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NUTRICIONISTA JÚLIO CALEIRO FALA SOBRE VITAMINA D3, K2, TRATAMENTOS E INTERATIVIDADE ENTRE MÉDICOS E DEMAIS PROFISSÕES DA ÁREA DA SAÚDE!

 O  NUTRICIONISTA JÚLIO CALEIRO, FALA SOBRE VITAMINA K2, D3 , CURA, TRATAMENTO E PREVENÇÃO  DE DOENÇAS AUTOIMUNES, NEURODEGENERATIVAS E METABÓLICAS ; TAMÉM COMENTA SOBRE A ATUAL INTERATIVIDADE DOS MÉDICOS COM NUTRICIONISTAS E DEMAIS ÁREAS DA SAÚDE.   ENTREVISTA CONCECIDA AO JORNALISTA RAFAEL CARDOSO DA REVISTA EXPRESSÃO LIVRE, DE SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO-MG

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TRATAMENTO A BASE DE VITAMINA D

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Guaxupé, 3 de novembro de 2012 CORREIO SUDOESTE CIDADE

Doenças como Alzheimer e Parkinson podem ser tratadas com vitamina D3, afirma pesquisador

O nutricionista Júlio Ca­leiro Pimenta, 35 anos, de São Sebastião do Paraíso, vem ganhando destaque em revistas de circulação nacio­nal, como a Revista Isto É, da Editora Três. Desde 2006, o pesquisador de modo in­dependente vem realizando observações na eficácia do uso de Vitamina D3, para tratamento de doenças.

Bacharel em nutrição pela Universidade de Fran­ca/SP, tendo realizado um curso de extensão universi­tária em Terapia Nutricional, na mesma instituição que se graduou, Júlio atende pacientes e realiza testes de sua pesquisa em sua cidade natal.

Veja abaixo, como foi a entrevista exclusiva com o pesquisador:

CORREIO SUDOESTE: Por que você interessou pela vitamina D no tratamento de doenças?

JÚLIO: Por verificar que muitos tratamentos conven­cionais não surtiam o efeito desejado em doenças neuro­degenerativas e autoimunes, comecei a investigar quais tratamentos naturais pode­riam surtir um efeito mais eficaz, que fizesse a doença desaparecer por completo, quando me deparei com alguns trabalhos publica­dos na década passada de­monstrando grande eficácia em regredir sintomas de tais patologias. Verifiquei em al­guns outros trabalhos cientí­ficos que a vitamina D atua em 229 genes de cada uma de nossas células. Então na época percebi que a falta desta vitamina representa uma porta de entrada para diversas doenças, mas que até mesmo depois de insta­ladas, podem ter o quadro revertido com a reposição desta poderosa vitamina, ou seja, apresentando efeito dose-resposta.

Há grandes médicos pes­quisadores da Vitamina D, trazendo excelentes estudos a respeito desta substancia, na qual procuro os funda­mentos deste novo tratamen­to no que tange a divulgação e tratamento. Dentre eles, posso citar o Dr. Michael Holick, Dr. Zaid Sarfraz, Dr. Eric Madrid, Dr. Mercola, todos especialistas no tra­tamento da vitamina D3, com trabalhos publicados referentes a doenças autoi­munes, respiratórias, câncer, cardiopatias, neurodegene­rativas e metabólicas etc.

CORREIO SUDOESTE: Ao ficarem doentes, geral­mente as pessoas tem o cos­tume de procurar o médico, mas é possível tratar de do­enças pela nutrição?

