: results from the MONET trial. AIDS Research and Human Retroviruses. 2010;26(11): in press.
24. Brown TT, McComsey GA. Association between initiation of antiretroviral therapy with efavirenz and decreases in 25-hydroxyvitamin D. Antiviral Therapy. 2010;15(3):425-9.
25. Anderson JL, May HT, Horne BD, et al. Relation of vitamin D deficiency to cardiovascular risk factors, disease status, and incident events in a general healthcare population. American Journal of Cardiology. 2010 Oct 1;106(7):963-8.
26. Dobnig H, Pilz S, Scharnagl H, et al. Independent association of low serum 25-hydroxyvitamin D and 1,25-dihydroxyvitamin D levels with all-cause and cardiovascular mortality. Archives of Internal Medicine. 2008 Jun 23;168(12):1340-9.
27. Hooper, L. V., Gordon, J. I. “Commensal Host-Bacterial Relationships in the Gut.” Science 292.5519 (2001): 1115-8.
28. Ley, R. E., Turnbaugh, P. J., Klein, S., et al. “Microbial Ecology: Human Gut Microbes Associated with Obesity.” Nature 444.7122 (2006): 1022-3.
29. Brenchley, J. M., Douek, D. C. “HIV Infection and the Gastrointestinal Immune System.” Mucosal Immunol 1.1 (2008): 23-30.
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31. Madsen, K., Cornish, A., Soper, P., et al. “Probiotic Bacteria Enhance Murine and Human Intestinal Epithelial Barrier Function.” Gastroenterology 121.3 (2001): 580-91.
32. Ukena, S. N., Singh, A., Dringenberg, U., et al. “Probiotic Escherichia Coli Nissle 1917 Inhibits Leaky Gut by Enhancing Mucosal Integrity.” PLoS One 2.12 (2007): e130
33. Furrie, E., Macfarlane, S., Kennedy, A., et al. ” Synbiotic Therapy (Bifidobacterium Longum/Synergy 1) Initiates Resolution of Inflammation in Patients with Active Ulcerative Colitis: a Randomised Controlled Pilot Trial.” Gut 54.2 (2005): 242-9.
34. O’Mahony, L., McCarthy, J., Kelly, P., et al. “Lactobacillus and Bifidobacterium in Irritable Bowel Syndrome: Symptom Responses and Relationship to Cytokine Profiles.” Gastroenterology 128.3 (2005): 541-51.
35. Braat, H., van den Brande, J., van Tol, E., et al. “Lactobacillus Rhamnosus Induces Peripheral Hyporesponsiveness in Stimulated CD4+ T Cells via Modulation of Dendritic Cell Function.” Am J Clin Nutr 80.6 (2004): 1618-25.
36. Trois L, Cardoso EM, Miura E. “Use of Probiotics in HIV-Infected Children: a Randomized Double-Blind Controlled Study.” J Trop Pediatr 54.1 (2008): 19-24.
37. Anukam, K. C., Osazuwa, E. O., Osadolor, H. B., et al. ” Yogurt Containing Probiotic Lactobacillus Rhamnosus GR-1 and L. Reuteri RC-14 Helps Resolve Moderate Diarrhea and Increases CD4 Count in HIV/AIDS Patients.” J Clin Gastroenterol 42.3 (2008): 239-43.
38. Irvine, S. L., Hummelen, R., Hekmat, S., et al. “Probiotic Yogurt Consumption Is Associated with an Increase of CD4 Count among People Living with HIV/AIDS.” J Clin Gastroenterol 44.9 (2010): e201-5.
39. Hummelen, R., Hemsworth, J., Changalucha, J., et al. “Effect of Micronutrient and Probiotic Fortified Yogurt on Immune-Function of Anti-Retroviral Therapy Naïve HIV Patients.” Nutrients 3 (2011): 897-909.
40. Hummelen, R., Hemsworth, J., Reid, G. “Micronutrients, N-Acetyl Cysteine, Probiotics and Prebiotics, a Review of Effectiveness in Reducing HIV Progression.” Nutrients 2.6 (2010): 626-651.
41. Kim, J. H., Gandhi, V., Psevdos, G., et al. “Evaluation of Vitamin D Levels Among HIV-Infected Patients in New York City.AIDS Res Hum Retroviruses.” (2011). [Epub ahead of print]
42. Lake, J. E., Adams, J. S. “Vitamin D in HIV-Infected Patients.” Curr HIV/AIDS Rep 8 (2011): 133-141.
43. http://www.bionetonline.org/portugues/content/hiv_tool.htm
44. lifeextension.com
45. Ross, A. C., Judd, S., Kumari, M., et al. “Vitamin D Is Linked to Carotid Intima-Media Thickness and Immune Reconstitution in HIV-Positive Individuals.” Antivir Ther 16.4 (2011): 555-63.
46. Villamor E. “A Potential Role for Vitamin D on HIV Infection?” Nutr Rev 64.5 Pt 1 (2006): 226-33.
47. Arpadi, S. M., McMahon, D., Abrams, E. J., et al. “Effect of Bimonthly Supplementation with Oral Cholecalciferol on Serum 25-Hydroxyvitamin D Concentrations in HIV-Infected Children and Adolescents.” Pediatrics 123.1 (2009): e121-6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19117833

COPO PLÁSTICO E A LIBERAÇÃO DE XENOESTRÓGENO- COM O CARDIOLOGISTA E NUTRÓLOGO DR. LAIR RIBEIRO; M.D; PhD.

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COPO PLÁSTICO E A LIBERAÇÃO DE XENOESTRÓGENO

Café quente em um copo plástico [transparente] libera uma substância tóxica chamada xenoestrógeno, que tem ação estrogênica, que pode gerar diversos tipos de cânceres.

Veja abaixo entrevista com o Doutor Lair Ribeiro, médico PHD, cardiologista e nutrólogo.

Clique no link abaixo para assitir a entrevista.
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=SrKnNJFfgGU#!

Tomar bebida alcoólica ‘socialmente ou com moderação’ faz bem a saúde?

 

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By Dr. Júlio Caleiro

     Tenho certeza que você já ouviu falar que o álcool pode ser benéfico quando consumido em quantidades moderadas  (cerca de 1-3 copos padrão de álcool por dia), mas existem milhares de estudos sobre o consumo de álcool e seus efeitos sobre sua saúde, e pesquisadores ainda não  provaram que o consumo moderado leva a uma vida mais longa e saudável.  O que se verificou no entanto, é algumas evidências mostrando danos estruturais no cérebro, bem como outros efeitos prejudiciais, mesmo quando consumido em quantidades pequenas.   É difícil imaginar qualquer benefício para a saúde, que poderia superar sua influência destrutiva no cérebro.
        Embora algumas pesquisas aponta para a possibilidade de que o consumo moderado de álcool pode realmente reduzir o risco de demência, muitos estudos indicam claramente que o consumo de álcool provoca muitas complicações neurológicas diretamente negativas.

-Como o álcool danifica seu cérebro!

    Alguns estudos na verdade tem mostrado aos pesquisadores que as concentrações de creatina e colina no cérebro diminuem, e a concentração de alcool aumenta quando se toma bebida alcoólica ‘socialmente’. A creatina está envolvida no metabolismo de energia e protege as células do cérebro, e a colina é um componente de membranas celulares.

    Pesquisador Armin Biller disse;
    “Isto indica provavelmente que o álcool provoca mudanças na composição das membranas celulares”.
           Outro estudo pouco recente, publicado na edição de abril da ‘Human Psychopharmacology’ em 2009, aborda os efeitos crônicos para o consumo moderado de álcool sobre as propriedades estruturais e funcionais do cérebro.  Usando Ressonância Magnética (RM)  eles descobriram um efeito linear negativo do consumo de álcool no volume cerebral. Eles concluíram que o encolhimento do cérebro relatado como um resultado de baixo a moderado consumo de álcool, oferece mais suporte para a afirmação de que o álcool é em geral, mais prejudicial do que benéfico para a sua saúde do cérebro e da cognição.    No entanto, outro estudo publicado na edição de março / abril 2009,  ‘Álcool e Alcoolismo’ firmaram outros estudos recentes que associam o consumo regular de álcool com várias formas de dano cerebral, tais como uma taça de vinho tinto por dia.

    Nesse estudo, os pesquisadores concluíram que:

    “Mesmo ​​bebedores sociais que não têm problemas específicos neurológicos ou hepático, mostram sinais de dano cerebral regional e disfunção cognitiva. As alterações são mais graves em outras regiões do cérebro que são danificadas em pacientes que têm deficiência de vitamina B1 (tiamina) e (síndrome de Wernicke-Korsakoff). “.
       Afinal de contas, o álcool é uma neurotoxina – pode envenenar seu cérebro. Mesmo quantidades moderadas de álcool não são recomendados, pois o álcool pode também:

    · Deixa o indivíduo mais vulnerável a vários tipos de câncer

    · Danos ao equilíbrio hormonal

    · Causa danos ao fígado

    –  O álcool deve ser totalmente evitado durante a gravidez, pois pode causar danos graves para o feto.

    Além disso, o consumo de álcool foi encontrado igualmente diminuir a capacidade de resposta do sistema imunológico para o hipotálamo, e outros sinais não-imunes. Uma resposta ao estresse físico prejudicado. Acredita-se que afetam vários sistemas do corpo, incluindo a capacidade do sistema imunológico  combater a infecção, e pode prejudicar a capacidade das células do cérebro de memória.

O que sobre o vinho tinto?

    Vinho tinto é frequentemente citado como sendo uma boa fonte de resveratrol, um antioxidante potente que tem sido demonstrado aumento no tempo de vida de uma forma semelhante à restrição calórica. Mas o que é frequentemente esquecido é o fato de que há muitas outras fontes muito mais seguras de resveratrol. Por exemplo, em vez de vinho tinto, você pode usar um suplemento de semente de uva vendido em lojas de suplementos.
    Resveratrol também é encontrada em framboesas, amoras e amendoim.  Outras fontes de antioxidantes potentes incluem bagaço de uva, mirtilo e chá verde.  O vinho tinto é definitivamente não é a melhor fonte de antioxidantes, como alguns estudos sugerem. Há grandes benefícios para consumir os bioflavanóides que estão presentes em sementes de uva e casca de uva, mas não no álcool, causado pela fermentação do açúcar na polpa da uva.  Consumir grandes quantidades de vinho também irá aumentar seus níveis de insulina, o que acabará por ter um impacto negativo na sua saúde.

