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CURCUMINA E SEUS EFEITOS BENÉFICOS SURPREENDENTES

                                                    Consultório Dr Júlio Caleiro  35-3558-1919

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By, Dr. Júlio Caleiro

A curcumina é um concentrado de 18:01 encontrados na raiz de especiarias de cúrcuma. A Cúrcuma contém  a curcumina em 95%, que são poderosos antioxidantes. Especificamente, a curcumina e seus derivados protege o DNA contra danos oxidativos induzido por espécies reativas de oxigênio. ( EROS).
Em todo mundo cientistas dizem que a curcumina é impressionante com notáveis ​​benefícios para a saúde! A curcumina é um polifenol presente no açafrão e foi utilizado pela primeira vez pelos índios mais de 3.000 anos na medicina ayurvédica tradicional. A ciência moderna descobriu que a curcumina é um antioxidante notável, imunomoduladora, pro-apoptotica, hepatoprotetora e antiangiogênica  também aumenta enzimas desintoxicantes e promove um DNA mais saudável. Estudos têm ligado à inflamação e superexpressão de uma proteína chamada fator nuclear-kappa B (NF-kappaB). NF-kappaB atua como um interruptor para ativar genes que produzem respostas inflamatórias do organismo, a expressão de NF-kappaB aumenta em adultos mais velhos, os cientistas têm procurado maneiras para modular a NF-kappaB e os seus efeitos no corpo.
Além disso, a curcumina inibe o metabolismo do ácido araquidônico, bem como as atividades da ciclo-oxigenase, lipoxigenase, e citoquinas (interleucinas e fator de necrose de tumor). Outros ensaios clínicos sugerem qque um dos papéis de curcumina é ajudar a manter o perfil lipídico saudável, intestino e articulações intactas. A curcumina também pode ajudar a manter a função saudável normal de plaquetas e tem efeitos imunomoduladoras por inibir a liberação de histamina. Outros estudos mostram potencial na proteção do cérebro atuando como neuroprotetor.
A Curcumina pode melhorar a função pancreátia, possui efeitos contra os radicais livres e promove o crescimento do ciclo celular normal.

Referências:

Rerferences
 1. Anticancer Res. 2004 Mar-Apr;24(2B):563-9.
2. Toxicol Lett. 2000 Mar 15;112-113:499-505.
 3. J Pharm Pharmacol. 1997 Jan;49(1):105-7.
 4. Antioxid Redox Signal. 2008 Mar;10(3):511-45.
 5. J Ethnopharmacol. 2010 Jan 18. [Epub ahead of print]
 6. Arch Toxicol. 2010 Jan 30. [Epub ahead of print]
 7. Asia Pac J Clin Nutr. 2008;17 Suppl 1:265-8.
8. Phytother Res. 2010 Jan 13;24(2):189-192. [Epub ahead of print]
9. Zhonghua Nei Ke Za Zhi. 2009 Sep;48(9):760-3.
10. Mol Nutr Food Res. 2010 Jan 19. [Epub ahead of print]
11. Nutr Cancer. 2010;62(2):148-53.
12. J Alzheimer’s Dis. 2004 Aug;6(4):367-7.
13. Chin Med. 2008 Sep 17;3:11.
14. Int Braz J Urol. 2009 Sep-Oct;35(5):599-606
15. Dig Dis Sci. 2005 Nov;50(11):2191-3.
16. Biochem Pharmacol. 2008 Feb 15;75(4):787-809.
17. J Endotoxin Res. 2007;13(1):15-23.
18. Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 1995 Apr;52(4):223-7.
19. Mol Cancer Ther. 2006 May;5(5):1371-82.
20. J Ethnopharmacol. 1993 Mar;38(2-3):113-9.
21. Mol Nutr Food Res. 2008 Sep;52(9):1031-9.
22. Journal of Neuroscience. 2001;21(21):8370–8377.
23. Journal of Biological Chemistry. 2005;280(7):5892–5901.; discussion 606-7.
24. Cellular and Molecular Life Sciences. 2006;63(13):1538–1552.
25. Parkinsonism Relat Disord. 2009 Dec;15 Suppl 3:S189-94.
26. J Neurochem. 2009 Dec 26. [Epub ahead of print]
27. Biochem Biophys Res Commun. 2010 Jan 21. [Epub ahead of print]
28. PLoS One. 2010 Jan 8;5(1):e8643.
29. Eur J Pharmacol. 2007 Dec 22;577(1-3):183-91.
30. Br J Pharmacol. 2008 Nov;155(5):702-13. Epub 2008 Aug 11.
31. Environ Health Perspect. 1998 Dec;106(12):807-12.
32. Biochem Biophys Res Commun. 1997 Apr 28;233(3):692-6.