JÚLIO: As pessoas de­vem sempre procurar o mé­dico ao primeiro sintoma de qualquer patologia, mas também sempre devem pro­curar o nutricionista para adequar alimentação, bem como todo o quadro nutri­cional que possa emergir numa melhor recuperação física, e com maior eficácia ao tratamento proposto. Essa interação é que deve existir, para haver a possibilidades terapêuticas a fim de reco­brar a saúde pela nutrição em primeiro lugar, e com isso, as doenças então de­saparecerem. Hipócrates, o pai da medicina, já dizia: “Que o seu remédio seja o seu alimento, e seu alimen­to seja o seu remédio”; aqui está o vínculo nutricionista­-médico! Ele já defendia que a boa alimentação é o nosso melhor remédio, pois é um modo natural de se afastar a doença e gerar a saúde. Por exemplo, a obesidade é uma doença em que tra­tamos com muita eficácia pela nutrição. Mas não só a obesidade é tratada pela nutrição. Além dela, temos inúmeras outras patologias, como aquelas que acometem os rins, fígado, estômago, co­ração, intestinais, doenças inflamatórias, autoimunes, dentre elas cito, a esclerose múltipla, diabetes 1 e 2, lú­pus, e as degenerativas, neu­rológicas, como o Alzheimer e Parkinson, tratadas por meio de uma alimentação correta, aliada a ingestão adequada de vitaminas, minerais. Isso porque inú­meras doenças são geradas pela má alimentação, falta de ingestão de água, carên­cia de vitaminas, minerais, falta de fibras, bons óleos e etc. Com isso, ajustando a causa da doença, o problema de saúde se resolve.

Há, por exemplo, estudos indicando que é possível po­tencializar o tratamento de câncer a base da vitamina D3 e probióticos, que é um suplemento alimentar rico em microorganismos vivos. Nós temos mais bactérias em nosso corpo do que células. Segundo as estimativas te­mos 10 trilhões de células em nosso corpo, e só no in­testino, temos 100 trilhões de bactérias. Os probióti­cos têm inúmeras funções, e uma delas é alterar o PH corporal de ácido para alca­lino. O câncer só se desen­volve em ambientes ácidos. Assim, essa alteração de PH corporal pode vir colaborar significativamente na me­lhora do quadro clínico e afastar os diversos tipos de câncer, e outras doenças.

CORREIO SUDOESTE: A esclerose múltipla pode vir a ser tratada pela nutri­ção de que forma?

JÚLIO: Sim, pela experi­ência que tenho tido, e pelos estudos científicos já publi­cados, a esclerose múltipla pode ser tratada a base de fundamentalmente de vita­mina D3, e uma alimentação balanceada. A vitamina D3 no caso deverá ser mani­pulada, já que as doses são elevadas. Porém, a ingestão desta vitamina precisa ser acompanhada por um pro­fissional da saúde, no caso, um médico ou nutricionista que entenda deste tratamen­to em específico. O paciente sente a melhora já nos pri­meiros meses, e por volta de 6 a 10 meses de tratamento, os sintomas podem vir a de­saparecer por completo, e a pessoa voltar a ter uma vida normal, agora, com mui­to mais qualidade. Muitos que estavam acamados, sem poder sequer andar, voltam a andar, trabalhar e praticar exercícios físicos.

Neste tratamento, vejo pela necessidade de inclu­são também da vitamina K2, já que a vitamina D aumenta a absorção do cálcio no or­ganismo. Tomar vitamina D3 com cálcio pode vir a trazer sérios problemas de saúde em longo prazo, como calcificação das artérias co­ronárias, dos rins e etc. A absorção do cálcio é poten­cializada pela vitamina D3, porém, fica uma absorção sem rumo. Para que se evite isso, é necessária a inclusão da vitamina K2 que direcio­na este cálcio para os ossos, solucionando e prevenindo osteoporose e osteopenia.

É bom acrescentar que pela vitamina K2, Coenzima Q10 e Omega 3, consegui­mos tratar de doenças sérias do coração, como a calcifi­cação das artérias e outras cardiopatias. Posso afirmar com segurança que é possí­vel evitar inúmeras cirurgias no coração com seis meses de tratamento à base da vi­tamina K2, em suas doses adequadas e individualiza­das na necessidade de cada paciente.

 

CORREIO SUDOESTE: O que causa a esclerose múltipla?

