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L-Carnitina é melhor que testosterona na melhoria dos sintomas do envelhecimento, segundo estudo científico.

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Em 15 de abril de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

A edição da importante Revista ‘Urology de Abril de 2004 publicou conclusões de pesquisadores italianos em que verificaram que o aminoácido carnitina foi mais ativo do que o hormônio testosterona na melhora dos sintomas do envelhecimento em homens, como a disfunção sexual e depressão, associados aos hormônios androgênicos.

Cento e vinte (120) homens entre 60 e 74 anos de idade com sintomas de baixos níveis de testosterona foram randomizados para receber por via oral 160mg de Undecanoato de testosterona por vira oral, uma dose Propionil-L-Carnitina e outra dose de Acetil-L-Carnitina por dia, e outro grupo placebo. Foram avaliados antes do tratamento, durante e 3 meses após, dentre outros parâmetros, os seguintes dados: antígeno específico da próstata, volume da próstata, tumescência peniana noturna, testosterona livre e total, prolactina, hormônio luteinizante, escores de função erétil, depressão e fadiga.

Em resumo, neste estudo, concluiu-se o seguinte:
1. L-Carnitina é mais ativo que a testosterona em homens mais velhos que apresentam disfunção sexual e depressão causada pela deficiência de androgênio.
2. Tanto a testosterona quanto L-carnitina aumentam o desejo sexual, satisfação sexual e tumescência peniana noturna, mas a L-Carnitina é mais eficaz do que a testosterona na melhoria da função erétil, tumescência peniana noturna, orgasmo e bem estar sexual em geral.
3. L-Carnitina foi mais eficaz do que a testosterona no tratamento da depressão.
O tratamento com carnitina não foi associado com um aumento do volume da próstata, como foi o tratamento com testosterona após o período de 6 meses. Os níveis de PSA não aumentaram em nenhum grupo.

Assim, você que iniciou o uso de testosterona já considerou antes ter utilizado este aminoácido? Evidentemente, o uso de qualquer suplemento deve ser por meio do competente acompanhamento médico ou de nutricionista. Não suspenda o uso de nenhum tratamento de saúde, ou inicie algum, sem o conhecimento do médico ou nutricionista de sua confiança!

Referência científica:
Cavallini G, Caracciolo S, Vitali G, Modenini F, Biagiotti G. Carnitine versus androgen administration in the treatment of sexual dysfunction, depressed mood, and fatigue associated with male aging. Urology. Apr 2004;63(4):641-6.

Informativo – Elíptico ou Caminhada?

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By Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 12 de Abril de 2014 – email - juliocaleiro@hotmail.com

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Elíptico ou Caminhada?

No que se refere à queima calórica o elípitico sob baixa a média intensidade tem a mesma proporção de queima calórica.  Um estudo publicado este mês no ‘British Journal of Sports Medicine’,  a caminhada faz com que 112% do peso corporal toca ao solo a cada passo, enquanto apenas 73% sob um treinamento elíptico.  Esta comparação é uma vantagem para as pessoas com dores nas articulações e devem realizar o elíptico, mas nem tanto para aqueles que esperam que o exercício ajudará a saúde óssea. De acordo com recentes estudos, os resultados do treinamento no elíptico tem maior ativação dos músculos das nádegas e coxas do que a caminhada, e menos ativação dos músculos da panturrilha.  Treinamento elíptico também coloca maior pressão sobre a parte inferior das costas do que andar uma consideração para as pessoas com problemas nas costas, hérnias de disco, lumbago e outros.
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Referências:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17805099
http://www.nytimes.com/

Magnésio no tratamento de arritmias cardíacas graves, como fibrilação atrial, extra-sístoles e taquicardias.

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Em 07 de abril de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423. São Sebastião do Paraíso-MG.

Entre 40 e 60% das pessoas que sofrem ataques cardíacos súbitos podem ter nenhuma obstrução arterial ou histórico de batimentos cardíacos irregulares (AM J Cardiology, vol 75, pp. 321-323, 1995). Duas causas suspeitas são: espasmos nas artérias coronárias e ocorrência de uma perturbação grave do ritmo cardíaco, como fibrilação atrial. Ambas as causas podem ser resultante de uma deficiência de magnésio (Pierce JB, Heart Healthy Magnesium: Your Nutrition Key to Cardiovascular Wellness, Avery Publishing Group, New York, 1994; Iseri LT, “Magnesium and cardiac arrhythmias”, Magnesium, vol. 5, nos, 3-4, po. 111-126, 1986.; Magnesium, vol. 8, pp. 229-306, 1989).

