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Esclerose Múltipla

As medicações tradicionais GILENYA e TYSABRI para Esclerose Múltipla são seguras?
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Dr. Júlio Caleiro – 35-3558-1919 SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO/MG- BRASIL
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Quando você toma medicamentos para esclerose múltipla, você pode muito bem estar negociando a Esclerose Múltipla por outro conjunto de problemas de saúde, incluindo a pagar o preço final: a morte.

Agências de saúde de vários países, incluindo os EUA Food and Drug Administration (FDA) e da Agência Européia de Medicamentos, estão investigando relatos de 11 mortes em pacientes com esclerose múltipla que tomaram o medicamento GILENYA (fingolimod).

Gilenya é o primeiro medicamento oral aprovado pelo FDA para reduzir a reincidência e atrasar a progressão da incapacidade em pacientes com formas reincidentes de Esclerose Múltipla.

Depois de ter sido aprovado nos Estados Unidos em setembro de 2010, os efeitos colaterais graves já surgiram, como doenças cardíacas, leucemia, diminuição da contagem de glóbulos brancos, e aumento das taxas de infecção.

A primeira dose do medicamento Gilenya deve ser ingerida em consultório médico, pois ele altera fortemente a freqüência cardíaca, causando a chamada bradicardia, em razão disso, os pacientes devem ser monitorados por 6 horas após a primeira dose.

A FDA anunciou em 2011 que estava investigando a morte de uma portadora de Esclerose Múltipla com 59 anos, que faleceu 24 horas após a primeira dose do medicamento Gilenya.

TYSABRI (natalizumab)que é outro medicamento muito utilizado para o tratamento de esclerose múltipla. Ele chegou ao mercado em novembro de 2004, prometendo trazer ‘benefícios extraordinários’ aos portadores de esclerose múltipla. Passados 3 meses de sua entrada no mercado, verificou-se que o Tysabri aumentam as chances de desenvolvimento de uma doença cerebral rara e fatal: Eucoencefalopatia Multifocal Progressiva – PML, uma infecção cerebral que leva a morte ou invalidez grave.

Tysabri é um tipo de medicamento conhecido como um anticorpo monoclonal, o que significa que é derivada de um anticorpo de rato que tenha sido geneticamente modificado para se espelhar em um anticorpo humano (anticorpos são proteínas que ajudam o corpo a combater a infecção).

É administrado por via endovenosa, onde os anticorpos se ligam a células do sistema imune, inibindo que atravessem ao longo da corrente sanguínea para o cérebro. Todavia, se por algum motivo qualquer chegar ao cérebro, trato gastrointestinal e articulações (circunstancia possível de ocorrer), podem causar danos graves e irreversíveis.

Por essas razões, o tratamento à base de Tysabri e Gilenya precisa ser revisto e avaliado quanto à sua segurança e verdadeira eficácia em favor da saúde.

A nutrição avançada apresenta tratamento eficaz para regressão da Esclerose Múltipla, com comprovação científica, por meio de uso, principalmente (não exclusivamente), da vitamina D3 (com doses corretas para cada indivíduo), a qual age no gene denominado “IRF8″ associado à Esclerose Múltipla, aplicado pelo Dr. Júlio Caleiro desde de o final de 2011 com grandes resultados.

Referências:

1. U.S. Food and Drug Administration “Safety review of a reported death after the first dose of Multiple Sclerosis drug Gilenya” December 20, 2011
2. Neuroepidemiology. 1992; 11(4-6):304-12
3. Journal of Immunology 2004 Jan 1;172(1):661-8.
4. Fox, E. J. “Management of Worsening Multiple Sclerosis with Mitoxantrone: A Review.” Clin Ther 28.4 (2006): 461-74.
5. Ransohoff, R. M. “Natalizumab and Pml.” Nat Neurosci 8.10 (2005): 1275.
6. Mercola.com
7. http://saude.sapo.pt/noticias/peso-nutricao/vitamina-d-pode-proteger-contra-cancro-diabetes-artrite-e-esclerose-multipla.html
8. http://www.drbayma.com/regredindo-a-esclerose-multipla/

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Mais estudos comprovam o uso da Vitamina D no tratamento da Esclerose Múltipla

By Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório: 35-3558-1919.