JÚLIO: Primeiro deve­mos entender que a escle­rose múltipla é uma doença autoimune. A doença imune é uma situação em que os anticorpos começam a ata­car as estruturas normais do nosso organismo. Quando atacam a mielina dos nos­sos nervos, causa a esclerose múltipla. Quando atacam o pâncreas, gera o diabetes. E a causa disso pode estar na maior parte das vezes numa alimentação errada. Há estudos científicos afir­mando, por exemplo, que quanto maior o consumo de leite, maior a incidência de esclerose múltipla. Mui­tas pessoas desencadeiam a esclerose por causa do leite, pois ao ser criada a alergia ao leite, o sistema imune pas­sa a atacar não só a proteína deste alimento, mas também a mielina dos nervos, desen­volvendo a doença autoimu­ne. Dessa forma, é preciso uma dieta específica, já que de nada adiantaria a inges­tão da vitamina D, K2 e etc, e ainda, tendo alimentação errada.

A falta de vitamina D e também problemas tireoi­dianos são porta de entrada para doenças autoimunes de forma geral.

CORREIO SUDOESTE: Além de esclerose múltipla, quais outras doenças po­dem vir a ser tratadas pela vitamina D3?

JÚLIO: Inúmeras doen­ças podem vir a ser tratadas com base na vitamina D3, já que ela favorece a saúde do corpo como um todo. Até mesmo doenças neurode­generativas como o Mal de Alzheimer e Parkinson. A falta de vitamina D durante a gravidez aumenta proba­bilidade de nascimento de crianças autistas.

A vitamina D tem sua constituição muito asseme­lhada a de um hormônio, e tem influência, repito, em 229 funções de cada uma de nossas células. Por meio da vitamina D, por exemplo, o corpo produz a proteína fator inibidor de renina, que é indispensável para regula­ção da pressão nas artérias. Assim, há estudos cientí­ficos que informam que a deficiência da vitamina D também pode desencade­ar pressão alta. É possível, sem nenhuma dúvida, tratar a hipertensão com base em vitamina D3. Muitos casos de hipertensão poderiam ser atenuados, e muitos ou­tros eliminados, se a pessoa fizesse a reposição correta desta vitamina.

Diversas doenças autoi­munes como diabetes 1 e 2 , lúpus, síndrome de Cro­wn podem-se tratadas com muita segurança pela corre­ta reposição da vitamina D. São doenças relacionadas todas ao sistema imune, e a vitamina D tem ação central nesta função.

Poderíamos evitar di­versos infartos agudos do miocárdio, uma das gran­des causas de morte do ser humano, por meio da vita­mina D. O infarto agudo é uma doença inflamatória, e não é doença relacionada a colesterol como muitos dizem. O colesterol só se fixa nas artérias quando há um quadro inflamatório, e muitas vezes, esse quadro inflamatório é subclínico. A vitamina D e Omega 3 re­tiram a inflamação do corpo e diversos infartos poderiam ser evitados.

Como já dito, em razão da vitamina D atuar direta­mente no sistema imune, doenças do sistema respi­ratório, alergias, prevenção de gripes e resfriados, são facilmente tratados pela vi­tamina D. A vitamina D está relacionada na produção da proteína chamada peptídeo antimicrobiano, que atua na efetiva proteção do corpo contra agentes infecciosos. Se o nível de vitamina D está baixo, a produção desta proteína é prejudicada, e as infecções e viroses atacam o organismo, podendo levar a morte. Essa proteção é supe­rior às vacinas de gripe e as mortes relacionadas à gripe suína teriam sido evitadas. Posso dizer que se as pesso­as fizessem a suplementação desta vitamina, haveria uma drástica diminuição de mor­tes advindas das chamadas infecções de inverno.

A vitamina D aliada a vi­tamina K2 e cálcio pode tra­tar osteoporose e osteopenia, pois ela aumenta a absorção do cálcio pelo organismo.

É bom que se diga que a vitamina K2 está sendo con­siderada como a vitamina número um do antienve­lhecimento e da beleza. Ela melhora muito o aspecto geral da pele. Mulheres que fazem ingestão de vitamina D3 e K2 durante a gravidez têm filhos mais fortes e mais saudáveis, podendo evitar o autismo.

