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Diminua ou elimine a Celulite com esta técnica inovadora!

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Envie email para orientação expressa, para:  juliocaleiro@hotmail.com

Consultório – 35 3531-8423   – Publicado em 16 de Junho de 2014, Monte Santo de Minas -MG.

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By; Dr Júlio Caleiro – Nutricionista -

Celulite – Em termos de exercício, não há nada mais eficaz na redução da celulite do que ‘Acceleration Training’, também conhecido como ‘Whole Body Vibration Training’ (WBVT). A atividade de é realizada sobre uma plataforma que vibra em três dimensões, tal como a plataforma vibratória. Este movimento melhora a circulação linfática e ajuda a quebrar a celulite de dentro para fora. Mas não se engane, 98% das plataformas disponíveis em centros de estética não faz este trabalho. Em consulta será prescrito a forma correta, bem como o tipo da plataforma científica, conforme os estudos recomendam.
As vibrações causam milhares de contrações musculares que bombeiam a linfa para fora dos tecidos congestionados, ajudando a eliminar as toxinas, o que facilita a carga sobre o sistema imunológico. Também estimula a produção do hormônio de crescimento humano (HGH), o “hormônio da queima de gordura.”  Também foi cientificamente demonstrado ser mais eficaz do que o exercício aeróbico na redução da gordura visceral, e as pesquisas também provaram que é excelente na redução da celulite! Em um estudo Alemão 2004, os indivíduos exercia sobre as plataformas entre 8 a 13 minutos, duas a três vezes por semana. Após seis meses, eles experimentaram uma redução de 26%  da celulite em suas nádegas e coxas. Um segundo de grupo no mesmo estudo,  adicionando 24 a 48 minutos de treinamento cárdio junto com treino no ‘WBVT’  tiveram ainda uma redução maior em torno de 32% na celulite após seis meses. Outros estudos confirmam os benefícios do treinamento de aceleração para a perda de gordura e celulite.  Para maiores informações marque sua consulta – pelo email – juliocaleiro@hotmail.com  e receba as orientações para o seu caso. Além disso, existem outras técnicas usadas que realmente diminuem a celulite seja nas pernas, coxas e glúteos.
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Referências:

1  LiveScience February 8, 2013
2  Care2 June 11, 2009
3  The Fat Flush Plan by Ann Louise Gittleman 2002
4  LiveScience February 8, 2013
5  CNN April 1, 2014
6  Dr. Libby May 28, 2013
7  Powerplate.com
8  Benchmark Medical Group 2004
9  PNAS 2007
10  Women’s Fitness April 28, 2014
11  Women’s Fitness April 7, 2014
12  Dr. Libby May 28, 2013

Vitamina D elimina completamente a dor em pacientes com anemia falciforme

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Em 11 de junho de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

(Colaboração especial de Luciano Caleiro Pimenta Jr – estudante de Biologia Ortomolecular)

A anemia falciforme resulta em má formação e mau funcionamento de células vermelhas do sangue. É causada por uma mutação genética do gene da hemoglobina. Esta condição resulta em anemia, e o tempo de vida dos glóbulos vermelhos afetados é reduzido em cerca de 90%.

Altas doses de vitamina D foram comprovados, em estudo científico, em anular COMPLETAMENTE os sintomas de dor em paciente com anemia falciforme.

Referência científica:

Osunkwo I. Complete resolution of sickle cell chronic pain with high dose vitamin D therapy: a case report and review of the literature. J Pediatr Hematol Oncol. Oct 2011;33(7):549-551

PRODUTOS QUE CAUSAM CÂNCERES, INCLUSIVE PRESENTE EM UTENSÍLIOS MÉDICOS

By; Dr Júlio Caleiro – Nutricionista – Publicado em 08 de Junho de 2014 – Monte Santo de Minas – MG. Para orientação expressa envie emails para:  juliocaleiro@hotmail.com

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Os retardadores de chama: Produtos antinífugos, resinas de poliéster, polímeros plásticos e espumas rígidas de poliuretano acrilamida; Dieta (especialmente alimentos ricos em amido, como batatas fritas, cozidas em altas temperaturas), o fumo do tabaco, e géis de poliacrilamida em produtos de consumo, tais como fraldas.