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DEPRESSÃO E AS BEBIDAS COM AÇUCAR, ESPECIALMENTE A FRUTOSE!

(mais…)

ESTUDO REVELA LIGAÇÃO ENTRE BAIXOS NÍVEIS DE VITAMINA D e SUICÍDIO!

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Ed; By Dr. Júlio Caleiro

Uma pesquisa publicada na semana passada é o primeiro a relatar que baixos níveis de vitamina D estão associados com um risco aumentado de suicídio em militares norte-americanos. Os pesquisadores descobriram que mais de 30% de todos os participantes  do estudo tinham níveis de vitamina D abaixo de 20 ng / ml. Os indivíduos baixa de vitamina D (<15,5 ng / ml) apresentou o maior risco de suicídio, enquanto os participantes com maior de 25 (OH) D  mostrou uma diminuição do risco. Os autores concluem, “Estudos futuros poderão determinar se a exposição solar adicional e suplementação de vitamina D pode reduzir o suicídio, aumentando os níveis de 25 (OH) D no sangue”.

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Referências 

Umhau JC, et al. Low vitamin D status and suicide: A case-control study of active duty military service members. PLOS ONE. Jan 2013.

 http://www.vitamindcouncil.org

SERÁ QUE VOCÊ REALMENTE NÃO TEM DIABETES?

DR. JÚLIO CALEIRO — CONSULTÓRIO — 35-3558-1919

 

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Estamos todos pré-diabéticos ou mesmo diabéticos! Por que?

Ed; By. Dr. Júlio Caleiro

Mesmo que um médico garanta que a quantidade de açúcar no seu sangue esteja “normal”, documentos comprovativos alarmantes mostram que estão em risco significativo de morte prematura e diabetes, a menos que você alcance o controle ideal da glicose ao longo das 24 horas dia. Ha tempos cientistas alertam os perigos silenciosos quando a glicemia em jejum estão superior a 85 mg / dL. Novos estudos científicos validão esta posição!
Ainda mais insidiosos são os dados que mostram os picos alto de glicemia que ocorrem em muitas pessoas depois de cada refeição, por aumentar dramaticamente o risco de doenças cardiovasculares, danos na retina, e câncer; ou ao menos que sejam tomadas medidas para suprimir esses “picos” após uma refeição, para não vir desencadear uma cascata perigosa metabólica que resulta em danos celulares e envelhecimento acelerado. Felizmente, existem métodos comprovados para apoiar a quantidade de açúcar ideal no sangue durante todo o dia. O mais recente ativo que abordarei que tem como alvo uma enzima envolvida na glicemia pós prandial. Quando foi testado em humanos num estudo controlado por placebo, este extrato natural produziu uma queda surpreendente de 32% da glicemia no pós-refeição! Veremos!

Uma epidemia de glicemia elevada!

A porcentagem entre os adultos que sofrem de glicemia elevada crônica é impressionante!
Um relatório avaliou 46 mil indivíduos de meia-idade e descobriu que mais de 80% tinham glicemia de jejum de 85 mg / dL ou mais. Outro estudo envolvendo 11.000 meia-idade e idosos, mostrou que mais de 85% tinham a glicemia de jejum de 85 mg / dL ou bem mais. Uma vez que a incidência da doença começa a aumentar quando o açúcar no sangue em jejum se eleva acima destes níveis, significa então que a grande maioria de seres humanos idosos hoje não suportam o dano celular crônico associada a esta glicemia. Esta epidemia de elevação de glicemia será ainda mais acelerado conforme a idade até que a medicina começe a verificar de fato que os valores de ensaio para a definição de açúcar no sangue considerado como “normal” são tremendamente defeituoso e sem eficácia.

Falhas fatais Medicina da MEDICINA CONVENCIONAL!