Um estudo recente foi quantificado o impacto dos níveis sanguíneos de vitamina D e o risco de recaída em Esclerose Múltipla: para cada aumento de 4ng/ml em 25-hidroxi-vitamin D no sangue, o risco de recaída em Esclerose Múltipla é reduzida em 12%. Os pesquisadores que realizaram este estudo concluíram que: clinicamente elevando os níveis de vitamina D é possível reduzir pela metade o risco em recaída (Simpson 2010).

Hostis células imunes, que atacam a bainha de mielina, são acalmados por exposição à vitamina D. Quando células agressivas imunitárias colhidas diretamente a partir de pacientes com esclerose múltipla são expostas à forma ativa de vitamina D, as células se dividem e se reproduzem muito mais lentamente, indicando que a vitamina D tem a capacidade de impedir a autoimunidade aberrante que é a força motriz para o desenvolvimento da Esclerose Múltipla.

No entanto, a vitamina D faz mais do que apenas prender prejudiciais células do sistema imunológico, ela também reforça a proteção de células imunitárias. Explico: as células T-reg são componentes especializadas do sistema imunitário que ajudam a manter a imunidade equilibrada. Se há deficiência de células T-reg no corpo, o sistema imunitário se torna hiperativo, assim como ocorre nas doenças auto-imunes, dentre elas, a esclerose múltipla. A vitamina D aumenta o número de células T-reg, restaurando, dessa forma, o equilíbrio de um sistema imunológico hiperativo [agressivo] (Correale 2009).

Neste estudo confirmou-se que a vitamina D [em doses elevadas] em pacientes com esclerose múltipla teve um significativo efeito em reduzir as células agressivas do sistema imunológico, restaurando o seu equilíbrio (Correale 2009).

Assim, ao invés de esperar que os médicos convencionais aceitem o uso da vitamina D para o tratamento de Vitamina D, sugiro que o portador de Esclerose Múltipla inicie este tratamento o mais breve possível, para que a doença não deixe seqüelas irreversíveis. A suplementação nestas circunstâncias são elevadas, logo, é preciso um acompanhamento nutricional ou médico específico e especializado neste tratamento, já que o uso de vitamina D em doses elevadas sem os cuidados necessários podem trazer efeitos adversos, dentre eles, o aumento da absorção de cálcio sem o correto direcionamento pelo organismo, calcificando órgãos e causando novas e graves doenças. Alerto que antes da alta suplementação com vitamina D para fins de tratamento é preciso realização de alguns exames clínicos, bem como uma dieta específica.

Referências:
1. Simpson S Jr. et al. Higher 25-hydroxyvitamin D is associated with lower relapse risk in multiple sclerosis. Ann Neurol. 2010 Aug;68(2):193-203.
2. Correale J et al. Immunomodulatory effects of Vitamin D in multiple sclerosis. Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60.
3. Correale, J., M. C. Ysrraelit, and M. I. Gaitan. “Immunomodulatory Effects of Vitamin D in Multiple Sclerosis.” Brain 132.Pt 5 (2009): 1146-60.
4. lifeextension.com

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A vitamina D regride Esclerose Múltipla!

Ed. By. Dr. Júlio Caleiro

Quando o sistema imunitário ataca a bainha de mielina que cobre as células do cérebro, o resultado é uma perda da condutividade eléctrica normal e uma miríade de sintomas – que vão desde a perda de visão, fraqueza muscular, problemas e perda de sensibilidade. Esta é a esclerose múltipla!

Estima-se que afeta 2,1 milhões de pessoas em todo o mundo. No entanto, como os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) não exige que os médicos norte-americanos diagnosticar novos casos, por alguns sintomas serem completamente ocultos, a prevalência da E.M nos EUA podem apenas ser uma estimativa.