Aminas aromáticas: poliuretano, pesticidas, corantes azo, e muitos outros produtos Benzeno: gasolina ( bombas de gasolina, armazenamento de gasolina em um porão, ou na garagem), fumo de tabaco, removedores de adesivos, tintas, selantes, finishers, combustível do motor a óleos

Solventes orgânicos halogenados: limpeza a seco (lava louças), propulsor spray de cabelo, fumigantes do solo, processadores de alimentos, aditivos de gasolina e pintura, removedores de manchas de etileno (ETO) e óxido de propileno (PO): ETO é um gás usado para esterilizar equipamentos médicos, alimentos e especiarias, roupas e instrumentos musicais. Também encontrado na fumaça do tabaco e de exaustão de automóveis. PO é um esterilizante e fumigante, também encontrado em produtos automotivos e de pintura.

1,3-Butadieno: A fumaça do cigarro, escape de automóveis, vapores de gasolina e as emissões de instalações industriais aminas heterocíclicas: Carne cozida em altas temperaturas, e fumaça de tabaco.
Endógenos e farmacêuticas hormonais e outros desreguladores endócrinos: estrogênios (NÃO BIOIDÊNTICOS), progesterona e DES ( NÃO BIOIDÊNTICOS), juntamente com outros hormônios fármacos não hormonais que têm atividade hormonal ( NÃO BIOIDÊNTICA): Estes incluem quatro agentes quimioterápicos, dois medicamentos veterinários possivelmente presentes nos alimentos, o diurético furosemida, o anti -fúngica griseofulvina, e vários agentes anti-infecciosos.

MX: Uma das centenas de genotóxico subprodutos da desinfecção da água potável perfluorooctanóico PFOA ácido: Non-stick e revestimentos resistentes a manchas em tapetes, móveis, roupas e utensílios de cozinha; aplicações de combate a incêndios, cosméticos, lubrificantes, tintas, adesivos.

Nitro-HPAs: Poluição do ar, principalmente a partir de PAHs de escape diesel: A fumaça do tabaco, a poluição do ar, e os alimentos carbonizados.

Ocratoxina A (uma micotoxina que ocorre naturalmente): grãos, nozes e produtos de porco contaminada com ‘Styrene': Alimentos que tem estado em contato com poliestireno; produtos de consumo e materiais de construção, incluindo poliestireno, tapetes, adesivos, hobby e artesanato, suprimentos e produtos de manutenção em casa.

Químicos retardadores de chama pertencem à mesma classe de produtos químicos como o DDT e PCBs (compostos orgânicos halogenados), e como o primeiro eles também se acumulam no ambiente. Estes produtos químicos também reagem com outras toxinas, eles exalam dioxinas e furanos que causam câncer.
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Referências:

1   Breastcancer.org
2   Common Dreams May 23, 2014
3   Environ Health Perspect; DOI:10.1289/ehp.1307455
4   Rodale May 14, 2014
5   Chicago Tribune, Playing with Fire
6   Journal of Applied Toxicology January 12, 2012: 32(3); 219-232
7   Journal of the National Cancer Institute (2005) 97 (1): 1.
8   American Journal of Clinical Nutrition December 28, 2011
9   Clinical Cancer Research October 15, 2005 11; 7490
10   Anticancer Research March 2014: 34(3); 1163-1166
11   UC San Diego Health System Press Release March 6, 2014
12   Time Magazine March 7, 2014
13   American Live Wire March 7, 2014
14   UC San Diego Health System Press Release March 6, 2014
15   Anticancer Research February 2011: 31(2); 607-611
16   UC San Diego Health System Press Release March 6, 2014
17   U.S. News & World Report August 30, 2010

A Sucralose é prejudicial aos intestinos e pode causar leucemia

By; Ed. Dr. Júlio Caleiro – Nutricionista. 04 de Junho de 2014, São Sebastião do Paraíso -MG – Brasil.

Para uma orientação expressa envie email para – juliocaleiro@hotmail.com
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A Sucralose prejudicial aos intestinos. Um estudo publicado em 2008 descobriu que a sucralose;

• Reduz a quantidade de bactérias benéficas no intestino em 50%, causando disbiose intestinal predispondo a muitas doenças.
• Aumenta o nível de pH no intestino.
• Afeta uma glicoproteína no organismo que pode ter efeitos cruciais sobre a saúde, especialmente se o indivíduo estiver usando certos medicamentos, como a quimioterapia, ou tratamentos para a AIDS e de doenças cardíacas.

Além disso, alguns dos estudos iniciais feitos com a Sucralose mostram alguns efeitos nocivos.