Há dois problemas principais com o pensamento coletivo ( mainstrain) da medicina moderna. Primeiro, a faixa “normal” para o açúcar no sangue em jejum ainda é muito alto e defasada. Critérios atuais especifica que você não é “diabético”, a menos que a glicemia de jejum seja superior a 125 mg / dL. A faixa entre 100 e 125 mg / dL é considerado “pré-diabético”. Em outras palavras, com uma leitura de açúcar no sangue de (99 mg / dL) o seu médico irá dizer-lhe que estará tudo bem e mandará o paciente pra casa ignorante dos perigos à espreita dentro de seu corpo. Recorde-se que os estudos atuais mostram que o controle da glicose ótima ocorre quando a glicose no sangue em jejum é mantida entre 70 e 85 mg / dL. Isto significa que os níveis de glicose de jejum que os médicos aceitam hoje como “normal” são, na realidade perigosamente elevado.

Segundo! Os médicos tradicionais americanos não dizem a seus pacientes sobre os riscos do pós-refeição (pós-prandial) picos de açúcar no sangue. Após cada refeição, estes picos de açúcar no sangue danificam os vasos sanguíneos delicados em seu cérebro, coração, rins e olhos, bem como acelera o envelhecimento das células e tecidos do corpo todo. Utilizando apenas as leituras de glicose no sangue em jejum não detecta os picos de glicose pós prandial que apresenta um risco aumentado de doença cardíaca dentre outras. A verdade crítica é que as definições padrão de diabetes são perigosamente desatualizadas! A investigações científicas mostram que a glicemia pós-prandial ou seja; os níveis de açúcar no sangue são potencialmente mais prejudiciais do que elevações de sangue em jejum;  Por exemplo, pessoas dada como “normais” nos parâmetros atuais de glicose no sangue como no teste de glicemia sanguínea de jejum e em testes de curva glicêmica, o risco de um ataque cardíaco aumentou em 58%, esse risco aumenta a medida que a glicemia se eleva a cada 21 mg/dL de glicose no sangue. O Controle da refeição, precisa ser reconhecida como um componente crítico na redução das complicações cardiovasculares e o Nutricionista que entenda dos novos parâmetros deverá prescrever uma alimentação que seja embasada nestes parâmetros.

Falhas fatais da Medicina popular.

O que os médicos não percebem é que uma leitura de glicose isolada em jejum não fornece informações sobre o controle de seus pacientes, no que se refere aos níveis de glicose ao longo do dia. Assim, quando um paciente tem uma glicemia de jejum de leitura 95 mg / dL, o que pode ser um número artificialmente baixo mas que não reflete verdadeiramente o que o paciente apresenta durante o restante do dia, o que pode ser maior na maioria dos casos. Por exemplo, um paciente com uma leitura de glicose 95 mg / dL em jejum podem passar a maior parte do seu tempo  acima de 150 mg / dL sem controlar favoravelmente os picos de açúcar em jejum e pós-prandial, o palco está montado para o envelhecimento acelerado e de uma série de doenças degenerativas.

Por que estamos predispostos a glicose elevada?

Se os níveis de açúcar caírem muito num estado de ( hipoglicemia) as células do cérebro podem morrer pois não poderá funcionar por muito tempo sem a glicose adequada. E como então o nosso organismo dispõe de glicose na ausência da alimentação? O nosso corpo desenvolveu mecanismos compensatórios para garantir que os níveis de glicose não caia muito! O problema com esses mecanismos de proteção é que eles causam na maioria das pessoas perigos no futuro tais como; glicemia elevada, e compulsão por alimentos. Pessoas que não se alimentam corretamente, podem desenvolver outras doenças metabólicas derivados de uma obtenção alternativa constante de glicose como explicarei abaixo, e portanto tendo sempre glicemia alterada.

Como a sobrecarga de glicose crônica ocorre?

O fígado armazena açúcar (glicose) de uma forma chamada de glicogênio e liberta apenas o suficiente para manter um nível de açúcar no sangue estável. Em indivíduos saudáveis este processo de liberação de glicose (chamado glicogenólise) é suprimida depois de uma refeição para evitar níveis altos de glicemia ou seja da alimentação e da via alternativa. Como a sobrecarga de glicose crônica ocorre? Enquanto no passado esta estratégia chamada glicogenólise era um meio de proteção à fome pela dificuldade de obtenção de alimentos uma vez geneticamente adaptado, hoje isso tem um efeito nocivo sobre a maioria das pessoas. À medida que envelhecemos, este mecanismo de controle interno (glicogenólise) produz avarias, resultando em níveis de glicose no sangue perigosamente altos, ou seja o mecanismo não é mais tão eficiente ou tão preciso como era para os antepassados por uma alimentação contemporânea muito descompensada e sem razoabilidade para acionar este sistema de uma forma excelente com uma ação benéfica como nos nossos antepassados de séculos atrás.