Como realmente aumentar a sua saúde do cérebro?

    Beber álcool para reduzir o risco de doença cardíaca ou demência não é claramente a melhor opção. Doenças do coração, por exemplo, é realmente bastante fácil de prevenir através da implementação de mudanças de estilo de vida, que eu já mostrei largamente em artigos anteriores, tais como prática de atividade física, melhorarar os níveis de vitamina D no sangue, evitar óleos parciamente hidrogenados como o óleo de Canola, aumentar a quantidade de óleo de peixe na dieta que é rico em omega 3, ou ainda o óleo de KRILL, evitar carboidratos refinados que possuem alto índice glicêmico, que tem potêncial de desiquilibrio do sistema, ‘Insulina- Leptina’, fazendo com que o indivíduo desenvolva vários tipos de doenças, tais como hipertensão, diabetes, resistência a insulina dentre várias outras.

    Para combater  declínio cognitivo relacionado a idade, há maneiras muito mais saudáveis, mais seguro e comprovado para ficar mentalmente afiado mesmo em idade avançada. Aqui estão algumas das minhas estratégias mais eficazes:

        Comer uma dieta nutritiva, com especial atenção para evitar açúcar em abundância, inclusive de legumes como a beterraba.
        Ingerir óleo de peixe de alta qualidade – omega3
        Evitar alguns peixes para remover o mercúrio do sangue
        Evite alumínio encontrado na água potável, antitranspirantes, panelas, etc, são indutores de destruiçao de células nervosas.
        Exercite-se regularmente
        Desafie sua mente com atividades como viagens, aprender a tocar um instrumento ou fazer palavras cruzadas
        Alimente-se de resveratrol proveniente de sementes de uva muscadine; ou através de suplementação.

Referências:

 

A “onda de choque” que cura o câncer! A terapia censurada!

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By, Dr. Júlio Caleiro             

  A onda de choque que cura o câncer!  A terapia censurada!

    “…O bicarbonato de sódio é seguro, extremamente barato e eficaz para tratamento de tecidos cancerosos. É uma química incontestável contra o cianeto de células cancerosas, atingindo as células cancerosas com uma ‘onda de choque’ de alcalinidade, a qual permite que o oxigênio entre muito mais em células cancerosas do que podem tolerar. As células cancerosas não podem sobreviver na presença de níveis elevados de oxigênio. O bicarbonato de sódio é, para todos os efeitos um assassino de tumores.  Por exemplo: a um pH ligeiramente superior a 7,4, as células cancerosas se tornam dormentes. Em pH 8,5, as células cancerosas vão morrer enquanto as células saudáveis ​​vão viver. O Bicarbonato de sódio possui a propriedade de absorver metais pesados, dioxinas e furanos. Uma comparação do tecido do câncer com o tecido saudável de uma mesma pessoa, mostra que o tecido de câncer tem uma concentração muito mais elevada de produtos químicos tóxicos e pesticidas.  Isto deu origem a uma variedade de tratamentos com base no aumento da alcalinidade dos tecidos, tais como as dietas vegetarianas, frutas e sumos de vegetais e suplementação pela dieta, com minerais alcalinos, como o cálcio, magnésio, potássio, césio e rubídio. Mas nada se compara ao poder instantâneo de alcalinização e oxigenação do bicarbonato de sódio para o tratamento seguro e eficaz contra o câncer./>http://www.youtube.com/watch?v=nn_nMVShU3U
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Dr. J. Mercola

[1] The New York Times, In Health Reform, a Cancer Offers an Acid Test, July 7, 2009 http://www.nytimes.com/2009/07/08/business/economy/08leonhardt.html

[2] http://www.examiner.com/x-14041-Charlotte-Health-and-Happiness-Examiner~y2009m6d29-Prostate-cancer-test-value-not-proven-says-report and http://www.cancer.gov/cancertopics/factsheet/detection/PSA

[3] http://www.medicinenet.com/script/main/art.asp?articlekey=39078

[4] Clark LC. The epidemiology of selenium and cancer. Fed Proc 1985; 44:2584-2590.

[5] Accu-Cell Nutrition; Calcium and Magnesium http://www.acu-cell.com/acn.html

[6] Enhancement of chemotherapy by manipulation of tumour pH. Raghunand N, He X, van Sluis R, Mahoney B, Baggett B, Taylor CW, Paine-Murrieta G, Roe D, Bhujwalla ZM, Gillies RJ. Arizona Cancer Center.

[7] ezinearticles.com/?The-Ins-And-Outs-Of-Prostate-Milking-Or-Prostate-Massage&id=640873

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Dr. Tullio Simoncini – M.D
Dr. J. Mercola M.D

Colesterol: o que vem dizendo os médicos pesquisadores da atualidade?

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

COLESTEROL NÃO CAUSA NENHUM MAL.” – Michel de Lorgeril (médico cardiologista francês).

Gorduras saturadas e colesterol na dieta não são a causa da doença coronária. Tal mito é a maior decepção científica do século e talvez de qualquer século.” George V. Mann, professor de bioquímica e medicina, 1991

“O Colesterol funciona como um precursor dos ácidos biliares, hormônios esteróides e vitamina D. É de extrema importância que as células dos principais tecidos do corpo recebam um suprimento contínuo de colesterol. Deixando de produzir a vitamina D, perde-se o controle em mais de 2 mil genes, se predispõe a câncer, a todo processo infeccioso, seja por meio de vírus, fungos e bactérias.” – Dr. Lair Ribeiro, PHD, médico cardiologista e nutrólogo.

As pessoas idosas com colesterol baixo morreram duas vezes mais freqüentemente de um ataque cardíaco do que as pessoas idosas com um colesterol elevado. (Journal of the American Medical Association 272, 1335-1340, 1990)

Abaixo segue um texto muito interessante e didático do médico urologista Dr. Carlos Bayma, também, sobre o colesterol, leia:

Colesterol: estava passando pela cena do crime, mas nunca foi o culpado!

Imagine a seguinte situação: você está caminhando por uma rua, usando camisa vermelha, calça jeans e boné com as letras CLT. Há pouco ocorreu um assassinato. A vítima está estirada no chão e a polícia já está presente no local do crime.

Então, interrogando os presentes, a polícia descobre que algumas pessoas alegam que viram o suposto assassino. Ao serem interpeladas, mas sem muita certeza dispararam: “Vimos uma pessoa puxando de uma arma e disparando na vítima. Ela estava de calça jeans, boné preto com umas letras e camisa vermelha!”
Você, que absolutamente nada tem a ver com o crime, “bestando” pela cena do assassinato como muitos dos curiosos locais, logo é identificado pelos policiais como o suspeito mais provável. E, assim, você é interpelado e mal consegue entender o que está havendo. Antes mesmo que saiba o quê estava havendo e o porquê da suspeita sente as algemas trancafiando seus punhos.
Arrastado à força para a delegacia e interrogado com agressividade percebe que está sendo acusado do homicídio recém-ocorrido. Encurtando a história, você é julgado, condenado e punido, ou seja, culpado pelo assassinato. Punição: cadeia! Verdadeiro culpado: livre como um pássaro!

Agora, vamos trocar os personagens. Leia tudo de novo, agora com as trocas:
Você = COLESTEROL
Camisa, calça e boné = CARACTERÍSTICAS DO COLESTEROL (precursor da vitamina D, precursor de todos os hormônios esteroidais, maior componente do cérebro, “lixeiro” das artérias, integrante de TODAS as membranas celulares do corpo, etc.)
Rua = ARTÉRIA CORONÁRIA
Morte = INFARTO DO MIOCÁRDIO
Suspeito = SUPOSTA CAUSA DO INFARTO
Vítima = PLACA DE ATEROMA (obstrução coronária)
Testemunha = CIENTISTAS / MÉDICOS TRADICIONAIS
Polícia = INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Interrogatório = TRABALHOS “CIENTÍFICOS”
Julgamento = COMUNIDADE MÉDICA “MARIA VAI COM AS OUTRAS”
Condenação = COLESTEROL CAUSA INFARTO
Punição / cadeia = “TOMAR SINVASTATINA (ou similar) PELO RESTO DA VIDA”
Verdadeiro culpado: INFLAMAÇÃO SUBCLÍNICA CRÔNICA
Bode Expiatório = FALSO CULPADO
Ótimo = LUCRO $$$
Entendeu? Percebeu como se culpa algo/alguém por uma coisa que jamais cometeu? É assim com o COLESTEROL, que nunca foi vilão, jamais, em tempo algum. Colesterol virou um BODE EXPIATÓRIO! Ótimo para a INDÚSTRIA FARMACÊUTICA (Sinvascor, Liptor, Pravacol, Vytorin, Crestor, etc.)!

Fonte: http://www.drbayma.com/colesterol-estava-passando-pela-cena-do-crime-mas-nunca-foi-o-culpado/

Referências:
1. Dites à Votre Médecin que le Cholestérol Est Innocent, Il Vous Soignera sans Médicament”, Michel de Lorgeri, ed. Thierry Souccar.
2. Jornal Le Monde de 13 de Junho de 2007
3. Por que Não Devemos usar Estatina – Dr. Lair Ribeiro.
4. http://www.infarctcombat.org/polemica-45/icem.html

As Fluoroquinolonas: A pior e mais perigosa classe de antibióticos do mercado?

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By, Dr. Júlio Caleiro

As Fluoroquinolonas: A pior e mais perigosa classe de antibióticos do mercado?

