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Mal de Alzheimer

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Astaxanthin_Powder


By. Dr. Júlio Caleiro

ASTAXANTINA E ALZHEIMER

As mais novas armas nutricionais eficazes contra o mal de Alzheimer!

Segundo algumas estatísticas a cada 30s, alguém desenvolve o Alzheimer, e até o final e até a metade deste século irá triplicar está doença. Este hoje praticamente uma epidemia de doenças neurológicas especialmente as neurodegenerativas e provavelmente virá ser mais presente do que o diabetes ou a obesidade nos próximos anos, são devastadoras e desenvolvem-se lentamente e piorando com o passar do tempo. Além de não haver cura o tratamento é ineficaz nos termos da saúde convencional, e além disso tentam de todas as formas por a carga toda na prevenção. A doenças se desenvolve lentamente o que pode levar décadas! A abordagem inicial e de grande importância pois a prevenção bem como o tratamento deve se basear em estilos de vida saudáveis, nomeadamente em relação a grande ingestão de carboidratos de alto índice glicêmico – O Alzheimer é considerada 3ª forma de diabetes atualmente e a cada dia esta “teoria” torna-se consensual entre os cientistas. Alguns suplementos têm impacto positivo na regressão ou estabilização e desenvolvimento destas patologias, destacando-se a astaxantina –poderoso antioxidante! É o pigmento que dá a cor ao salmão e aos flamingos. As moléculas de astaxantina penetram no cérebro com muita facilidade neutralizam os radicais livres e outros oxidantes se oxidar-se como acontece com alguns antioxidantes tais como a vitamina C. A astaxantina tem uma potência antioxidante centenas de vezes superior do que a vitamina E e o beta-caroteno no que tange a neutralizar o oxigénio single (um dos piores oxidantes). O sucesso clínico da astaxantina vai para lá da sua enorme capacidade antioxidante e anti-inflamatória, demonstrando potencialidades quando há declínio cerebral associado ao envelhecimento. Um artigo publicado no ‘British Journal of Nutrition’ mostra que doses específicas de astaxantina ao dia durante 12 semanas foi capaz de baixar os níveis dos fosfolipidos cerebrais oxidados entre 40 a 50%. É pouco provavel que consigamos através da alimentação através do (salmão, marisco e alguns outros) por isso a suplementação é mais fácil e pouco dispendiosa. Os problemas de memória da doença de Alzheimer, o envelhecimento não é a causa desta doença e sim outros fatores bioquímicos tais como: a frutose, alumínio e o mercúrio, bem como muitas outras toxinas ambientais. Pra se ter uma ideia basta 15g de frutose ao dia para acelerar a doença de Alzheimer. O controle do açúcar é fundamental na prevenção desta doença, bem como o controle dos níveis da vitamina D e complexo B (folato, B6 e B12) – para impedir a formação da homocisteína que lesa as artérias – especialmente B12. A ingestão dos óleos ómega-3, gema de ovo, nomeadamente o DHA associada ao exercícios físicos, que tem a capacidade de ativar as células-tronco cerebrais, bem como as conexões entre os neurônios. Devemos ter cuidados com a utilização abusiva dos celulares e devemos promover um aumento do fluxo sanguíneo cerebral que deve ser usado um suplementos como a VIMPOCETINA DIARIAMENTE EM DOSES CERTA. Finalmente, o exercício físico e mental (tocar um instrumento, palavras cruzadas, etc) são benéficos na prevenção da doença de Alzheimer.

Referências:

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Doenças como Esclerose Múltipla, Alzheimer, Diabetes, Parkinson, Hipertensão podem ser tratadas por meio da vitamina D3.

Um estudo recém publicado na revista de Relatórios de Alzheimer, da Universidade de Califórnia, afirma que a vitamina D é capaz de não apenas neutralizar, mas também de recuperar a função do cérebro danificado. (“Genomic and nongenomic signaling induced by 25(OH)2-vitamin D3 promotes the recovery by Amyloid-B etc, “Mizwicki et al, Journal of Alzheimer’s Disease, vol 29, Issue 1 2012:51-62.”)

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CURCUMINA é um componente que pode ajudar a reverter o Alzheimer.

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Agende sua consulta! Fone do consultório: 35-3558-1919.

A curcumina pode oferecer proteção contra a causa mais comum de demência: doença de Alzheimer. A doença de Alzheimer é caracterizada pela acumulação anormal de uma proteína denominada beta-amilóide. Normalmente, as células imunológicas conhecidas como macrófagos identificam essas proteínas defeituosas e as destroem. Mas, por razões ainda não totalmente conhecidas, os macrófagos não conseguem desempenhar essa função crucial neste tipo de doença. Numa pesquisa em animais, verificaram que a curcumina aumenta a limpeza de beta-amiloide, reduzindo fibrilas, que também são associados com a doença de Alzheimer.

Em Los Angeles, os pesquisadores testaram a atividade anti-amilóide de macrófagos retirados de pessoas com doença de Alzheimer. Após a incubação com a curcumina no laboratório, verificaram que houve um aumento significativo de absorção de beta-amilóide pelos macrófagos na metade dos pacientes. Logo, a curcumina agiu no problema central da doença, promovendo uma limpeza de beta-amilóide.