Um outro fator causador de glicemia elevada envolve a criação de excesso de glicose através de outras substâncias. Em pessoas saudáveis um processo bioquímico conhecido como a gliconeogênese uma outra forma alternativa mais crítica,  cria glicose  a partir de aminoácidos quando níveis de açúcar no sangue são muito baixos. Pessoas idosas costumam fazer muita glicose a partir de todos os tipos de alimentos, mesmo quando os níveis de glicose no sangue já são muito altos. Ao contrário da crença popular, os hidratos de carbono não são a única fonte de alimento de açúcar no sangue. Os aminoácidos encontrados nas proteínas facilmente convertem-se em glicose no sangue através da gliconeogênese nas pessoas em que este sistema não é capaz de desligar em situações normais de ingestão de alimentos ricos em carboidratos.

Uma enzima envolvida na gliconeogênese e da glicogenólise ambas de obtenção de glicose alternativa, é a enzima ‘glicose-6-fosfatase’. Com o aumento da idade e os níveis de açúcar no sangue em ascensão, o controle da glicose-6-fosfatase pode ser prejudicada. Quando isto ocorre, a glicose-6-fosfatase aumenta a libertação de glicose armazenada a partir do fígado (glicogenólise) e aumenta a criação de glicose a partir da (gliconeogênese) por aminoácidos, mesmo sob suficiência de glicose após a refeição ( pós prandial), e então os níveis de açúcar irão aumentar e muito. O Excesso da atividade da enzima ‘glicose-6-fosfatase’ que muitas pessoa possuem fica quase impossível de alcançar ótimos níveis de glicose no sangue. Só uma alimentação adequada para reequilibrar estes sistemas! Compostos terapêuticos estão sendo desenvolvidos para suprimir ‘glicose-6-fosfatase’ e para combater uma epidemia de diabetes que quase triplicou nos Estados Unidos ao longo das últimas três décadas. Além destes compostos é de extrema importância o uso equilibrado de alimentos, pois estes também modulam a ação desta enzima.

Autoridades médicas americanas ainda não diagnosticam e não tratam pacientes como “diabéticos” até que mostrem a glicemia de jejum acima de 125 mg / dL ou glicemia pós-refeição mais de 199 mg / dL. A verdade é que o número de pessoas, cuja saúde está sendo destruída por altos níveis de glicemia mesmo nestes parâmetros convencionais. Por exemplo, os dados indicam que o risco de um AVC aumenta com a elevação glicêmica em jejum superiores a 83 mg / dL. Na verdade o aumento de 18 mg / dL acima de 83 mg resulta em um risco 27% maior chances de morte súbita. Assim não ter os níveis de glicose mais baixos predispõe a maioria da população norte-americana dentre outras para causas principais de incapacidade a longo prazo e uma das maiores causa de morte ( 3ª causa), por exemplo de acidente vascular cerebral.

Mesmo a adesão a uma dieta de baixas calorias, ou uma dieta pobre em carboidratos, nem sempre protege contra os níveis de glicose de disparar acionados também através de glicose-6-fosfatase. Para resumir, os dois fatores internos que conspiram para elevar os níveis de glicose são os seguintes:

   1- Glicogenólise Libertação de glicose armazenado a partir do fígado.    

   2- Gliconeogênese-Criação de glicose nova não vinda de carboidratos.

A Expressão em excessiva de glicose-6-fosfatase está envolvida em glicogenólise e gliconeogênese constante. A Supressão da glicose-6-fosfatase oferece uma estratégia crucial para limitar o impacto destrutivo de altos níveis de açúcar no sangue  após-refeição.

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Combater o excesso de glicose com ácido clorogênico e dieta.