Se o seu médico lhe entrega uma receita de um antibiótico da classe fluoroquinolona (que pode ser não só o Cipro ou Levaquin mas também Avelox, ou genéricos ciprofloxacina, levofloxacina e moxifloxacina, ou outros), é muito certo de que o risco de morte aumenta muito com a ingestão destas drogas.  Por que? As  Fluoroquinolonas têm fluoreto como uma parte central da droga. O flúor é uma neurotoxina conhecida, e fármacos com um fluoreto ligado na sua estrutura pode penetrar em tecidos muito sensíveis. As fluoroquinolonas têm a capacidade única de penetrar a barreira hematocefálica, entrando em seu cérebro e danificando o seu sistema nervoso central.     Muitos desses medicamentos já foram retirados do mercado devido à sua toxicidade, e aqueles que permanecem estão cheios de avisos e nos Estados Unidos, há exigência de ‘caixa preta’ pela Food and Drug Administration EUA (FDA).

Em 2008, a FDA exigiu que os laboratórios que produzem as fluoroquinolonas colocassem um aviso da caixa preta, porque eles representam um risco de tendinite e aumentam o risco de uma ruptura do tendão de três a quatro vezes. É o antibiótico que causa tendinites!

Mas isso está longe de ser o único risco. O Levaquin ( levofloxacino), por exemplo, que foi o antibiótico mais vendido em 2010, enfrenta milhares de processos por ano de pessoas que foram seriamente prejudicados após ingerir essa medicação.  As reações podem ser de sistêmicas, afetando o sistema nervoso central, os sistemas músculo-esqueléticas, visual e renal e às vezes simultaneamente. Entre as reações graves relatadas são:

O descolamento de retina, o que pode causar náuseas e diarréia cegueira e Alucinações
Doença Renal aguda, reações psicóticas e problemas auditivos
Doenças Cerebrais diversas ( AVC) por exemplo:  alterações do metabolismo de açúcar no sangue, diabetes e hipoglicemia severa.
Depressão, Fototoxicidade e Neuropatia periférica

Em um estudo de 2001 pelo ‘Dr. Jay Cohen’, as taxas de reação seguintes foram:

Os sintomas do sistema nervoso ocorreu em 91% nos pacientes (dor, formigamento e dormência, tonturas, mal-estar, fraqueza, dores de cabeça, ansiedade e pânico, perda de memória, psicose)
Sintomas músculo-esqueléticos em 73% dos pacientes (ruptura do tendão, tendinite, fraqueza, inchaço das articulações).
Os sintomas sensoriais em 42 por cento dos pacientes (zumbido, alterado visuais, olfativas e função auditiva)
Sintomas cardiovasculares em 36% dos pacientes (taquicardia, falta de ar, dor no peito, palpitações).
Reações cutâneas em 29% dos pacientes (erupções cutâneas, perda de cabelo, sudorese, intolerância ao calor ou frio)
Os sintomas gastrointestinais em 18% dos pacientes (náuseas, vómitos, diarreia, dor abdominal).

Entretando existem outros antibióticos que seu médico pode lhe prescrever sem estes efeitos perigos! São casos raros onde este antibiótico é a única opção de tratamento. Esta classe de antibióticos, segundo o MÉDICO DR. JOSEPH MERCOLA, “são reservados apenas para tratar graves infecções bacterianas, que NÃO RESPONDEM A QUALQUER OUTRO TRATAMENTO.” 

Procure melhorar teu sistema imune, para evitar doenças infecciosas, incrementando nutrientes na sua alimentação por um dieta equilibrada, usando de substâncias naturais presentes nos alimentos e suplementação. Procure seu(a) Nutricionista para melhor orientação! Procure seu médico, a qualquer sintoma e peça uma outra prescrição se porventura o remédio foi da classe de medicação acima citado.

“O iodo é de longe o melhor antibiótico, antiviral e anti-séptico de todos os tempos” – Dr. David Derry (médico).

Dr. Júlio Caleiro – NUTRICIONISTA

*Artigo baseado em matéria de autoria do MÉDICO Dr. Joseph Mercola (Fellow at the American College of Nutrition, e autor de diversos livros sobre saúde)

Links:

1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/09/25/fluoroquinolone-antibiotics.aspx

2. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/10/20/fluoroquinolones-side-effects.aspx

3.http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/07/18/antibiotics-to-avoid-like-the-plague-due-to-fdas-oversight-failure.aspx

4. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/08/08/bone-fluorides-magnet-new-studies-halflife.aspx

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Referências:

Forbes September 30, 2012

1 The New York Times September 11, 2012
2 Ann PharmacotherDecember 1, 2001 vol. 35 no. 12 1540-1547
3 Clin Infect Dis.(2005) 41 (9): 1254-1260.
4 BMC Infectious Diseases 2011, 11:187
5 The New York Times September 11, 2012
6 Forbes September 30, 2012

7. http://www.levaquinadversesideeffect.com/

8. http://www.medicationsense.com/articles/jan_mar_04/congress_ltr.php

9. Medscape August 13, 2012

10. JAMA. 2013;310(10):1014

ALERTA! EVITE TOMAR O ANTIBIÓTICO AZITROMICINA E ALGUMAS MEDICAÇÕES PARA O DIABETES!

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By, Dr. Júlio Caleiro

Alerta! Medicações para diabetes, causa câncer de pâncreas e ou, pancreatite. Alguns dos medicamentos são:  Exenatida, Linagliptina,  Liraglutida (Victoza), os dois primeiros muito usado no Brasil.  Além desses o antibiótico Azitromicina;  Um estudo em questão, publicado no ‘New England Journal of Medicine’ descobriu que a azitromicina aumenta as chances de morrer de um evento cardiovascular em 250% nos primeiros cinco dias de uso, em comparação com aqueles que tomaram amoxicilina. Isto é quase o mesmo que aconteceu com o Vioxx, que matou 60.000 pessoas e foi voluntariamente retirado do mercado cerca de oito anos atrás. Peça ao seu médico lhe prescrever outros antibióticos. Procure um(a) Nutricionista para adequar uma dieta e evitar e melhorar o quadro clínico do diabetes!

Júlio Caleiro

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Referências:

A vitamina D tem a função de manter vivas as células nervosas

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By Dr. Júlio Caeiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

Dr. Cícero Galli Coimbra, médico neurologista, doutor em Neurologia pela Unifesp e pós doutorado pela Universidade de Lund, Suécia, e professor do departamento de neurologia da Universidade Federal de São Paulo, explica a causa do Mal de Alzheimer e sua relação com a vitamina D.

Segundo o Dr. Cícero: “uma pessoa com 70 anos de idade tem um quarto da capacidade de produzir a vitamina D, muito importante para o sistema nervoso e para todo o organismo, comparado a uma pessoa jovem de 20 anos. E essa vitamina controla 10% de nossa carga genética, das funções celulares, e tem a função de: MANTER VIVAS AS CÉLULAS NERVOSAS!

Confira no link abaixo:

Mamografia ‘não detecta quase metade dos casos de câncer’!

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By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3531-8423.

Exames de mamografia não detectam quase metade dos casos de câncer de mama em estágio inicial, revelou uma pesquisa publicada na prestigiada revista científica ‘Lancet’.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, as mamografias identificam apenas 56% (cinquenta e seis por cento) dos primeiros sinais do tumor. Repita-se: Apenas 56% dos casos são diagnosticados pela mamografia em estágio inicial!!!

Segundo o Doutor Luís Romariz, médico, com pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University, informa que a mamografia detecta apenas um tumor após ele já se ter formado há 1 ou 2 anos.

Sugiro a leitura do artigo abaixo para maiores esclarecimentos sobre prevenção ao câncer de mama:

https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/03/20/prevencao-ao-cancer-de-mama-evitem-mamografias-periodicas/

Referências:

1. http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070810_mamografiacancer_fp.shtml
2. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/301895.html
3. BBCBrasil.com, 10/8/2007.
4. Lancet 2007; 370:485-492
5. Ressonância magnética para o diagnóstico de carcinoma ductal in situ da mama: um estudo observacional prospectivo – Kuhl CK; Schrading S; Bieling HB; Wardelmann E; Leutner CC; Koenig R; Kuhn W; Schild HH. Departamento de Radiologia, Universidade de Bonn, Bonn, Alemanha – Lancet, 2007; 370(9586):485-92.
6. http://www.medcenter.com/medscape/content.aspx?id=6317&langtype=1046
7. Ressonância magnética versus mamografia. Deveríamos trocar? – Autor: Albert B. Lowenfels, professor de cirurgia, professor de medicina preventiva comunitária, Centro Médico de Nova York, Valhalla, Nova York; cirurgião emérito do departamento de cirurgia do Westchester Medical Center, Valhalla, Nova York. Declaração de conflito de interesses: Dr. Albert Lowenfels atuou como consultor da Solvay Pharmaceuticals.

900 (novecentos) estudos provam os perigos de ESTATINAS!

48. Notícia 12.08.2012

By Dr. Júlio Caleiro. Fone do consultório: 35-3531-8423.

Um artigo publicado no American Journal of Cardiovascular Drugs cita cerca de 900 estudos sobre os efeitos adversos dos inibidores da HMG-CoA redutase, também chamados de estatinas.

Problemas musculares são os mais conhecidos em efeitos secundários de estatina, mas problemas cognitivos e dor ou dormência nas extremidades também são amplamente divulgados.

O uso prolongado de estatinas pode incidir, dentre outras complicações, em disfunção hepática, disfunção pancreática, aumento no risco de câncer, perda cognitiva, anemia, acidose, surpressão do sistema imunológico, doença na tireóide.

O uso de medicamentos à base de ESTATINA causa, ainda, um esgotamento celular grave, com redução em 40% da produção da Coenzima Q10, substancia essencial para função saudável das mitocôndrias, responsáveis pela produção de 95% da energia celular. Logo, essa drástica redução de coenzima Q10 é porta de entrada para uma variedade de doenças.

Com menos força para o organismo funcionar, as células acabam morrendo e não conseguem se reproduzir em quantidade suficiente para repor as irmãs mortas. O resultado é um corpo cansado e envelhecido.

Quando suas mitocôndrias funcionam bem, coisas boas acontecem. Seu corpo trabalha como deve trabalhar, o coração bate, os neurônios disparam, os músculos se contraem, os olhos enxergam e o fígado, os rins, o pâncreas, e outros órgãos funcionam como devem.

