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SERÁ QUE VOCÊ REALMENTE NÃO TEM DIABETES?

DR. JÚLIO CALEIRO — CONSULTÓRIO — 35-3558-1919

 

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Estamos todos pré-diabéticos ou mesmo diabéticos! Por que?

Ed; By. Dr. Júlio Caleiro

Mesmo que um médico garanta que a quantidade de açúcar no seu sangue esteja “normal”, documentos comprovativos alarmantes mostram que estão em risco significativo de morte prematura e diabetes, a menos que você alcance o controle ideal da glicose ao longo das 24 horas dia. Ha tempos cientistas alertam os perigos silenciosos quando a glicemia em jejum estão superior a 85 mg / dL. Novos estudos científicos validão esta posição!
Ainda mais insidiosos são os dados que mostram os picos alto de glicemia que ocorrem em muitas pessoas depois de cada refeição, por aumentar dramaticamente o risco de doenças cardiovasculares, danos na retina, e câncer; ou ao menos que sejam tomadas medidas para suprimir esses “picos” após uma refeição, para não vir desencadear uma cascata perigosa metabólica que resulta em danos celulares e envelhecimento acelerado. Felizmente, existem métodos comprovados para apoiar a quantidade de açúcar ideal no sangue durante todo o dia. O mais recente ativo que abordarei que tem como alvo uma enzima envolvida na glicemia pós prandial. Quando foi testado em humanos num estudo controlado por placebo, este extrato natural produziu uma queda surpreendente de 32% da glicemia no pós-refeição! Veremos!

Uma epidemia de glicemia elevada!

A porcentagem entre os adultos que sofrem de glicemia elevada crônica é impressionante!
Um relatório avaliou 46 mil indivíduos de meia-idade e descobriu que mais de 80% tinham glicemia de jejum de 85 mg / dL ou mais. Outro estudo envolvendo 11.000 meia-idade e idosos, mostrou que mais de 85% tinham a glicemia de jejum de 85 mg / dL ou bem mais. Uma vez que a incidência da doença começa a aumentar quando o açúcar no sangue em jejum se eleva acima destes níveis, significa então que a grande maioria de seres humanos idosos hoje não suportam o dano celular crônico associada a esta glicemia. Esta epidemia de elevação de glicemia será ainda mais acelerado conforme a idade até que a medicina começe a verificar de fato que os valores de ensaio para a definição de açúcar no sangue considerado como “normal” são tremendamente defeituoso e sem eficácia.

Falhas fatais Medicina da MEDICINA CONVENCIONAL!

Há dois problemas principais com o pensamento coletivo ( mainstrain) da medicina moderna. Primeiro, a faixa “normal” para o açúcar no sangue em jejum ainda é muito alto e defasada. Critérios atuais especifica que você não é “diabético”, a menos que a glicemia de jejum seja superior a 125 mg / dL. A faixa entre 100 e 125 mg / dL é considerado “pré-diabético”. Em outras palavras, com uma leitura de açúcar no sangue de (99 mg / dL) o seu médico irá dizer-lhe que estará tudo bem e mandará o paciente pra casa ignorante dos perigos à espreita dentro de seu corpo. Recorde-se que os estudos atuais mostram que o controle da glicose ótima ocorre quando a glicose no sangue em jejum é mantida entre 70 e 85 mg / dL. Isto significa que os níveis de glicose de jejum que os médicos aceitam hoje como “normal” são, na realidade perigosamente elevado.