Na busca por formas naturais de segurança inibir picos elevados de glicemia após as refeições, os cientistas voltaram sua atenção para compostos a novas formas de configuração de nutrientes na dieta e de plantas que visam a enzima glicose-6-fosfatase. Pesquisadores farmacêuticos estão ansiosos para descobrir uma droga que teria como alvo pós-prandial no sangue, esta droga deve suprimir glicose-6-fosfatase, que está envolvida na formação de glicose  e liberação de glicose a partir do seu local de armazenamento. Excitantes e novas descobertas mostram um composto natural dentro do grão de café verde conhecido como ácido clorogênico no poder de modular picos elevados pós-prandial. Como uma multidão de estudos já publicados, o consumo do extrato de café-verde está associado a um risco reduzido de diabetes por modular de forma equilibradas esta enzima. Agora entendemos que o ácido clorogênico do café verde exerce efeitos significativos com propriedades antidiabéticas. E como mostram estudos recentes, 80-85% da população adulta está em risco de complicações diabéticas porque seus níveis de glicose no sangue são altos demais! Procure seu Nutricionista e aplique esta terapia na promoção de saúde, na prevenção e em tratamento agudo da doença.
 
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REVERTENDO O CÂNCER DE FÍGADO E VÁRIOS OUTROS COM VITAMINA K2

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INGESTÃO REDUZIDA DE VITAMINA K ESTÁ  ASSOCIADO A MAIOR RISCO DE MORTALIDADE POR CÂNCER

Ed. BY, Dr. Júlio Caleiro                        Tel 35-3531 8423

Um artigo publicado em 24 de março de 2010, no ‘American Journal of Clinical Nutrition’ relata o encontro de pesquisadores do ‘Centro Alemão de Pesquisa do Câncer’ e do Centro Alemão de Pesquisa para Saúde Ambiental, averiguando uma associação entre a ingestão reduzida de vitamina K2 e um aumento do risco de morte por câncer. A atual pesquisa analisou dados de 24.340 participantes na ‘Investigação Prospectiva Europeia sobre Câncer e Nutrição-Heidelberg (EPIC-Heidelberg)’ estudo este prospectivo em que os indivíduos tinham entre 35-64 anos. Os participantes que estavam livres de câncer no início do estudo foram acompanhados até 2008. Questionários dietéticos completos no momento da inscrição foram analisados para filoquinona (vitamina K1) e consumo menaquinonas (vitamina K2).

Durante o período de acompanhamento, houve 1.755 casos de câncer incluindo 458 mortes. Enquanto aqueles cuja ingestão de vitamina K2 estava entre os 25% dos participantes, esses tiveram 14% de redução não-significativa na incidência de câncer, comparados com aqueles que não ingeriram. O grupo com a maior ingestão experimentou um risco 28% menos de morrer da doença de câncer. Uma análise adicional dos dados determinam que a redução da incidência do câncer estava associado com um boa ingestão de vitamina K2. Quanto aos tipos de câncer foram constatado uma redução de 62% no risco de câncer de pulmão e um risco 35%  menor de câncer de próstata, a observação foi em pessoas cuja ingestão de vitamina K2 estava entre os 25% dos participantes que tomaram boas doses. Embora a exclusão de câncer de pulmão a partir da análise ainda encontraram uma associação inversa entre a ingestão de vitamina K2 e o risco de câncer metastático, os pesquisadores não consideram que é de significância estatística. Não foram encontradas associações entre a vitamina K1 e a incidência de câncer ou diminuição da mortalidade.

Os autores explicam a diferença nos efeitos da vitamina K2 sobre homens e mulheres pelo fato de que os homens do estudo tinham câncer tais como (próstata, pulmão) que eram mais propensas a ser influenciados pela vitamina K2. No que diz respeito a uma associação inversa da vitamina K2 com mortalidade por câncer em comparação com a incidência de cancro, a observação dos autores foram: “Supõe que os fatores de risco que afetam a apoptose (morte celular) e a estabilização do ciclo celular são susceptíveis no desempenho na carcinogênese mais tardia. Além disso, estudos experimentais sugerem um papel inibitório da menaquinona na angiogênese, que é firmemente ligado ao desenvolvimento de metástases. “…Este estudo mostrou associação inversa entre a ingestão dietética de menaquinonas (K2), na incidência de câncer em geral e na mortalidade”, concluem os autores. Eles sugerem estudos adicionais usando medições de biomarcadores de vitamina K.

Câncer de Fígado e Vitamina k2.