O problema, no entanto, é o fato de que, muitas vezes, as estatinas não tem quaisquer efeitos secundários IMEDIATOS, e eles são muito eficazes em reduzir os níveis de colesterol em 50 pontos ou mais que isso. Sobre a redução do colesterol, dizem os estudos que:

As pessoas idosas com colesterol baixo morreram duas vezes mais freqüentemente de um ataque cardíaco do que as pessoas idosas com um colesterol elevado. (Journal of the American Medical Association 272, 1335-1340, 1990)

O estudo de Framingham mostrou que a chance de morte por câncer aumentava 200% se houvesse uma queda substancial no colesterol, num período de 4 anos de follow-up. (SHARF, SF. Time trends in serum cholesterol before câncer death Epidemiology 8:132-6, 1997).

Assista o trecho do video abaixo, do Dr. Lair Ribeiro, nutrólogo e cardiologista, explicando os efeitos adversos de Estatinas:

Referências:
1. BBC News May 20, 2010
2. British Medical Journal May 20, 2010; 340:c2197
3. Mercola.com
4. J Clin Pharmacol. 1993 Mar;33(3):226-9.
5. Revista Mens Health, editora Abril, número 36, Abril de 2009.
6. Eurekalert January 26, 2009
7. American Journal of Cardiovascular Drugs 2008;8(6):373-418

Controle sua pressão arterial com os nutrientes adequados

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

A hipertensão arterial é uma epidemia silenciosa, afeta entre 25,2% a 41,1% da população brasileira, sendo mais prevalente em mulheres, especialmente após a menopausa. Representa maior influência sobre o risco de doenças cardiovasculares do que tabagismo, hipercolesterolemia, hiperglicemia e obesidade, além de ser um fator de risco para estas doenças e problemas renais(1).

Nas últimas décadas, o Brasil e outros países em desenvolvimento passaram por uma transição nutricional em que o padrão alimentar baseado no consumo de cereais, leguminosas, raízes e tubérculos foi modificou-se para uma alimentação rica em gorduras e açúcares, e essas mudanças nos padrões de consumo têm colocado a população em maior risco para doenças crônicas(3).

Pesquisas sugerem efeito importante da ingestão de hortaliças e frutas para controlar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e outras morbidades. Desta forma, um consumo insuficiente destes alimentos contribui para aumentar o risco de doenças crônicas não-transmissíveis, como a hipertensão arterial. A importância das frutas e hortaliças na alimentação é destacada pelo fato de que estas se constituem em fontes de minerais, vitaminas, fibras alimentares, antioxidantes e fitoquímicos que protegem o organismo contra o estresse oxidativo(3). Este processo decorre da existência de um desequilíbrio entre compostos oxidantes e antioxidantes, em favor da geração excessiva de radicais livres ou em detrimento da velocidade de remoção desses(2).
De acordo com evidências científicas, certos nutrientes auxiliam a reduzir a pressão sanguínea. Citaremos alguns:

Pomegranate: Estudos laboratoriais preliminares demonstraram que o extrato de romã foi responsável por reduzir fatores de risco de doenças cardiovasculares incluindo a oxidação de LDL e de macrófagos. Componentes denominadospunicalaginas foram identificados como os responsáveis pela redução do estresse oxidativo, devido a sua capacidade de “varrer” radicais livres do organismo(5). Um estudo em especial demonstrou que o Pomegranatepode inibir a enzima conversora da angiotensina (ECA), que faz a conversão de angiotensina I em angiotensina II (potente constritor dos vasos sanguíneos), reduzindo a atividade da ECA em 36% e da pressão sistólica em 5% (4).

Grape seed: As proantocianidinas presentes no extrato de Vitis vinifera L promovem o relaxamento dos vasos sanguíneos, reduzindo a pressão sistólica e diastólica. Uma meta-análise realizada pela Yale School of Medicine (EUA) com estudos randomizados e controlados relatou a redução significativa da pressão sistólica e freqüência cardíaca em humanos(6).

Arginina: Dilata os vasos sanguíneos através da produção de óxido nítrico, molécula mensageira-chave envolvida na regulação vascular, pois reduz a pressão sistólica e diastólica. Uma meta-análise divulgada na Revista Brasileira de Medicina do Esporte em 2006 sugere uma real eficácia da administração oral do aminoácido L-arginina na reversão dos efeitos cardiovasculares induzidos pela inibição da enzima NO-sintase. Além disso, os autores desse estudo sugerem que a L-arginina possa ser utilizada futuramente como um agente de prevenção de risco cardiovascular, assim como na melhora da performance atlética, reabilitação cardíaca ou prevenção de risco cardiovascular em pacientes pós-infarto ou hipertensos(7).

Magnésio: Age como um bloqueador natural do canal de cálcio em terminações nervosas e, assim, inibe a liberação de norepinefrina e reduz a pressão sanguínea. Redução significativa na pressão tanto sistólica como diastólica(8). Uma combinação entre vitaminas E e C e minerais como magnésio e zinco, mostrou-se muito eficaz em pacientes com diabetes tipo 2, reduzindo a pressão sistólica em 8 mmHg e a diastólica em 6 mmHg(9).

Potássio: Reduz o volume de sangue e pressão sanguínea através do aumento da excreção de sódio pelos rins. Embora estudos demonstrem redução da pressão arterial no tratamento com potássio, os benefícios foram significativos em indivíduos com dieta rica em sal. Dessa forma, o consumo balanceado desses nutrientes mostra-se eficaz para controle e tratamento da hipertensão arterial (10).

Hábitos de vida saudáveis incluem, além de atividade física pelo menos 3 vezes por semana, uma dieta balanceada que contem os nutrientes necessários para manter a pressão arterial sob controle. No entanto, motivos como falta de tempo, preguiça ou desestímulo em consumir alimentos fonte de magnésio e potássio, por exemplo, são utilizados como pretextos para indivíduos evitarem a adesão a uma alimentação saudável. Em um tratamento inicial, a utilização de suplementos junto à boa orientação sobre alimentação saudável de um profissional da saúde, é uma saída para bons resultados iniciais e um estímulo para que o indivíduo prossiga com a melhora dos seus hábitos de vida.

* Revista Online Pharmacia Essentia de 08/10/2012

Referências:
(1) de Oliveira EP. A variedade da dieta é fator protetor para a pressão arterial sistólica elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol. vol.98 no. 4 São Paulo Apr. 2012 2 Revista de Nutrição.
(2) Barbosa KBF. Estresse oxidativo: conceito, implicações e fatores modulatórios. Rev. Nutr. vol.23 no.4 Campinas July/Aug. 2010
(3) Martins, M.P.S.C. Consumo Alimentar, Pressão Arterial e Controle Metabólico em Idosos Diabéticos Hipertensos. Rev Bras Cardiol. 2010; 23(3):162-170.
(4) Aviram M, Dornfeld L. Pomegranate juice consumption inhibits serum angiotensin converting enzyme activity and reduces systolic blood pressure. Atherosclerosis, Volume 158, Issue 1 , Pages 195-198, September 2001.
(5) PedrialiI CA, et al. Antioxidant activity, cito- and phototoxicity of pomegranate (Punica granatum L.) seed pulp extract. Ciênc. Tecnol. Aliment. vol.30 no.4 Campinas Oct./Dec. 2010
(6) Feringa HH, Laskey DA, Dickson JE, Coleman CI. The effect of grape seed extract on cardiovascular risk markers: a meta-analysis of randomized controlled trials. J Am Diet Assoc. 2011 Aug;111(8):1173-81.
(7) Ramos L, et al. Efeito da administração oral de arginina sobre a pressão arterial e parâmetros cardíacos em ratos submetidos ao bloqueio crônico da síntese de óxido nítrico. Rev Bras Med Esporte, Vol. 12, Nº 4 – Jul/Ago, 2006.
(8) Shimosawa, T., Takano, K., Ando, K., Fujita, T. Magnesium Inhibits Norepinephrine Release by Blocking N-Type Calcium Channels at Peripheral Sympathetic Nerve Endings Hypertension. 2004;44:897-902;
(9) Farvid, M.S., Jalali, M., Siassi, F., Saadat, N., Hosseini, M. The Impact of Vitamins and/or Mineral Supplementation on Blood Pressure in Type 2 Diabetes. Journal of the American College of Nutrition, Vol. 23, No. 3, 272–279 (2004).
(10) van Bommel, E., Cleophas, T. Potassium treatment for hypertension in patients with high salt intake: a meta-analysis. Int J Clin Pharmacol Ther. 2012 Jul;50(7):478-82.

DOENÇA DE ALZHEIMER, PREVENÇÃO, TRATAMENTO E REGRESSAO PELA NUTRIÇÃO FUNCIONAL AVANÇADA

PARA UMA ‘ORIENTAÇÃO EXPRESSA’ ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com

 

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By- Ed. Dr. Júlio Caleiro

   Pesquisas recentes sobre a doença de Alzheimer coloca uma ênfase crescente na detecção precoce. Estudos sugerem que os melhores alvos para tratamentos é explorar os pacientes que não têm a doença avançada de Alzheimer, mas que experimentam sintomas leves. Sinais de Alzheimer podem se desenvolver no cérebro 10 a 20 anos antes que os sintomas começam. Pesquisas sobre biomarcadores e comprometimento cognitivo leve pode ser importante na detecção precoce. Outra área de foco é identificar fatores de risco para a doença de Alzheimer, SIM A DOENÇA DE ALZHEIMER POSSUI FATORES DE RISCO AO CONTRÁRIO DO QUE A MEDICINA CONVENCIONAL RELATA, E OS FATORES SAO:  inatividade física, depressão e tabagismo, hipertensão, obesidade na meia-idade, baixa escolaridade e diabetes são os principais fatores de risco.

De acordo com a CNN:

    “Dois dos maiores obstáculos para encontrar tratamentos para a doença de Alzheimer são a falta de dinheiro e a dificuldade envolvimento de pessoas em ensaios clínicos, dizem especialistas. Os Estados Unidos gastam 450 milhões dólares por ano em dinheiro pesquias em Alzheimer, comparado a US $ 6 bilhões para o câncer, US $ 4 bilhões para a doença cardíaca e US $ 3 bilhões para HIV / AIDS.
 