• Diminuição de células vermelhas do sangue – sinal de anemia.
• aumento da infertilidade masculina, interferindo com a produção de esperma e vitalidade, assim como lesões cerebrais.
• Calcificação em algumas partes dos rins.
• Abortos espontâneos em quase metade da população de coelhos em que ingeriram a sucralose, comparado a 0 abortos no grupo de controle.
• A taxa de mortalidade de 23% em coelhos, em comparação com uma taxa de mortalidade de 6% no grupo de controle

Pior ainda, o mais longo dos dois estudos realizados em humanos com a sucralose durou apenas quatro dias, a sucralose causou cáries profundas! Então, se você ingere a suclarose há anos sob indicação do seu médico, nutrólogo ou nutricionista, na verdade você está sendo usado como uma cobaia humana, já que ninguém sabe o que acontece quando os seres humanos que consomem esta substância por longos períodos.

A sucralose não é o único adoçante artificial que tem sido associado a leucemia. Os estudo com aspartame encontrou uma clara associação entre o consumo de aspartame e linfoma não-Hodgkin e leucemia em homens.

O aspartame é essencialmente constituído por ácido aspártico e a fenilalanina. A fenilalanina foi sinteticamente modificada para transportar um grupo metil, o qual proporciona a doçura. Essa ligação metil – fenilalanina, permite que o grupo metil na fenilalanina quebre facilmente e forme o metanol. Isto está em nítido contraste com que ocorre naturalmente o metanol encontrado em certas frutas e legumes, onde é firmemente ligado a pectina, permitindo que o metanol passe com segurança através de seu aparelho digestivo.

Metanol age como um cavalo de Tróia metabólica; ele atinge tecidos suscetíveis ao organismo, como o cérebro e medula óssea, onde a enzima ADH converte em formaldeído que causa estragos em proteínas sensíveis e DNA. Todos os outros animais por outro lado, tem um mecanismo de proteção que permite o metanol ser decomposto em ácido fórmico inofensivo mas, de acordo com o perito em aspartame Dr. Woodrow Monte, há um grande problema bioquímico com metanol em seres humanos, devido à diferença e como ele é metabolizado, em comparação com todos os outros animais. É por isso que os testes toxicológicos em animais é um modelo falho. Ele não se aplica totalmente aos seres humanos que são incapazes de converter o formaldeído tóxico em ácido fórmico inofensivo, e por isso torna-se muito tóxico.
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Referências:

Food and Drug Administration “Final Rule ” for Sucralose, 21 CFR Part 172, Docket No. 87F-0086.
Lord GH, Newberne PM. Renal mineralization — a ubiquitous lesion in chronic rat studies. Food Chem Toxicol 1990 Jun;28:449-55.
Labare MP, Alexander M. Microbial cometabolism of sucralose, a chlorinated disaccharide, in environmental samples. Appl Microbiol Biotechnol. 1994 Oct
Hunter BT. Sucralose. Consumers’ Research Magazine, Oct90, Vol. 73 Issue 10, p8, 2p.
Maudlin RK. FDA approves sucralose for expanded use. Modern Medicine, Oct99, Vol. 67 Issue 10, p57, 1/9p
Sucralose — a new artificial sweetener. Medical Letter on Drugs & Therapeutics, 07/03/98, Vol. 40, Issue 1030, p67, 2p.
Q&A: Is newly FDA approved sweetener sucralose good for you? Executive Health’s Good Health Report, Nov98, Vol. 35 Issue 2, p6, 1p, 1c.
Q&A: Is newly FDA approved sweetener sucralose good for you? Executive Health’s Good Health Report, Nov98, Vol. 35 Issue 2, p6, 1p, 1c.
Gain B. FDA approves J&J Sweetener. Chemical Week, 04/15/98, Vol. 160 Issue 14, p27, 1/4p.
Sucralose Toxicity Information Center
Splenda Product Web Site
Official Tate & Lyle Sucralose Web Site
Endurance News, Issue 26.

Imagem extraida do site – http://www.anovaordemmundial.com

Vitamina C é importante no tratamento e prevenção de doenças cardíacas

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Em 04 de junho de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista.

(Colaboração especial de Luciano Caleiro Pimenta Jr – estudante de Biologia Ortomolecular).

Muitos estudos recentes tem confirmado os efeitos protetores da vitamina C em face de doenças do coração. Num estudo, homens que ingeriram vitamina C tiveram 66% menos risco de doença coronária, em comparação com homens que ingeriram baixas doses de vitamina C, mesmo realizando diversos fatores de controle de risco cardiovascular (J Am Coll Nutr. 2003 Oct;22(5):372-8.). O resultado tornou-se mais surpreendente já que muitos dos homens estudados eram fumantes.