Uma nova forma de vitamina K parece extremamente promissora no tratamento de câncer primário de fígado, um tipo notoriamente resistente à quimioterapia, e foi descoberta por cientistas da Universidade de Pittsburgh Cancer Institute (UPCI). A pesquisa publicada no ‘Journal of Biological Chemistry’ descreveu uma abordagem inovadora para tratar e possivelmente prevenir o câncer de fígado, desencadeando a apoptose nas células cancerígenas.(Ni et al.1998). A equipe verificou que análogos da vitamina K – chamado de Composto 5 (CPD5), provoca um desequilíbrio na atividade normal de enzimas que controla a adição ou a remoção de moléculas pequenas (grupos fosfato) a partir de proteínas de dentro das células. Especificamente, CPD5 bloqueia a atividade de enzimas do tipo – (tirosina fosfatases) que normalmente removem grupos de fosfato de proteínas dentro das células selecionadas de câncer de fígado. A ‘CPD5′ no entanto, não interfere com o outro grupo de enzimas chamadas proteína-tirosina-quinases, que adicionam grupos de fosfato para as mesmas proteínas. O resultado é um excesso de proteínas fosforiladas em tirosina, o que desencadeia uma variedade de atividades no interior das células, incluindo a morte celular subsequente da célula, no caso a mutadas.

Transplante de fígado e uso da Vitamina k2

É possível remover alguns indivíduos da lista de transplante de fígado devido a grande  eficácia da ‘CPD5′. No entanto, o composto de vitamina K não se limita somente a matar o cancro do fígado, mas também em cultura de tecidos o composto também foi eficaz contra o melanoma e cancros da mama. Embora a nova vitamina K esteja em testes clínicos, neste momento, os clientes e os médicos podem entrar em contato Informações da UPCI de Câncer sobre o tratamento. Inquiridores também podem visitar o site da universidade em http://www.upci.upmc.edu. ou entrar em contato informações e /ou tratamento em São Sebastião do Paraíso-MG com o Nutricionista Dr. Júlio Caleiro Pimenta pelo telefone acima descrito.

Para terminar! Os compostos de vitamina K inibiram a produção de IL-6 por fibroblastos estimulados com lipopolissacáridos, que são reconhecidas como fontes ricas de citocinas (Reddi etal. 1995). Esta descoberta tem implicações significativas anticancerosos devido a expressão de IL-6 ser intrinsecamente envolvida no processo inflamatório, da reabsorção óssea, a activação da telomerase e proliferação do cancro.

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Regredindo a Esclerose Múltipla!

CONTATO CONSULTÓRIO DR. JÚLIO CALEIRO 35-3558-1919

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A vitamina D regride Esclerose Múltipla!

 

Ed. By. Dr. Júlio Caleiro

Quando o sistema imunitário ataca a bainha de mielina que cobre as células do cérebro, o resultado é uma perda da condutividade eléctrica normal e uma miríade de sintomas – que vão desde a perda de visão, fraqueza muscular, problemas e perda de sensibilidade. Esta é a esclerose múltipla!

 Estima-se que afeta 2,1 milhões de pessoas em todo o mundo. No entanto, como os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) não exige que os médicos norte-americanos diagnosticar novos casos, por alguns sintomas serem completamente ocultos, a prevalência da E.M nos EUA podem apenas ser uma estimativa.

 O prognóstico para muitos não é bom! Embora alguns pacientes (por razões não totalmente compreendidos) se saírem melhor do que a média, a maioria vai progressivamente piorar e tornar-se debilitados e experimentar uma diminuição significativa em sua qualidade de vida. Fale com o seu Nutricionista ou médico sobre a vitamina D começando imediatamente o tratamento. Por quê? Porque uma nova pesquisa mostra que, tomar “sol”  pode resultar em menos sintomas de esclerose múltipla e até sua reversão. Esta é uma boa notícia, considerando que as opções atuais de tratamento para Esclerose Múltipla são na maior parte ineficazes.

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Experimentando menos sintomas da Esclerose com Vitamina D.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco relataram uma redução em das lesões cerebrais e na atividade da doença em pacientes com esclerose múltipla que tinham níveis mais altos de vitamina D. Esta conclusão veio após um estudo de cinco anos, envolvendo 469 homens e mulheres com Esclerose Múltipla. Todos os participantes foram submetidos a testes de sangue anual para a vitamina D e ressonância magnética (RM) para avaliar a progressão da doença. Os investigadores determinaram que, com cada aumento de 10 ng / ml no soro de 25-hidroxivitamina D, verificou-se uma redução correspondente a 15% do risco de lesões cerebrais característicos da Esclerose Múltipla. Eles também observaram um redução de 32% nas áreas ativas da doença, como indicado por “pontos brancos” ou áreas de inflamação visíveis nas imagens de ressonância magnética.

