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Cromo ligado à niacina pode aumentar significativamente a expectativa de vida

Em 26 de junho de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

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Os resultados de um estudo foi apresentado na 46ª Reunião Anual do Colégio Americano de Nutrição, realizado em 22-25 de setembro de 2005, em Kiawah Island, Carolina do Sul, em que se revelou que dietas suplementadas com cromo ligado a niacina, conhecido como Polinicotinato de cromo, resultaram em um aumento de 22% na expectativa de vida de ratos, quando comparados àqueles que não fizeram a suplementação.

No estudo utilizaram ratos que manifestavam aspectos da síndrome metabólica, que foram divididos em 3 grupos, o grupo que teve a suplementação de cromo ligado a niacina, o segundo grupo de ratos com dieta contendo cromo ligado a niacina, além de melão amargo, alho, gymnema sylvestre e feno-grego, e o terceiro grupo sem suplementação.  O primeiro grupo recebeu o dobro da quantidade de cromo que o segundo grupo. Todos os animais poderiam comer o quanto de comida desejavam, sem restrição.

Comparado com o grupo controle, os pesquisadores descobriram um aumento de 22% no tempo de vida máxima entre os ratos do primeiro grupo, que receberam apenas cromo ligado a niacina. Enquanto a primeira morte de um rato no grupo controle ocorreu na semana 47, a primeira morte do rato no grupo suplementado com cromo-niacina ocorreu na semana 59.

A taxa de mortalidade do segundo grupo foi semelhante ao grupo controle (sem suplementação), o que se deveu ao baixo consumo de cromo.

Os autores concluíram: “Este estudo sugere que a ingestão de determinados níveis de cromo-niacina pode aumentar expectativa de vida significativamente, imitando a restrição calórica.”

Referência científica:

Harry G. Preuss, Bobby Echard, Dallas Clouatre, Debasis Bagchi, Nicholas V. Perricone, Niacin-bound chromium increases life span in Zucker Fatty Rats, Journal of Inorganic Biochemistry, Volume 105, Issue 10, October 2011, Pages 1344–1349.

Tireóide: o exame TSH deve estar entre 0.5 à 2.0 micro UI/ML no sangue!

Em 25 de junho de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

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O Hipotireoidismo modifica as condições físicas das pessoas, além de trazer graves consequências ao organismo. Quando bem tratado, restaura a saúde e a normalidade física.

Abaixo são fotos de pacientes com hipotireoidismo, antes e depois do tratamento, extraídas do livro Hypothyroidism, autor Dr. Mark Starr (médico).

Um teste caseiro para verificar o hipotireoidismo, segundo o próprio Dr. Mark Starr, baseado em estudos científicos, é medir a temperatura corporal imediatamente ao acordar. Se a temperatura for inferior a 36.6C, é importante sinal indicativo do hipotireoidismo.

O teste deve ser complementado, no mínimo, pelos exames TSH, T4 livre e T3 livre. O TSH deve estar entre 0,5 à 2,00, conforme ensinos dos médicos pesquisadores e professores mais atualizados sobre o tema (ex: Dr. David Brownstein, Dr. Mark Starr e etc), com base/fundamento em estudos científicos sérios: Clin Endocrinol (Oxf) 1995 Jul;43(1):55-68.; Eur J Endocrinol 1998; 138: 141-45.; BMJ 2001 Oct 20;323(7318):891-5.

Porém, o TSH não é o único parâmetro para o diagnóstico do hipotireoidismo. É preciso analisar se o hormônio T4 está se convertendo em hormônio T3. O T3 é o hormônio ativo da tireoide. Veja trecho de aula do médico Dr. Lair Ribeiro sobre o tema:

http://www.youtube.com/watch?v=5gDsYkqDauA

O tratamento inclui uso de nutrientes em doses adequadas (ex: iodo inorgânico), e em muitos casos, com uso de hormônios bioidênticos T4 (tiroxina) combinado com T3 (triiodotironina). Dr. Mark Starr entende que o uso isolado de T4 sintético (ex: Puran e similares), sem o T3, não funciona adequadamente. Para aprofundar um pouco mais nesse assunto, sugiro a leitura da matéria escrita pelo médico Dr. Victor Sorrentino:

http://drvictorsorrentino.com.br/tireoide-alteracoes-sao-muito-mais-comuns-do-que-imaginavamos/

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Vitamina D3 no tratamento de Esclerose Múltipla

Em 20 de junho de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

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Em estudo científico randomizado, comprovou-se que a vitamina D3 apresentou resultados significativamente superiores/melhores no tratamento de Esclerose Múltipla, em comparação com o uso de Interferon. – Ann Neurol 2010; 67:618-624.