Comentários Dr. Mercola:

    “..A doença de Alzheimer é a condição de saúde mais temida depois do câncer, de acordo com uma pesquisa realizada pela Escola de Saúde Pública de Harvard – e de forma compreensível. Como não há cura conhecida, mas PREVENÇÃO E DETECÇÃO PRECOCE, na maioria dos casos um prognóstico terminal por alguns fatores, a doença de Alzheimer provoca nas células do cérebro a se degenerar e morrerem, levando a uma perda constante de habilidades intelectuais e sociais, e, finalmente a morte..”.

Um Nova pesquisa Focada em Intervenção Precoce, mas outras estratégias é ainda melhor, veremos:

    Com os tratamentos convencionais que oferecem pouco benefício para aqueles que já diagnosticados com a doença, grande parte da pesquisa apresentada na Associação de Alzheimer Conferência Internacional 2011, foi focada no modelo de ‘detecção precoce’ como estratégia principal, observando que os sinais da doença de Alzheimer podem se desenvolver em seu cérebro até 20 anos antes de início dos sintomas. Este é um ponto importante para se lembrar, como a maioria das pessoas não apresenta sintomas visíveis pelo menos até depois de 65 anos na maioria dos casos, e outras vezes muito tarde, cerca da metade das pessoas com doença de Alzheimer tem mais de 85 anos. Isto significa que quando o indivíduo está em seu 50, 60 e 70 anos, já poderá está desenvolvendo alterações em seu cérebro indicativos da doença, mas ainda poderá a tempo implementar mudanças de estilo de vida que poderia muito possivelmente impedir que nunca desenvolva a doença de Alzheimer, ou seja PREVENÇÃO! É o que sugere a (Associação de Alzheimer e conferência Internacional USA).

    Além de detecção precoce da doença de Alzheimer a prevenção deve ser completa!
    Quais são os fatores do Alzheimer e quais os riscos?

    Outra área em foco apresentada na ‘Associação de Alzheimer Conferência Internacional 2011’ foi identificar fatores de risco, o que é uma forma importante de ajudar a entendermos maneiras de como iremos diminuir o risco, ou contribuir para aumentá-lo;  já que muitos dos fatores de risco são modificáveis.

    Entre os principais fatores de risco mencionados na conferência incluem:

       – Inatividade Física
         Um programa regular de exercícios pode retardar o desenvolvimento da doença de Alzheimer, alterando a forma como as proteínas prejudiciais residem no cérebro. Estudos mostram menor quantidade placas e significativamente menor tamanho de peptídeos beta-amilóide, associadas à doença de Alzheimer, em ratos que se exercitaram.   Tem sido sugerido que o exercício pode provocar uma alteração na forma da proteína precursora de B-amilóide e como ela é metabolizada, e assim, retardar o aparecimento e progressão da doença de Alzheimer. O exercício também aumenta os níveis de proteína PGC-1alfa. Uma nova pesquisa mostrou que pessoas com Alzheimer têm menos PGC-1 alfa em seus cérebros, e as células que contêm mais dessa proteína produzem menos proteína ‘amilóide- Beta’  que é tóxica associada com a doença de Alzheimer.

        As pesquisas sobre isso é muito forte, um estudo encontrou que quem realiza exercícios moderados durante a meia-idade, tem  uma diminuição de 39% o risco de desenvolvimento de transtorno cognitivo leve, enquanto que o exercício moderado no final da vida foi associado com um risco 32% menor de desenvolvimento.

        Eu recomendo fortemente a revisão da técnica de Fitness Peak, além da força regular e treinamento de flexibilidade.
      
        Diabetes e Obesidade!

       Pessoas resistentes à insulina e pessoas com diabetes de tipo 2 são mais propensos a desenvolver placas Amilóides no cérebro que estão associados com a doença de Alzheimer. Pesquisas anteriores também encontraram uma correlação forte entre o índice de massa corporal (IMC) e altos níveis de beta-amilóide, a proteína que tende a se acumular no cérebro de pacientes com Alzheimer, causando acúmulo de placa bacteriana. Acredita-se que os beta-amilóides destroem as células nervosas, contribuindo para os problemas cognitivos e comportamentais típicos da doença.
        Além disso, as células de gordura produzem substâncias que afetam o sistema imunológico, o que é gatilho para o excesso de inflamação. A inflamação no cérebro é correlacionado para ser um dos precursores da demência senil.
        
        Depressão

        As pessoas deprimidas são duas vezes mais propensos a desenvolver certas formas de demência, incluindo a doença de Alzheimer. Doença de Alzheimer e depressão não parecem ter muito em comum, mas compartilham uma semelhança que poderiam ser facilmente sanados:  ambos estão ligados ao baixo nível de vitamina D,  é o que vou discutir mais abaixo;
       
    Pressão Alta

       A hipertensão é um tipo de malignidade associada ao desenvolvimento posterior da doença de Alzheimer e outras demências.  A hipertensão provaca microcicatrizes em certas partes do cérebro de meia-idade, décadas antes de problemas de memória começar a aparecer.  É muito importante o controle da hipertensão durante toda a vida, com medidas que vai além dos medicamentos.

Estratégias para reduzir significativamente o risco de ter Alzheimer.

    O que é interessante e importante para entender sobre esta doença é que ela envolve muito outras doenças concomitantes, ou co-morbidades. O que quero dizer é que, se você está desenvolvendo mudanças em seu cérebro que são indicativos da doença de Alzheimer, provavelmente você está experimentando também sinais de resistência à insulina, como diabetes ou obesidade, mesmo que estas estejam em parâmetros sanguíneos dentro da “normalidade”, e também pode está mostrando sinais de doenças do coração, tais como pressão arterial elevada; muitas vezes as doenças crônicas estão estreitamente interligados, todos esses são o produto de desequilíbrios no organismo que estão se manifestando por uma alimentação desregrada, provavelmente depois de anos vai se manifestar de uma forma de demência.

    Isso pode realmente ser uma coisa boa, no entanto, para implementação de algumas técnicas simples para resolver as causas subjacentes de várias doenças crônicas, e o Alzheimer não será excesão! Isto inclui:

        Limitando a ingestão de frutose: O indivídeuo simplesmente tem de manter o seu nível abaixo de 25 gramas por dia desta substância. Essa influência tóxica está servindo como o ‘regulador mestre’ de toxicidade no cérebro e provocando inúmeras doenças crônicas. Uma vez que a  maioria das pessoas alimenta dessa substância acima do recomendado, em torno de 300% a mais, esta é uma questão generalizada e grave! Eu vejo isso como o passo mais importante para impedir o desenvolvimento de doenças tais como o Alzheimer e várias outras.
        Manter os níveis de insulina em jejum abaixo de 3. Este é indiretamente relacionados com a frutose, uma vez que irá conduzir claramente a resistência à insulina. No entanto outros açúcares, grãos e falta de exercício também são fatores contribuintes.
        Otimizando a vitamina D: Em 2007, pesquisadores da Universidade de Wisconsin descobriram fortes ligações entre os baixos níveis de vitamina D em pacientes com Alzheimer, após aumentar os nívies os resultados foram de grande melhoras em testes cognitivos. Cientistas lançaram o estudo entre pacientes e familiares com Alzheimer, que foram tratados com altas doses de vitamina D e relataram que estavam agindo e desempenhando tarefas melhor do que antes, quando os níveis de vitamina D eram baixos o que é encontrado na maioria dos pacientes com doença neurodegenerativas.

        Os pesquisadores acreditam que os níveis ótimos de vitamina D pode aumentar a quantidade de produtos químicos importantes no cérebro e protegendo as células do cérebro. Receptores de vitamina D têm sido identificados em todo o corpo humano, o que inclui o nosso cérebro. As vias metabólicas para a vitamina D encontra-se no hipocampo e no cerebelo, áreas que estão envolvidos no processamento de informação, e a formação de novas memórias. Níveis suficiente de vitamina D também é imperativo para o bom funcionamento do sistema imune a combater inflamações outrora já citada neste artigo, que pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais elevados de inflamação no cérebro do que outras pessoas.
        Uma dieta nutritiva, rica em ácido fólico, como o descrito no meu plano de nutrição são imprescidíveis. Rigorosas dietas vegetarianas têm sido mostrados aumentar o risco do  Alzheimer, enquanto que dietas ricas em ômega-3 diminui o risco. No entanto, os vegetais, sem dúvida são a melhor forma de folato, e todos nós devemos comer em abundância vegetais crus frescos todos os dias. A melhor forma para obter o folato dos alimentos são os legumes, em vez de um multi-vitamínico. O ácido fólico com omega 3 são ótimos para evitar a progreesão da doença, sempre juntos.

        Consumindo alta qualidade omega-3 de base de gorduras animais, tais como óleo de krill. (Eu recomendo evitar a maioria dos peixes porque, apesar de o peixe ser naturalmente ricos em ômega-3, maioria das unidades populacionais estão agora seriamente contaminados com mercúrio.) A alta ingestão de ácido graxos ômega-3 DHA ajuda, evitando o dano celular causado pela doença de Alzheimer, atrasando a sua progressão e reduzindo o risco de desenvolver a doença para os que não tem. Os pesquisadores também disseram que o DHA “reduz drasticamente o impacto do gene de Alzheimer. Composto ativo do omega 3.