Níveis baixos de magnésio faz com que o músculo cardíaco fique muito sensível, levando ao desenvolvimento de uma pertubação do ritmo que não poderá ser interrompido sem intervenção médica de urgência. A médica Dra. Carolyn Dean, autora do livro ‘The Magnesium Miracle, informa que:

“É importante reconhecer a possibilidade de deficiência de magnésio, e aplicar imediatamente o magnéiso por via intravenosa. Batimentos cardíacos rápidos ou taquicardia atrial, extra-sístoles, fibrilação atrial, todos essas condições respondem favoravelmente por administração de magnésio intravenoso (Am J Med Sci, vol. 206, pp. 43-48, 1943; Scand Cardiovasc J, vol. 33n. 5, pp. 300-305, 1999; Magnes Res, vol. 13, n. 2, pp-111-112, 2000; J Intern Med, vol. 247, pp. 78-86, 2000; Acta Pharmacol Toxicol Copenh, vol. 54, suppl. 1, pp 119-123, 1984; JAMA, vol 268, pp. 2395-2402, 1992; Ann Thorac Surg, vol 59, pp. 942-947, 1995; Ann Thorac Surg, vol. 72, n. 4, pp. 1256-1261, 2001).”

A importância do magnésio no tratamento de arritmias cardíacas foi demonstrado pela primeira vez em 1935 (Klin Wochenschr, vol. 14, pp. 1429-1433, 1935). Segundo o naturopata e pesquisador Dr. Mark Sircus, autor do livro “Magnesium: The Ultimate Heart Medicine”:

“Desde então tem havido inúmeros estudos mostrando o benefício do magnésio para muitos tipos de arritmias, incluindo, fibrilação atrial, contrações prematuras ventriculares, taquicardia ventricular e arritmias ventriculares graves. Suplementação de magnésio também foi demonstrado ser útil no tratamento de angina, quer devido a um espasmo da artéria coronária ou aterosclerose.”

(…)

O magnésio é indicado para arritmias ventriculares relacionadas com a toxidade digitálica, e overdose de antidepressivos tricíclicos. Em pacientes criticamente enfermos, a administração de magnésio mostrou-se mais eficaz do que o medicamento Amiodarona para a conversão de taquiarritmias atriais agudas (Br J Anaesth 1999, 83: 302-20).”

A síndrome de morte súbita por arritmia repentina é um mal funcionamento da atividade elétrica no coração. É uma desordem do sistema elétrico do coração que pode levar à morte pessoas aparentemente saudáveis, sem qualquer aviso. O problema centraliza-se no período de tempo que leva o sistema elétrico para recarregar depois de uma batida do coração. Isto é conhecido como o intervalo QT. As pessoas que tem um intervalo QT longo são mais vulneráveis a uma arritmia.

O magnésio tem um efeito estabilizador sobre as membranas celulares, particularmente no músculo cardíaco. Um coração saudável gera impulsos elétrico estáveis e previsíveis. A falta de magnésio permite impulsos elétricos instáveis o que faz gerar ritmos cardíacos anormais (NY State J Med. 1986 Mar; 86(3): 133-6; Clin Cardiol. 1992 Aug; 15(8): 556-68). As pesquisas sobre a administração de magnésio , ao longo dos anos, tem se concentrado o seu uso durante um ataque cardíaco para reduzir a morte por arritmias fatais (Magnes Res 2003 Mar; 16(1): 65-9).

O magnésio deve ser levado para todas as condições do coração, exceto quando a pressão arterial está muito baixa, ou quando há suspeita de insuficiência renal. Uma vez que nenhum medicamento pode substituir o magnésio, este mineral é indicado para a maioria dos pacientes cardíacos. O magnésio, em particular em sua forma de cloreto (cloreto de magnésio), é o suplemento definitivo tanto para a prevenção como para tratamento de doenças cardíacas.

*Todas as referências científicas foram citadas na matéria . Além disso, este texto fundamenta-se nos seguintes livros:
1. Magnesium: The Ultimate Heart Medicine – Dr. Mark Sircus
2. The Magnesium Miracle – Dra. Carolyn Dean

Perda de sono pode causar danos cerebrais e acelerar o início da doença de Alzheimer, confirmam 2 novos estudos.

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Ed; By Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista -    Texto da íntegra Dr. Mercola.

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Hábitos ruins de sono  poderiam causar danos cerebrais e até mesmo acelerar o aparecimento da doença de Alzheimer? De acordo com pesquisas recentes, a resposta é sim. De acordo com a neurocientista Dra. Sigrid Veasey, professora associado de Medicina e membro do Centro de Sono e ciclo circadiano de Neurobiologia na Escola Perelman de Medicina, esta é a primeira vez que eles foram capazes de mostrar que a perda de sono realmente resulta na perda dos neurônios.
Um segundo estudo também sugere que se você dorme mal, você está em maior risco para o início mais precoce de demência grave.