CORREIO SUDOESTE: Qual a melhor forma de ad­quirimos a vitamina D?

JÚLIO: A forma natu­ral é pela exposição ao sol, mas ela tem seus horários corretos, que seria por volta de 15 minutos entre as 11h às 14h. Porém, o protetor solar bloqueia a produção da vitamina D pela pele, e há médicos, como o famo­so Doutor Mercola, médico norte americano que tem diversas publicações a res­peito de saúde e nutrição, já detectando que o banho com sabonete retira grande parte da produção desta vitamina pela exposição ao sol.

Dessa forma, recomen­do a suplementação oral em cápsulas em doses ade­quadas para cada pessoa. A forma de cápsulas sublin­guais fica entre as melhores vias desta suplementação, porque a absorção sublin­gual leva a vitamina D di­retamente para a circulação sistêmica, tal como quando a vitamina D é sintetizada naturalmente pela pele por meio da exposição ao sol. A forma sublingual é mais fi­siológica que as demais vias de suplementação.

CORREIO SUDOESTE: Qual a recomendação você daria às pessoas em geral sobre a vitamina D?

JÚLIO: Primeiro que a suplementação deve ser acompanhada por um mé­dico ou nutricionista apto a aplicarem este tratamento que é também preventivo.

Alerto as pessoas sobre a necessidade de cuidarmos preventivamente da saúde. Sempre digo que a pessoa que hoje diz não ter tempo para cuidar da saúde, ama­nhã deverá achar tempo para cuidar da própria doença. É uma conseqüência inevitá­vel. Segundo os epidemiolo­gistas, se houvesse a correta suplementação da vitamina D na população, 40% dos novos tipos de câncer desa­pareceriam.

Os entes governamen­tais deveriam aplicar este tratamento nos hospitais públicos como algo priori­tário, para que mais pessoas pudessem ser beneficiadas. Com isso, os gastos públicos com saúde diminuiriam, já que além da vitamina D ter um baixo custo, os hospitais passariam a ter menos doen­tes, em razão de as pessoas passarem a ter muito mais saúde.

Atendimento ao público

Julio faz atendimento em seu consultório à rua Alfredo Fidelis Marques, 165, Centro, São Sebastião do Paraíso/MG. Telefone para contato do consultório é (35) 3531- 8423.

CONTROLE A LEPTINA COM A INSULINA, E PERCA GORDURAS COM EFICÁCIA

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PARA “INDICAÇÃO EXPRESSA” ENVIE EMAIL PARA – juliocaleiro@hotmail.com – CONSULTÓRIO – 35-3531-8423

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Leptina é um hormônio produzido pelas células gordurosas para regular o apetite. Já a insulina é um hormônio produzido no pâncreas, permitindo que outras células possa absorver a glicose para a formação de energia. Se seu corpo produz muita insulina, indica que você possui intolerância à glicose levando a uma condição chamada diabetes tipo 2. O Excesso da produção de leptina pode causar ganho de peso.

Significado:  Níveis de insulina são determinadas pela leptina. A Leptina também controla níveis dos hormônios da tireóide t3, t4, temperatura corporal, o acúmulo de gordura no abdômen e a capacidade de queimar essa gordura.

Efeitos

A Inflamação desempenha um papel na progressão do diabetes. Entretanto a Leptina controla a produção de substâncias inflamatórias potentes de nossas células de gordura, desencadeando uma inflamação generalizada. A obesidade tem sido associada com a causa do diabetes tipo 2, mas o motivo não era totalmente conhecido; Uma pesquisa recente sobre efeitos inflamatórios da leptina no corpo, levaram os cientistas a sugerir que a leptina pode ser um elo perdido, onde necessita de mais estudos para melhor esclarecimento e entendimento dos efeitos nocivos a curto e médio prazo resultado desta inflamação.