Segundo! Os médicos tradicionais americanos não dizem a seus pacientes sobre os riscos do pós-refeição (pós-prandial) picos de açúcar no sangue. Após cada refeição, estes picos de açúcar no sangue danificam os vasos sanguíneos delicados em seu cérebro, coração, rins e olhos, bem como acelera o envelhecimento das células e tecidos do corpo todo. Utilizando apenas as leituras de glicose no sangue em jejum não detecta os picos de glicose pós prandial que apresenta um risco aumentado de doença cardíaca dentre outras. A verdade crítica é que as definições padrão de diabetes são perigosamente desatualizadas! A investigações científicas mostram que a glicemia pós-prandial ou seja; os níveis de açúcar no sangue são potencialmente mais prejudiciais do que elevações de sangue em jejum;  Por exemplo, pessoas dada como “normais” nos parâmetros atuais de glicose no sangue como no teste de glicemia sanguínea de jejum e em testes de curva glicêmica, o risco de um ataque cardíaco aumentou em 58%, esse risco aumenta a medida que a glicemia se eleva a cada 21 mg/dL de glicose no sangue. O Controle da refeição, precisa ser reconhecida como um componente crítico na redução das complicações cardiovasculares e o Nutricionista que entenda dos novos parâmetros deverá prescrever uma alimentação que seja embasada nestes parâmetros.

Falhas fatais da Medicina popular.

O que os médicos não percebem é que uma leitura de glicose isolada em jejum não fornece informações sobre o controle de seus pacientes, no que se refere aos níveis de glicose ao longo do dia. Assim, quando um paciente tem uma glicemia de jejum de leitura 95 mg / dL, o que pode ser um número artificialmente baixo mas que não reflete verdadeiramente o que o paciente apresenta durante o restante do dia, o que pode ser maior na maioria dos casos. Por exemplo, um paciente com uma leitura de glicose 95 mg / dL em jejum podem passar a maior parte do seu tempo  acima de 150 mg / dL sem controlar favoravelmente os picos de açúcar em jejum e pós-prandial, o palco está montado para o envelhecimento acelerado e de uma série de doenças degenerativas.

Por que estamos predispostos a glicose elevada?

Se os níveis de açúcar caírem muito num estado de ( hipoglicemia) as células do cérebro podem morrer pois não poderá funcionar por muito tempo sem a glicose adequada. E como então o nosso organismo dispõe de glicose na ausência da alimentação? O nosso corpo desenvolveu mecanismos compensatórios para garantir que os níveis de glicose não caia muito! O problema com esses mecanismos de proteção é que eles causam na maioria das pessoas perigos no futuro tais como; glicemia elevada, e compulsão por alimentos. Pessoas que não se alimentam corretamente, podem desenvolver outras doenças metabólicas derivados de uma obtenção alternativa constante de glicose como explicarei abaixo, e portanto tendo sempre glicemia alterada.

Como a sobrecarga de glicose crônica ocorre?

O fígado armazena açúcar (glicose) de uma forma chamada de glicogênio e liberta apenas o suficiente para manter um nível de açúcar no sangue estável. Em indivíduos saudáveis este processo de liberação de glicose (chamado glicogenólise) é suprimida depois de uma refeição para evitar níveis altos de glicemia ou seja da alimentação e da via alternativa. Como a sobrecarga de glicose crônica ocorre? Enquanto no passado esta estratégia chamada glicogenólise era um meio de proteção à fome pela dificuldade de obtenção de alimentos uma vez geneticamente adaptado, hoje isso tem um efeito nocivo sobre a maioria das pessoas. À medida que envelhecemos, este mecanismo de controle interno (glicogenólise) produz avarias, resultando em níveis de glicose no sangue perigosamente altos, ou seja o mecanismo não é mais tão eficiente ou tão preciso como era para os antepassados por uma alimentação contemporânea muito descompensada e sem razoabilidade para acionar este sistema de uma forma excelente com uma ação benéfica como nos nossos antepassados de séculos atrás.

Um outro fator causador de glicemia elevada envolve a criação de excesso de glicose através de outras substâncias. Em pessoas saudáveis um processo bioquímico conhecido como a gliconeogênese uma outra forma alternativa mais crítica,  cria glicose  a partir de aminoácidos quando níveis de açúcar no sangue são muito baixos. Pessoas idosas costumam fazer muita glicose a partir de todos os tipos de alimentos, mesmo quando os níveis de glicose no sangue já são muito altos. Ao contrário da crença popular, os hidratos de carbono não são a única fonte de alimento de açúcar no sangue. Os aminoácidos encontrados nas proteínas facilmente convertem-se em glicose no sangue através da gliconeogênese nas pessoas em que este sistema não é capaz de desligar em situações normais de ingestão de alimentos ricos em carboidratos.