Perda de sono Ligado à Demência.

O primeiro estudo em questão publicado no ‘Journal of Neuroscience’ descobriu que o sono é necessário para a manutenção da homeostase metabólica em seu cérebro. A vigília está associada com o estresse mitocondrial, e sem dormir o suficiente o neurônio se degenera. A pesquisa também mostrou que ao tentar compensar o “débito de sono” no fim de semana por exemplo, não vai impedir esse dano. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores submeteram ratos emhorário de sono irregular semelhante ao dos trabalhadores noturnos. Os camundongos perderam 25% dos neurônios localizados no locus ‘Coeruleus’, um núcleo na base do cérebro associada com a excitação, insônia e certos processos cognitivos.

Perturbações do sono crônico pode desencadear o início de Alzheimer.

Na mesma linha a pesquisa publicada na revista ‘Neurobiology of Aging’ sugere que as pessoas com problemas de sono crônico pode desenvolver a doença de Alzheimer mais cedo do que aqueles que dormem bem. De acordo com o principal autor ‘Domenico Praticó’, professor de farmacologia e microbiologia / imunologia na Escola da Universidade de Medicina, diz: “A grande questão biológica que tentamos abordar neste estudo é se, o distúrbio do sono é um fator de risco para desenvolver a doença de Alzheimer ou é algo que se manifesta com a doença.” Usando camundongos criados para desenvolver a doença de Alzheimer, os pesquisadores expuseram um grupo de ratos a 12 horas de luz e 12 horas de escuridão, enquanto outro grupo foi exposto a 20 horas de luz e apenas quatro horas de escuridão. A falta de escuridão reduziu significativamente a quantidade de tempo que os ratinhos dormiam. No final das oito semanas de duração do estudo, os ratinhos que dormiam menos tiveram memória significativamente mais pobre. Sua capacidade de aprender coisas novas também foi prejudicada, apesar do fato de que os 2 grupos de ratos tiveram aproximadamente a mesma quantidade de placas amilóides (uma característica da doença de Alzheimer ) em seus cérebros. Segundo o Dr. Praticò: ”..Observamos que o grupo de distúrbios do sono tiveram um aumento significativo na quantidade de proteína tau que ficou fosforilada e formaram os emaranhados dentro das células neuronais do cérebro …”.
Devido a fosforilação anormal da tau, os ratos privados de sono tiveram um enorme rompimento dessa conexão sináptica. Esta perturbação acabará por prejudicar a capacidade do cérebro de aprendizagem, formando uma nova memória e outras funções cognitivas, que contribui para a doença de Alzheimer ” .

 

http://www.youtube.com/watch?v=xTbg2sUOg80

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Referências:

1   Journal of Neuroscience 19 March 2014, 34(12): 4418-4431 
2   Penn Medicine Press Release March 18, 2014 
3   Medical News Today March 20, 2014 
4   Scholarpedia, Locus Coeruleus 
5   Time March 19, 2014 
6   Neurobiology of Aging 18 February 2014 [Epub ahead of print] 
7   Medical News Today March 18, 2014 
8   Science 18 October 2013: 342(6156); 373-377 
9   University of Rochester Medical Center, October 17, 2013 
10   Time October 17, 2013 
11   Kurzweill.com October 18, 2013 
12   Science News October 17, 2013 
13   Medical News Today October 18, 2013 
14   CNN Health March 19, 2014 
15   Alzheimer’s Association 2014 Facts and Figures report 
16   PLOS Medicine December 06, 2011 
17   Gizmodo March 26, 2014 
18   Associated Press March 26, 2014 
19   Amazon.com, Philips goLITE BLU Light Therapy Device 
20   Justgetflux.com

Síndrome do ovário policístico (SOP): como tratar de modo seguro, simples e eficaz?

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Em 04 de abril de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Estima-se que 10 a 20% das mulheres tem a síndrome do ovário policístico que iremos nos referir pela sigla SOP. A medicina convencional tende a prescrever dois tipos de tratamento, os quais afetam apenas os sintomas e, ainda, com pouco sucesso e muitos efeitos adversos. Um dos tratamentos é o que podemos chamar de ‘castração química temporária’, por meio de uso de pílulas anticoncepcionais, andrógenos (hormônios masculinos), bloqueadores de andrógenos, estrógenos sintéticos, Lupron ou drogas similares que bloqueiam a produção hormonal. O outro tratamento seria prescrever medicamentos orais para o diabetes tipo II, o que reduziria a resistência a insulina. Todavia, apresentarei uma terceira via de tratamento, mais segura, eficaz e mais saudável, pela linha nutricional.