Os trabalhos científicos demonstrando o potencial terapêutico da vitamina D na Esclerose Múltipla (e diversas outras doenças autoimunes) tem se acumulado ano após ano.

Registrados no SCIRUS, verifica-se a existência de mais de 60.000 citações científicas da vitamina D como um nutriente terapêutico na Esclerose Múltipla.

Logo, aguardar demonstrar mais o que para que se compreenda que a vitamina D é INDISPENSÁVEL no tratamento da Esclerose Múltipla?

É evidente que o uso de altas doses de vitamina D exige acompanhamento de médico ou nutricionista aptos a esta terapia nutricional.

Assista trecho de aula do médico Dr. Ítalo Rachid abordando sobre o uso da vitamina D na Esclerose Múltipla:

Diminua ou elimine a Celulite com esta técnica inovadora!

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Envie email para orientação expressa, para:  juliocaleiro@hotmail.com

Consultório – 35 3531-8423   – Publicado em 16 de Junho de 2014, Monte Santo de Minas -MG.

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By; Dr Júlio Caleiro – Nutricionista -

Celulite – Em termos de exercício, não há nada mais eficaz na redução da celulite do que ‘Acceleration Training’, também conhecido como ‘Whole Body Vibration Training’ (WBVT). A atividade de é realizada sobre uma plataforma que vibra em três dimensões, tal como a plataforma vibratória. Este movimento melhora a circulação linfática e ajuda a quebrar a celulite de dentro para fora. Mas não se engane, 98% das plataformas disponíveis em centros de estética não faz este trabalho. Em consulta será prescrito a forma correta, bem como o tipo da plataforma científica, conforme os estudos recomendam.
As vibrações causam milhares de contrações musculares que bombeiam a linfa para fora dos tecidos congestionados, ajudando a eliminar as toxinas, o que facilita a carga sobre o sistema imunológico. Também estimula a produção do hormônio de crescimento humano (HGH), o “hormônio da queima de gordura.”  Também foi cientificamente demonstrado ser mais eficaz do que o exercício aeróbico na redução da gordura visceral, e as pesquisas também provaram que é excelente na redução da celulite! Em um estudo Alemão 2004, os indivíduos exercia sobre as plataformas entre 8 a 13 minutos, duas a três vezes por semana. Após seis meses, eles experimentaram uma redução de 26%  da celulite em suas nádegas e coxas. Um segundo de grupo no mesmo estudo,  adicionando 24 a 48 minutos de treinamento cárdio junto com treino no ‘WBVT’  tiveram ainda uma redução maior em torno de 32% na celulite após seis meses. Outros estudos confirmam os benefícios do treinamento de aceleração para a perda de gordura e celulite.  Para maiores informações marque sua consulta – pelo email – juliocaleiro@hotmail.com  e receba as orientações para o seu caso. Além disso, existem outras técnicas usadas que realmente diminuem a celulite seja nas pernas, coxas e glúteos.
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Referências:

1  LiveScience February 8, 2013
2  Care2 June 11, 2009
3  The Fat Flush Plan by Ann Louise Gittleman 2002
4  LiveScience February 8, 2013
5  CNN April 1, 2014
6  Dr. Libby May 28, 2013
7  Powerplate.com
8  Benchmark Medical Group 2004
9  PNAS 2007
10  Women’s Fitness April 28, 2014
11  Women’s Fitness April 7, 2014
12  Dr. Libby May 28, 2013

Vitamina D elimina completamente a dor em pacientes com anemia falciforme

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Em 11 de junho de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

(Colaboração especial de Luciano Caleiro Pimenta Jr – estudante de Biologia Ortomolecular)

A anemia falciforme resulta em má formação e mau funcionamento de células vermelhas do sangue. É causada por uma mutação genética do gene da hemoglobina. Esta condição resulta em anemia, e o tempo de vida dos glóbulos vermelhos afetados é reduzido em cerca de 90%.

Altas doses de vitamina D foram comprovados, em estudo científico, em anular COMPLETAMENTE os sintomas de dor em paciente com anemia falciforme.