Resistência de leptina

A Leptina “diz” para sua gordura onde ir; Portanto se seu corpo é resistente à leptina, a gordura se acumulará no abdômen e em todo corpo, dando-lhe a “forma de maçã” que está ligada ao diabetes 1 e 2; uma outra condição é a esteatose hepática onde a condição clínica é o acúmulo de gordura no fígado, prejudicando a capacidade do fígado de controlar a função de insulina saudável.

Importância da leptina

A Leptina controla a parte do cérebro e também  regula as hormonas da tireóide. Ela afeta o sistema nervoso, pressão arterial, resposta ao estresse adrenal, níveis de cortisol,  propensão à osteoporose e diabetes.

Resumo

A secreção de leptina normal depois de uma refeição irá suprimir a fome, queimar gordura e reduzir a gordura acumulada. No entanto, se você é resistentes à leptina,  a mensagem de saciedade pode não chegar ao cérebro, que e se limitará a níveis baixos de leptina. Consequentemente, o indivíduo continuará permanecer com fome e armazenar gorduras (ao invés de queimar). Além disso, seu nível de açúcar será elevado e irá aumentar a resistência à insulina.

Solução

Criar uma sensibilidade de leptina PARA melhorar os níveis de insulina e a capacidade do cérebro de “ouvir” “entender”,  que seu corpo precisa, e o que não precisa! Seu cérebro vai controlar o armazenamento de gorduras corretamente e usá-las quando induzir a queima por restrição calórica ou atividade física. Uma dieta de gorduras boas e nivelamento de açúcar vindo dos alimentos, melhorará os níveis de insulina e leptina, a sensibilidade e síntese de hormônios.

JÚLIO CALEIRO-

A SOLUÇÃO PARA A DISIDROSE PALMAR E DOS PÉS É A VITAMINA D, segundo Dr. Cannell.

Dear Dr Cannell: Sun exposure, vitamin D, and eczema

Dear Dr. Cannell:

I have what has been diagnosed as dishydrosis on my hands. I get very itchy bumps that are filled with a clear fluid along with swelling of the affected areas. When the bumps break open, I get pain- sometimes it can be extremely painful. I think that has to do with how deep the bumps go as well as the fact that it happens on the pads of the fingers. Lots of nerve endings there.

I have tried everything, went to several doctors. Right now it is being “controlled” with a steroid cream that I apply twice a day. I’m using betamethasone, the strongest available.

One thing that I’ve noticed is that all summer long, I have no problems. I live in Minnesota. I spend a lot of time outside in the sun during the summer. Now that we are once again getting into the colder seasons and I’ve lost my sun, the skin problems are coming right back. It is very difficult for me to do anything with my hands like this. Even tying my shoes or zipping a jacket or buttoning a shirt can be difficult or even extremely painful. I bandage them up when they start breaking open. (I’ve had this condition since 1995)

Do you know of anything I can do for this? Does the sun provide something in the body that is healing for this particular issue? I know Vitamin D, but does a supplement provide the same as the sun? What would be the best one in that case? Could there be anything else that I could do or take to make up for the many months of no sun?

Any help you can provide would be so very appreciated.

Thank you,

Mary, Minnesota

Dear Mary:

Dishydrosis, also known as vesiculobullous hand eczema, is a skin condition that presents with the sudden onset of many itchy clear small blisters in the skin and then often with the development of fissures and thickening of the skin. Recurrence is common and for most people it becomes a chronic condition. We used to think it was blocked sweat glands but is now known to be separation of the outer layer of the skin with fluid due to allergy or autoimmunity.

As you already know it gets better in the summer, then UV light is one treatment possibility. Local hand irradiation with both UVA and UVB has been shown to help dishydrosis. We know that sunshine does more than make vitamin D. So, in the winter, you could try a low-pressure sunbed at a local sunbed parlor, which is equivalent to sunshine at the equator at 5,000 feet altitude. A low-pressure sunbed is an old-fashioned one, one that is like intense sunshine. So, if you use low-pressure sunbeds, be sure to expose the palms of your hands to the UV light. Be careful not to burn.