 Dosagem ótima vitamina D & Níveis de sangue para combate MS

Então, qual é a melhor dose de vitamina D? Bem, isso depende do nível da vitamina no sangue! De acordo com o Escritório de Suplementos Dietéticos, um departamento do Instituto Nacional de Saúde, o nível ideal de vitamina D no sangue está entre 20 e 50 ng/ml. Isso é ótimo, por sinal, para prevenir a doenças ósseas e algumas outras. Mas para obter os benefícios da vitamina D incluindo a redução dos sintomas da EM e prevenir novas lesões cerebrais, você provavelmente vai precisar obter níveis bem acima o que pode diferenciar de uma pessoa para outra, dependendo de vários fatores que devem ser prescritos pelo Nutricionista  ou MÉDICO que entenda da metabolização e tratamento a base da vitamina D. A exposição ao sol ajuda a otimizar os níveis no sangue no entanto, a  capacidade para converter os precursores em vitamina D sob a influência de luz UVB do sol torna-se menos eficiente em algumas pessoas, principalmente portadores de doenças auto-imune. Além disso, este processo é influenciado por vários fatores, incluindo estação, latitude, hora do dia, e filtros solares etc.. Procure um Nutricionista ou Médico.

 

Referencias:

  1. Ther Adv Neurol Disord. 2011 Mar;4(2):99-109.
  2. Ann Neurol. 2012 Aug;72(2):234-40.
  3. http://www.medscape.com/viewarticle/589256_8
  4. http://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminD-HealthProfessional/
  5. Am J Clin Nutr. 2004 Dec;80(6 Suppl):1678S-88S.

Por Michael A. Smith, MD

RESVERATROL CONTRA O VÍRUS DO TIPO INFLUENZA, E SUA SUPERIORIDADE FRENTE AOS FÁRMACOS ANTIVIRAIS!

CONTATO CONSULTÓRIO DR. JÚLIO CALEIRO 35-3558-1919

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Ed;By. Dr. Júlio Caleiro

Resveratrol é capaz de barrar vírus da gripe e mostra-se superior à fármacos antivirais!

De acordo com um relatório no Journal of Infectious Diseases o resveratrol é o princípio ativo encontrado em uvas, vinho, amendoim e outras plantas e tem ações que bloqueia o vírus influenza (gripe). Os investigadores acreditam que composto natural tem vantagens sobre as drogas convêncionais porque tem múltiplos efeitos contra os vírus. As infecções virais envolvem muitos passos, cada um dos quais fornecem uma oportunidade para um tratamento eficaz. Além de criar um montoado de proteínas virais a partir do hospedeiro a ação dos vírus também envia sinais de imuno-supressão para o sistema imunitário do hospedeiro, minando a capacidade de responder adequadamente e então realizar a sua aquisição através de sinais que envia para o centro de comando do anfitrião celular. O Resveratrol funciona interceptando os sinais dos vírus, dificultando a capacidade dos vírus realizar o seu plano predeterminado para fabricar, transportar e montar as proteínas virais prejudiciais ao sistema imune humano.

Os pesquisadores italianos testaram a capacidade do resveratrol contra o vírus da gripe por tratamento na células após a infecção. O efeito antiviral foi de 90%! Para o resveratrol ser eficaz, no entanto teve de ser adicionado às células infectadas seis horas após a infecção e continuou durante um período adicional de 24 horas. Este alerta dos cientistas sobre o resveratrol interferir com o vírus, se refere não no ponto em que ele infecta as células ou em que as proteínas virais são fabricados, mas quando as proteínas seriam montados em novos vírus impedindo então a sua replicação. Assim, a replicação viral foi severamente prejudicada. O resveratrol impede a replicação diminuindo o grau de virulência.

Tendo mostrado que o resveratrol trabalhou nas células a favor do hospedeiro, os investigadores procuraram determinar se o efeito poderia ser duplicado em animais. Quando administrado resveratrol a ratinhos infectados com influenza, a taxa de sobrevivência, normalmente que era de 20% duplicou para 40%. No geral, a quantidade de vírus da gripe em pulmões dos animais foi reduzido de 98% em comparação com o de ratos que receberam placebo.

 

Procure o médico e ou Nutricionista!
(((Terri Mitchell)))

Referência
* Palamara AT, Nencioni L, Aquilano K, et al. A inibição da replicação do vírus influenza A por resveratrol. J Infect Dis. 2005 15 de Maio; 191 (10) :1719-29.