Dr. Luis Romariz, médico, pós-graduado pela Harvard Medical School e pela Medical School of Yale University, informa que: “A curcumina é mais efetiva a inibir as placas cerebrais do que outros tratamentos para o Alzheimer. O seu baixo peso molecular e a sua estrutura polar permite que passe a barreira hematoencefálica e se ligue à proteína beta amiloide. Os sintomas do Alzheimer causados pela inflamação e oxidação são eliminados pela curcumina (…) os cientistas da UCLA testaram os efeitos da curcumina em células isoladas chamadas macrófagos (tipo de glóbulo branco responsável que está encarregue da limpeza dos tóxicos celulares tais como a proteína amiloide) e as amostras de sangue destes doentes de Alzheimer revelaram melhorias dramáticas após serem tratadas com curcumina.”

Com esses estudos, é possível observar na curcumina um efeito protetor contra o desenvolvimento da doença de Alzheimer [função neuroprotetora] e que pode ainda ajudar a reverter o processo da doença uma vez iniciada.

Agende sua consulta com Dr. Júlio Caleiro para prevenção e tratamento de doenças por meio da nutrição avançada!

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A vitamina D tem a função de manter vivas as células nervosas

Dr. Cícero Galli Coimbra, médico neurologista, doutor em Neurologia pela Unifesp e pós doutorado pela Universidade de Lund, Suécia, e professor do departamento de neurologia da Universidade Federal de São Paulo, explica a causa do Mal de Alzheimer e sua relação com a vitamina D.

Segundo o Dr. Cícero: “uma pessoa com 70 anos de idade tem um quarto da capacidade de produzir a vitamina D, muito importante para o sistema nervoso e para todo o organismo, comparado a uma pessoa jovem de 20 anos. E essa vitamina controla 10% de nossa carga genética, das funções celulares, e tem a função de: MANTER VIVAS AS CÉLULAS NERVOSAS!

Confira no link abaixo:

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Exercícios físicos e altas doses de Melatonina podem regredir fortemente os sintomas do Mal de Alzheimer

By Dr Júlio Caleiro.

Cientistas do Instituto de Pesquisa Biomédica de Barcelona, da Universidade Granada e da Universidade Autônoma de Barcelona estudaram os efeitos das terapias em ratos com mutações que resultaram nas características da doença de Alzheimer. Os ratos, que estavam nas fases iniciais da doença, foram divididos por receberem uma alta dose de melatonina e um regime diário de exercícios físicos em uma roda de corrida, outro grupo que acumulou os dois tratamentos (melatonina + exercícios), grupo de ratos com Alzheimer que não receberam qualquer tratamento, e ratos sem mutações que serviram como controle do estudo.

Ratos que só fizeram exercícios reduziram sintomas comportamentais e psicológicos, incluindo ansiedade, emotividade. Ratos que utilizaram melatonina e exercícios apresentaram diminuição da deterioração cognitiva, e redução de beta-amilóide e estresse oxidativo cerebral. O tratamento combinado com exercícios e melatonina resultou em um adicional benefício mitocondrial. O uso isolado de melatonina fez reduzir a proteína proteína “tau hiperfosforilada” (encontrado nos cérebros de pacientes com doença de Alzheimer). O pesquisador Coral Sanfeliu do Instituto de Pesquisa Biomédica de Barcelona relatou que: “Depois de seis meses, o estado dos ratos submetidos ao tratamento estava mais perto dos ratos sem mutações [ratos em estado de normalidade] do que ao seu próprio estado patológico inicia [ratos com Alzheimer]. A partir disso, pode-se dizer que a doença regrediu significativamente.

O aumento do estresse oxidativo e disfunção mitocondrial foram identificadas como fenômenos fisiopatológicos comuns associados com perturbações neurodegenerativas tais como a doença de Alzheimer e doença de Parkinson.

Com isso, o co-autor deste estudo, Dr. Dario Acuña Castroviejo, da Universidade de Granada observou que: “As propriedades antioxidantes e anti-inflamatórios da melatonina significa que a sua utilização é altamente recomendada para as doenças que apresentam estresse oxidativo e inflamação.”

Concluíram os pesquisadores que houve uma importante regressão do Alzheimer com o uso de Melatonina e exercícios físicos, fazendo que os ratos com Alzheimer tivessem seu estado de saúde próximo aos ratos em estado de normalidade. Algo extremamente surpreendente!

Este não é o primeiro estudo que associa os benefícios da melatonina ao tratamento do Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas. Em 2006, outro estudo já indicava a melatonina como um importante suplemento a ser considerado no tratamento e prevenção do Alzheimer e demais doenças neurodegenerativas – Behav Brain Funct. 2006 May 4;2(1):15. Neste estudo estudo, os pacientes tiveram uma melhora na qualidade do sono, e foi observada uma diminuição da deterioração cognitiva em indivíduos com a doença de Alzheimer, possivelmente em razão da proteção das células cerebrais em face da proteína tóxica denominada beta-amiloide.

Logo, vê-se que importantes estudos demonstram os benefícios do uso da melatonina no Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas (exemplo: Parkinson, Huntington) algo que não pode ser ignorado no tratamento de saúde destes pacientes!

Sugiro a leitura desta matéria, para mais informações sobre o tratamento do Alzheimer: http://nutricaobrasil.wordpress.com/2013/03/18/curcumina-e-um-componente-que-pode-ajudar-a-reverter-o-alzheimer-2/

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Referências:

1. Melatonin plus physical exercise are highly neuroprotective in the 3xTg-AD mouse – Neurobiology of Aging Volume 33, Issue 6 , Pages 1124.e13-1124.e29, June 2012
2. Srinivasan V, Pandi-Perumal S, Cardinali D, Poeggeler B, Hardeland R. Melatonin in Alzheimer’s disease and other neurodegenerative disorders. Behav Brain Funct. 2006;2(1):15.


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