O que é a SOP?

SOP refere-se, de modo simplificado, a múltiplos cistos nos ovários e uma série de outros problemas que lhe seguem, dentre elas as principais são: anovulação (ausência de ovulação), alterações menstruais, hirsutismo (ex: pêlos faciais), calvície, acne, e muitas vezes obesidade. Estas mulheres podem desenvolver diferentes graus de resistência a insulina e um aumento da incidência de diabetes tipo II, níveis lipídicos alterados (geralmente triglicérides altos) e baixa densidade óssea e níveis elevados de testosterona.

A má alimentação é um dos maiores contribuintes para o SOP. Mulheres jovens com SOP tendem a comer muito açúcar e carboidratos refinados. Esses alimentos causam um aumento nos níveis de insulina. De acordo com o médico Dr. Jerilin Prior, a insulina estimula receptores de andrógenos do lado de fora do ovário, causando os sintomas típicos do SOP, como excesso de pêlos (no rosto, braços e pernas), cabelos finos (na cabeça) e acne. Uma vez que este tipo de dieta é a favorita entre as mulheres jovens (em geral), é fácil entender porque há tanto SOP nessa faixa etária. Cinquenta anos atrás, as pessoas consumiam em média um quilo de açúcar por ano. Hoje, o adolescente em média consume um quilo de açúcar por semana! Batatas fritas, salgadinhos de milho, massas, arroz branco são carboidratos altamente refinados, que também atuam sobre o corpo da mesma forma que o açúcar.

Por isso é facilmente compreensível que os dois tipos de tratamentos abordados pela medicina convencional, por bloqueio de hormônios ou drogas redutoras de insulina não funcionam por muito tempo. Essas abordagens não tratam a causa do problema, suprimem apenas os sintomas e de forma temporária, sem falar dos efeitos colaterais desagradáveis (ClinEndocrinol (Oxf). 2011 Apr;74(4):424-433).

Sintomas do SOP:

1. Anormalidade menstrual: ciclos mais longos do que 35 dias (menos de 8 ciclos menstruais por ano), falta de menstruar por quatro meses ou mais.

2. Excesso de produção de androgênios: aumento dos níveis de andrógenos é uma característica principal da SOP (ex: elevação anormal dos níveis de testosterona), e pode resultar em excesso de pelos faciais e corporais (hirsutismo), acne adulta e calvície do padrão masculino (em mulheres).

3. Ovários policísticos: ovários aumentados contendo numerosos pequenos cistos e podem ser detectados por ultrassom. Todavia, ao contrário que se possa pensar, este não é sintoma principal já que nem todas mulheres com ovários policístico tem a SOP, e há aquelas com SOP que também possuem ovários normais (Reprod Biomed Online. 2004 Jun;8(6):644-8; Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism 89 (6): 2745–9.) Como afirmado acima, o principal sintoma é a elevação anormal de níveis andrógenos (ex: altos níveis de testosterona).

4. Infertilidade: a SOP é a causa mais comum de infertilidade feminina. Muitas mulheres com a SOP tem ovulação não frequente ou inexistência de ovulação o que é um problema na hora de engravidar. SOP está também associada com aborto espontâneo e pré-eclâmpsia (Best Pract Res ClinObstetGynaecol. 2004 Oct;18(5):755-71).
5. Resistência à insulina e diabetes tipo 2: mulheres com SOP tem maior incidência de resistência à insulina e diabetes tipo 2 – Hum Reprod Update. 2010 Jul-Aug;16(4):347-63.

6. Acantose nigricans: é uma cor escura, mal definida, hiperpigmentação aveludada encontrada na nuca, axilas, parte interna das coxas, vulva e sob as mamas. Esta é condição de resistência à insulina (Dermatol Online J. 2008 Sep 15;14(9):2).

Vamos agora abordar o tratamento pela nutrição funcional. Quais nutrientes podem ser úteis no efetivo tratamento da SOP? Vamos citar ALGUNS deles, aqueles que considero como os principais.