If you can’t or won’t go to sunbed parlors, oral vitamin D is another possibility. The subject was recently reviewed and quite a bit of evidence exists that eczema or atopic dermatitis may respond to oral vitamin D.

Mutgi K, Koo J. Update on the Role of Systemic Vitamin D in Atopic Dermatitis. Pediatr Dermatol. 2012 Sep 7

In addition, a small, randomized controlled trial recently showed that oral vitamin D helped regular eczema, so I suspect it could help dishydrosis.

Amestejani M, Salehi BS, Vasigh M, Sobhkhiz A, Karami M, Alinia H, Kamrava SK, Shamspour N, Ghalehbaghi B, Behzadi AH. Vitamin D supplementation in the treatment of atopic dermatitis: a clinical trial study. J Drugs Dermatol. 2012 Mar;11(3):327-30.

Because the condition is so severe, my advice is to do both, take vitamin D and expose your hands to UV light. Get your vitamin D level up to high normal, 70-80 ng/ml.

If you don’t want to use sunbeds, consider buying a portable UV light such as the Sperti lamp, to shine directly your palms for five to ten minutes every day

Diabetes gestacional é vinculada à deficiência de vitamina D-

Diabetes gestacional é vinculada à deficiência de vitamina D

Diabetes gestacional é vinculada à deficiência de vitamina D

Cientistas estudaram a deficiência de vitamina D durante o primeiro trimestre de gravidez associado a um risco prevalente aumentado para o desenvolvimento de diabetes gestacional no segundo trimestre, em um grupo de 655 mulheres grávidas.

Os resultados do estudo indicaram associação significativa entre a deficiência de vitamina D e um aumento da incidência de diabetes gestacional, disse Marilyn Lacroix na reunião anual da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes.

Analisaram-se 655 mulheres grávidas com idades a partir dos18 anos e com gestação de 6 a 13 semanas, sendo gestação única e sem histórico de diabetes ou diabetes gestacional, aborto, ou abuso de álcool ou drogas. Os pesquisadores mediram o nível de 25-hidroxivitamina D no sangue de cada mulher durante a 6ª à 13ª semana de gestação, sendo cada gestante reavaliada entre as 24ª a 28ª semanas.

Durante o estudo, 54 mulheres (8%) desenvolveram diabetes gestacional. A análise mostrou que para cada redução de desvio-padrão dos níveis sanguíneos de 25-hidroxivitamina D identificados durante o primeiro trimestre, as mulheres tinham uma possibilidade estatisticamente significativa 40% maior de ter diabetes gestacional durante o  segundo trimestre, após ajuste para idade, estado da amostragem de sangue, do uso de suplementos de vitamina D e do grau de adiposidade, relatou a Sra. Lacroix, pesquisadora endocrinologista na Universidade Sherbrooke.

No primeiro trimestre verificou-se deficiência de vitamina D – em um nível sanguíneo de menos de 50 nmol / L – em 26% entre as 601 mulheres que estavam normoglicêmicos durante o segundo trimestre, e 37% entre as mulheres que desenvolveram diabetes gestacional pelo segundo trimestre.

A análise também mostrou uma significativa redução média do índice Matsuda ( Diabetes Care 1999; 22:1462-70 ), bem como uma redução significativa da secreção de insulina. O índice de sensibilidade de secreção de insulina ( Diabetic Medicine 2009; 26:1198-1203 ) entre as pacientes que passaram a ter diabetes gestacional. Estas reduções sugerem que a resistência à insulina faz a ligação entre baixos níveis de vitamina D e os incidentes de diabetes gestacional, relatou a Sra. Lacroix.

Ms. Lacroix relatou que ela e seus associados não tiveram contribuições financeiras relevantes.