Referência científica:

Osunkwo I. Complete resolution of sickle cell chronic pain with high dose vitamin D therapy: a case report and review of the literature. J Pediatr Hematol Oncol. Oct 2011;33(7):549-551

PRODUTOS QUE CAUSAM CÂNCERES, INCLUSIVE PRESENTE EM UTENSÍLIOS MÉDICOS

By; Dr Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 08 de Junho de 2014 – Monte Santo de Minas – MG. Para orientação expressa envie emails para:  juliocaleiro@hotmail.com

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Os retardadores de chama: Produtos antinífugos, resinas de poliéster, polímeros plásticos e espumas rígidas de poliuretano acrilamida; Dieta (especialmente alimentos ricos em amido, como batatas fritas, cozidas em altas temperaturas), o fumo do tabaco, e géis de poliacrilamida em produtos de consumo, tais como fraldas.

Aminas aromáticas: poliuretano, pesticidas, corantes azo, e muitos outros produtos Benzeno: gasolina ( bombas de gasolina, armazenamento de gasolina em um porão, ou na garagem), fumo de tabaco, removedores de adesivos, tintas, selantes, finishers, combustível do motor a óleos

Solventes orgânicos halogenados: limpeza a seco (lava louças), propulsor spray de cabelo, fumigantes do solo, processadores de alimentos, aditivos de gasolina e pintura, removedores de manchas de etileno (ETO) e óxido de propileno (PO): ETO é um gás usado para esterilizar equipamentos médicos, alimentos e especiarias, roupas e instrumentos musicais. Também encontrado na fumaça do tabaco e de exaustão de automóveis. PO é um esterilizante e fumigante, também encontrado em produtos automotivos e de pintura.

1,3-Butadieno: A fumaça do cigarro, escape de automóveis, vapores de gasolina e as emissões de instalações industriais aminas heterocíclicas: Carne cozida em altas temperaturas, e fumaça de tabaco.
Endógenos e farmacêuticas hormonais e outros desreguladores endócrinos: estrogênios (NÃO BIOIDÊNTICOS), progesterona e DES ( NÃO BIOIDÊNTICOS), juntamente com outros hormônios fármacos não hormonais que têm atividade hormonal ( NÃO BIOIDÊNTICA): Estes incluem quatro agentes quimioterápicos, dois medicamentos veterinários possivelmente presentes nos alimentos, o diurético furosemida, o anti -fúngica griseofulvina, e vários agentes anti-infecciosos.

MX: Uma das centenas de genotóxico subprodutos da desinfecção da água potável perfluorooctanóico PFOA ácido: Non-stick e revestimentos resistentes a manchas em tapetes, móveis, roupas e utensílios de cozinha; aplicações de combate a incêndios, cosméticos, lubrificantes, tintas, adesivos.

Nitro-HPAs: Poluição do ar, principalmente a partir de PAHs de escape diesel: A fumaça do tabaco, a poluição do ar, e os alimentos carbonizados.

Ocratoxina A (uma micotoxina que ocorre naturalmente): grãos, nozes e produtos de porco contaminada com ‘Styrene': Alimentos que tem estado em contato com poliestireno; produtos de consumo e materiais de construção, incluindo poliestireno, tapetes, adesivos, hobby e artesanato, suprimentos e produtos de manutenção em casa.

Químicos retardadores de chama pertencem à mesma classe de produtos químicos como o DDT e PCBs (compostos orgânicos halogenados), e como o primeiro eles também se acumulam no ambiente. Estes produtos químicos também reagem com outras toxinas, eles exalam dioxinas e furanos que causam câncer.
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Referências:

1   Breastcancer.org
2   Common Dreams May 23, 2014
3   Environ Health Perspect; DOI:10.1289/ehp.1307455
4   Rodale May 14, 2014
5   Chicago Tribune, Playing with Fire
6   Journal of Applied Toxicology January 12, 2012: 32(3); 219-232
7   Journal of the National Cancer Institute (2005) 97 (1): 1.
8   American Journal of Clinical Nutrition December 28, 2011
9   Clinical Cancer Research October 15, 2005 11; 7490
10   Anticancer Research March 2014: 34(3); 1163-1166
11   UC San Diego Health System Press Release March 6, 2014
12   Time Magazine March 7, 2014
13   American Live Wire March 7, 2014
14   UC San Diego Health System Press Release March 6, 2014
15   Anticancer Research February 2011: 31(2); 607-611
16   UC San Diego Health System Press Release March 6, 2014
17   U.S. News & World Report August 30, 2010

A Sucralose é prejudicial aos intestinos e pode causar leucemia

By; Ed. Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista. 04 de Junho de 2014, São Sebastião do Paraíso -MG – Brasil.