    Outros fatores que também desempenham um papel fundamental, e são facilmente modificáveis, incluem:

   Evitar a ingestão e remover o mercúrio do organismo. Restaurações de amálgama são uma das principais fontes de mercúrio, no entanto você deve está saudável antes de serem removidos. Depois de ter adequado em seguir a dieta descrita no meu plano de nutrição otimizado que realizo em consulta, você pode seguir o protocolo de desintoxicação de mercúrio e, em seguida, encontrar um dentista para ter suas amálgamas removidas. Evite alumínio, como antitranspirantes, panelas antiaderentes, etc… Evite vacinação contra a gripe, pois contém mercúrio e alumínio, comprovado que a vitamina D exibe um papel protetor em alguns casos acima das vacinações para gripe!
  Evite medicamentos anticolinérgicos. Drogas que que comtém acetilcolina, um neurotransmissor do sistema nervoso onde foram mostrados em aumentar o risco de demência, converse isso com seu médico. Estes medicamentos incluem certos analgésicos noturnos para dor de uso crônico, anti-histamínicos, medicamentos para dormir, e certos antidepressivos, medicamentos para controlar a incontinência, e alguns analgésicos narcóticos. Comer blueberries- Amoras silvestres, que têm alto teor de antocianina antioxidante, são conhecidos de longa data a proteger contra a doença de Alzheimer e outras doenças neurológicas.  Não exagere, pois como eles têm frutose é bom não comer exageradamente! Desafie sua mente diariamente. Estimulação mental, algo especialmente novo, como aprender a tocar um instrumento ou um novo idioma, está associada a uma diminuição do risco de Alzheimer. Os investigadores suspeitam que o desafio mental ajuda a reconstruir células do cérebro, tornando-o menos suscetível a lesões associadas à doença de Alzheimer.
Astaxantina. O antioxidante astaxantina exibe excepcionalmente potente atividade anti radicais-livres e protege suas células, órgãos e tecidos do corpo de danos oxidativos. Deste modo ele afeta muitos aspectos da saúde, mas um dos mais excitantes é o impacto benéfico sobre o cérebro.

Existe alguma ajuda para pessoas já afetadas?

    A doença de Alzheimer é atualmente em níveis epidêmicos. Nos Estados Unidos, uma pessoa desenvolve a doença a cada 69 segundo, e em 2050 espera-se que aumente para um novo caso a cada 33 segundos, de acordo com a Associação do Alzheimer 2011. A doença está atualmente em proporções epidêmicas, com 5,4 milhões de norte-americanos – incluindo uma em cada oito pessoas com 65 anos ou mais – vivendo com a doença de Alzheimer. Em 2050, este deverá saltar para 16 milhões, e nos próximos 20 anos prevê-se que a doença de Alzheimer afeta um em cada quatro americanos.

    Infelizmente, os tratamentos existentes são muitas vezes de pouco a qualquer benefício. Por exemplo, um estudo recente sobre a memantina (marca Namenda), uma droga amplamente utilizada para Alzheimer, não apresentaram melhora em função dos pacientes mentais ou a sua capacidade de executar tarefas diárias em comparação com placebo. Mesmo entre moderados a graves pacientes de Alzheimer, para o qual o medicamento é aprovado para o tratamento os pesquisadores encontraram apenas “escassas” melhorias.

    Mais uma vez, por causa dos tratamentos muito limitado, onde ainda não há cura disponível até o momento para a doença de Alzheimer, sugiro que você tome todas as medidas que puder para impedir que isso aconteça com você em primeiro lugar, realizando sempre  PROMOÇÃO DE SAÚDE, E PREVENÇÃO DA DOENÇA QUE É FÁCIL DE REALIZAR, COM BASE NOS MELHORES ESTUDOS CIENTÍFICOS DISPONÍVEIS. PORTANTO PREVINA-SE.

    Ainda para aqueles já afetados, há um par de estratégias a considerar:

        Ácido alfa-lipóico: Um anti-oxidante potente e um dos mais eficazes sequestrantes de radicais livres junto com a Astaxantina, em um estudo de doentes com a doença de Alzheimer,  doses deste composto diariamente durante 12 meses tiveram uma estabilização da função cognitiva e não apresentaram piora do quadro clínico. Um estudo de seguimento, onde aumenta o número de pacientes do estudo e prolongamento do período de observação, no caso de 48 meses, mostraram que a progressão da doença era “dramaticamente inferior” entre aqueles tendo o ácido alfa-lipóico no sangue, em comparação com os que não tinha recebido o tratamento ou aqueles que tomaram somente drogas, inibidora da esterase de colina.
        Curcumina: O pigmento que dá ao açafrão o sabor picante a sua cor amarela-laranja, a curcumina pode ajudar a inibir a acumulação destrutivas proteinas ‘beta amilóides’ nos cérebros dos pacientes de Alzheimer, bem como separar placas existentes.

        Pesquisadores determinaram:

            Curcumina é mais eficaz na inibição da formação de fragmentos da proteína do que muitos outros potenciais tratamentos de Alzheimer.
            O baixo peso molecular e estrutura polar de curcumina lhe permite penetrar a barreira hematocefálica, de forma eficaz e ligar-se a beta-amilóide
            Sintomas de Alzheimer causada por inflamação e oxidação são atenuadas pelo poderoso antioxidante curcumina e suas propriedades anti-inflamatórias.
        Curiosamente, verifica-se que a curcumina pode ser ainda mais eficazes quando utilizados com a vitamina D. Isto também pode ser usado de forma preventiva.
        Óleo de coco: De acordo com a Dra. Mary Newport, MS, cujo marido foi acometido de doença de Alzheimer, o óleo de coco pode ser a chave, não só para prevenir mas mesmo reverter esta doença. Certas células no cérebro de pessoas com Alzheimer tornam-se cada vez mais incapaz de utilizar a sua principal fonte de energia a glicose. Sem combustível, as células do cérebro morrem, contribuindo para a degeneração mental. Mas há uma fonte alternativa de energia, conhecido como cetonas. Nosso corpo produz cetonas naturalmente quando está sem carboidratos, e pode aumentar a produção de cetonas consumindo triglicérides de cadeia média, como presente no óleo de coco extra virgem.

    É interessante notar, também, que o cérebro requer desafios regulares para manter a forma, assim como nossos músculos. Se já possui uma forma de demência, ou os que estão interessados ​​na prevenção, seria sábio  envolver-se em atividades mentalmente desafiadoras em uma base regular, mesmo que seja um curso de educação continuada, aprender um novo hobby, ou viajando dentre outras.

    Conforme relatado pela CNN, o Dr. Steven DeKosky, vice-presidente e reitor da Universidade de Virginia Faculdade de Medicina, disse em um fórum de Alzheimer no National Press Foundation:

        “Nós sabemos que pessoas altamente inteligentes têm mais tolerância ao acúmulo de placa bacteriana e de perda de energia em seus cérebros, do que as pessoas com níveis mais baixos de inteligência e menos educação. O cérebro basicamente combate e encontra algumas outras maneiras de obter as coisas.”

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Referências:
  – Dr. J. Mercola M.d

  • CNN July 25, 2011
  • Alzheimer’s Association 2011 International Conference on Alzheimer’s Disease, Paris, France July 16-21, 2011

 

Corra de alimentos processados, industrializados! Eles causam câncer!

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By Dr. Júlio Caleiro –

       Em 2011, o ‘World Cancer Research Fund’ chegou à seguinte conclusão, de que não se deve comer carnes processadas. JAMAIS! Devido ao seu potencial de causar câncer!     

       Alimentos tais como: Hot Dog, bacon, salame, apresentada, rosbife, hamburguers e outras carnes processadas que pode também aumentar o risco de diabetes em 50%, e reduzir a sua função pulmonar, aumentando o risco de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Uma análise de 2007 por ‘WCRF’ descobriu que comer ou apenas uma salsicha por dia pode aumentar significativamente o risco de câncer de intestino. Especificamente, 50g. de carne processada por dia – cerca de uma salsicha ou três pedaços de bacon nao in’natura, ou seja EMBALADO ou INDUSTRIALIZADO, aumenta a probabilidade de câncer em 20%. Outros estudos também descobriram que as carnes processadas aumentam o risco de:

        O câncer de cólon em 50%
        O câncer de bexiga em 59%
        Câncer de estômago em 38%
        O câncer de pâncreas em 67%

Evite alimentos processados industrializados, dê preferência ao in’natura sempre!
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Referências:
    1 American Diabetes Association March 6, 2013
    2 New York Times February 20, 2013
    3 See ref 1
    4 Huffington Post March 3, 2013
    5 CNN Health March 6, 2013
    6 Time magazine March 1, 2013
    7 PloS One 2(8): e698
    8 See ref 4
    9 The Atlantic March 7, 2013
    10 BMC Medicine 2013, 11:63
    11 PLoS ONE 4(11): e7940

PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA – evitem mamografias periódicas!

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Em 20 de março de 2013, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Mamografias expõem o seu corpo à radiação que pode ser 1.000 vezes maior do que um raio X do tórax, que torna a mulher desnecessariamente vulnerável a maior risco por indução ao próprio câncer. Ademais, a mamografia comprime os seios que poderia levar a uma propagação perigosa de células cancerosas (na hipótese da já existência de câncer). Durante 5 anos de mamografias no que tange a prevenir o câncer, é como se o corpo da mulher recebesse uma radiação tal, como as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki a aproximadamente 1.600 metros (uma milha) de distância do epicentro!

Curiosamente, em um estudo realizado pelo Dr. Robert M. Kaplan, diretor do departamento de serviços de saúde na Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, encontraram 22% de tumores de mama mais invasivos no grupo que tiveram mamografias a cada dois anos, em comparação com o grupo que tinha apenas uma mamografia ao longo de um período de seis anos.

Dr. Wilson Rondó, médico especialista em cirurgia vascular, medicina ortomolecular e terapias antioxidantes (The Robert W. Bradford Institute Califórnia – U.S.A.) informa o seguinte:

Mas, por que a mamografia de rotina seria antiética? A mamografia expõe o seu corpo a uma radiação que pode ser mil vezes maior do que a exposição ao RaioX de tórax, o que aumenta a probabilidade do desenvolvimento de câncer. Além disso, na mamografia sob compressão nos seios, muitas vezes dolorosa para a maioria das mulheres, pode espalhar células cancerosas. Segundo o Dr. Samuel Epstein, um dos tops experts em câncer, “os seios da mulher na premenopausa são altamente sensíveis à radiação. A cada 1 rad de aumento de exposição aumenta-se o risco de câncer de seio em cerca de 1%, o que cumulativamente promove 10% de aumento de risco de câncer de mama a cada década de avaliação”.

Então, qual exame realizar?