Vitamina D e Resistência à Insulina

Os investigadores reconhecem agora que a vitamina D e os seus metabólitos ativos desempenham um papel na resistência à insulina e na expressão da resistência à insulina. Sabe-se também que a resistência à insulina está na base do desenvolvimento de diabetes gestacional, e como resultado, a vitamina D tem sido reconhecida como uma importante linha de pesquisa para o estudo da diabetes gestacional. Se houver um momento quando a vitamina D é importante, é durante a gravidez. A resistência à insulina aumenta durante a gravidez, as mulheres grávidas têm uma redução de até três vezes na sensibilidade à insulina e a vitamina D ou sua deficiência, provavelmente tem um papel preponderante neste caso, de acordo com a Dra. Anne Dornhorst.

A insuficiência ou deficiência da vitaminha D agrava ainda mais o risco de diabetes para a mulher durante a gravidez., especialmente em áreas onde as mulheres possuem pele escura ou sempre estão com o seu corpo encoberto, sem acesso ao sol.

As descobertas da Dra. Lacroix não chegaram a ser surpresa. Seu relatório destaca o surgimento da vitamina D como uma chave para a compreensão da resistência à insulina. O próximo passo é avaliar o papel da suplementação de vitamina D na redução da diabetes gestacional, sendo que os estudos já estão em andamento.

Dr. Dornhorst é endocrinologista no Hospital Imperial College e diabetologista sênior da Charing Cross e Hospitais Hammersmith, todos em Londres.

http://www.clinicalendocrinologynews.com/

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http://www.clinicalendocrinologynews.com/news/top-news/single-article/gestational-diabetes-linked-with-vitamin-d-deficiency/ec5a7da3e345c382660d95dbeb23e0a5.html

http://www.tiabeth.com/tiabeth/wp/noticias/2012/10/18/diabetes-gestacional-vinculado-a-deficiencia-de-vitamina-d/

DR. JÚLIO CALEIRO E VITAMINA D3

—>>>>      CLIQUE AQUI  OUÇA A ENTREVISTA    DR. JÚLIO CALEIRO E VITAMINA D3       <<<<—-

ENTREVISTA CONCEDIDA AO JORNALISTA ROBERTO PEREIRA DA RÁDIO IMPERADOR DE FRANCA-SP, SOBRE VITAMINA D3 E TRATAMENTO DE DOENÇAS AUTO-IMUNES, NEURODEGENERATIVAS E METABÓLICAS.

 

 

UM NOVO MODELO DE CÂNCER E VITAMINA D- SURPREENDENTE!

UM NOVO MODELO DE CÂNCER?

Embora seja um exagero que a vitamina D, pode previnir e até mesmo curar o câncer alguns cientistas tiveram a coragem suficiente para sugerir uma teoria totalmente nova para a doença. Em 2009, os irmãos Garland propuseram uma nova opção para explicar o câncer no corpo. O modelo científico autal considera que a origem do câncer é a mutação genética. E se essa suposiçao estiver errada? E se existir outra explicação para o desenvolvimento do câncer? Essas foram as questões levantas pelos irmãos Garland e publicadas no periódico Annals of Epidemiology, a publicação oficial da Associação Americana de Epidemiologia, e que imediatamente tiveram repercussão na mídia. Primeiro, o Dr. Cedric Garland e sua equipe enfatizaram uma série de publicações que sugerem que o câncer se desenvolve a partir de um grupo de células que perdem sua capacidade de permanecerem unidas de um modo saudável. Eles ponderaram que o fator-chave do desencadeamento da malignidade poderia ser a falta de vitamina D. De acordo com o Dr. Garland, os pesquisadores documentaram que quando a vitamina D ativada está presente no tecido, as células aderem umas às outras e agem como células normais e maduras. Entretanto, quando há deficiência de vitamina D ativada o que é presente na maioria das pessoas atigindo em até 70% da população mundial, as células perdem essa capacidade de união e as suas identidades como células diferenciadas. O resultado? Elas podem retroceder para um estado perigoso e imaturo e se tornarem cancerosas. O Dr. Garland afirma que é o suprimento abundante de vitamina D no corpo, que pode interromper esse processo. A presença de vitamina D adequada em quantidades suficientes no corpo pode interromper o primeiro estágio do processo canceroso, reestabelecendo as conexões entre as células que possuam receptor de vitamina D intacto.

-Michael Holick MD