Para uma orientação expressa envie email para – juliocaleiro@hotmail.com
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A Sucralose prejudicial aos intestinos. Um estudo publicado em 2008 descobriu que a sucralose;

• Reduz a quantidade de bactérias benéficas no intestino em 50%, causando disbiose intestinal predispondo a muitas doenças.
• Aumenta o nível de pH no intestino.
• Afeta uma glicoproteína no organismo que pode ter efeitos cruciais sobre a saúde, especialmente se o indivíduo estiver usando certos medicamentos, como a quimioterapia, ou tratamentos para a AIDS e de doenças cardíacas.

Além disso, alguns dos estudos iniciais feitos com a Sucralose mostram alguns efeitos nocivos.

• Diminuição de células vermelhas do sangue – sinal de anemia.
• aumento da infertilidade masculina, interferindo com a produção de esperma e vitalidade, assim como lesões cerebrais.
• Calcificação em algumas partes dos rins.
• Abortos espontâneos em quase metade da população de coelhos em que ingeriram a sucralose, comparado a 0 abortos no grupo de controle.
• A taxa de mortalidade de 23% em coelhos, em comparação com uma taxa de mortalidade de 6% no grupo de controle

Pior ainda, o mais longo dos dois estudos realizados em humanos com a sucralose durou apenas quatro dias, a sucralose causou cáries profundas! Então, se você ingere a suclarose há anos sob indicação do seu médico, nutrólogo ou nutricionista, na verdade você está sendo usado como uma cobaia humana, já que ninguém sabe o que acontece quando os seres humanos que consomem esta substância por longos períodos.

A sucralose não é o único adoçante artificial que tem sido associado a leucemia. Os estudo com aspartame encontrou uma clara associação entre o consumo de aspartame e linfoma não-Hodgkin e leucemia em homens.

O aspartame é essencialmente constituído por ácido aspártico e a fenilalanina. A fenilalanina foi sinteticamente modificada para transportar um grupo metil, o qual proporciona a doçura. Essa ligação metil – fenilalanina, permite que o grupo metil na fenilalanina quebre facilmente e forme o metanol. Isto está em nítido contraste com que ocorre naturalmente o metanol encontrado em certas frutas e legumes, onde é firmemente ligado a pectina, permitindo que o metanol passe com segurança através de seu aparelho digestivo.

Metanol age como um cavalo de Tróia metabólica; ele atinge tecidos suscetíveis ao organismo, como o cérebro e medula óssea, onde a enzima ADH converte em formaldeído que causa estragos em proteínas sensíveis e DNA. Todos os outros animais por outro lado, tem um mecanismo de proteção que permite o metanol ser decomposto em ácido fórmico inofensivo mas, de acordo com o perito em aspartame Dr. Woodrow Monte, há um grande problema bioquímico com metanol em seres humanos, devido à diferença e como ele é metabolizado, em comparação com todos os outros animais. É por isso que os testes toxicológicos em animais é um modelo falho. Ele não se aplica totalmente aos seres humanos que são incapazes de converter o formaldeído tóxico em ácido fórmico inofensivo, e por isso torna-se muito tóxico.
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Referências:

Food and Drug Administration “Final Rule ” for Sucralose, 21 CFR Part 172, Docket No. 87F-0086.
Lord GH, Newberne PM. Renal mineralization — a ubiquitous lesion in chronic rat studies. Food Chem Toxicol 1990 Jun;28:449-55.
Labare MP, Alexander M. Microbial cometabolism of sucralose, a chlorinated disaccharide, in environmental samples. Appl Microbiol Biotechnol. 1994 Oct
Hunter BT. Sucralose. Consumers’ Research Magazine, Oct90, Vol. 73 Issue 10, p8, 2p.
Maudlin RK. FDA approves sucralose for expanded use. Modern Medicine, Oct99, Vol. 67 Issue 10, p57, 1/9p
Sucralose — a new artificial sweetener. Medical Letter on Drugs & Therapeutics, 07/03/98, Vol. 40, Issue 1030, p67, 2p.
Q&A: Is newly FDA approved sweetener sucralose good for you? Executive Health’s Good Health Report, Nov98, Vol. 35 Issue 2, p6, 1p, 1c.
Q&A: Is newly FDA approved sweetener sucralose good for you? Executive Health’s Good Health Report, Nov98, Vol. 35 Issue 2, p6, 1p, 1c.
Gain B. FDA approves J&J Sweetener. Chemical Week, 04/15/98, Vol. 160 Issue 14, p27, 1/4p.
Sucralose Toxicity Information Center
Splenda Product Web Site
Official Tate & Lyle Sucralose Web Site
Endurance News, Issue 26.

Imagem extraida do site – http://www.anovaordemmundial.com

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