1. D-Chiro-Inositol (DCI): pode ser considerado o maior promissor no tratamento de SOP. Baixos níveis de DCI foram observados em pessoas com baixa sensibilidade a insulina e SOP (Diabetes Care. 1994 Dec;17(12):1465-8; Yonsei Med J. 2005 Aug 31;46(4):532-8.; Metabolism. 2008 Oct;57(10):1390-7). Em um estudo com 44 mulheres obesas com SOP, observaram que aquelas tomaram uma dose diária de DCI entre 6 a 8 semanas, apresentaram melhoras importantes na sensibilidade à insulina, pressão sanguínea, níveis de triglicérides e redução de níveis séricos de testosterona. Os investigadores concluíram que: “DCI aumenta a ação da insulina em pacientes com SOP, melhora a função ovulatória, diminui as concentrações de andrógenos séricos, pressão arterial e concentrações de triglicérides plasmáticos” (N Engl J Med. 1999 Apr 29;340(17):1314-20). Em outro estudo envolvendo mulheres magras com SOP, as pacientes tratadas com DCI melhoraram significativamente, exibindo uma redução significativa em 73% nos níveis de testosterona (em comparação com o grupo placebo). Além disso, essas pacientes do grupo DCI apresentaram reduções de insulina, triglicérides e pressão arterial, enquanto que nenhuma mudança foi observada no grupo placebo ( EndocrPract. 2002 Nov-Dec;8(6):417-23.).

2. Mio-Inositol: em um estudo controlado por placebo com 42 mulheres com SOP, aquelas que receberam mio-inositol tiveram resultados superiores ao grupo placebo, mostrando diminuição da testosterona, triglicérides e pressão arterial, melhoria significativa na sensibilidade a insulina e grande aumento da frequência de ovulação ( Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2009 Mar-Apr;13(2):105-10.). Outro estudo (controlado por placebo) com 20 mulheres com SOP foram dadas uma alta dose de mio-inositol e uma dose de ácido fólico. Após 12 semanas, as mulheres do grupo mio-inositol mostraram melhora a sensibilidade a insulina, e nos níveis de andrógenos. De forma surpreendente, todas as mulheres que tomaram mio-inositol voltaram a ter ciclos menstruais normais (GynecolEndocrinol. 2008 Mar;24(3):139-44.). Em mais outro estudo, envolvendo 50 mulheres com SOP onde foi administrado uma dose diária de mio-inositol em sintomas de hirsutismo. As participantes que usaram mio-inositol tiveram diminuição dos níveis de testosterona, insulina, redução no hirsutismo, melhorias na aparência da pele. Os pesquisadores concluíram que “a administração de mio-inositol é um tratamento simples, seguro, que melhora o perfil metabólico de pacientes com SOP, reduzindo o hirsutismo e acne (GynecolEndocrinol. 2009 Aug;25(8):508-13.).

3. N-Acetil-Cisteína (NAC): é um derivado estável do aminoácido cisteína contendo enxofre e um antioxidante, que é necessário para a produção de glutationa, um dos mais importantes antioxidantes e desintoxicantes naturais do corpo. NAC melhora a função da insulina em seus tecidos periféricos. O tratamento com NAC reduziu de forma significativa níveis de testosterona em mulheres com SOP – J Womens Health (Larchmt). 2010 November; 19(11): 2043-8. NAC é efica em induzir ou aumentar a ovulação em pacientes com SOP, o que auxilia na fertilidade (ActaObstetGynecol Scand. 2007;86(2):218-22.).

4. Saw Palmetto: inibe a atividade de uma enzima, a 5-alfa-redutase, reduzindo, assim, a conversão de testosterona em di-hidrotestosterona, a forma mais androgênica do hormônio masculino. Isto tem implicações para redução de acne, excesso de pelos faciais e no corpo, bem como com a perda de cabelo. O uso oral de saw palmetto retarda a perda de cabelo, melhora a densidade do cabelo em pacientes com perda de cabelo relacionada a níveis de testosterona (J Alter Complement Med. 2002 April ;8(2): 143-152).

Bom, esses são alguns dos nutrientes que podem vir a ser utilizados para um tratamento nutricional eficaz na SOP. Aliado a isto, inclui-se hábitos saudáveis como prática de atividade física, alimentação balanceada (ex: diminuição do consumo de carboidratos refinados e alimentos processados), inclusão de bons óleos (ex: óleo de ômega 3 e óleo de coco), e boa ingestão de água e manutenção de ótimos níveis de vitamina D3, vitamina C e magnésio no organismo. A terapia nutricional quando bem dirigida é capaz de reverter graves doenças naturalmente, e modo de forma saudável, sem os efeitos graves do uso crônico de medicamentos, que não tem tratado a causa do problema, mas tão somente seus sintomas e temporariamente.

Todavia, alerto que as dosagens para fins terapêuticos são individuais, e devem seguir os estudos científicos indicados, sob pena de não surtirem efeitos desejados. Procure um profissional de sua confiança que compreenda esta terapia, e evidentemente não faça uso de suplementos sem orientação.