O prognóstico para muitos não é bom! Embora alguns pacientes (por razões não totalmente compreendidos) se saírem melhor do que a média, a maioria vai progressivamente piorar e tornar-se debilitados e experimentar uma diminuição significativa em sua qualidade de vida. Fale com o seu Nutricionista ou médico sobre a vitamina D começando imediatamente o tratamento. Por quê? Porque uma nova pesquisa mostra que, tomar “sol” pode resultar em menos sintomas de esclerose múltipla e até sua reversão. Esta é uma boa notícia, considerando que as opções atuais de tratamento para Esclerose Múltipla são na maior parte ineficazes.

Experimentando menos sintomas da Esclerose com Vitamina D.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco relataram uma redução em das lesões cerebrais e na atividade da doença em pacientes com esclerose múltipla que tinham níveis mais altos de vitamina D. Esta conclusão veio após um estudo de cinco anos, envolvendo 469 homens e mulheres com Esclerose Múltipla. Todos os participantes foram submetidos a testes de sangue anual para a vitamina D e ressonância magnética (RM) para avaliar a progressão da doença. Os investigadores determinaram que, com cada aumento de 10 ng / ml no soro de 25-hidroxivitamina D, verificou-se uma redução correspondente a 15% do risco de lesões cerebrais característicos da Esclerose Múltipla. Eles também observaram um redução de 32% nas áreas ativas da doença, como indicado por “pontos brancos” ou áreas de inflamação visíveis nas imagens de ressonância magnética.

Dosagem ótima vitamina D & Níveis de sangue para combate de Esclerose Múltipla

Então, qual é a melhor dose de vitamina D? Bem, isso depende do nível da vitamina no sangue! De acordo com o Escritório de Suplementos Dietéticos, um departamento do Instituto Nacional de Saúde, o nível ideal de vitamina D no sangue está entre 20 e 50 ng/ml. Isso é ótimo, por sinal, para prevenir a doenças ósseas e algumas outras. Mas, para obter os benefícios da vitamina D, incluindo a redução dos sintomas da EM e prevenir novas lesões cerebrais, você provavelmente vai precisar obter níveis bem acima, o que pode diferenciar de uma pessoa para outra, dependendo de vários fatores que devem ser prescritos pelo Nutricionista ou MÉDICO que entenda da metabolização e tratamento a base da vitamina D. A exposição ao sol ajuda a otimizar os níveis no sangue, no entanto, a capacidade para converter os precursores em vitamina D sob a influência de luz UVB do sol torna-se menos eficiente em algumas pessoas, principalmente portadores de doenças auto-imunes. Além disso, este processo é influenciado por vários fatores, incluindo estação, latitude, hora do dia, e filtros solares etc.. Procure um Nutricionista ou Médico.

Referencias:

Ther Adv Neurol Disord. 2011 Mar;4(2):99-109.
Ann Neurol. 2012 Aug;72(2):234-40.

http://www.medscape.com/viewarticle/589256_8

http://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminD-HealthProfessional/

Am J Clin Nutr. 2004 Dec;80(6 Suppl):1678S-88S.
Por Michael A. Smith, MD

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Doenças como Esclerose Múltipla, Alzheimer, Diabetes, Parkinson, Hipertensão podem ser tratadas por meio da vitamina D3.

Um estudo recém publicado na revista de Relatórios de Alzheimer, da Universidade de Califórnia, afirma que a vitamina D é capaz de não apenas neutralizar, mas também de recuperar a função do cérebro danificado. (“Genomic and nongenomic signaling induced by 25(OH)2-vitamin D3 promotes the recovery by Amyloid-B etc, “Mizwicki et al, Journal of Alzheimer’s Disease, vol 29, Issue 1 2012:51-62.”)