Em um estudo realizado em Harvard Medical School, com mais de 85.000 enfermeiras durante 16 anos, observou-se que as mulheres que usaram suplementos de vitamina C tiveram redução em 28% em doença cardíaca coronária, em comparação com mulheres que não realizaram a suplementação de vitamina C. Essa redução em doença cardíaca ocorreu mesmo após com o passar dos anos, tabagismo e outros fatores de risco. Com base nisso, os cientistas de Harvard concluíram que suplementos de vitamina C diminuem o risco de doença cardíaca coronária (J Am Coll Cardiol. 2003 Jul 16;42(2):246-52).

Muitos outros estudos informam que a vitamina C não só protege contra doenças cardiovasculares, como também diminui o risco em sofrer ataques cardíacos com risco de vida. Verificou-se que homens de meia idade, sem nenhuma evidencia de doença cardíaca pré-existente, eram 3,5 mais propensos a sofrer ataques cardíacos em comparação com outros que não eram deficientes em vitamina C ( BMJ. 1997 Mar 1;314(7081):634-8.).

Confirmando o estudo acima, outra pesquisa comprovou que pessoas no quartil mais elevado de ingestão de vitamina C tiveram a notável marca de 80% menos risco em sofrer ataque cardíaco, em comparação om pessoas no menor quartil de vitamina C (Acta Med Port. 1998 Apr;11(4):311-7). Logo, outra conclusão não há que níveis ideais de vitamina C podem proporcionar uma poderosa proteção contra ataques cardíacos potencialmente fatais.

Pesquisas clínicas e experimentais sugerem que a vitamina C pode proteger contra outras doenças do coração e dos vasos sanguíneos, incluindo, fibrilação atrial (batimento cardíaco irregular que aumenta o risco de Acidente Vascular Cerebral – AVC), miocardiopatia dilatada (dilatação do coração), insuficiência cardíaca congestiva (Int J Cardiol. 2005 Jul 10;102(2):321-6; Can J Cardiol. 2005 Aug;21(10):851-5; J Vet Intern Med. 2005 Jul;19(4):537-41; Am J Physiol Heart Circ Physiol. 2004 Jun;286(6):H2113-7).

Em vista dessa variedade de estudos científicos, converse com seu médico sobre a possibilidade de incluir essa poderosa vitamina em seu tratamento de saúde, ou até mesmo, para fins preventivos. Todavia, como já informado pelo Dr. Thomas Levy: “Os três aspectos mais importantes na terapia eficaz de vitamina C são: dose, dose e dose. Se você não tomar a suficiente, você não vai obter os efeitos desejados” – Dr. Thomas Levy, médico cardiologista.

*Todas as referências científicas foram citadas no corpo do texto.

Lifeextension.com

Nebulização de magnésio para tratamento de ASMA

 

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Em 30 de maio de 2014, Dr. Júlio Caleiro. Nutricionista. – Para uma orientação Expressa – envia email para – juliocaleiro@hotmail.com – Consultório 35 3531-8423 – São Sebastião do Paraíso – MG.

 

Colaboração especial de Luciano Caleiro Pimenta Jr – estudante em Biologia Ortomolecular.

Nebulização de magnésio é um método alternativo de tratamento de pacientes com problemas pulmonares ou infecções, ou aqueles submetidos a broncoscopia. A nebulização de magnésio traz melhoria a função pulmonar em pacientes com asma grave (Inhaled magnesium sulfate in the  treatment of acute asthma. Blitz M, Blitz S, Beasley R, Diner BM, Hughes R,  Knopp JA, Rowe BH). Não foi encontrado efeitos adversos no tratamento com nebulização de magnésio – Cochrane Database Syst Rev 2005 Jul  20;(3) CD003898.

Um estudo duplo-cego, randomizado e controlado comparou-se o uso de nebulização de magnésio com salbutamol nebulizado em 33 pacientes com asma (idades entre 12 e 60 anos). O estudo concluiu que as doses de magnésio nebulizado teve efeitos broncodilatadores semelhantes aos do medicamento salbutamol nebulizadoMangat HS, D. Souza GA, Jacob MS. Nebulized  magnesium sulfate versus nebulized salbutamol in acute bronchial asthma, a  clinical trial. Eur Respir J. 1998; 12:3414.

Porém, o seu uso deve ser corretamente orientado por um profissional de saúde para que haja os efeitos esperados.