*Todas as referências científicas foram citadas no corpo da matéria.

Mercola.com

Lifeextenson.com

Ferro excessivo e sobrecarga no organismo. Suplementos com ferro podem ser tóxicos e perigosos.

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By Ed; Dr. Júlio Caleiro,  Nutricionista. Publicado em 30 de Março de 2014

Ferro excessivo e sobrecarga no organismo, suplementos de ferro podem tóxicos e perigosos.

A Verificação de sobrecarga de ferro é feito através de um simples exame de sangue chamado de teste de ferritina sérica.
O teste mede a molécula transportadora de ferro, uma proteína que se encontra no interior das células chamada ferritina, que armazena o ferro. Se os seus níveis de ferritina são baixos,isso significa que seus níveis de ferro também são baixos.
A faixa saudável de ferritina sérica encontra-se entre 20 e 80 ng / ml. Abaixo de 20  você é deficiente de ferro, e acima de 80, você tem um excesso de ferro.

Os níveis de ferritina pode ir muito alto, a níveis mais de 1.000, mas qualquer coisa acima de 80 provavelmente vai ser um problema. A faixa ideal é de 40-60 ng / ml. Como um exemplo os níveis elevados de ferro podem prejudicar a sua saúde, lesar o pâncreas por exemplo e desenvolver diabetes. Altos níveis de ferritina / ferro são também um dos principais fatores em casos de doenças hepáticas especialmente a hepatite C. Muitos pacientes que apresentam os sintomas da hepatite C melhoram drasticamente uma vez que seus níveis de ferritina são reduzidos.

O que você pode fazer se seus níveis de ferro são muito altos?

Felizmente a solução para diminuir o seu nível de ferro é relativamente simples. Apenas doar o seu sangue!
A maioria de nós pode fazer isso, mas se você já teve a doença no passado que o impede de fazê-lo, o seu médico pode prescrever uma receita para flebotomia terapêutica. No entanto em vez de remover um litro de sangue, 300 a 500mls. Um litro, é uma percentagem significativa do volume de sangue e poderá sentir cansado e desgastado por um número de dias. Muitos se sentem melhor só removendo 200 a 300 mls.

Cuidado com suplementos tóxicos que contenha ferro.

Para aqueles que vem lutando contra a anemia por deficiência de ferro, a melhor fonte de ferro é a carne vermelha de alta qualidade, de preferência gados alimentados com capim orgânico. Se isso não for disponível ou você simplesmente prefere não comer carne vermelha poderá então tomar um suplemento de ferro em seu lugar. Mas com cautela! Sulfato ferroso por exemplo é uma forma de ferro encontrado em muitospolivitamínicos incluindo multivitaminas para crianças, é um metal inorgânico relativamente tóxico que pode levar a problemas significativos.

O maior perigo é a overdose aguda, que pode ser letal! Uma forma segura de suplemento é o de ferro carbonila. Ao que tudo parece nunca houve uma overdose relatada de ferro carbonila, ao contrário do sulfato ferroso. No entanto, você ainda deve manter suplementos de ferro longe das crianças e preferir sempre os alimentos ricos em ferro.

Lembre-se, você não deve tomar suplementos de ferro, incluindo ferro carbonila se você tem:
• Hemocromatose ( sobrecarga de ferro )
• Hemosiderose
• anemia hemolítica (como eu descrevi no início)

Conhecimento é Poder! É importante saber sobre a deficiência de ferro e sobrecarga de ferro como muitos médicos são ignorantes sobre esse fato, ou simplesmente não se aplicam seus conhecimentos ao recomendar testes ferritina regular.
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Referências:
1-   Discover Fit & Health

 

A mais poderosa terapia para acabar com o Câncer!

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By, Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista. Publicado em 29 de Março de 2014 – Sao Sebastião do Paraíso MG- Brasil.

A mais poderosa estratégia essencial que conheço para acabar com o câncer, é mantando as células do câncer de fome, privandos-as de sua fonte de alimento principal, o que em grande parte tipicamente, é o açúcar! Ao contrário de todas as outras células do corpo, que ‘queimam’ carboidratos ou gorduras para obtenção de combustível, as células cancerosas perdem a flexibilidade metabólica e só podem prosperar se houver presença de açúcar suficiente. Foi realmente justo  o Dr. ‘Otto Warburg’, como ganhador do ‘Prêmio Nobel’  há mais de 75 anos atrás quando descobriu isso, mas praticamente nenhum oncologista realmente usa essas informações e nem conhece o trabalho deste renomado cientista. Não se enganem sobre isso, a primeira coisa que o paciente de câncer deve pensar, é procurar um(a) Nutricionista para a prescrição dietoterápica neste sentido, se você quer evitar ou tratar o câncer DE VERDADE! Mas, se você tem os níveis de insulina alterados dentro de uma classificação diferenciada da classificação convencional, e resistência à leptina (que 85% das pessoas tem) o correto é cortar todas as formas de açúcar/ do tipo frutose e carboidratos de grãos da sua dieta, isso matará de fome as células cancerosas e poderá ficar livre do câncer em semanas. Ainda vai escolher a quimioterapia convêncional?