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“Na esclerose múltipla, que ataca o sistema nervoso, corrigir essa deficiência [da vitamina D] permite que muitos pacientes fiquem livres das manifestações do problema” afirma o médico neurologista Doutor Cícero Galli Coimbra (doutor em Neurologia pela Unifesp e pós doutorado pela Universidade de Lund, Suécia), da Universidade Federal de São Paulo. – Revista Saúde, editora Abril, de abril de 2011, página 27.

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Vitamina D3 e tratamentos para Esclerose Múltipla, Parkinson, Diabetes e Alzheimer…

Confira a entrevista na TV Sudoeste com o Dr. Júlio.

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N-acetil-glucosamina suprime o ataque auto-imune em Esclerose Múltipla e Diabetes tipo 1

Dois artigos publicados no “Journal of Biological Chemistry de maio de 2007, e outro de 29 de setembro de 2011, descreveram a descoberta do professor assistente de neurologia, microbiologia e genética molecular, Dr. Michael Demetriou da Universidade da Califórnia, Irvine Center for Immunology que a N-acetilglicosamina (uma forma de glucosamina), suprime o crescimento e função das células-T anormais, que são responsáveis pelo ataque auto-imune em esclerose múltipla e diabetes tipo 1.

Utilizando ratos como modelo com as duas doenças (esclerose múltipla e diabetes tipo 1), a equipe do Dr. Demetriou descobriu que o açúcar, N-acetilglucosamina, impede hiperatividade das células T que resultam em ataque auto-imune na mielina, e as células produtoras de insulina do pâncreas. Prevenir este ataque do corpo em si protege contra o desenvolvimento de paralisia promovida pela esclerose múltipla, bem como a glicose elevada no diabetes.

“Esta descoberta mostra o potencial do uso de um suplemento alimentar para ajudar a tratar doenças auto-imunes”, comentou o Dr. Demetriou. E continuou: “Mais importante, nós compreendemos como este suplemento à base de açúcar inibe as células que atacam o corpo, fazendo terapia metabólica uma abordagem racional para prevenir ou tratar estas doenças debilitantes.”

Conclui o professor Dr. Demétrio que: “Este suplemento à base de açúcar corrige um defeito genético que induz as células para atacar o corpo na Esclerose Múltipla, fazendo a terapia metabólica uma abordagem racional que difere significativamente dos tratamentos disponíveis atualmente”.

Se você padece de umas dessas patologias, agende sua consulta para verificar a possibilidade de inclusão deste importante suplemento em sua dieta, e fortaleça sua saúde verdadeiramente o quanto antes!

Referências:
1. N-Acetylglucosamine Inhibits T-helper 1 (Th1)/T-helper 17 (Th17) Cell Responses and Treats Experimental Autoimmune EncephalomyelitisJ. Biol. Chem. 2011 286: 40133-40141. First Published on September 29, 2011, doi:10.1074/jbc.M111.277814
2. http://www.jbc.org/
3. http://www.lef.org

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Epigalocatequina-3-galato (EGCG) pode auxiliar pacientes com Esclerose Múltipla!

Epigalocatequina-3-galato é um dos vários ingredientes ativos do CHÁ VERDE, que tem sido referido como tendo efeitos benéficos sobre os sistemas nervoso e imunológico. Em um estudo utilizando animais como modelo, com a esclerose múltipla, a EGCG foi responsável por impedir a gravidade dos sinais clínicos, diminuindo a inflamação e protegendo as células nervosas (J Immunol 173.9 (2004): 5794-800.). Algo que interessa muito os portadores de esclerose é justamente a diminuição de inflamação e proteção de células nervosas, e o chá verde em sua dosagem certa foi, comprovadamente, capaz de efetuar esta tarefa.