Sugiro a realização da TERMOGRAFIA (imagem térmica), que não usa nenhuma pressão mecânica ou radiação ionizante. A termografia é capaz de medir alterações fisiológicas e processos metabólicos. Resumidamente, esta ferramenta cria um mapa digital do corpo, que consegue detectar anormalidade (se existente), especificamente, inflamações. A inflamação é um precursor de muitas doenças, dentre elas, o câncer, artrite, doenças do coração, diabetes, e etc. Assim, a detecção precoce de inflamação pode ajudar a prevenir inúmeras doenças, dentre elas, o câncer de mama. A imagem térmica detecta as alterações fisiológicas que acompanham a patologia da mama, quer se trate do câncer, doença fibrocística, uma infecção ou uma doença vascular. Termografia é útil, inclusive, para as jovens que se preocupam em prevenção de câncer de mama e inúmeras outras doenças.

A termografia pode detectar alterações suspeitas de malignidade na mama alguns anos antes de serem visíveis pelos outros métodos de diagnóstico de imagem – mamografia e ecografia. Um estudo publicado no American Journal of Radiology, de Janeiro de 2003, conclui que a termografia pode prevenir muitas biópsias desnecessárias e «a termografia oferece um procedimento seguro e não invasivo que poderá ser de grande valor, como coadjuvante da mamografia para determinar quando uma lesão é benigna ou maligna» (American Journal of Roentgenology Vol. 180. Jan 2003: 263-269).Devido à sensibilidade da termografia para o fluxo de sangue e alterações metabólicas, é possível detectar tumores com um tamanho menor do que a mamografia.

A termografia é uma boa opção no diagnóstico complementar e na avaliação da eficácia dos tratamentos em doenças inflamatórias articulares, poupando o doente à exposição repetida a radiações.

Dr. Luiz Romariz, médico, com pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University, baseando-se no American Journal of Radiology, informa que: “a termografia tem uma capacidade de 99% de descartar a existência de um câncer da mama e 90% de certeza a detectar um câncer existente“. Em contrapartida, exames de mamografia não detectam quase metade dos casos de câncer de mama em estágio inicial, revelou uma pesquisa publicada na revista Lancet. Apenas 56% dos casos [em estágio inicial] são diagnosticados pela mamografia. Veja este estudo: https://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/03/25/mamografia-nao-detecta-quase-metade-dos-casos-de-cancer/

Todavia, quer se prevenir efetivamente ao câncer de mama na prática? Está comprovado: Vitamina D3 reduz o risco de câncer de mama em 77%! (Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91.).

Para mais informações, recomendo que assistam esta pequena aula do médico norte-americano, Doutor Joseph Mercola, alertando sobre os riscos gerados pela mamografia: http://www.youtube.com/watch?v=2_jlvXZyOrg

Referencias:

1. Archives of Internal Medicine November 24, 2008;168(21):2311-2316.
2. New York Times November 24, 2008
3. World Wire November 24, 2009
4. Am J Clin Nutr. 2007 Jun;85(6):1586-91
5. Mercola.com
6. http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/301895.html
7. http://healthmedicinecenter.net/breast-thermography.htm
8. http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070810_mamografiacancer_fp.shtml
9. Screening mammography in women 40 to 49 years of age: a systematic review for the American College of Physicians. Ann Intern Med 146. 516-526.2007
10. Effect of mammographic screening from age 40 years on breast cancer mortality at 10 years’ follow-up: a randomised controlled trial. Lancet 2006;368:2
11. Disparities in breast cancer mortality trends between 30 European countries: retrospective trend analysis of WHO mortality database
12. Effect of Three Decades of Screening Mammography on Breast-Cancer Incidence
13. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/04/14/mammography-use.aspx
14. National Cancer Institute. Public Health Service Department of Health and Human Services.2003
15. http://www.natural-health-center.com/services/Thermography.aspx

16. http://www.drrondo.com/sera-mesmo-a-mamografia-um-beneficio-para-a-sua-saude-desconfie/

CURCUMINA é um componente que pode ajudar a reverter o Alzheimer.

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alzheimer

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3531-8423.

A curcumina pode oferecer proteção contra a causa mais comum de demência: doença de Alzheimer. A doença de Alzheimer é caracterizada pela acumulação anormal de uma proteína denominada beta-amilóide. Normalmente, as células imunológicas conhecidas como macrófagos identificam essas proteínas defeituosas e as destroem. Mas, por razões ainda não totalmente conhecidas, os macrófagos não conseguem desempenhar essa função crucial neste tipo de doença. Numa pesquisa em animais, verificaram que a curcumina aumenta a limpeza de beta-amiloide, reduzindo fibrilas, que também são associados com a doença de Alzheimer.

Em Los Angeles, os pesquisadores testaram a atividade anti-amilóide de macrófagos retirados de pessoas com doença de Alzheimer. Após a incubação com a curcumina no laboratório, verificaram que houve um aumento significativo de absorção de beta-amilóide pelos macrófagos na metade dos pacientes. Logo, a curcumina agiu no problema central da doença, promovendo uma limpeza de beta-amilóide.

Dr. Luis Romariz, médico, pós-graduado pela Harvard Medical School e pela Medical School of Yale University, informa que: “A curcumina é mais efetiva a inibir as placas cerebrais do que outros tratamentos para o Alzheimer. O seu baixo peso molecular e a sua estrutura polar permite que passe a barreira hematoencefálica e se ligue à proteína beta amiloide. Os sintomas do Alzheimer causados pela inflamação e oxidação são eliminados pela curcumina (…) os cientistas da UCLA testaram os efeitos da curcumina em células isoladas chamadas macrófagos (tipo de glóbulo branco responsável que está encarregue da limpeza dos tóxicos celulares tais como a proteína amiloide) e as amostras de sangue destes doentes de Alzheimer revelaram melhorias dramáticas após serem tratadas com curcumina.”

Com esses estudos, é possível observar na curcumina um efeito protetor contra o desenvolvimento da doença de Alzheimer [função neuroprotetora] e que pode ainda ajudar a reverter o processo da doença uma vez iniciada.

Realize o tratamento apenas com acompanhamento médico ou de nutricionista especialistas nesta terapia nutricional.

Referências:

1. Cole GM, Teter B, Frautschy SA. Neuroprotective effects of curcumin. Adv Exp Med Biol. 2007;595:197-212.
2. Fiala M, Lin J, Ringman J, et al. Ineffective phagocytosis of amyloid-beta by macrophages of Alzheimer’s disease patients. J Alzheimers Dis. 2005 Jun;7(3):221-32.
3. Yang F, Lim GP, Begum AN, et al. Curcumin inhibits formation of amyloid beta oligomers and fibrils, binds plaques, and reduces amyloid in vivo. J Biol Chem. 2005 Feb 18;280(7):5892-901.
4. Zhang L, Fiala M, Cashman J, et al. Curcuminoids enhance amyloid-beta uptake by macrophages of Alzheimer’s disease patients. J Alzheimers Dis. 2006 Sep;10(1):1-7.
5. Journal of Neuroscience. 2001;21(21):8370–8377.
6. J Neurochem. 2010 Mar;112(6):1415-30.
7. Neuroscience. 2010 Sep 1;169(3):1296-306.
8. lifeextension.com
9. http://www.drbayma.com/curcumina-e-alzheimer/

10. http://www.greenmedinfo.com/blog/how-turmeric-can-save-aging-brain-dementia-and-premature-death

VITILIGO está associado à falta de vitamina D

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

Estudos informam que o Vitiligo (doença auto-imune) tem sido associado a baixos níveis de Vitamina D no corpo. A falta de vitamina D pode estar envolvida em sua patogênese. O polimorfismo do gene receptor da vitamina D (Apa-l) está associado com vitiligo. Assim, sugerem os estudos que o gene receptor de vitamina D pode desempenhar um papel na etiopatogenia (estudo de causas das doenças ou seu desenvolvimento) de despigmentação de pele.

Referências:

1. Li K et al. The association of vitamin D receptor gene polymorphisms and serum 25-hydroxyvitamin D levels with generalized vitiligo. Br J Dermatol 2012 Oct; 167:815. (http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-2133.2012.11132.x)
2. DermatoEndocrinology April/May/June 2012; 4(2): 109-117
3. Acta Derm Venereol. 2006;86(3):209-14 – Department of Dermatology, Zalau County Hospital, Zalau, Romania

Mais estudos comprovam o uso da Vitamina D no tratamento da Esclerose Múltipla

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MULTIPLE-SCLEROSIS_01

Em 16 de março de 2013, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

Um estudo recente mediu o impacto dos níveis sanguíneos de vitamina D e o risco de surtos em Esclerose Múltipla: para cada aumento de 4ng/ml em 25-hidroxi-vitamin D no sangue, o risco de surtos em Esclerose Múltipla é reduzido em 12%. Os pesquisadores que realizaram este estudo concluíram que: elevando os níveis de vitamina D é possível reduzir pela metade o risco de novos surtos (Simpson 2010).

Células do sistema imune que atacam a bainha de mielina, são reguladas por exposição à vitamina D. Quando estas células agressivas imunitárias, são colhidas diretamente de pacientes com esclerose múltipla e são expostas à forma ativa de vitamina D, as células se dividem e se reproduzem muito mais lentamente, indicando que a vitamina D tem a capacidade de impedir a autoimunidade aberrante, que é a força motriz para o desenvolvimento da Esclerose Múltipla.

No entanto, a vitamina D faz mais do que apenas equilibrar células do sistema imunológico, ela também reforça a proteção de células imunitárias específicas. Explico: as células T-reg são componentes especializadas do sistema imunitário que ajudam a manter a imunidade equilibrada. Se há deficiência de células T-reg no corpo, o sistema imunitário se torna hiperativo, assim como ocorre nas doenças auto-imunes, dentre elas, a esclerose múltipla. A vitamina D aumenta o número de células T-reg, restaurando dessa forma, o equilíbrio de um sistema imunológico hiperativo [agressivo] (Correale 2009).

Neste estudo confirmou-se que a vitamina D [em doses elevadas] em pacientes com esclerose múltipla teve um significativo efeito em reduzir as células agressivas do sistema imunológico, restaurando o seu equilíbrio (Correale 2009).

Mais outra pesquisa científica, foi confirmado que pacientes com Esclerose Múltipla fazendo uso de altas doses de vitamina D apresentaram menos lesões ativas durante o período de 28 semanas (Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51).