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Referências:

Credit-Suisse October 22, 2013
2   PLOS Medicine February 2, 2008
3   PLOS Medicine February 2, 2008
4   New York Times February 8, 2008
5   CNN Health March 11, 2014
6   Bloomberg September 9, 2013
7   Bloomberg September 9, 2013
8   EWG Farm Subsidies
9   AlterNet January 10, 2014
10   AlterNet January 10, 2014
11   MedicineNet January 28, 2014
12   CDC Preventing Chronic Disease 2014
13   JAMA Intern Med. February 3, 2014
14   New York Times March 1, 2011

 

Pacientes Diabéticos TIPO II com RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA (RD) podem obter benefícios através da suplementação de VITAMINA C com TAURINA.

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By; Dr Júlio Caleiro – Nutricionista.  Publicado em 26 de Março de 2014, São Sebastião do Paraíso -MG.

Pacientes Diabéticos TIPO II com RETINOPATIA DIABÉTICA PROLIFERATIVA (RD) podem obter benefícios através da suplementação de VITAMINA C com TAURINA.

“O estudo revela a atividade antioxidante da combinação de taurina com vitamina C, apresentando efeitos positivos sobre os índices de carboidratos, metabolismo lipídico e características hepatoprotetora em pacientes com diabetes mellitus tipo II com a RD. Levando-se em consideração as peculiaridades das relações e correlação entre parâmetros funcionais, clínicos e bioquímicos, os resultados de estudos experimentais em animais, é aceitável em usar a Taurina + Vitamina C como parte do tratamento conservador de pacientes com diabetes mellitus tipo II com a RD”.

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Referência:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24632640

Baixas doses de naltrexona e seus resultados surpreendentes no tratamento de câncer, HIV/AIDS e doenças autoimunes!

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Em 21 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone do consultório (35) 3531-8423.

Câncer: A partir de meados de 2004, o médico Dr. Bernard Bihari relatou ter tratado mais de 300 pacientes que tiveram câncer, que não responderam ao tratamento padrão. Desse grupo, cerca de metade, após o tratamento de 4 a 6 meses com baixas doses de naltrexona, começaram a demonstrar uma parada no crescimento do câncer, e destes, mais de um terço tiveram sinais claros e objetivos de redução do tumor.

HIV/AIDS: Em setembro de 2003, o médico Dr. Bihari tratou 350 pacientes com AIDS usando baixas doses de naltrexona juntamente com terapias aceitas para AIDS. Ao longo dos 7 anos, 85% desses pacientes não apresentavam níveis detectáveis do vírus HIV – uma taxa de sucesso muito superior que a maioria dos tratamentos atuais da AIDS, e sem efeitos colaterais significativos. É interessante notar que muitos dos pacientes com HIV/AIDS tem vivido sem sintomas durante vários anos, tendo apenas utilizado baixas doses de naltrexona, sem outros medicamentos.

Doenças autoimunes: dentro do grupo de pacientes que apresentaram uma doença autoimune, TODOS experimentaram uma parada na progressão da doença. Em muitos pacientes, houve uma remissão dos sintomas da doença. O maior número de pacientes no grupo de doença autoimune eram pessoas com esclerose múltipla, dos quais havia cerca de 400 na prática do médico Dr. Bihari. Menos de 1% dos pacientes experimentaram um ataque em esclerose múltipla, enquanto mantiveram a terapia com baixas doses de naltrexona.

Considerando os resultados surpreendentes acima, por que um medicamento de tão baixo custo é completamente ignorado no tratamento de doenças graves pela medicina convencional? Muitas pessoas que estão acamadas poderiam ter sua vida e saúde completamente restauradas, conforme é a experiência do médico Dr. Bihari e tantos outros médicos pelo mundo (ex: Dr. Burt Berkson, Dra. Maira Gironi, Dra. Jacquelyn McCandless, e etc).

As dosagens do naltrexona, nesta terapia, variam de 1.5mg à 4.5mg, com necessidade de prescrição médica ou de dentista.

Consulte o médico de sua confiança para avaliar a possibilidade de se iniciar esta terapia.