Em 2011, mais outro estudo com animais, o chá verde apresentou, ainda, a capacidade de aumentar significativamente as células T-reguladoras, que são essencias para gerar o equilíbrio do sistema imunológico e suprimir a auto-imunidade (Immunol Lett. 2011 May 20). Na Esclerose Múltipla ocorre quando os linfócitos T efetores atacam a mielina que rodeia e protege o sistema nervoso central. As células T reguladoras evitam que as células efetoras ataquem os tecidos saudáveis, ou seja, a mielina. As células T-reguladoras são componentes especializados do sistema imunitário que ajudam a manter a imunidade equilibrada. Se há deficiência de células T-reguladoras no corpo, o sistema imunitário se torna hiperativo, assim como ocorre nas doenças autoimunes, dentre elas, a esclerose múltipla. Neste último estudo, ficou comprovado que o chá verde (EM DOSES CORRETAS) apresentou significativa capacidade de aumentar as importantes células T-reguladoras, que beneficia o equilíbrio da função imune e bloqueio dos ataques autoimunes.

Agende sua consulta agora mesmo e trate de sua saúde da melhor forma com os princípios da nutrição avançada!

Referências:
1. Aktas, O., et al. “Green Tea Epigallocatechin-3-Gallate Mediates T Cellular Nf-Kappa B Inhibition and Exerts Neuroprotection in Autoimmune Encephalomyelitis.” J Immunol 173.9 (2004): 5794-800
2. Wong CP, Nguyen LP, Noh SK, Bray TM, Bruno RS, Ho E. Induction of regulatory T cells by green tea polyphenol EGCG. Immunol Lett. 2011 May 20. [Epub ahead of print]
3. Lifeextension.com


8 Comentários

  1. Maria Lúcia Silva Oliveira disse:

    Boa noite Dr Júlio Caleiro! Minha filha tem Esclerose Mútipla à 13 anos, e ela está sem andar e as pernas estão atrofiando. A vitamina D resolve para ela?
    Desde Já muito obrigada

    Maria Lúcia

    • Maria Lúcia,

      Sim, o tratamento à base de vitamina D poderá fazer a doença de sua filha (Esclerose Múltipla) entrar em regressão, e os sintomas poderão, até mesmo, desaparecerem por completo. A vitamina D tem sido comprovada cientificamente com uma importante função na regularização do sistema imune. É considerada como uma potente imunomoduladora, restaurando o equilíbrio do sistema imunológico (Brain. 2009 May;132(Pt 5):1146-60).

      Nesta linha de tratamento, verificaremos a alimentação que sua filha vem fazendo, e será direcionada em uma dieta mais específica para o completo e verdadeiro restabelecimento da saúde. Um pensador antigo já dizia: “Um homem pode se considerar feliz quando se alimenta daquilo que o também o cura” (Thoreau).

      Para agendar a consulta, entre em contato pelo fone (35) 3558-1919.

      Att.

      Júlio.

  2. Elise disse:

    Dr. Júlio. Boa noite! Eu faço o tratamento com altas doses da vitamina D para a esclerose múltipla. Gostaria de saber se há algum problema eu tomar chá verde, pois um dos efeitos do chá verde é ser diurético. Existe algum problema? Muito brigada e abraços

  3. Elisabeth Santos Ribeiro disse:

    Boa noite, sou portadora de EM desde 2003, atualmente não faço uso do tratamento convencional,
    só pulsei 1 vez e não tenho nenhuma sequela, comecei o tratamento à base de vitaminas com uma
    médica em Niterói no Rio, que usava a mesma linha do dr. Cícero ,só que ela parou de atender. Eu
    estou repetindo as receitas, e não tenho nenhum médico me atendendo atualmente, onde moro é
    complicado, estou morando na região dos lagos.
    O senhor poderia me indicar algum médico no Rio ou em Niterói?
    Agradeço desde já a atenção .
    Um abraço.

  4. hola buenas tardes soy de misiones (argentina) y necesitarla saber donde es posible conseguir los cuatro elementos del protocolo Deanna AKG, COMPLEJO1, GABA ,ACIDO CAPRILICO .PORQUE EN LA ARGENTINA NO SE CONSIGUEN. ME PODRIA DAR ALGUNA INFORMACION SOBRE DONDE CONSEGUIR.MUCHAS GRACIAS

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