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REVERTENDO O CÂNCER DE FÍGADO E VÁRIOS OUTROS COM VITAMINA K2

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INGESTÃO REDUZIDA DE VITAMINA K ESTÁ  ASSOCIADO A MAIOR RISCO DE MORTALIDADE POR CÂNCER

Ed. BY, Dr. Júlio Caleiro                        Tel 35-3531 8423

Um artigo publicado em 24 de março de 2010, no ‘American Journal of Clinical Nutrition’ relata o encontro de pesquisadores do ‘Centro Alemão de Pesquisa do Câncer’ e do Centro Alemão de Pesquisa para Saúde Ambiental, averiguando uma associação entre a ingestão reduzida de vitamina K2 e um aumento do risco de morte por câncer. A atual pesquisa analisou dados de 24.340 participantes na ‘Investigação Prospectiva Europeia sobre Câncer e Nutrição-Heidelberg (EPIC-Heidelberg)’ estudo este prospectivo em que os indivíduos tinham entre 35-64 anos. Os participantes que estavam livres de câncer no início do estudo foram acompanhados até 2008. Questionários dietéticos completos no momento da inscrição foram analisados para filoquinona (vitamina K1) e consumo menaquinonas (vitamina K2).

Durante o período de acompanhamento, houve 1.755 casos de câncer incluindo 458 mortes. Enquanto aqueles cuja ingestão de vitamina K2 estava entre os 25% dos participantes, esses tiveram 14% de redução não-significativa na incidência de câncer, comparados com aqueles que não ingeriram. O grupo com a maior ingestão experimentou um risco 28% menos de morrer da doença de câncer. Uma análise adicional dos dados determinam que a redução da incidência do câncer estava associado com um boa ingestão de vitamina K2. Quanto aos tipos de câncer foram constatado uma redução de 62% no risco de câncer de pulmão e um risco 35%  menor de câncer de próstata, a observação foi em pessoas cuja ingestão de vitamina K2 estava entre os 25% dos participantes que tomaram boas doses. Embora a exclusão de câncer de pulmão a partir da análise ainda encontraram uma associação inversa entre a ingestão de vitamina K2 e o risco de câncer metastático, os pesquisadores não consideram que é de significância estatística. Não foram encontradas associações entre a vitamina K1 e a incidência de câncer ou diminuição da mortalidade.

Os autores explicam a diferença nos efeitos da vitamina K2 sobre homens e mulheres pelo fato de que os homens do estudo tinham câncer tais como (próstata, pulmão) que eram mais propensas a ser influenciados pela vitamina K2. No que diz respeito a uma associação inversa da vitamina K2 com mortalidade por câncer em comparação com a incidência de cancro, a observação dos autores foram: “Supõe que os fatores de risco que afetam a apoptose (morte celular) e a estabilização do ciclo celular são susceptíveis no desempenho na carcinogênese mais tardia. Além disso, estudos experimentais sugerem um papel inibitório da menaquinona na angiogênese, que é firmemente ligado ao desenvolvimento de metástases. “…Este estudo mostrou associação inversa entre a ingestão dietética de menaquinonas (K2), na incidência de câncer em geral e na mortalidade”, concluem os autores. Eles sugerem estudos adicionais usando medições de biomarcadores de vitamina K.

Câncer de Fígado e Vitamina k2.

Uma nova forma de vitamina K parece extremamente promissora no tratamento de câncer primário de fígado, um tipo notoriamente resistente à quimioterapia, e foi descoberta por cientistas da Universidade de Pittsburgh Cancer Institute (UPCI). A pesquisa publicada no ‘Journal of Biological Chemistry’ descreveu uma abordagem inovadora para tratar e possivelmente prevenir o câncer de fígado, desencadeando a apoptose nas células cancerígenas.(Ni et al.1998). A equipe verificou que análogos da vitamina K – chamado de Composto 5 (CPD5), provoca um desequilíbrio na atividade normal de enzimas que controla a adição ou a remoção de moléculas pequenas (grupos fosfato) a partir de proteínas de dentro das células. Especificamente, CPD5 bloqueia a atividade de enzimas do tipo – (tirosina fosfatases) que normalmente removem grupos de fosfato de proteínas dentro das células selecionadas de câncer de fígado. A ‘CPD5′ no entanto, não interfere com o outro grupo de enzimas chamadas proteína-tirosina-quinases, que adicionam grupos de fosfato para as mesmas proteínas. O resultado é um excesso de proteínas fosforiladas em tirosina, o que desencadeia uma variedade de atividades no interior das células, incluindo a morte celular subsequente da célula, no caso a mutadas.

Transplante de fígado e uso da Vitamina k2

É possível remover alguns indivíduos da lista de transplante de fígado devido a grande  eficácia da ‘CPD5′. No entanto, o composto de vitamina K não se limita somente a matar o cancro do fígado, mas também em cultura de tecidos o composto também foi eficaz contra o melanoma e cancros da mama. Embora a nova vitamina K esteja em testes clínicos, neste momento, os clientes e os médicos podem entrar em contato Informações da UPCI de Câncer sobre o tratamento. Inquiridores também podem visitar o site da universidade em http://www.upci.upmc.edu. ou entrar em contato informações e /ou tratamento em São Sebastião do Paraíso-MG com o Nutricionista Dr. Júlio Caleiro Pimenta pelo telefone acima descrito.

Para terminar! Os compostos de vitamina K inibiram a produção de IL-6 por fibroblastos estimulados com lipopolissacáridos, que são reconhecidas como fontes ricas de citocinas (Reddi etal. 1995). Esta descoberta tem implicações significativas anticancerosos devido a expressão de IL-6 ser intrinsecamente envolvida no processo inflamatório, da reabsorção óssea, a activação da telomerase e proliferação do cancro.

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