Referências:
1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/05/26/powerful-breakthrough-beats-cancer-and-autoimmune-diseases.aspx

2. http://www.lowdosenaltrexone.org/index.htm#What_diseases_has_it_been_useful_for

3. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/09/19/one-of-the-rare-drugs-that-actually-helps-your-body-to-heal-itself.aspx

4. http://www.lowdosenaltrexone.org/bbihari_cv.htm

5. http://www.youtube.com/watch?v=x54Jccr8GT8

Vacina HPV é causa de graves doenças!

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Em 18 de março de 2014, por Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. Fone (35) 3531-8423.

Em meados de 2012, o “Vaccine Adverse Event Reporting System” (VAERS) recebeu 119 relatos de mortes após a vacinação HPV, bem como: 894 relatos de deficiência, 517 eventos adversos potencialmente fatais, 9.889 atendimentos de emergência, 2.781 hospitalizações.

Os documentos obtidos a partir Food and Drug Administration (FDA)-EUA, nos termos detalhados da’ Freedom of Information Act (FOIA)’ 26 mortes foram relatados ao governo após a vacinação HPV entre 1 de Setembro de 2010 e 15 setembro de 2011. Foram 26 mortes relatadas de jovens meninas previamente saudáveis, após a vacinação do Gardasil em apenas um ano. Outros efeitos secundários graves relatados durante esse tempo foram: Convulsões, Paralisia, Cegueira, Pancreatite fulminante, Perda e problemas de fala de memória a curto prazo, síndrome de Guillain- Barre e cistos ovarianos. Entre maio de 2009 e setembro de 2010, foram registrados 16 mortes após a vacinação do Gardasil (HPV). Para esse período também houve 789 relatos de reações adversas ao Gardasil, incluindo 213 casos de invalidez permanente e 25 casos diagnosticados da Síndrome de Guillain Barre. (Judicial Watch informou outras reações).

Lembrando que das 100 cepas existentes, a vacina só contém 4 delas, as mais inofensivas. Com todas reações relatadas, será que vale a pena o risco para uma proteção tão pequena? Reflita e pesquise sobre o assunto, e tire suas conclusões pessoais.

Abaixo segue opinião do médico Dr. Victor Sorrentino sobre a vacina HPV:

Com o início desta mega campanha nacional para vacinação contra o HPV de milhões de meninas indefesas entre 11 e 13 anos de idade em todo o Brasil, é necessário que as pessoas tenham acesso a todas as informações, prós e contras. E já que não tenho visto médicos brasileiros alertarem a população, vou ser obrigado a mais uma vez ter coragem de servir como alerta a vocês que me acompanham!

Apesar de ser uma vacina rodeada de suspeitas, mortes, efeitos adversos e muita controvérsia, o governo planeja vacinar ao menos 80% de todas as meninas entre 9 e 13 anos, e não está fornecendo aos pais uma real idéia dos riscos para que estes tomem uma decisão informada.

Aconselho que todos os que puderem ter acesso a estes posts, compartilhem com seus familiares e conhecidos, para que todos possam buscar informações e decidir com livre arbítrio se querem ou não, aceitam ou não esta “imposição”!

Vocês poderão ver os problemas da vacina contra o HPV na europa e nos EUA (aparentemente ignorado pelo governo brasileiro) e todos os detalhes, incluindo o gasto de dinheiro público de mais de 1 BILHÃO DE REAIS, gasto para comprar e injetar uma vacina extremamente controversa.

Não emitirei opinião própria, entretanto como “para bons entendedores meia palavra basta”, pelo menos insisto para que procurem no “Dr. Google” as palavras chave “VACINA HPV PERIGO ou EFEITOS” e façam seus próprios julgamentos, vejam a quantidade de vídeos de meninas espalhados pela internet, depoimentos e documentos “secretos“…

(FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=790067817689989&set=a.673196836043755.1073741826.554836787879761&type=1&theater)

Referências:

1. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/11/13/hpv-vaccine-scrutiny.aspx

2. Courier Mail October 23, 2011

3. Archives of pediatrics & adolescent medicine January 2012;166(1):82-8

4. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/01/24/hpv-vaccine-victim-sues-merck.aspx

5. http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/07/16/hpv-vaccine-effectiveness.aspx

6. http://www.noticiasnaturais.com/2014/03/estudo-de-vacinas-contra-o-hpv-revela-perigos-inevitaveis-de-doencas-auto-imunes/

7. http://www.greenmedinfo.com/blog/study-reveals-unavoidable-danger-hpv-vaccines

8. http://www.otempo.com.br/cidades/vacina-contra-hpv-causa-rea%C3%A7%C3%A3o-1.807531

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