Assista o vídeo abaixo do Dr. Mark Sircus:

 

 

*Fundamentado no livro Treatment Essentials – Dr. Mark Sircus.

Biofísica quântica: uma nova realidade no tratamento de saúde

Terapeuta Quantico

Em 27 de maio de 2014, Dr. Júlio Caleiro, nutricionista. 

Abaixo colho importante trecho do artigo publicado pela Dra. Lara Regina Ferreira Alves, médica cardiologista, sobre o uso de medicamentos quânticos no tratamento de saúde. Esta terapia tem revolucionado o conceito e modo de tratamento de saúde, podendo trazer solução para inúmeros casos patológicos, já que trata também em nível celular. Vejamos:

“A metodologia floral quântica é uma terapia baseada nos trabalhos do Dr. Jacques Ménétrier associada às informações da física quântica (Menétriér Jacques, Medicina da Funções,: Editora). As essências vibracionais têm o objetivo de estimular a regulação da função da célula.

(…)

Para se entender como funciona uma essência vibracional há de se lembrar que a maioria das disfunções biológicas, com exceção dos ferimentos e traumas físicos, começam em nível celular, nas moléculas e íons. (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

O corpo, que parece ser composto por matéria sólida, pode ser subdividido em moléculas e átomos. Sabemos, pelos estudos da física quântica, que todo átomo é composto de 99,9999% de espaço vazio10. As partículas subatômicas que se movem à velocidade da luz através deste espaço, na verdade, são feixes de vibrante energia. Estas vibrações, contudo, não são aleatórias e sem significado; elas carregam informações. O vazio no interior de cada átomo pulsa com informações invisíveis10. A vida se desenvolve quando o DNA compartilha suas informações codificadas com o RNA, que por sua vez, distribui partículas de informações para milhares de enzimas, as quais usam então suas informações específicas para fabricar proteínas. Em todos os pontos desta sequência foram trocadas energias e informações (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

Todos os organismos comunicam-se por meio de campos de energia. A química orgânica oferece a base mecânica para a biomedicina, mas as leis da física quântica é que controlam os movimentos moleculares que geram a vida (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007). Frequências e padrões específicos de radiação eletromagnética regulam o DNA, o RNA, a síntese das proteínas, alteram a função e o formato das proteínas, controlam os genes, a divisão das células, sua diferenciação, a morfogênese, a secreção hormonal, o crescimento e as funções nervosas. Os mecanismos de sinalização energética como as frequências eletromagnéticas são centenas de vezes mais eficazes na transmissão de informações ambientais que os sinais físicos como hormônios, neurotransmissores, fatores de crescimento, etc (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

Sabe-se que os organismos vivos precisam receber e interpretar os sinais do ambiente para se manterem vivos. Na verdade, a sobrevivência está diretamente vinculada à velocidade e à eficiência da transferência de sinais. A velocidade dos sinais de energia eletromagnética é de cerca de 300 quilômetros por segundo, enquanto a velocidade dos elementos químicos difusíveis é menor que 1 centímetro por segundo sinais de energia são 100 vezes mais eficientes e infinitamente mais rápidos que os sinais químicos (MacClare C M F, Resonance in bioenergetics, Annals of the New York Academy of Science, 227 : 74-97.).

Há evidências científicas suficientes de que podemos adaptar as ondas e transformá-las em agentes terapêuticos da mesma maneira que manipulamos as estruturas químicas das drogas (Lipton Bruce H, A Biologia da Crença , : Butterfly Editora, 2007).

As essências vibracionais inserem nas células padrões de energia que resgatam a memória celular, promovem o resgate estrutural, auxiliam na condução da harmonia funcional liberando informações via campo informacional. Quando se administram essências vibracionais a ação é biofísica.”

*Dra. Lara Regina Ferreira Alves, médica cardiologista.

Referência:

Revista Saúde Quântica / vol.2 – nº 2 / Jan – Dez 2013.

 

Autora: Dra. Lara Regina Ferreira Alves

Médica clínica geral formada pela Faculdade de Medicina de Itajubá, especialização em cardiologia pelo Hospital São Francisco de Ribeirão Preto, pós-graduação em prática Ortomolecular pela FAPES – SP, prática BDORT. Membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo SOCESP. Médica responsável pelos laudos de eletrocardiogramas do Hospital São Lucas de Ribeirão Preto e pelos exames de ergometria e atendimento médico da Clínica Cardiovida de Ribeirão Preto – SP

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