Vê-se que diversos são os estudos que apoiam o uso da vitamina D3 no tratamento da Esclerose Múltipla, e doenças autoimunes em geral, eis que esta poderosa vitamina tem a potente função imunomoduladora.

Na esclerose múltipla, que ataca o sistema nervoso, corrigir essa deficiência [da vitamina D] permite que muitos pacientes fiquem livres das manifestações do problema” afirma o médico neurologista Doutor Cícero Galli Coimbra (doutor em Neurologia pela Unifesp e pós doutorado pela Universidade de Lund, Suécia), da Universidade Federal de São Paulo (Revista Saúde, editora Abril, de abril de 2011, página 27).

Dr. Júlio Caleiro, nutricionista, aplica a terapia da vitamina D para pacientes com Esclerose Múltipla obtendo excelentes resultados. Veja os depoimentos dos pacientes no link: https://nutricaobrasil.wordpress.com/depoimentos-tratamento-dr-julio-caleiro/

Assim, ao invés de esperar que os médicos convencionais aceitem o uso da vitamina D para o tratamento de doença autoimune, sugiro que o portador de Esclerose Múltipla inicie este tratamento o mais breve possível, para que a doença não deixe seqüelas irreversíveis. A suplementação nestas circunstâncias são elevadas, logo, é preciso um acompanhamento nutricional ou médico específico nesta terapia especializada [oriunda da nutrição avançada], já que o uso de vitamina D em doses elevadas sem os cuidados necessários podem trazer efeitos adversos. Entre os efeitos adversos, pode ocorrer o aumento da absorção de cálcio sem o correto direcionamento pelo organismo, calcificando órgãos e causando novas e graves doenças, mesmo que isso tenha sido demonstrado ser esporádico na literatura.

Alerto que antes da alta suplementação com vitamina D para fins de tratamento é preciso realização de alguns exames clínicos, bem como uma dieta específica individualizada.

Agende sua consulta e inicie o tratamento pela nutrição avançada!

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Referências:
1. Simpson S Jr. et al. Higher 25-hydroxyvitamin D is associated with lower relapse risk in multiple sclerosis. Ann Neurol. 2010 Aug;68(2):193-203.
2. Correale J et al. Immunomodulatory effects of Vitamin D in multiple sclerosis. Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60.
3. Correale, J., M. C. Ysrraelit, and M. I. Gaitan. “Immunomodulatory Effects of Vitamin D in Multiple Sclerosis.” Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60.
4. lifeextension.com

5. Revista Saúde, editora Abril, de abril de 2011, página 27.
6. Kimball SM. Safety of vitamin D3 in adults with multiple sclerosis. Am J Clin Nutr 2007; 86:645-51

ASPIRINA E PARACETAMOL (Tylenol) podem aumentar o risco no desenvolvimento de INSUFICIÊNCIA RENAL

rins

By Dr. Julio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

Segundo o médico e cientista Dr. Joseph Mercola, por volta de 15% das pessoas que estão em diálise são provenientes de resultados danosos causados pelos medicamentos Aspirina e Paracetamol em seus rins.

Indivíduos que apresentam alguma doença renal e ainda tomam regularmente ASPIRINA ou PARACETAMOL podem aumentar o risco no desenvolvimento de insuficiência renal.

Pesquisadores relatam que tais pacientes que eram usuários regulares – aqueles que tomaram esses analgésicos pelo menos duas vezes por semana, durante dois meses – aumentaram em duas a três vezes a probabilidade de adquirir os estágios iniciais da insuficiência renal crônica, em comparação com indivíduos que não usaram estes analgésicos em uma base regular.

Os resultados apoiam os de outros estudos que encontraram uma associação entre o uso regular de analgésicos e um aumento do risco de insuficiência renal crônica em indivíduos suscetíveis.

Em razão disso, para não potencializar problemas sérios nos rins, evitem o uso constante dos medicamentos aspirina e paracetamol, e beba água, pois sem ela os rins ‘travam’!

Segundo o médico, Dr. Ícaro Alves Alcântara, professor de medicina da FACIPLAC, um adulto deve beber pelo menos 3 litros de água por dia, um copo de água a cada hora.

Doutor Joseph Mercola fornece outro parâmetro, no sentido de que devemos beber água o suficiente para produção de 2 litros de urina num período de 24 horas. Outra maneira sugerida pelo mesmo médico é verificar a cor de sua urina, se estiver com uma cor mais escura é sinal de desidratação, sendo necessário aumentar a ingestão de água imediatamente.

Referências:
1. The New England Journal of Medicine December 20, 2001;345:1801-1808
2. Arch Fam Med. May 1998;7:255-260
3. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/09/29/six-ways-to-keep-kidney-stones-at-bay-from-the-harvard-health-letter.aspx
4. http://vilamulher.terra.com.br/beber-muita-agua-ou-nao-11-1-60-565.html
5. mercola.com
6. http://imagens.dicascaseiras.com//cor-da-urina-significados.jpg

Lactobacillus rhamnosus trata de infecções urinárias e do trato vaginal (vaginite recorrente/vaginose bacteriana)

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By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3531-8423.

Lactobacillus rhamnosus – é um microorganismo encontrado tanto no intestino delgado quanto no trato vaginal. Já se comprovou eficaz na inibição e tratamento das infecções do trato vaginal (vaginite recorrente e vaginose bacteriana) e urinário e na produção de imunidade contra vírus e bactérias patogênicas.

O L. rhamnosus é muito prolífico, tem alta resistência aos sais biliares, adere à mucosa intestinal e protege o trato intestinal contra a invasão e atividades de microorganismos nocivos. Reduz a intolerância à lactose, as reações hipersensitivas e as inflamações intestinais de pacientes com eczema atópica e alergia alimentar.
O L. rhamnosus não apenas coloniza, acidifica e protege o intestino delgado, mas pode rapidamente se estabelecer no intestino grosso, inibindo o crescimento de Streptococci e Clostridia . Ele também cria condições favoráveis para a implantação de bifidobactérias e produz o biologicamente desejável ácido láctico L(+).

Referências:
1. Armuzzi, A.; Cremonini, F.; Ojetti, V.; Bartolozzi, F.; Canducci, F.; Candelli, M.; Santarelli, L.; Cammarota, G.; De Lorenzo, A.; Pola, P.; Gasbarrini, G.; Gasbarrini, A. Effect of Lactobacillus GG supplementation on antibiotic-associated gastrointestinal side effects during Helicobacter pylori erradication therapy: a pilot study. Digestion, v. 63, p. 1-7, 2001.
2. McFarland, L.V. Normal flora: diversity and functions. Microb. Ecol. Health Dis., v. 12, p. 193-207, 2000.
3. Savage, D.C. Microbial ecology of the gastrointestinal tract. Annu. Rev. Microbiol., v. 31, p. 107-133, 1977.
4. Vaughan, E.E.; Schut, F.; Heilig, H.G.H.J.; Zoetendal, E.G.; De Vos, W.M.; Akkermans, A.D.L. A molecular view of the intestinal ecosystem. Curr. Issues Intest. Microbiol., v. 1, p. 1-12, 2000.
5. FEMS Immunol Med Microbiol 2001 Feb;30(1):49-52

SAMe promove a saúde do fígado, podendo combater o câncer!

fígado

SAMe promove a saúde do fígado, podendo combater o câncer!

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

S-adenosil-L-metionina (SAM-e) é um composto natural encontrado em todas as células do corpo humano. O SAMe é responsável por facilitar mais de 100 reações diferentes, não é surpreendente que as suas atividades não sejam restritas para o cérebro. SAMe tem um papel fundamental na função do fígado saudável e, por extensão, na própria sobrevivência do corpo. Com efeito, um grupo de investigadores tem chamado SAMe de “interruptor de controle que regula a função do fígado.” Por meio de um tipo de reação conhecida como transulfuração, o SAMe promove a produção de glutationa, apropriadamente apelidado de “antioxidante mestre” utilizado em todo o corpo para controlar perigoso radicais livres. No fígado, no entanto, a glutationa desempenha uma das funções mais importantes do órgão: auxiliar na remoção de toxinas do fígado. A Glutationa realiza essa façanha de agilidade bioquímica anexando-se a moléculas tóxicas, como pesticidas ingeridos com os alimentos, e tornando-os solúveis em água e, portanto, capazes de serem liberadas do corpo.

Quando o fígado está sobrecarregado por situações como alcoolismo crônico, os níveis de glutationa podem cair, diminuindo a capacidade do corpo para eliminar o etanol e outros venenos, resultando em lesão hepática grave. Esta suplementação tem sido evidenciada em aumentar os níveis de glutationa, e com isso, tem sido usado para tratar a cirrose e hepatite, duas condições altamente prevalentes que afligem as vítimas de alcoolismo.

Por que SAMe é tão importante para o fígado? Oitenta por cento de metionina no fígado é convertida em SAMe, e tem sido demonstrado que o aumento dos níveis de glutationa no fígado e nas células vermelhas trata uma variedade de patologias do fígado, incluindo a hepatite, colestase, icterícia obstrutiva, e cirrose.

Foi sugerido que desempenha igualmente um papel na prevenção do desenvolvimento câncer do fígado. No laboratório, os cientistas demonstraram que SAMe tem capacidade para induzir a apoptose seletiva, isto é: células hepáticas cancerosas são induzidas a cometer suicídio, enquanto as normais permanecem inalteradas. O SAMe é também conhecido para reduzir os efeitos nocivos dos produtos químicos do sistema imunológico chamadas citocinas que promovem a inflamação. Pesquisadores espanhóis em biologia molecular, recentemente propuseram ainda um outro papel importante para a SAMe, notando que ele é convertido em 5′-metiltioadenosina (MTA), uma molécula contendo enxofre que está presente em todos os tecidos de mamíferos. Cientistas propõem que o MTA é um regulador [não reconhecido anteriormente], mas é importante em funções celulares. O “MTA” foi mostrado em influenciar várias respostas críticas da célula, incluindo a regulação da expressão do gene, proliferação, diferenciação e apoptose”. A apoptose é o processo pelo qual as células são identificadas pelo corpo para o suicídio programado. Ela desempenha um papel importante na destruição de células anormais, que são cancerosas ou que podem tornar-se cancerosas.

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