Uma enzima envolvida na gliconeogênese e da glicogenólise ambas de obtenção de glicose alternativa, é a enzima ‘glicose-6-fosfatase’. Com o aumento da idade e os níveis de açúcar no sangue em ascensão, o controle da glicose-6-fosfatase pode ser prejudicada. Quando isto ocorre, a glicose-6-fosfatase aumenta a libertação de glicose armazenada a partir do fígado (glicogenólise) e aumenta a criação de glicose a partir da (gliconeogênese) por aminoácidos, mesmo sob suficiência de glicose após a refeição ( pós prandial), e então os níveis de açúcar irão aumentar e muito. O Excesso da atividade da enzima ‘glicose-6-fosfatase’ que muitas pessoa possuem fica quase impossível de alcançar ótimos níveis de glicose no sangue. Só uma alimentação adequada para reequilibrar estes sistemas! Compostos terapêuticos estão sendo desenvolvidos para suprimir ‘glicose-6-fosfatase’ e para combater uma epidemia de diabetes que quase triplicou nos Estados Unidos ao longo das últimas três décadas. Além destes compostos é de extrema importância o uso equilibrado de alimentos, pois estes também modulam a ação desta enzima.

Autoridades médicas americanas ainda não diagnosticam e não tratam pacientes como “diabéticos” até que mostrem a glicemia de jejum acima de 125 mg / dL ou glicemia pós-refeição mais de 199 mg / dL. A verdade é que o número de pessoas, cuja saúde está sendo destruída por altos níveis de glicemia mesmo nestes parâmetros convencionais. Por exemplo, os dados indicam que o risco de um AVC aumenta com a elevação glicêmica em jejum superiores a 83 mg / dL. Na verdade o aumento de 18 mg / dL acima de 83 mg resulta em um risco 27% maior chances de morte súbita. Assim não ter os níveis de glicose mais baixos predispõe a maioria da população norte-americana dentre outras para causas principais de incapacidade a longo prazo e uma das maiores causa de morte ( 3ª causa), por exemplo de acidente vascular cerebral.

Mesmo a adesão a uma dieta de baixas calorias, ou uma dieta pobre em carboidratos, nem sempre protege contra os níveis de glicose de disparar acionados também através de glicose-6-fosfatase. Para resumir, os dois fatores internos que conspiram para elevar os níveis de glicose são os seguintes:

   1- Glicogenólise Libertação de glicose armazenado a partir do fígado.    

   2- Gliconeogênese-Criação de glicose nova não vinda de carboidratos.

A Expressão em excessiva de glicose-6-fosfatase está envolvida em glicogenólise e gliconeogênese constante. A Supressão da glicose-6-fosfatase oferece uma estratégia crucial para limitar o impacto destrutivo de altos níveis de açúcar no sangue  após-refeição.

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Combater o excesso de glicose com ácido clorogênico e dieta.

Na busca por formas naturais de segurança inibir picos elevados de glicemia após as refeições, os cientistas voltaram sua atenção para compostos a novas formas de configuração de nutrientes na dieta e de plantas que visam a enzima glicose-6-fosfatase. Pesquisadores farmacêuticos estão ansiosos para descobrir uma droga que teria como alvo pós-prandial no sangue, esta droga deve suprimir glicose-6-fosfatase, que está envolvida na formação de glicose  e liberação de glicose a partir do seu local de armazenamento. Excitantes e novas descobertas mostram um composto natural dentro do grão de café verde conhecido como ácido clorogênico no poder de modular picos elevados pós-prandial. Como uma multidão de estudos já publicados, o consumo do extrato de café-verde está associado a um risco reduzido de diabetes por modular de forma equilibradas esta enzima. Agora entendemos que o ácido clorogênico do café verde exerce efeitos significativos com propriedades antidiabéticas. E como mostram estudos recentes, 80-85% da população adulta está em risco de complicações diabéticas porque seus níveis de glicose no sangue são altos demais! Procure seu Nutricionista e aplique esta terapia na promoção de saúde, na prevenção e em tratamento agudo da doença.
 
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